Documentos - Blog do Polibio Braga

 As redes sociais viralizam não apenas as informações sobre a captura de Maduro, mas também com memes de todo gênero, sempre usando imagens do ditador nas mais variadas posições de prisioneiro das tropas americanas. 

Os memes mostram o ditador custodiado por militares da chamada Força Delta, tropa de elite do Exército dos EUA, que nesta madrugada tiraram Maduro e a mulher Cilia Flores da cama, conduziram o casal para um barco de guerra e os conduzem para uma prisão federal de Nova Iorque, onde serão interrogados e depois julgados. O governo americano já tinha oferecido US$ 100 milhões pela cabeça de Maduro. 

Nnm dos memes, o ditador aprece com uniforme de prisioneiro americano e algema sobre o ombro. Noutros memes, Maduro aparece só de cuecas, correndo desesperado pelas ruas noturnas de caracas.

Há 35 anos, os americanos fizeram o mesmo com outro ditador narco-cleptocomunista, o panamenho Manuel Noriega.

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O governo da Venezuela, o que ainda sobrou dele (Maduro está preso e sua vice está na Rússia) anunciou na madrugada deste sábado que forças militares dos Estdos Unidos atacaram Caracas e localidades dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Foram bombardeios aéreos. 

Foi uma invasão para valer.

Não houve reação da Força Aérea Bolivariana, da Marinha e do Exército da Venezuela.

O governo venezuelano classificou os episódios como uma “agressão militar” e disse que os americanos querem o petróleo

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O presidente nomeado Luiz Inácio Lula demorou para se pronunciar a respeito da invasão da Venezuela por parte de tropas americanas, que capturaram, prenderam e extraíram Maduro do País.

Lula deixou as bravatas de lado, fez o que os americanos esperavam, ou seja, condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

Lula nem sequer mencionou a possibilidade de enviar tropas sequer para a fronteira com a Venezuela, como também não se referiu ao exército de sem-terra do MST, que iria defender Maduro.

Lula também convocou uma reunião de emergência - mas por teleconferência. Ele não quer estragar as férias com Janja para tratar de Maduro.

A fronteira foi fechada pela Venezuela.

O que diz a nota de Lula:

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo", disse Lula, por meio das redes sociais. 

A nota de Lula é um blá-blá-blá retórico grotesco.

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Claro que os renegados - Países, militantes e dirigentes de esquerda - saíram em defesa do ditador, mas nem o MST mandou tropas para defender Maduro. Aliás, é de se perguntar onde estão as bravas falanges vermelhas bolivarianas ?

Aqui dentro do Brasil, os verdadeiros democratas saudaram Trump, que acaba de colocar um ponto crucial e muito sensível, porque poderá ser o fim do Foro de São Paulo. E Lula poderá ser delatado por Maduro.

Memes já viralizam com Trump apontando o dedo para Lula e dizendo: "Você é o próxkimo".

A ver.

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Agora é com o povo e as lideranças democráticas venezuelanas tratarem de derrubar de vez a  ditadura narco-cleptocomunista, que se acovardou pateticamente, não reagiu pelas armas, e saudar o próximo restabelecimento da democracia, o que permitirá que milhões de exilados venezuelanos voltem para casa.

Eu não tenho dúvida de que este acontecimento político e militarmente dramático, terá desdobramentos também no Brsil.

Ganha força incontornável e incontroável, por exemplo, o movimento parlamentar pela contenção de Alexandre de Moraes.

É o que é preciso para que a democracia seja restabelecida no Brasil.

às 09:54 Nenhum comentário:
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Artigo, especial - Marcus Vinicius Gravina - O bom caráter e o mau caráter

- O autor é advogado, RS.

O caráter pessoal é um componente da personalidade capaz de medir a ética e a formação moral do ser em sociedade. Também entendido por integridade pessoal.

Neste final de ano dois fatos distintos de membros, da mais alta corte judicial brasileira, se apresentaram para a avaliação desta escala de valor. E, não podem passar despercebidos.

O primeiro deles foi o do ministro do STF, André Mendonça. Ele não entrou em recesso forense (férias) para continuar atento às prisões da CPMI, sobre o inquérito dos ladrões dos velhinhos do INSS, de que é relator. 

O outro caso é o de seu colega ministro Alexandre de Moraes, que apareceu, surpreendentemente, na capital mundial da riqueza e ostentação, como saído da “lâmpada do Aladdin”, em Dubai, lugar preferido de banqueiros de toda a parte. 

Antes de partir secretamente, ou já em viagem, determinou que o seu desafeto e moribundo, Jair Bolsonaro fosse trancafiado, com tornozeleira, numa prisão improvisada na Polícia Federal.  Isso    com a cumplicidade do omisso Superior Tribunal Militar e do silêncio da OAB Nacional, para ter apressada a sua morte. 

No entanto, não dispôs de tempo para apreciar medidas judicias urgentes dos presos ilegalmente por sua decisão induzida aos seus colegas daquela Corte.  

A atitude deste ministro segue a dinâmica construída por ele. Revela a sua soberba, de que não se sente ameaçado por tudo que falam dele e dos pedidos de impeachment ao seu mandato. 

É para não deixar enfraquecer o ânimo de quem ainda o apoia por medo ou interesse na sustentação do consórcio pelo poder de alguns ministros do STF com a presidência da República. 

Não será de mais, depois da volta do casal - que está no foco das investigações do “affair” do Banco Master - que haja uma nota oficial, que informe com se deu todo o deslocamento do ministro, familiares, assessores e seguranças à fantástica nova Disneylândia dos ricaços deste planeta. 

Assim não será preciso que algum coronel da aeronáutica o denuncie como aconteceu com o Felipe Martins. Neste caso de Dubai a viagem aconteceu ou não?


Caxias do Sul, 02.01.2026

às 05:40 Nenhum comentário:
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Análise, deputado Luciano Zucco - A Venezuela começa a se libertar após décadas de opressão

Hoje, vivemos um momento verdadeiramente histórico na América Latina. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o presidente dos Estados Unidos confirmou em suas redes sociais uma operação militar em território venezuelano que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro e em sua retirada do país.


Por décadas, o povo venezuelano viveu sob um regime autoritário que suprimiu liberdades, perseguiu opositores, destruiu a economia e transformou a vida de milhões em sofrimento, medo e exílio. Famílias foram separadas, direitos foram esmagados e a democracia foi substituída pela força e pela repressão.


A captura de Maduro representa o fim de um ciclo de opressão e o início de uma nova etapa. Uma oportunidade histórica para que a Venezuela possa reconstruir suas instituições, restabelecer o Estado de Direito, garantir eleições livres e devolver dignidade ao seu povo.


Que este momento marque o começo de uma nova vida para os venezuelanos. Que aqueles que foram perseguidos possam voltar para casa. Que os que sofreram injustiças possam reencontrar esperança. E que o país possa, finalmente, se livrar de todos aqueles que, ao longo dos anos, mataram, encarceraram e oprimiram sua própria população.


Agora, a Venezuela tem a chance de renascer — e a América Latina, de avançar com mais liberdade, democracia e justiça.


Deputado Federal Zucco (PL-RS)

às 04:06 Um comentário:
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Opinião - Saiba por que, agora, chegou a vez de Alexandre de Moraes

Agora, o movimento parlamentar pela contenção de Alexandre de Moraes ganha força política inconternável e incontrolável.

O cerco naval e aéreo americano sobre a Venezuela, além do cerco econômico, alcançaram novo patamar depois que petroleiros começaram a ser capturados e pontos do território venezuelano foram bombardeados, prenunciando iminente invasão por terra.

E foi o que aconteceu nesta madrugada. 

O presidente Donald Trump também buscou que governantes latinoamericanos o apoiassem explicitamente, omitindo-se ou reduzindo manifestações de apoio ao ditador, como foi o caso com o governo brasileiro de Lula da Silva, que até este momento, 8h09min, sequer tinha se manifestado sobre a invasão, captura e extração de Maduro do território da Venezuela. Lula fez uma acordo não explicado convenientemente até agora, que incluiu a pressão americana sobre o regime, a redução do tarifaço e até a eliminação das sanções da Magnitsky sobre Moraes.

O site da Agência Brasil mal se refere à invasão da Venezuela e a captura de Maduro (CLIQUE AQUI para ler o site oficial).

O governo Lula emitirá nota de protesto por dever de ofício e para aplacar sua gente, mas ficará por aí

às 03:20 Um comentário:
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Trump anuncia captura de Maduro e sua mulher. EUA bombardearam Caracas

O jornal The Washington Post acaba de anunciar que os Estados Unidos realizaram um "ataque em larga escala" contra a Venezuela neste sábado de madrugada, capturando o presidente Nicolás Maduro e sua esposa e os retirando do país, disse o presidente Donald Trump em uma publicação nas redes sociais na manhã de sábado.

Os ataques foram aéreos e forças especiais invadiram  Caracas por terra e capturaram Maduro, levando-o para fora do País.

A informação original partiu do próprio presidente Donald Trump, conforme publicação nas suas redes sociais.

O jornal diz que explosões foram ouvidas e fumaça pôde ser vista em vários locais de Caracas, inclusive sobre importantes instalações militares. Aviões de caça e bombardeios americanos sobrevoaram a Capital.

Aparentemente não houve reação militar por parte da Venezuela.

CLIQUE AQUI para ler reportagens e ver fotos no The Washington Post.


às 02:40 Nenhum comentário:
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Quem é Polibio Braga

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Polibio Braga
Porto Alegre, RS, Brazil
Políbio Braga faz jornalismo desde os 17 anos de idade. Com esta idade, também fez militância estudantil e foi presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas entre 1962 e 1963. Mais tarde, a partir dos 40 anos, também exerceu atividade no setor público e foi secretário da Indústria e Comércio e da Fazenda de Porto Alegre, além de secretário de Relações Internacionais e chefe da Casa Civil do governo do estado do Rio Grande do Sul. Foi preso duas vezes durante o regime militar brasileiro, em 1962 e 1972. Publicou um livro sobre esta experiência, chamado Ahú, diário de uma prisão política. Outros livros publicadios: "Herança Maldita, os 16 anos do PT em Porto Alegre" e "Cabo de Guerra. Trabalhou nos jornais Diário Catarinense, Correio da Manhã, Última Hora, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Correio do Povo e Jornal do Comércio, e nas revistas nas Veja e Exame. Também apresentou e participou de programas de televisão na RBS, Band, TV Pampa e TV Guaíba além de programas de rádio.
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