terça-feira, 11 de abril de 2017

Artigo, Marcelo Aiquel - Três episódios com muita desfaçatez

Artigo, Marcelo Aiquel - Tr^des episódios com muita desfaçatez

      Ontem houve a repercussão de três novos episódios (eles se multiplicam diariamente) onde a CARA DE PAU reinou absoluta:
      O primeiro envolvendo novo depoimento de Marcelo Odebrecht, o MO, empresário ligadíssimo à panaceia – remédio de todos os males – financeira do PT.
      Ele – que foi o grande mecenas do Lula – bancou praticamente todas as “palestras” do iletrado, até ser preso pela Lava Jato.
      Pois, agora, ao denunciar seu antigo protegido e AMIGO, foi obrigado a escutar a justificativa mais eivada de desfaçatez de toda a história republicana do Brasil.
      O ex-aliado Lula da Silva teve a coragem de declarar – através de seus advogados, como convém aos grandes malfeitores – que nunca manteve qualquer relação de amizade ou negócios com quem lhe sustentou financeiramente por anos. Disse mais: que desconhece ser AMIGO da construtora que lhe bancava a vida e os projetos criminosos, além de inúmeras viagens em aviões privados.
      Então tá. Me engana que eu gosto!
      É inacreditável tal desculpa, que se assemelharia ao Batman jurar que nunca viu o Robin.
      Taxar de inacreditável esta MENTIRA é ser generoso com tamanha cara de pau. Digna do maior meliante vivo deste país.
      O segundo episódio ocorreu na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, quando quatro edis (desnecessário declinar quais partidos representam) se opuseram à concessão de homenagem ao Estado de Israel, pela passagem de seu 69º ano de independência.
      Onde está a desfaçatez do quarteto e de seus partidos?
      Nas campanhas que fazem em época de eleição,estes “cara de paus”nunca deixam de implorar votos da grande colônia israelita.
      E o pior. Enganando e iludindo a boa fé dos judeus até conseguem algumas adesões. Para depois, pisotearem na história daquele povo sofrido.
      São tão incoerentes e cretinos que sequer me dou ao trabalho de nomina-los aqui, mas certamente a comunidade israelita há de lembrar-se deles no próximo pleito.
      O terceiro episódio vem com a marca do maior grupo de mídia do Brasil, a Rede Globo. Este conglomerado que adora posar de vestal, mas tradicionalmente corre para o lado vencedor quando o peso da balança aponta para um lado. O lado do apelo popular.
      Foi assim nos anos 60; na época do Collor; com o PT e com a Venezuela. E assim seguirá a sua linha, pendendo sempre para agradar a opinião pública. Afinal, “temos que estar ao lado do povo”. Nem que seja traindo a nossa própria linha editorial.É de um posicionamento absolutamente volúvel a nossa vênus platinada.
      Pois a Globo acaba de lançar uma nova minissérie tratando da “ditadura” nos anos 70.
      Totalmente parcial, a história agride ao famoso editorial escrito pelo seu fundador Roberto Marinho e publicado no principal jornal do grupo, saudando a ação dos militares em 1964.
      Mas, para quem sempre age com desfaçatez visando interesses próprios, nenhuma novidade.


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