segunda-feira, 16 de abril de 2018

Artigo, Marcelo Aiquel - Quem é o racista ? O homofóbico ?

Artigo, Marcelo Aiquel - Quem é o racista ? O homofóbico ?

        
         Neste artigo me alonguei mais do que o usual, porque a matéria é por demais importante, e merece um esclarecimento necessário e pertinente. 
         Tenho notado que a grande mídia (sempre ela, a “politicamente correta”) não poupa espaços generosos para tentar difamar a figura do líder da corrida presidencial deste ano de 2018.
         E, quando falo em líder, refiro-me ao candidato que tem a preferência do eleitorado: Jair Messias Bolsonaro.
         Não concorda? Então, antes de me crucificar, saia às ruas e faça você mesmo sua pesquisa. O resultado poderá surpreendê-lo!
         Mas, o que estranho (e muito) é a postura de gente com discernimento suficiente para entender (compreender, interpretar com isenção e sem ideologias) o pensamento de pessoas simples, que não aguentam mais a situação caótica que o país enfrenta. E não é só a falta de segurança – um problema gravíssimo – mas, também, a absoluta falência da saúde, da educação, e da base familiar tradicional – que foi a alavanca de todas as grandes civilizações do universo.
         As pessoas estão fartas de sofrerem na pele o resultado das “balelas” eleitoreiras (e populistas) que prometem muito, mas não solucionam nada.
         Por isso, debandaram em favor de um candidato que “fala a linguagem” que querem escutar, sem a falsidade dissimulada de políticos com rabo sujo.
         O candidato líder não está envolvido em nenhum indício de corrupção, nem nunca “rasgou dinheiro”.
         Sobrou o quê, então, para desconstruir a sua imagem?
         Fascista, racista, e homofóbico, são os adjetivos que tentam tatuar nele.
         Ficando apenas nestes três “elogios”, passo a comentá-los:
         Fascista: é o mais ouvido, e – ao mesmo tempo – o menos lógico. Este regime, criado pelo ditador Benito Mussolini, na Itália dos anos 30/40, teve, como características principais ser um sistema político imperialista, antiburguês, autoritário, anticapitalista e nacionalista. Sinceramente não consigo vislumbrar nos discursos do candidato Bolsonaro quase nenhuma destas características. Ao contrário, à exceção do nacionalismo (num país em que mais da metade da população não sabe nem cantar o hino, é algo que urge!), somente identifico no caráter do líder um discurso que nada tem a ver com o citado regime italiano.
         Racista: Outro exagero de imputação. Ninguém (ou muito poucos) poderia ser “racista” num país que teve um Rei como Pelé. Num país onde a convivência entre as raças sempre foi pacífica e civilizada. Até que surgiu a divisão raivosa entre as classes, promovida pelos bolivarianos, com o forte apoio de meia dúzia de iconoclastas recalcados fantasiados de políticos.
         Chegamos à última, e mais badalada difamação plantada contra o líder da corrida presidencial: homofobia.
         Ora, depois do Lula ter dito – de viva voz – ao então prefeito de Pelotas/RS, Fernando Marroni/PT: “esta cidade é um polo de exportação de veados”, ou ainda, “que precisamos no PT, de mulheres de grelo duro” sem absolutamente nenhuma crítica dos defensores dos homossexuais, imaginei que ninguém mais teria a coragem (e a cara-de-pau) de acusar alguém de ser homofóbico, em nosso país.
         Pois, por ter respondido às provocações foi “tachado” de homofóbico.
         E não foram poucas as provocações!
         Geralmente de autoria de debochados, reprimidos e mal amados, estas afrontas são feitas para agradar aos egos desconstruídos dos ofensores. Egos que somente trazem infelicidade e dependência de algo que estas pessoas só atingem através de sonhos.
         Para demonstrarem segurança no seu ideário, agem assim, sem responsabilidade alguma.
         Afinal, só estão representando um teatro. Jogando pra torcida.
         E, o pior: não consigo nem sentir pena destes infelizes detratores.


4 comentários:

  1. valeu minha segunda feira, este artigo. Eu tinha serias restrições ate ir atras de informações, disponíveis aos montes na internet,e descobri o quanto esta midia oficiosa é manipuladora.Fui uma das muitas abstenções nestas ultimas 5 eleiçoes.Desta vez irei com prazer,nao quero que meus netos de 5 e 7 anos tenham o menor contato com aquela cartilha obscena e imoral que criaram, quero ter orgulho de ser parte de um todo, o Brasil.

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  2. Parabéns Polibio, excelente texto.

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  3. Lembrei desse caso do LULLARÁPIO algo há alguns dias...
    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=568272153530316&set=a.104951676529035.1073741828.100010426081436&type=3&theater

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