Família Acolhedora. Saiba tudo sobre o projeto.

O prefeito Marchezan júnior lançou esta manhã o programa Família Acolhedora e apresentou a íntegra do projeto de lei que apresentará à Câmara de Vereadores da Capital. O objetivo é acolher, em ambiente familiar, crianças e adolescentes afastados do convívio de suas famílias por determinação judicial, que estejam em situação de negligência, abandono e violência doméstica. 

O presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), Joel Lovatto, destaca que o projeto pretende regulamentar este modelo de política pública. 

As famílias interessadas em receber as crianças ou adolescentes em casa devem preencher os requisitos necessários e se cadastrarem na Fasc. 

Acolhimento - Atualmente, Porto Alegre tem dois tipos de acolhimento: Abrigos (equipe técnica acolhe até 20 crianças e adolescentes) e Casas Lar (casal/mãe social acolhe até dez crianças e adolescentes). Se o projeto for aprovado, a ideia é capacitar, já em 2019, 20 famílias acolhedoras. As famílias que demonstrarem interesse serão selecionadas e avaliadas dentro dos critérios preestabelecidos. Após, serão capacitadas. Haverá acompanhamento da Fasc durante toda a estadia e, por fim, a criança ou adolescente volta para a família de origem ou é encaminhada para adoção.

Também participaram do evento o vice-prefeito Gustavo Paim, o secretário de Comunicação, Orestes de Andrade Júnior, o procurador-geral adjunto Carlos Eduardo da Silveira, o vereador Mauro Pinheiro, o juiz corregedor Luiz Felipe Severo Desessards, a juíza Ivortiz Tomazia Marques Fernandes, o vice-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, Paulo Francisco da Silva, o bispo da comunidade evangélica Sara Nossa Terra, Luiz dos Santos, além dos representantes do Instituto Monte Serrat, Cleusa Maidana, e do Aldeias Infantis SOS, Roberta Botezine.

Ata do Sinpro


ATA 05-11-2018
Registro da reunião de mães e pais que aconteceu na sede do SIMPRO/RS no dia 05/11/2008.

Neste dia, reuniram-se em torno de 70 pessoas, mães, pais, avós de estudantes do Colégio Marista Rosário, de diferentes níveis de ensino. Primeiramente, cada um falou seu nome e de seu/s lhos, na sequência a equipe que organizou o encontro apresentou os objetivos do mesmo e narrou o processo de formação deste grupo, iniciativa de algumas mães/pais que sentiram a necessidade de localizar outras pessoas que tivessem um pensamento comum em defesa da manutenção das liberdades democráticas na escola, diante das reações às manifestações dos estudantes ocorridas no dia 29/10.
Após escutar as falas de cada pessoa que se inscreveu, registro aqui uma síntese dos temas levantados, bem como os encaminhamentos ao nal da reunião
Preocupação com a situação dos professores: de acordo com alguns relatos, existiria na escola uma disposição em punir professores que teriam se envolvido nas manifestações do dia 29/10. Há notícias de um ambiente sem tranqüilidade na escola, sentimento percebido especialmente entre os docentes. Há risco de demissão de professores e dos mesmos não conseguirem colocar-se em outras instituições da rede privada de ensino.

Destaque à importância da formação de Comissões no sentido de articularem ações nos campos: jurídico, das comunicações e pedagógico.

Busca de interlocuções com outras escolas, no sentido de formar uma rede de pais e estudantes dispostos a lutar pela democracia.

Apoio à Direção do Colégio Rosário, seus professores no seu intuito de manter uma educação política como princípio formativo dos estudantes.

Importância da difusão da Carta aberta à sociedade.

Mobilização na Câmara de Vereadores no dia 06/11/18. Fazer contatos com vereadores dispostos a ajudar e com a Comissão de Direitos Humanos. Sobre a questão se os alunos devem ou não ser ouvidos pela Comissão, destacou-se que os mesmos devem deliberar esse tema e os pais devem apoiar a decisão.

Questiona-se: qual a posição da Mantenedora da escola? Estariam scalizando cada unidade, direção e professores?

A Escola sem partido “tem partido”. Questionou-se qual o valor jurídico da lei da escola sem partido em Porto Alegre.

Busca de apoios políticos nas esferas públicas: Câmara de Vereadores, Assembleia Legislativa do Estado, precisamos de representantes.

   Violência simbólica na proposta de retirada de livros do acervo da biblioteca, ação de um pai. Questiona-se qual o poder dos pais de interferirem na biblioteca?

Deliberações por unanimidade::
– Decidiu-se que a Carta entregue à Direção com alguns ajustes e acréscimos legais será lida na Câmara dos Vereadores e depois será uma “Carta aberta à sociedade”.
– Noticação à Câmara dos Vereadores a m de que não sejam publicizadas imagens dos estudantes da escola.
-Esses pais serão nossos interlocutores: Jaqueline Mesquita, Aline Kerber, Jorge Terra, Francisco Marshall (ex-aluno)
– Comissão Jurídica:
Denise (?)
Carlos Elesbão
Karla Vitolla
Marluse Barbiero
Jorge Terra
Helena Schuller

Comissão de Comunicação
Alexandre Costa
Gisele Figueiredo
Marcelo Prado
Renato Barros
Paulo Goulart
Luciane Panisson

Comissão Pedagógica
Gladis Kaercher
Letícia Moralles
Luciane Uberti
Sergio Dias
Doris Almeida
Arcanjo Pedro
Lucimar Vieira
Claudia Marques

Avisos nais:
– Marcada a próxima reunião, segunda-feira, dia 12/11, na sede do SINPRO/RS, às 19h
– As comissões têm autonomia para agregarem outros pais
(Dóris Bittencourt Almeida)