sábado, 18 de fevereiro de 2017

Opinião, Glauco Fonseca - A doutrinação da professora de matemática começou no primeiro dia de aula

Eu dou um azar danado...no primeiro dia de aula, vou ter que me incomodar com a infiltração da comunalha que invadiu - de novo - o colégio do meu filho.Na segunda-feira, é ele ou ela no colégio, sem gre-gre pra dizer Gregório.

Antes de mais nada, uma consideração fundamental: nada obsta que a professora tenha qualquer preferência, de qualquer natureza, por religião, ideologia, opção sexual ou qualquer outra. Eu, minha esposa e filhos (preparadíssimos para enfrentar qualquer tentativa de doutrinação) não estamos nem um pouco preocupados com isto e entendemos que a triagem do colégio utilizou-se de premissas eminentemente técnicas para avaliação e contratação do profissional.
Em suma, se a professora for dar aulas de matemática, nada obsta, nenhuma objeção, nenhum óbice.
Mas não foi o que aconteceu no primeiro dia de aula. Já no primeiro dia, a professora pediu aos alunos que enviassem a ela, por e-mail, um vídeo respondendo a três perguntas:
1) Como os alunos gostariam de receber as aulas ?
2) Quais as expectativas dos alunos com relação às aulas de matemática ?
3) Como eles entendem que a matemática pode ajudar a resolver problemas como corrupção, racismo, LGTBfobia, Gordofobia..
Entenderam?
No primeiro dia de aula.

Então, fui ao perfil da professora no Facebook e encontrei a bandeira de Cuba e o quepe do Comandante Fidel.
Que tal !

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