Nota do presidente Donald Trump

 O Hamas tem sido uma ameaça implacável e violenta, por muitos anos, no Oriente Médio! Eles mataram (e tornaram vidas insuportavelmente miseráveis), culminando com o MASSACRE de 7 de outubro, em Israel — bebês, mulheres, crianças, idosos, e muitos jovens — homens e mulheres, meninos e meninas — que se preparavam para celebrar suas vidas futuras juntos. Como retribuição pelo ataque de 7 de outubro à civilização, mais de 25.000 “soldados” do Hamas já foram mortos. A maioria dos demais está cercada e MILITARMENTE PRESA, apenas esperando que eu dê a palavra, “VAI”, para que suas vidas sejam rapidamente extintas. Quanto aos demais, sabemos onde e quem são, e vocês serão caçados e mortos. Peço que todos os palestinos inocentes deixem imediatamente esta área de potencial grande morte futura e se dirijam a partes mais seguras de Gaza. Todos serão bem cuidados por aqueles que estão prontos para ajudar. Felizmente para o Hamas, no entanto, eles receberão uma última chance! Grandes, poderosas e muito ricas Nações do Oriente Médio, e das áreas circundantes além, juntamente com os Estados Unidos da América, concordaram, com a adesão de Israel, com a PAZ, após 3.000 anos, no Oriente Médio. ESSE ACORDO TAMBÉM PRESERVA A VIDA DE TODOS OS COMBATENTES RESTANTES DO HAMAS! Os detalhes do documento são conhecidos pelo MUNDO, e é um ótimo acordo para TODOS! Teremos PAZ no Oriente Médio, de uma forma ou de outra. A violência e o derramamento de sangue vão cessar. LIBERTEM OS REFÉNS, TODOS ELES, INCLUINDO OS CORPOS DAQUELES QUE ESTÃO MORTOS, AGORA! Um acordo deve ser fechado com o Hamas até domingo à noite, às SEIS (6) DA TARDE, horário de Washington, D.C. Todos os países assinaram! Se esse acordo de ÚLTIMA CHANCE não for alcançado, todo o INFERNO, como ninguém jamais viu antes, irromperá contra o Hamas. HAVERÁ PAZ NO ORIENTE MÉDIO, DE UMA FORMA OU DE OUTRA. Obrigado pela atenção a este assunto!

PRESIDENTE DONALD J. TRUMP


 egundo o Estadão, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), investigada em esquemas de descontos ilegais a beneficiários do INSS, é alvo de questionamentos após movimentar R$ 2 bilhões em apenas um ano. O dado consta em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entregue à CPMI do INSS, e reforça suspeitas de desvio de recursos e operações incompatíveis com a realidade financeira da entidade.


O relatório aponta que parte das transações ocorreu de forma “incompatível com a declaração de rendimentos” e incluiu operações “em regiões de fronteira, sem vínculo comercial aparente”. Entre os locais citados estão Rodeio Bonito (RS), Cruzeiro do Sul (AC) e Tangará da Serra (MT). Embora não sejam vizinhos imediatos de países estrangeiros, os municípios ficam em áreas consideradas sensíveis do ponto de vista financeiro.



A análise do Coaf cita ainda movimentações “muito acima do declarado” e indícios de transações com terceiros sem relação comercial identificada. Em abril de 2025, por exemplo, R$ 46,4 milhões foram depositados em um curto intervalo de tempo. Também foram detectadas operações de “cheques viagem”, um sistema de pagamentos utilizado em transações internacionais, sem justificativa clara para a entidade.


A Polícia Federal já havia deflagrado em abril a Operação Sem Desconto, que mira sindicatos rurais suspeitos de fraudes em cobranças sobre benefícios previdenciários. A Contag, fundada nos anos 1960, aparece como uma das principais investigadas. Dados da Controladoria-Geral da União (CGU) apontam que, entre 2016 e janeiro de 2025, a confederação arrecadou R$ 3,4 bilhões em descontos associados.


O histórico da entidade evidencia sua proximidade com o Partido dos Trabalhadores (PT). Ex-dirigentes ocupam cargos no partido, e o ex-presidente da Contag, Aristides Veras, é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE), atual primeiro-secretário da Câmara. O relatório ressalta que a ligação política levanta dúvidas sobre o uso dos recursos e a influência partidária sobre o sindicato.



Em 2023, a receita oficial da Contag foi de R$ 507 milhões. No entanto, o Coaf identificou que só entre maio de 2024 e maio de 2025, os valores movimentados superaram quatro vezes essa média, alcançando R$ 2 bilhões — sendo R$ 1,017 bilhão em receitas e R$ 1,015 bilhão em pagamentos.


Procurada, a Contag não se manifestou até a publicação desta reportagem. Enquanto isso, investigações avançam sob a suspeita de que parte das transações possa configurar fraude e desvio de finalidade, com impactos diretos sobre milhares de beneficiários do INSS.


Arroio do Sal, RS, terá um segundo superporto. Investimento inclui complexo ferroviário e custará R$ 30 bi.

Depois do Porto Meridional, agora o município de Arroio do Sul, RS, anuncia o Porto Litoral Norte S/A, que será o segundo empreendimento portuário na cidade, proposta integrada a uma ferrovia.

Com a recente liberação por parte da ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a empresa Doha já começou os estudos ambientais do segundo porto. As equipes técnicas dos investidores preveem inovações tecnológicas que deverão atenuar de forma significativa os impactos ambientais que poderão ser ocasionados. 

O Porto Litoral Norte está orçado em R$ 30 bilhões e funcionará como um porto offshore. Este sistema fará com que a estrutura portuária fique posicionada a 2.800 metros da costa litorânea e terá um calado de 34 metros de profundidade, permitindo a atracagem dos maiores navios já construídos, como Post-Panamax, Capesize e Chinamax. O empreendimento será instalado em uma área de 1.300.000 metros quadrados no Balneário Arroio Seco, localizado no lado norte do município. O projeto já existe há mais de cinco anos.

Projeto apresentado à comunidade

No final de agosto, o projeto do Porto Litoral Norte foi apresentado na Câmara Municipal de Vereadores para as lideranças e autoridades locais. Na oportunidade, a empresa Doha também mostrou o projeto da ferrovia que terá uma concessão de 99 anos, podendo ser renovada por mais 99. Essa malha ferroviária sairá de Arroio do Sal, atravessará a região metropolitana do Rio Grande do Sul, passará por Santa Maria (RS), Chapecó (SC), Cascavel (PR) e chegará até Terra Roxa, na divisa com Mato Grosso. O projeto também está orçado em quase R$ 30 bilhões e será financiado pelos mesmos investidores do porto.

O prefeito Luciano Pinto também defende que estes empreendimentos serão ferramentas estratégicas para aumentar a competitividade econômica do Rio Grande do Sul e do país, e as medidas compensatórias servirão para grandes investimentos na saúde, na educação, no turismo, na área social e nas obras de infraestrutura da cidade.




Artigo, especial, Alex Pipkin - O vinho da ilusão

Alex Pipkin, PhD

Quem me acompanha sabe que, entre as bebidas que contêm álcool, só aprecio uma: o vinho. Talvez por isso a analogia me venha de forma tão clara. A juventude não pode ser perdida, mas ela vem sendo embriagada com um vinho adulterado – não aquele néctar dos deuses, um tinto honesto – mas uma mistura traiçoeira, feita para enganar. Escolas, universidades e redes de informação servem diariamente essa bebida doce e enganosa, que promete grandeza moral e certezas absolutas. Muitos jovens bebem sem questionar, e enquanto o gosto parece agradável, acreditam estar no caminho da virtude. Mas toda embriaguez cobra seu preço. A ressaca da realidade não perdoa.

Ah, como a realidade vivida é dura. A vida é mesmo dura, e sempre foi. Não há almoço grátis, não existem milagres econômicos. Só o trabalho, a responsabilidade e o enfrentamento do real corrigem as ilusões. A experiência ensina, mas esperar apenas por ela é arriscado. Cada ano de atraso é uma juventude que se afasta ainda mais da verdade, mergulhada em fantasias coletivistas e nos fantasmas da opressão e da desigualdade, em suas mentes, ainda em formação, tudo isso conduzindo ao atraso.

No Brasil, um dos venenos mais persistentes é a ignorância econômica. Políticas populistas são vendidas como ciência, mas não passam de truques baratos que já fracassaram incontáveis vezes. São garrafas antigas, rotuladas de maneira sedutora, escondendo a mesma miséria de sempre. Inflação, desemprego, perda de liberdade. A juventude, sem preparo crítico, aplaude como se fosse novidade, quando a história já mostrou que esse vinho é amargo e destrutivo.

A mídia cumpre, nesse banquete tóxico, um papel nefasto. Em vez de promover diversidade de visões, tornou-se o sommelier dessa embriaguez. É ela quem enche as taças, distribuindo narrativas prontas, embaladas como música agradável para ouvidos já treinados a rejeitar o contraditório. Muitos jovens, sem perceber, vivem de goles fáceis, acreditando estar bem informados, quando na verdade apenas se afastam da sobriedade do pensamento livre.

Romper esse ciclo exige coragem para buscar outra fonte. É preciso provocar os jovens a ouvir vozes dissonantes, a confrontar dados que não são confortáveis, a experimentar o gosto áspero da realidade. E, acima de tudo, é fundamental que comecem a conviver – mesmo tentando – com pessoas que tomam vinhos honestos de verdade, que pensam diferente, que desafiam suas certezas. Essa experiência é transformadora, e os efeitos são reais: percepção crítica, entendimento da complexidade do mundo e resultados positivos na forma de escolhas mais conscientes.

Não podemos permitir que essa juventude siga intoxicada por populistas e por uma mídia cúmplice. O futuro não pode ser entregue a quem vive de rótulos enganosos e narrativas entorpecentes. É hora de chamar os jovens à sobriedade. Evidente, dura, sim, mas grandiosa. Porque apenas de olhos abertos, livres do vinho adulterado, poderão escolher o vinho honesto da verdade, áspero no início, mas capaz de sustentar a liberdade e o progresso.

A juventude precisa de modelos virtuosos factualmente. Eu me pergunto: será que o modelo dessa juventude será mesmo essa senhora denominada de Janja? É lamentável, não? Quem deseja verdade e liberdade deve compreender que não basta acordar, é preciso enxergar. Não basta olhar, é preciso ver. Não basta seguir, é preciso escolher, mais com a razão, menos embriagado de sentimentalismos. 

Só assim se caminha livre, e para frente.

Artigo, especial - A Ameaça Eduardo: o Sistema contra a pacificação do Brasil

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Eduardo Bolsonaro tornou-se um símbolo de resistência para muitos e uma ameaça para outros. Sua postura combativa, alinhada aos ideais de seu pai, Jair Bolsonaro, incomoda o establishment político, econômico e midiático, que se ar ticula incansavelmente para minar seus esforços. A proposta de anistia defendida por Eduardo, único caminho para pacificar o Brasil, é o principal alvo de uma cam panha orquestrada. E esta campanha não poupa esforços. 

E por que tanto empenho em combater Eduardo? 

O sistema, composto por velhas raposas da política, setores do mercado financeiro e até aliados de conveniência, não quer pacificação. Quer perpetuação no poder. Durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), o Brasil viu algo raro: um gover no sem escândalos de corrupção, que enfrentou a maior pandemia em um século, socorreu milhões de brasileiros e liderou uma das recuperações econômicas mais rápidas do mundo. Esse modelo, que colocou o povo acima dos interesses de gru pos privilegiados, abalou as estruturas do sistema. Eduardo, como herdeiro político dessa visão, representa a continuidade de um projeto que desafia o status quo. O Centrão, conhecido por sua habilidade em se alinhar ao poder, independente mente de ideologia, é um dos principais adversários. Durante o governo Bolsona ro, o grupo foi contido, incapaz de operar com a desenvoltura de outrora. Agora, enxerga em Eduardo uma ameaça à sua influência. O PL, sob a presidência de Valdemar Costa Neto, ilustra essa resistência. Embora o partido tenha abrigado Bolsonaro e crescido na onda bolsonarista, Valdemar tem adotado posturas pragmáticas, priorizando negociações com o establishment, em vez de trabalhar pela anistia. Figuras como Ciro Nogueira, presidente do PP e ex-ministro de Bolsonaro, refor çam essa rede de pseudo aliados. Nogueira, que se aproximou do bolsonarismo por conveniência durante o governo, agora critica publicamente a "falta de bom senso" na direita, alertando para uma possível reeleição de Lula se não houver união moderada – uma indireta contra as posturas firmes de Eduardo. Até Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro, de um jeito mais discreto, colabora, adotando uma postura cautelosa, evitando confrontos diretos com o sistema. Sua aproximação com setores “moderados” e o mercado fi nanceiro levanta suspeitas sobre sua lealdade aos ideais que o elegeram. O mercado, aliás, é outro ator relevante no arranjo. Grandes investidores e instituições f inanceiras, que lucraram com governos permissivos, veem em Eduardo e na anistia um risco à estabilidade de seus interesses. A possibilidade de um Brasil pacificado, mas não submisso, assusta quem sempre se beneficiou da subserviência política. A imprensa, com notícias plantadas, manchetes sensacionalistas e narrativas dis torcidas, pinta Eduardo como uma figura extremista. A anistia é retratada como uma afronta à democracia, quando, na verdade, é uma tentativa de resgatar a uni dade nacional. O sistema não quer diálogo; quer controle. Muitos se aproximaram de Jair Bolsonaro quando ele ascendeu ao poder, mas nunca abraçaram verdadeiramente seus valores. O sistema se reorganiza porque, no governo de Jair Bolsonaro, não pôde fazer o que sempre fez: servir-se do povo. A “ameaça Eduardo” não é contra o Brasil, mas contra um sistema que teme perder seus privilégios.

Coaf revela movimentação de R$ 1,2 bilhões pelo sindicato do irmão de Lula, Frei Chico. É o que revela a CPMI do INSS

O ex-ministro da Previdência Carlos Lupi, quando estava à frente da pasta, e o vice-presidente Geraldo Alckmin concederam a Medalha do Mérito Previdenciário Eloy Chaves ao Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas.

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) obtido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aponta que o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi) movimentou aproximadamente 1,2 bilhões de reais entre os anos de 2019 e 2025. O Sindnapi é a entidade que tem o irmão do presidente nomeado Lula, Frei Chico, como vice-presidente. A informação sobre a movimentação financeira do Sindnapi foi publicada pelo portal Metrópoles e confirmada por O Antagonista junto a integrantes do colegiado.

 As movimentações financeiras em espécie chamaram a atenção do Coaf no Relatório de Inteligência Financeira (RIF). 

A convocação do presidente do sindicato do irmão do Lula

A CPMI do INSS aprovou em 18 de setembro uma série de requerimentos de convocação. Entre eles, o do presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Milton Baptista de Souza Filho. O sindicato tem Frei Chico – irmão do presidente Lula (PT) – como vice-presidente.

Câmara aprova projeto populista do governo do PT que aumenta o IR par quem ganha mais de R$ 5 mil por mês

A proposta tem caráter populista porque não implica em cortes ou mudanças de ítens de gastos do governo federal, mas em aumento de tributos para quem ganha mais, que é de onde sairá o dinheiro para cobrir as isenções.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1087/25, do Poder Executivo, que concede desconto para zerar o Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) de quem ganha até R$ 5 mil mensais e institui cobrança adicional para aqueles com rendimento tributável acima de R$ 600 mil ao ano. A proposta será enviada ao Senado.

Para compensar a isenção de até R$ 5 mil, a proposta cria um patamar mínimo de 10% do IR que pode atingir cerca de 141,4 mil contribuintes pessoas físicas de alta renda que hoje recolhem, em média, com alíquota efetiva de 2,5% de IR sobre seus rendimentos totais, incluindo distribuição de lucros e dividendos.

Trabalhadores em geral pagarão, em média, 9% a 11% de IR sobre seus ganhos.O desconto proposto será aplicado inclusive sobre o 13º salário, que tem tributação exclusiva na fonte (não entra na conta com os demais salários na declaração anual).

CLIQUE AQUI para saber detalhes.