O jornal The Washington Post de hoje publica ampla reportagem para demonstrar que a ideia de retardar o envelhecimento dizendo "sim", pode atrasar e melhorar o envelhecimento das pessoas.
Veja o que diz o jornal:
O caso refere-se a uma postura mental e comportamental ativa, onde idosos abraçam novas experiências, aprendizados e socialização, em vez de se isolarem ou recusarem mudanças. Esse estilo de vida "sim" está alinhado com o conceito de envelhecimento ativo, que foca em otimizar oportunidades de saúde, participação e segurança para melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem.
Aqui estão as razões pelas quais adotar essa mentalidade funciona:
Estímulo Cognitivo e Novas Conexões: Dizer "sim" a aprender novas habilidades (como fotografia, tecnologia ou uma nova língua) e enfrentar desafios mentais ajuda a criar novas conexões cerebrais, contrariando o declínio cognitivo esperável com a idade.
Aumento da Socialização: Aceitar convites e participar de atividades comunitárias ajuda a manter relações sociais profundas, o que é crucial para evitar a solidão e preservar a cognição, além de ser essencial para a longevidade.
Mentalidade Positiva e Resiliência: Estudos indicam que pessoas com visões mais positivas sobre o envelhecimento tendem a ter melhor saúde cognitiva, física e maior longevidade. Dizer "sim" a si mesmo e ao momento atual, em vez de focar em limitações, fortalece a resiliência psicológica.
Combate ao Sedentarismo e Isolamento: Dizer "sim" para atividades físicas (pilates, caminhadas) ou voluntariado ajuda a prevenir doenças e a manter a independência funcional, retardando a fragilidade.
Em resumo, "dizer sim" é uma estratégia de engajamento cognitivo e social que funciona como uma "fonte da juventude" comportamental, adaptando-se a novas situações com otimismo.