O deputado Paparico Bacchi, PL preside a CPI dos Pedágios. Ele é candidato à reeleição.
O deputado está inconformado com a atuação da AGERGS na fiscalização dos contratos de concessão rodoviária no Rio Grande do Sul.
O problema não está na qualificação técnica dos servidores, mas na falta de poder efetivo da agência para resolver os problemas apontados pela CPI dos Pedágios, que foio prorrogada e está em curso.
E o papel que tem jogado o governo Eduardo Leite?
A AGERGS está sendo desmoralizada ao não conseguir impor respostas concretas diante das falhas nos contratos, reajustes tarifários e ausência de obras. Enquanto as concessionárias arrecadam milhões dos usuários, a responsabilidade pelas entregas fica sendo empurrada entre governo, agência reguladora e empresas.
O que pode ser feito ?
O modelo de fiscalização deve,ser repensado. O Ministério Público pode ter maior protagonismo no acompanhamento o desempenho das concessões, por possuir mais autonomia para agir diante de irregularidades. A atual estrutura não tem conseguido proteger o usuário gaúcho, que segue pagando tarifas sem receber as obras prometida
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