Opinião do editor - Cadê os vídeos do entrevero entre os Moraes e os Mantovani ?

Estou conversando com vocês nesta quinta-feira, dia 20 de julho.

Ou seja, hoje faz uma semana que grosso entrevero opôs as famílias Moraes e Mantovani no aeroporto internacional de Roma.

7 dias.

Foi na sexta-feira da semana passada.

Por que fiz estas contas ?

Simplesmente porque em tempos de comunicações imediatas pela internet, até agora, passados 7 dias do entrevero, nenhum vídeo ou imagem do entrevero foi mostrado ao grande público.

Todos nós só conhecemos aquela imagem dos Mantovani chegando no aeroporto de Guarulhos, sábado de madrugada, quando foram abordados por delegados da Polícia Federal, intimando-os a depor no caso da representação feita pelo ministro Alexandre de Moraes, que alegou xingamentos e uma suposta agressão física ao seu filho.

Por decisão da presidente do Supremo, Rosa Weber, foi instaurado inquérito na PF. Foi ela quem mandou interrogar Roberto Mantonvani, sua mulher Andreia e o genro Zanatta, além de ordenar busca e apreensão na casa e no escritório de todos eles, inclusive nos carros. Celulares e computadores foram apreendidos.

Foi como conta Alexandre de Moraes ?

Os Mantovani negam a agressão, mas Roberto Mantovani, 71 anos, um ex-aliado dos petistas nas eleições de 2004, hoje no PSD, admite que afastou com as mãos o filho do ministro, que ofendia gravemente a mulher dele, Andrea. Moraes diz que Roberto deu uma bofetada na cara do filho.

O STF não quis nem saber e em velocidade jamais vista, foi para cima dos Mantovani e do filho.

Tudo cheira a muita ilegalidade: o inquérito aberto pelo STF, assumindo prerrogativa do MP; o fato de ir para cima de pessoas sem foro privilegiado, o que é uma inversão ilegal de prerrogativas do STF; as buscas e apreensões num caso que envolve um caso simples de injúria e até de desforço físico entre duas pessoas que sequer são autoridades públicas.

E os vídeos ?

Roberto Mantovani Filho, o patriarca, não é nenhum bobo da corte. Quando a PF apreendeu seus celulares, ele já tinha apartado cópia do vídeo que ele mesmo gravou, entregue ontem. O vídeo mostra Moraes ameaçando a família com uma espécie de "vocês sabem com quem estão falando". Textualmente: "Vocês vão ver quando chegarem ao brasil". E viram. E estão vendo abusos em cima de abusos ilegais e inconstitucionais. No vídeo, Andreia chega a desafiar Moraes: "Você está nos ameaçando ? Estava.

E os vídeos do aeroporto ? Eles mostrarão se de fato Roberto Mantovani Filho bateu no filho do ministro ou se apenas tratou de defender a mulher agredida moralmente por ofensas impublicáveis. 

Por que não chegaram até agora, 1 semana depois dos acontecimentos, em plena era da internet ?

O fato é que os Mantovani estão vencendo a narrativa, porque eles foram os únicos ouvidos até agora e não Moraes, seu filho, sua mulher, as dezenas de passageiros que viram tudo. E eles são os únicos que estão de posse de vídeos. Estou falando em vídeos, porque duvido que o advogado Ralph Timóteo entregou tudo que tem. Não estamos falando com otários que vivem no outro lado da cidade.

O distinto público acompanha tudo de olho nessas abusivas participações de ministros do STF em acontecimentos nos quais ocuparam e ocupam funções abusivas, para dizer o mínimo.

No altar da opinião pública, Moraes e Barroso já estão condenados.

Aliás, o ministro Barros, envolvido noutro episódio escabroso e inaceitável, foi esta semana objeto de pedido de impeachment protocolado no Senado e assinado por uma centenas de deputados e senadores, tudo porque confessou ter articulado com outros aliados a derrota do bolsonarismo, ou seja, de Bolsonaro, função que exercida por magistrado só pode ser resolvida pelo impeachment puro e simples.

É o caminho que espera também por Alexandre de Moraes.

Por último:

Por que a mídia calou e não exige a entrega dos vídeos ?

E afinal:

Quem é o animal que precisa ser extirpado da vida pública brasileira: aqueles que são vítimas do autoritarismo em voga no Brasil ou aqueles que abusam dos cargos que ocupam e pelo qual são pagos justamente por suas vítimas ?

Paulo Figueiredo revela detalhes das diligências da PF sobre os Mantovani

 Conversei há pouco com um Policial Federal, que participou das diligências envolvendo a família que interpelou o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e seus familiares em Roma. Ele concordou em compartilhar informações exclusivas do caso sob a condição de anonimato.


Eis o que disse o Policial:


1. Segundo a fonte, a família foi intimada às 6 da manhã de um domingo, com viaturas ostensivas da Polícia Federal. A equipe foi educada e recebeu tratamento cordial da família. Aqui, já temos algo bastante atípico: normalmente, uma intimação deste tipo ocorreria em horário comercial e durante a semana, em carros descaracterizados, disse o Policial.


2. Foi concedido apenas um intervalo de três horas entre a intimação e a oitiva, marcada para as 9 do mesmo dia. Este também não é o procedimento padrão, dado que geralmente é proporcionado um tempo maior para que o intimado possa se preparar, consultar um advogado e, se julgar necessário, pedir vistas ao processo.


3. Devido a um voo já marcado para o mesmo horário, a família não pôde comparecer à oitiva. Apenas o genro, o membro mais jovem da família, compareceu.


4. Durante o depoimento, o depoente relatou que o filho de Alexandre de Moraes teria feito um comentário desrespeitoso a uma mulher, afirmando que "Se quisesse comia o cu dela. Pagava e comia." [transcrevo aqui, como dito].


5. Esse relato teria sido registrado no depoimento e, ao chegar ao conhecimento do Ministro, teria causado a ira de Moraes, levando-o a articular um pedido de busca e apreensão.


6. A família insistiu que não houve contato físico, contrariando informações veiculadas pela imprensa de que teria havido um confronto físico. As filmagens, caso se tornem pública, devem esclarecer se a versão da família é verdadeira.


7. As fotos que vazaram para a imprensa, mostrando um dos envolvidos com uma touca na cabeça, foram feitas pelos próprios policiais. A família, composta por empresários de bom nível, tem recebido ameaças anônimas desde então.


8. O objetivo central da busca e apreensão, que contou com uma dezena de veículos no condomínio, foi uma fishing expedition que visava encontrar indícios de que a família financiou algum grupo ou ônibus no protesto de 8 de Janeiro, caracterizando "atos antidemocráticos". No entanto, apenas um celular sem evidências relevantes teria sido apreendido.


9. Segundo o policial, a família está sendo "esmagada pelo estado", num processo que parece ter como objetivo fazê-los de exemplo.


10. Ele também destaca a ausência de indignação entre os delegados da Polícia Federal, enquanto entre os agentes há uma divisão de opiniões.


Vale ressaltar que estes são os relatos, da forma que recebi da fonte, sem juízo algum de valor da minha parte. Limitei-me a verificar a credibilidade da testemunha, que atingiu um grau que satisfez a minha publicação e tomei a decisão como jornalista de fazê-lo.


Os fatos, portantos, precisam ser comprovados ou desmentidos. Isto certamente virá de duas formas: i) atrávés da obtenção do mencionado depoimento; ii) através dos vídeos de segurança divulgados.


Caso sejam comprovados, temos alguns problemas graves aqui e teremos que ter mais alguns pedidos de Impeachment no senado em breve: do Ministro Alexandre de Moraes e da Ministra Rosa Weber, que determinou a busca e apreensão. Também devem ser tomadas medidas contra o delegado que conduziu as diligências de forma atípica e diferenciada.


Apenas no próprio Código de Ética da Magistratura, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio da Resolução nº 60 de 2008, tem diversos artigos que tratam da necessidade de evitar conflitos de interesse e preservar a imparcialidade.


No Capítulo III, que trata dos deveres do magistrado, encontramos:


Artigo 8º: "O magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito."


Artigo 9º: "A imparcialidade, além de ser manejada na atividade jurisdicional, deve ser observada nas demais atividades públicas ou privadas."


No Capítulo IV, que trata das vedações ao magistrado, encontramos:


Artigo 13: "Ao magistrado é vedado comportar-se de maneira a comprometer a dignidade, a reputação e a independência do cargo que exerce."


Artigo 25: "O magistrado deve evitar comportamentos que impliquem a aparência de comercialização de decisões judiciais, devendo adotar postura rigorosa em relação a condutas desleais ou atentatórias aos princípios éticos."


Há muito mais. É urgente que o Senado Federal comece a agir para apurar os fatos. O artigo 52 da Constituição é muito claro nesse sentido.


https://realpfigueiredo.locals.com/post/4310564/bomba-exclusiva-policial-federal-revela-detalhes-sobre-dilig-ncias-envolvendo-o-ministro-do-a


Opinião do editor - Rosane Oliveira, RBS, sofisma de novo sobre as escolas cívico-militares

A jornalista Rosane Oliveira, RBS, desenterrou decisão do juiz Murilo Magalhães de Castro Filho, 7a. Vara da Fazenda Pública, que proibiu a adesão do governo do RS ao programa federal de escolas cívico-militares, que, aliás, acaba de ser extinto por decisão do governo lulopetista.

A decisão atendeu pedido do esquerdista Cpers e protocolada pelo advogado e ex-governador petista Tarso Genro.

O editor moveu seu próprio serviço de checagem.

Rosane Oliveira alinha-se ao Cpers e a Tarso neste caso, misturando propositalmente alhos com bugalhos. Ela diz que o atual debate local ignora a decisão do magistrado, passando a impressão de que o programa estadual gaúcho integra o programa federal, o que não é verdade. Além disto, a sentença do juiz Castro Filho nem forma caso julgado.

A jornalista é inimiga jurada das escolas cívico-militares.

E usa de sofisma para induzir seus leitores a erros grosseiros como este.

Opinião do editor

 Desde ontem a tarde, segunda-feira, estão muito preocupados e ouriçados os 58 milhões de eleitores oficialmente reconhecidos como os que votaram em Bolsonaro, porque circulou livre a decisão do subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, que foi a de pedir que o STF mande quebrar o sigilo de todo mundo que segue o presidente do povo nas suas redes sociais.

O que quer dizer isto ? Ora, quebrar o sigilo significa saber os nomes de quem acompanha Bolsonaro nas redes sociais, saber seus endereços, o que fazem, como são. 

Ora, com que objetivo ? 

Simples: eventualmente investigá-los, denunciá-los, processá-los, metê-los na cadeia - ou apenas intimidá-los, como já acontece em função dos 1.200 presos políticos do 9 de janeiro.

É uma escalada de perseguição política, policial e judicial contra si mesmo, como diz Bolsonaro, hoje, no seu Twitter, mas uma ameaça perversamente inconstitucional contra o estado democrático de direito, com ênfase para a libgrdeade do povo brasileiro.

Até as pedras da rua sabem que o MPF tem jogado de mão com o ministro Alexandre de Moraes, com o STF, portanto, com a PF, com o Congresso, com o Poder Executivo e com a chamada mídia tradicional, sempre para alcançar a jugular de Bolsonaro e dos seus eleitores.

Isto tudo ajuda a jogar areia nos olhos da opinião pública, visando impedir que se amplie o rugir dos democratas contra a confissão do ministro do STF, Luiz Barroso, em reunião dos comunistas da UNE, quando disse empoderadamente: "Nós derrotamos os militares de 64 e agora derrotamos o bolsonarismo". Nós, quem, cara pálida ? O Eixo do Mal, claro. Hoje, 87 deputados federais pediram o impeachment de Barroso, que desta vez parece mais perto da forca.

De qualquer forma, de maneira singela, pueril, suspeita, hoje, a Procuradoria Geral da República (PGR) divulgou uma nota para esclarecer o pedido de informações sobre seguidores do ex-presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.  Diz a nota da PGR, certamente imaginando que ninguém sabe como acaba este tipo de histórica:

“O órgão esclarece que essas pessoas não estão sendo investigadas nem terão seus dados expostos”, explicou a PGR na nota. “O objetivo do pedido é obter informações que permitam avaliar o conteúdo e a dimensão alcançada pelas publicações do ex-presidente em relação aos fatos ocorridos em 8 de janeiro nas redes sociais.

Segundo Carlos Frederico Santos, subprocurador-geral da República e coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, “impõe-se dimensionar o impacto das publicações e o respectivo alcance”. “Jamais iria investigar milhões de pessoas, seria até impossível fazer isso”, disse Santos na nota divulgada pela PGR.

Ora, existem dezenas de empresas de monitoriamento e análise de cnteúdos de mídias sociais e isto tudo é público, mas sem que ocorra qualquer tipo de devassa sobre dados pessoais. O próprio editor, tanto no seu blog quanto no You Tube, disponibiliza em tempo real o tamanho de que os acompanha.

Nós não somos os idiotas que moram no outro lado da cidade. 

O melhor que Santos e a PGR podem fazer pela verdade e para tranquilidade da maioria dos brasileiros que votou em Bolsonaro, é recuar. Este verbo significa reconhecer aquilo que sugeriu o ministro Barroso ao manifestante que o hostilizou em Nova Iorque:

- Perdeu, Mané.

Sim, a PGR e o procurador Santos perderam. Sim, perdeu Mané.

Recuem para o bem e felicidade geral da Nação.

Ddesenrola

 O total de brasileiros com dívidas de até R$ 100 que terão o nome limpo pode chegar a 2,5 milhões se o banco Nubank aderir ao Desenrola, disse nesta segunda-feira (17) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. . Se eles aderirem, serão 2,5 milhões de CPFs [com o nome limpo.

Na primeira fase do Desenrola, que entrou em vigor nesta segunda-feira, as instituições financeiras limpam o nome das pessoas com débitos de até R$ 100 vencidos até 31 de dezembro do ano passado.

Sem a participação do Nubank, o número de pessoas físicas que poderão ter o nome limpo até o fim do mês chegaria a 1,5 milhão.

Além da limpeza do nome de quem tem dívidas de até R$ 100, a primeira fase do Desenrola prevê a renegociação de débitos com bancos por devedores com renda de até R$ 20 mil. O Desenrola só abrange dívidas contraídas até 31 de dezembro do ano passado.

Nesta etapa, o devedor não precisa recorrer ao Portal Gov.br, devendo procurar os canais de negociação do banco, por atendimento presencial, aplicativo ou site, e pedir o refinanciamento. A retirada do cadastro negativo de quem deve até R$ 100 é automática e não precisa ser pedida.

PIB de maio caiu 2% sobre abril

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) caiu 2% em maio na comparação com abril, segundo o Banco Central (BC) publicou nesta segunda-feira, 17/07. Essa é a maior queda da prévia do PIB desde março de 2021, quando foi registrada retração de 3,6%.

O resultado de maio veio abaixo da mediana das estimativas dos analistas, de estabilidade. Em abril, o IBC-Br tinha indicado um crescimento de 0,81%.

Na comparação com maio do ano passado, o nível de atividade econômica apresentou uma alta de 2,15%. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o avanço é ainda maior: 3,61%. Em 12 meses, a prévia do PIB subiu 3,43%, índice considerado mais estável que a medição mensal.

O pior desempenho veio do varejo que recuou 1%. Na contramão veio o setor de serviços, que mais emprega no país, que cresceu 0,9%, seguido pela indústria que subiu 0,3%.

Importante lembrar que o setor industrial segue em queda de 0,4% no acumulado dos primeiros cinco meses do ano.

Setores econômicos: como investir e quais os riscos de alguns deles

“Esses setores sofrem com os juros altos. A gente vê uma indústria que vem cambaleando e já não contrata. O governo tenta fazer estímulos, mas os resultados não são instantâneos. É preciso fazer algo nesses próximos três anos, porque o resultado vem no longo prazo”, explica Piter Carvalho.

Para economistas avaliados pelo editor deste blog, muito provavelmente o PIB do segundo trimestre será negativo. 


Negociar dívidas bancárias ou de cartões por app da Serasa

 Parte das dívidas do Desenrola Brasil pode ser negociada no app da Serasa a partir de hoje (17/7). O programa de combate à inadimplência começa nesta segunda-feira pela Faixa 2, com dívidas de instituições financeiras. A Serasa disponibiliza as ofertas na plataforma Limpa Nome de seu aplicativo e site a partir de hoje (segunda-feira, 17 de julho).Nesta primeira fase estão liberadas negociações de dívidas de bancos, como cartões de crédito e cheque especial, inscritas em cadastros de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022, para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20 mil.

 Para saber se suas dívidas estão inseridas no aplicativo ou no site da Serasa, o consumidor precisa apenas fazer um breve cadastro, colocando nome, CPF, data de nascimento e e-mail para validação. Em seguida, já pode acessar o app ou o site da Serasa e confirmar se tem ofertas com descontos especiais em seu nome.

 Em até 3 minutos, e de maneira gratuita, é possível negociar diretamente pelo aplicativo da Serasa,  O aplicativo da Serasa está disponível no Google Play e na App Store.    

 Canais digitais da Serasa 

  Site: Link    

App Serasa no Google Play e App Store    

WhatsApp (11) 99575–2096