domingo, 14 de julho de 2019

Governos do PT acionaram máquina de assassinar reputações

O ministério da Justiça durante o governo Lula, foi uma fábrica de dossiês e "atiradores de elite" contratados para assassinar reputações, conforme mostra o delegado e ex-secretário Nacional de Justiça, Tuma Júnior.

O editor já produziu centenas e centenas de notas e reportagens nesta página e escreveu um livro, "Cabo de Guerra", para denunciar de que modo o governo Lula usou seus aparatos no ministério da Justiça para perseguir adversários e para  subjugar o governo Yeda Crusius no RS, quebrando as pernas dos adversários dos outros Partidos e  promovendo a mais devastadora campanha de assassinatos de reputação jamais vista no País. 

Nos seus livros "Assassinato de reputações", I e II" e matéria de capa da revista Veja da época, o delegado Tuma Júnior, ex-secretário nacional de Justiça de Tarso Genro no ministério da Justiça, confirmou tudo o que o livro do editor conta e denuncia que, sob o comando de Tarso Genro, ex-governador do Rio Grande do Sul, o governo patrocinava a produção de dossiês contra adversários políticos. Ele usou e abusou da Polícia Federal, inclusive no RS, onde usou até mesmo Partidos alinhados ou laranjas.

Tuma Júnior avisou que tem provas de tudo que publicou no livro. Ele é um policial experimentado. E também é filho do ex-senador Romeu Tuma, chefe da Polícia Federal de SP durante a ditadura militar e carcereiro de Lula. Em relação a Lula, Tuma Júnior faz uma acusação mais grave. Afirma que ele foi "informante da ditadura". "Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir na sala do meu pai. Presenciei tudo", diz o delegado.

. Tuma Júnior não só foi secretário de Tarso Genro no ministério, como foi nomeado por ele presidente da Comissão Nacional de Pirataria. No dia 6 de setembro de 2010, quando Tarso era candidato ao governo do RS, ele foi escalado para ajudar seu antigo chefe na campanha, programado para participar do evento sobre o Plano de Governo do PT no Estado, a Quinta Plenária.

.O delegado Tuma Júnior revelou na reportagem de Veja que um dos alvos das campanhas de desmoralização (espionagem e formação de dossiês falsos) foi Marconi Perillo, governador de Goiás. "Só porque ele avisou o Lula da existência do mensalão", diz Tuma. Outro alvo, segundo o delegado, teria sido o ex-senador cearense Tasso Jereissati, também adversário do ex-presidente. Tuma Júnior afirma que o pedido partiu do hoje ministro Aloizio Mercadante.

. José Dirceu também é alvo de chumbo grosso nos livros. Tuma afirma que caiu do governo por ter descoberto a "conta do mensalão" no exterior. Ela teria sido criada nas Ilhas Cayman e seria operada pelo ex-ministro da Casa Civil. "Mandei cópia para o ministro Tarso Genro apurar isso, e espero resposta até hoje... Será que fui defenestrado por ter chegado à conta caribenha do mensalão?"

. Tuma Júnior afirma ainda que Celso Daniel foi alvo de um assassinato político e que recursos desviados na prefeitura de Santo André alimentavam campanhas do PT. Diz que isso foi dito a ele pelo ministro Gilberto Carvalho.

CLIQUE AQUI para ler reportagem de Veja sobre o o livro, parte I.


Um comentário:

  1. Eu tenho o livro e recomendo a leitura. É contundente! Mostra claramente as diversas faces do governo PT e seus aliados.

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