Melnick Even fechou balanço de 2017 com lucro de R$ 55 milhões


A empresa apresentou um lucro líquido de 55 milhões de reais. 

A Melnick Even, Porto Alegre, fez 5 lançamentos e focou suas atividades no desempenho comercial, além de manter a margem operacional de vendas e de lucro, realizando agressivas e bem-sucedidas campanhas de vendas de estoque, envolvendo milhares de corretores em Porto Alegre, Canoas, Eldorado do Sul e Atlântida.

Limitada pela falta de aprovação de projetos na PMPA, a empresa lançou R$ 374 milhões de VGV Bruto, com o Linked Teresópolis, a segunda fase do Grand Park Lindóia e o GO Santana. Na Melnick Even Urbanizadora, foram dois lançamentos,o Península, no bairro Ponta da Figueira, em Eldorado do Sul e o loteamento Domingos de Almeida Parque Residencial, em Pelotas, ampliando a presença da empresa no estado.

O Linked foi o lançamento do ano em Porto Alegre. Situado no bairro Teresópolis,num novo eixo de desenvolvimento que a empresa está criando e apostando na cidade. Com um desempenho de vendas excepcional: 95% das unidades foram vendidas em apenas 30 dias.Com VGV de R$ 105 milhões, uma torre comercial e outra residencial com314 unidades, o complexo multiuso tem um Shopping e supermercado do Grupo Zaffari e uma unidade do HUB da Saúde com uma unidade do Hospital Moinhos de Vento.

Segundo Juliano Melnick, diretor da empresa: “Apesar de todas as dificuldades de lançamentos em 2017, conseguimos um resultado bem expressivo, mantendo o volume de operação da empresa no mesmo patamar de antes da crise. Também investimos pesado e tivemos uma excepcional na expansão de nosso landbank. Neste ano já tivemos um Melnick Even Day acima da expectativa e vamos torcer para que a prefeitura consiga aprovar mais projeto sem 2018, pois tivemos um ótimo resultado de vendas nos lançamentos do ano passado”.

Artigo, Marcelo Aiquel - Até quando esta mjulher vai aprontar impunemente ?

Artigo, Marcelo Aiquel - Até quando esta mjulher vai aprontar impunemente ?


         A senadora Gleise “narizinho” Hoffmann segue desafiando os astros, e falando um festival de M..DAS cada vez que enxerga um microfone.
         Ela já passou do limite minimamente aceitável de bom senso. Seja qual for a ótica de parâmetro utilizada.
         Confiando cegamente numa imunidade parlamentar que, data vênia, não a protege de todos os crimes (para os que acham que não é “bem assim”, basta ler – se souber – o que diz a legislação sobre o tema), especialmente o mais recente: a entrevista para a rede de TV Al Jazeera, do Catar, datada de ontem, 17/04.
         Desta vez, a “amante” pisou na bola ao afrontar a Lei 7170/83, que dispõe sobre os crimes contra a segurança nacional. E, não venha ela, ou algum advogado contratado a “peso de ouro” para defendê-la, alegar que as afirmações foram feitas de “cabeça quente”, ou por grave comoção.
         Não! O seu chefe supremo, Lula da Silva, já cumpre pena há mais de oito dias. Se, neste tempo, a senadora não conseguiu “esfriar a cabeça” e refletir sobre o que fala na condição de presidente do PT, nunca terá o compromisso com o devido respeito a um Poder da República.
         O mais curioso é que a senadora não se cansa de clamar por democracia. A mesma democracia que ela e seu grupo político solenemente ignoram!
         A verdade é que a “narizinho”, ou “amante”, já extrapolou – faz muito – o decoro parlamentar.
         E, agora, “chutou o balde” ao convidar (?!?) o povo muçulmano a lutar pela liberdade do seu escroque chefe.
         Onde anda a nossa Procuradora Geral?  Raquel Dodge, que foi muito vigilante ao apresentar denúncia contra os deputados Jair e Eduardo Bolsonaro, poderia assistir ao vídeo da senadora e tomar as providências cabíveis.
         Quanto mais não seja, para mostrar que a douta PGR está atenta ao cumprimento da lei no Brasil.
         E, no Senado Federal, uma investigação para ver se o decoro não foi ferido, novamente.
         Seria exigir muito?

TRF4 repele embargos de Lula nos processos do Instituto Lula e do segundo apartamento de Lula


A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou hoje (18/5), por unanimidade, mais dois recursos interpostos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eram dois embargos de declaração referentes a decisões tomadas no processo que averigua a propriedade de um apartamento e um terreno do Instituto Lula em São Bernardo do Campo (SP). Nos dois casos, o relator entendeu que se tratava de “mera insatisfação” da defesa e que os pontos apontados já haviam sido devidamente enfrentados de forma fundamentada pelo colegiado no julgamento do mérito.
Sistema Drousys
O primeiro eram embargos de declaração em uma correição parcial julgada dia 7 de março na qual a defesa teve negado o pedido de suspensão de provas anexadas aos autos relativas ao Sistema Drousys, usado pela empreiteira Odebrecht para gerenciar o pagamento de propinas.
Nos embargos de declaração, os advogados do ex-presidente alegavam erro material por ausência no voto do relator da descrição correta de documentos anexados/perícias e, por conseqüência, erro na fundamentação do acórdão.
Exceção de Suspeição
O segundo recurso foi interposto apontando omissão da turma ao deixar de analisar, no julgamento da exceção de suspeição contra o juiz Sérgio Moro ocorrido em 28 de fevereiro, alegação da defesa de que o magistrado, em palestra proferida na Petrobras, teria aconselhado representantes da empresa, faltando com isenção. Os advogados sustentavam ainda existência de obscuridade na ausência de posicionamento do colegiado quanto ao artigo 254, IV, do Código de Processo Penal, que trata dos motivos de suspeição de magistrados.

Democracia e instituições no Brasil


Democracia e instituições no Brasil
Pari passu com o processo de democratização no Brasil temos um processo de institucionalização que corre lentamente, com idas e vindas

MURILLO DE ARAGÃO*, O Estado de S.Paulo

Pari passu com o processo de democratização no Brasil temos um processo de institucionalização que corre lentamente, com idas e vindas. A democratização sempre conta com o apoio da mídia e da academia, o que não acontece com a institucionalização. E esse descompasso no tratamento dessas duas questões não tem sido percebido de forma adequada.
A democratização sempre foi vista como um objetivo inexorável e erga omnes a ser atingido pelo País. Já a institucionalização, nem tanto. Qual a razão? Devemos olhar para o nosso passado, tempo em que as relações pessoais eram sempre mais importantes que as relações institucionais.
Mas, ao largo do interesse pontual de se relacionar com os Poderes por meio de conexões pessoais, a fragilidade das instituições no País decorre também da visão esquerdista, uma espécie de software residente da academia e de setores da imprensa para interpretar o Brasil.
O processo de “desinstitucionalizar” o Brasil se dá pelo enfraquecimento das instituições, por sua desmoralização e, também, pelo aplauso ao conflito institucional. Por exemplo, a criação de matérias acadêmicas sobre o “golpe” contra Dilma mostra o viés “desinstitucionalizante” de setores da academia.
Poderiam estudar, por exemplo, a desistitucionalização no governo Dilma, em que ministros eram bypassados por secretários e a hierarquia e o federalismo, repetidamente desvalorizados.
Para os esquerdistas mais obtusos, as instituições estão a serviço das classes dominantes. E quando não estão a serviço do seu projeto de poder (das esquerdas), devem ser fragilizadas. Pois, fortalecidas, favorecem o establishment.
Fazendo um exercício básico: a intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é uma expressão do governo; o governo é inimigo das esquerdas por ter “derrubado a presidente Dilma Rousseff”; portanto, a intervenção deve ser fragilizada.
O fato de a imensa maioria da imprensa e da academia acreditar que os políticos são corruptos e a política é corrompida favorece a tese de que nada que venha do mundo político pode ser considerado legítimo. Mesmo que tenha amplo apoio popular.
Por isso qualquer iniciativa que fortaleça o establishment não interessa. Pois trabalha contra duas teses em voga: a total – e utópica – renovação da política e a volta do mundo esquerdista ao poder.
A desmoralização das instituições é amplificada por um vício de destacar o veneno e não a cura. Não cultivamos a reflexão a ponto de destacar que o governo e as instituições não são necessariamente e o tempo todo “do mal”. O que reflete um grave desconhecimento da sociedade sobre a necessidade da política.
Para tristeza dos marxistas, as teorias são frequentemente desmoralizadas neste recanto tropical. As instituições no Brasil não estão a serviço dos poderosos nem das classes dominantes.
As instituições, numa sociedade fraca como a nossa, estão a serviço dos próprios interesses daqueles que as controlam. E como o Estado é mais poderoso do que a sociedade, as classes dominantes são as corporações de burocratas. Cuja narrativa de fortalecimento do Estado visa, acima de tudo, fortalecer o domínio dessas corporações sobre o Estado e, por conseguinte, sobre a sociedade.
Daí vivermos sob o jugo do corporativismo de auxílios-moradia, seguros odontológicos, férias e recessos prolongados, aposentadorias precoces, sistemas diferenciados de aposentadoria, auxílio-paletó, burocracia excessiva, precariedade de serviços públicos e sistema tributário caótico, entre outros desvios.
A desmoralização das instituições também ocorre quando, no afã de atender a pressões midiáticas, se tomam decisões “não institucionais”, vulnerando a lei, violando a Constituição, estimulados pelo ativismo judicial. No processo de desmoralização das instituições, consideram-se aceitáveis os excessos do ativismo judicial e as frequentes soluções pela via da judicialização.
O establishment político não é apenas vítima de uma perversa conspiração para enfraquecê-lo e daqueles que submetem as instituições aos interesses das corporações. O comportamento dos políticos e as regras da política também são claramente desinstitucionais ao não combaterem a supremacia do Estado sobre a sociedade e terem promovido relações espúrias do capitalismo tupiniquim com empresas estatais, por meio de doações e propinas. Entre muitos outros desvios.
No Brasil, a Presidência da República também é, por excelência, um elemento de desinstitucionalização, por acumular poderes que desequilibram o federalismo e a relação com os outros Poderes.
Da mesma forma, a excessiva autonomia do Ministério Público Federal é um elemento que, sob a justificativa do bem comum, enfraquece as instituições, ao fomentar decisões não apenas transversais, mas com verticalidades que desmontam a hierarquia dentro e entre os Poderes.
Em suma, vivemos um quadro de grande desordem institucional que não é conjuntural. Decorre, como vimos aqui de forma sintética, de vários fatores históricos e estruturais de nosso sistema político.
Porém, ao final de tudo, o que mais espanta é o fato de não existirem grandes questionamentos sobre o tema. Predominam visões que sancionam ou descredenciam os movimentos a partir de interesses, e não de princípios.
No entanto, a construção de uma democracia de verdade impõe instituições fortes que operem dentro de marcos constitucionais e legais claros. Devemos, o quanto antes, retomar o caminho do fortalecimento de nossas instituições.
* CONSULTOR, ADVOGADO E CIENTISTA POLÍTICO, DOUTOR EM SOCIOLOGIA (UNB), É PROFESSOR ADJUNTO DA COLUMBIA UNIVERSITY (NOVA YORK)


Manifesto de Carlos Schmidt

"COMEÇOU O ATAQUE! Quando não conseguem atacar a pessoa atacam seu trabalho. Foi assim quando passamos o filme O IMPEACHMENT. Nos chamaram de tudo. A intolerância de petistas com qualquer coisa que os desmascare se torna selvagem! O termo mais gentil e recorrente é me chamarem de homofóbico! Logo eu que sempre tive e tenho funcionários gays e sempre exibi filmes sobre a temática! Mas uma coisa eu assumo, sou intolerante! Intolerante a corrupto e quem os defende! Começaram a surgir ameaças de boicote ao Guion Cinemas! Nunca obriguei ninguém a ir no meu cinema, mas se a redução se fizer sentir quem vai sentir mais é a cidade e não eu, que finalmente poderei ter dias de folga, coisa que como empresário não tenho direito.  Deixarei de cumprir metas esdrúxulas e impositivas do governo numa atividade que é privada! Deixarei de pagar taxas abusivas de impostos! Deixarei de me angustiar mensalmente se terei condições de pagar nossos colaboradores e fornecedores! Manifestei em meu perfil minha contrariedade com os rumos do judiciário e da política deste País! Esta maneira policialesca de horda, que grupalmente como sói acontecer vem achacar e censurar é aquilo contra o qual batalho.  Não vão me fazer ter vergonha de querer que a lei seja cumprida. Não sou eu que devo ter vergonha, são eles. Enfim se alguém acha que nosso trabalho ao longo destes 40 anos nesta cidade e quase 23 anos de Guion valeram, vá na página e manifeste-se!".

Artigo, Flávio José Kanter, Zero Hora - Ensinar e aprender com velhos


Atendo muitas pessoas velhas, entre 80 e cem anos. Não é raro acompanhantes, cuidadores e familiares, terem restrições a hábitos de vida, horário e tipo de alimentação e bebida, banho, dormir e acordar, vontade de sair de casa, dirigir seu carro... Quando são lúcidos e comandam bem seus corpos, pensamentos e  sentimentos, tendo a apoiá-los. Comento que chegaram a essa idade conduzindo a vida do seu jeito e que assim está dando certo. Não fosse isso, não estariam como estão. Digo que nós não sabemos se vamos chegar vivos até a idade que eles chegaram. Sugiro que temos o que aprender com eles, não a ensinar. Os velhos reagem com um sorriso triunfante, cheios de orgulho. Os acompanhantes recebem a sugestão com um sorriso desconcertado, mas sempre concordam.

Nem tudo precisa ser tratado
É comum querer tratar velhos como se fossem crianças. Serve para lidar com os que já não têm condições mentais e físicas para gerenciar suas existências com autonomia. Muitos conflitos que se verificam entre eles e seus jovens são desnecessários. O hábito dos mais moços de achar que seu jeito de conduzir a vida dos velhos é melhor, nem sempre corresponde à verdade nem os torna mais felizes. Por vezes, não sabemos o que é melhor para nós. Por que achar que se sabe o que é melhor para o velho... Melhor saber o que sentem e pensam.
Há uma tendência a medicalizar a velhice. Nem tudo precisa ser tratado. Lembro o que Darwin identificou, sobrevive quem se adapta, não o mais forte. Bernard Lown cita um adágio que diz que não se conserta o que não está quebrado. Velhice não é doença. Devemos tratar as doenças que acometem velhos, como tratamos as que atingem jovens. O desafio é reconhecer o que o envelhecimento muda em cada um.
Ajudar velhos e seus familiares com criatividade para fazer as adaptações a essa fase da vida pode ajudar mais do que buscar mudanças ou dar remédios. Só não é assim para os que perderam o vigor físico e a lucidez, os que estão dependentes. Não sendo isso, é melhor apoiá-los no seu jeito, protegê-los de riscos, aprender com eles.

Artigo, Tito Guarniere - O ódio ao PT


Os petistas reclamam o tempo todo que são vítimas do ódio das elites. Nas elites, eles incluem os que, simplesmente, não simpatizam com o seu discurso, os seus métodos de atuação, as suas práticas políticas. Não vislumbram senão um ódio gratuito, pelo que nunca fizeram, pelos erros que nunca cometeram: são odiados – vejam só - pelo bem que fizeram aos pobres e excluídos deste país. Este é um dos mitos mais obscuros e mais sórdidos, dos tantos que alimentam o imaginário lulopetista.

Este é um aspecto crucial do desgosto, da ojeriza que o PT provoca em amplos contingentes da população, mesmo aqueles que não são de direita, não votam em Bolsonaro e não querem a volta do regime militar. Ao generalizar, ao classificar todos os eleitores que não votam em Lula, Dilma e no PT, de pessoas egoístas e preconceituosas, o lulopetismo afastou de si uma parcela significativa de brasileiros – às vezes sequer interessada em política partidária – que só quer viver sua própria vida, estudar, produzir, prosperar, independente de quem governa o país.

Esses concidadãos, numerosos, alfabetizados e influentes, não odeiam ninguém. Mas se sentem injuriados pela baixaria, que equivale a dizer que eles são pessoas péssimas, capazes de detestar um semelhante só porque é pobre, e - a que ponto chega a maldade! - capazes de ficar incomodados quando esses pobres prosperam e melhoram de vida.

Essa atitude arrogante, essa pretensão insana, permeia o discurso, a visão de mundo de Lula e dos seus seguidores. Esse mundo assim dividido entre virtuosos (que são eles) e maus (que são os demais), é uma vertente autoritária, excludente e intolerante do PT, que envenena as relações do partido com uma boa parte da sociedade brasileira. A ironia está em que o PT – como se viu em Lula às vésperas de sua prisão – mantém o tempo todo o dedo em riste, acusando os outros de autoritários, intolerantes e excludentes.

A jornalista Cora Rónai, em O Globo, diz com razão e propriedade sobre Lula: “Um candidato pode ser o que quiser, mas um presidente não. O presidente de todos os brasileiros não pode dizer que quem não votou no seu partido odeia os pobres e tem horror de ver os filhos dos pobres na universidade, porque além de divisiva, essa afirmação é extremamente ofensiva e soa como um insulto”.

Outro jornalista, Carlos Alberto Sarderberg, admitindo que a vida dos pobres melhorou com Lula, observa, entretanto, que a melhoria se deu por causa de um ciclo de expansão capitalista, que aconteceu na Índia, Chile, Tailândia, Peru e em todos os países emergentes.

No mesmo artigo, Sarderberg assinala que os ricos, muito ao contrário do que diz a lenda petista, adoram quando mais pessoas, pobres ou não, viajam de avião, entram nas faculdades, especialmente as particulares – que foi onde a imensa maioria dos pobres ingressou. Como todos sabem, as universidades públicas são as mais frequentadas pelos filhos dos ricos.

E por que adoram? Porque os ricos, donos de faculdades, donos das companhias aéreas, dos hotéis e das lojas, querem vender, ganhar dinheiro, querem ver seus negócios prosperando. Rico tem pavor da recessão, não de pobres indo às compras e ao consumo.

titoguarniere@terra.com.br