Ataque verbal de Trump contra o Irã

 “O Irã vem brincando com os Estados Unidos e com o resto do mundo há 47 anos (ADIANDO, ADIANDO, ADIANDO!), e finalmente encontrou o ‘veio de ouro’ quando Barack Hussein Obama se tornou presidente. Ele não foi apenas bom para eles, foi ótimo, na verdade passando para o lado deles, abandonando Israel e todos os outros aliados, e dando ao Irã uma nova e poderosa chance de vida.


Centenas de bilhões de dólares, além de 1,7 bilhão de dólares em dinheiro vivo, foram enviados de avião para Teerã e entregues de bandeja. Todos os bancos de Washington D.C., Virgínia e Maryland foram esvaziados — era tanto dinheiro que, quando chegou, os bandidos iranianos nem sabiam o que fazer com ele.


Eles nunca tinham visto tanto dinheiro assim, e nunca verão novamente. O dinheiro foi retirado do avião em malas e bolsas, e os iranianos não conseguiam acreditar na própria sorte. Eles finalmente encontraram o maior OTÁRIO de todos, na forma de um presidente americano fraco e estúpido.


Ele foi um desastre como nosso ‘líder’, mas não tão ruim quanto o Sonolento Joe Biden! Durante 47 anos, os iranianos estiveram nos enrolando, nos fazendo esperar, matando nosso povo com bombas nas estradas, reprimindo protestos e, recentemente, exterminando 42 mil manifestantes inocentes e desarmados, enquanto riam do nosso país, agora GRANDE NOVAMENTE.

Endometriose: 5 sinais de alerta que você não deve ignorar

Considerada uma das principais causas de infertilidade feminina, a doença afeta uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva, mas o diagnóstico ainda pode levar anos

 Celebrado em 7 de maio, o Dia Internacional da Luta contra a Endometriose acende um alerta fundamental sobre essa condição que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. Apesar de ser comum, a doença ainda é cercada de desinformação, o que faz com que muitas pacientes convivam com dores incapacitantes por anos até receberem o diagnóstico correto.

 A endometriose ocorre quando o endométrio – tecido que reveste o interior do útero – cresce fora do órgão, atingindo regiões como ovários, trompas, intestino e bexiga. Esse processo gera uma inflamação crônica que, além de comprometer severamente a qualidade de vida, é uma das principais causas de infertilidade feminina. 

“O ambiente inflamatório gerado pela doença pode prejudicar a qualidade dos óvulos e dificultar a implantação do embrião no útero. A endometriose também pode criar cicatrizes internas, que obstruem as trompas, ou atingir os ovários, formando cistos. Neste caso, tanto a própria doença quanto as cirurgias necessárias para removê-la levam à diminuição da quantidade de óvulos disponíveis”, explica Dra. Alessandra Evangelista, ginecologista especializada em Reprodução Humana da Clínica Vida (RJ), que integra o Fertgroup – maior grupo de reprodução assistida do país.

 Para ajudar a identificar o problema precocemente, a especialista elenca os 5 principais sinais de alerta da endometriose:

 1. Cólicas menstruais intensas

A dor da endometriose é progressiva e incapacitante. Ela impede a mulher de realizar suas atividades diárias e pode piorar com o passar dos anos.

2. Dor profunda durante a relação sexual 

Muitas pacientes relatam uma dor no "fundo da pelve" durante a penetração. Isso ocorre devido à inflamação e às aderências causadas pela doença em estruturas próximas ao canal vaginal e ao colo do útero.

3. Alterações intestinais ou urinárias no período menstrual 

Se ir ao banheiro durante a menstruação for sinônimo de dor, é preciso investigar. O sangramento nas fezes ou na urina, acompanhado de dor ao evacuar ou urinar, pode indicar que focos de endometriose atingiram o intestino ou a bexiga.

4. Dor pélvica crônica 

Em estágios mais avançados, a dor deixa de ser exclusiva do período menstrual e passa a ser constante. É uma dor na região do baixo ventre que se mantém presente na maior parte do mês, afetando diretamente a saúde mental e física da mulher.

5. Dificuldade para engravidar (infertilidade) 

Muitas mulheres só descobrem a endometriose quando tentam engravidar e não conseguem. Segundo a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), cerca de 30% a 50% das mulheres com a doença enfrentam a infertilidade.

 É possível ser mãe!

 O diagnóstico de endometriose não significa o fim do sonho da maternidade. A medicina reprodutiva moderna oferece diversos caminhos para possibilitar a gravidez e proteger a saúde da mulher. Para as pacientes que têm a doença, mas não planejam engravidar no momento, o congelamento de óvulos surge como indicação preventiva. "Ele funciona como uma excelente opção e, mesmo que a doença progrida ou exija cirurgias que afetem a reserva ovariana, com a quantidade de óvulos disponíveis, essa mulher terá a chance de planejar sua maternidade no futuro", esclarece Dra. Alessandra.

 Já para aquelas que desejam engravidar imediatamente e enfrentam dificuldades, os tratamentos disponíveis incluem:

Fertilização in Vitro (FIV): É o tratamento mais eficaz, pois o encontro do óvulo com o espermatozoide é feito em laboratório, "pulando" as barreiras anatômicas e inflamatórias que a endometriose causa na pelve.

Cirurgia especializada (laparoscopia): Em alguns casos, remover as lesões de endometriose pode restaurar a anatomia e aliviar o ambiente inflamatório, facilitando a gravidez natural ou melhorando as taxas de sucesso de uma futura FIV.

Inseminação artificial: Pode ser recomendada apenas em casos de endometriose muito leve, onde as trompas não foram afetadas pela doença.

Quando buscar ajuda?

Ao identificar um ou mais dos sintomas de alerta, o primeiro passo é buscar um ginecologista. O diagnóstico inicial é clínico, baseado no histórico da paciente, e pode ser confirmado por exames de imagem especializados, como ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal ou ressonância magnética da pelve.

Embora a endometriose seja uma condição crônica, o acompanhamento médico adequado e os tratamentos personalizados permitem controlar a progressão da doença, devolver a qualidade de vida e, principalmente, proteger a capacidade reprodutiva da mulher.

O caso do hantavírus

 Apesar do recente registro de casos de hantavírus em um navio de cruzeiro e de investigações no Paraná, autoridades de saúde, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialistas, tranquilizam a população, afirmando que não há motivo para pânico.Por que não é causa de pânico?Baixo risco de propagação: O hantavírus não é facilmente transmitido entre pessoas. A infecção é considerada rara e a transmissão respiratória comum, como na Covid-19, não é a regra.Transmissão por roedores: A principal forma de contágio ocorre pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores silvestres infectados.Controle epidemiológico: No Brasil, os casos confirmados no Paraná não têm relação com o surto no navio de cruzeiro. As autoridades monitoram ativamente a situação e a doença está sob controle.Riscos específicos: Embora a cepa "Andes" (identificada no cruzeiro) tenha potencial limitado de transmissão humana, a maioria das infecções ocorre apenas pela exposição ao vírus no ambiente.Como se prevenir?Evitar contato com roedores silvestres e seus dejetos.Manter ambientes limpos e ventilados, especialmente em áreas rurais.Utilizar luvas e máscaras ao limpar locais fechados que possam ter fezes de ratos, evitando levantar poeira.Situação atual (Maio 2026): A Secretaria de Saúde do Paraná investiga 11 casos suspeitos, com dois confirmados, e reforça que a situação está sendo monitorada, sem necessidade de pânico.

Planos de Saúde

 Os planos de saúde coletivos tiveram reajuste anual médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026. Essa variação é a menor em cinco anos, mas representa mais que o dobro da inflação oficial medida.

Os dados se referem aos reajustes anuais praticados pelas operadoras nos dois primeiros meses do ano e foram divulgados na sexta-feira (8) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador do setor.

A última vez em que os planos coletivos – aqueles contratados por empresas, empresários individuais e associações de classe – tiveram reajuste médio menor que o do início de 2026 foi em 2021, quando subiram 6,43%.

Veja a média de reajuste dos últimos anos:

ANO REAJUSTE

2016 15,74%

2017 14,24%

2018 11,96%

2019 10,55%

2020 7,71%

2021 6,43%

2022 11,48%

2023 14,13%

2024 13,18%

2025 10,76%

2026 9,90%

Em 2021, ano de pandemia de covid-19, os planos subiram menos porque o isolamento social levou à redução na realização de consultas, exames e cirurgias eletivas (não urgentes).

Dica do editor - A responsabilidade dos filhos na proteção e custódia dos pais

Dica do editor - A responsabilidade dos filhos na proteção e custódia dos pais

É a tarefa da chamada "geração sanduíche" — pessoas que cuidam simultaneamente dos filhos e dos pais idosos. 

Este texto foi obtido depois de consulta do editor no sistema de IA da Meta.

Gerir o dinheiro dos pais é complexo, pois envolve um misto de amor, obrigações legais, perda de autonomia e riscos financeiros para ambas as partes. Aqui estão os pontos principais sobre esse "trabalho", baseados em realidades familiares e legais:

1. O Peso Legal e Moral

Obrigações legais: No Brasil, filhos têm a obrigação legal de prestar alimentos (sustento) aos pais, conforme o Código Civil. Isso inclui moradia, saúde e alimentação quando eles não conseguem se manter.

Reversão de papéis: Ocorre uma inversão, onde os filhos passam a tomar decisões por quem um dia cuidou deles.

Dividir responsabilidades: A obrigação financeira deve ser partilhada entre irmãos, não recaindo sobre apenas um.

2. Os Maiores Desafios

Resistência à perda de autonomia: Idosos podem se sentir desrespeitados ou infantilizados quando os filhos tentam controlar gastos, gerando conflitos familiares.

Custo da longevidade: Saúde, medicamentos e cuidadores são gastos altos e crescentes que geralmente superam o valor da aposentadoria.

Segurança contra golpes: Idosos são alvos frequentes de fraudes financeiras e empréstimos consignados abusivos.

Mistura de finanças: O erro comum de misturar o dinheiro dos pais com o próprio dinheiro dos filhos, o que pode causar problemas legais e familiares futuros.

3. Como Gerir com "Inteligência" (e não apenas emoção)Transparência e registros: 

Mantenha um registro detalhado de todas as movimentações financeiras. Isso previne desconfianças entre irmãos.

Crie um orçamento da 3ª idade: Planeje os custos, focando primeiro no essencial (saúde, moradia, alimentação).

Proteção de conta: Considere configurar alertas bancários para movimentações atípicas e evite dar acesso total a contas, se possível.

Planejamento de previdência: Em alguns casos, a previdência privada pode ser usada para garantir uma renda mensal organizada, evitando que todo o dinheiro seja gasto de uma vez. 

Gerir o dinheiro dos pais requer, acima de tudo, conversa clara, empatia e a proteção da autonomia dos idosos enquanto se garante a segurança financeira de todos.

A nova revolução industrial

 A sua observação é certeira e alinhada com o que está acontecendo no terreno em 2026. Pittsburgh, historicamente conhecida como a "Cidade do Aço" (Steel City), não está apenas revivendo seu passado industrial, mas passando por uma reinvenção tecnológica profunda, frequentemente chamada de a nova "RoboBurgh".Aqui estão os pontos-chave dessa revolução industrial moderna em Pittsburgh:Robótica e Automação de Ponta: A cidade consolidou-se como líder mundial em robótica e inteligência artificial (IA). A tecnologia desenvolvida lá está sendo aplicada em robôs autônomos, sistemas de detecção e veículos automatizados. A Pittsburgh Robotics Network enxerga 2026 como um ponto de virada, com robôs humanoides de baixo custo começando a realizar trabalho real em fábricas e armazéns."Physical AI" (IA Física): A revolução em curso é a aplicação da IA no mundo físico (fábricas, logística), não apenas no digital. Empresas locais como a Gecko Robotics estão usando robôs para inspecionar infraestruturas críticas, como tanques e tubulações, detectando defeitos invisíveis a olho nu.Manufatura Avançada e Defesa: Pittsburgh está no centro de um "renascimento da manufatura" nos EUA, com foco em segurança da cadeia de suprimentos, automação e defesa. Isso inclui a produção de drones de tecnologia avançada para terra, mar e ar.Ecossistema de Inovação de $10B+: O "RADD" (Robotics & AI Discovery Day) 2026, realizado no David L. Lawrence Convention Center, destaca um ecossistema de inovação superior a $10 bilhões. Isso reúne startups, pesquisadores e líderes industriais.Renascimento "Pós-Aço": A cidade passou de uma era de "desindustrialização dolorosa" (anos 70/80) para uma economia baseada em tecnologia, educação e saúde. O "novo" Pittsburgh é construído por engenheiros de software, fábricas obscuras (dark factories) e robôs.Exemplos Concretos em 2026:CES 2026: Empresas de Pittsburgh, como a Carnegie Robotics e a Powercast (energia sem fio), mostraram que a tecnologia da cidade está integrada como um "sistema", indo além de inovações isoladas.2026 PA Data Center & Energy Innovation Summit: O evento em março de 2026 destacou o papel da região na infraestrutura digital e energética.Investimentos em IA/Defesa: A revista Technical.ly destaca startups como a Gray Swan AI, focada em segurança de IA, fundada por pesquisadores da Carnegie Mellon University.A "nova" revolução industrial americana está, portanto, misturando a força de trabalho industrial do passado com a inteligência artificial e a robótica do futuro.

Afastamentos do trabalho por transtornos mentais disparam e acendem alerta para o cuidado com a saúde emocional

Dados da Previdência Social mostram alta de 38% em concessões de auxílio-doença por saúde mental. Especialista do CEJAM explica como a nova NR-1 exige das empresas um olhar integral para a saúde psicossocial 

Ambientes de trabalho têm se consolidado como um dos principais focos de atenção para a saúde mental no Brasil. Um levantamento do Ministério da Previdência Social revelou um aumento de 38% no número de concessões de auxílio-doença por transtornos mentais e comportamentais em 2023, totalizando 288 mil afastamentos – a terceira maior causa de licenças no país. Este cenário impulsiona uma mudança estrutural na segurança ocupacional, que passa a incorporar de forma explícita os riscos psicossociais como parte central das estratégias de prevenção. 

 Para o Dr. Rodrigo Lancelote, psiquiatra e diretor do Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental de Franco da Rocha (CAISM), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”), a conexão entre o ambiente corporativo e o adoecimento é evidente. 

 “O desgaste mental está diretamente relacionado a multifatores, como aspectos pessoais, genéticos, contexto social, eventos de vida e ao trabalho. Portanto, pode estar fortemente associado à organização das atividades, especialmente quando há fatores de risco psicossociais. Sobrecarga, alta demanda emocional, desequilíbrio entre esforço e recompensa, assédio moral e jornadas prolongadas criam um ambiente de estresse contínuo e favorecem o surgimento de quadros de sofrimento psíquico", explica o especialista. 

 Um fenômeno silencioso, mas de grande impacto, é o presenteísmo: o trabalhador permanece em atividade mesmo doente, com queda acentuada de desempenho e concentração. Ao contrário do absenteísmo (a falta), o presenteísmo é menos visível, mas provoca redução da produtividade, aumento de erros e piora do quadro clínico, muitas vezes por receio de estigmatização ou perda do emprego. No âmbito da saúde mental, costuma estar associado à ansiedade, depressão, síndrome de burnout, o que evidencia a necessidade de ambientes que promovam acolhimento, detecção precoce e cuidado apropriado. 

 Dados do INSS confirmam a gravidade da situação. “Além da frequência, chama atenção a duração desses afastamentos, que costumam ser mais longos e complexos do que em outras condições clínicas, especialmente quando não há identificação precoce dos sinais nem intervenções no ambiente de trabalho”, pontua. Entre os grupos mais vulneráveis estão as mulheres, que respondem por cerca de 60% a 65% das ocorrências, além de profissionais da saúde, educação e atendimento ao público. 

 Os sinais de alerta – fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração e alterações no sono – são frequentemente naturalizados até que o quadro se agrave. Nesse contexto, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) reforça a obrigação das organizações de identificar e gerir os fatores de risco psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). 

 “Isso amplia o olhar das empresas, que passam a considerar também fatores organizacionais e emocionais, muitas vezes menos visíveis, mas com impacto direto na saúde dos trabalhadores”, destaca o psiquiatra. “A prevenção é mais eficaz e sustentável do que atuar apenas após o afastamento.” 

 Linha de Cuidado em Saúde Mental 

As unidades gerenciadas pelo CEJAM seguem as diretrizes das linhas de cuidado integrais que conectam a atenção primária a serviços especializados, como na Linha de Cuidado em Saúde Mental.    

 “No CEJAM, o atendimento em saúde mental é organizado a partir de um acolhimento qualificado, seguido de acompanhamento multiprofissional, sempre respeitando a singularidade de cada caso. Quando necessário, há encaminhamento para outros pontos da rede assistencial, como os Centros de Atenção Psicossocial, garantindo a continuidade do tratamento”, detalha Viviane Pressi Moreira, gerente da UBS Jardim Aracati, gerenciada pelo CEJAM em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP). 

 “Essa abordagem contínua permite intervenções precoces, reduz o risco de agravamentos e contribui para a reabilitação psicossocial, com foco na autonomia e no apoio às famílias”, finaliza Viviane. 

 Sobre o CEJAM 

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos. 

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde. 

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição. 

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro! 

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