Artigo, Astor Wartchow - Nada será como antes

Advogado
Verdade que ninguém sabe quanto tempo vai durar a pandemia, nem quando teremos a indispensável vacina. Porém, este desconhecimento  não tem impedido, nem inibido,  desde já, a formulação de várias hipóteses do que poderá  suceder futuramente.
Ao longo desta profunda imersão residencial e espiritual, literalmente falando, todos se fazem perguntas e mais perguntas. Que mundo emergirá? Que ideias prevalecerão? Continuaremos iguais em nossos defeitos pessoais e sociais? Ou seremos melhores no trato das questões existenciais e comunitárias?
No caso brasileiro, em se tratando de administração pública,  e sem prejuízo de encaminhamento e solução das demais carências estruturais, ficou evidente a urgência e emergência de um vigoroso plano nacional de saneamento básico e qualificação do SUS. Ou alguém tem dúvidas que outros surtos pandêmicos surgirão?
A desocupação produtiva e carência financeira de milhões de brasileiros, fruto do desemprego corrente e da própria pandemia,  e sua corrida às agências bancárias e lotéricas em busca do socorro emergencial, revelou a dimensão da pobreza nacional.
Se bem sucedidas as respectivas inscrições, pessoais e documentais,  os controles e os pagamentos, resultará um precioso acervo de informações sociais e econômicas acerca do contigente humano e populacional mais fragilizado de nossa sociedade. 
Serão dados estatisticos que provocarão perguntas novas e urgentes respostas de todos entes federativos do estado brasileiro. Pensando de modo otimista, poderão motivar e determinar uma ruptura e ressignificação qualitativa das ações de governo, relativamente às suas limitações atuais.
Outra questão que emergirá, nacional e mundialmente, diz respeito ao futuro da globalização industrial e comercial. Com certeza, haverá uma desaceleração expressiva, notadamente voltada às relações com a China. Provavelmente, as demais nações e seus governos passarão a incentivar a produção local.
Afinal, sem entrar no mérito de possíveis teorias conspiratórias, a verdade é que o mundo(!) ficou chocado com o tamanho da dependência de insumos e equipamentos médicos fornecidos pela China.  Ficaram evidentes a fragilidade e insegurança do ocidente!
Se ainda não formulamos todas as perguntas possíveis, e pela mesma razão que não imaginamos todas as respostas cabíveis e soluções realizáveis, algo, porém, parece certo: nada será como antes!

Um comentário:

  1. É O DUMPING ESTUPIDOS!
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    JOGADORES DE XADRES, ATÉ MEDIOCRES PERCEBERAM DE A MUITO:

    A CHINA LEVOU AS FABRICAS DO MUNDO TODO, USOU A FORÇA DO INIMIGO, O CAPITAL INTEELECTUAL E TECNOLÓGICO, QUE ERA O FORTE DO INIMIGO,E CRIOU UMA DEPENDENCIA GIGANTESCA DO MUNDO TODO.

    SE VOCE DISSER:

    -NÃO COMPRAREMOS MAIS DA CHINA!

    MAS DE QUEM COMPRARÁ ENTÃO, CARA PALIDA?

    HOUVE UM DESEQUILIBRIO ECONOMICO MUNDIAL, CAUSADO PELA CHINA,, UMA ECONOMIA DE ESTADO,CAPITAL ESTATAL, E

    PRATICAR DUMPING
    =================,
    QUE É VENDER MAIS BARATO DO QUE O CUSTO, ATÉ QUEBRAR OS CONCORRENTES, COMO SE VERIFICOU NA EUROPA ESTADOS UNIDOS,E OUTROS GIGANTES DECAPITADOS PELOS CHINAS.

    FABRICAS E EMPREGOS SE FORAM NA EUROPA ESTADOS UNIDOS ,POIS CAPITAL PRIVADO NÃO SE SUSTENTA COM DUMPING PRATICADO PELOS
    PLAYERS, QUE SAEM DO JOGO.

    O MUNDO SE CALOU, GOVERNANTES CORRUPTOS "ACEITARAM" O JOGO SUJO E AGORA TEM QUE DESMONTAR E FAZER VALER REGRAS.

    A CHINA TERÁ QUE ACEITAR OU IMPOR O MODO CHINES AO MUNDO COMO DISSE XI JIPPING, O PRESIDENTE.

    XI JIPPING ANDOU PELO MUNDO E AVISOU...OS GOVERNANTES OU ESTAVAM DISTRAIDOS NÃO RECLAMARAM, OU ESTAVAM "PIXULECADOS"...

    PRATICAR DUMPING! É COMO PENALIDADE MAXIMA

    A CHINA GANHOU TAPETE PARA AS VISITAS DO TODO PODEROSO EM TODOS OS PAISES ONDE FOI DAR SEU RECADO, A CHINA AGORA FAZ AS REGRAS, ATERRORIZOU, CRIOU MEDO, ALCANÇOU OS TEMEDIOS...

    MOSTROU QUEM MANDA.

    SIM ,O MUNDO AGORA É OUTRO!

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