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Título: 📊 QUANTO CUSTA CONSTRUIR ALTO PADRÃO NO RS HOJE? (DADOS OFICIAIS)

Se você está planejando construir sua casa de praia de alto padrão ou sua residência em condomínio fechado, olhar para os números oficiais é o primeiro passo para não queimar dinheiro.

Segundo o indicador oficial do CUB-RS de Junho/2026, o custo unitário básico por metro quadrado para projetos residenciais de alto padrão (R1-A) fechou em R$ 4.565,93/m².

Fazendo uma conta rápida baseada na realidade do mercado: 👉 Para erguer uma casa moderna de 300 metros quadrados, o investimento estrutural básico fica em R$ 1.369.779,00.

A grande questão não é o custo da obra, mas como você vai pagar por ela. Você tem três caminhos:

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📞 (51) 99899-1456 📂 REFERÊNCIA: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (SINDUSCON-RS). Preços e custos da construção: CUB/RS do mês de junho/2026 - NBR 12.721 - Versão 2006. Porto Alegre: DEE-Sinduscon/RS, 2026. Disponível em: https://sinduscon-rs.com.br/cub-rs/. Acesso em: 13 jul. 2026

 

Dica do editor - Saiba por que o sarampo voltou a preocupar?

O sarampo voltou a acender um sinal de alerta nas Américas e também no Brasil. Em 2025, o país confirmou 38 casos da doença, mas sem transmissão interna sustentada. Em 2026, já são 24 casos confirmados, sendo 23 no estado de São Paulo. Nas Américas, até 18 de julho deste ano, foram registrados 47.459 casos de sarampo. Diante desse cenário, o Hospital Pequeno Príncipe, Curitiba, maior e mais completo hospital pediátrico do país, reforça a importância da vacinação contra o sarampo, especialmente entre as crianças. Afinal, essa é uma das doenças mais contagiosas do mundo.

 O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infectocontagiosa, uma das mais contagiosas dentro das exantemáticas, ou seja, que causam erupções cutâneas. A etiologia é viral, de altíssima transmissibilidade por via respiratória, seja ao falar, tossir ou espirrar. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa infectada pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes.

 “O sarampo é realmente um indicador de qualidade vacinal e de adesão às vacinas, porque é muito transmissível. Então, quando começam a aparecer casos, mostra uma baixa cobertura vacinal”, ressalta a pediatra e coordenadora do Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, Heloisa Ihle Garcia Giamberardino.

 Não existe um medicamento específico para curar o sarampo — o manejo é voltado apenas para o alívio dos sintomas. Lembrando que o mais importante é a orientação pediátrica para avaliação de cada caso.

 Sinais e sintomas do sarampo em crianças

A partir do momento em que se tem contato com alguém com sarampo, pode-se levar em torno de 7 a 14 dias para começar o surgimento dos sintomas, como:

febre alta (acima de 38,5°C);

manchas vermelhas;

conjuntivite não purulenta;

coriza, tosse e secreção.

Além disso, o infectologista pediátrico Victor Horácio, do Hospital Pequeno Príncipe, pontua que o diagnóstico clínico não é difícil de ser feito. “E o sarampo tem uma particularidade ainda, na qual 72 horas antes do aparecimento do rash cutâneo você vê um salpicado esbranquiçado, que são as manchas de Koplik, dentro da boca do paciente”, destaca.

 Quais são as complicações do sarampo em crianças?

O sarampo tem uma série de complicações. Segundo o Ministério da Saúde, as mais comuns em crianças são:

pneumonia (infecção no pulmão): uma em cada 20 crianças com sarampo pode desenvolver pneumonia, causa mais comum de morte por sarampo nos pequenos;

otite média aguda (infecção no ouvido): ocorre em uma a cada dez crianças com sarampo e pode resultar em perda auditiva permanente;

encefalite aguda (inflamação no cérebro): uma a quatro em cada mil crianças podem desenvolver essa complicação, e 10% delas podem morrer;

morte: uma a três a cada mil crianças doentes podem falecer em decorrência de complicações da doença.

Entretanto, o especialista alerta sobre a panencefalite esclerosante subaguda (PEES), uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, rara, causada por uma infecção persistente e mutante do vírus do sarampo. “O que observamos, por exemplo, no surto de sarampo ocorrido na região do Texas, nos Estados Unidos, com mais de 380 casos, é que os quatro óbitos registrados em crianças foram de pacientes não vacinados. Então, se você está vacinado contra o sarampo, você está protegido”, salienta.

 Vacina contra o sarampo

Em 2025, 92,5% dos bebês tomaram a primeira dose da vacina, mas apenas 77,9% completaram o esquema no prazo correto. A recomendação é de que todas as pessoas até 59 anos, sem comprovação de duas doses, devem vacinar-se para garantir proteção.

 O esquema de vacinação contra o sarampo no Brasil, via Programa Nacional de Imunizações (PNI), baseia-se na aplicação de duas doses da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), sendo a primeira aos 12 meses e a segunda (geralmente tetraviral) aos 15 meses de idade.

 Quem já recebeu as duas doses na infância não precisa revacinar-se. E o imunizante é contraindicado para gestantes e pessoas imunocomprometidas. “A vacina é segura, tranquila e bem-tolerada, sem praticamente nenhuma reação adversa. O sarampo é uma doença de fácil controle com vacinação. Vacinados não pegam o sarampo”, finaliza Heloisa.

 Sobre o Pequeno Príncipe

Com sede em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe é o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil. Há mais de cem anos, a instituição filantrópica e sem fins lucrativos oferece assistência hospitalar humanizada e de alta qualidade a crianças e adolescentes de todo o país. Referência nacional em tratamentos de média e alta complexidade, realiza transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea, além de atuar em 47 especialidades e áreas de assistência em pediatria, com equipes multiprofissionais.

Com 369 leitos, sendo 76 de UTI, o Hospital promove 76% dos atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, realizou 258 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil procedimentos cirúrgicos e 308 transplantes. Reconhecido como hospital de ensino desde a década de 1970, já formou mais de dois mil especialistas em diferentes áreas da pediatria.

Junto com a Faculdades Pequeno Príncipe e com o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, compõe o Complexo Pequeno Príncipe. Essa atuação em assistência, ensino e pesquisa — conforme o conceito Children’s Hospital, adotado por grandes centros pediátricos do mundo — tem transformado milhares de vidas anualmente, garantindo-lhe reconhecimento internacional. 

Em 2025, o Pequeno Príncipe foi listado como um dos 70 melhores hospitais do mundo que atuam com pediatria (ou que atendem crianças) no ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek, o que o colocou, pelo quinto ano consecutivo, como o melhor hospital exclusivamente pediátrico da América Latina. Também é reconhecido como Hospital de Excelência pelo Ministério da Saúde por meio de certificação concedida a instituições que cumprem critérios técnicos rigorosos na assistência.

Desde 2019, o Pequeno Príncipe é participante do Pacto Global e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas. 

 

Artigo, especial, Renato Sant'Ana Show de impostura: quando é fofo dizer mal da pátria...

Renato Sant'Ana é psicólogo e advogado em Porto Alegre


Este artigo foi escrito em 2021, mas segue atual. E merece ser lido agora, quando a máscara de Anthony Fauci caiu, revelando seus crimes contra a humanidade.

Decente seria repudiar o que Twitter e Facebook fazem ao censurar postagens (inclusive de médicos) que não se alinham com a facção que usa a pandemia como pano de fundo para uma predatória guerra ideológica.


Imaginem os Rolling Stones no Brasil, cantando para um Maracanã lotado de fãs. Aí, Mick Jagger, tendo um surto, interrompe o show para acusar a Família Real Inglesa de fazer fortuna com o tráfico de drogas.

É pura ficção, frise-se. Contudo, se chegasse a ocorrer, a maioria dos fãs acreditaria em Mick Jagger. E haveria uns quantos que até usariam as redes sociais para "viralizar" a injustiça de uma calúnia.

É o fenômeno da falsa legitimidade do estrangeiro que, por mais cínico e ignorante que seja, é ouvido como autoridade ao falar mal de seu país.

O ser humano médio não pensa. Na infância, acredita nos pais (estejam certos ou errados). Pela vida afora, sem questionar suas próprias convicções, dá crédito a quem lhe parece fofo: é o autoengano de adotar "crenças" alheias como se fossem "pensamentos" próprios.

Tal fraqueza é útil ao populismo (de direita e de esquerda), que costuma forjar e disseminar crenças para fazer a cabeça dos medíocres.

E é o que a esquerda executa sem nenhum pudor, quando, em âmbito internacional, propaga mentiras sobre o Brasil para ocultar a corrupção que governos petistas sistematizaram, tudo para pavimentar o caminho da implantação de uma ditadura socialista no país.

Um exemplo recente, escabroso e útil a esta análise é o do ex-reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, que publicou um panfleto numa revista de circulação internacional para atacar o governo.

Auto-referente e com dicção juvenil, o texto não parece lavrado por um acadêmico. Mas tem astúcia para tirar proveito da profusão de gaiatices que Jair Bolsonaro pronuncia cada vez que fala em público.

O primeiro ardil é intitular o manifesto como "SOS Brasil: ataques à ciência" e, assim, desde logo, incutir na mente de eventuais leitores a falsa ideia de existir no país uma cruzada contra os homens de ciência, forjando um contexto para um montão de informações descontextualizadas.

Depois, ele se declara "cientista" (sic), afirma que a situação da pandemia no Brasil é das mais graves, transcreve uns quantos disparates de Bolsonaro (alguns bem simplórios) e costura os retalhos de modo a enfiar na cabeça do leitor que tudo é culpa do presidente.

"Como cientista, eu costumo não acreditar em coincidências", diz ele para ligar os números da pandemia à figura de Bolsonaro.

Com nenhum senso de ridículo (normal para um socialista), ele joga as informações sem demonstrar nexo com sua tese acusatória.

É o caso de citar que o Twitter discriminou uma publicação do ministério da saúde do Brasil como "disseminação de notícias enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19", atribuindo ele à "galera" do Twitter uma idoneidade que é totalmente falsa.

Decente seria repudiar o que Twitter e Facebook fazem ao censurar postagens (inclusive de médicos) que não se alinham com a facção que usa a pandemia como pano de fundo para uma predatória guerra ideológica.

Outro ardil é o do vitimismo: "Eu nunca imaginei que seria o próximo", diz, pleiteando sua credencial de vítima.

"Sou o investigador principal do EPICOVID-19, o maior estudo epidemiológico sobre COVID-19 no Brasil", diz ele: é um introito para a sua farsa do "bonzinho perseguido".


"(...) durante uma entrevista de rádio, fui criticado por um deputado e por um jornalista (...)", queixa-se ele. E The Lancet, revista que se pretende científica (e que já deu vexame durante a pandemia) presta-se a divulgar a solene patacoada do ex-reitor.

Não vale a pena esmiuçar o panfleto, que mais parece escrito por um guri de grêmio estudantil do que por um professor universitário. Mas não é possível ignorar a irresponsabilidade com que ele procede.

O pretenso cientista estabelece proporções numéricas entre população do Brasil e do mundo e de vítimas locais e internacionais para concluir que, na data de 21/01/2021, "156.582 vidas foram perdidas por causa do mau desempenho brasileiro no enfrentamento da pandemia". Vamos ver.

A questão, aqui, não é examinar erros e acertos no enfrentamento da crise e respectivos autores. Nem, muito menos, justificar nada. O que se quer, de fato, é desmascarar a manipulação maliciosa dos números.

E o meio apto é comparar índices per capita de infectados, de óbitos e de curados, apontando a real posição do Brasil. Tomem-se números do Worldometer em 10/02/2021, panorama em que se deu o blefe do ex-reitor.

Infectados: segundo esses números, o Brasil tem 45 casos por mil habitantes, sendo o 35º lugar na lista de infectados per capita, situação bem melhor que EUA (84 casos por mil habitantes), Israel (77), Portugal (76), Espanha (65), Bélgica (62), Suíça (62), Suécia (59), Reino Unido (58) e França (52), por exemplo.

Óbitos: o Brasil está em 27º lugar, com 1096 por milhão de habitantes, situação melhor que todos os países acima citados, exceto Israel.

Apesar dos "secadores", o Brasil ultrapassou a marca de 8,5 milhões de curados - mérito para nossos bravos profissionais de saúde.

Ora, não há o que comemorar. Mas há o que repudiar!

Como pode Hallal, um professor de educação física, que, no doutorado, estudou epidemiologia, lidar com estatística de modo tão leviano?

Não é leviandade. É, isto sim, malícia de um militante socialista.

Seu intuito é produzir um factoide útil para a esquerda, que, desde o início da pandemia, tenta colar em Bolsonaro o rótulo de genocida.

Qualquer cidadão pode, sim, criticar o destempero de Bolsonaro. Mas não é crítica o que faz Hallal. Ele investe em desinformação, seguindo uma estratégia bem calculada, articulado com seus coleguinhas mundo afora.

Para o bem e para o mal, professores do mundo inteiro estão em rede. E é nesse cenário que o "estrangeiro maltratado" está a falar mal da pátria.

E dá resultado. A U.S. Network for Democracy in Brazil, uma "rede" de acadêmicos e ativistas brasileiros no exterior(leia-se "estudantes" que nós custeamos) teve o engenho de preparar um "dossiê" a ser entregue a Joe Biden, o novo presidente dos Estados Unidos. Para quê?

Querem que Biden retire o apoio atual que os EUA dão ao ingresso do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e questione a participação do nosso país no G7 e G20 enquanto Bolsonaro for presidente. E o Brasil que se exploda!

O dossiê é assinado por professores de dez universidades, nove delas nos Estados Unidos, e por diretores de algumas ONGs internacionais.

Não, os parasitas não atacam Bolsonaro por seus muitos defeitos. Eles se insurgem contra a descontinuidade do projeto de poder engendrado pelo Foro de S. Paulo, conglomerado das esquerdas latino-americanas.

O plano, com a mãozinha da casta acadêmica, era espalhar ditaduras socialistas no continente. Mas o projeto travou com a revelação da corrupção do PT & associados e com o impeachment de Dilma Rousseff.

Pois o ex-reitor é uma síntese do modus operandi dessa casta, sem a qual, citando só dois exemplos de alta letalidade para a democracia, não haveria operadores do direito (em todos os órgãos) que desonram a melhor tradição jurídica nem jornalistas úteis à desinformação.

E aí está um flash do que há de pior em nosso país, uma casta acadêmica disposta a tudo por um projeto de poder, infamando o Brasil e degenerando a juventude para o fim de formar palermas para o socialismo. Essa casta acadêmica é fiadora do nosso atraso e nos rouba o futuro.

E-mail do autor: releituras21@gmail.com

Câmara dos Deputados manda ao STF denúncia de que Lindbergh pagou para denunciante caluniar Alfredo Gaspar

A Câmara mandou ao STF o depoimento de um comerciante do Rio (Luis Antonio Lopes, 62 anos) que diz que a acusação de estupro de vulnerável contra o dep. Alfredo Gaspar (PL-AL) — anunciado como vice de Flávio Bolsonaro — seria uma armação.

O que ele conta:

* A jovem “Marcela” (que trabalhava no quiosque dele) teria sido recrutada por um tal “Lucas” (Doidinho) para se passar por “Jailma” e fingir ser a vítima.
* Criaram uma filha fictícia (“Eloá”) para dar verossimilhança.
* O plano: divulgar a acusação e depois fazer a “vítima” desaparecer, jogando a culpa no relator da CPMI.
* Luis Antonio afirma que emprestou a conta e recebeu depósitos (R$ 4 mil, R$ 10 mil e R$ 2,5 mil) ligados à trama.
* Diz que Lindbergh Farias (PT-RJ) teria participado de reunião virtual e “parecia ter ciência” do esquema.

Como chegou ao STF:

O depoimento foi colhido pela Polícia Legislativa da Câmara (após Gaspar acionar). Como cita Lindbergh (foro privilegiado), o material foi encaminhado ao ministro Gilmar Mendes em 5 de maio.

A acusação original foi feita em março por Lindbergh e a senadora Soraya Thronicke.

Melo, presidente da Frente Nacional de Prefeitos

O prefeito Sebastião Melo está desde ontem em São Paulo, onde participa de série de agendas para discutir a Reforma Tributária na condição de presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP). Nesta manhá,  Melo se reúne com representantes da FNP no Conselho Superior do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e participa da 2ª edição do Encontro sobre Reforma Tributária, em Santo André, que reúne gestores municipais do Grande ABC. Na quarta-feira, 12, o prefeito estará presente na 3ª Reunião Ordinária do Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS (CGIBS). À tarde, ele tem reunião com os 30 municípios paulistas mais subfinanciados, em Poá, com a presença do vice-governador de São Paulo Felício Ramuth. 

O que disse, ontem, o prefeito, ao embarcar.

- A vida acontece é nas cidades. É lá que o cidadão mora, trabalha e cobra soluções para os desafios do dia a dia. A FNP tem o papel fundamental de unir os prefeitos, trocar experiências e defender um modelo que fortaleça o orçamento dos municípios. Sem recursos em caixa, não há como manter os serviços essenciais, da poda de árvores ao atendimento nos postos de saúde.

Outros compromissos ainda podem ser confirmados durante a viagem. Sebastião Melo retorna a Porto Alegre na noite de quarta para retomar as agendas na Capital.


 


Gonçalo Valduga