domingo, 12 de março de 2017

Justificativa

É absurdo que o poder público tenha um prédio em homenagem um homicida traidor da própria pátria. Prestes, em seu trajeto pelo país, saqueou diversas cidades e fazendas para sustentar sua luta armada contra o presidente do país. A missão dele era implantar um Regime Comunista e vender o país para a URSS. Tanto que afirmou que numa guerra entre os dois países, lutaria contra o Brasil.
Por diversas vezes ele se envolveu com execuções de membros do partido que haviam falhado em suas missões ou que eram suspeitos de traição. Além de outros motivos. Este foi o caso de garota Elza, de 16 anos, que foi executada e seu corpo foi dobrado para poder caber num saco e ser enterrado no quintal de um dos algozes.
Meu objetivo é transformar o local no Museu da História e da Cultura do Povo Negro, projeto do vereador Tarcísio Flecha Negra que já foi aprovado na Câmara, mas não possui espaço físico para executar.

A substituição é bem cabida. Já no projeto da lei que institui o Museu da História e da Cultura do Povo Negro, está previsto que o espaço não seja um museu “do negro” ou “sobre o negro”. O local se propõe a revisitar nossa história, fazendo-o, porém, da perspectiva do negro, a partir do olhar e da experiência do próprio negro.

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