Vendas do comércio

 O jornal Valor de hoje diz que as vendas de vestuário estão 20%  abaixo do nível pré-pandemia e que isto resulta de uma combinação de fatores: a forte concorrência de gigantes asiáticos importados, mudanças no comportamento do consumidor (foco no online/casual) e a perda de poder de compra. 

O setor enfrenta um "ataque" de importações de baixo custo, inflação, juros altos e endividamento, afetando o varejo físico tradicional. 

Ataque de Gigantes Asiáticos e Importados: Plataformas internacionais (como Shein, Shopee, AliExpress) ganharam forte participação, oferecendo preços muito competitivos que o mercado nacional tem dificuldade em cobrir.

Mudança no Comportamento do Consumidor: A pandemia consolidou o e-commerce, que cresceu mais de 50% em 2022, reduzindo o fluxo em lojas físicas. Além disso, houve uma mudança para vestuário mais confortável/casual e uma busca por maior funcionalidade nas peças.

Fatores Econômicos (Inflação e Juros): O endividamento das famílias e a inflação elevada reduziram a renda disponível para bens não essenciais, como roupas.

Mudança Estrutural: O consumo migrou, e a pesquisa do IBGE aponta que o varejo físico, em particular, ainda sofre para recuperar os patamares de 2019.

Concorrência por Carteira: Consumidores mudaram prioridades de gasto, com aumento no consumo de serviços (streaming, viagens) e apostas (bets) em detrimento de produtos físicos. 


Toffoli falou com Vorcaro depois de receber o relatório da PF

 A Polícia Federal continua vazando informações que comprometem  Dias Toffoli, revelando as relações muito mais íntimas do que se pensava e do que fazia crer o ministro.

O UOL diz que as investigações da PF constataram  mais de dez encontros presenciais entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso envolvendo o banco Master. Segundo a apuração, a maioria desses encontros teria ocorrido em eventos realizados em Brasília, como jantares e festas.

Uma das revelações aponta que, após a entrega do relatório, houve uma reunião entre ministros do STF na qual o ministro Luiz Fux teria mencionado que Vorcaro e Toffoli tinham “seis minutos de conversa” entre si, segundo reportagem do site Poder360.

Outro ponto citado pela Polícia Federal envolve repasses de R$ 35 milhões do fundo Arleen, ligado ao banqueiro, para a empresa Maridt, na qual Toffoli é sócio junto a familiares. Segundo mensagens atribuídas a Fabiano Zettel e Daniel Vorcaro, os pagamentos do fundo Arleen à Maridt teriam acontecido apenas entre 2024 e 2025.


Banco Digimais assusta mercado financeiro

 O Banco Digimais é o braço financeiro da igreja Uniersal, que tem como braço político o Partido Republicanos e como braço midiático a Rede Record, que em Porto Alegre inclui a Record TV, a Rádio Guaíba e o jornal Correiob do Povo. O Digimais é o nome atual do antigo Banco Renner, comprado por Ediro Macedo em Porto Alegre.

Desde esta manhã existe uma boataria tremenda sobre possível quebra do Banco Digimais, o que poderia desencadear realmente um problema sistêmico para todo o sistema fianceiro brasileiro. 

As especulações começaram quando o mercado soube da disputa judicial envolvendo cerca de R$ 500 milhões ligados ao fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) EXP 1. A discussão envolve operações estruturadas com ativos financeiros que teriam perdido valor após a crise de outras instituições do mercado. O conflito ocorre entre o banco e o empresário Roberto Campos Marinho Filho, da Yards Capital, que participa da estrutura desde fevereiro de 2025, quando o fundo foi criado. Ele busca na Justiça a recompra ou compensação de papéis, enquanto o Digimais contesta a obrigação de assumir esse prejuízo. Parte desses créditos teria sido originada por instituições como Banco Master, Reag e Fictor, que enfrentaram colapsos posteriores.

Até o momento, porém, não há anúncio oficial de intervenção, liquidação ou decretação de regime especial contra o Banco Digimais por parte do Banco Central. A instituição segue autorizada a operar normalmente, sob supervisão regulatório.

Artigo, especial - A guerra fria interna da direita

Artigo do Observatório Brasil Soberano

 Há uma pergunta simples que qualquer liderança relevante da direita deveria con seguir responder com clareza: apoia ou não apoia Flávio Bolsonaro como candida to presidencial do campo? Essa definição não é trivial, porque organiza alianças, orienta a base, sinaliza compromissos e delimita prioridades. Ainda assim, a mera cobrança dessa posição passou a produzir um desconforto que ultrapassa o razo ável para um ambiente político que se pretende maduro e preparado para disputar poder nacional. Em vez de uma resposta objetiva, o que surge é um deslocamento do debate. A dis cussão deixa de girar em torno da definição solicitada e passa a se concentrar no comportamento de quem fez a pergunta, como se exigir clareza fosse, por si só, um ato de hostilidade ou deslealdade. A base que busca direção acaba assistindo a um embate sobre forma e sensibilidade, enquanto o conteúdo permanece suspenso, envolto em indignação que não resolve a questão central. Apoiar explicitamente um candidato em ano eleitoral significa assumir custos, ali nhar discursos, ajustar estratégias regionais e aceitar as consequências públicas de uma escolha. Permanecer numa zona de ambiguidade preserva margem de mano bra e mantém portas abertas em diferentes direções, permitindo observar o cenário antes de se comprometer. É uma posição compreensível no curto prazo, mas que se desgasta à medida que o calendário eleitoral avança e as circunstâncias passam a exigir definições concretas de cada ator relevante. Essa estratégia, no entanto, tem prazo. Estar em cima do muro não é um local con fortável durante um ano eleitoral, sobretudo quando a base cobra coerência entre o discurso passado e o posicionamento presente. A pressão por definição cresce, os espaços intermediários se estreitam e a neutralidade prolongada começa a ser interpretada não como prudência, mas como cálculo político. O desconforto aumenta quando isso ocorre dentro de um movimento que construiu sua identidade criticando a política feita por meio de evasivas e conveniências mo mentâneas. Durante anos, a direita denunciou a classe política que tratava questio namentos legítimos como ataques e convertia cobranças em ofensas pessoais para evitar responder ao mérito das perguntas. Reproduzir essa dinâmica internamente compromete a coerência do discurso e alimenta desconfianças que poderiam ser evitadas com uma declaração clara. É isso que irrita quem acompanha de perto: não é a divergência em si, que faz parte de qualquer campo político vivo, mas a recusa em admitir que ela existe. Nenhum campo político se consolida se suas lideranças não suportam perguntas diretas so bre seus compromissos, e a dificuldade em responder acaba dizendo mais do que qualquer nota pública cuidadosamente redigida. Estamos em ano eleitoral, e definições não podem ser adiadas indefinidamente sem produzir efeitos práticos sobre a coesão e a credibilidade do campo. Quando a escolha não é afirmada de maneira explícita, ela acaba sendo revelada pela se quência de gestos, omissões, alianças e prioridades assumidas ao longo do tempo. A pergunta continua simples; o ambiente que se formou ao redor dela é que revela a tensão real. E o tempo não costuma ser generoso com quem aposta no silêncio quando o momento exige posição. Crítica não é ataque, silencio não é leal

Recomendado - Sua conta de luz está alta? Existe uma forma simples de reduzir agora

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Com mais de 150 empresas atendidas no Sul do país e expansão para novos estados, a VR Energia reforça sua estratégia de crescimento por meio de agentes regionais. O diferencial está na praticidade: adesão simples, economia real e resultado visível já nas primeiras faturas, uma alternativa moderna para quem quer pagar menos e consumir energia limpa.


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Editorial da RBS - Poders em xeque

A cúpula do Judiciário está demonstrando dificuldade para administrar a atual crise de credibilidade

A crise do Supremo Tribunal Federal é exemplar para o país e deveria motivar outras instituições republicanas no âmbito dos três poderes e de todas as instâncias federativas a revisar práticas e procedimentos de seus integrantes, de modo a adequá-los às determinações expressas do texto constitucional sobre a ética na administração pública direta e indireta. A Constituição Brasileira é clara e incisiva ao dizer que os servidores devem se pautar pelos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência. 

Não são apenas rótulos retóricos. São princípios fundamentais da democracia, que só fazem sentido quando efetivamente praticados: agir estritamente conforme a lei; atuar com imparcialidade, neutralidade e foco exclusivo no interesse público; ter conduta honesta; observar a transparência; e cumprir atribuições com qualidade e rendimento.

O vazamento em si já é uma prova cabal de que pelo menos algum integrante do colegiado não está sendo leal com os demais, que participaram da reunião acreditando se tratar de uma conversa privada e sigilosa

Infelizmente, não é o que se tem observado nem mesmo por parte do poder encarregado de zelar pelo cumprimento das normas constitucionais. A cúpula do Judiciário está demonstrando dificuldade para administrar a atual crise de credibilidade. Pelo vazamento das manifestações dos ministros durante a reunião secreta que afastou Dias Toffoli da relatoria do caso Master, percebe-se que o corporativismo exacerbado, a arrogância, a indignação com a investigação da Polícia Federal e a intenção de acobertar maus procedimentos se sobrepõem à disposição de autocorreção. O vazamento em si já é uma prova cabal de que pelo menos algum integrante do colegiado não está sendo leal com os demais, que participaram da reunião acreditando se tratar de uma conversa privada e sigilosa.

Mesmo que a Polícia Federal tenha errado ao encaminhar o pedido de suspeição de um ministro sem ter legitimidade para isso, o que verdadeiramente interessa aos brasileiros é saber se procedem ou não as denúncias apuradas a partir da perícia dos telefones do principal réu do maior escândalo financeiro já registrado no país. Utilizar formalidades processuais para desmerecer a investigação, como fizeram ministros que chegaram a classificar de lixo jurídico o documento da PF, prejudica ainda mais a imagem da Suprema Corte perante a opinião pública.

Ao mesmo tempo que o Poder Judiciário se afunda mais em descrédito ao chancelar desmandos de seus integrantes, o Poder Legislativo começa a se movimentar no sentido de um grande acordo político, incluindo o Executivo, para evitar que as investigações interfiram na campanha eleitoral. Esse propósito ficou evidente na nota conjunta publicada na última sexta-feira pela Federação União Progressista (PP e União Brasil), alinhando-se na defesa do ministro Dias Toffoli e classificando as apurações policiais como narrativas atentatórias à democracia.

Ora, atentatório à democracia é acobertar os indícios cada vez mais contundentes de imoralidades praticadas por políticos e autoridades envolvidos na fraude comandada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, que, pelo que já foi apurado, tinha relações e influência nos três poderes da República. Todos que ficarem em xeque nesse jogo sujo de improbidades devem ter, evidentemente, o direito de se defender — mas não se pode mais admitir que utilizem o poder de seus cargos em causa própria nem que continuem impondo manobras políticas à nação, com o único propósito de mascarar a verdade.


Carta aberta ao ministro André Mendonça, por Telma Renner

Gramado, 15 de fevereiro de 2026.

Ministro André  Mendonça:

Quando de sua nomeação para o STF nos foi colocado que Vossa Excelência seria “um ministro terrivelmente evangélico”. Sabemos  que  é  assíduo frequentador da igreja , que faz belos sermões, no entanto em sua atividade como Ministro por vezes parece esquecer -se de sua missão como cristão.

No Sermão da Montanha,  disse Jesus Cristo,  “Vós sois o Sal da Terra e a Luz do Mundo”, metáfora claríssima que na prática significa: o cristão em uma sociedade é  responsável pela preservação de princípios morais e por iluminar vidas através de boas obras.

Ministro: todos nós cristãos estamos cientes de que no mundo  atual a batalha que se trava é espiritual . O que ateus por aí,  chamam de “ polarização”,  na realidade é luta entre o Bem e o Mal. Nunca dantes,  o mal esteve tão desnudado e tão desavergonhadamente exposto por aqueles que o propagam, através de apoio a terroristas, promoção das drogas, corrupção desenfreada, apoio ao aborto, calúnias,  destruição de reputações pela imprensa, abusos de autoridade e prisão de inocentes! É o Mal em sua mais pura essência, o terrivelmente errado, o anti-cristão!

E agora abordando, questões mais concretas que motivaram esta carta aberta:

Vossa Excelência foi sorteado para julgar o Mandado de Segurança para Filipe Martins impetrado por seu advogado Jeffrei Chiquini . Mandado este muito bem fundamentado que,  segundo o advogado, colocaria por terra toda a tal   “trama golpista”,  o  que  poderia significar a libertação de todos os  injustamente perseguidos por suas posições políticas cristãs  , libertando  inclusive o ex Presidente Jair  Bolsonaro, idoso, doente e inocente! Desde JULHO de 2025 este mandado espera sua decisão!

 E no caso do banco Master:  no STF, ao que tudo indica a tal Nota Oficial emitida , os dez ministros  lhe conferiram a missão de blindar Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

 MAS o compromisso de Vossa Excelência é  com o Povo brasileiro, que,  me atrevo a dizer sem blasfemar,  somos O Povo de Deus, (sofrido, enganado e extorquido) que tem  sido “O Sal da Terra e a Luz do Mundo”!  E este povo, clama por JUSTIÇA! E justiça significa LIBERDADE  para os inocentes e PUNIÇÃO aos infratores, todos, sem exceções!

  ANDRÉ MENDONÇA, CUMPRA SUA MISSÃO, COMO MINISTRO E CRISTÃO!

Na expectativa de que Deus o ilumine em suas decisões,

Telma Mathilde Renner


Nota: como se trata de carta aberta estarei divulgando-a em minhas redes sociais no facebook, instagram e whatsapp.