sábado, 27 de junho de 2020

Artigo, Alon Feuerwerker, FSB - Missão nada trivial

O Datafolha  e o DataPoder360 , com metodologias diferentes, dão o mesmo resultado: Jair Bolsonário estável em seu cerca de um terço de fiéis (ótimo+bom), com a coluna regular algo emagrecida em favor do ruim+péssimo.
Um quadro com jeito de parado neste momento.
Há algumas movimentações, como certa troca que o presidente faz de um eleitorado de maior instrução por um de menor. Mas tampouco é tendência aparecida agora. E era até esperado.
Se um governo tem políticas para os mais pobres isso se reflete na popularidade. Até onde Bolsonaro avançará nessa camada social?
Será suficiente para contrabalançar a corrosão que parece progressiva na outra ponta do espectro?
E a pergunta mais importante. Considerando que o chamado auxílio emergencial é insustentável no tempo no volume atual, conseguirá a política econômica produzir crescimento e prosperidade saudáveis em prazo suficientemente curto para que a transição seja suave?
E portanto sem perda de capital político? Uma missão nada trivial para a equipe econômica

2 comentários:

  1. Interessante a análise. Interessante também observar um aspecto que poderá pesar nas eleições de 2022: se houver polarização com a esquerda ate mesmo está Boa parte do eleitorado conservador e mais esclarecido poderes voltar a votar no presidente . É um eleitorado que não quer o retorno da esquerda de jeito nenhum. E se a economia voltar aos trilhos como deve acontecer o brasileiro médio tende a apoiar o governo.

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  2. A corrosão progressiva existe apenas na mente de quem a manifesta existir, porquanto embute o quão desprovida de argumentos para sustentá-la, a exceção de quem assim se desqualifica ao promovè-la, em consonância com os mais sórdidos que por inveja e perda de espaço político a contestam, juntando-se aos abutres comunistas, assim considerados todos os contrários à representatividade conservadora retratada por BOLSONARO, a ser reeleito em 2022.

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