segunda-feira, 2 de julho de 2018

Artigo, Marcelo Aiquel - A candidata Manuela e o Roda Viva


         Foi o rengo falando do coxo.
         Inacreditavelmente, na Zero Hora de hoje (aliás, só podia ser na ZH, cuja linha editorial “descambou” á esquerdodatia, faz tempo), houve uma coluna que “tentou” fazer campanha para a Manuela D’Ávila.
         Criticando a postura de alguns “jornalistas militantes”, o autor (cujo nome sequer merece citação) fez exatamente o que condenou nos outros: comportou-se como um militante de bandeira e cartaz!
         Tanto, que não teve o pudor de confessar que assistiu todas as entrevistas com os candidatos, “até a do João Amoedo” (escreveu assim mesmo).
         Ora, pergunto eu: qual a diferença que o autor enxerga em candidatos com a mesma situação na disputa eleitoral? Ou algum cara-pálida vai me contestar dizendo que a Manuela tem mais chances de ser eleita do que o Amoedo?
         Não vi e nem preciso assistir a referida entrevista, pois, conhecendo “o estilo Manuela” não me surpreendeu a acusação de machismo, surgida após as coisas não funcionarem como ela imaginou.
         Ademais, a candidata Manuela só está colhendo o que plantou, com uma arrogância e soberba digna dos comunistas. Que, sabe-se, acumulam insucessos em todos os cantos do mundo, onde tentaram estabelecer-se.
         O que se contata é que o jornal cedeu espaço para um militante – fantasiado de jornalista – fazer apologia á “sua candidata”.
         E o pior!
         O militante/jornalista teve a coragem de atacar um dos entrevistadores, imputando-lhe a “pecha” de parcial e usando a anedota do “pombo enxadrista” – criada pelo compositor Lobão para definir aos esquerdopatas fanáticos – a fim de macular a sua reputação.
         Atitude típica de militantes esquerdistas fanáticos...

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