Artigo, especial - A casinha vazia

Artigo do Observatório Brasil Soberano

Um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nos últimos dias, expõe a podridão ética de uma sociedade que vem abandonando o respeito pela vida. Orelha era um cachorro comunitário, com cerca de 10 anos, que transmitia ape nas amor e convivia pacificamente com moradores, turistas e comerciantes na Praia Brava, em Florianópolis. Todos o conheciam pelo nome, ofereciam carinho e o consideravam parte da comunidade. Até que alguns adolescentes o transformaram em alvo de uma brutalidade covar de: pauladas repetidas na cabeça, empalamento, agressões prolongadas que o deixaram agonizando por horas, culminando na eutanásia inevitável em um hos pital veterinário. Essa crueldade nasce de uma degradação profunda. A atitude criminosa desses jovens pode ser explicada pelo fenômeno da permissividade extrema de pais que confundem proteção com impunidade, ou que acham que o dinheiro compra tudo. Todos são de famílias abastadas que, com algo dessa na tureza, passam o recado que priorizam a blindagem dos filhos acima de qualquer correção moral. E isso fica escancarado quando dois dos adolescentes criminosos foram tirados de cena e enviados à Disney. Uma verdadeira afronta à sociedade saudável que não suporta mais tanta coisa errada. A Polícia Civil indiciou três familiares — um advogado e dois empresários, incluin do pais e tio de um dos adolescentes — por coação no curso do processo. Eles ten taram intimidar testemunhas, ameaçar com processos e pressionar para alterar depoimentos, revelando uma estrutura familiar que usa poder e intimidação para encobrir a responsabilidade em vez de assumir e corrigir. E essa sensação de que rico pode tudo, também revolta com a informação de que o porteiro que testemu nhou o crime, ao invés de ser protegido, foi demitido. Vivemos numa era em que a violência se banaliza nas telas: vídeos curtos, jogos e algoritmos premiam o choque e o extremo. A crueldade vira conteúdo, curtidas viram validação, e o outro — animal ou humano — se transforma em objeto. Es ses adolescentes cresceram dessensibilizados, convencidos de que a vida alheia é descartável e o que importa é que a própria vida está garantida. O sofrimento do Orelha é reflexo de uma sociedade que abandona princípios e valores fundamentais em nome de um individualismo tóxico. Uma sociedade que tolera impunidade, romantiza a rebeldia sem causa – incluindo agressões e des respeito aos professores em sala de aula, troca princípios e valores por consumo e privilégio. Jovens se formam acreditando que podem destruir o que não criaram e ainda serão protegidos pela família. A justiça, sempre permissiva com os chamados "de menor", provavelmente não aplicará uma punição severa o suficiente. Mas esses adolescentes carregam, pelo resto da vida, a marca indelével da brutalidade que cometeram contra um ser in defeso que só transmitia amor. E aí reside o grande buraco da nossa sociedade: a perda do respeito pelo maior presente do Criador — a vida. A casinha do Orelha está vazia. Uma imagem tão triste quanto saber que, se nada for feito para recuperar o respeito à vida — de qualquer vida —, o caminho pode ser sem volta

Artigo, Geraldo Pereira Jotz - Faculdade de Medicina. Os caminhos do sucesso.

 Artigo, Geraldo Pereira Jotz - Faculdade de Medicina. Os caminhos do sucesso.

Geraldo Pereira Jotz  foi coordenador da Comissão de Avaliação e Monitoramento de Escolas Médicas - 2017/2018), é professor universitário e pós-doutor pela Universidade de Pittsburgh - USA. Membro Titular  da Academia Mundial de Otorrinolaringologia).

Email: geraldo.jotz@terra.com.br

Em 20/01/2026 o MEC divulgou o resultado do ENAMED (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), onde mais de 30% das faculdades de medicina tiveram desempenho insatisfatório. 

No Brasil, o número de faculdades de medicina chegou à marca de 494 instituições, sendo 80% delas com ensino privado, perdendo apenas para a Índia em número de faculdades. 

A excelência de uma faculdade é refletida na colocação de seus egressos em residências médicas altamente competitivas. 

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Artigo, Geraldo Pereira Jotz - Faculdade de Medicina. Os caminhos do sucesso.

Geraldo Pereira Jotz  foi coordenador da Comissão de Avaliação e Monitoramento de Escolas Médicas - 2017/2018), é professor universitário e pós-doutor pela Universidade de Pittsburgh - USA. Membro Titular  da Academia Mundial de Otorrinolaringologia).

Email: geraldo.jotz@terra.com.br

Em 20/01/2026 o MEC divulgou o resultado do ENAMED (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), onde mais de 30% das faculdades de medicina tiveram desempenho insatisfatório. 

No Brasil, o número de faculdades de medicina chegou à marca de 494 instituições, sendo 80% delas com ensino privado, perdendo apenas para a Índia em número de faculdades. 

A excelência de uma faculdade é refletida na colocação de seus egressos em residências médicas altamente competitivas. A ciência colaborativa, a promoção da inclusão e da diversidade, a resiliência institucional e o ensino continuado, se traduz na educação transformadora dos seus alunos. 

A faculdade tem o dever de oferecer base teórica sólida, ensinar postura, ética e responsabilidade, além de oportunizar à pesquisa, a integração aos serviços e o estímulo ao pensamento crítico. É tarefa desenvolver o hábito de estudar, auxiliar na elaboração de um cronograma de estudo, reservando intervalos de tempo para outras atividades. Ter um mentor é um ponto importante, pois auxilia a gerenciar o tempo e os métodos de estudo, como o uso dos flashcards e quiz. 

Outra questão importante para os alunos é ter alimentação saudável, praticar exercício físico, ter hobbies e socializar-se; conviver com a família e os amigos é fundamental. 

Um exemplo histórico é o da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, classificada em 1º lugar no mundo há vários anos, conhecida por sua liderança em pesquisa e ensino, tem uma longa tradição de excelência e inovação, envolvendo os alunos na orientação de startups e no incentivo a criação de patentes, com recursos humanos e infraestrutura de alta qualidade, aspectos que fazem a instituição se destacar.  O volumoso orçamento para pesquisa e para a rede hospitalar, bem como as conexões acadêmicas, expandem fronteiras. O modelo de currículo e a cultura institucional incentivam a busca de interesses variados pelos alunos da Faculdade de Medicina, destacando ainda mais a Universidade de Harvard. 





Governo de Lula, PT, fechou 2025 com maior déficit primário (R$ 13 bilhões) da história do Brasil

O governo federal lulopetista encerrou 2025 com déficit primário de R$ 61,69 bilhões, o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

O número foi divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional, junto com o resultado de dezembro. No último mês do ano, houve superávit primário de R$ 22,1 bilhões.

O déficit no ano teve aumento real (descontada a inflação) de 32,3% em relação a 2024, quando o déficit primário tinha ficado em R$ 42,92 bilhões (0,36% do PIB), puxado pelos gastos com as enchentes no Rio Grande do Sul e também pelo crescimento de gastos obrigatórios da Previdência Social e BPC.

Meta fiscal

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto para cima ou para baixo, para o Governo Central. No limite inferior da meta, isso equivale a déficit de até R$ 31 bilhões.

Ao considerar apenas os gastos dentro do arcabouço fiscal, o déficit primário ficou em R$ 13 bilhões (0,1% do PIB). Ou seja, estão excluídos da meta R$ 48,68 bilhões de compensações autorizadas, como o pagamento de precatórios excedentes, despesas para ressarcimento dos descontos indevidos dos benefícios previdenciários, despesas temporárias de educação e saúde e gastos em projetos estratégicos de defesa.

O déficit de 2025 poderia ter sido ainda maior não fosse o empoçamento de R$ 8 bilhões, que são os recursos empenhados (autorizados) que não conseguem ser gastos pelo governo, como emendas impositivas ou gastos vinculados que não podem ser remanejados dentro do mesmo ministério.

Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto.

Receitas e despesas

No ano de 2025, entre os destaques para o crescimento das receitas estão:

R$ 43,56 bilhões (5,2%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho, rendimentos do capital e rendimentos dos residentes no exterior, além de aumento no Imposto de Renda Pessoa Física;

 R$ 15,4 bilhões (21,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), crédito a pessoas jurídicas e títulos e valores mobiliários;

 R$ 13,7 bilhões (38,3%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, cujo resultado decorreu, em parte, de maiores recolhimentos de participação da União nas receitas de loteria;

 R$ 37 bilhões (5,4%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha;

 R$ 14,8 bilhões (11,7%) com exploração de recursos naturais, explicada, majoritariamente, pela maior arrecadação na área do pré-sal e pelo recebimento, em 2025, de recursos derivados da celebração de acordo referente à Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte, bem como de leilão de alienação dos direitos e obrigações da União.

Porém, houve queda de R$ 26,3 bilhões (34,3%) nas receitas em dividendos e participações, justificado especialmente pela redução nos pagamentos da Petrobras e BNDES.

Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:

R$ 41,4 bilhões (4,1%) em benefícios previdenciários;

 R$ 10,8 bilhões (9,1%) com BPC. Esses dois primeiros itens influenciados pelo aumento do número de beneficiários e pela política de reajuste do salário-mínimo;

 R$ 16,9 bilhões (4,3%) com pessoal e encargos sociais, em razão dos reajustes concedidos aos servidores públicos do Poder Executivo;

 R$ 10 bilhões (19,7%) com a complementação da União ao Fundeb;

 R$ 11,9 bilhões (6,1%) com despesas discricionárias.

Por sua vez, houve redução de R$ 20,7 bilhões (76,3%) com gastos extraordinários, em razão das ações de enfrentamento à calamidade no Rio Grande do Sul no ano de 2024, o que não houve em 2025.

Opinião do editor - O escândalo do Banco Master pegou Lula

No escândalo do Mensalão, Lula escapou ao encontrar Zé Dirceu como seu laranja, mas na Lava Jato isto não foi possível e ele acabou na cadeia.

É o que pode acontecer de novo neste caso do escândalo do Banco Master.

Demorou um pouco, mas Lula já aparece em fotos com o banqueiro Daniel Vorcaro na mesa de reunião do seu gabinete no Planalto, dezembro de 2024, junto com o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, contratado como lobista do Master, mais o CEO do banco, Augusto Lima, o chefe da Casa Civil, Rui Costa, o ministro de Minas e Energia,Alexanre Silveira, e o futuro presidente do Banco Central,Gabriel Galíola. A reunião foi realizada fora da agenda oficial.

Um dos ministros de Lula, o da Justiça, Ricardo Lewandowsky, levou de Vorcaro e do Master a quantia total de  R$ 5,6 milhões pelo escritório dele e  do filho.

Em 2024, houve investigações do MP-TCU sobre a compra de R$ 500 milhões em letras financeiras do Banco Master pela Caixa Econômica Federal, operação que gerou polêmica.

No ano seguinte, 2025, a  Biomm, empresa que tem o banqueiro Daniel Vorcaro como o principal acionista, fechou pelo menos R$ 303,65 milhões em contratos com o governo do presidente nomeado Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2025. O acordo se deu para fornecimento de insulina ao Ministério da Saúde.

Tem mais.

A  cada enxadada, aparece uma minhoca.

E precisa mais ?

Mas há mais.

Na Polícia Federal, Daniel Vorcaro disse candidamente que foi pedir conselho a Lula e saber se devia vender o Master para o BRB.

UOL e Metrópoles apuraram que a reunião não estava na agenda de Lula.

Esta não foi a única visita de Vorcaro e de Mantega ao Planalto.

A CPMI do Master, que Lula não quer, chegará  facilmente ao Planalto.



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Alta incidência de câncer de pulmão no Sul exige diagnóstico cada vez mais precoce

Doença está entre as mais prevalentes no país e o Hospital Moinhos de Vento reúne prevenção, diagnóstico e tratamento especializado em um núcleo integrado de cuidado

O câncer de pulmão segue como um dos tipos mais incidentes e letais no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são mais de 32,5 mil novos casos registrados anualmente, com maior concentração na Região Sul. Associada principalmente ao tabagismo, a doença costuma evoluir de forma silenciosa, o que reforça a importância da prevenção, da identificação precoce e do acompanhamento especializado para ampliar as chances de tratamento eficaz.

Para responder a esse cenário, o Hospital Moinhos de Vento atua de forma integrada por meio do Núcleo de Câncer do Pulmão, que reúne diagnóstico, tratamento e acompanhamento multidisciplinar, e do Ambulatório de Nódulos Pulmonares, iniciativa voltada à prevenção e à detecção precoce da doença. Os serviços buscam responder a um dos principais desafios da oncologia: identificar o câncer antes que ele avance.

O Núcleo de Câncer do Pulmão conta com tecnologias avançadas de diagnóstico por imagem, como tomografia computadorizada de baixa dosagem, ressonância magnética, PET-CT e angiotomografia, além de procedimentos minimamente invasivos conduzidos por radiologistas intervencionistas. Segundo o chefe do Serviço de Pneumologia e Cirurgia Torácica do Hospital Moinhos de Vento, Marcelo Basso Gazzana, essas ferramentas são decisivas para detectar alterações pulmonares ainda em fases iniciais, quando as possibilidades de cura e controle da doença são maiores.

Os casos são discutidos semanalmente por uma equipe multidisciplinar composta por pneumologistas, cirurgiões torácicos, oncologistas, radioterapeutas, radiologistas e patologistas. Essa integração permite decisões clínicas individualizadas, baseadas nas melhores evidências científicas. “A abordagem conjunta possibilita definir o melhor caminho diagnóstico e terapêutico para cada paciente, com foco em desfechos clínicos mais favoráveis e qualidade de vida”, explica Gazzana.

Além do tratamento, o Núcleo também oferece o Programa de Navegação de Pacientes, reconhecido pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), que acompanha o paciente ao longo de toda a jornada, auxiliando na organização do cuidado, no esclarecimento de dúvidas e no suporte emocional. O Hospital também participa de estudos clínicos com terapias inovadoras, ampliando o acesso a novas opções de tratamento.

Novo Ambulatório de Nódulos Pulmonares 

Como estratégia de prevenção e detecção precoce, o Hospital Moinhos de Vento lançou recentemente o Ambulatório de Nódulos Pulmonares, integrado ao Núcleo de Câncer do Pulmão. O serviço é voltado a pessoas que apresentam nódulos identificados em exames de imagem e que precisam de avaliação especializada para diferenciar alterações benignas de possíveis neoplasias.

O ambulatório atua na estratificação de risco, no acompanhamento estruturado e na padronização do cuidado desde a descoberta do nódulo até a definição diagnóstica. O objetivo é garantir agilidade na investigação, reduzir variações no manejo clínico e identificar precocemente casos suspeitos de câncer de pulmão, aumentando as chances de intervenção em fases iniciais.

Os pacientes acompanhados no ambulatório têm acesso à mesma estrutura do Núcleo de Câncer do Pulmão, incluindo navegação assistencial e contato contínuo com a equipe multidisciplinar. “A proposta é transformar um achado que gera ansiedade em uma jornada humanizada, baseada em critérios clínicos claros e evidências científicas”, finaliza o especialista. 

Serviço

Núcleo de Câncer de Pulmão – Hospital Moinhos de Vento

Rua Tiradentes, 333 – Subsolo ou 2º andar – Porto Alegre (RS)

Telefone: (51) 3314-3434

Agendamento pelo site oficial do hospital:

https://www.hospitalmoinhos.org.br/institucional/agendamento-online 



Luteína

 Um país hiperconectado gera novas demandas nutricionais

Diante dos desafios da era digital, ANVISA amplia o uso da luteína da flor de Tagetes erecta para crianças e adolescentes, dos 9 aos 18 anos, no Brasil

 

Ingrediente natural amplamente estudado por seu papel na nutrição ocular e reconhecido por sua presença na mácula — região da retina associada ao conforto visual e ao esforço constante gerado pelo uso de telas — não era autorizado no Brasil.

 

O anúncio chega em um momento em que o país vive um dos cenários mais intensos de exposição às telas no mundo, no qual a luteína passa a ter um papel ainda mais relevante diante dos hábitos digitais da população.

O brasileiro está entre os maiores usuários de telas do planeta. O relatório digital global1, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, revela no recorte de outubro de 2025, que 98,4% dos brasileiros com 16 anos ou mais usam o celular para acessar a internet, o que coloca o país no topo do ranking neste indicativo.

 

Outros dados do mesmo estudo revelam que nessa nova realidade marcada pelos nativos digitais, o Brasil figura entre os 10 países com maior intensidade de uso em diferentes categorias:

 

● Primeiro colocado, com 30,9% no uso de ferramentas online relacionadas a cuidados com a saúde e 47,2% via telefone celular;

● Segundo no uso de ChatGPT, com 49,1% da sua população por mês;

● Quarto no ranking de horas de consumo de vídeos online e primeiro no tempo passado assistindo televisão, ambos com mais de 17 horas por semana, com maior intensidade nas idades mais jovens;

● Quinto no ranking das populações mais conectadas no mundo, com 185 milhões de pessoas; 

● Quinto colocado no consumo de qualquer tipo de conteúdo online, com 98% da sua população.

Esse conjunto de dados comprova: nossa rotina está cada vez mais mediada por telas, especialmente entre crianças e adolescentes, e isso traz novas perguntas sobre nutrição, desempenho cognitivo e saúde ocular.

 

Luteína FloraGLO®: liderando com ciência e segurança

A baixa ingestão de frutas e vegetais ainda é uma realidade no país.

Um estudo conduzido por pesquisadoras brasileiras mostrou2 que 95% das crianças avaliadas em idade escolar consumiam quantidade de frutas e vegetais abaixo do necessário - 5 vezes ao dia. Esse déficit nutricional está associado a baixas concentrações no plasma sanguíneo dos carotenoides, componentes essenciais para a filtragem da luz azul proveniente das telas, e para a proteção natural dos olhos.

Complementando o robusto histórico científico da luteína, a Kemin apresentou neste ano, no congresso Brain and Ocular Nutrition (BON), os resultados do mais recente estudo LuTEEN. As evidências sugerem que a suplementação com Luteína FloraGLO®, em doses diárias baixas e em crianças saudáveis na pré-adolescência e adolescência, pode desempenhar um papel importante no apoio ao desempenho cognitivo e à saúde ocular, bem como na redução da fadiga visual digital.3

Este estudo completa o papel essencial da luteína em todas as idades e fases da vida, em especial, entre jovens cuja alimentação moderna não supre adequadamente esse nutriente devido a baixa ingestão de frutas e vegetais. Saiba mais aqui!

Uma decisão regulatória que reconhece segurança, ciência e consistência

Com quase três décadas dedicadas à pesquisa da luteína e mais de 100 estudos científicos publicados, a Kemin consolidou uma trajetória exemplar de rigor, segurança e inovação. Nesse contexto, a decisão da ANVISA de ampliar o uso da Luteína da flor de Tagetes erecta para crianças e adolescentes, entre 9 e 18 anos, reforça a relevância científica do ingrediente e posiciona a empresa como pioneira no país ao oferecer uma solução segura e baseada em evidências para todos.

 

Assista ao vídeo sobre o mecanismo de ação da luteína: Link

 

 

Referências bibliográficas:

 

1 Maddalena, Sofia, and Sofia Maddalena. “Digital 2026 - We Are Social UK.” We Are Social UK, 15 Oct. 2025, wearesocial.com/uk/blog/2025/10/digital-2026/.

2 Augusto, Rosangela Aparecida, et al. “Associations between Low Consumption of Fruits and Vegetables and Nutritional Deficiencies in Brazilian Schoolchildren.” Public Health Nutrition, vol. 18, no. 5, 25 June 2014, pp. 927–935, Link.

3 Brain and Ocular Nutrition Conference 2025, Lecture Abstracts June 17th – 20th 2025, Endicott College, Massachusetts, USA. Journal of Alzheimer’s Disease. 2025;106(1_suppl):S1-S33. doi:10.1177/13872877251345099

 




Luteína FloraGLO® da Kemin agora autorizada no Brasil para crianças e adolescentes 

ANVISA amplia o acesso à luteína proveniente de Tagetes erecta para idades entre nove e 18 anos

 

DES MOINES, Iowa, U.S. (13 de Janeiro, 2026) – A Kemin Industries, fabricante global de ingredientes que busca transformar de forma sustentável a qualidade de vida diariamente para 80% da população mundial com seus produtos e serviços, anuncia que a autoridade regulatória brasileira, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autorizou o uso ampliado da luteína proveniente das flores de Tagetes erecta em suplementos alimentares para crianças e adolescentes dos nove aos 18 anos. A Kemin se orgulha da sua contribuição para este importante marco regulatório, um avanço significativo no apoio à saúde ocular e cerebral ao longo da vida das famílias brasileiras.

Enquanto a nutrição tradicional costuma focar apenas em vitaminas e minerais essenciais, a Luteína FloraGLO oferece uma abordagem cientificamente comprovada como solução multissistêmica para a saúde dos olhos e do cérebro, ajudando crianças e adolescentes a prosperarem em um mundo saturado de telas e cognitivamente exigente.

Essa abordagem foi comprovada em um estudo clínico revolucionário com crianças pré-adolescentes e adolescentes, que destacou o impacto da Luteína FloraGLO em dois sistemas biológicos interdependentes, mostrando benefícios mensuráveis na redução da fadiga ocular e na melhoria das funções cognitivas.

“Os jovens de hoje enfrentam um aumento do tempo de tela e hábitos alimentares seletivos, que podem gerar lacunas nutricionais críticas”, disse Rosemeire Shiraishi, Country Manager – América do Sul, Kemin Human Nutrition and Health. “A Luteína FloraGLO ajuda a preencher essas lacunas, oferecendo suporte direcionado para olhos e mentes em desenvolvimento, incluindo proteção contra luz azul nociva e reforço da resiliência cognitiva.”

Com mais de 100 publicações revisadas por pares e confiança de profissionais de cuidados visuais em todo o mundo, a Luteína FloraGLO continua liderando como a marca de luteína mais estudada clinicamente — estabelecendo o padrão para futuras inovações em todas as idades e fases da vida. 

“A autorização da ANVISA segue uma rigorosa avaliação científica e regulatória, para a qual a ciência, segurança e qualidade da FloraGLO foram grandes contribuintes”, disse Bárbara Mião, Regulatory Affairs Manager – América Latina, Kemin Human Nutrition and Health. “Este marco reforça nosso compromisso em oferecer soluções confiáveis e de alto impacto para todas as fases da vida, e estamos muito orgulhosos em expandir o alcance da FloraGLO para apoiar famílias em todo o Brasil.”

Clique aqui para ler a autorização e clique aqui para saber mais sobre como aprimorar formulações para a saúde ocular, cerebral, da pele e materna com a Luteína FloraGLO. 



Informações para Imprensa:

Alfapress Comunicações

Mariana Cremasco

MTB: 60.856/SP

19 99781-6909

mariana.cremasco@alfapress.com.br


Sobre a Kemin Industries

A Kemin Industries é uma fabricante global de ingredientes, que se empenha diariamente em transformar de maneira sustentável a qualidade de vida de 80% da população mundial com seus produtos e serviços. A empresa possui mais de 500 ingredientes patenteados pa

 

 

#DegustadoresMaster

A incrível história do Bunker do subsolo, onde Xandão degustava os charutos e os vinhos caros de Vorcaro

 

O Metrópoles descobriu que, no final de 2024, Xandão andou frequentando a mansão Master de Daniel Vorcaro em Brasília. Segundo a reportagem, eles íam para “uma espécie de bunker, localizado no subsolo, com acesso restrito, com quatro poltronas e estrutura própria para o consumo de charutos e vinhos caros”.

Nessa época, o contrato do Banco Master com a Xandona completava 10 meses, com um saldo positivo para a empresa da mulher do ministro de aproximadamente 36 milhões de reais.

Essas coisas caracterizam algo muito maior do que uma mera amizade. Ninguém degusta charutos e vinhos caros em bankers de subsolo em vão. É preciso antes estabelecer uma certa intimidade.

Mas obviamente Xandão mandou sua assessoria negar tudo. Classificou a matéria do Metrópole como “falsa e mentirosa”, e ainda disse que a reportagem “segue um padrão criminoso de ataques contra os integrantes do STF”.

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O padrão criminoso da imprensa é fazer aquele trabalho essencial de contar histórias picantes dos bunkers e subsolos do poder, onde degustadores de charutos e vinhos caros podem compartilhar suas intimidades e seus “acessos restritos”.

Dias Toffoli também foi flagrado pelo “padrão criminoso da imprensa” quando recebia banqueiros na intimidade do seu Tayáyá, com mesas de cassinos e, suponho, degustações intensas de charutos e vinhos caros.

Eles são todos insaciáveis.

Sempre querem mais.

Mas há algo de deliciosamente brasileiro nessas histórias. Banqueiros e empresários patrocinados pelo sistema acumulam uma montanha de capital surrupiado dos cofres públicos apenas pelo prazer de proporcionar voluptuosidades degustativas a quem possui aquele privilégio estatal da caneta que pode decidir, do carimbo que pode absolver e das relações íntimas e charutadas insaciáveis que sempre podem abrir caminhos e, sobretudo, os “acessos restritos”.

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Sindicância do BC

 Depois de muita vacilação e lentidão, oBanco Central abriu uma investigação interna para entender o que aconteceu no escândalo do Banco Master. O objetivo é apurar eventuais falhas ocorridas no processo de fiscalização e liquidação da instituição financeira controlada por Daniel Vorcaro. A sindicância está sendo conduzida sob sigilo pela corregedoria e foi iniciada a partir de uma decisão do presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo.

Em meio ao avanço dessa investigação, Belline Santana e Paulo Sérgio Neves de Souza, que comandavam o Departamento de Supervisão Bancária (Desup), entregaram seus cargos. 

O primeiro a deixar o cargo foi Souza, ex-diretor de fiscalização do BC. Servidor de carreira, ele foi o responsável por autorizar a compra por Daniel Vorcaro do Banco Máxima, que passou a se chamar Master. Mais recentemente, atuava como chefe-adjunto do Desup e era responsável por acompanhar a solidez e a estabilidade do mercado financeiro

O segundo foi Belline, chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC. Ele chegou a ser cotado para substituir Neves na diretoria de Fiscalização, que hoje é ocupada por Aílton de Aquino Santos. Belline assinou diversos ofícios e despachos do Banco Central enviados ao Ministério Público Federal relativos ao Master.