Entrevista, Giovani Cherini, presidente do PL do RS - Vamos eleger presidente, governador, 2 senadores, 7 federais e 12 estaduais

Quando sairá a conenção estadual do PL do RS ?]
Dia 21

Como está a nominata de candidatos ?
O candidato a governador é Luciano Zucco, do nosso Partido, que também lançou o deputado Sanderson para o Senado. Na coligação,temos a deputada Silvana Covatti para vice e o deputado Marcel. Van Hattem. Teremos chapa completa e competitiva. Nossa expectativa é eleger 7 deputados federais e 12 deputados estaduais, o governador, os dois senadores e o presidente da República.

Qual é o tamanho do PL no RS ?
O P é, hoje,  o maior Partido de direita do Rio Grande do Sul, presente em 422 dos 497 municípios gaúchos. Temos 52.008 filiados, sendo 29.176 homens e 22.832 mulheres. Destes, 39 são prefeitos, 48 vice-prefeitos e 403 vereadores.

As mulheres representam que tamanho no PL do RS ?
Na participação feminina, tivemos um crescimento histórico:

* 91 vereadoras
* 4 prefeitas
* 2 vice-prefeitas

Em 2020, o partido tinha apenas 15 vereadoras. Isso representa um crescimento superior a 600% da participação feminina nos municípios.

Quais Partidos formam a aliança ?
Hoje contamos com o apoio de partidos como PL, PP, Republicanos, NOVO, Democracia Cristã, Podemos e União Brasil.Seguimos dialogando com outras siglas alinhadas aos valores da direita para fortalecer a inda mais esse projeto para o Rio Grande do Sul.

Salva aposta na tradição gaúcha e lança Erva-Mate Bairrista

A Salva Craft Beer acaba de ampliar seu portfólio e entrar oficialmente no mercado de erva-mate com o lançamento da Erva-Mate Bairrista. O novo produto já está disponível para distribuidores, varejistas e consumidores do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, reforçando a estratégia da empresa de expandir sua atuação para além do segmento cervejeiro.

Produzida pela tradicional Ervateira Invernada, de Arvorezinha (RS), com mais de 80 anos de história, a nova erva-mate é elaborada com matéria-prima nativa do Alto Vale do Taquari, uma das regiões mais reconhecidas do país pela qualidade da produção. O produto é comercializado em embalagens de 1 kg e não possui adição de açúcar.

Segundo João Giovanela, CEO e fundador da Salva, a novidade representa uma extensão natural da marca Bairrista, criada para valorizar a cultura e as tradições gaúchas. "Agora o consumidor pode viver a experiência Bairrista todos os dias da semana. A erva-mate fortalece nossa conexão com as raízes do Rio Grande do Sul e amplia a presença da marca em um mercado que faz parte da identidade do povo gaúcho", destaca.

Saiba mais sobre a cervejaria Salva no site www.salva.ind.br


Queijo cottage está na moda, batatas fritas estão fora de moda — e Ozempic é apenas um dos motivos.

 Medicamentos como o Ozempic, Wegovy e Mounjaro alteram drasticamente o apetite e a digestão. Pacientes reduzem a ingestão de calorias e evitam frituras, que causam desconforto digestivo, buscando alimentos ricos em proteína, como o queijo cottage, para manter a massa muscular e garantir saciedade.O Efeito das "Canetas Emagrecedoras" no PratoAdeus às frituras: O processo digestivo mais lento provocado pelos remédios GLP-1 faz com que alimentos gordurosos e fritos, como batatas fritas, fiquem mais tempo no estômago, causando náuseas.A febre do Cottage: Alimentos de alta densidade proteica tornaram-se essenciais. Com mais de 14 gramas de proteína por porção e baixo teor de gordura, o queijo cottage voltou a explodir no consumo.Mudança na indústria: Redes de restaurantes estão redesenhando menus para oferecer mais proteínas e menos frituras, refletindo a adaptação do setor ao consumidor que ingere porções menores mas exige valor nutricional.A Força das Redes Sociais e a Consciência AlimentarA ascensão desses fármacos encontrou um terreno fértil nas redes sociais, onde criadores de conteúdo viralizaram receitas hiperproteicas utilizando o queijo. Tendências como o "oat-zempic" (aveia) e o consumo adaptado de derivados do leite movimentam a indústria. Isso formou um movimento generalizado em direção a alimentos naturais e integrais, com forte queda no consumo de snacks ultraprocessados.

Artigo, especial - Apoio tímido ou cálculo político ?

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano.

No último sábado, 20 de junho, em Guarulhos, foi lançada oficialmente a pré--candidatura de André do Prado ao Senado. O evento reuniu Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. Chamou atenção o constrangimento visível do governador no palco. Tarcísio cumpriu o papel de comparecer, chegou a se dirigir a Flávio reco nhecendo a dívida com Jair Bolsonaro, mas o tom foi distante. Para completar, na postagem que fez nas redes sobre o ato, ele sequer marcou o nome de Flávio Bolsonaro. Parece só um pequeno detalhe, não? Mas o momento resume bem o que tem sido a postura de Tarcísio em relação à can didatura presidencial de Flávio: apoio declarado, mas engajamento tímido e contido. Não é possível esquecer o histórico. Em 2022, Tarcísio chegou ao governo de São Paulo praticamente desconhecido do eleitorado paulista. Foi o apoio direto de Jair Bolsonaro e a mobilização do bolsonarismo em âmbito nacional que o proje taram e garantiram sua vitória. Sem aqueles votos e aquela campanha nacional, Tarcísio dificilmente teria chegado ao Palácio dos Bandeirantes. Nos anos seguintes, seu nome ganhou forte projeção nacional. Tarcísio foi am plamente cotado como um dos principais nomes da centro-direita para disputar a Presidência da República em 2026. Pesquisas internas e análises políticas o co locavam como alternativa competitiva, muitas vezes aparecendo à frente ou em empate técnico com Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. Havia quem defendesse que Tarcísio seria um candidato mais “palatável” para ampliar o alcance além do bolsonarismo, dialogando melhor com o mercado, com prefeitos de centro e com eleitores moderados. O próprio Tarcísio alimentou essa possibilidade nos bastidores, demonstrando interesse em uma eventual candidatura presidencial. O governador de São Paulo parece estar sempre com uma calculadora nas mãos. No entanto, quando Jair Bolsonaro deixou claro que indicaria Flávio como seu sucessor, Tarcísio optou por declarar apoio público ao senador. Até aí, nada de errado. O problema surge quando se observa a prática: o apoio existe no discur so, mas não se traduz em uma disposição clara de fazer campanha ativa pelo pré-candidato presidencial. Aqui está o paradoxo: Tarcísio deve sua eleição a um movimento de caráter na cional, mas parece não querer nacionalizar sua própria campanha. Em vez de aproveitar a visibilidade do governo de São Paulo para fortalecer a candidatura de Flávio em todo o país — articulando com prefeitos, participando de atos fora do estado e assumindo um papel mais protagonista na coordenação da campa nha presidencial em São Paulo —, ele mantém uma postura reservada, como se preferisse manter sua reeleição isolada do embate nacional. Flávio Bolsonaro já sinalizou que precisa do engajamento efetivo de Tarcísio no maior colégio eleitoral do Brasil. O que se vê até agora é timidez. Tarcísio prioriza sua gestão e sua reeleição, o que é legítimo, mas evita o passo que seria natural: usar sua posição para nacionalizar o debate e retribuir, com atitudes concretas, o apoio que recebeu em 2022. Eventos como o lançamento da candidatura de André do Prado mostram que a base está pronta para caminhar junta. Falta ao governador, que foi eleito gra ças ao engajamento de Jair Bolsonaro, demonstrar, sem reservas, que está dis posto a nacionalizar sua campanha e pagar, com o mesmo peso, a dívida que ele próprio assume ter com o bolsonarismo. Não apenas como retribuição, mas pensando também na sua reeleição. Sem o bolsonarismo o resultado de 2022 dificilmente se repetirá. O cálculo é simples: quem está junto, não pode hesitar.

Opinião do editor - A esquerda cai como um castelo de cartas em toda a América do Sul, mas falta o Brasil

A esquerda perdeu um novo governo na América do Sul, no caso a Colômbia, nas mãos do radical de extrema esquerda Gustavo Preto. Seu candidato Iván Cepeda perdeu para o candidato de direita, Abelardo de la Espriella (leia nota mais abaixo).

Os presidentes de esquerda do continente caem um a um e o próximo deve ser o presidente nomeado Lula da Silva, representante do que existe de pior na política mundial do momento.

O lulopetismo e seus aliados estão sendo fustigados por uma conjuntura externa extremamente adversa, não apenas em função da eleição de ontem na Colômbia e nas derrotas da esquerda também na Argentina, Bolívia, Paraguai, Chile, Equador, Peru e Venezuela, só lhes sobrando o anódino uruguaio, as tres inexpressivas Guianas e o Brasil. O principal fator da pressão externa, no entanto, é o novo governo dos Estados Unidos, que desta vez não servirá aos interesses do lulopetismo, mas da oposição.

E a vez do Brasil chega a passos largos, dentro de menos de 4 meses.

Na Colômbia,  ontem,  41 milhões de eleitores estavam o aptos a votar para presidente da Colômbia,  tudo no 2º turno da eleição presidencial. 

O voto não é obrigatório e por isto apenas 57% dos eleitores não foram às urnas no 1o turno.

No 1o turno, a esquerda venceu por 673 mil votos, mas na segunda rodada a direita era ampla favorita.

Acompanhe a cronologia:

As derrotas da esquerda da América do Sul começaram em 2023 com José Milei, 2023, na Argentina.

Ainda em 2023

Santigo Peña, Bolívia

2025

Chile, José Antonio Kast.

Equador, Daniel Noboa

Bolívia, Rodrigo Paz

2026

Venezuela - Queda de Maduro.

Peru, Keiko Fujimori

Colômbia, De la Spriella

O que sobrou

Restam Uruguai, que em 2024 elegeu Yamandu Orsi, de esquerda, e Brasil. As três Guianas são carta fora do baralho na América do Sul - são corpos estranhos. Uma delas nem tem governo próprio, já que é colônia da França.

A esquerda agoniza e com ela agoniza e morre de morte matada o Foro de São Paulo. 

Portos gaúchos registram maior movimentação para o período em dez anos e superam 17,5 milhões de toneladas

 A Portos RS registrou a maior movimentação de cargas para o período entre janeiro e maio desde 2016. Nos cinco primeiros meses de 2026, os portos de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre movimentaram 17.594.287 toneladas, resultado 5,15% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado. O complexo portuário do Rio Grande foi apontado como o segundo mais eficiente do Brasil.

O Porto do Rio Grande respondeu por 17.003.836 toneladas movimentadas no período, crescimento de 5,3% em relação a 2025. A movimentação de contêineres também apresentou avanço expressivo, alcançando 420.327 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner marítimo padrão de 20 pés), alta de 12,45%. Ao todo, os portos administrados pela Portos RS receberam 1.550 embarcações entre janeiro e maio.

Entre as principais cargas, destacaram-se a celulose, com crescimento de 15,18% e volume de 1,97 milhão de toneladas; o milho, que avançou 77,9% e ultrapassou 1,39 milhão de toneladas; e a soja em grão, com 1,88 milhão de toneladas movimentadas.

O Porto de Pelotas movimentou 434.744 toneladas no período, com destaque para as operações de toras de madeira. Já o Porto de Porto Alegre registrou 155.707 toneladas, crescimento de 41,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.