Governo tenta barrar securitização e reacende embate com o agro: “A verdadeira pauta-bomba é abandonar quem produz”, diz Zucco

 Governo tenta barrar securitização e reacende embate com o agro: “A verdadeira pauta-bomba é abandonar quem produz”, diz Zucco


A aprovação da securitização das dívidas rurais pelo Senado Federal marcou um dos momentos mais importantes dos últimos anos para o setor agropecuário brasileiro. A proposta, que cria mecanismos de financiamento de longo prazo para a reestruturação das dívidas dos produtores rurais, foi recebida como uma esperança por milhares de agricultores que enfrentam uma sequência de crises provocadas por estiagens, quebras de safra e eventos climáticos extremos.


Agora, a atenção do setor se volta para a Câmara dos Deputados, onde a matéria precisará ser novamente analisada após as alterações promovidas pelos senadores. Nos bastidores de Brasília, porém, cresce a preocupação diante das articulações do governo federal para impedir o avanço da proposta.


Para o deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), um dos principais defensores da securitização no Congresso Nacional, a resistência do Planalto revela um distanciamento da realidade vivida por quem produz no campo.

“Chamar a securitização de pauta-bomba é desconhecer completamente a realidade de quem produz e sustenta a economia brasileira. Não estamos falando de perdão de dívida, nem de dinheiro dado. Estamos falando de financiamento de longo prazo para que milhares de produtores rurais possam reorganizar suas finanças, honrar seus compromissos e voltar a produzir alimentos para o Brasil e para o mundo”, afirmou.


Segundo Zucco, o projeto é uma resposta necessária à situação excepcional enfrentada pelos produtores gaúchos e de diversas regiões do país.

“No Rio Grande do Sul, além da maior tragédia climática da nossa história, os produtores vêm acumulando prejuízos de anos de estiagem, perdas de safra e aumento dos custos de produção. Muitos estão à beira do colapso financeiro. E ainda temos um drama adicional: mais de 40 produtores tiraram a própria vida pela completa falta de sensibilidade do governo Lula. A securitização não é um benefício. É uma ferramenta de recuperação econômica.”


O parlamentar também rebate a narrativa de que a medida representaria um impacto fiscal descontrolado para o país.

“A verdadeira pauta-bomba não está no campo. A verdadeira pauta-bomba é o desequilíbrio fiscal provocado por um governo que aumentou gastos, ampliou despesas sem planejamento, acumula sucessivas crises de gestão e não consegue apresentar um projeto consistente de crescimento para o Brasil. Pauta-bomba são os escândalos que precisam ser investigados, os rombos nas estatais e a incapacidade de controlar as contas públicas.”


Zucco lembra que o próprio governo federal criou programas de renegociação de dívidas para diferentes setores da sociedade e questiona por que o mesmo tratamento não pode ser concedido aos produtores rurais.

“O governo criou o Desenrola para ajudar milhões de brasileiros a reorganizarem suas finanças. Criou linhas de crédito e programas de apoio para diversos segmentos da economia. Quando chega a vez do setor produtivo, especialmente do agro, passa a chamar de pauta-bomba. Isso não é coerência.”


Na avaliação do deputado, a securitização pode ser comparada a um grande programa de recuperação financeira voltado ao campo.

“O que estamos propondo é uma espécie de Desenrola para quem produz, gera empregos, arrecada impostos e sustenta a economia dos municípios. Não é anistia. Não é perdão. É uma oportunidade para que o produtor volte a ter capacidade de investimento, mantenha sua atividade e continue contribuindo para o desenvolvimento do país.”


O parlamentar afirma que a rejeição à proposta causa estranheza justamente por atingir um dos setores mais importantes da economia nacional.

“O produtor rural não está pedindo privilégio. Está pedindo condições para continuar trabalhando. Fica difícil não enxergar uma enorme má vontade contra o agro brasileiro quando se tenta impedir uma medida que busca preservar a produção, proteger empregos e garantir a sobrevivência econômica de milhares de famílias.”


Para Zucco, os efeitos da securitização vão muito além das porteiras das propriedades rurais.

“Quando um produtor quebra, não é apenas uma fazenda que fecha as portas. Perdem os municípios, perdem as cooperativas, perde o comércio local, perde a indústria e perde a arrecadação. O agro movimenta cadeias inteiras da economia brasileira.”


O deputado conclui afirmando que a mobilização seguirá forte até a votação definitiva da proposta na Câmara.

“Quem produz não quer favor do governo. Quer apenas condições para continuar trabalhando. Defender a securitização é defender empregos, arrecadação, produção de alimentos e desenvolvimento. O verdadeiro custo para o Brasil seria abandonar o produtor rural à própria sorte. Essa, sim, seria uma pauta-bomba para o país.”

Governo quer editar MP para vetar projeto que securitiza dívida do agro

 O governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) ou vetar parcialmente o PL 5.122/2023, aprovado recentemente pelo Senado, que cria um Refis do Agro. A equipe econômica argumenta que o projeto causará um impacto fiscal extremo, estimado entre R$ 140 bilhões e R$ 800 bilhões.Acompanhe os detalhes das discussões e o avanço das novas tecnologias no campo:Impasse sobre as Dívidas RuraisO Projeto do Senado: O texto aprovado permite o alongamento das dívidas de produtores com fundos do Pré-Sal, fixando limites por produtor e taxas de juros variáveis, inclusive para débitos fora do sistema financeiro tradicional, como Cédulas de Produto Rural (CPRs) e insumos.A Reação do Governo: O Ministério da Fazenda considera o custo impraticável e estuda a edição de uma MP com regras mais restritas. O governo quer focar apenas em operações de crédito rural tradicionais e em produtores com comprovação de perda de safra, excluindo grandes devedores, tradings e revendas de insumos.Próximos Passos: O projeto de lei aguarda tramitação na Câmara dos Deputados. Paralelamente, o governo busca acordo para viabilizar uma MP. Você pode acompanhar a tramitação atualizada na página do Senado Federal.

Davi Alcolumbre

 A revista Veja revelou que a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, acusa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de receber US$ 30 milhões em propina (aproximadamente R$ 153,5 milhões). 

De acordo com as informações publicadas pela revista Veja, a quantia milionária teria sido depositada em uma conta secreta no exterior.

Os repasses teriam ocorrido em troca de apoio político e articulação do senador para defender demandas e pautas de interesse do Banco Master. 

A transação teria sido intermediada financeiramente por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.Outros 

A nova versão da proposta de delação de Vorcaro também incluiu menções a outros nomes da política e dos Três Poderes:

- PT da Bahia e Rui Costa: o ex-banqueiro mencionou as relações de negócios e o funcionamento do sistema de empréstimo consignado CredCesta, voltado para servidores públicos estaduais na Bahia, citando o ministro da Casa Civil e ex-governador Rui Costa (embora sem especificar valores de propina nessa parte).
- Ciro Nogueira: em uma reformulação dos anexos, pagamentos que antes eram justificados como "relação de amizade" passaram a ser admitidos pelo banqueiro como repasses ilegais.

Entrevista, Ubiratan Sanderson - Fui ao TCU para que investigue gastos ocultos de R$ 215 bi pelo governo Lula, PT

O deputado Sanderson

é candidato ao Senado pelo PL do RS.

Qual é o fundamento desta sua representação no Tribunal de Contas da União (TCU), solicitando investigação sobre novos gastos bilionários do governo Lula, PT ?
São medidas ocultas adotadas e que vão gerar impactos fiscais de R$ 215 bilhões.

Ocultas, como ?
Este governo passou a usar fundos públicos, fundos garantidores, créditos subsidiados, subsídios implícitos e créditos extraordinários empregados pelo Governo Federal, verificando se os impactos reais dessas operações estão sendo integralmente demonstrados nos relatórios fiscais oficiais.

Estes gastos estão fora das previsões orçamentárias ?
Evidente. O Brasil não pode voltar a conviver com dúvidas sobre a transparência das contas públicas. Quando bilhões de reais são movimentados por estruturas paralelas ao orçamento tradicional, cabe aos órgãos de controle verificar se a população está recebendo todas as informações necessárias para avaliar a situação fiscal do país. E neste caso não estão.

 https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/pesquisa-alfa-governo-lula-%C3%A9-desaprovado-por-56-aprova%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-de-42/ar-AA25pQqq?ocid=msedgntp&pc=U531&cvid=6a2b58038ab649bc817b38a7df455d56&ei=54

Sanderson aciona TCU para apurar contas do governo Lula

O Deputado federal Sanderson (PL-RS) protocolou representação no Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando investigação sobre medidas adotadas pelo governo Lula que, segundo análises econômicas divulgadas pela imprensa, podem estar gerando impactos fiscais estimados em aproximadamente R$ 215 bilhões sem a adequada transparência para a sociedade.


Na representação, Sanderson pede que o TCU examine a utilização de fundos públicos, fundos garantidores, créditos subsidiados, subsídios implícitos e créditos extraordinários empregados pelo Governo Federal, verificando se os impactos reais dessas operações estão sendo integralmente demonstrados nos relatórios fiscais oficiais.


"O Brasil não pode voltar a conviver com dúvidas sobre a transparência das contas públicas. Quando bilhões de reais são movimentados por estruturas paralelas ao orçamento tradicional, cabe aos órgãos de controle verificar se a população está recebendo todas as informações necessárias para avaliar a situação fiscal do país", afirmou Sanderson.

Dica do editor - Saiba quais são os hábitos da meia-idade que podem determinar o sucesso ou o fracasso da sua saúde cerebral


A meia-idade (dos 40 aos 65 anos) é a janela mais crítica para a prevenção do declínio cognitivo. Segundo um relatório da Comissão Lancet, cerca de 45% dos casos de demência estão ligados a fatores de risco modificáveis. 

O que é bom para o seu coração, protege seu cérebro.

Os principais hábitos que determinam o sucesso ou fracasso da saúde cerebral a longo prazo incluem:

Hábitos que levam ao Sucesso (Protegem o Cérebro)

Atividade física regular:
Exercícios aeróbicos (como caminhada rápida ou corrida) e de força aumentam o fluxo sanguíneo e estimulam o crescimento de novas células.
Dieta equilibrada: Padrões como a Dieta MIND – rica em vegetais folhosos, frutas vermelhas, peixes e gorduras saudáveis – protegem contra a inflamação e melhoram a neuroplasticidade.
Engajamento social e intelectual: Conversar, aprender novas habilidades (idiomas, instrumentos) e manter conexões sociais fortes exigem esforço do cérebro e constroem a chamada "reserva cognitiva".
Higiene do sono: Dormir de 7 a 8 horas por noite é vital. O sono profundo permite que o sistema glinfático elimine resíduos e toxinas do cérebro, reduzindo proteínas associadas ao Alzheimer.

Hábitos que levam ao Fracasso (Aceleram o Envelhecimento Neural)

Condições metabólicas e vasculares negligenciadas: Diabetes na meia-idade, hipertensão e colesterol LDL alto prejudicam os vasos sanguíneos cerebrais e possuem um impacto negativo similar ao de fatores genéticos.
Perda auditiva e visual não tratada: Problemas de audição e visão forçam o cérebro a trabalhar muito mais para decodificar sons/imagens, causando sobrecarga e induzindo o isolamento social.
Distração crônica e isolamento: Substituir o descanso mental real pelo uso excessivo de telas [na hora de dormir/acordar] e a falta de interação social constante aceleram o declínio cognitivo.Tabagismo e álcool em excesso: O fumo compromete a oxigenação, e o consumo excessivo de álcool expõe o cérebro a toxinas que danificam as células neurais.