Documentos - Blog do Polibio Braga

Estas são as histórias das sagas do Brasil profundo e dos Guerreiro

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 Estas são as histórias das sagas do Brasil profundo e dos Guerreiro Polibio Braga, 5 de novembro de 2025. Porto Alegre. Este livro do advog...

Comissão de Segurança Pública aprova convocação do ministro Ricardo Lewandowski

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Requerimento é de autoria do líder da Oposição, deputado Zucco (PL-RS) A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câma...

Grêmio e sua possível virada de chave

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Por Facundo Cerúleo Alguém poderá dizer que é fato isolado, mas eu acho que, embora parcial, reflete a realidade dos nossos clubes e do Grêm...
Um comentário:

Artigo, especial - É possível desenvolver o Brasil seguindo a ortodoxia econômica do Consenso de Washington ?:

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Este material é do Observatório Brasil Soberano  A história econômica brasileira mostra que a dificuldade de criar um projeto nacio nal de d...

Artigo, Alex Pipkin - Eu não aguento mais

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Alex Pipkin, PhD em Administração  Não aguento mais a cegueira ideológica, a dissonância cognitiva, a covardia moral travestida de compaixão...

Estadão/Editoriais: A sociologia de Lula romantiza o crime

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Já entrou para a antologia política a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que os traficantes são "vítimas dos usuário...

Artigo, especial - Quem paga e quem lucra com um narcoestado brasileiro ?

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Este artigo é do Observatório Brasil Soberano Me diga se você reconhece essa situação: você acorda antes do sol, encara o transporte público...
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Quem é Polibio Braga

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Polibio Braga
Porto Alegre, RS, Brazil
Políbio Braga faz jornalismo desde os 17 anos de idade. Com esta idade, também fez militância estudantil e foi presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas entre 1962 e 1963. Mais tarde, a partir dos 40 anos, também exerceu atividade no setor público e foi secretário da Indústria e Comércio e da Fazenda de Porto Alegre, além de secretário de Relações Internacionais e chefe da Casa Civil do governo do estado do Rio Grande do Sul. Foi preso duas vezes durante o regime militar brasileiro, em 1962 e 1972. Publicou um livro sobre esta experiência, chamado Ahú, diário de uma prisão política. Outros livros publicadios: "Herança Maldita, os 16 anos do PT em Porto Alegre" e "Cabo de Guerra. Trabalhou nos jornais Diário Catarinense, Correio da Manhã, Última Hora, Gazeta Mercantil, Zero Hora, Correio do Povo e Jornal do Comércio, e nas revistas nas Veja e Exame. Também apresentou e participou de programas de televisão na RBS, Band, TV Pampa e TV Guaíba além de programas de rádio.
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