Artigo, João Cesar de Melo, Gazeta do Povo
- O autor é do Instituto Liberal.
No último final de semana, assisti ao filme Dois Papas, “baseado em fatos reais”.
À direita da tela, é apresentado um alemão desconectado do mundo, sisudo, relutante a mudanças e com um passado ligado ao nazismo. À esquerda, um anjo latino americano, popular, leitor de Marx e de Paulo Freire, empenhado em reformar a igreja, inconformado com a desigualdade social e que – coitadinho − foi obrigado a se distanciar dos movimentos comunistas durante a ditadura militar na Argentina.
Durante todo o filme, mensagens socialistas são levadas ao público, culminando na eleição do Papa moderninho que tolera ditadores comunistas, mas não presidentes cristãos, que tentam reconstruir o papel da igreja e da família em seus países.
O filme termina com ele indo visitar o ex-Papa atrasado. Veem juntos a final da Copa no Brasil. A seleção da Argentina perde para a da Alemanha, mas o Papa moderninho dá mais uma lição ao mundo: abraça o representante do país vencedor, demonstrando o quanto os socialistas são tolerantes. Que lindo! A principal mensagem do filme visto por milhões de pessoas: o marxismo é a modernização do cristianismo.
Ah, já ia me esquecendo: o filme foi dirigido por Fernando Meirelles, da família que controla o Itaú, de onde saiu o fundador de um partido que se diz liberal, mas que se mostra cada dia mais alinhado com a esquerda em defesa do maior programa de cerceamento da liberdade econômica da história do Brasil.
Por todo o tempo em que assisti ao filme, fiquei me lembrando das declarações de Jair Bolsonaro na reunião ministerial do último dia 22 de abril, registradas em vídeo. Dei-me conta de que eu havia sido infectado pelo purismo ideológico que tanto favorece a esquerda.
Na ocasião da demissão de Sérgio Moro, publiquei no meu perfil pessoal no Facebook e no site do Instituto Liberal textos registrando minha indignação com Jair Bolsonaro, retirando meu apoio a ele. Por quê? Porque ele tentou interferir na Polícia Federal. Uau! Palmas para o trouxa que vos escreve!
Mencionei o filme apenas para ilustrar o mundo em que vivemos. Um mundo em que praticamente toda a produção cultural, toda a grande imprensa, igreja, universidades, organizações civis, movimentos disso e daquilo, partidos vistos como de “centro” e até grandes empresas promovem o socialismo. Há décadas, a população é bombardeada por uma propaganda extremamente bem-feita, pela qual as pessoas são convencidas a confiar ao estado seu bem-estar. As liberdades individuais mais importantes estão sendo destruídas. Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. Estamos numa situação muito pior do que nos anos em que o PT estava no poder, porque hoje o inimigo está invisível. Nunca estivemos tão perto de nos tornarmos uma ditadura socialista, porque agora não temos um alvo para apontar. Apenas sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés.
Quais armas temos para lutar contra isso?
Meia dúzia de parlamentares sem voz na imprensa, textos na internet e mais nada. Opa! Temos sim! Temos um presidente da república que vem tentando dar mais liberdade para as pessoas trabalharem, criarem seus filhos e se defenderem.
Quando tivemos isso de um presidente da república?
Nunca!
Não podemos cair nas arapucas da esquerda. A melhor arma que temos contra o avanço do socialismo é Jair Bolsonaro.
Muitos liberais precisam entender que política é uma guerra; e essa guerra está quase sendo vencida definitivamente pelo outro lado. Nós, daqui de baixo, não temos condições de escolher armas e soldados. Temos apenas que apoiar quem está enfrentando nossos inimigos. Precisamos ser pragmáticos, avaliar friamente os acontecimentos.
O fato é que nossas liberdades fundamentais estão sendo absurdamente reprimidas com apoio da imprensa e de toda a classe política e que Jair Bolsonaro vem há meses lutando contra isso, o que mereceria o apoio de qualquer liberal que se preze.
Jair Bolsonaro deve ser avaliado pelas pautas liberais que defende, não pelas que ele deixa de lado. Não são suas frases grosseiras que devem ser consideradas, mas seu esforço em promover avanços em áreas realmente importantes. Como um cidadão comum que destina voluntariamente parte do meu tempo à militância liberal, não me vejo em condição de rejeitá-lo por ele não ser o liberal dos meus sonhos.
No tal vídeo da reunião ministerial, tivemos ainda o prazer de ver Weintraub xingando de vagabundos os membros do STF e Damares dizendo que prefeitos e governadores que estão destruindo a economia deveriam ser presos. Eles manifestaram os sentimentos de milhões de cidadãos comuns. Manifestaram o que eu mesmo gostaria de dizer na TV. As pessoas precisam ouvir coisas assim, para se encorajarem a reagir às agressões que vêm sofrendo.
Portanto, volto à minha posição de meses atrás em apoio a Jair Bolsonaro. Farei as críticas que precisar, mas não me desgastarei com suas imperfeições. Não me pendurarei no muro da covardia, com medo de ser chamado de “bolsonarista”. Enquanto o vir defendendo as liberdades mais fundamentais, relevarei quaisquer outros desvios.
No último final de semana, assisti ao filme Dois Papas, “baseado em fatos reais”.
À direita da tela, é apresentado um alemão desconectado do mundo, sisudo, relutante a mudanças e com um passado ligado ao nazismo. À esquerda, um anjo latino americano, popular, leitor de Marx e de Paulo Freire, empenhado em reformar a igreja, inconformado com a desigualdade social e que – coitadinho − foi obrigado a se distanciar dos movimentos comunistas durante a ditadura militar na Argentina.
Durante todo o filme, mensagens socialistas são levadas ao público, culminando na eleição do Papa moderninho que tolera ditadores comunistas, mas não presidentes cristãos, que tentam reconstruir o papel da igreja e da família em seus países.
O filme termina com ele indo visitar o ex-Papa atrasado. Veem juntos a final da Copa no Brasil. A seleção da Argentina perde para a da Alemanha, mas o Papa moderninho dá mais uma lição ao mundo: abraça o representante do país vencedor, demonstrando o quanto os socialistas são tolerantes. Que lindo! A principal mensagem do filme visto por milhões de pessoas: o marxismo é a modernização do cristianismo.
Ah, já ia me esquecendo: o filme foi dirigido por Fernando Meirelles, da família que controla o Itaú, de onde saiu o fundador de um partido que se diz liberal, mas que se mostra cada dia mais alinhado com a esquerda em defesa do maior programa de cerceamento da liberdade econômica da história do Brasil.
Por todo o tempo em que assisti ao filme, fiquei me lembrando das declarações de Jair Bolsonaro na reunião ministerial do último dia 22 de abril, registradas em vídeo. Dei-me conta de que eu havia sido infectado pelo purismo ideológico que tanto favorece a esquerda.
Na ocasião da demissão de Sérgio Moro, publiquei no meu perfil pessoal no Facebook e no site do Instituto Liberal textos registrando minha indignação com Jair Bolsonaro, retirando meu apoio a ele. Por quê? Porque ele tentou interferir na Polícia Federal. Uau! Palmas para o trouxa que vos escreve!
Mencionei o filme apenas para ilustrar o mundo em que vivemos. Um mundo em que praticamente toda a produção cultural, toda a grande imprensa, igreja, universidades, organizações civis, movimentos disso e daquilo, partidos vistos como de “centro” e até grandes empresas promovem o socialismo. Há décadas, a população é bombardeada por uma propaganda extremamente bem-feita, pela qual as pessoas são convencidas a confiar ao estado seu bem-estar. As liberdades individuais mais importantes estão sendo destruídas. Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. Estamos numa situação muito pior do que nos anos em que o PT estava no poder, porque hoje o inimigo está invisível. Nunca estivemos tão perto de nos tornarmos uma ditadura socialista, porque agora não temos um alvo para apontar. Apenas sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés.
Quais armas temos para lutar contra isso?
Meia dúzia de parlamentares sem voz na imprensa, textos na internet e mais nada. Opa! Temos sim! Temos um presidente da república que vem tentando dar mais liberdade para as pessoas trabalharem, criarem seus filhos e se defenderem.
Quando tivemos isso de um presidente da república?
Nunca!
Não podemos cair nas arapucas da esquerda. A melhor arma que temos contra o avanço do socialismo é Jair Bolsonaro.
Muitos liberais precisam entender que política é uma guerra; e essa guerra está quase sendo vencida definitivamente pelo outro lado. Nós, daqui de baixo, não temos condições de escolher armas e soldados. Temos apenas que apoiar quem está enfrentando nossos inimigos. Precisamos ser pragmáticos, avaliar friamente os acontecimentos.
O fato é que nossas liberdades fundamentais estão sendo absurdamente reprimidas com apoio da imprensa e de toda a classe política e que Jair Bolsonaro vem há meses lutando contra isso, o que mereceria o apoio de qualquer liberal que se preze.
Jair Bolsonaro deve ser avaliado pelas pautas liberais que defende, não pelas que ele deixa de lado. Não são suas frases grosseiras que devem ser consideradas, mas seu esforço em promover avanços em áreas realmente importantes. Como um cidadão comum que destina voluntariamente parte do meu tempo à militância liberal, não me vejo em condição de rejeitá-lo por ele não ser o liberal dos meus sonhos.
No tal vídeo da reunião ministerial, tivemos ainda o prazer de ver Weintraub xingando de vagabundos os membros do STF e Damares dizendo que prefeitos e governadores que estão destruindo a economia deveriam ser presos. Eles manifestaram os sentimentos de milhões de cidadãos comuns. Manifestaram o que eu mesmo gostaria de dizer na TV. As pessoas precisam ouvir coisas assim, para se encorajarem a reagir às agressões que vêm sofrendo.
Portanto, volto à minha posição de meses atrás em apoio a Jair Bolsonaro. Farei as críticas que precisar, mas não me desgastarei com suas imperfeições. Não me pendurarei no muro da covardia, com medo de ser chamado de “bolsonarista”. Enquanto o vir defendendo as liberdades mais fundamentais, relevarei quaisquer outros desvios.
Oi prevê levantar R$ 22 bi com vendas de redes moveis, torres, data center e infra
A Oi comunicou nesta
segunda-feira, após fechamento do mercado, que protocolou no TJ-RJ sua proposta
de aditamento do plano de recuperação judicial. As mudanças dizem respeito não
apenas à unidade móvel, mas ao grupo como um todo.
Pelo novo plano, a companhia vai
criar ao menos quatro unidades produtivas (UPIs) que seriam isoladas entre si:
uma para ativos móveis, outra para a infraestrutura passiva de torres, outra
para data center, e outra para operar as redes de telecomunicações.
Coisa que ainda não havia sido
aventada, a companhia diz que todas as unidades estarão à venda, total ou
parcialmente. O móvel já está em negociação com TIM e Vivo. Torres e data
center já constavam no plano de recuperação original.
A recuperação judicial será
encerrada mediante a liquidação e efetiva transferência dos ativos móveis para
o seu respectivo adquirente, diz a empresa.
Mas a grande novidade é a inclusão
dos ativos fixos, que reúnem até mesmo a rede de fibra óptica de 388 mil km de
extensão da companhia, dutos, rede de acesso FTTH e negócios de atacado. Neste
caso, a tele espera levantar R$ 6,5 bilhões vendendo 51% das ações da unidade.
“Estes ajustes facilitarão, ainda,
o acesso da Companhia ao mercado financeiro para a captação de novos recursos
necessários ao equacionamento racional de sua dívida e à viabilização da
execução não apenas do seu Plano de Recuperação Judicial, mas também do seu
Plano Estratégico, que visa ao reposicionamento da Companhia”, afirma a empresa,
no comunicado assinado pela diretora de finanças e relações com investidores,
Camille Loyo Faria.
O aditamento, é bom lembrar,
precisa ser votado em uma nova assembleia geral de credores, para só depois ser
homologado pelo juízo da recuperação judicial.
O QUE FICA COM A OI
Caso implementadas a
reestruturação societária realizada para segregar as UPIs e a alienação das
UPIs na forma do Aditamento ao PRJ, a Companhia permanecerá com todas as
atividades, bens, direitos e obrigações não expressamente transferidos para as
UPIs, incluindo determinados ativos de fibra óptica, backbone e backhaul de
fibra e cobre relacionados à rede de transporte do Grupo Oi, clientes
residenciais, empresariais e corporativos (inclusive os de natureza pública),
além dos serviços Digitais e de TI (Oi Soluções), bem como as operações de
manutenção e instalação de campo (SEREDE) e de atendimento a clientes (BTCC).
UNIDADES APÓS A SEPARAÇÃO
Conforme o comunicado, a nova Oi
passaria a ser formada pelas unidades produtivas isoladas (“UPIs”) Ativos
Móveis, Torres, Data Center e InfraCo. Todas essas unidades poderão ser
vendidas.
“As UPIs serão constituídas sob a
forma de sociedades por ações de propósito específico (“SPEs”) e poderão ser
alienadas, em modelos distintos para cada natureza de UPI descrita acima,
visando ao pagamento de dívidas e à geração de recursos necessários à expansão
de sua infraestrutura de fibra e serviços associados”, afirma a empresa.
A UPI InfraCo reunirá ativos de
infraestrutura e fibra relacionados às redes de acesso e transporte do Grupo
Oi. Também entram aqui novos investimentos em infraestrutura que ainda serão
realizados, tendo como objetivo a aceleração dos investimentos na expansão das
suas redes de fibra óptica. Será uma coligada da Companhia,
e buscará no mercado os recursos
necessários para o financiamento de seus investimentos.
A Oi seguirá com participação
relevante na InfraCo, com medidas para garantir a participação ativa na criação
e expansão “de uma empresa líder nacional em infraestrutura em fibra óptica”,
diz o comunicado. A criação segue uma lógica de separação estrutural entre a
empresa de infraestrutura e a empresa prestadora de serviços.
A UPI InfraCo será composta por
100% das ações de emissão da SPE que reunirá os ativos e passivos relacionados
às atividades de fibra ótica e infraestrutura da Oi. Dessa unidade serão
vendidas 51% das ações, o que deve levantar R$ 6,5 bilhões para a Oi, além da
garantia, por parte dos novos investidores, do pagamento integral da Dívida
InfraCo.
ATIVOS MÓVEIS, TORRES E DATA
CENTER
A UPI Ativos Móveis reunirá as
atividades de telefonia móvel da empresa. A ideia é leiloar a unidade, em um
“procedimento competitivo” mediante apresentação de propostas fechadas para a
aquisição de 100% das ações da empresa criada. O preço minimo será de R$ 15
bilhões.
Vence a disputa quem oferecer o
maior preço acima do preço mínimo. Ou a segunda colocada, desde que a Oi tenha
justificativa fundamentada para preterir a proposta mais valiosa. Seria um bom
motivo, por exemplo, maior probabilidade de aval regulatório. E sempre metade
dos credores precisam aprovar a venda.
A UPI Torres reúne o que diz o
nome: torres de telecomunicações outdoor e estruturas indoor e seus passivos.
Por esta unidade, a Oi espera obter R$ 1 bilhão, com venda integral do capital
social. E a UPI Data Center reúne ativos e passivos em data center. Também será
vendida integralmente, com preço mínimo de R$ 350 milhões, sendo ao menos R$
250 milhões à vista e o resto parcelado. Um investidor já apresentou uma proposta
vinculante ao assessor financeiro da Oi, o Bank of America. Ainda assim, a
empresa fará um leilão, e este interessado poderá fazer contrapropostas diante
de outros interessados.
Ou seja, considerandos os preços
mínimos de R$ 15 bilhões pelo móvel, R$ 6,5 bilhões por metade do fixo, R$ 1
bilhão pelas torres e mais R$ 350 milhões pelo data center, tem-se que a Oi
espera obter no mínimo R$ 22,85 bilhões. Hoje, o endividamento total do grupo
soma R$ 24,44 bilhões.
CREDORES
A proposta de aditamento prevê
também pagamento antecipado a certos tipos de credores. Trabalhadores que têm a
receber até R$ 50 mil serão pagos em um mês após a homologação do aditamento.
Credores com garantia real receberão o pagamento 30 dias após a venda da
unidade móvel.
Os credores quirografários, que
têm até R$ 3 mil a receber, serão pagos em 45 dias após a aprovação do plano
pela assembleia de credores, que será convocada até agosto.
O plano prevê ainda a possibilidade
de a Oi ou a InfraCo, a unidade de infraestrutura, tomar novo crédito de até R$
3 bilhões com “credores parceiros”. Além disso, a companhia quer fazer leilões
reversos para assumir quitar dívidas entre credores que oferecerem maior
deságio. Microempresas credoras receberão até R$ 35 mil até a nova assembleia
de credores.
“Com tais medidas, busca-se que
este conjunto de ativos seja suficiente para garantir a continuidade das
atividades da Companhia e o pagamento de suas dívidas nos termos do Aditamento
ao PRJ”, diz Loyo no comunicado.
Nesta terça-feira, 16, a companhia
realiza pela manhã conferência com analistas na qual espera-se mais detalhes
sobre a proposta.
Artigo, Olavo de Carvalho - Brasil, um sistema de erros
Convivi muito com os militares brasileiros nos anos 90 e no começo
da década seguinte, fazendo conferências e trabalhando na produção do livro da
Biblioteca do Exército, “O Exército na História do Brasil”, e sabia mais ou
menos o que eles pensavam. Mas, perdido todo o contato com eles uma década e
meia atrás, não me aventurei mais a examinar o “pensamento militar”. No
entanto, agora, um professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero de
Camargo Leirner, numa entrevista interessantíssima, fornece alguns dados que
permitem especular um pouco sobre o que os homens de farda enxergam, pensam e
planejam. Segundo esse arguto observador, a alta oficialidade militar pensa
usar o presidente Bolsonaro como estopim para que, uma vez eclodida a crise
geral, as Forças Armadas possam entrar em ação e empreender uma reforma total
do “sistema brasileiro”.
Basta um pouquinho só de memória histórica para lembrar que isso foi
o exatamente o que fizeram em 1964. Chamados pelo povo a derrubar um presidente
corrupto e promover novas eleições, acharam que seu dever não era resolver um
problema pontual e voltar aos quartéis, mas “tomar o poder” e, dominando desde
cima toda a situação, reformar o Brasil de alto a baixo segundo os valores e
esperanças do seu grupo. Fizeram muita coisa, especialmente no campo da
economia e das obras públicas, mas, decorridos vinte anos desse governo
tecnocrático e centralizador, tiveram de entregar o poder aos comunistas e seus
parceiros, que voltavam do exílio na condição de única força política que havia
sobrevivido à total ocupação do espaço pelos militares e pelos técnicos a
serviço deles.
Agora, segundo o professor Leirner, o plano é mais ou menos o
mesmo. A longa omissão dos generais diante da destruição do país pelos
comunistas encobria a discreta elaboração de um novo plano de reforma
tecnocrática da nação. É óbvio que, quando essa tomada do poder pelos militares
acontecer, o povo respirará aliviado, talvez, ao ver-se livre do domínio comunolarápio,
mas é claro que com esse plano, os militares mostram ainda ser estritamente
fiéis à concepção positivista que é a sua desde último quarto do século XIX.
Também é claro que a centralização tecnocrática não pode, EM HIPÓTESE ALGUMA,
criar ou fortalecer uma democracia e muito menos educar o povo para a prática
democrática.
O Brasil parece ser mesmo – para usar a expressão de Drummond –
“um sistema de erros”.
Artigo, Olavo de Carvalho - Brasil, um sistema de erros
Convivi muito com os militares brasileiros nos anos 90 e no começo da década seguinte, fazendo conferências e trabalhando na produção do livro da Biblioteca do Exército, “O Exército na História do Brasil”, e sabia mais ou menos o que eles pensavam. Mas, perdido todo o contato com eles uma década e meia atrás, não me aventurei mais a examinar o “pensamento militar”. No entanto, agora, um professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero de Camargo Leirner, numa entrevista interessantíssima, fornece alguns dados que permitem especular um pouco sobre o que os homens de farda enxergam, pensam e planejam. Segundo esse arguto observador, a alta oficialidade militar pensa usar o presidente Bolsonaro como estopim para que, uma vez eclodida a crise geral, as Forças Armadas possam entrar em ação e empreender uma reforma total do “sistema brasileiro”.
Basta um pouquinho só de memória histórica para lembrar que isso foi o exatamente o que fizeram em 1964. Chamados pelo povo a derrubar um presidente corrupto e promover novas eleições, acharam que seu dever não era resolver um problema pontual e voltar aos quartéis, mas “tomar o poder” e, dominando desde cima toda a situação, reformar o Brasil de alto a baixo segundo os valores e esperanças do seu grupo. Fizeram muita coisa, especialmente no campo da economia e das obras públicas, mas, decorridos vinte anos desse governo tecnocrático e centralizador, tiveram de entregar o poder aos comunistas e seus parceiros, que voltavam do exílio na condição de única força política que havia sobrevivido à total ocupação do espaço pelos militares e pelos técnicos a serviço deles.
Agora, segundo o professor Leirner, o plano é mais ou menos o mesmo. A longa omissão dos generais diante da destruição do país pelos comunistas encobria a discreta elaboração de um novo plano de reforma tecnocrática da nação. É óbvio que, quando essa tomada do poder pelos militares acontecer, o povo respirará aliviado, talvez, ao ver-se livre do domínio comunolarápio, mas é claro que com esse plano, os militares mostram ainda ser estritamente fiéis à concepção positivista que é a sua desde último quarto do século XIX. Também é claro que a centralização tecnocrática não pode, EM HIPÓTESE ALGUMA, criar ou fortalecer uma democracia e muito menos educar o povo para a prática democrática.
O Brasil parece ser mesmo – para usar a expressão de Drummond – “um sistema de erros”.
Basta um pouquinho só de memória histórica para lembrar que isso foi o exatamente o que fizeram em 1964. Chamados pelo povo a derrubar um presidente corrupto e promover novas eleições, acharam que seu dever não era resolver um problema pontual e voltar aos quartéis, mas “tomar o poder” e, dominando desde cima toda a situação, reformar o Brasil de alto a baixo segundo os valores e esperanças do seu grupo. Fizeram muita coisa, especialmente no campo da economia e das obras públicas, mas, decorridos vinte anos desse governo tecnocrático e centralizador, tiveram de entregar o poder aos comunistas e seus parceiros, que voltavam do exílio na condição de única força política que havia sobrevivido à total ocupação do espaço pelos militares e pelos técnicos a serviço deles.
Agora, segundo o professor Leirner, o plano é mais ou menos o mesmo. A longa omissão dos generais diante da destruição do país pelos comunistas encobria a discreta elaboração de um novo plano de reforma tecnocrática da nação. É óbvio que, quando essa tomada do poder pelos militares acontecer, o povo respirará aliviado, talvez, ao ver-se livre do domínio comunolarápio, mas é claro que com esse plano, os militares mostram ainda ser estritamente fiéis à concepção positivista que é a sua desde último quarto do século XIX. Também é claro que a centralização tecnocrática não pode, EM HIPÓTESE ALGUMA, criar ou fortalecer uma democracia e muito menos educar o povo para a prática democrática.
O Brasil parece ser mesmo – para usar a expressão de Drummond – “um sistema de erros”.
Artigo, Dagoberto Lima Godoy - O julgamento da história
- O autor é ex-presidente da Fiergs e presidente do Conselho Superior da CIC de Caxias do Sul, o município (400 mil habitantes) mais industrializado do RS.
Os governantes que fraquejam ao enfrentar grandes ameaças, enquanto responsáveis pelos destinos de um povo, serão inevitavelmente condenados e vilipendiados, não importa qual tenha sido a natureza – boa ou má – de suas motivações. Foi o que ficou provado, com chocante evidência, quando o secular prestígio da nação francesa, construído com bravura, rebeldia e altivez, ficou seriamente enxovalhado, em 1940, logo após o início da Segunda Guerra. Até a façanha revolucionária de 1789 e as gloriosas conquistas napoleônicas foram enlameadas pela humilhante rendição que submeteu a França ao domínio de Hitler, por longos e inapagáveis quatro anos. O histórico vexame agigantou-se diante da indômita coragem com que os ingleses resistiram, com “sangue, suor e lágrimas”, ao tremendo poderio da Luftwaffe, sozinhos, após ter a França rompido a aliança dos dois países contra o nazismo.
Então, o Marechal Pétain, chefe do governo rendido, alegou ter tomada a inglória decisão para preservar vidas humanas e a própria vitalidade da nação. Discute-se, até hoje, se ele teria agido de acordo com a maioria dos franceses, à época; mas, terminada a Guerra, suas razões foram rejeitadas e ele foi duplamente condenado: com uma sentença de morte, por traição à pátria, depois convertida em prisão perpétua; e, mais, com um indelével e também perpétuo registro de desonra, nos anais da história mundial.
Governantes de todo o mundo foram chamados a enfrentar a invasão do Covid19 e reagiram de diferentes formas, embora a todos coubesse a mesma responsabilidade de preservar vidas humanas e a vitalidade de seus países. Uns defendiam o assim chamado isolamento vertical, consistindo numa quarentena seletiva dos grupos de risco, a par de práticas defensivas a adotar individual e coletivamente. Não ignoravam a provável sobrecarga do sistema de saúde e inevitáveis perdas de vidas preciosas. Mas, entendiam que se tratava de um assalto a ser enfrentado e superado com coragem e determinação, tal como tantos povos fizeram, frente a epidemias, catástrofes naturais ou guerras artificiais.
Porém, a maioria dos governantes optou pela intervenção autoritária, com medidas drásticas de isolamento, dito horizontal, a fim de conseguir o “achatamento” da curva de contágio, alegadamente para ganhar tempo para o reforço da estrutura hospitalar e, assim, evitar o seu colapso. Decretaram quarentenas, impuseram “lock-downs” e conseguiram a proeza inédita de paralisar a economia mundial, espalhando medo entre o povo e dizimando empresas e empregos, aos milhões. Não perceberam ou desconsideraram o fato de que a vitalidade da nação envolve a preservação da vida e dos meios de existência da população, em larga escala, não só de imediato, mas também e principalmente, a longo prazo.
Terão agido certo? É cedo para dizer, mas o certo é que, cedo ou tarde, a história os julgará. Implacavelmente.
Os governantes que fraquejam ao enfrentar grandes ameaças, enquanto responsáveis pelos destinos de um povo, serão inevitavelmente condenados e vilipendiados, não importa qual tenha sido a natureza – boa ou má – de suas motivações. Foi o que ficou provado, com chocante evidência, quando o secular prestígio da nação francesa, construído com bravura, rebeldia e altivez, ficou seriamente enxovalhado, em 1940, logo após o início da Segunda Guerra. Até a façanha revolucionária de 1789 e as gloriosas conquistas napoleônicas foram enlameadas pela humilhante rendição que submeteu a França ao domínio de Hitler, por longos e inapagáveis quatro anos. O histórico vexame agigantou-se diante da indômita coragem com que os ingleses resistiram, com “sangue, suor e lágrimas”, ao tremendo poderio da Luftwaffe, sozinhos, após ter a França rompido a aliança dos dois países contra o nazismo.
Então, o Marechal Pétain, chefe do governo rendido, alegou ter tomada a inglória decisão para preservar vidas humanas e a própria vitalidade da nação. Discute-se, até hoje, se ele teria agido de acordo com a maioria dos franceses, à época; mas, terminada a Guerra, suas razões foram rejeitadas e ele foi duplamente condenado: com uma sentença de morte, por traição à pátria, depois convertida em prisão perpétua; e, mais, com um indelével e também perpétuo registro de desonra, nos anais da história mundial.
Governantes de todo o mundo foram chamados a enfrentar a invasão do Covid19 e reagiram de diferentes formas, embora a todos coubesse a mesma responsabilidade de preservar vidas humanas e a vitalidade de seus países. Uns defendiam o assim chamado isolamento vertical, consistindo numa quarentena seletiva dos grupos de risco, a par de práticas defensivas a adotar individual e coletivamente. Não ignoravam a provável sobrecarga do sistema de saúde e inevitáveis perdas de vidas preciosas. Mas, entendiam que se tratava de um assalto a ser enfrentado e superado com coragem e determinação, tal como tantos povos fizeram, frente a epidemias, catástrofes naturais ou guerras artificiais.
Porém, a maioria dos governantes optou pela intervenção autoritária, com medidas drásticas de isolamento, dito horizontal, a fim de conseguir o “achatamento” da curva de contágio, alegadamente para ganhar tempo para o reforço da estrutura hospitalar e, assim, evitar o seu colapso. Decretaram quarentenas, impuseram “lock-downs” e conseguiram a proeza inédita de paralisar a economia mundial, espalhando medo entre o povo e dizimando empresas e empregos, aos milhões. Não perceberam ou desconsideraram o fato de que a vitalidade da nação envolve a preservação da vida e dos meios de existência da população, em larga escala, não só de imediato, mas também e principalmente, a longo prazo.
Terão agido certo? É cedo para dizer, mas o certo é que, cedo ou tarde, a história os julgará. Implacavelmente.
O que pode e não pode abrir em áreas com bandeira vermelha
Administração Pública
Serviços não essenciais podem atuar com 25% de trabalhadores
Serviços de habilitação de condutores podem atuar com 50% de trabalhadores
Agropecuária
Agricultura, pecuária e relacionados com 50% de trabalhadores
Pesca e aqüicultura com 25% de trabalhadores
Alimentação
Restaurantes self-service não podem abrir
Restaurantes a la carte, prato feito e buffet sem autosserviço só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Lanchonetes e padarias só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Alojamento
Hotéis e similares com 40% dos quartos
Hotéis e similares (beira de estradas e rodovias) com 75% dos quartos
Comércio
Não pode abrir
Varejista de itens não essenciais
Pode abrir com 25% dos trabalhadores
Comércio de Veículo, apenas teleatendimento
Manutenção e Reparação de Veículos, teleatendimento e presencial restrito
Atacadista não essencial, apenas por telentrega, pegue e leve e drive-thru
Centro comercial e shopping, mas apenas lojas de alimentação, higiene e itens essenciais. Recomendada a medição de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Comércio Varejista de Produtos Alimentícios
Comércio Atacadista de Itens Essenciais
Comércio Varejista de Itens Essenciais
Postos de gasolina, mas é vedada aglomeração
Educação
Todas as modalidades de ensino devem ser remotas, o que inclui aulas particulares de idiomas, de música, de esportes, de dança e artes cênicas, de arte e cultura.
São autorizadas apenas as atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão dos ensinos Médio e Superior. Devem operar com 25% dos trabalhadores e monitoramento de temperatura.
Indústria
Pode abrir com 75% dos trabalhadores
Construção de Edifícios
Obras de Infraestrutura
Serviços de Construção
Extração de Carvão Mineral
Extração de Petróleo e Gás, com monitoramento de temperatura
Alimentos e Bebidas
Farmoquímicos e Farmacêuticos, com monitoramento de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Fumo
Têxteis
Vestuário
Couros e calçados
Madeira
Papel e celulose
Impressão e Reprodução
Derivados do petróleo
Químicos
Borracha e Plástico
Minerais não metálicos
Metalurgia
Produtos de Metal
Equipamentos Informática
Materiais Elétricos
Máquinas e Equipamentos
Veículos Automotores
Móveis
Produtos Diversos
Manutenção e Reparação
Serviços
Não podem abrir
Casas noturnas, bares e pubs
Academia
Clubes sociais, esportivos e similares
Serviços de higiene pessoal (cabelereiro e barbeiro)
Missas e serviços religiosos
Serviços Domésticos
Parques Temáticos e similares
Teatros, cinemas e casas de espetáculos
Museus, bibiliotecas, arquivos, acervos e similares
Ateliês
MTG e similares
Eventos em ambiente fechado ou aberto
Agência de turismo, passeios e excursões
Podem abrir com 100% dos trabalhadores
Funerária
Pesquisa científica e laboratórios (pandemia)
Podem abrir com 50% dos trabalhadores
Bancos, lotéricas e similares
Assistência Veterinária
Parques e reservas naturais, jardins botânicos e zoológicos = Sem atendimento ao público
Advocacia
Call-center
Podem abrir com 25% dos trabalhadores
Imobiliárias e similares, apenas por teleatendimento
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos
Lavanderias e similares
Serviços de contabilidade, auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura e publicidade, apenas por teleatendimento
Transporte
Pode operar com 100% dos trabalhadores
Transporte rodoviário de carga
Estacionamentos
Pode operar com 50% dos assentos (janela)
Coletivo de passageiro municipal e metropolitano do tipo comum
Rodoviário fretado de passageiros
Rodoviário de passageiros municipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros intermunicipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros metropolitano ou intermunicipal do tipo semidireto, direto, executivo ou seletivo, com monitoramento de temperatura
Rodoviário de passageiros interestadual. com monitoramento de temperatura
Pode operar com 50% dos trabalhadores
Correios
Pode operar com 25% dos trabalhadores
Aeroclubes e aeródromos
Todas as regiões, seja qual for a bandeira na qual está classificada, devem seguir todos os protocolos de prevenção, que incluem uso de máscara, distanciamento entre as pessoas, higienização dos ambientes e das mãos, uso de equipamento de proteção individual (EPI), afastamento de casos positivos ou suspeitos, teto de ocupação e atendimento diferenciado para grupos de risco.Administração Pública
Serviços não essenciais podem atuar com 25% de trabalhadores
Serviços de habilitação de condutores podem atuar com 50% de trabalhadores
Agropecuária
Agricultura, pecuária e relacionados com 50% de trabalhadores
Pesca e aqüicultura com 25% de trabalhadores
Alimentação
Restaurantes self-service não podem abrir
Restaurantes a la carte, prato feito e buffet sem autosserviço só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Lanchonetes e padarias só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Alojamento
Hotéis e similares com 40% dos quartos
Hotéis e similares (beira de estradas e rodovias) com 75% dos quartos
Comércio
Não pode abrir
Varejista de itens não essenciais
Pode abrir com 25% dos trabalhadores
Comércio de Veículo, apenas teleatendimento
Manutenção e Reparação de Veículos, teleatendimento e presencial restrito
Atacadista não essencial, apenas por telentrega, pegue e leve e drive-thru
Centro comercial e shopping, mas apenas lojas de alimentação, higiene e itens essenciais. Recomendada a medição de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Comércio Varejista de Produtos Alimentícios
Comércio Atacadista de Itens Essenciais
Comércio Varejista de Itens Essenciais
Postos de gasolina, mas é vedada aglomeração
Educação
Todas as modalidades de ensino devem ser remotas, o que inclui aulas particulares de idiomas, de música, de esportes, de dança e artes cênicas, de arte e cultura.
São autorizadas apenas as atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão dos ensinos Médio e Superior. Devem operar com 25% dos trabalhadores e monitoramento de temperatura.
Indústria
Pode abrir com 75% dos trabalhadores
Construção de Edifícios
Obras de Infraestrutura
Serviços de Construção
Extração de Carvão Mineral
Extração de Petróleo e Gás, com monitoramento de temperatura
Alimentos e Bebidas
Farmoquímicos e Farmacêuticos, com monitoramento de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Fumo
Têxteis
Vestuário
Couros e calçados
Madeira
Papel e celulose
Impressão e Reprodução
Derivados do petróleo
Químicos
Borracha e Plástico
Minerais não metálicos
Metalurgia
Produtos de Metal
Equipamentos Informática
Materiais Elétricos
Máquinas e Equipamentos
Veículos Automotores
Móveis
Produtos Diversos
Manutenção e Reparação
Serviços
Não podem abrir
Casas noturnas, bares e pubs
Academia
Clubes sociais, esportivos e similares
Serviços de higiene pessoal (cabelereiro e barbeiro)
Missas e serviços religiosos
Serviços Domésticos
Parques Temáticos e similares
Teatros, cinemas e casas de espetáculos
Museus, bibiliotecas, arquivos, acervos e similares
Ateliês
MTG e similares
Eventos em ambiente fechado ou aberto
Agência de turismo, passeios e excursões
Podem abrir com 100% dos trabalhadores
Funerária
Pesquisa científica e laboratórios (pandemia)
Podem abrir com 50% dos trabalhadores
Bancos, lotéricas e similares
Assistência Veterinária
Parques e reservas naturais, jardins botânicos e zoológicos = Sem atendimento ao público
Advocacia
Call-center
Podem abrir com 25% dos trabalhadores
Imobiliárias e similares, apenas por teleatendimento
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos
Lavanderias e similares
Serviços de contabilidade, auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura e publicidade, apenas por teleatendimento
Transporte
Pode operar com 100% dos trabalhadores
Transporte rodoviário de carga
Estacionamentos
Pode operar com 50% dos assentos (janela)
Coletivo de passageiro municipal e metropolitano do tipo comum
Rodoviário fretado de passageiros
Rodoviário de passageiros municipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros intermunicipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros metropolitano ou intermunicipal do tipo semidireto, direto, executivo ou seletivo, com monitoramento de temperatura
Rodoviário de passageiros interestadual. com monitoramento de temperatura
Pode operar com 50% dos trabalhadores
Correios
Pode operar com 25% dos trabalhadores
Serviços não essenciais podem atuar com 25% de trabalhadores
Serviços de habilitação de condutores podem atuar com 50% de trabalhadores
Agropecuária
Agricultura, pecuária e relacionados com 50% de trabalhadores
Pesca e aqüicultura com 25% de trabalhadores
Alimentação
Restaurantes self-service não podem abrir
Restaurantes a la carte, prato feito e buffet sem autosserviço só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Lanchonetes e padarias só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Alojamento
Hotéis e similares com 40% dos quartos
Hotéis e similares (beira de estradas e rodovias) com 75% dos quartos
Comércio
Não pode abrir
Varejista de itens não essenciais
Pode abrir com 25% dos trabalhadores
Comércio de Veículo, apenas teleatendimento
Manutenção e Reparação de Veículos, teleatendimento e presencial restrito
Atacadista não essencial, apenas por telentrega, pegue e leve e drive-thru
Centro comercial e shopping, mas apenas lojas de alimentação, higiene e itens essenciais. Recomendada a medição de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Comércio Varejista de Produtos Alimentícios
Comércio Atacadista de Itens Essenciais
Comércio Varejista de Itens Essenciais
Postos de gasolina, mas é vedada aglomeração
Educação
Todas as modalidades de ensino devem ser remotas, o que inclui aulas particulares de idiomas, de música, de esportes, de dança e artes cênicas, de arte e cultura.
São autorizadas apenas as atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão dos ensinos Médio e Superior. Devem operar com 25% dos trabalhadores e monitoramento de temperatura.
Indústria
Pode abrir com 75% dos trabalhadores
Construção de Edifícios
Obras de Infraestrutura
Serviços de Construção
Extração de Carvão Mineral
Extração de Petróleo e Gás, com monitoramento de temperatura
Alimentos e Bebidas
Farmoquímicos e Farmacêuticos, com monitoramento de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Fumo
Têxteis
Vestuário
Couros e calçados
Madeira
Papel e celulose
Impressão e Reprodução
Derivados do petróleo
Químicos
Borracha e Plástico
Minerais não metálicos
Metalurgia
Produtos de Metal
Equipamentos Informática
Materiais Elétricos
Máquinas e Equipamentos
Veículos Automotores
Móveis
Produtos Diversos
Manutenção e Reparação
Serviços
Não podem abrir
Casas noturnas, bares e pubs
Academia
Clubes sociais, esportivos e similares
Serviços de higiene pessoal (cabelereiro e barbeiro)
Missas e serviços religiosos
Serviços Domésticos
Parques Temáticos e similares
Teatros, cinemas e casas de espetáculos
Museus, bibiliotecas, arquivos, acervos e similares
Ateliês
MTG e similares
Eventos em ambiente fechado ou aberto
Agência de turismo, passeios e excursões
Podem abrir com 100% dos trabalhadores
Funerária
Pesquisa científica e laboratórios (pandemia)
Podem abrir com 50% dos trabalhadores
Bancos, lotéricas e similares
Assistência Veterinária
Parques e reservas naturais, jardins botânicos e zoológicos = Sem atendimento ao público
Advocacia
Call-center
Podem abrir com 25% dos trabalhadores
Imobiliárias e similares, apenas por teleatendimento
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos
Lavanderias e similares
Serviços de contabilidade, auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura e publicidade, apenas por teleatendimento
Transporte
Pode operar com 100% dos trabalhadores
Transporte rodoviário de carga
Estacionamentos
Pode operar com 50% dos assentos (janela)
Coletivo de passageiro municipal e metropolitano do tipo comum
Rodoviário fretado de passageiros
Rodoviário de passageiros municipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros intermunicipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros metropolitano ou intermunicipal do tipo semidireto, direto, executivo ou seletivo, com monitoramento de temperatura
Rodoviário de passageiros interestadual. com monitoramento de temperatura
Pode operar com 50% dos trabalhadores
Correios
Pode operar com 25% dos trabalhadores
Aeroclubes e aeródromos
Todas as regiões, seja qual for a bandeira na qual está classificada, devem seguir todos os protocolos de prevenção, que incluem uso de máscara, distanciamento entre as pessoas, higienização dos ambientes e das mãos, uso de equipamento de proteção individual (EPI), afastamento de casos positivos ou suspeitos, teto de ocupação e atendimento diferenciado para grupos de risco.Administração Pública
Serviços não essenciais podem atuar com 25% de trabalhadores
Serviços de habilitação de condutores podem atuar com 50% de trabalhadores
Agropecuária
Agricultura, pecuária e relacionados com 50% de trabalhadores
Pesca e aqüicultura com 25% de trabalhadores
Alimentação
Restaurantes self-service não podem abrir
Restaurantes a la carte, prato feito e buffet sem autosserviço só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Lanchonetes e padarias só podem atender clientes em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve. A operação deve acontecer com 50% de trabalhadores.
Alojamento
Hotéis e similares com 40% dos quartos
Hotéis e similares (beira de estradas e rodovias) com 75% dos quartos
Comércio
Não pode abrir
Varejista de itens não essenciais
Pode abrir com 25% dos trabalhadores
Comércio de Veículo, apenas teleatendimento
Manutenção e Reparação de Veículos, teleatendimento e presencial restrito
Atacadista não essencial, apenas por telentrega, pegue e leve e drive-thru
Centro comercial e shopping, mas apenas lojas de alimentação, higiene e itens essenciais. Recomendada a medição de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Comércio Varejista de Produtos Alimentícios
Comércio Atacadista de Itens Essenciais
Comércio Varejista de Itens Essenciais
Postos de gasolina, mas é vedada aglomeração
Educação
Todas as modalidades de ensino devem ser remotas, o que inclui aulas particulares de idiomas, de música, de esportes, de dança e artes cênicas, de arte e cultura.
São autorizadas apenas as atividades práticas essenciais para conclusão de curso: pesquisa, estágio curricular obrigatório, laboratórios e plantão dos ensinos Médio e Superior. Devem operar com 25% dos trabalhadores e monitoramento de temperatura.
Indústria
Pode abrir com 75% dos trabalhadores
Construção de Edifícios
Obras de Infraestrutura
Serviços de Construção
Extração de Carvão Mineral
Extração de Petróleo e Gás, com monitoramento de temperatura
Alimentos e Bebidas
Farmoquímicos e Farmacêuticos, com monitoramento de temperatura
Pode abrir com 50% dos trabalhadores
Fumo
Têxteis
Vestuário
Couros e calçados
Madeira
Papel e celulose
Impressão e Reprodução
Derivados do petróleo
Químicos
Borracha e Plástico
Minerais não metálicos
Metalurgia
Produtos de Metal
Equipamentos Informática
Materiais Elétricos
Máquinas e Equipamentos
Veículos Automotores
Móveis
Produtos Diversos
Manutenção e Reparação
Serviços
Não podem abrir
Casas noturnas, bares e pubs
Academia
Clubes sociais, esportivos e similares
Serviços de higiene pessoal (cabelereiro e barbeiro)
Missas e serviços religiosos
Serviços Domésticos
Parques Temáticos e similares
Teatros, cinemas e casas de espetáculos
Museus, bibiliotecas, arquivos, acervos e similares
Ateliês
MTG e similares
Eventos em ambiente fechado ou aberto
Agência de turismo, passeios e excursões
Podem abrir com 100% dos trabalhadores
Funerária
Pesquisa científica e laboratórios (pandemia)
Podem abrir com 50% dos trabalhadores
Bancos, lotéricas e similares
Assistência Veterinária
Parques e reservas naturais, jardins botânicos e zoológicos = Sem atendimento ao público
Advocacia
Call-center
Podem abrir com 25% dos trabalhadores
Imobiliárias e similares, apenas por teleatendimento
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos
Lavanderias e similares
Serviços de contabilidade, auditoria, consultoria, engenharia, arquitetura e publicidade, apenas por teleatendimento
Transporte
Pode operar com 100% dos trabalhadores
Transporte rodoviário de carga
Estacionamentos
Pode operar com 50% dos assentos (janela)
Coletivo de passageiro municipal e metropolitano do tipo comum
Rodoviário fretado de passageiros
Rodoviário de passageiros municipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros intermunicipal do tipo comum
Rodoviário de passageiros metropolitano ou intermunicipal do tipo semidireto, direto, executivo ou seletivo, com monitoramento de temperatura
Rodoviário de passageiros interestadual. com monitoramento de temperatura
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