Rumble e Trump Midia repelem argumentos da AGU em defesa de Moraes

  O editor conferiu e confirma que realmente as empresas Rumble e Trump Media protocolaram petição junto à Justiça dos Estados Unidos, afirmando que a Advocacia-Geral da União (AGU) adotou uma posição diferente da defendida anteriormente pelo governo brasileiro para tentar encerrar a ação movida contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Flórida.

São 24 páginas no total e foram apresentadas ontem, dentro do prazo colocado pela juíza Mary Stenson Scriven, antes de atender ou rejeitar o pedido da AGU para que a ação seja sepultada.

A petição cita trecho de um ofício enviado ao Departamento de Justiça dos EUA pelo Ministério da Justiça em junho de 2025, afirmando que decisões judiciais brasileiras “operam estritamente” dentro do território brasileiro, não têm “efeito extraterritorial” e devem ser encaminhadas “pelos canais convencionais apropriados”, como o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT) e a Convenção da Haia.

Agora, afirmam Rumble e Trump Media, a AGU sustenta uma tese diferente ao defender que as decisões de Moraes constituem atos soberanos do Estado brasileiro, protegidos por imunidade e, por isso, não poderiam ser analisados pela Justiça americana. As empresas afirmam que, semanas depois do envio do ofício do Ministério da Justiça, Moraes “contrariou as garantias prestadas pelo próprio Brasil e agiu manifestamente além de sua competência (ultra vires) ao enviar por e-mail outra ordem à Rumble, na Flórida, determinando o bloqueio global da conta de um usuário norte-americano e a remoção de conteúdo considerado lícito nos Estados Unidos”. “Juízes estrangeiros não podem fazer cumprir ordens estrangeiras em solo americano por e-mail e chamar isso de lei”, defendem. A peça também ressalta que as companhias processaram Alexandre de Moraes em sua capacidade individual e que o reconhecimento de danos buscado é contra o juiz pessoalmente, sem pedido de pagamento vindo do Tesouro brasileiro.

O magistrado é processado por ter determinado remoções de conteúdo e perfis nessas redes sociais e acusado de violar a soberania americana e a Primeira Emenda da Constituição do país, referente à liberdade de expressão. As plataformas alegam que as determinações do ministro contrariam leis americanas relacionadas à atuação de redes e interferem nas atividades comerciais das empresas nos EUA.

Em 7 de julho, a juíza do caso prorrogou por mais uma semana o prazo para que Rumble e Trump Media respondessem ao pedido de extinção da ação apresentado pela AGU. A entrada formal do País no caso foi autorizada pela magistrada em 23 de junho. Na mesma decisão, ela suspendeu a análise do pedido para declarar Moraes à revelia, sem que ele tivesse se manifestado no processo.

Segundo a AGU, a ação é, em última análise, “uma tentativa de ofensa à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro”. Ao argumentar pelo fim da ação, o Brasil argumenta que ela é movida contra um juiz por decisões que ele proferiu no exercício da função, o que faz do Estado a verdadeira parte interessada no processo.

Artigo, especial - O Brasil produz riqueza. Quem fica com ela ?

Artigo do Observatório Brasil Social.

Todo mundo já ouviu que o Brasil é um país rico. Temos uma das maiores reser vas de petróleo do mundo, somos líderes na produção de alimentos, exporta mos minério de ferro, temos água em abundância, uma matriz energética invejá vel e um território que muitos países gostariam de ter. No papel, parece a receita perfeita para uma nação próspera. Mas basta sair de casa para perceber que essa riqueza não aparece na vida da maioria das pessoas. Como um país que produz tanto ainda convive com empregos de baixa remune ração, pouca inovação, indústria enfraquecida e uma dependência crescente de produtos fabricados no exterior? Talvez estejamos fazendo a pergunta errada. Que o Brasil produz riqueza, ninguém discute. Produz, e muita. A pergunta que falta fazer é outra: quem captura o maior valor dessa riqueza? Quando exportamos minério de ferro, vendemos uma matéria-prima. Quando esse minério volta ao Brasil na forma de máquinas e equipamentos, pagamos mui to mais caro por algo que poderia gerar empregos e desenvolvimento aqui dentro. O mesmo acontece com o petróleo. Embarcamos o óleo bruto e compramos de volta gasolina e diesel refinados. No campo, produzimos alimentos para cente nas de milhões de pessoas, mas dependemos de fertilizantes, defensivos, má quinas e tecnologias que atravessam o oceano para chegar à nossa lavoura. Até a soja conta essa história. Ela sai em grão pelos portos brasileiros, mas boa parte do valor que ganha pelo caminho aparece em outro lugar: na ração, na carne processada, nas marcas globais e nos produtos que voltam ao mercado muito mais valiosos do que quando partiram daqui. Não há nada de errado em exportar matérias-primas. Elas continuarão sendo uma das maiores vantagens competitivas do Brasil. O problema é acreditar que isso basta. Quem vende apenas recursos naturais costuma ganhar menos do que quem transforma esses mesmos recursos em tecnologia, indústria e produtos de maior valor agregado. É justamente aí que mora a diferença. Os países mais ricos não vivem apenas do que retiram da terra. Eles transformam recursos naturais em conhecimento, em presas competitivas, inovação e empregos qualificados. É nessa etapa que ficam os melhores salários, as patentes, os centros de pesquisa e boa parte da riqueza. Ao longo das últimas décadas, o Brasil se acostumou a comemorar recordes de exportação enquanto via sua capacidade de fabricar encolher. Celebramos sa fras históricas e aceitamos importar cada vez mais produtos prontos. Vendemos o básico e compramos o sofisticado. As grandes potências perceberam esse movimento antes de nós. Estados Uni dos, China e Europa voltaram a disputar fábricas, cadeias produtivas, energia, minerais críticos e tecnologia. Esses setores passaram a ser tratados como ati vos estratégicos para o desenvolvimento e para a segurança nacional. Enquanto isso, o Brasil ainda discute sua economia como se estivéssemos nos anos 1990. Talvez tenha chegado a hora de mudar a conversa. O Brasil já produz riqueza. O desafio é fazer com que uma parcela muito maior dela permaneça aqui, gere empregos aqui, fortaleça empresas brasileiras e am plie nossa capacidade de decidir o próprio futuro. É por esses caminhos, aqueles em que a riqueza produzida no Brasil muda de mãos, que esta série pretende seguir. O primeiro deles talvez seja o mais impor tante de todos: o dinheiro. Por que ele custa tão caro no Brasil e quem ganha quando continua custando caro?

Produtores que comprovarem pelo menos duas perdas climáticas ou de renda serão contemplado

O Ministério da Fazenda anunciou um acordo com a bancada do agronegócio para editar ainda nesta quarta-feira (15) uma medida provisória com renegociação das dívidas dos produtores rurais, após meses de negociação. 


O acordo foi fechado na residência do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e prevê condições diferenciadas para produtores que tiveram perdas com as crises climáticas e os que tiveram apenas perda de renda.


O impacto fiscal ainda será atualizado pela Fazenda. Uma nota técnica deve ser divulgada ainda hoje. Durigan estimou que mais de R$ 100 bilhões em dívidas serão renegociados.


Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, haverá duas linhas de refinanciamento.


Produtores que conseguirem comprovar três perdas de safra de no mínimo 40%, terão prazo de 10 anos para pagamento, incluídos dois de carência, sem necessidade de entrada.


No caso de perdas de 30% em duas safras, o prazo será de 8 anos, incluídos dois de carência.


Além das dívidas bancárias, serão incluídas as Cédulas de Crédito Rural (CPRs).


Os pontos da renegociação

Beneficiários:


Produtores rurais e cooperativas de produção, com perdas entre 2019 e 2025

Geral: perdas em 2 ou mais safras, com redução na renda bruta de 30%

Maiores perdas: perdas em 3 ou mais safras, com redução na renda bruta de 40%

Operações de Crédito Rural Beneficiadas:


Adimplentes: prorrogada até 31/05/2026

Inadimplentes entre 1/1/2024 e 31/5/2026

Fonte de recursos:


Recursos do crédito rural (obrigatórios, equalizados, não equalizados, livres e outros)

Autorização para uso de Fundo Social e de Fundos supervisionados pelo MF é abrangido por "outras fontes" definidas pelo Poder Executivo

Limite por beneficiário:


Geral: R$ 400 mil (Pronaf), podendo chegar a R$ 1 milhão; R$ 2 milhões (Pronamp), podendo chegar a R$ 4 milhões; R$ 4 milhões (demais)

Maiores perdas: R$ 500 mil (Pronaf), podendo chegar a R$ 1 milhão; R$ 2,5 milhões (Pronamp), podendo chegar a R$ 4 milhões; R$ 8 milhões (demais)

Taxas de juros ao ano:


Geral: Pronaf 6%; Pronamp 9%; Demais 12%

Maiores perdas: Pronaf 5%; Pronamp 8%; Demais 11%

Prazo reembolso:


Geral: até 8 anos; Maiores perdas: 10 anos

Carência: até 2 anos com pagamento de juros

Sem entrada

Garantias:


Permite que a IF reveja as garantias (reaproveitamento) para adequá-las ao valor da operação, com redução, em caso de excesso

Prorrogação de dívidas:


IFs poderão prorrogar automaticamente por até 30 dias as operações em situação de adimplência no dia 14 de julho de 2026

Cédula de Produto Rural – CPR:


CPR tem tratamento específico

IFs poderão substituir CPR inadimplente com prazo de reembolso de 8 anos; demais regulamentações passíveis de serem feitas pelo Poder Executivo

Fundo Garantidor:


Autoriza União participar de fundo para perda com eventos climáticos adversos

O Segredo dos Grandes Investidores: Como Construir e Multiplicar Patrimônio sem Descapitalizar Suas Aplicações no Banco

Imagine a seguinte situação: você finalmente decidiu tirar do papel o projeto da sua residência de alto padrão em um condomínio fechado, ou planejou expandir a infraestrutura dos seus negócios construindo um novo pavilhão comercial. Você tem o dinheiro necessário rendendo confortavelmente na sua carteira de investimentos bancários. 

Nesse momento, a maioria dos empresários e investidores toma uma decisão impulsiva e financeiramente ineficiente: eles olham para o saldo e decidem pagar a obra à vista, retirando o capital de suas aplicações financeiras de alta liquidez. 

O que eles não percebem é o tamanho do prejuízo oculto: ao retirar o dinheiro do banco, eles perdem o poder dos juros compostos trabalhando a seu favor. Eles travam a sua liquidez de forma irreversível sob o concreto da obra, gerando um custo de oportunidade gigantesco. 

“A verdadeira inteligência patrimonial não está em usar o seu próprio dinheiro líquido para construir, mas em saber usar o dinheiro estruturado de terceiros para alavancar ativos.”

O Custo de Oportunidade e o Limite do Caixa Próprio

Quando você escolhe o caminho da descapitalização de caixa, você perde o rendimento futuro daqueles recursos aplicados. Por outro lado, se você opta pelo financiamento bancário PJ tradicional para não mexer no caixa, depara-se com taxas de juros compostas que dobram o custo do seu projeto antes mesmo da entrega das chaves. 

A Cartago Capital, em parceria com a HS Consórcios, estruturou um modelo inovador focado em investidores de alta performance: a Alavancagem Patrimonial via Consórcio Estruturado. 

Com esse planejamento, o seu dinheiro de investimentos continua intocado, gerando rendimentos diários a seu favor no banco. Enquanto isso, nós estruturamos uma carta de crédito planejada para a sua construção, sem juros e pagando apenas uma taxa de administração altamente diluída ao longo do contrato. 

A Realidade dos Custos de Construção no RS (Dados Oficiais)

Para planejar com exatidão, é fundamental olhar rigorosamente para os dados oficiais de mercado do CUB-RS (Junho/2026). Eles provam que construir ainda é um dos melhores caminhos para multiplicar capital, desde que amparado pela estratégia financeira correta: 

Categoria de Construção Padrão de 

Referência (CUB-RS) Custo Médio por m² Estimativa de Custo da Obra

Residencial de Alto Padrão Residencial R1-A R$ 4.565,93 / m² R$ 1.369.779,00 (Casa de 300m²) 

Comercial (Salas e Lojas) CSL 8-N R$ 2.860,11 / m² Sob consulta de projeto

Galpões & Pavilhões Galpão Industrial (GI) R$ 1.378,75 / m² R$ 1.378.750,00 (Pavilhão 1.000m²) 

Proteja as Margens de Lucro Contra a Inflação de Materiais

Outra grande dor do canteiro de obras gaúcho é a escalada constante nos preços de insumos básicos. Quem tenta acumular dinheiro para construir no futuro perde poder de compra rapidamente para a inflação do setor. Dados oficiais do CUB-RS apontam altas expressivas nos últimos 12 meses: 

Esquadrias de correr de alumínio: +29,16% 

Fio de cobre anti-chamas: +21,40% 

Brita nº 02: +20,59% 

Placa cerâmica (azulejo): +18,16% 

Como a Cartago Capital resolve isso? Através de grupos e lances planejados, garantimos que, no momento da contemplação, você receba o capital total para realizar compras diretas com os fornecedores em grande volume e à vista. Dessa forma, você garante o preço antigo dos materiais, blindando as suas margens de lucro contra as oscilações de mercado. 

A Matemática da Operação Perfeita

Imagine manter o valor estimado de uma construção de alto padrão (R$ 1,4 milhão) aplicado no mercado financeiro rendendo juros. 

Ao optar pelo consórcio estruturado:

1. Seu capital líquido continua intocado e se multiplicando no banco. 

2. Você constrói o imóvel físico com parcelas previsíveis, sem taxas de juros abusivas. 

3. No caso de uma construção comercial (como um pavilhão ou galpão logístico), o próprio valor do aluguel recebido com o imóvel pronto liquida as parcelas restantes do consórcio. 

Ao final do ciclo, você passa a ter dois ativos de alto valor trabalhando paralelamente para o seu patrimônio: o dinheiro que nunca saiu do banco e o novo imóvel físico valorizado e gerando renda. 

Não comece sua obra planejando descapitalizar ou pagar juros para bancos tradicionais. Use a matemática estratégica a seu favor. 

Quer desenhar essa estratégia para o seu próximo projeto?

Entre em contato direto com o nosso time de inteligência de crédito e solicite um estudo de viabilidade personalizado para a sua construção.

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Fonte de referência dos dados oficiais: Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (SINDUSCON-RS). Custos e índices de Junho/2026 segundo a norma técnica NBR 12.721 - Versão 2006. Disponível para consulta em sinduscon-rs.com.br/cub-rs/.


Sai primeiro indiciamento dos ladrões dos velhinhos aposentados. Presidente do INSS no governo Lula é um deles. Lulinha ficou de fora.

 A Polícia Federal concluiu o primeiro inquérito da Operação Sem Desconto indiciando o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e mais 47 pessoas, entre elas o "Careca do INSS", tudo no âmbito de um escândalo pavoroso de roubalheira bilionária de dinheiro de velhinhos aposentados e pensionistas. 

Stefanutto foi nomeado por Lula da Silva, sob indicação do então ministro Carlos Lupi, ambos do PDT. Os dois tiveram que sair para não contaminaram demais o governo do PT.

Nesta fase, Lulinha, que é protegido pela PF, PGR e STF, está de fora do indiciamento.

Os indiciados de hoje são investigados por um esquema de descontos indevidos em benefícios e desvios que podem chegar a R$ 6 bilhões. Stefanutto é suspeito de receber propina mensal de R$ 250 mil em troca de omissão na fiscalização.

O relatório final da PF, com cerca de 265 páginas, foi entregue ao ministro do STF André Mendonça. 

Além de Stefanutto, a lista de indiciados inclui o ex-procurador-geral da autarquia, Virgílio Antônio Ribeiro Filho, ex-diretores, o presidente da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares) e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". Os envolvidos responderão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.As defesas dos investigados informaram que ainda não tiveram acesso completo ao relatório da PF para se manifestar. A Conafer divulgou nota afirmando que respeita o trabalho da PF e considera inadequado tentar transformar uma etapa de investigação em condenação antecipada antes do devido processo legal.