terça-feira, 16 de julho de 2019

Oi prevê levantar até R$7,5 bi com venda de ativos não essenciais

A operadora de telecomunicações Oi prevê arrecadar de 6,5 bilhões a 7,5 bilhões de reais com a venda de ativos não essenciais para a operação até 2021, conforme plano estratégico divulgado nesta terça-feira, que trouxe também projeções de receita e desempenho operacional nos próximos anos.
Entres os ativos listados para desinvestimentos estão torres, data center e imóveis, com prazo estimado para realização das operações entre o quarto trimestre de 2019 e o primeiro de 2021.

A Oi também prevê efeito positivo no caixa de créditos de PIS/Cofins, de entre 2,1 bilhões e 3,1 bilhões de reais, sendo cerca de 650 milhões de reais em 2019, a partir do terceiro trimestre, além de 4 bilhões de reais do aumento de capital realizado no primeiro trimestre de 2019. Citando sinais de estabilização sequencial de receitas desde fevereiro de 2019, a Oi diz que calcula crescimento anual de mais de 2% na receita líquida de serviços para o período de 2019 a 2024.

Ao mesmo tempo, de acordo com a companhia, a transformação do negócio, investimentos e simplificação operacional devem levar a uma expansão de 15% a 20% ao ano no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de rotina para o período de 2019 a 2021.
De acordo com o plano, a companhia estima uma redução de custos de 1 bilhão de reais a ser alcançada até 2021.

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