Ulbra reforça combate ao câncer de mama com simpósio voltado à prevenção e ao diagnóstico precoce

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) promove, por meio do curso de Medicina e da Liga Acadêmica de Mastologia, um simpósio dedicado à prevenção, conscientização e diagnóstico precoce do câncer de mama. 

A programação, realizada no campus Canoas, reúne estudantes e comunidade acadêmica em três dias de atividades relacionadas ao Outubro Rosa, combinando conhecimento, integração e ações de promoção à saúde da mulher.

O primeiro dia foi marcado por um encontro entre diferentes ligas acadêmicas do curso de Medicina. Nesta quarta-feira (7), a programação segue com caminhada e corrida no campus, a partir das 17h. 

O encerramento ocorre no terceiro dia, em parceria com a Liga Acadêmica de Cirurgia Plástica, ampliando o debate sobre a saúde das mamas e a atuação integrada das diferentes especialidades médicas.

Para o superintendente de Relações Institucionais e de Comunicação da Ulbra, Ruy Irigaray, mais do que promover uma programação no Outubro Rosa, a Ulbra reafirma seu compromisso com a promoção da saúde, a prevenção e a disseminação de informação de qualidade. "O câncer de mama é uma questão que precisa ser enfrentada com conhecimento, conscientização e acesso adequado aos serviços de saúde. Ao estimular nossos estudantes a participarem de iniciativas como este simpósio, aproximamos a formação acadêmica das necessidades da sociedade e fortalecemos uma cultura de cuidado. A informação pode salvar vidas, e a Universidade tem um papel fundamental nessa missão", observa Irigaray.

A programação também destaca a relevância da identificação precoce do câncer de mama, já que o estágio em que a doença é diagnosticada influencia diretamente as possibilidades de tratamento e cura. Ao longo dos três dias, os estudantes participam de ações que unem educação, conscientização e promoção da saúde.

Dr. Pedro Lagomarcino

Dr. Pedro Lagomarcino 

Dinheiro público, influência e poder: a Globo terá de prestar contas no próximo governo

Por Rodrigo Alves, jornalista

A relação entre o governo Lula e o Grupo Globo merece uma discussão que não pode ser reduzida à audiência ou à linha editorial. Entre janeiro de 2023 e 15 de junho de 2026, o grupo recebeu R$ 267,1 milhões em publicidade diretamente da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, equivalente a 25,6% de toda a verba publicitária da Secom no período. O valor foi mais que o dobro dos R$ 122,6 milhões destinados ao Grupo Record. E a conta não termina aí: o Tribunal de Contas da União acompanha também contratos de publicidade da Secom, Banco do Brasil, Caixa e Correios. Em 2025, somente BB e Caixa tinham previsões de R$ 750 milhões e R$ 468,1 milhões, respectivamente, para publicidade. 

Ao mesmo tempo em que o dinheiro público alimenta um gigantesco mercado de publicidade institucional, celebridades conhecidas do público também aparecem em campanhas de empresas estatais. Paulo Vieira, “artista” ligado à Globo e declarado apoiador de Lula, estrelou campanhas da Caixa, incluindo ações da Mega da Virada e da campanha “Tudo em Dia”, voltada à renegociação de dívidas. Em 2026, Vieira também esteve no desfile de 7 de Setembro ao lado de Lula e é identificado publicamente como apoiador do presidente. Fernanda Montenegro, por sua vez, declarou apoio a Lula na eleição de 2022 e participou de vídeo de apoio à candidatura do petista. Já Camila Pitanga foi escolhida para estrelar campanha institucional da Petrobras sobre transição energética. Nada disso constitui, por si só, irregularidade: artistas podem apoiar candidatos e participar legitimamente de campanhas publicitárias. A questão é outra: quanto o Estado gasta, quais critérios utiliza para escolher seus veículos e seus garotos-propaganda e qual é o retorno efetivo de cada campanha? 

É nesse ambiente que a GloboNews passou a ser alvo frequente de críticas de setores da direita. A entrevista desta terça-feira (6) de Lucas Pavanato, deputado eleito por São Paulo com votação histórica, tornou-se um exemplo desse confronto. O parlamentar foi pressionado o tempo todo pelos pseudojornalistas isentos sobre suas posições em relação a Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Alexandre de Moraes e ao STF com Vorcaro, em nenhum momento perguntaram sobre a sua eleição, ou o que pretende fazer na câmara federal. Para um garoto de 28 anos, Pavanato se saiu muito bem, respondeu defendendo abertamente o impeachment de Moraes e reafirmando que pretende levar ao Congresso uma agenda de forte oposição ao Supremo. Para seus apoiadores, a entrevista mostrou jornalistas tentando enquadrar um representante de uma nova direita que chega ao Congresso com milhões de votos; para seus críticos, foi apenas uma entrevista política dura, algo absolutamente normal em uma democracia. O ponto central, portanto, não é impedir perguntas difíceis, é saber se a mesma intensidade é aplicada a políticos de esquerda e de direita. Horas antes, no Estudio I, na mesma GloboNews, a primeira mulher trans eleita no Brasil, Erika Hilton, concedia uma entrevista light cercada por cinco jornalistas fazendo perguntas leves e deixando o tempo para ela falar a vontade sem questionamentos difíceis relativos a Lula, Vorcaro e STF 

Outro episódio que ganhou repercussão nas redes foi o vídeo publicado por Sandra Annenberg após a votação. A apresentadora da Globo apareceu emocionada falando sobre o significado do voto, lembrando que votou pela primeira vez em 1989 e classificando a eleição como uma “festa da democracia”. No encerramento, disse esperar que “daqui a quatro anos estejamos lá de novo”. A frase provocou interpretações políticas nas redes, especialmente entre eleitores de direita. Annenberg deu a entender em entrelinhas que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro impediria novas eleições em 2030, como se no final do governo de seu pai não tivesse tido eleição. O episódio revela, isso sim, como declarações de jornalistas conhecidos podem ganhar enorme dimensão política em uma eleição polarizada. 

A questão maior está justamente na combinação desses elementos: um dos maiores grupos de comunicação do país recebe centenas de milhões de reais em publicidade federal, artistas associados à emissora participam de campanhas de estatais e alguns deles manifestam abertamente apoio ao governo, enquanto parte do público identifica uma cobertura jornalística mais hostil à direita. Receber publicidade não significa vender opinião editorial, assim como apoiar Lula não significa que um jornalista ou artista esteja agindo em nome da Globo. Mas, diante de cifras tão elevadas, a cobrança por transparência é absolutamente legítima. 

Se Flávio Bolsonaro vencer a eleição, portanto, a discussão sobre publicidade estatal não deveria ser simplesmente “tirar dinheiro da Globo”. O próximo governo deveria fazer algo mais sério: abrir a caixa-preta da publicidade pública e estabelecer critérios objetivos, auditáveis e iguais para todos os veículos. Quanto cada emissora recebeu? Quanto cada jornal? Quanto cada portal? Quanto cada rádio? Qual audiência justificou o investimento? Qual foi o custo por pessoa alcançada? Quais agências receberam as contas? E quais critérios determinaram a escolha? 

Se a Globo não é mais tão eficiente como antigamente como seus números de audiência indicam, que receba pelo resultado. Se outros veículos também entregam resultado como a CNN Brasil, que segue a frente da Globonews como canal de noticias mais visto no Brasil, que recebam proporcionalmente. O que não pode existir é dinheiro público distribuído sem transparência ou usado como instrumento de aproximação entre governo e imprensa. A liberdade editorial da Globo deve ser preservada, inclusive quando sua cobertura incomoda a direita. Mas a mesma liberdade exige uma contrapartida: o dinheiro do contribuinte precisa ser tratado como dinheiro do contribuinte, e não como extensão do poder político de ocasião. 

A discussão sobre o período que levou Jair Bolsonaro à prisão não pode ser reduzida a Lula, Alexandre de Moraes ou ao STF. Para uma parcela expressiva da direita brasileira, decisões judiciais, atuação política e ambiente de opinião pública se combinaram durante anos em um processo que consideram marcado por excessos e falta de equilíbrio. A Globo, como maior grupo de comunicação do país, teve enorme capacidade de influenciar a formação da opinião pública nesse período e, por isso, não pode simplesmente deixar esse capítulo para trás como se tivesse sido apenas uma espectadora dos acontecimentos. 

Isso não significa afirmar que a Globo tenha determinado decisões judiciais ou que seja responsável juridicamente pela prisão de Bolsonaro. Significa reconhecer o peso que uma organização jornalística desse tamanho exerce na construção da narrativa nacional. Quando um grupo recebe centenas de milhões de reais em publicidade federal e, ao mesmo tempo, ocupa posição dominante na televisão, no jornalismo e no debate público, a sociedade tem o direito de cobrar transparência, pluralidade e critérios objetivos. Influência traz responsabilidade. Dinheiro público também. 

A mensagem para o próximo governo deveria ser simples: acabou a era do dinheiro público distribuído sem transparência e com ideologia política.

Artigo - A dúvida também é parte da democracia

Por Adão Paiani, advogado em Brasília junto aos Tribunais Superiores.


Há uma pergunta que, a meu ver, não pode ser proibida em uma democracia: 

podemos confiar plenamente no sistema pelo qual escolhemos nossos representantes? 

Não estou afirmando que houve fraude nas eleições de 2026. Não tenho elementos para afirmar isso e, como advogado, não considero correto transformar uma suspeita em fato sem provas. 

Mas também não aceito a ideia de que o sistema eleitoral esteja acima de qualquer questionamento. 

O eleitor tem o direito de saber como o resultado de uma eleição é produzido e quais são os mecanismos capazes de detectar eventuais falhas. 

Na noite do primeiro turno, a divulgação nacional dos resultados para presidente ficou sem atualização durante aproximadamente 50 minutos, quando mais de 64% das urnas já haviam sido totalizadas. O TSE informou que houve uma “contenção no processamento” provocada pelo volume de dados e esclareceu que o problema estava na divulgação, e não na apuração ou na totalização. 

Pode ser, de fato, a explicação para o que ocorreu. Mas um episódio dessa natureza merece ser esclarecido com a seriedade que o processo eleitoral exige. 

Isso não significa acusar o TSE de fraude. Significa simplesmente não tratar uma ocorrência relevante como se fosse irrelevante. 

Nenhum sistema é infalível 

Nós, do Direito, sabemos a diferença entre suspeita e prova. Sabemos também que um indício precisa ser analisado antes de qualquer conclusão. 

Da mesma forma, sabemos que nenhum sistema tecnológico está livre de falhas. 

Por isso, entendo que a questão fundamental não é saber se alguém deve ou não “acreditar” nas urnas. É saber se existem mecanismos suficientemente sólidos para identificar uma eventual falha ou alteração indevida. 

E, principalmente, se esses mecanismos podem ser compreendidos e examinados quando surge uma situação que justifique atenção. 

Não vejo nisso nenhuma teoria conspiratória. Vejo uma preocupação legítima com um instrumento do qual depende a própria escolha dos governantes. 

Não é uma questão de direita ou esquerda 

Também não concordo com a tentativa de colocar esse assunto dentro de uma disputa entre direita e esquerda. 

O PCO, partido situado na esquerda radical, há anos critica o modelo de votação eletrônica e defende o voto impresso e auditável. 

Outros candidatos, de diferentes posições políticas, também já recorreram à Justiça para contestar aspectos de processos eleitorais. 

Portanto, essa preocupação não pode ser tratada como uma bandeira exclusiva de um determinado campo político. 

Hoje pode interessar a um candidato de direita. Amanhã, a um candidato de esquerda. 

O sistema precisa ser o mesmo para todos. 

Quem vence precisa poder demonstrar que venceu. Quem perde precisa ter condições objetivas de compreender por que perdeu. 

O Judiciário não deve ser árbitro da dúvida 

Há outro ponto que considero importante. 

Questionar o funcionamento das urnas não é, por si só, atacar a democracia. 

Ataque às instituições, violência, ameaça, ruptura institucional e divulgação deliberada de informações falsas são situações completamente diferentes. 

Uma coisa é fazer uma acusação sem prova. Outra é formular uma pergunta e exigir que ela seja respondida tecnicamente. 

Quem acusa tem o dever de apresentar elementos. Quem contesta pode apresentar os seus argumentos e demonstrar onde está o erro. 

O que não me parece correto é transformar a própria pergunta em uma ameaça. 

Democracia não combina com assuntos proibidos. Combina com instituições capazes de responder. 

O que está realmente em jogo 

Uma eleição não termina apenas quando o último voto é totalizado. 

Ela termina quando a sociedade aceita aquele resultado como expressão da vontade popular. 

E essa aceitação não pode depender somente da autoridade de quem administra a eleição. Precisa também decorrer da possibilidade de compreender o processo e conferir seus resultados quando houver motivo concreto para isso. 

É por essa razão que considero a auditabilidade tão importante. 

O cidadão comum não precisa conhecer todos os detalhes técnicos do sistema eleitoral. 

Mas precisa saber que, diante de uma inconsistência relevante, existem caminhos objetivos para esclarecê-la. 

Não se trata de acreditar. Trata-se de poder conferir. 

Não estou defendendo que se antecipe uma conclusão sobre as eleições de 2026. 

Muito menos que se lance sobre as urnas uma acusação que não pode ser provada. 

Estou defendendo algo mais simples: que a credibilidade do processo eleitoral seja permanentemente preservada pela possibilidade de exame, de correção e de aperfeiçoamento. 

Se houver uma falha, que seja corrigida. 

Se houver uma vulnerabilidade, que seja eliminada. 

Se uma crítica não tiver fundamento, que os próprios mecanismos do sistema sejam capazes de demonstrar isso. 

No final, pouco importa se vence a direita, a esquerda ou o centro. 

O que importa é que cada eleitor possa olhar para o resultado e reconhecer nele a expressão da sua escolha. 

A democracia não se fortalece proibindo perguntas. Fortalece-se quando é capaz de respondê-las.

Sul do Brasil entra em alerta para chuva extrema e novas enchentes

O Sul do Brasil deve enfrentar, a partir desta quarta-feira (7), um novo período de forte instabilidade, com previsão de chuva excessiva a extrema e risco elevado de novas cheias de rios, alagamentos e agravamento de inundações em áreas que já enfrentam problemas. 

Segundo a MetSul Meteorologia, o período mais crítico deve ocorrer entre quinta-feira (8) e segunda-feira (12), com possibilidade de chuva torrencial e volumes de 50 mm a 100 mm em poucas horas. 

O Rio Grande do Sul concentra as principais preocupações, especialmente na quinta-feira, quando a chuva deve atingir grande parte do Estado. No Centro, Oeste e Noroeste gaúcho são esperados os maiores volumes, com possibilidade de 100 mm a 150 mm em poucas horas no Noroeste. 

Na sexta-feira (9), a instabilidade deve avançar também sobre Santa Catarina e Paraná, mas os maiores acumulados ainda devem ocorrer no território gaúcho, principalmente na Metade Norte. 

A instabilidade permanece durante o fim de semana. No sábado (10), os três estados do Sul ainda terão chuva, embora o tempo comece a melhorar gradualmente em parte do Rio Grande do Sul. No domingo (11), a chuva deve se concentrar principalmente entre o Norte gaúcho e o Paraná, podendo ser forte em alguns pontos. 

Diante do solo já encharcado e dos níveis elevados de alguns rios, a combinação de chuva intensa e persistente aumenta o risco de alagamentos urbanos, inundações repentinas e novas cheias, exigindo atenção especial das áreas vulneráveis.

LIVRÃO - ILUSTRAÇÕES - 6.10.2026

RECORTE DO MPRS
 https://www.mprs.mp.br/noticias/53153/

RECORTES DE ATQUES CONTRA MIM
https://sul21.com.br/noticias/2021/05/ong-somos-denuncia-jornalista-gaucho-na-policia-por-homofobia/

FOTO DO PROMOTOR LUCINO VACCARO
https://polibiobraga.blogspot.com/2026/01/saiba-como-foi-o-processo-criminal-por.html

PLACA DE QUEM CALA CONSENTE
https://ac24horas.com/2022/04/13/quem-cala-consente/

CAPA DO LIVRO DE ANDRE MARSIGLIA
https://www.mercadolivre.com.br/censura-por-toda-parte-os-bastidores-juridicos-do-inquerito-das-fake-news-e-a-nova-onda-repressora-que-assola-o-brasil-marsiglia-andre-faro-editorial-capa-mole/p/MLB42961048

LUCIANA GENRO COM ANDREA MATOS
https://lucianagenro.com.br/2021/01/luciana-genro-visita-delegacia-de-combate-a-intolerancia-de-porto-alegre/

DELEGADA ANDREA MATOS
https://www.terra.com.br/noticias/morre-aos-42-anos-a-delegada-andrea-mattos-titular-da-delegacia-de-combate-a-intolerancia-de-porto-alegre,d0ad9a96dbadff53bae3e62e0a9e2496yz5euab8.html

PALÁCIO COM AS CORES GAY
https://polibiobraga.blogspot.com/2021/05/eduardo-leite-manda-bordar-as-cores-do.html

ADVOGADO PEDRO LAGOMARCINO
https://www.facebook.com/fanpagepedrolagomarcino/

CAPAS DE ZERO HORA E OUTROS JORNAIS SOBRE A COVID
https://www.google.com/search?q=manchete+do+jornal+zero+hora+sobre+a+pandemia&sca_esv=99fa615e217dff4e&udm=2&biw=1680&bih=923&sxsrf=APpeQnspZZWqnz3GVKSY_jQ-F06tACMMAA%3A1791315755617&ei=K0_FasGNJY3b1sQPi5rfiAc&ved=2ahUKEwiBz6yak6aXAxWNrZUCHQvNF3EQ4dUDegQIBhAN&uact=5&oq=manchete+do+jornal+zero+hora+sobre+a+pandemia&gs_lp=Egtnd3Mtd2l6LWltZyItbWFuY2hldGUgZG8gam9ybmFsIHplcm8gaG9yYSBzb2JyZSBhIHBhbmRlbWlhSJAhUABY3x1wAXgAkAEAmAGaAaAB4xKqAQQwLjE4uAEDyAEA-AEBmAIDoAKTAsICBxAjGMkCGCfCAgQQABgemAMAkgcDMS4yoAe8DbIHAzAuMrgHigLCBwUyLTIuMcgHF4AIAQ&sclient=gws-wiz-img

LABORATÓRIO DE WUHAN
https://www.estadao.com.br/internacional/origem-do-coronavirus-departamento-de-energia-dos-eua-diz-que-virus-vazou-de-laboratorio-de-wuhan/?srsltid=AU7gw4UZ02I4uDVB7Y4hIAkLrGrhPrbuyHZkqwYtA6mYZGL7lVrkYd6R

TEDROS ADANNON, OMS
https://noticias.cancaonova.com/mundo/pandemia-coronavirus/os-jovens-nao-sao-invenciveis-afirma-chefe-da-oms/

RICARDO ZIMMERMANN
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/quem-e-o-medico-que-recebeu-r-30-mil-da-saude-para-fazer-manual-do-tratamento-precoce-com-cloroquina/

REITOR DA UPEL - Pedro Hallal
https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/professor-censurado-pela-cgu-ja-foi-alvo-de-ataques-de-bolsonaro

BANDEIRINHAS USADAS POR EDUARDO LEITE NO CASO DA COVID
https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/05/09/rs-tera-novo-modelo-de-distanciamento-devido-ao-coronavirus-e-uso-de-mascaras-sera-obrigatorio-diz-governador.ghtml

LEITE FECHA ATÉ CORREDORES DE SUPERMERCADOS NO RS
https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/supermercados-se-adaptam-ao-decreto-que-pro%C3%ADbe-vendas-de-produtos-n%C3%A3o-essenciais-1.582528

FAUCI COM BIDEN
https://www.seattletimes.com/nation-world/fauci-tempers-bidens-declaration-that-pandemic-is-over/

FAUCI DEPONDO NO CONGRESSO
https://pleno.news/mundo/diario-de-fauci-com-discussoes-sobre-a-covid-19-e-exposto.html

REBELIÃO GAY DE STONWALLINN
https://www.politize.com.br/rebeliao-de-stonewall/

SOPA DE LETRINHAS LGBTI+
https://projetocolabora.com.br/ods16/lgbt-o-problema-nao-e-ter-duvidas-sobre-qual-sigla-usar-e-achar-que-e-um-alfabeto-e-debochar/

EDUARDO LEITE FOI GOVERNADOR GAY
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VIA RS FOI O PRIMEIRO PROVEDOR DE INTERNET DO RS
https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2018/04/via-rs-maior-provedor-de-internet-do-estado-nos-anos-1990-encerrara-atividades-cjg6w0fgx01jj01qlo7qk3jjm.html

DILMA ROUSSEF PROMULGA O MARCO CIVIL DA INTERNET
https://ptnosenado.org.br/marco-civil-da-internet-pos-o-brasil-na-vanguarda-diz-dilma/

DR. PEDRO LAGOMARCINO, ADVOGADO, PORTO ALEGRE
https://blogdopolibiobraga.blogspot.com/2026/10/dr-pedro-latomarcino.html

JUIZA QUELEN VAN CANEGHAN (A PRIMEIRA BEM DA ESQUERDA)
https://rdfoco.com.br/noticia/71437/magistrada-gaucha-e-homenageada-no-encontro-mulheres-na-justica-no-conselho-nacional-de-justica

PROMOTORA IVANA BATTAGLIN (tirar do vídeo)
https://www.facebook.com/mprgs/videos/debate-sobre-feminic%C3%ADdios-a-promotora-ivana-battaglin-coordenadora-do-centro-de-/2228162890961720/

JUIZ CARLOS FRANCISCO GROSS
https://ajuris.org.br/desafios-na-infancia-e-juventude-pautam-o-especial-xi-congresso-estadual-de-magistrados/

PROMOTOR LUCIANO VACCARO
https://polibiobraga.blogspot.com/2026/01/saiba-como-foi-o-processo-criminal-por.html

ZUCCO, GABRIEL SOUZA, LUCIANA GENRO, TARSO GENRO, BRILHANTE USTRA (VREADOR), ROBAIANA, PEDRO RUAS, PAULO AFONSO FEIJÓ, YEDA CRUSIUS
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JORNALISTA LEANDRO DEMORI, NOVA CORJA
https://pt.wikipedia.org/wiki/Leandro_Demori





Artigo - Eleições e suas lições

Por Gilberto Jasper, jornalista.


E assim sobrevivemos a mais uma disputa eleitoral.

Para muitos, foi um processo marcado por inúmeras surpre-sas. O chamado “tsunami da direita” incluiu, entre outros fenômenos, centenas de figuras grotescas da política nacional sendo varridas do espectro eleitoral.

Apesar das novidades não imaginadas antes do pleito, bastaria um pouco de experiência na peleia eleitoral ou ser um observa-dor atento para constatar que existe um clima de grande insatisfação no território nacional. Isso inclui os últimos 12 meses da cena nacional, incluindo não apenas os políticos.

Emblematicamente cito a família Calheiros, onde o patriarca e cacique Renan foi defenestrado do Senado, onde reinava absoluto desde 1995. Já o filho, Renan Filho, que foi ministro de Lula – são 39 ministérios! – e candidato a governador de Alagoas, terá que buscar um emprego porque foi derrotado.

O sobrenome Calheiros resume o que de mais abjeto a política pode produzir, com episódios de usurpação do poder, arrogân-cia, episódios sombrios por décadas e manutenção de mandatos graças à falta de memória do dito “jornalismo investigativo”.

A ocorrência de segundo turno em nível nacional custará mui-to caro para nós, pagadores de imposto, trabalhadores e empreen-dedores que geram emprego e tributo. Foram torrados bilhões, apenas com o reajuste do bolsa-família – fato que não acontecia há quatro anos -, enquanto as aposentadorias – este “prêmio” de quem efetivamente trabalhou a vida inteira – continuam estagnadas.

Medidas sem lógica também foram adotadas a toque de caixa diante da queda nas pesquisas. A taxa das blusinhas foi criada por Lula e, diante da repercussão negativa, ele mesmo a revogou. O mesmo ocorreu com as BETs, sancionadas por ele, mas vetadas por medida provisórias diante das consequências junto a milhões de famílias.

A eleição também foi marcada por episódios grotescos, como a suspensão do tradicional debate de tevê da Rede Globo. O Judiciário reverteu as regras previamente combinadas com os candidatos. A politização dos magistrados do Supremo Tribunal Federal, é mais um capítulo triste, esdrúxulo, caricato e lamentável do Poder Judiciário brasileiros. Resta o segundo turno. Para refletir, comparar e votar.