segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Artigo, Pedro Lagomarcino - UFRGS: um paco para atos políticos antidemocráticos e antirrepublicanos

A que ponto chegou a UFRGS!
Já não é novidade que as instalações da UFRGS são utilizadas
para promover reuniões de movimentos políticos de um lado só do pensar (ou melhor do não pensar): a esquerda.
O grande problema disso tudo é que tal prática demonstra ao mundo que o ensino realizado nos bancos acadêmicos de uma das mais tradicionais Universidade situadas no Rio Grande do Sul, destacamos, mas não do Rio Grande do Sul, por se tratar de uma Universidade Federal, segue sendo utilizado para fazer lobotomia política, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, que nele entretêm a liberdade de pensamento político e quiçá também a de ensino.
Diga-se de passagem, reuniões que iniciam por desrespeitar e violar o Estado Democrático de Direito, a liberdade de pensamento político e também os Princípios Constitucionais da Administração Pública contidos no art. 37, da CRFB/88, em especial, os da legalidade, da impessoalidade e da moralidade.
E quando se viola o art. 37, da CRFB/88, alto lá, abre-se um grande campo para afirmar a existência de improbidade administrativa, conforme consta no arts. 9º, 10, 11 e 21, I, da Lei nº. 8.429/92.
E improbidade administrativa, bem sabem os doutos que é crime.
Por que fazer da sala de aula e do espaço da universidade um oásis de proselitismo político?
Ora veja, só há uma resposta: para retroalimentar o sistema autofágico que não deu certo em nenhum país do mundo, mas também para não perder os benefícios que tal proselitismo alcança aos integrantes, ou melhor, a parte dos integrantes desta "comunis acadêmica".
Para tanto, a "comunis acadêmica" em vez de utilizar a avaliação como um instrumento para fins eminentemente pedagógicos, o deturpa, e passa a utilizá-lo como um instrumento de poder e de comando.
Sedimenta-se então o motor de funcionamento desse autofágico não pensar, mas sim reproduzir.
Aos acadêmicos que não se submetem ao "sistema", a avaliação já se antevê qual será.
Não temos notícias que reuniões de pensamento político de direita tenham sido viabilizadas ou, quiçá autorizadas, com as mesmas condições que ocorrem (e com frequência) as reuniões de esquerda na referida Universidade. Mesmo que os integrantes da teoria de direita também sejam considerados contribuintes e também mantém a referida Universidade, através do pagamento de tributos, quer queiram ou não os defensores viscerais da esquerda.
E por incrível que pareça, o ambiente acadêmico da UFRGS dá ao mundo com isso, todas as provas, que a busca da verdade, só é possível de perquirir de um lado da moeda, tal como fazia Ptolomeu e seus defensores, não apenas ao defender a teoria geocêntrica, mas ao tentar impedir a superação de um paradigma obsoleto, em oposição à teoria heliocêntrica de Copérnico, o qual provava que a terra não era redonda, rendendo-lhe, a este último e seus defensores, a alcunha de hereges.
Em pleno ano de 2016 a referida Universidade não consegue, sequer, conviver com o respeito do Princípio Constitucional da Igualdade.
Lamentável!
La-men-tá-vel.
O excesso de vaidade intelectual de milhares de professores universitários, ao que se vê, fez prosélitos de norte a sul. E pior, no Sul, a UFRGS se tornou uma espécie de chocadeira próspera deste tipo de vaidade intelectual.
Referidos professores se tornam ao mesmo tempo algozes e vítimas, acaso não tenham percebido, seja por vitimizar aqueles que estão em suas mãos para serem avaliados, seja por se esquecerem que educar, como dizia Ruskin, não é ensinar a um homem o que ele não sabe, mas fazer dele o que ele não era.
E através disso moldam ou pior lobotomizam seus pupilos com doutrinas fracassadas, sem sequer lhe dizer que também há luz (e muita) no outro lado. Ademais, fazem isso de forma tendenciosa, mas também completamente suspeita, para não dizer antiética e imoral.
Os integrantes do corpo docente se tornaram prosélitos e passam a buscar prosélitos do que foram vítimas e algozes: um pensamento político que ensinava que o mundo era dividido entre "os bons" (de esquerda) e "os maus" (de direita). Aqueles, se encontravam dentro do divino, ao passo que estes os que praticantes do diabólico.
Todavia, bem sabemos qual foi a doutrina política que negou a existência de Deus. Evidentemente, não foi a de direita.
Esqueceram-se, infelizmente, que isso não é (nem de longe), ensinar, na medida em que se despreza a dialética (tese, antítese e conclusão), de modo a fazer da sala de aula uma "reunião oriental" em que apenas 1 fala, dado aos demais uma possibilidade e outra determinação: a de concordar e a de bajular.
Concordar e bajular o ego dos seus sedizentes mestres.
Quanto maior a concordância e a bajulação, mais se alimenta este sistema falido de ensino, cuja prática alcança ao concordante bajulador, uma espécie de cartão de boas vindas, com as bolsas e auxílios de pesquisa que passam a lhe ser concedidos. Unção esta que é consolidada com um passaporte carimbado, prova cabal, de um certo "trânsito acadêmico", à custa de recursos públicos, do novo membro da "comunis-TUR". E em razão deste batismo, o concordante bajulador, é lançado para o mundo, de forma contraditória, para visitar e fazer cursos de doutorado ou mestrado na Alemanha, na Inglaterra, nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e na França. Todavia, raríssimos são aqueles que se voltam ao berço político comunista ou socialista, das teorias que tanto defenderam e praticaram na "comunis acadêmica", como as que são praticadas na China, em Cuba, na Rússia, na Venezuela e na Bolívia.
Dizem-se "de esquerda" e que pensam como comunistas e socialistas, mas têm como referência países que não se encontram nesta via política. Aliás, que não estão, nem de longe, vendo o mundo através desta perspectiva.
Resta assim, aos concordantes bajuladores (a esta altura, já membros da "comunis-TUR" e da "comunis acadêmica") duas situações para se deparar. A primeira, já no primeiro frontispício da Universidade, constatar que esta teoria patética e autofágica de esquerda é revogada e declarada improcedente, por algo comum a todos: a existência da realidade. A segunda, a de se tornar uma espécie de vassalo da "esquerda caviar", e funcionar como carregador de apagador e giz, bem como de toda ordem de "tarefas auxiliares", para não perder a bolsa ou o auxílio que lhe foi concedido.
E com isso o psicodélico vem à tona, para tentar mascarar de forma sórdida, o que facilmente se concebe como relação de emprego, mas é travestida, por falsas relações de bolsistas, entre orientandos e orientadores. Ora vejamos, é nítida a existência de 1 único superior hierárquico e apenas 1 único inferiorizado e obrigado a cumprir as ordens. Evidentemente, este último apenas não percebe o que lhe é devido de tal subordinação, o que seja, seu salário, porque o primeiro, mesmo que sedizente bom, protetor e angelical, não irá lhe pagar.
A propósito, estes "uns" (superior hierárquico e inferiorizado) crescem de forma exponencial, a cada sala de aula que se entra e que se sai.
Antes eu me perguntava:
- Quem são os verdadeiros opressores?

Esta pergunta já encontrou a sua resposta.

2 comentários:

  1. E o pior é que esses "mestres e doutores" se disseminam nas faculdades privadas, reproduzindo os mesmos "discípulos", que hoje quase chorando, pela eminente perda da teta, distorcem os fatos e alegam preocupação com a democracia!

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  2. Já em 1963 -iniciava eu o Ginásio, em um colégio de freiras-, testemunho o molestamento moral da esquerda contra os jovens. No início da primavera daquele mãoano, minha turma, eu junto, fomos levados a um clube de Porto Alegre, onde, ao som de Aldilá, rapazes e moças já universitários enfiavam-nos, goela abaixo, que a "questão social não é uma questão de polícia". Sete anos mais tarde, iniciando meus estudos na UFRGS, o que o articulista descreve encontrei nos estados iniciais da esquizofrenia que hoje está cronificada e marchando para a demência absoluta. Naquele tempo, para mitigar o efeito de manada, haviam, bem ou mal, a família e a religião. Nós dias que correm, o infeliz que chega à universidade é um carente, desesperado por pertencer a algo, nem que seja na carteira de clientes de um traficante, que dirá de uma corriola de seguidores de um mestre sabichão!
    A cena no Campus Central da UFRGS é pior do que a do pátio de manicômio, as figuras que por lá transitam, em estudados desmazelo e sujeira e os cartazes replicando
    chavões e palavras de ordem da moda, por sua vez, não destoariam de um ambiente daquela ordem. A antiga patrulha ideológica cedeu passo ao racialismo e à ideologia de gênero, armas nucleares marxistas contra já nossa débil inteligência.
    Quem adere às superstições esquerdistas concorda em amputar a circunvolução pré-frontal de seus cérebros, passando a raciocinar em apenas 2 categorias: oprimido e opressor. Quem ocupará cada papel dependerá de quem o ditador indicar.
    Marxistas jamais poderão debater, pelo menos no sentido que damos a debate: troca de ideias para que se chegue a verdade. Como poderiam fazê-lo se, de antemão já a possuem - não logrou o barbudo furúnculoso descobrir as leis mesmas que governam a História?
    Quanto aos privilégios de que usufruem nossos radicais é importante dizer que nem isso é invenção brazuka. Em seu livro "Intelectuais", o historiador britânico arrolou, em sintéticas biografias boa parte dos mais importantes: Marx, Rousseau, Shelley,Brecht
    é tantos outros. Todos eles acham que quem, como eles, ama demais a humanidade
    não tem tempo de preocupar-se com o próximo e que, ao afinal, dureza é para os pequenos, não para si próprios, luminares do intelecto e desbravadores de novas sendas.

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