quarta-feira, 28 de junho de 2017

Astor Wartchow - Vide Bula

Vide Bula
Astor Wartchow
 Insisto e prossigo no tema acerca do gigantismo do estado brasileiro. Dia após dia, somos brindados com exemplos negativos do intervencionismo e do dirigismo estatal.
 Não suficiente, a nação também é prisioneira de um sistema legal-tributário extorsivo.  Mais: não bastasse o intervencionsimo, o dirigismo, o aparato legislativo e a extorsão tributária, a contrapartida recebida é miserável, sinônimo de burocracia, incompetência, desperdício e corrupção.
 Mas há algo mais perturbador. Parcela expressiva e passiva da sociedade e outra parcela “seduzida” com “vales e bolsas”, ignoram a dimensão do equívoco dito ideológico.
 Mas, a obsessão estatizante será ideológica no sentido político ou reflexo de fraquezas humanas, como o medo, a inveja, impotência, entre outras?
 O que está ou se traveste sob a retórica de um idealizado igualitarismo, obviamente impossível e irreal? Não será ignorância intelectual e inocente(?)  mentalidade retrógrada?
  Afinal, fundada em teorias políticas e econômicas insepultas e que - surpresa! - ainda animam a tola convicção de que um Estado eficiente(como assim?) e (pseudo)igualitarista  transformaria positivamente a nação.
 Resumida e objetivamente, seus propagadores ignoram as leis básicas da economia. Pouco ou nada sabem sobre trocas voluntárias, lucro, formação de preços e valor, e a própria oferta e demanda, por exemplo.
 Então, dito, observado e perguntado de outro modo, resistiriam a um particular divã psicanalítico os mentores dos anunciados e nobres frutos que seriam produzidos e distribuidos pelo Estado?
  Mais: ainda há dúvidas que a  onipresença e potência do Estado determinam a inibição social e criativa do cidadãos e das comunidades, figuras e forças essenciais para a criação de bem estar sócio-cultural e riquezas econômicas?
 Mas, como sempre, tudo pode ser pior, para além das inocências usurpadas e manipuladas. Não à toa, proliferam os paranóicos e esquizofrênicos que ainda (a)creditam nosso atraso às outras nações.
 E invocam refrões de outrora, a exemplo de "fora FMI, Consenso(s) de Washington, Alca’s, rede Globo, neoliberalismos e imperialismos", entre outros "fora!".

 Quem sabe um antidepressivo não ajudaria? Vide bula!

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