Dica do editor - Saiba como o verão aumenta os riscos de AVC
Dica do editor -
Os jornalistas estão enfrentando uma nova realidade marcada pelo aumento da pressão e ameaças à liberdade de imprensa, evidenciada por ações continuadas do consórcio STF+Governo do PT, com ênfase para a repressão movida pelo ministro Alexandre de Moraes contra profissionais que não apoiam o regime autoritário. Jornalistas brasileiros estão sob censura ou autocensura permanente, presos e exilados. Estes eventos recentes, juntamente com um ambiente digital em constante mudança, forçam os profissionais a reavaliarem até mesmo a sua existência como profissionais da imprensa.
Principais Mudanças e Desafios
Ameaças à Liberdade de Imprensa: Desde o início do governo Bolsonaro, houve um aumento alarmante de ataques, prisões e assédio a repórteres, com agentes estatais, incluindo policiais federais, sendo os principais responsáveis por esses abusos. Esse clima de hostilidade sistêmica afeta a segurança dos profissionais e limita o debate público plural.
Regras Restritivas e Vigilância: Novas políticas, como as impostas pelo consórcio STF+Governo do PT, com apoio de órgãos de colaboração como MPF e PF, que proíbem jornalistas de promoverem críticas ou revelações de malfeitos por parte de qualquer dos seus membros, resultam em aplicações de sanções ditatoriais.
.Conflito com Interesses Diversos: O jornalismo, por sua natureza investigativa, entra frequentemente em conflito com interesses políticos e corporativos, resultando em ataques sistemáticos e tentativas de descredibilização da imprensa através da disseminação intencional de informações falsas.
Essa conjuntura força os jornalistas a navegarem em um ambiente mais arriscado, onde a proteção das fontes, a segurança pessoal e a manutenção da integridade jornalística se tornam desafios ainda maiores em um cenário político interno de crescente pressão sobre a mídia.
Artigo, especial - O Brasil leiloado pela tecnocracia
Este artigo é do Observatório Brasil Soberano
Nos últimos dias tornou-se clara, a quem quiser ver, uma linha de pensamento da elite brasileira que denunciamos com frequência: a de que para o país "dar certo", ele precisa, antes, ser destruído. Não se trata de queimar bandeiras ou fazer protestos, mas da destruição fria e me tódica da nossa capacidade de ser uma nação forte. É a ideia de que a saúde finan ceira de um país se mede pela quantidade de sangue que ele consegue extrair de sua base produtiva para alimentar o topo da pirâmide rentista. C.S. Lewis, no livro Uma Força Medonha, disse que o trabalhador comum, o ho mem do povo, ignora a propaganda da imprensa porque sabe, instintivamente, que é tudo mentira; ele passou sua vida desconfiando dos poderosos, e por isso enxerga a realidade. É só o leitor educado, que consome informação em excesso vindas das fontes “oficiais” quem é enganado. Ele acredita em qualquer atrocida de se ela vier na linguagem liberal e assinada por um "especialista". É exatamente esse público que aplaude o desmonte nacional, convencidos de que juros estratosféricos não são uma transferência de renda de quem trabalha para quem especula, mas um "remédio necessário”. Eles acreditam que vender ativos estratégicos a preço de banana para estatais estrangeiras é "moderniza ção e eficiência", enquanto chamam qualquer tentativa de soberania nacional de "retrocesso" ou "esquerdismo". A financeirização da existência do brasileiro começa quando as instituições que deveriam zelar pelo desenvolvimento nacio nal foram capturadas por uma lógica onde o lucro imediato do mercado finan ceiro é a única bússola moral. Foi assim que se criou um sistema de incentivos perverso, onde quanto mais se as f ixia a indústria local, quanto mais se encarece o crédito para o brasileiro médio, há mais aplausos nos relatórios dos bancos de investimento. A "austeridade", nesse dicionário, nunca é o banco apertando o cinto, e sim o Estado parando de inves tir em infraestrutura, o hospital sem remédio, a escola caindo aos pedaços - tudo para garantir que o "superávit" consiga pagar os juros da dívida. Traduzindo: é o sacrifício do cidadão real, do brasileiro que trabalha e paga as contas, no altar das Instituições abstratas - dos grandes bancos, dos conselhos, das ONGs. Essas instituições olham para o Brasil e não veem uma cultura, um povo, uma história, veem apenas uma planilha mal ajustada. Eles odeiam o hábito, o costu me, a realidade orgânica do país porque, para eles, o Brasil ideal é aquele que não cresce e não incomoda, se limitando a exportar commodities e ler as notícias. E a verdadeira tragédia é ver a docilidade com que as outras classes aceitam isso. O jornalista econômico, o acadêmico, o deputado, repetem os mantras econômicos da Faria Lima, incapazes de questionar a quem interessa esse "equilíbrio" que só se atinge com a pobreza alheia. Eles acham que, defendendo esse capital vadio, serão aceitos no clube das nações civilizadas. O atraso do Brasil é um projeto de sucesso dessa gente. Há muito lucro em manter o país de joelhos enquanto nossas instituições servem para validar esse saque, ca muflando a pilhagem e nos mantendo como o "país do futuro" que nunca chega, porque o presente foi vendido para garantir o bônus de meia dúzia de burocratas. Cabe ao povo, aquele que Lewis dizia ser imune à propaganda, sentir na pele e no bolso que a conta não fecha e se colocar, em voto e ação, contra a tecnocracia que assalta o país. Até lá, resta saber o que sobrará dos escombros do país quando essa bolha de mentiras finalmente estourar
Resort ligado à família de Toffoli foi vendido para J&F e Friboi. Toffoli foi quem anulou dívida de R$ 10,3 bi da J&F com o MPF.
Em 2023, Dias Toffoli, que é relator do caso do Master no STF, suspendeu pgaamento de multa de R$ 10,3 bilhões prevista no acordo de leniência firmado pela J&F com o MPF.
A jornalista Andreza Matias, site Metrópoles, revela, hoje, que o resort da família do ministro Dias Toffoli foi comprada por um advogado, Leme da Silva, que trabalha para os irmãos Joesley e Wesley Batista e que é sócio de Renato Costa, atual presidente da Friboi, dos irmãos Batista. O advogado Paulo Humberto Barbosa, que é sócio de presidente da Friboi, e do irmão mais velho dos irmãos Batistas. J&F negam a relação.
Em um período de dois meses, Paulo Humberto Barbosa comprou de dois irmãos e de um primo do ministro do Supremo todas as cotas do empreendimento. Assim, em abril de 2025, ele se tornou o único dono do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).
A compra do resort Tayayá foi feita por meio de um fundo de investimento administrado pela Reag, financeira investigada no escândalo do Banco Master e liquidada hoje pelo Banco Central. Dias Toffoli fequenta o resort e já viajou para ele em avião do advogado Leme da Silva.
APROBIO participa da Clean Fuels Conference e inicia agenda de abertura de mercados para o biodiesel brasileiro
A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) participa da Clean Fuels Conference, realizada nos Estados Unidos, um dos principais eventos internacionais dedicados aos combustíveis limpos e à transição energética. A conferência reúne representantes da indústria, investidores e especialistas globais dos segmentos de biodiesel, diesel renovável e combustíveis sustentáveis.
A participação da entidade marca o início de um movimento estratégico de aproximação do setor brasileiro com mercados internacionais, com foco na ampliação de oportunidades comerciais, na atração de investimentos e no fortalecimento da posição do Brasil no cenário global de biocombustíveis.
Durante o evento, são discutidos temas como marcos regulatórios, inovação tecnológica, segurança energética e descarbonização do transporte — áreas nas quais o Brasil se destaca pela escala produtiva, eficiência industrial e uso de matérias-primas renováveis.
Segundo o presidente da APROBIO, Jerônimo Goergen, a agenda internacional passa a ser uma prioridade estratégica do setor. “Em 2026, escolhemos de forma estratégica a agenda internacional como uma das prioridades da APROBIO. O Brasil tem um produto capaz de atender diferentes mercados, tanto o mercado interno quanto o externo, e o biodiesel é uma marca do país, assim como os combustíveis renováveis de forma geral. Ao longo do ano, vamos desenvolver uma série de estratégias focadas na abertura de mercados e no posicionamento do biodiesel brasileiro no cenário global”, afirmou.
Para a APROBIO, a presença brasileira neste ambiente internacional contribui para consolidar o país como um fornecedor competitivo e sustentável de biocombustíveis, além de abrir espaço para parcerias estratégicas e maior integração às cadeias globais de energia limpa.
Prefeito Melo cria "Samu Mental" em Porto Alegre
O prefeito Sebastião Melo sancionou a Lei nº 14.455, que cria de modo pioneiro na Região Sul do Brasil, a Equipe de Saúde Mental do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (ESM-Samu), ampliando a atuação do Samu no atendimento a pessoas em sofrimento psíquico agudo.A ESM-Samu será composta por profissionais especialistas em saúde mental e atuará de forma integrada à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Atendimentos – A nova equipe poderá realizar atendimento imediato em situações como crises psicóticas, tentativas de suicídio, agitação psicomotora grave e ocorrências relacionadas ao uso abusivo de álcool e outras drogas, sempre conforme avaliação e regulação. A atuação da ESM-Samu contará com atendimento 24 horas.
O prefeito Melo também mandou tocar a criação de seis novos Centros de Atenção Psicossocial 24h, sendo quatro para adultos e dois infantojuvenis, com pelo menos cinco leitos de acolhimento cada. Também estão previstas duas unidades de acolhimento para dependência química, com 15 leitos cada. Equipes e-Multi na Atenção Primária vão fortalecer o cuidado multiprofissional na base do sistema.
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Convulsões costumam causar grande preocupação por surgirem de forma súbita, com perda de controle dos movimentos. São alterações elétricas no cérebro que levam a contrações musculares involuntárias, mudanças de comportamento e, muitas vezes, perda de consciência.
Entender quando representam emergência, como agir nos primeiros minutos e quando buscar ajuda médica é essencial para garantir a segurança da pessoa e evitar condutas inadequadas, como tentar segurar a língua ou colocar objetos na boca.
Quando a convulsão é considerada emergência médica?
A convulsão torna-se emergência quando se associa à longa duração, alteração do nível de consciência e contexto de risco. De modo geral, exige atendimento imediato se durar mais de 5 minutos, se houver crises repetidas sem recuperação ou se ocorrer em alguém que nunca teve episódio semelhante.
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Situações como trauma na cabeça, intoxicação por medicamentos, uso abusivo de álcool ou drogas, gestação e surgimento de sinais de alerta (dificuldade intensa para respirar, lábios arroxeados, febre alta em crianças, confusão prolongada ou fraqueza em um lado do corpo) também justificam acionar o serviço de emergência rapidamente.
Quais tipos de convulsão exigem atenção imediata?
Convulsões generalizadas tônico-clônicas, com quedas, tremores intensos e perda de consciência, são as que mais chamam atenção. Quando se prolongam ou se repetem em sequência, aumentam o risco de falta de oxigênio no cérebro e de lesões físicas por quedas e choques.
O status epilepticus, com crise acima de 5 minutos ou sem recuperação entre episódios, é emergência absoluta e requer medicamentos injetáveis e monitorização hospitalar. Crises febris prolongadas em crianças ou convulsões focais súbitas em adultos sem histórico neurológico também precisam de avaliação urgente, pois podem estar ligadas a AVC, tumores ou infecções do sistema nervoso.
Assista um vídeo do canal Drauzio Varella com detalhes da diferença entre convulsão e epilepsia:
Em quais situações chamar o serviço de emergência?
Deve-se chamar atendimento móvel se a crise durar mais de 5 minutos, se houver crises em sequência sem recuperação, se for o primeiro episódio ou se ocorrer em gestantes, recém-nascidos, lactentes ou idosos frágeis. Convulsões após trauma de cabeça, grande queda ou acidente de trânsito também exigem socorro imediato.
Sinais como dificuldade respiratória importante, coloração arroxeada persistente, ausência de resposta após o término da crise ou ferimentos graves e suspeita de fraturas reforçam a necessidade de transporte urgente a um serviço de emergência.
O que fazer durante uma crise convulsiva?
Ao presenciar uma crise, o objetivo é proteger a pessoa contra quedas e traumas, mantendo a calma e afastando riscos. Não se deve tentar impedir os movimentos, puxar a língua, colocar objetos na boca ou oferecer água e remédios durante a convulsão, pois isso pode causar sufocação e ferimentos.
Algumas medidas simples ajudam a tornar o ambiente mais seguro e a orientar o atendimento posterior: