O direito de opinião é livre para quem o escreve ou comenta, com ressalva: uso do anonimato é sinal de falta de caráter.

 Na coluna OPINIÃO de ontem deste Blog, sobre à decisão do TST, de manter sua decisão de multa de 300 mil reais a ORTOBOM teve 7 comentários favoráveis à crítica aquele órgão do serviço público. 

Outro comentário  isolado foi ao meu postado na mesma edição; " vovô além de golpista é  desatualizado parou no tempo em todos os sentidos"

Admito ter falhado quando me referi aos juizes classistas extintos. Foi oportuna e oportunista a sua observação. 

Magistrados e advogados de alto nível do saber, apesar de toda a atualização não cumprem às leis, com a cumplicidade do silêncio, de quem talvez seja conveniente ao meu crítico anônimo. 

O que não devo aceitar é alguém, escondido na moita do anonimato,  neste  momento de insanidade jurídica  atribuir a alguém o cometimento de crime de GOLPE ÀS INSTITUIÇÕES    do Brasil através do desonroso anonimato, sem a apresentação de provas.

Meus artigos e comentarios sempre foram assinados.

Meu recado é dirigido ao patrulheiro plantonidta de ontem  23, dás 22;26h  para que se identifique e resolvermos esta dissidência em tribunal apropriado.

O uso de um prolixo  baton numa estátua em Brasília deu causa a uma prisão de 14 anos.

Sr. Anônimo este VOVÓ de 84 anos ainda tem forças para agir em defesa do nomes da minha família, Gravina e  Mena Barreto Lampert.

Daí  que repudia e devolve as suas covardes ofensas.

Dica do editor - Esta alimentação à base de plantas garante mais proteínas e cálcio

Uma especialista em alimentação à base de plantas (plant-based) constrói sua dieta focando em grãos, leguminosas e vegetais variados. Ela obtém proteínas combinando feijões e cereais, cálcio através de folhas verde-escuros e sementes, e garante todos os outros nutrientes apostando na biodiversidade do prato.O planejamento nutricional para atingir as metas diárias inclui:1. Proteínas Completas e BiodisponíveisPara substituir a carne, o foco está nas leguminosas e na combinação inteligente de aminoácidos:Leguminosas: Soja (edamame, tofu, tempeh), grão-de-bico, lentilha e feijões são a base principal.Cereais integrais e pseudo-cereais: Quinoa e aveia.Truques da especialista: Combinar quinoa com lentilhas eleva o valor biológico da refeição, criando um perfil de aminoácidos superior ao de muitas proteínas animais. Ela também usa farinhas funcionais como a de grão-de-bico em pães e tortas e pode incluir proteína em pó (de ervilha ou arroz) em vitaminas.2. Fontes de Cálcio Altamente AbsorvíveisO cálcio vegetal é muito bem absorvido pelo organismo. As principais escolhas incluem:Vegetais verde-escuros: Brócolis, couve, agrião e rúcula.Sementes e oleaginosas: O gergelim (seja em semente ou na pasta tahin) e amêndoas são superconcentrados em cálcio.Derivados de soja: Tofu enriquecido com sulfato ou cloreto de cálcio e leites vegetais fortificados.3. Muito Mais: Ferro, Zinco e VitaminasAlém de cálcio e proteína, a dieta plant-based é rica em fibras e antioxidantes:Ferro: Feijões, espinafre e quinoa. A especialista sempre consome esses alimentos com fontes de vitamina C (como laranja, limão ou brócolis) para maximizar a absorção do ferro.Gorduras Boas: Sementes de chia e linhaça, ricas em Ômega-3.Vitamina B12: Por ser um nutriente crítico, a suplementação diária ou periódica é uma diretriz inegociável em uma dieta vegana bem estruturada.

Dica do editor - Sgurado do INSS que pedir benefício tem 30 dias para fazer biometria

Dica do editor - Sgurado do INSS que pedir benefício tem 30 dias para fazer biometria

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que pedir um benefício e não tiver biometria -ou não se encaixar em nenhuma das situações de dispensa- tem 30 dias para regularizar a situação, sob pena de perda do requerimento, já que o órgão pode considerar que houve desistência da solicitação. Objetivo da regra é confirmar a identidade do beneficiário e impedir que terceiros recebam valores de forma indevida. A partir de agora, quem solicitar benefícios ao INSS deverá comprovar registro biométrico em bases oficiais do governo, como Carteira de Identidade Nacional (CIN), Título de eleitor ou com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).Ficam de fora da regra os pedidos de pensão, salário-maternidade e benefícios por incapacidade, incluindo o auxílio-doença. Além disso, há dispensa da biometria para pessoas com mais de 80 anos, refugiados e migrantes.

QUEM ESTÁ DISPENSADO DA BIOMETRIA DO INSS?

:1 - pessoas com mais de 80 anos

2 - migrantes, refugiados ou apátridas

3 - quem mora no exterior

4 - quem está impossibilitado de se deslocar por mais de 30 dias por motivo de saúde ou deficiência, mas é preciso apresentar atestado médico que comprove a condição

5 - moradores de localidades de difícil acesso, listadas em portaria do governo

6 - segurados que fazem pedido de salário-maternidade, benefício por incapacidade ou pensão por morte



Comissão do Senado aprova projeto de Osmar Terra que agrava punições a molesadores de crianças

A Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) aprovou nesta quarta (24) um projeto de lei 3066/2025 que aumenta as punições para a violência sexual digital contra crianças e adolescentes — inclusive nos casos em que é utilizada a inteligência artificial.

A proposta segue para votação no Plenário do Senado — junto com um requerimento de urgência.

O PL, de autoria do deputado federal Osmar Terra (PL-RS), aumenta a pena para quem produzir, divulgar ou comercializar conteúdo de violência sexual contra menores por meio da internet ou das redes sociais.

Também prevê a atualização da linguagem utilizada na legislação: o texto substitui a expressão “pornografia infantil” por “violência sexual contra criança ou adolescente”.

A proposta inclui diversos crimes relacionados à violência sexual contra menores no rol dos crimes hediondos.

A relatora da matéria na CDH, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apresentou parecer favorável à iniciativa.


Produção e divulgação

O texto aumenta as penas de crimes já previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Nos casos de produção, reprodução, direção, fotografia, filmagem ou registro de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente, assim como a sua venda ou exposição, a pena atual é de 4 a 8 anos de reclusão e multa. O projeto eleva essa punição para 4 a 10 anos de reclusão e multa.

O texto aumenta a pena em um terço se a venda ou exposição ocorrer por meio da internet, das redes sociais ou de outras tecnologias da informação e comunicação.

A proposta aumenta a punição para quem oferece, troca, disponibiliza, transmite, distribui, publica ou divulga material de violência sexual contra criança ou adolescente. Hoje, a pena prevista para esses atos é de 3 a 6 anos de reclusão e multa. O texto proposto permite aumentar a pena para 4 a 10 anos de reclusão e multa.

O projeto aumenta a pena em um terço quando o conteúdo for publicado ou compartilhado em mais de uma plataforma digital, rede social, serviço de vídeo sob demanda ou aplicativo acessível ao público.

Armazenamento

A pena atual para quem adquire, possui ou armazena esse tipo de material é de 1 a 4 anos de reclusão e multa. O projeto aumenta essa punição para 3 a 6 anos de reclusão e multa.

O texto também cita explicitamente o ato de solicitar esse material. E prevê a mesma pena para quem acessa ou visualiza deliberadamente aplicações de internet, serviços de streaming ou outras formas de registro que apresentem material de violência sexual contra criança ou adolescente.

Aliciamento

Também está prevista pena maior para o crime de aliciamento de menor.

Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece pena de 1 a 3 anos de reclusão e multa para o aliciamento de criança para a prática de ato libidinoso. O projeto prevê, para o aliciamento de menores de 14 anos, punição de 3 a 5 anos de reclusão e multa.

Inteligência artificial 

O texto prevê que as penas podem ser aumentadas de um terço a dois terços quando o criminoso promete vantagem à vítima ou se aproveita de relação de confiança, autoridade, cuidado, proteção, vigilância, educação, convivência familiar ou profissional. O mesmo aumento deve ocorrer em caso de uso de:

inteligência artificial;

deepfake (montagem feita com inteligência artificial para alterar rosto ou voz);

filtros;

perfis falsos;

"anonimização" (quando se utilizam mecanismos para impedir a identificação do criminoso);

aplicativos de mensagens;

redes sociais;

jogos on-line;

Para os casos em que há a simulação da participação de menores em conteúdo de violência sexual (como montagens, adulterações ou modificações de imagem), a proposta aumenta a pena (que hoje é de 1 a 3 anos de reclusão e multa) para 3 a 5 anos de reclusão e multa.

O PL3066 acrescenta um novo artigo ao Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 226-A) para aumentar de um terço a dois terços a pena do criminoso que, com o objetivo de impedir ou dificultar sua identificação, usar modulador de proxy (recurso que "disfarça" a conexão para ocultar a origem do acesso) ou técnica de mascaramento, ocultação, falsificação, alteração ou "anonimização" de endereço IP ou de outro identificador digital. 

O texto preserva o uso legítimo de tecnologias de privacidade e segurança digital quando aplicadas para fins lícitos (como proteção de dados pessoais, privacidade e segurança cibernética).

O deputado Osmar Terra, acompanhou a votação do projeto na CDH.:

-As mudanças são necessárias porque há lacunas na legislação atual, especialmente diante da rapidez com que as novas tecnologias são utilizadas pelos criminosos para praticar, esconder e disseminar seus atos- declarou Terra.

Ronda virtual

A proposta autoriza a chamada ronda virtual, a ser realizada por órgãos investigativos oficiais, para identificar e coletar arquivos em ambientes digitais públicos, desde que relacionados a crimes de violência sexual contra menores.

Esses ambientes incluem redes peer-to-peer, fóruns, sites, canais e redes sociais, entre outros.

O projeto destaca que essa coleta em ambiente público não configura interceptação de comunicações nem infiltração policial, dispensando autorização judicial prévia.

Nos casos de flagrante, de risco à vida ou de risco à integridade física de menor identificado durante a ronda virtual, o órgão responsável poderá requisitar dados de conexão e os dados cadastrais diretamente ao provedor de conexão e ao de aplicação, sem ordem judicial. Mas o texto exige comunicação à autoridade judicial em até 48 horas. 

Proteção às vítimas

Além da repressão penal, o projeto contém medidas de proteção às vítimas. O texto prevê que crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual terão direito a atendimento psicológico e psicossocial individual, especializado, contínuo e integral.

Está previsto que esse atendimento considere os impactos da revitimização causada pela circulação e pela permanência de imagens e vídeos em ambiente digital, inclusive em outros países (a revitimização acontece quando a vítima revive o trauma provocado pelo crime).

Responsabilização financeira

 O projeto determina que quem causar lesão corporal ou praticar violência física, sexual ou psicológica contra criança ou adolescente deverá cobrir integralmente os custos do tratamento da vítima, inclusive com ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto determina que os valores arrecadados serão destinados ao Fundo de Saúde do ente federado responsável pela unidade que prestou o atendimento

Ter um horário regular para dormir é fundamental para uma boa noite de sono. Veja como estabelecer um.

 Estabelecer um horário regular para dormir treina o seu relógio biológico (ritmo circadiano), facilitando o adormecer e melhorando a qualidade do descanso. Seguir a mesma rotina de segunda a domingo é um dos pilares da higiene do sono.Confira um guia simples para estabelecer e manter o seu horário:Defina uma janela consistente: Escolha horários para deitar e levantar que permitam de 7 a 9 horas de sono por noite. Mantenha essa rotina até mesmo nos fins de semana, evitando variar mais de uma ou duas horas.Crie um ritual de relaxamento: Cerca de 30 a 60 minutos antes da hora de dormir, inicie uma rotina que sinalize ao cérebro que é hora de desacelerar. Isso inclui apagar luzes fortes, ler um livro, ouvir uma música calma ou tomar um banho morno.Afaste-se das telas: Desligue smartphones, computadores e televisores pelo menos uma hora antes de deitar. A luz azul inibe a produção de melatonina, o hormônio do sono.Atente-se ao que consome: Evite refeições pesadas, cafeína e bebidas alcoólicas nas horas que antecedem o repouso.Adapte o ambiente: Mantenha o quarto escuro, silencioso e com uma temperatura agradável

A Geração Z inicia a Revolução Flamingo na Albânia

 Os protestos liderados pela Geração Z na Albânia — apelidados de "Revolução Flamingo" — desafiaram fortemente o Primeiro-Ministro Edi Rama. Iniciadas contra um resort de luxo na área protegida da lagoa de Vjosa-Narta, as manifestações evoluíram para uma ampla oposição à corrupção, ao modelo de privatizações e à captura do Estado, prejudicando a imagem carismática e a capacidade de diálogo de Rama.O movimento juvenil na Albânia tem causado um impacto sem precedentes. Detalhes da situação incluem:Estopim Ambiental: O projeto de um resort de US$ 4 bilhões envolvendo Jared Kushner e a família Trump motivou a revolta por ameaçar ecossistemas essenciais, como a ilha de Sazan e a lagoa de Narta. Os flamingos tornaram-se o símbolo da causa.Evolução Política: O descontentamento com o projeto turístico transformou-se em grandes atos em frente ao gabinete do Primeiro-Ministro em Tirana Square Full for 17 Days/Pulse of Democracy: How Ready Are Gen Z in the Western Balkans, Where Does Albania Rank?. Manifestantes têm exigido a renúncia de Rama, mudanças estruturais e investigações anticorrupção.A Reação do Governo: Edi Rama, que está no poder há mais de uma década, tem tentado minimizar os protestos e ridicularizar os jovens. Ele também tentou rebater as críticas políticas usando, inclusive, polêmicos vídeos gerados por Inteligência Artificial — uma manobra que atraiu atenção global.Embora os manifestantes tenham conseguido agitar o cenário político, a falta de uma liderança centralizada e planos políticos formais são desafios apontados por especialistas. Contudo, o fato de milhares de jovens terem tomado as ruas demonstra uma nova era de mobilização pública e o despertar contra o establishment tradicional.

Artigo, especial, Dagoberto Lima Godoy - Uma eleição apertada na Colômbia: e se fosse no Brasil ?

O autor é advogado, engenheiro e escritor. Também foi presidente da Fiergs e representante brasileiro na OIT.

A recente eleição presidencial na Colômbia, confirmada por uma diferença inferior a um ponto percentual entre os candidatos, recolocou no centro do debate uma questão essencial: como saber se o resultado corresponde, de fato, à vontade dos eleitores?

A Colômbia utiliza cédulas de papel. O eleitor marca sua escolha e deixa um registro físico para o escrutínio. O resultado oficial decorre da conferência das atas e dos procedimentos legais de apuração. Em caso de dúvida fundamentada, há documentos a examinar e, nas hipóteses previstas, votos a recontar.

O voto em papel não é infalível. Pode haver erros humanos, votos anulados, extravios e manipulações. Mas oferece uma garantia tangível: o resultado não depende exclusivamente de programas, arquivos digitais e explicações técnicas inacessíveis à maioria dos eleitores

Isso importa ainda mais numa época de ataques — hackers —contra sistemas eletrônicos cada vez mais sofisticados. A possibilidade de invasão não prova, por si só, adulteração de votos, quando a infraestrutura eleitoral inclui cadastro, redes de transmissão, divulgação de resultados, bancos de dados e equipamentos. Uma falha em uma dessas etapas não equivale automaticamente a fraude.

O ponto central, porém, permanece: nenhum sistema digital é imune a ataques, erros de programação ou vulnerabilidades humanas. Quanto mais complexa a tecnologia, menos razoável é exigir que o eleitor confie em mecanismos que não pode ver ou conferir por meios independentes.

É nesse contexto que o debate brasileiro deve ser tratado com serenidade. Nas eleições presidenciais de 2022, as urnas eletrônicas estiveram no centro de controvérsia intensa. Houve acusações, desinformação e dúvidas de grande repercussão. As auditorias e missões internacionais de observação não identificaram prova de fraude significativa. Ainda assim, o debate mobilizou milhões de brasileiros e mostrou que confiança institucional não se impõe por decreto nem se constrói só com relatórios técnicos.

O Brasil dispõe de um sistema rápido, com testes de segurança, fiscalização, boletins de urna e registros eletrônicos do voto. Esses controles são relevantes, mas, numa eleição decidida por diferença mínima — como a deste ano proete ser —, serão suficientes para convencer o eleitor comum de que cada voto foi registrado e contado como deveria?

A experiência internacional recomenda cautela. Levantamento do International IDEA — Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral — indicou que apenas 34 dos 178 países pesquisados, cerca de 19%, utilizavam votação eletrônica em eleições nacionais ou subnacionais. A maioria preserva a cédula de papel, com contagem manual ou leitura por scanners.

O dado não condena a urna eletrônica brasileira. Mostra, porém, que o padrão mais difundido busca conciliar tecnologia e prova material: o eleitor vota em papel, a apuração é acelerada por leitura óptica e as cédulas ficam disponíveis para auditoria ou recontagem.

Não se trata de opor atraso e modernidade. Trata-se de encontrar a combinação capaz de oferecer eficiência, segurança, transparência e confiança pública. O resultado precisa ser correto, mas também verificável aos olhos de quem participou da escolha. Democracia não pode depender de fé cega, seja em pessoas, seja em máquinas.