Dica do editor - Guias de IPTU de Porto Alegre para quem perdeu o prazo de pagamento serão disponibilizadas no final da semana

Os contribuintes que perderam o prazo de pagamento da primeira parcela do IPTU 2025, que venceu nesta segunda-feira, 10, devem aguardar o processamento dos dados para emitir a nova guia. A expectativa é que os documentos com valor corrigido estejam disponíveis no final desta semana, entre sexta-feira, 14, e sábado, 15. 


“Isto é necessário, pois após o vencimento, é preciso esperar o período de compensação dos bancos e a troca de informações entre as instituições. Só depois deste prazo que podemos emitir os novos documentos com valor atualizado”, explica a secretária da Fazenda Ana Pellini.


Após esta data, um novo parcelamento ficará disponível no site ou pelo WhatsApp no número 51-3433-0156 para pagamento até o dia 31 de março, com multa de 2% e juros de 1% sobre o valor da parcela a partir de abril. Após essa data, a multa sobe para 10%. A inadimplência acarreta ainda outras consequências, como inclusão do nome nas agências de restrição de crédito, protesto da dívida ou cobrança judicial.

Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Golpe nos governadores

Marcus Vinicius Gravina é advogado, RS.


Senhores Governadores, o futuro das garantias individuais dos brasileiros está em suas mãos.  A esquerda sorrateira sabe como esvaziá-las, retirando-lhes o “bastão de comando” constitucional. 


A primeira tentativa, recente, de desmilitarizar as polícias militares dos Estados e a centralização de comando em Brasília recuou, estrategicamente.  


A reação de alguns Governadores apoiadas em sociedades altivas e patrióticas, fizeram eco no Congresso Nacional ao despertar os gansos sinaleiros.

 

O Exército se for chamado a cumprir ordens judiciais de desocupação de terras e de prédios urbanos públicos ou privados, invadidos pelo MST ou MTST, sob o comando do presidente da República, não dará garantia ao preceito constitucional do direito de propriedade. Saberemos o significado da expressão: “letra morta da Constituição Federal”.  


Também, não subirá os Morros do Rio e favelas de São Paulo, trincheiras do crime organizado com seus milicianos, fortemente, armados. Há riscos de se transformarem, oficiosamente, em forças auxiliares do Exército, outrora contrário, ferrenhamente, ao comunismo. Hoje, bate continência a corruptos e comunistas, ignorando as propostas do “Foro de São Paulo”, pró América socialista.


A soltura de criminosos dos presídios do Rio e outros foi cogitada várias vezes pela esquerda no poder com a intenção, quiçá de transformá-los em nova versão dos Tontons Macoutes, do Haiti,  para o serviço sujo de prisões e mortes de adversários políticos.  


No planejamento da arquitetada prisão do Bolsonaro eles serão lembrados e visitados em seus redutos, por autoridades sem escoltas de segurança, para eventual participação e enfrentamento aos manifestantes que esperam que venham a se sublevarem em manifestações de ruas, ao mandado de prisão do ex-presidente.


O propósito do Lula, seu partido e satélites opacos, com o beneplácito de alguns ministros do STF é o de reduzir, senão acabar, com os poderes constitucionais dos Governadores, no uso da força militar, que lhes competem comandar em seus territórios. 


 Os Governadores desempenham este papel, atualmente,em defesa da ordem pública e das liberdades individuais dos cidadãos, de acordo com a Constituição Federal,  


As Forças Militares e Policiais civis não podem se deixar cooptar pela covardia, que porventura demonstrem alguns Governadores - sem brios cívicos e morais - por não defenderem os poderes que lhes foram outorgados pela Lei Maior do País. Estariam sujeitos a crime de responsabilidade. 


Muitos esqueceram, mas vou lembrar.  Em novembro de 2022   foi emitida uma “convocação emergencial” das Policias Militares dos Estados, pelo presidente do TSE, ministro A.de Moraes. Na ocasião  acumulava à presidência do STF.  Foram chamados à Brasília para “instruções” e a pretexto de receberem  homenagens.


Surpreendentemente, invadindo os protocolos de ação militar e de respeito aos cidadãos, o ministro ofereceu uma espécie de salvo-conduto aos  militares estaduais para o emprego de repressão “extraordinária” em suas ações contra manifestações populares nas ruas e rodovias federais, ou em greves declaradas por ele antidemocráticas ou inconstitucionais. Deu a entender que excessos em tais ações não lhes causariam punições.


As Forças Militares dos Estados precisam, urgentemente, de modernização, equipamentos e armas para o combate ao crime em nossas ruas. E, de solidariedade da comunidade em sua missão. 


O contingente de suas tropas deve ser substancialmente aumentado e sob orientação funcional compatível ao potencial de coerção ao crime e ao efetivo enfrentamento, se preciso, compatível com a neutralização da bandidagem.


Por último, devemos ficar atentos ao papel da imprensa mercenária, dependente de verba pública, no tratamento ambíguo e muitas vezes depreciativo dado às Polícias Militares com prejuízo a toda a sociedade. Faz isto, só para agradar políticos e autoridades por razões ideológicas e financeiras, que tomaram posse de muitos órgãos de imprensa. 


Caxias do Sul, 9.03.2025


Cesa básica ficou mais cara em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese

No mês de fevereiro, o custo médio da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Apenas três capitais apresentaram queda no custo da cesta: Goiânia (-2,32%), Florianópolis (-0,13%) e Porto Alegre (-0,12%).

A informação é da Agência Brasil de hoje. O texto desta reportagem é da agência.

As maiores elevações observadas entre os meses de janeiro e fevereiro ocorreram em Recife (4,44%), João Pessoa (2,55%), Natal (2,28%) e Brasília (2,15%).

Entre os maiores vilões para o aumento no preço da cesta estão o café, que subiu em todas as capitais pesquisadas, o tomate e o quilo da carne bovina de primeira. No caso do café, as altas variaram entre 6,66%, na capital paulista, e 23,81%, em Florianópolis.

Cesta mais cara

A cesta básica mais cara do país no mês de fevereiro foi a de São Paulo, com custo médio de R$ 860,53. Em seguida, estão as cestas do Rio de Janeiro (R$ 814,90), Florianópolis (R$ 807,71) e Campo Grande (R$ 773,95). Já nas regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 580,45), Recife (R$ 625,33) e Salvador (R$ 628,80).

O Dieese estimou que o salário-mínimo em fevereiro deveria ser de R$ 7.229,32 ou 4,76 vezes o mínimo atual de R$ 1.518,00. O cálculo foi feito com base na cesta mais cara, que, no mês passado foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

STF livra corruptos e corruptores do caso Lava Jato, mas Justiça dos EUA não perdoa Petrobrás

Ao contrário do que acontece no Brasil, onde o STF coloca-se decididamente contra as investigações, denúncias, julgamentos e condenações da Lava Jato, anulando sentenças que enfiaram na cadeia os principais protagonistas que roubaram a Petrobrás, na Justiça dos Estados Unidos prosseguem severas punições pecuniárias contra a estatal, tudo para reembolsar atores empresariais ou não, que foram prejudicados durante os governos Lula e Dilma Roussef.

O mais recente caso é de um dos sete grandes sócios da empresa Sete Brasil que acaba de entrar na justiça, o EIG Energy, dos Estados Unidos. Ela embolsará da Petrobrás US$ 283 milhões (R$ 1,63 bilhão) a partir da aprovação pelo Conselho de Administração da empresa de um acordo feito na justiça norte-americana. O fundo afirmava ter entrado no negócio de sondas porque confiara na estatal brasileira e alegava que o projeto naufragou por causa do esquema de corrupção e pagamento de propinas escondido na petroleira e descoberto pela Operação Lava Jato. 

 O fundo americano abriu um processo em 2016 contra a Petrobrás nos Estados Unidos responsabilizando a companhia pela perda de US$ 221 milhões que investiu na Sete Brasil.

CLIQUE AQUI para saber mais. O material é do site Petro Notícias.


Governo tenta blindar OEI de fiscalização por entidades brasileiras na realização da COP30

Motivos para condução da licitação pela OEI e problemas no edital levantam novas suspeitas sobre favorecimento à organização internacional


A contratação da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) para organizar a COP30 no Brasil está cercada de suspeitas. Na esteira das iniciativas de fiscalização promovidas por deputados federais na última semana, surgiu a necessidade de investigar as razões para que a OEI conduzisse a licitação no Brasil, ao invés da Secretaria Extraordinária para a COP30, que é competente para isso. 


Além da contratação da OEI sem licitação, objeto da denúncia anterior, a suspeita recai sobre a forma com que o processo licitatório para seleção das empresas responsáveis pela infraestrutura do evento em Belém foi desenhado. Há indícios de uma possível manobra para afastar a jurisdição brasileira sobre o processo e beneficiar a OEI, ao blindá-la de eventuais questionamentos perante a Justiça e o TCU.


O líder da oposição na Câmara, deputado federal Zucco (PL-RS) apresentou um requerimento de informações à Casa Civil questionando as medidas adotadas para garantir a aplicação da legislação brasileira ao processo licitatório. Os questionamentos incluem exigências acerca dos pareceres jurídicos e atos do governo que convalidam a atuação da OEI no Brasil, além de flagrantes ilegalidades que podem ser identificas no edital da Licitação nº 11060/2025-OEI-COP30.


Blindagem sob medida para OEI?


O formato da licitação levanta suspeitas de que o processo tenha sido construído sob medida para beneficiar a OEI, limitando a fiscalização e o alcance da Justiça e dos órgãos de controle contra os atos da organização na condução de todo o processo. Essas inseguranças indicam que poderá haver isenção de responsabilidade por eventuais irregularidades, além de falta de transparência nos resultados e critérios de seleção.


Outro fator que reforça essa suspeita é o fato de que a OEI foi escolhida sem que a Secretaria Extraordinária para a COP30, órgão do próprio governo criado especificamente para organizar a conferência, conduzisse o processo licitatório. Em vez disso, a organização internacional, que já recebeu dez vezes mais recursos neste governo do que em todas as gestões anteriores somadas, foi contratada por dispensa de licitação.


"Estamos diante de mais um possível escândalo desse desgoverno, que faz os brasileiros pagarem pela criação de uma Secretaria Extraordinária, vinculada à Casa Civil, especificamente para conduzir a COP30, ao mesmo tempo que paga centenas de milhões de reais para uma organização internacional fazer exatamente aquilo que a Secretaria deveria estar fazendo. O que mais chama atenção, surpreendentemente, não é o impacto financeiro para os brasileiros, mas a pergunta: quem está sendo protegido ou beneficiado com essa transferência de responsabilidade à OEI?”, questionou Zucco.


Ilegalidades na licitação  para organização da COP


Outro questionamento de Zucco se refere à possibilidade de impugnações e recursos no curso da licitação. 


Por se tratar de organismo internacional, a OEI conta com regulamento de licitações próprio, que é menos rigoroso que a legislação brasileira quanto à fiscalização do procedimento licitatório, vez que não prevê procedimento específico de impugnações e recursos são limitados quanto à possibilidade de concorrentes questionarem as propostas e documentos uns dos outros.


Isso contraria a Lei nº 14.133/2021, que estabelece que os cidadãos e participantes de uma licitação têm o direito de impugnar amplamente o procedimento licitatório, o edital e as propostas de concorrentes. Este mecanismo da Lei de Licitações e Contratos Administrativos fomenta o aumento da fiscalização sobre os atos da Administração Pública e cria desincentivos à corrupção.


A restrição imposta pelo governo, segundo especialistas, cria um ambiente propício para favorecimento da OEI, pois fragiliza o sistema de fiscalizações de compras públicas

A presa política dona Adalgiza corre risco de morte na prisão, diz advogado Luiz Felipe Cunha

O advogado Luiz Felipe Cunha denunciou, neste domingo, que a presa política dona Adalgiza, uma idosa com histórico de pensamentos suicidas, mantida sob forte medicação, que é impedida de acesso ao seu advogado, nem mesmo por vieeoconferência, corre risco de morte sob custódia do Estado.

Eis o que disse o dr. Luiz Felipe ao editor, esta tarde

- Isto é uma clara violação de seu direito à defesa e ao cuidado digno. Além disso, a restrição de videoconferência imposta pela Vara de Execuções Penais, especialmente quando o advogado está a mais de 60 km de distância, é uma medida que agrava ainda mais a situação, limitando a capacidade de acompanhamento jurídico e de proteção dos direitos da detida.

O advogado considera que as restrições "podem configurar um crime humanitário, especialmente considerando o risco iminente à vida da detida". Ee acusa nominalmente o ministro Alexandre de Moraes e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, que já negaram todos os pedidos de liberdade provisória.

O caso dé de intensamente monitorado, e a comunidade jurídica e internacional deve ser acionada para evitar uma tragédia ainda maior. "Eu mesmo fiz esta denúncia, pessoalmente, diante do relator da Comissão de Direitos Humanos da OEA,  quando da vinda do Relator Dr Pedro Vaca ao Brasil".

Entrevista, Ricardo Hingel - Saiba onde investir ou aplicar seu dinheiro para ganhar da inflação

Ricardo Hingel, ex-diretor do Banrisul e do BTG Pacual, é economista e especialista em finanças e mercado de capitais, Porto Alegre

Afinal, onde eu aplico o meu dinheiro.?
Logicamente, em ativos financeiro que acompanhe a elevação da SELIC ou mesmo do CDI,  que segue paralelo com a SELIC. 

Mas que investimentos são esses ?
Fundos de investimentos referenciados no CDI e que carregam preponderantemente títulos públicos.  CDBS de bancos que pagam um percentual de CDI também são investimentos interessantes. Lembrando que tanto esses fundos de investimentos, quanto o CDBs, pagam imposto de renda. Outro ativo interessante são as LCAs  e as  LCIs, que pagam percentual do CDI e que tem a vantagem de não pagarem imposto de renda. 

Então, qual a escooha correta ?
Negocie então em cada instituição o quanto do CDI essas LCAs e LCIs  pagarão. Todos esses investimentos devem pagar bem acima da inflação, enquanto a SELIC estiver elevada, garantindo assim  o interessante ganho real ao investidor, enquanto o quadro atual persistir.  

Não tem erro ?
Dependerá de cada negociação, com cada instituição financeira e de cada cliente. Aperte seu gerente, lembrando que muitos desses investimentos tem a garantia adicional do Fundo Garantidor de Crédito, o  FGC, até o valor de 250 mil reais. Pergunte ao seu gerente isso também. 

E a Poupança ?
Caderneta de poupança, fuja, pois é de longe o de menor retorno e pode nem mesmo pagar a inflação ao longo de 2025. 

Ações ?
Ações, são para especialistas e na maior parte dos casos depende da assessoria técnica, mas momentos de juros elevados como os atuais, tendem a prejudicar o mercado acionário, além do que, uma desaceleração econômica como a que se estima para 2025 e 2026, tende a prejudicar o resultado das empresas. 

Dá para pensar no Tesouro Direto ?
Um alerta, o Tesouro Direto, embora você possa comprar títulos públicos diretamente do governo, só o faça se não tiver previsão de necessitar resgatar antes do vencimento, pois isso pode provocar perdas, pois o valor de mercado desses títulos no dia e na hora da venda vai depender de questões conjutoriais e poderá provocar perdas patrimoniais. Se informe bem sobre esse risco.