O que o Ozempic e outros medicamentos para perda de peso GLP-1 fazem ao corpo

O Ozempic (semaglutida) e outros agonistas de GLP-1 (como Wegovy e Mounjaro) imitam um hormônio intestinal para reduzir drasticamente o apetite e aumentar a saciedade. Eles agem no cérebro diminuindo a fome, retardam o esvaziamento do estômago e regulam a insulina, promovendo perda de peso significativa. 

Principais efeitos no corpo:

Ação no Cérebro (Hipotálamo): Atuam nos centros de regulação do apetite, reduzindo a fome e os desejos por comida.

Esvaziamento Gástrico Lento: Fazem com que a comida permaneça por mais tempo no estômago, resultando em sensação de plenitude e saciedade precoce.

Controle da Glicose e Insulina: Estimulam o pâncreas a liberar insulina de forma inteligente (quando a glicose está alta) e suprimem o glucagon, ajudando no controle do diabetes tipo 2 e na sensibilidade à insulina.

Perda de Massa Magra: A rápida perda de peso pode incluir não apenas gordura, mas também até 40% de massa muscular, reforçando a necessidade de exercícios resistidos.

Efeitos Colaterais Comuns: Náuseas, vômitos, diarreia, constipação e sensação de plenitude gástrica são frequentes. 

Porto Alegre é a segunda capital onde jovens estudantes mais fumam maconha. Floripa é a primeira da lista.

 Porto Alegre foi classificada como a segunda capital brasileira com maior consumo recente de maconha entre estudantes de 13 a 17 anos, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada ontem pelo IBGE.

Destaques da Pesquisa (PeNSE/IBGE 2024-2026):

Posição de Porto Alegre: A capital gaúcha registrou que 5,5% dos adolescentes relataram uso de maconha nos 30 dias anteriores à pesquisa.

Ranking: Porto Alegre fica atrás apenas de Florianópolis (7,5% de uso recente).

Outras capitais: Belo Horizonte e Cuiabá (5,1%) e São Paulo (5%) também apresentaram altos índices, mas abaixo de Porto Alegre.

Uso ao longo da vida: O Rio Grande do Sul destacou-se com 11,4% dos estudantes relatando uso de entorpecentes em algum momento da vida, inferior apenas ao Distrito Federal (12,2%). 

Apesar dos altos índices de consumo no Sul do país, o relatório apontou uma queda geral no uso recente de substâncias (ilícitas, álcool e tabaco) entre adolescentes no Brasil na comparação de 2024 com 2019. No entanto, a pesquisa destacou um aumento no uso de cigarros eletrônicos (vapes).