quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Artigo, Donato Heinen, Gazeta do Povo - A tradição de infanticídios e sacrifícios humanos indígenas que a esquerda relativiza


Uma porção de deputados de partidos esquerdistas saiu correndo em defesa do infanticídio


Poucos filósofos defendem o relativismo. Com argumentos fáceis de defender em situações hipotéticas, se aplicados à vida real eles se revelam falhos. Mesmo sem prestígio entre quem dedica a vida ao estudo do pensamento, o relativismo encontrou terreno fértil para prosperar entre parte da esquerda brasileira. Para quem não está familiarizado, o relativismo defende que não existem culturas ou mesmo princípios morais superiores, já que diferentes grupos têm códigos morais diferentes. Ou seja, tudo é permitido.
Essa visão de mundo um tanto peculiar, para dizer o mínimo, se manifestou após fala da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, dando a entender que o governo brasileiro vai intervir nas tribos indígenas que enterram crianças vivas. Uma porção de deputados de partidos esquerdistas saiu correndo em defesa do que é, na prática, infanticídio puro e simples, sob o pretexto furado de “proteção à cultura dos índios”.
Em comentário ao site Huffington Post Brasil, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), membro da Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas, afirmou que as declarações da ministra revelam “um desconhecimento total sobre a cultura dos povos indígenas desenvolverem suas crianças”. E continuou, fazendo uma afirmação que é relativismo puro: “Ela não pode querer trazer a influência de outras raças e gêneros acima da forma de indígenas”.
Como não faltam deputados de prontidão para defender a bela e moral cultura indígena do assassinato de crianças, logo apareceu também o deputado David Miranda (PSol-RJ) para manifestar seu apoio ao sepultamento de crianças vivas. “Damares não pode ser levada à sério, não se pode dar crédito ao que fala, nada do que diz é comprovado por ela. É lamentável que uma ministra insista nessa verborragia racista e fundamentalista contra os povos indígenas. É muito grave”.
Existe uma crença arraigada entre setores da esquerda de que a América pré-colombiana era um paraíso. E uma das coisas mais caras aos comunistas sempre foi a ideia de que a ideologia que defendem seria capaz de produzir um novo mundo sem desigualdades, sem injustiças, sem pobreza. O fato de ter provocado exatamente o oposto disso em todos os lugares onde foi implantada não os fez esmorecer. E na América do Sul virou modinha entre essa galera enxergar a cultura indígena com esse olhar deslumbrado, como se os maias, astecas, incas e tupi-guaranis praticassem uma espécie de “comunismo raiz”.
Talvez o único ponto de interseção entre o comunismo e as civilizações que povoaram a América antes da chegada dos europeus fosse a facilidade em produzir cadáveres — e antes que alguém interprete isso como um salvo-conduto à matança promovida por espanhóis, holandeses, franceses, ingleses e portugueses por aqui, pode tirar o cavalo da chuva porque não é.

Este texto do Jones Rossi é um exemplo do que a cobertura da Gazeta do Povo tem feito de diferente na imprensa brasileira: um jornalismo baseado em convicções fortes, como a defesa da vida.

São valores que certamente dividimos com a maioria da população brasileira, mas que vêm sendo minados por uma visão progressista e relativista, que fecha os olhos para barbaridades como o infanticídio. 


Poucos filósofos defendem o relativismo. Com argumentos fáceis de defender em situações hipotéticas, se aplicados à vida real eles se revelam falhos. Mesmo sem prestígio entre quem dedica a vida ao estudo do pensamento, o relativismo encontrou terreno fértil para prosperar entre parte da esquerda brasileira. Para quem não está familiarizado, o relativismo defende que não existem culturas ou mesmo princípios morais superiores, já que diferentes grupos têm códigos morais diferentes. Ou seja, tudo é permitido.
Essa visão de mundo um tanto peculiar, para dizer o mínimo, se manifestou após fala da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, dando a entender que o governo brasileiro vai intervir nas tribos indígenas que enterram crianças vivas. Uma porção de deputados de partidos esquerdistas saiu correndo em defesa do que é, na prática, infanticídio puro e simples, sob o pretexto furado de “proteção à cultura dos índios”.
Em comentário ao site Huffington Post Brasil, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), membro da Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas, afirmou que as declarações da ministra revelam “um desconhecimento total sobre a cultura dos povos indígenas desenvolverem suas crianças”. E continuou, fazendo uma afirmação que é relativismo puro: “Ela não pode querer trazer a influência de outras raças e gêneros acima da forma de indígenas”.
Como não faltam deputados de prontidão para defender a bela e moral cultura indígena do assassinato de crianças, logo apareceu também o deputado David Miranda (PSol-RJ) para manifestar seu apoio ao sepultamento de crianças vivas. “Damares não pode ser levada à sério, não se pode dar crédito ao que fala, nada do que diz é comprovado por ela. É lamentável que uma ministra insista nessa verborragia racista e fundamentalista contra os povos indígenas. É muito grave”.
Existe uma crença arraigada entre setores da esquerda de que a América pré-colombiana era um paraíso. E uma das coisas mais caras aos comunistas sempre foi a ideia de que a ideologia que defendem seria capaz de produzir um novo mundo sem desigualdades, sem injustiças, sem pobreza. O fato de ter provocado exatamente o oposto disso em todos os lugares onde foi implantada não os fez esmorecer. E na América do Sul virou modinha entre essa galera enxergar a cultura indígena com esse olhar deslumbrado, como se os maias, astecas, incas e tupi-guaranis praticassem uma espécie de “comunismo raiz”.
Talvez o único ponto de interseção entre o comunismo e as civilizações que povoaram a América antes da chegada dos europeus fosse a facilidade em produzir cadáveres — e antes que alguém interprete isso como um salvo-conduto à matança promovida por espanhóis, holandeses, franceses, ingleses e portugueses por aqui, pode tirar o cavalo da chuva porque não é.

Este texto do Jones Rossi é um exemplo do que a cobertura da Gazeta do Povo tem feito de diferente na imprensa brasileira: um jornalismo baseado em convicções fortes, como a defesa da vida.

São valores que certamente dividimos com a maioria da população brasileira, mas que vêm sendo minados por uma visão progressista e relativista, que fecha os olhos para barbaridades como o infanticídio. 

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