Força Nacional

 A FN, criada no primeiro governo Lula, é constituída por 1.300 PMs cedidos pelos governadores.

Os carros e o pessoal da Força Nacional que preocupam muita gente do interior gaúcho nesta sexta-feira, não tem nada a ver com a boataria segundo a qual o governo lulopetista já estaria promovendo caça às bruxas no caso do agro do RS.

As ameaças de caça são recorrentes no âmbito do ministério da Justiça, ocupado por um falcão ex-comunista e atual socialista Flávio Dino.

No RS a explicação atual trem a ver com a Terra Indígena Guarita, cuja área total é de 23.000 hectares e abriga o maior contingente de população Kaingang do Brasil. A população do local é de 5.996. A área é situada próximo à fronteira com a Argentina, entre os municípios gaúchos de Tenente Portela, Miraguaí, Erval Seco e Redentora.

Ontem, o ministério da Justiça mandou a Força Nacional proteger a região. Isto tem acontecido com frequência.

Marido recebe rim da esposa em transplante no Hospital Moinhos de Vento

Transplante intervivos proporcionou maior qualidade de vida ao advogado aposentado, de 57 anos

A promessa do juntos na saúde e na doença foi levada ao pé da letra pelo casal Gelson Luis Pires, de 57 anos, e sua esposa Rejane Maria Fresee Pires, de 55. Em tratamento conservador em função de problema nos rins desde os 30 anos, há quatro anos o advogado aposentado fazia diálise, mas o tratamento já não estava dando a resposta que precisava. E foi na esposa Rejane que ele encontrou a doadora compatível.

Com uma biópsia inconclusiva da condição de seus rins, Pires já estava com problemas no coração (coração grande) em função da pressão alta, além de sofrer com a bipolaridade. “Eu ficava angustiado já no domingo porque na segunda precisava fazer a diálise”, relata. Foi um amigo que indicou o nefrologista do Hospital Moinhos de Vento, David Saitovitch, especialista responsável pelo transplante. “Foi um milagre, deu tudo certo. Os médicos dizem que foi melhor do que o esperado”, comemora. Pai de duas filhas, Victoria, de 27, e Manuela, de 16, hoje o morador de Porto Alegre já pode fazer coisas que antes não conseguia mais fazer. “Eu nem me concentrava mais na leitura, agora tenho muito mais atividade”, revela.

Com a sorte de encontrar na esposa o rim compatível, o advogado aposentado conscientiza sobre a importância da doação de órgãos. “As famílias devem aceitar a retirada dos órgãos, é uma forma de permitir que a vida do familiar continue. É uma missão além da vida. O sofrimento das pessoas que fazem diálise é muito grande. A pessoa enfraquece muito, muda até o modo de caminhar”, contou.

O transplante é um dos tratamentos para a doença renal crônica e no caso de Pires, ele agora não faz mais hemodiálise e garante a sobrevida, mas segue realizando terapias complementares.

 

O transplante 

O procedimento ocorreu no início de dezembro, no Hospital Moinhos de Vento. Desde 2019, a instituição hospitalar já realizou dois transplantes de doador vivo e outros três de órgãos de pessoas falecidas. O nefrologista David Saitovitch destaca a evolução na retirada do órgão em doador vivo. “Hoje, a retirada é feita por videolaparoscopia, uma técnica minimamente invasiva. Antigamente, era necessário fazer uma grande incisão abaixo da costela do doador”, revela. Até o fim de 2023, a expectativa do especialista é que a intervenção ocorra por robótica. “As equipes estão se especializando para a técnica”, afirma.

Saitovitch lembra que a diálise é um procedimento restritivo para a vida do paciente. “É preciso ir ao hospital três vezes por semana - a liberdade de ir e vir, como por exemplo viajar, fica mais limitada..” Com o transplante, Pires está com sua função normalizada, livre do procedimento.


Carta do prefeito Sebastião Melo

 Caro presidente Baleia Rossi,


Com respeito à sua liderança e ao nosso partido que, desde seu nascimento, teve destaque na história de luta pela democracia, registro minha desconformidade e apreensão diante da decisão tomada em relação ao cenário nacional.

O MDB surgiu para combater o autoritarismo, exercendo um papel de liderança pela redemocratização, pelo fim da tortura, pela anistia, pela liberdade de imprensa. Enfim, pela volta da liberdade de expressão, de organização e de participação na vida nacional. Neste período, o partido foi fundamental e insubstituível.

Carregamos este compromisso com o povo brasileiro em nosso DNA. É algo que não pode ser apagado. É o ponto de partida que o MDB deve ter na caminhada por um novo Brasil.

A partir da redemocratização, no entanto, o MDB começou a se desviar do seu legado. Transitou entre diversas correntes políticas, integrou todos os governos a partir da volta das eleições diretas e não priorizou um projeto de liderança e desenvolvimento do país. De 1989 até o presente, participou de poucas eleições majoritárias nacionais, e não despontou em nenhuma, sequer indo ao segundo turno.

Temos muitos desafios pela frente. O mundo mudou, o Brasil mudou e o partido também precisa mudar. O MDB vai se contentar em ser apenas base de apoio de outros projetos, à direita ou à esquerda, ou terá o seu próprio projeto para o futuro da nação? Será coadjuvante ou protagonista? Qual é, afinal, o papel do MDB?

Diante das novas exigências, a participação do MDB no atual governo petista é um inegável retrocesso. Neste pleito, trabalhei muito para que o partido tivesse candidatura própria, que culminou no projeto liderado pela senadora Simone Tebet.

Em duas ocasiões, ouvi da então candidata que, se não fosse ao segundo turno, não estaria em nenhum outro palanque. Diferentemente disso, passado o primeiro turno da eleição, oficializou apoio à chapa petista e, quando da composição ministerial, confirmou a parceria assumindo o Ministério do Planejamento. Na minha avaliação, o MDB incorre em mais um grande equívoco.

É evidente que o MDB, dado seu compromisso com o Brasil, não pode negar-se a apoiar, em todas as instâncias de luta social e política, entre as quais o Parlamento, as medidas que servem ao país.

Cumprir isso é algo completamente distinto do que participar de um governo, numa aliança liderada por uma força política que, como se sabe, prioriza apenas a sua agenda, divide o Brasil e freia o desenvolvimento. Não deveríamos integrar um projeto que misturou o público e o privado e que institucionalizou a corrupção quando esteve no poder.

Qual é, afinal, o grau de afinidade que o MDB tem com a esquerda petista? Nenhum. O que resta, então, é a ocupação de espaços, barganha política e troca de apoio por cargos.

Caro Presidente, será este um bom caminho? Será que devemos sacrificar a nossa história, as referências políticas por espaços num governo que não é nosso e com o qual temos pouca ou nenhuma afinidade ideológica?

Vivemos um momento com grande oportunidade para construímos um partido de centro, moderno, democrático, reformista e comprometido com o crescimento econômico e a inclusão social.

As tarefas são muitas. Nosso partido tem a oportunidade de liderar no Congresso Nacional a luta por uma reforma tributária que fortaleça os municípios, simplifique e não aumente carga tributária, cobre de quem tem renda, diminua de quem não pode pagar e potencialize a distribuição dos recursos para os municípios. Nos municípios a pressão por serviços é muito maior, as pessoas vivem e demandam serviços nas cidades.

As propostas hoje em tramitação centralizam recursos na União e nos estados, prejudicando fortemente onde a vida acontece, que é nas médias e grandes cidades. Fortalecer a nossa federação e tornar o estado mais eficiente deve ser o objetivo dessa e de todas as demais reformas. O mesmo vale para a reforma trabalhista, para a reforma urbana, para a continuidade das reformas microeconômicas, para a reforma do Estado nacional, sabidamente ineficiente, entre outras.

O Brasil precisa do MDB. Tal desafio não combina com assumir uma posição secundária num governo hegemonizado pela esquerda. É um grave erro estratégico, que custará caro ao nosso partido.

Desejo profundamente que o Brasil dê certo e estarei sempre ao lado de qualquer iniciativa construída em benefício real daqueles que mais precisam, independentemente de quem tenha vencido a eleição. A palavra, o diálogo e a transparência são fundamentais para a boa política. Precisamos resgatar o compromisso com o povo brasileiro que sempre esteve em nosso DNA e protagonizar o MDB na caminhada por um novo Brasil.

Um forte abraço,

SEBASTIÃO MELO.


Nota da Aniam

 NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições - ANIAM fornece os seguintes esclarecimentos 

a respeito de correspondência, datada de 14 dezembro de 2022, com comentários e sugestões sobre a 

nova regulação do comércio de armas e munições.

Essa correspondência tem sido alvo de críticas equivocadas, que revelam incompreensão e só servem 

para desunir um setor que, trabalhando em conjunto, já teve vitórias históricas como foi o referendo de 

2005. Nesse momento em que a revisão da regulação do setor é inevitável, é preciso agir com 

racionalidade e união para preservar conquistas. Ao invés disso, nos tornamos nosso maior opositor, 

estamos desunidos e enfraquecidos, precisando nos defender uns dos outros, esquecendo que todos 

nós trabalhamos e lutamos por um mesmo ideal, mesmo que, às vezes, com pontos de vista diferentes.

Durante toda a campanha, e principalmente no início de dezembro, já eram de amplo conhecimento 

público os planos do governo eleito de rever a regulação e impor severas restrições em relação às regras 

anteriores, inclusive recolhimento das armas. Também já havia sido divulgado pelo presidente eleito, em 

09 de dezembro de 2022, quem seria o novo ministro da defesa.

Nesse contexto, era imperativo que a ANIAM, entidade sem fins lucrativos que defende os interesses da 

indústria brasileira de armas e munições, bem como de todos os que trabalham com a produção e 

comercialização desses produtos e de seus usuários, se posicionasse e fornecesse contribuições.

Afinal, trata-se de proteger os interesses de um setor que emprega mais de 70 mil pessoas, gera receitas 

de cerca de R$ 13 bilhões, e recolhe aproximadamente R$ 2,8 bilhões em tributos por ano. Aliás, 

participar do debate democrático e apresentar sugestões é dever de todos que se importam com esse 

segmento. Omitir-se de uma discussão que já estava posta, ou desconsiderar o contexto em que se 

dava, seria extremamente ruim para o setor, em especial o esporte do tiro, o comércio e todos que de 

alguma forma dependem do setor, já que a indústria tem a maior parcela da produção exportada. A 

omissão não era e continua não sendo uma opção.

A correspondência reúne ideias que, considerando o contexto, visam garantir a preservação dos 

benefícios que o setor gera para o desenvolvimento do país e, ao mesmo tempo, sugestões de medidas 

para atender o objetivo (já manifestado claramente na ocasião) de reorganização do comércio de armas 

e munições.

Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições – ANIAM | CNPJ 62.642.046/0001-61

SHN Quadra 02 Bloco “E” Kubitschek Plaza Hotel Sala 161

Brasília | DF - CEP: 70322-902

Trata-se de uma contribuição técnica, que procura garantir equilíbrio, segurança jurídica e 

sustentabilidade para as atividades da indústria e da cadeia de comercialização de armas e munições, 

bem como dos usuários desses produtos. Em especial se busca evitar que a nova regulação adote 

restrições excessivas ou injustificáveis, que poderiam acabar com o setor. Foram sugestões que não têm 

a pretensão de serem unânimes. Quem não concorda tem todo o direito e mesmo o dever de contribuir. 

Inadmissível é o setor, que defende os mesmos valores, se dividir e serem feitos ataques e acusações 

sem sentido.

É obviamente falso afirmar que as restrições impostas pelo Decreto 11.366, de 1º de janeiro de 2023, 

foram baseadas na manifestação da ANIAM. Mesmo porque as novas regras são provisórias e o próprio 

decreto prevê que nova regulamentação será apresentada em um prazo de 60 dias a partir da 

constituição do grupo de trabalho responsável pela sua elaboração. 

Assim, atenta às diferentes manifestações do nosso setor, a ANIAM continuará participando ativamente 

das discussões sobre o tema e apresentando contribuições, no desempenho de sua missão institucional 

de proteger os interesses de um setor relevante e estratégico para o país.

Atenciosamente,

Salesio Nuhs

President

Retomada das aulas

 Vagas - Todas as informações sobre vagas para estudantes do Ensino Infantil podem ser obtidas diretamente na Secretaria Municipal de Educação (rua dos Andradas, 680 - Centro Histórico) ou pelo telefone de atendimento da Gestão de Vagas (3289-1988 ou 3289-1803).

O atendimento sobre matrículas do Ensino Fundamental é feito pela Secretaria Estadual de Educação presencialmente (2º andar do Centro Administrativo Fernando Ferrari) ou pelos telefones (3288-4895, 3288-4894 ou 3288-4892).