Rodrigo Lorenzoni denuncia que saem 1,7 mil multas por hora em apenas 300 kms de estradas com free flow

O modelo de pedágio free flow adotado pelo governo de Eduardo Leite no Rio Grande do Sul tem gerado protestos infindáveis. A que se deve esta polêmica toda ?
Dados recentes apontam que o sistema já resultou em mais de 608 mil multas em apenas um ano, o que representa 1.665 autuações por dia, 69 por hora e mais de uma multa por minuto em menos de 300 quilômetros de rodovias do Estado.

Putz ! E fica por isto mesmo ?
O Ministério Público do Rio Grande do Sul instaurou um inquérito para investigar o funcionamento do modelo, especialmente em relação à transparência e à forma de cobrança das tarifas.

É um sistema comprovadamente limpo e justo ?
É uma “máquina de moer o bolso do gaúcho”. Milhares de motoristas estão sendo penalizados pela falta de informação clara sobre como realizar o pagamento do pedágio após a passagem pelos pórticos.

O problema é das concessões rodoviárias ?
Éo formato. Ele penaliza o usuário e gera insegurança para quem utiliza as estradas. 

A CPI( dos Pedágios analisa isto ?
Estamos analisando os projetos de concessão apresentados pelo governo para novos blocos rodoviários. Os modelos apresentados pelo governo para os novos pedágios estão montados sobre bases equivocadas. Além disso, ainda querem colocar bilhões de dinheiro público nisso.

Artigo, especial - Lula e o PT em direção ao abismo

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano

Durante décadas, o PT contou com um tripé de sustentação eficiente: narrati vas sociais, institutos de pesquisa alinhados e uma imprensa condescendente. Mas esse muro caiu. Os levantamentos mais recentes da Quaest e do Datafolha agora revelam o que antes era varrido para debaixo do tapete: a rejeição de Lula superou a aprovação, atingindo a marca simbólica de 51%. Enquanto o governo patina na economia e na segurança, Flávio Bolsonaro sobe nas sondagens, já aparecendo numericamente à frente de Lula. O senti mento de mudança não é mais uma ameaça distante; é um fato estatístico que os editoriais da grande mídia já não conseguem omitir. O governo está enrola do e a opinião pública percebeu que a "aura de imbatível" do presidente ficou no passado. E nada disso é obra do acaso. A ascensão meteórica de Daniel Vorcaro e o crescimento do Banco Master são frutos de um modelo de negócio com DNA puramente petista. Para entender o Master, é preciso olhar para o Credcesta. Nascido nos bastidores da política baiana sob governos petistas, o Credcesta serviu como um laboratório de cap tura de renda, operando de forma agressiva sobre o salário de servidores pú blicos. Dois personagens da cúpula da estrela vermelha foram fundamentais: Jaques Wagner e Rui Costa. O primeiro era o elo com Augusto Lima, sócio de Vorcaro que comprou a Ebal por míseros R$ 15 milhões; o segundo garantiu por decreto a exclusividade na operação para o Banco Master. O negócio virou uma mina de ouro: o crédito consignado com taxas astronômi cas e garantia de recebimento na fonte. Não satisfeitos em asfixiar os servido res, a estrutura avançou sobre os aposentados e pensionistas do INSS, mergu lhando em um escândalo de contratos suspeitos e descontos indevidos. O que o PT chama de "inclusão financeira" nada mais é do que a entrega de bases vulneráveis do Estado nas mãos de um banqueiro que sabia muito bem como transitar nos corredores do poder. Hoje, Daniel Vorcaro é o arquivo vivo que tira o sono de Brasília. Mantido na cadeia, o banqueiro já começou a movimentar suas peças: trocou sua equipe de defesa por advogados especialistas em acordos de colaboração. O termo "delação premiada" ressoa como um trovão nos palácios. A preocupação é real porque Vorcaro não é apenas um banqueiro; ele é o elo entre o sistema financeiro e a engrenagem política que sustentou campanhas e alianças. As mensagens encontradas em seus celulares, que citam desde mi nistros do STF até encontros fora da agenda com Lula, mostram que ele tem provas de como a máquina funciona por dentro. O sistema não sabe o que fazer com Vorcaro porque soltá-lo seria um escânda lo moral, e mantê-lo preso é empurrá-lo para a delação. O PT assiste, impoten te e desesperado, ao colapso de suas narrativas. Entre o derretimento nas pesquisas e as revelações de escândalos em mais um mandato, Lula e o PT caminham em direção ao abismo. E aí pode estar a sal vação do Brasil

Picos de glicose

 Picos de glicose pós-prandiais danificam o cérebro ao aumentar o estresse oxidativo (espécies reativas de oxigênio), causar neuroinflamação e promover a glicação avançada (formação de AGEs), onde o açúcar se liga a proteínas como o colágeno. Esse processo prejudica neurotransmissores, altera a função mitocondrial e está associado a um risco 69% maior de Alzheimer e declínio cognitivo. 

Impactos dos Picos de Glicose no Cérebro:

Ação Química e Estrutural: O excesso de glicose induz a produção de Produtos Finais de Glicação Avançada (AGEs), que danificam proteínas e aceleram a neuroinflamação.

Dano Neuronal: O estresse oxidativo e a inflamação prejudicam o funcionamento dos neurônios, dificultando a sinalização e o metabolismo energético cerebral.

Efeito Cognitivo: Níveis elevados de açúcar ao longo do tempo estão associados à redução da memória, atenção e capacidade de aprendizado.

Conexão com Doenças: Picos frequentes aumentam o risco de Alzheimer, não apenas por danos vasculares, mas por mecanismos metabólicos sutis e crônicos.

Vício e Comportamento: O açúcar estimula o sistema dopaminérgico mesolímbico, viciando o cérebro e gerando sensação de recompensa, o que incentiva o consumo contínuo. 

Manter a glicemia estável é, portanto, crucial para proteger a integridade cognitiva e evitar a "toxicidade" que a alta de açúcar provoca no sistema nervoso central.

O que são semicondutores

O editor buscou ajuda de IA para formatar este texto:

Semicondutores são materiais sólidos, como o silício, com condutividade elétrica intermediária entre condutoes (metais) e isolantes (borracha). Eles podem mudar de isolante para condutor sob condições específicas (calor, luz, dopagem), permitindo controlar o fluxo de eletricidade, sendo a base de chips, transistores e diodos em eletrônicos. 

Características Principais:

Condutividade Variável: Diferente de condutores, eles não conduzem eletricidade o tempo todo. Em temperaturas baixas, agem como isolantes; com calor, tornam-se condutores.

Dopagem: É o processo de adicionar impurezas ao material para aumentar sua condutividade elétrica, tornando-os do tipo P (positivo, falta elétrons) ou tipo N (negativo, excesso de elétrons).

Materiais Comuns: O silício (

) é o mais utilizado, mas germânio (

) e arsenieto de gálio (

) também são usados. 


Onde são Aplicados:

Microprocessadores e Chips: O cérebro de computadores, smartphones e carros.

Transistores: Interruptores elétricos que processam, armazenam e recebem informações.

LEDs e Células Fotovoltaicas: Convertem eletricidade em luz ou vice-versa. 

Sem os semicondutores, a tecnologia moderna, incluindo inteligência artificial e telecomunicações, não existiria, pois eles permitem a miniaturização e o controle de circuitos elétricos. 

QUEM FABRICA NO BRASIL

ução de semicondutores no Brasil é limitada, concentrando-se principalmente no teste e encapsulamento (back-end). A estatal CEITEC, em Porto Alegre, é a principal referência, passando por reestruturação para produzir chips de carbeto de silício. Outras empresas atuam no setor, como HT Micron (memórias) e centros de pesquisa como o Inova USP. 

CEITEC S.A.: Localizada em Porto Alegre, é uma empresa pública federal (estatal) que atua no projeto e fabricação de semicondutores, com foco atual na transição para tecnologia de carbeto de silício, usada em veículos elétricos.

HT Micron: Empresa instalada no Tecnosinos (RS), especializada no encapsulamento e teste de semicondutores, com foco em memórias.

Zilia Technologies: Empresa brasileira focada em encapsulamento de chips e memórias, localizada em Atibaia (SP).

PocketFab (USP/Senai-SP): Fábrica modular voltada para prototipagem avançada de chips e pesquisa, localizada em São Paulo.

Empresas de Design e Teste: O país possui centros de design, como a Chipus Microeletrônica, e empresas de encapsulamento como a CalComp e Adata. 

O Brasil foca majoritariamente na etapa de back-end (encapsulamento e teste) da cadeia de suprimentos de semicondutores, enquanto a fabricação de componentes de ponta (front-end) é restrita a países como Taiwan, Coreia do Sul e China. 

DPENDENCIA

il possui uma alta dependência externa de semicondutores, importando mais de 90% dos componentes eletrônicos que consome, principalmente da Ásia, resultando em um déficit comercial bilionário. O país foca no encapsulamento e testes (etapas finais), com produção interna limitada, buscando agora, via novos planos e leis, ampliar sua soberania tecnológica e reduzir riscos de desabastecimento em setores críticos. 

Pontos-chave da Dependência Brasileira:

Alta Importação: Apenas cerca de 8% da demanda por semicondutores é atendida por fabricantes nacionais, gerando grande vulnerabilidade na balança comercial.

Foco na Etapa Final: A indústria brasileira é estruturada majoritariamente no encapsulamento, testes e montagem de chips, utilizando wafers importados de locais como Taiwan e Coreia do Sul.

Risco Geopolítico: A crise de abastecimento durante a pandemia e disputas comerciais (como entre China e Ocidente) expuseram a fragilidade brasileira, afetando a produção industrial nacional (ex: setor automotivo).

Tentativas de Reversão: O governo tem buscado, através de programas como o Brasil Semicon (Padis) e o desenvolvimento da empresa pública CEITEC, incentivar a pesquisa, design e fabricação local para reduzir a dependência, estimulando investimentos privados. 

Apesar da alta dependência, o Brasil tem o potencial de se concentrar em chips maduros (comum em 70% da demanda) e no design de circuitos integrados, visando maior autonomia. 

Simpósio de Semicondutores da América Latina e Caribe sairá em Porto Alegre

 Ocorreu, ontem, o lançamento do Simpósio de Semicondutores da América Latina e Caribe (SemiCon-LAC), no Tecnopuc. O evento que foi agendado para o período que vai de 17 a 19 de junho de 2026, em Porto Alegre. O professor e presidente do SemiCon-LAC, Adão Villaverde, ex-deputado estadual do PT, apresentou a estrutura do evento, que terá sede no Tecnopuc. A atividade terá três dias de painéis, visitas técnicas e espaços de networking. Os objetivos envolvem conhecer experiências práticas do ecossistema local e global de semicondutores, fomentar alianças estratégicas e estimular novos negócios. Serão recebidos convidados internacionais dos países da América Latina, da Europa, dos Estados Unidos, da China.t

Hub de semicondutores

Antes do lançamento, a secretária Simone e o superintendente de Inovação e Desenvolvimento da Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS), Jorge Audy, assinaram um protocolo de intenções visando a estruturação de um Hub Regional de Semicondutores. 

Dica de Felipe Vieira - Entre um gole e outro, o livro que conta a memória de Kadão

Titulo original - Entre um gole e outro, a memória viva de Kadão

Por Felipe Vieira

Algumas amizades sobrevivem ao tempo porque são cultivadas em rituais simples. Uma mesa de bar. Uma noite de conversa. Um grupo de amigos que se encontra sempre no mesmo dia da semana, faça chuva ou faça sol.

É assim, todas as quintas-feiras, que a Confraria do Alemão se reúne em Porto Alegre. Um grupo de jornalistas e amigos que decidiu preservar algo cada vez mais raro na vida adulta: o hábito de sentar, conversar, rir e relembrar histórias.

Dessas noites nasceu um livro. Depois outro. E agora chega o terceiro volume.

No próximo dia 19 de março, será lançado “Entre um Gole e Outro – Volume 3”, uma edição especial dedicada a um personagem que fazia parte da alma desses encontros: o fotógrafo Ricardo Chaves, o Kadão.

Kadão nos deixou em abril do ano passado, mas permanece presente na memória afetiva de todos que cruzaram o seu caminho. Não apenas pelo talento extraordinário como repórter fotográfico, mas pela figura generosa, espirituosa e profundamente humana que era.

A confraria, que se reúne no Bar do Alexandre, no bairro Menino Deus, decidiu transformar o terceiro livro em uma homenagem coletiva. O resultado é uma obra construída a muitas mãos e muitas lembranças.

O livro reúne depoimentos de amigos da confraria, familiares, colegas de redação e admiradores do trabalho de Kadão. Também traz fotografias marcantes de sua carreira e histórias de grandes coberturas jornalísticas que ajudaram a contar o Brasil e o mundo através de imagens.

Não é pouca coisa.

Kadão trabalhou em alguns dos mais importantes veículos do país. Passou pelo Jornal do Brasil, pelas revistas Veja e IstoÉ, pelo Estadão e foi chefe de fotografia da Zero Hora, onde construiu uma trajetória respeitada e admirada.

Seu último trabalho foi como editor da coluna Almanaque Gaúcho, na Zero Hora. Em 2017, lançou o livro “A Força do Tempo: Histórias de um Repórter Fotográfico Brasileiro”, vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura, publicado pela Editora Libretos. Na obra, revisita quase quatro décadas de fotojornalismo, reunindo 144 retratos de figuras da política e da cultura brasileira, além de bastidores marcantes da profissão — de um tempo em que fotos eram reveladas em banheiros de hotel e o telex ainda pulsava nas redações, até coberturas históricas como Olimpíadas, Copas do Mundo e episódios decisivos da história recente do país.

Agora, a nova obra presta tributo não apenas ao profissional brilhante, mas ao homem que era capaz de transformar qualquer mesa em uma roda de histórias.

O prefácio é de Leonardo Hoffmann, filho de Assis Hoffmann, que foi um dos incentivadores de Kadão no início da carreira. A impressão da obra foi viabilizada por ele. A edição é da Bá Editora, de Mari Bertoluci, com projeto gráfico de Antonio Luzardo e revisão de Cássia Zanon.

Há ainda um gesto que diz muito sobre o espírito da homenagem: toda a venda dos exemplares será destinada ao Asilo Padre Cacique, instituição que Kadão ajudava em vida.

Entre os amigos que escrevem e recordam histórias, aparece algo maior que a própria obra: a celebração da amizade.

Eu mesmo guardo lembranças muito especiais do Kadão.

Algumas delas aconteceram longe das quintas-feiras da confraria do Bar do Alexandre. Sempre admirei aqueles encontros, afinal, ali estavam muitos amigos queridos, mas infelizmente participei poucas vezes. Quando morava em Porto Alegre, muitas vezes eu ainda estava na televisão no horário em que eles se reuniam. Depois que me mudei para São Paulo, essas aparições se tornaram ainda mais raras.

Mas isso não impediu que eu construísse minhas próprias memórias com o Kadão.

Muitas delas nasceram em outra mesa igualmente marcante da cidade: o Il Gattopardo, restaurante icônico de Porto Alegre comandado pela jornalista Eleonora Rizzo. Ali também se reunia um grupo de amigos em torno de outra tradição que nos aproximava: a confraria do charuto.

Era uma confraria improvável e deliciosa, formada por gente das mais diferentes áreas, advogados, médicos, jornalistas, empresários, fotógrafos. Kadão, claro, sempre presente.

Entre baforadas de charuto e goles de uísque, surgiam conversas que avançavam noite adentro, sem pressa e sem roteiro. Kadão tinha o raro talento de transformar qualquer lembrança em narrativa. Falava de viagens, de fotografia, de coberturas memoráveis, de encontros inesperados pelo mundo.

Tinha sempre uma história boa na manga e uma maneira muito própria de contá-la, como se cada episódio fosse uma fotografia revelada ali, diante de todos.

E talvez seja exatamente isso que explica a força de um livro como este.

Porque algumas pessoas não desaparecem quando partem.

Elas permanecem nas histórias que continuam sendo contadas nas mesas onde a amizade resiste ao tempo.

Kadão pertence a essa rara categoria de pessoas que continuam presentes, não apenas nas fotografias que fez, mas nas memórias que ajudou a construir. E enquanto houver uma mesa, um gole e uma boa história sendo contada, de alguma forma ele continuará ali, entre amigos.

Serviço

O lançamento do livro “Entre um Gole e Outro – Volume 3: Um tributo ao Kadão” acontece no dia 19 de março, a partir das 18h até o último gole, no Bar do Alexandre, localizado na Rua Saldanha Marinho, 132, esquina com Gonçalves Dias, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

Os exemplares podem ser reservados pelo Instagram @revistaba ou pelo e-mail marianaabertolucci@gmail.com

Toda a renda obtida com a venda do livro será revertida para o Asilo Padre Cacique, instituição tradicional da capital gaúcha que Kadão apoiava em vida.

@felipevieirajornalista

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O que é a Seção 301

 A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 é um instrumento legal dos EUA que permite ao Representante Comercial (USTR) investigar e retaliar países com práticas comerciais consideradas injustas ou prejudiciais aos interesses americanos. Ela autoriza a imposição de tarifas, sanções ou restrições de importação para pressionar por mudanças, sendo frequentemente usada como ferramenta de barganha. 

Finalidade: Combater barreiras comerciais, violações de propriedade intelectual e práticas desleais de outras nações.

Aplicação: O USTR investiga práticas específicas; se confirmadas, o governo pode aplicar tarifas, aumentar impostos ou restringir o acesso ao mercado.

Histórico: Utilizada contra a China (tarifas em 2018-2019), Japão, Índia e União Europeia.

Alvos Recentes: Inclui investigações sobre comércio digital, propriedade intelectual, e políticas trabalhistas, afetando múltiplos países, incluindo o Brasil.

Legalidade: Reconhecida pela OMC como compatível com acordos internacionais, desde que o processo de investigação seja respe