pLANETA

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Dica do editor - Saiba por que mais americanos sobrevivem ao câncer

 Mais americanos estão sobrevivendo ao câncer devido a uma combinação de fatores-chave: redução no uso de tabaco, métodos aprimorados de detecção precoce e avanços significativos nos tratamentos. 

Principais Fatores

Redução do Tabagismo: Campanhas de saúde pública e políticas de controle do tabaco resultaram em uma diminuição substancial na proporção de fumantes, o que levou a um declínio nas taxas de câncer de pulmão e outros tipos de câncer relacionados ao fumo.

Detecção Precoce Aprimorada: O rastreamento de cânceres de mama, colo do útero, cólon e reto, e mais recentemente de pulmão, permite a identificação da doença em estágios mais iniciais, quando é menos complicada de tratar. Tecnologias inovadoras, como biópsias líquidas e o uso de inteligência artificial em diagnósticos, estão expandindo ainda mais as capacidades de detecção precoce.

Avanços no Tratamento: Décadas de pesquisa resultaram em tratamentos mais eficazes. Isso inclui o desenvolvimento de terapias-alvo e imunoterapias, que ajudam o sistema imunológico a encontrar e atacar as células cancerígenas. Para muitos pacientes, esses avanços transformaram o câncer de uma sentença de morte em uma doença crônica gerenciável.

Pesquisa e Financiamento Contínuos: O investimento contínuo em pesquisa científica tem sido fundamental para o desenvolvimento de novas ferramentas e conhecimentos sobre o câncer, impulsionando melhorias nas taxas de sobrevivência. 

Esses progressos combinados aumentaram a taxa de sobrevivência relativa de cinco anos para todos os cânceres diagnosticados nos EUA para cerca de 70%, um aumento significativo em comparação com cerca de 50% na década de 1970. 

Dica do editor - Como saber quando as crianças estão doentes demais para ir à escola ?

As crianças estão doentes demais para a escola quando apresentam febre, vômitos, diarreia, cansaço excessivo, dificuldade para respirar, prostração, dor intensa, irritabilidade ou qualquer sintoma que impeça a participação nas atividades e distraia os outros, especialmente se houver suspeita de doenças contagiosas como COVID-19 ou gripe. Fique atento a sinais de alarme como gemidos, lesões na pele sem causa aparente, convulsões ou alterações de consciência, e consulte um pediatra se houver dúvida, pois muitas doenças graves começam com sintomas simples, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

Sinais Clássicos de que a Criança Deve Ficar em Casa:

Febre: Geralmente acima de 37.8°C ou 38°C, ou que precise de medicação para baixar.

Problemas Gastrointestinais: Vômitos frequentes ou diarreia, especialmente se houver desidratação.

Sintomas Respiratórios: Tosse persistente e com catarro, chiado no peito, dificuldade para respirar, coriza excessiva.

Dores: Dores de cabeça, de ouvido ou de estômago intensas e persistentes, que atrapalham as atividades.

Cansaço/Fadiga: Letargia, falta de energia, prostração ou sonolência excessiva.

Irritabilidade: Choro inconsolável ou muita irritação.

Conjuntivite: Olhos vermelhos e lacrimejantes, que podem ser contagiosos. 

Quando Consultar o Médico:

Se a criança tiver sinais de alarme (gemidos, prostração, vômitos, dor de cabeça intensa, convulsões, alterações de consciência).

Se os sintomas não melhorarem ou piorarem rapidamente, mesmo com cuidados básicos.

Em casos de suspeita de doenças contagiosas como catapora (feridas com crostas), sarampo, rubéola ou COVID-19, seguindo as orientações médicas e escolares. 

Dica Prática:

Observe o dia: Uma criança que finge estar doente pode rapidamente mostrar tédio se não tiver sintomas reais. Se ela não consegue participar das atividades normais ou se distrai facilmente, fique em casa.

Verifique as regras da escola: As escolas costumam ter diretrizes específicas sobre o retorno após febre ou certas doenças. 

Lembre-se: se estiver em dúvida, é sempre melhor manter a criança em casa e consultar o pediatra para evitar complicações e a propagação de doenças, orienta a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).