Opinião do editor - Edson Fachin faz jogo de cartas marcadas

O presidente do STF, Edson Fachin, que é elemento destacado no grupo formado por Moraes, Gilmar Mendes, Zamin, Cármem Lúcia e Dino, formando a maioria dentro do STF, não despachou nada ao receber o relatório do minitro André Mendonça com incriminações a Moraes, já que sabia que Moraes retaliaria contra Mendonça, usando seu nefasto e interminável inquérito das fake news.

É jogo de cartas marcadas com os sujos membros do Eixo do Mal.

Isto ficou claro, ontem, quando Fachin recebeu o cartapácio acusatório de Moraes e deu 5 dias para que ele, Moraes, mas também para Mendonça, a PF e a PGR se manifestem sobre os dois casos.

A manobra sorrateira de Fachin e seus sequazes é mais do que clara para o editor, porque recebidos os despachos, ele reunirá o Pleno de 10 ministros, onde tem maioria, para executar dois movimentos:

1) Retirar a relatoria dos inquéritos do Master e do INSS das mãos de Mendonça, passando tudo para ministros dispostos a empastelá-los.

2) Acabar com o chamado inquérito do fim do mundo, retirando de Moraes este instrumento de ódio e de opressão contra os brasileiros, como medida de compensação.

Este é o jogo.

Resta saber o que farão os russos.

Dica do editor - Caixa já opera com parcelamentos por Pix

 A Caixa Econômica está oferecendo aos clientes pessoa física a possibilidade de parcelamento de transferências e pagamentos feitos por Pix. A nova funcionalidade, anunciada nesta quinta-feira (3), está disponível para as transações feitas diretamente no App CAIXA.


A medida é realizada por meio de contratação de crédito, no momento da transação. A CAIXA já disponibiliza outras ferramentas como Agendamento Pix, Pix Automático, Pix por Aproximação via Google Pay.


O banco público informou que para os clientes com limite disponível, os valores para contratação variam entre R$ 300 e R$ 50 mil, com prazo de pagamento de até 12 meses e taxas de juros conforme relacionamento com o banco.


As condições da operação estão disponíveis no aplicativo do banco

Saiba o que funciona no sistema bancário durante o fim de semana

 As agências bancárias estarão fechadas na próxima segunda-feira (7), feriado da Independência. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o atendimento presencial ao público segue normalmente na terça-feira (8) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo.

Leia o que diz a Agência Brasil:

A instituição esclarece que as operações financeiras podem ser realizadas com total segurança e conveniência pelos canais digitais dos bancos. Além disso, os clientes podem recorrer ao suporte por telefone e aos correspondentes bancários.


As salas de autoatendimento poderão estar disponíveis em algumas localidades, a critério de cada instituição.


As compensações bancárias não serão efetivadas durante o dia 7 de setembro, incluindo a TED. Já o PIX, que funciona 24 horas todos os dias úteis e feriados, poderá ser feito normalmente.


Boletos de cobrança e contas de consumo - água, energia, telefone, entre outros - com vencimento no feriado poderão ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via Débito Direto Autorizado.


“No caso dos tributos e impostos, caso vençam nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa, lembrando que o sábado não é considerado dia útil e, por essa razão, não há liquidação financeira”, alertou a Febraban.

Moraes faz advocacia admiinistrativa para Vorcaro

 O ministro Alexandre de Moraes pediu vista em um julgamento de grande interesse do Banco Master em novembro de 2024, época em que sua mulher, Viviane Barci de Moraes, já tinha firmado contrato de R$ 131 milhões com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

A revelação integra o inquérito parcial entregue ao ministro André Mendonça.

É outra grave denúncia de tráfico de influência.

Leia o que diz a CNN sobre este caso.

O magistrado devolveu o caso para análise do plenário em fevereiro deste ano, quando os pagamentos do ex-banqueiro à mulher do magistrado já eram de conhecimento público.

Trata-se de uma disputa bilionária entre a União e empresas sucroalcooleiras, que foram derrotadas em setembro de 2023 com o veto unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) ao pagamento antecipado de R$ 5 bilhões em precatórios a uma empresa específica do setor.

Os advogados apresentaram recurso e, em 8 de novembro de 2024, o então presidente da corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou para manter a decisão do ano anterior. Moraes, então, pediu vista e devolveu o caso para julgamento em fevereiro de 2026, quando todos os ministros se posicionaram a favor da União contra o pagamento antecipado. A previsão da Fazenda Nacional é que um entendimento em sentido contrário abriria precedente para outras 26 companhias do setor apresentarem o mesmo pleito à Justiça, o que poderia gerar um impacto superior a R$ 100 bilhões aos cofres do governo federal.Foi justamente sobre este processo, intitulado Suspensão de Tutela Provisória 976, que o ministro André Mendonça afirma ter tratado no encontro que teve com Daniel Vorcaro em março de 2024. Na nota em que admite a reunião com Vorcaro, Mendonça não cita Moraes, mas menciona que o caso estava paralisado por vista de um ministro.

Geração Z

Há uma mudança profunda na forma como os jovens se comunicam, marcadamente moldada pela cultura digital. O "olhar penetrante da Geração Z" (muitas vezes associado ao termo Gen Z stare ou à tendência de sustentar o olhar de forma intensa ou irônica em vídeos) e o declínio da comunicação verbal direta revelam novos códigos sociais. Em vez de usar palavras em voz alta, essa geração frequentemente prioriza formatos visuais, textuais e microexpressões. 

Por que falar em voz alta está em declínio?
Ambiente Digital Nativo: Crescer se comunicando por mensagens de texto, áudios acelerados, memes e emojis fez com que a fala direta, em tempo real, parecesse menos controlável e mais exposta.
Evitação de Conflitos e Ansiedade
: Dizer algo em voz alta exige uma resposta imediata. O texto ou o silêncio expressivo oferecem um "amortecedor" temporal, reduzindo a ansiedade do confronto direto.
Comunicação de Alta Contextualização: Um olhar, uma postura ou o uso de uma gíria visual específica na internet conseguem transmitir camadas de ironia e significado que as palavras faladas às vezes simplificam demais. O silêncio passa a ser uma ferramenta de posicionamento.

O Poder do Olhar e da Microexpressão
O olhar marcante da Geração Z — popularizado em redes como o TikTok — funciona como um substituto para a validação verbal. Ele sinaliza julgamento, cumplicidade, tédio ou desaprovação sem a necessidade de gastar energia com discussões tradicionais. É a tradução corporal do "meme", onde a expressão facial diz absolutamente tudo.

Opinião - Moraes e seus sequazes dão gargalhadas e debocham dos brasileiros em pleno STF

Na reunião que teve com André Mendonça, o banqueiro Daniel Vorcaro disse que a PF e a PGR não querem ouvi-lo em delação premiada porque ele falaria sobre suas relações com Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues, respectivamente do STF, PGR e PF.

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) se reuniram nesta quarta-feira (2) para a primeira sessão plenária da Corte desde a divulgação de mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes. Apesar da repercussão do relatório da Polícia Federal e da tensão provocada pelo caso nos bastidores do Supremo, nenhum dos ministros fez referência ao episódio.

A foto ao lado foi tomada ao final da sessão e mostra Moraes às gargalhadas, paparicado por sua turma, entre eles Zanin, bem visível na foto.

A maioria formada no STF parece ter selado um pacto suicida com Moraes, porque o ministro não tem saída, tudo em consequência das pavorosas revelações de suas relações carnais com o corrupto banqueiro Daniel Vorcaro. Moraes sai ou não será saído do STF, mas isto depende de poucas revelações mais comprometedoras, entre elas as respostas de texto e de áudio aos chamados do banqueiro. Até o momento, foram revelados apenas textos e áudios de envios a Moraes, mas não suas respostas

Editorial, RBS - Investigar Moraes é obrigação


São estarrecedoras as mensagens em que Vorcaro pede para o ministro intervir junto ao diretor-geral da PF e ao PGR

Chegou a hora de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ser pela primeira vez formalmente investigado no exercício do cargo. As novas revelações sobre a relação entre Alexandre de Moraes e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, são de extrema gravidade. Tornam obrigatório que se apurem as suspeitas de interferência do ministro para frear as investigações sobre as fraudes do banco e o cerco a Vorcaro, hoje preso. Mensagens extraídas do celular do banqueiro divulgadas nesta terça-feira (1º) dão margem à conclusão de que Moraes informava o dono do Master sobre a preparação da Operação Compliance Zero. A situação do ministro se complica com a descoberta de que ele editou o contrato de R$ 130 milhões do banco com sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

São indícios alarmantes demais para serem relativizados ou esquecidos com o passar do tempo. Integrantes do Supremo só podem ser investigados com a autorização do plenário. O corporativismo seria desmoralizador. A seriedade do momento exige que a Corte se mostre leal em primeiro lugar ao princípio da igualdade de todos os cidadãos perante a lei, base da ordem jurídica e da democracia. A Constituição prevê o rito. Que se cumpra, sob pena da definitiva perda da confiança da sociedade no STF, instituição que deve ser esteio da República. E investigar, deve-se ressaltar, não significa condenação prévia. Prevê ampla defesa, o que aliás Moraes poderia fazer com maior dignidade afastando-se do cargo.


A seriedade do momento exige que a Corte se mostre leal ao princípio da igualdade de todos os cidadãos perante a lei
São estarrecedoras as mensagens em que Vorcaro pede para o magistrado intervir junto ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Em outro momento dos diálogos, pergunta a Moraes se ele "acha que segunda já tenho que estar fora?", referindo-se à data em que acabou preso pela primeira vez, a noite de 17 de novembro de 2025, em Guarulhos, quando estava prestes a tomar um voo para Dubai, possivelmente em fuga.


Moraes e Vorcaro trocavam mensagens de visualização única, passadas após capturas de tela de textos escritos no aplicativo de notas do celular. Assim, os investigadores recuperaram apenas o que foi enviado pelo banqueiro. O estratagema é indício de que a conversa continha imoralidades, se não crimes, como advocacia administrativa por parte de Moraes. O ministro deve essa explicação aos brasileiros. 

Gonet e Rodrigues, da mesma forma, precisam se manifestar e esclarecer se receberam algum pedido de Moraes e, em caso de resposta positiva, como procederam. Gonet também teria a prerrogativa e até o dever de pedir a abertura de inquérito, mas as citações a ele no material coletado pela PF na investigação sob relatoria do ministro André Mendonça tornam a sua situação no caso confusa. Ainda na noite desta terça-feira, Gonet pediu a nulidade do relatório da PF.

O turbilhão de informações surgido nas últimas horas forma mais um capítulo revelador da teia de influências e de favorecimentos que Vorcaro teceu para se proteger, enquanto perpetrava a maior fraude financeira da história do país. Soube-se também nesta terça-feira, por reportagem da revista Piauí, que o banqueiro fez ao menos mais um repasse, até então desconhecido, de US$ 1,6 milhão para o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro é investigado no caso. O escândalo do Master atinge figurões de todos os poderes e matizes ideológicas. É preciso passar a limpo a conduta de todos os envolvidos, sem seletividade, e não admitir que essa abrangência ecumênica contribua para um acordão pela impunidade.