quarta-feira, 3 de junho de 2020

O que fazer?

Aqui e ali vão sendo prorrogadas medidas de isolamento social, quarentenas e lockdowns. Mas cada vez menos rígidas. A torcida é para termos realmente atingido e ultrapassado o ápice das curvas de mortos pelo SARS-CoV-2.
Os números de hoje não foram bons, diferentemente dos últimos dias.
De todo jeito, as prorrogações têm sido progressivamente mais curtas, conforme diminui a resistência de governantes à resiliente realidade: antes do longo prazo não haverá um “fim da pandemia”, e é bastante provável que até a vacina chegar precisemos conviver com repiques da Covid-19.
Analisar um país continental é sempre mais complexo, pois a interiorização e os múltiplos focos relativizam a relevância dos dados tomados nacionalmente.
Os dados dos próximos (muitos dias) serão decisivos para uma avaliação. Já tivemos momentos de otimismo que a realidade se encarregou de derrubar.
O fato: bons governos deveriam estar agora mais concentrados em organizar esse longo prazo, apesar das cobranças todas serem a respeito do curto.

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