Dica do editor - Diga "sim" e envelheça melhor. É o que revela The Washington Post.

O jornal The Washington Post de hoje publica ampla reportagem para demonstrar que a ideia de retardar o envelhecimento dizendo "sim", pode atrasar e melhorar o envelhecimento das pessoas. 

Veja o que diz o jornal:

O caso refere-se a uma postura mental e comportamental ativa, onde idosos abraçam novas experiências, aprendizados e socialização, em vez de se isolarem ou recusarem mudanças. Esse estilo de vida "sim" está alinhado com o conceito de envelhecimento ativo, que foca em otimizar oportunidades de saúde, participação e segurança para melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem. 

Aqui estão as razões pelas quais adotar essa mentalidade funciona:

Estímulo Cognitivo e Novas Conexões: Dizer "sim" a aprender novas habilidades (como fotografia, tecnologia ou uma nova língua) e enfrentar desafios mentais ajuda a criar novas conexões cerebrais, contrariando o declínio cognitivo esperável com a idade.

Aumento da Socialização: Aceitar convites e participar de atividades comunitárias ajuda a manter relações sociais profundas, o que é crucial para evitar a solidão e preservar a cognição, além de ser essencial para a longevidade.

Mentalidade Positiva e Resiliência: Estudos indicam que pessoas com visões mais positivas sobre o envelhecimento tendem a ter melhor saúde cognitiva, física e maior longevidade. Dizer "sim" a si mesmo e ao momento atual, em vez de focar em limitações, fortalece a resiliência psicológica.

Combate ao Sedentarismo e Isolamento: Dizer "sim" para atividades físicas (pilates, caminhadas) ou voluntariado ajuda a prevenir doenças e a manter a independência funcional, retardando a fragilidade. 

Em resumo, "dizer sim" é uma estratégia de engajamento cognitivo e social que funciona como uma "fonte da juventude" comportamental, adaptando-se a novas situações com otimismo. 

  Um estudo conduzido por pesquisadoras brasileiras mostrou2 que 95% das crianças avaliadas em idade escolar consumiam quantidade de frutas e vegetais abaixo do necessário - 5 vezes ao dia. Esse déficit nutricional está associado a baixas concentrações no plasma sanguíneo dos carotenoides, componentes essenciais para a filtragem da luz azul proveniente das telas, e para a proteção natural dos olhos.

Complementando o robusto histórico científico da luteína, a Kemin apresentou neste ano, no congresso Brain and Ocular Nutrition (BON), os resultados do mais recente estudo LuTEEN. As evidências sugerem que a suplementação com Luteína FloraGLO®, em doses diárias baixas e em crianças saudáveis na pré-adolescência e adolescência, pode desempenhar um papel importante no apoio ao desempenho cognitivo e à saúde ocular, bem como na redução da fadiga visual digital.3

Este estudo completa o papel essencial da luteína em todas as idades e fases da vida, em especial, entre jovens cuja alimentação moderna não supre adequadamente esse nutriente devido a baixa ingestão de frutas e vegetais. Saiba mais aqui!

Uma decisão regulatória que reconhece segurança, ciência e consistência

Dica do editor - Conheça os números que mostram que o brasileiro está entre os maiores usuários de telas do planeta.

O relatório digital global1, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, revela no recorte de outubro de 2025, que 98,4% dos brasileiros com 16 anos ou mais usam o celular para acessar a internet, o que coloca o país no topo do ranking neste indicativo.

Outros dados do mesmo estudo revelam que nessa nova realidade marcada pelos nativos digitais, o Brasil figura entre os 10 países com maior intensidade de uso em diferentes categorias:

 ● Primeiro colocado, com 30,9% no uso de ferramentas online relacionadas a cuidados com a saúde e 47,2% via telefone celular;

● Segundo no uso de ChatGPT, com 49,1% da sua população por mês;

● Quarto no ranking de horas de consumo de vídeos online e primeiro no tempo passado assistindo televisão, ambos com mais de 17 horas por semana, com maior intensidade nas idades mais jovens;

● Quinto no ranking das populações mais conectadas no mundo, com 185 milhões de pessoas; 

● Quinto colocado no consumo de qualquer tipo de conteúdo online, com 98% da sua população.