Salva aposta na tradição gaúcha e lança Erva-Mate Bairrista

A Salva Craft Beer acaba de ampliar seu portfólio e entrar oficialmente no mercado de erva-mate com o lançamento da Erva-Mate Bairrista. O novo produto já está disponível para distribuidores, varejistas e consumidores do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, reforçando a estratégia da empresa de expandir sua atuação para além do segmento cervejeiro.

Produzida pela tradicional Ervateira Invernada, de Arvorezinha (RS), com mais de 80 anos de história, a nova erva-mate é elaborada com matéria-prima nativa do Alto Vale do Taquari, uma das regiões mais reconhecidas do país pela qualidade da produção. O produto é comercializado em embalagens de 1 kg e não possui adição de açúcar.

Segundo João Giovanela, CEO e fundador da Salva, a novidade representa uma extensão natural da marca Bairrista, criada para valorizar a cultura e as tradições gaúchas. "Agora o consumidor pode viver a experiência Bairrista todos os dias da semana. A erva-mate fortalece nossa conexão com as raízes do Rio Grande do Sul e amplia a presença da marca em um mercado que faz parte da identidade do povo gaúcho", destaca.

Saiba mais sobre a cervejaria Salva no site www.salva.ind.br


Queijo cottage está na moda, batatas fritas estão fora de moda — e Ozempic é apenas um dos motivos.

 Medicamentos como o Ozempic, Wegovy e Mounjaro alteram drasticamente o apetite e a digestão. Pacientes reduzem a ingestão de calorias e evitam frituras, que causam desconforto digestivo, buscando alimentos ricos em proteína, como o queijo cottage, para manter a massa muscular e garantir saciedade.O Efeito das "Canetas Emagrecedoras" no PratoAdeus às frituras: O processo digestivo mais lento provocado pelos remédios GLP-1 faz com que alimentos gordurosos e fritos, como batatas fritas, fiquem mais tempo no estômago, causando náuseas.A febre do Cottage: Alimentos de alta densidade proteica tornaram-se essenciais. Com mais de 14 gramas de proteína por porção e baixo teor de gordura, o queijo cottage voltou a explodir no consumo.Mudança na indústria: Redes de restaurantes estão redesenhando menus para oferecer mais proteínas e menos frituras, refletindo a adaptação do setor ao consumidor que ingere porções menores mas exige valor nutricional.A Força das Redes Sociais e a Consciência AlimentarA ascensão desses fármacos encontrou um terreno fértil nas redes sociais, onde criadores de conteúdo viralizaram receitas hiperproteicas utilizando o queijo. Tendências como o "oat-zempic" (aveia) e o consumo adaptado de derivados do leite movimentam a indústria. Isso formou um movimento generalizado em direção a alimentos naturais e integrais, com forte queda no consumo de snacks ultraprocessados.

Artigo, especial - Apoio tímido ou cálculo político ?

Este artigo é do Observatório Brasil Soberano.

No último sábado, 20 de junho, em Guarulhos, foi lançada oficialmente a pré--candidatura de André do Prado ao Senado. O evento reuniu Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. Chamou atenção o constrangimento visível do governador no palco. Tarcísio cumpriu o papel de comparecer, chegou a se dirigir a Flávio reco nhecendo a dívida com Jair Bolsonaro, mas o tom foi distante. Para completar, na postagem que fez nas redes sobre o ato, ele sequer marcou o nome de Flávio Bolsonaro. Parece só um pequeno detalhe, não? Mas o momento resume bem o que tem sido a postura de Tarcísio em relação à can didatura presidencial de Flávio: apoio declarado, mas engajamento tímido e contido. Não é possível esquecer o histórico. Em 2022, Tarcísio chegou ao governo de São Paulo praticamente desconhecido do eleitorado paulista. Foi o apoio direto de Jair Bolsonaro e a mobilização do bolsonarismo em âmbito nacional que o proje taram e garantiram sua vitória. Sem aqueles votos e aquela campanha nacional, Tarcísio dificilmente teria chegado ao Palácio dos Bandeirantes. Nos anos seguintes, seu nome ganhou forte projeção nacional. Tarcísio foi am plamente cotado como um dos principais nomes da centro-direita para disputar a Presidência da República em 2026. Pesquisas internas e análises políticas o co locavam como alternativa competitiva, muitas vezes aparecendo à frente ou em empate técnico com Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. Havia quem defendesse que Tarcísio seria um candidato mais “palatável” para ampliar o alcance além do bolsonarismo, dialogando melhor com o mercado, com prefeitos de centro e com eleitores moderados. O próprio Tarcísio alimentou essa possibilidade nos bastidores, demonstrando interesse em uma eventual candidatura presidencial. O governador de São Paulo parece estar sempre com uma calculadora nas mãos. No entanto, quando Jair Bolsonaro deixou claro que indicaria Flávio como seu sucessor, Tarcísio optou por declarar apoio público ao senador. Até aí, nada de errado. O problema surge quando se observa a prática: o apoio existe no discur so, mas não se traduz em uma disposição clara de fazer campanha ativa pelo pré-candidato presidencial. Aqui está o paradoxo: Tarcísio deve sua eleição a um movimento de caráter na cional, mas parece não querer nacionalizar sua própria campanha. Em vez de aproveitar a visibilidade do governo de São Paulo para fortalecer a candidatura de Flávio em todo o país — articulando com prefeitos, participando de atos fora do estado e assumindo um papel mais protagonista na coordenação da campa nha presidencial em São Paulo —, ele mantém uma postura reservada, como se preferisse manter sua reeleição isolada do embate nacional. Flávio Bolsonaro já sinalizou que precisa do engajamento efetivo de Tarcísio no maior colégio eleitoral do Brasil. O que se vê até agora é timidez. Tarcísio prioriza sua gestão e sua reeleição, o que é legítimo, mas evita o passo que seria natural: usar sua posição para nacionalizar o debate e retribuir, com atitudes concretas, o apoio que recebeu em 2022. Eventos como o lançamento da candidatura de André do Prado mostram que a base está pronta para caminhar junta. Falta ao governador, que foi eleito gra ças ao engajamento de Jair Bolsonaro, demonstrar, sem reservas, que está dis posto a nacionalizar sua campanha e pagar, com o mesmo peso, a dívida que ele próprio assume ter com o bolsonarismo. Não apenas como retribuição, mas pensando também na sua reeleição. Sem o bolsonarismo o resultado de 2022 dificilmente se repetirá. O cálculo é simples: quem está junto, não pode hesitar.

Opinião do editor - A esquerda cai como um castelo de cartas em toda a América do Sul, mas falta o Brasil

A esquerda perdeu um novo governo na América do Sul, no caso a Colômbia, nas mãos do radical de extrema esquerda Gustavo Preto. Seu candidato Iván Cepeda perdeu para o candidato de direita, Abelardo de la Espriella (leia nota mais abaixo).

Os presidentes de esquerda do continente caem um a um e o próximo deve ser o presidente nomeado Lula da Silva, representante do que existe de pior na política mundial do momento.

O lulopetismo e seus aliados estão sendo fustigados por uma conjuntura externa extremamente adversa, não apenas em função da eleição de ontem na Colômbia e nas derrotas da esquerda também na Argentina, Bolívia, Paraguai, Chile, Equador, Peru e Venezuela, só lhes sobrando o anódino uruguaio, as tres inexpressivas Guianas e o Brasil. O principal fator da pressão externa, no entanto, é o novo governo dos Estados Unidos, que desta vez não servirá aos interesses do lulopetismo, mas da oposição.

E a vez do Brasil chega a passos largos, dentro de menos de 4 meses.

Na Colômbia,  ontem,  41 milhões de eleitores estavam o aptos a votar para presidente da Colômbia,  tudo no 2º turno da eleição presidencial. 

O voto não é obrigatório e por isto apenas 57% dos eleitores não foram às urnas no 1o turno.

No 1o turno, a esquerda venceu por 673 mil votos, mas na segunda rodada a direita era ampla favorita.

Acompanhe a cronologia:

As derrotas da esquerda da América do Sul começaram em 2023 com José Milei, 2023, na Argentina.

Ainda em 2023

Santigo Peña, Bolívia

2025

Chile, José Antonio Kast.

Equador, Daniel Noboa

Bolívia, Rodrigo Paz

2026

Venezuela - Queda de Maduro.

Peru, Keiko Fujimori

Colômbia, De la Spriella

O que sobrou

Restam Uruguai, que em 2024 elegeu Yamandu Orsi, de esquerda, e Brasil. As três Guianas são carta fora do baralho na América do Sul - são corpos estranhos. Uma delas nem tem governo próprio, já que é colônia da França.

A esquerda agoniza e com ela agoniza e morre de morte matada o Foro de São Paulo. 

Portos gaúchos registram maior movimentação para o período em dez anos e superam 17,5 milhões de toneladas

 A Portos RS registrou a maior movimentação de cargas para o período entre janeiro e maio desde 2016. Nos cinco primeiros meses de 2026, os portos de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre movimentaram 17.594.287 toneladas, resultado 5,15% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado. O complexo portuário do Rio Grande foi apontado como o segundo mais eficiente do Brasil.

O Porto do Rio Grande respondeu por 17.003.836 toneladas movimentadas no período, crescimento de 5,3% em relação a 2025. A movimentação de contêineres também apresentou avanço expressivo, alcançando 420.327 TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner marítimo padrão de 20 pés), alta de 12,45%. Ao todo, os portos administrados pela Portos RS receberam 1.550 embarcações entre janeiro e maio.

Entre as principais cargas, destacaram-se a celulose, com crescimento de 15,18% e volume de 1,97 milhão de toneladas; o milho, que avançou 77,9% e ultrapassou 1,39 milhão de toneladas; e a soja em grão, com 1,88 milhão de toneladas movimentadas.

O Porto de Pelotas movimentou 434.744 toneladas no período, com destaque para as operações de toras de madeira. Já o Porto de Porto Alegre registrou 155.707 toneladas, crescimento de 41,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Banrisul está prorrogando e repactuando contratos do agro

Somando-se a inúmeras iniciativas de apoio aos produtores rurais, com objetivo de manter a sua atividade produtiva e habilitado ao próximo Plano Safra, o Banrisul passou a oferecer a prorrogação e repactuação de contratos de crédito rural elegíveis em até 4 anos, com possibilidade de manutenção de juros. A ação busca evitar que clientes fiquem de fora das regras em discussão previstas no Projeto de Lei 5.122/2023, aprovado pelo Senado Federal, e ainda sujeito a nova análise da Câmara dos Deputados.

A orientação do banco é evitar que as operações permaneçam inadimplentes durante a tramitação do projeto, já que isso pode dificultar o acesso às condições futuras. Pelas regras atuais, parte das dívidas deverá atender a critérios específicos, inclusive de regularidade nos pagamentos. Também pesa o fato de a safra 2025/2026 não estar contemplada no escopo do projeto que está em análise no Congresso.

 Segundo o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, quem adia a regularização corre o risco de enfrentar mais dificuldade justamente quando buscar uma solução para reorganizar suas dívidas. “Há operações que podem ficar fora das regras futuras se o cliente não procurar o banco agora. Nossa orientação é resolver o que for necessário, para evitar que a demora crie um problema a mais quando o produtor precisar de crédito. Caso aprovado o Projeto de Lei, as repactuações atuais poderão ser adequadas para melhores condições”, aponta.

 A mobilização envolve gerentes Agro e equipes técnicas das agências, que analisam cada caso com base no histórico do cliente, no perfil da operação e na capacidade produtiva de cada propriedade. O objetivo é oferecer ao produtor uma saída viável para atravessar os próximos meses sem comprometer o acesso ao crédito do ciclo seguinte, sobretudo diante da proximidade do ano safra 2026/2027 e da necessidade de capital para custeio, manutenção da atividade e recomposição de caixa.

 O superintendente de Agronegócios do Banrisul, Robson Oliveira Santos, afirma que o cenário exige atenção imediata e ação rápida. “Muitos produtores estão aguardando o texto final do projeto, mas há casos em que isso pode prejudicá-los mais adiante. Quem organiza sua situação agora chega em condição melhor para o desfecho da tramitação”, adverte o executivo. O alerta vem no momento em que o PL 5.122/2023 voltou à Câmara após alterações no Senado, mas ainda depende de um longo caminho até a sanção presidencial, além de seguir cercado por discussões sobre alcance, fonte de recursos e impacto fiscal.

 Com a renegociação ainda dependendo das próximas etapas legislativas, o Banrisul orienta que o produtor concentre a sua atenção no que já pode ser encaminhado. Procurar a agência, revisar os contratos e formalizar a repactuação dentro do prazo pode ser decisivo para preservar as chances de enquadramento nas condições previstas no projeto. O movimento feito agora pode ajudar o produtor a atravessar os próximos meses com mais segurança, mantendo a sua atividade e garantindo acesso a recursos.


Asma infantil: como reconhecer os sinais de uma crise e quando procurar atendimento médico

Com a chegada da estação mais fria do ano, pneumologista explica sintomas, fatores de risco e orientaquando buscar um pronto-socorro pediátrico

 Com a chegada do inverno, sintomas respiratórios tendem a se intensificar, principalmente entre crianças com histórico de alergias ou doenças respiratórias. Tosse persistente, chiado no peito e falta de ar podem ser sinais de uma crise de asma, uma das doenças crônicas mais comuns da infância.

Para reforçar a conscientização sobre a condição, o Ministério da Saúde instituiu o Dia Nacional de Controle da Asma, celebrado em 21 de junho, data que marca o encerramento do outono e a chegada da estação mais fria do ano.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 23% da população brasileira convive com a doença, com prevalência variando entre 19,8% e 24,9% nas diferentes regiões do país. Dados do Registro Brasileiro de Asma Grave (Rebrag), divulgados em 2021, apontaram que aproximadamente 60% dos pacientes com formas graves da doença estavam com a condição fora de controle. Na época, a asma era responsável por cerca de sete mortes diárias no Brasil.

Embora possa ocorrer em qualquer faixa etária, a asma frequentemente se inicia na infância. De acordo com a Dra. Talia Andrea Soria Muñoz, pneumologista pediátrica do Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, a asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que pode se manifestar desde os primeiros anos de vida.

“Na asma, as vias aéreas ficam inflamadas e mais sensíveis, fazendo com que possam se estreitar diante de diferentes estímulos, como infecções virais, alérgenos, exercício físico, mudanças climáticas ou exposição à fumaça”, explica a especialista.

Quais são os principais tipos de asma?

Embora seja conhecida popularmente apenas como asma, a doença pode apresentar diferentes formas, dependendo dos fatores que desencadeiam os sintomas.

O mais comum na infância é a asma alérgica¸ e ocorre após a exposição a substâncias como ácaros, poeira, mofo, pólen e pelos de animais por exemplo.

Também existem formas não alérgicas e situações em que os sintomas podem ser desencadeados por exercício físico, infecções virais ou exposição a irritantes ambientais.

Mudanças de temperatura, exposição a substâncias irritantes e alguns medicamentos, como aspirina e determinados anti-inflamatórios, podem servir de gatilhos ou agravar os sintomas da crise.

“Nas crianças, a asma costuma estar associada a alergias, mas também pode ser desencadeada por infecções virais. A gravidade varia de acordo com a causa e o perfil de cada paciente”, destaca a médica da Pediatria Star.

Como identificar uma primeira crise de asma?

Uma das principais dúvidas dos pais é saber diferenciar uma crise de asma de outros quadros respiratórios comuns da infância. Os principais sinais de alerta incluem:

• Tosse recorrente, principalmente durante a noite ou ao acordar;

• Chiado no peito;

• Falta de ar;

• Sensação de aperto no peito;

• Cansaço excessivo ou dificuldade para acompanhar atividades físicas.

Segundo a pneumologista, o diagnóstico é baseado na avaliação clínica, no histórico do paciente e na recorrência dos sintomas.

“Em crianças acima de cinco anos, exames como a espirometria podem auxiliar na confirmação do diagnóstico. Já nos menores, a avaliação da frequência dos episódios, dos fatores de risco e da resposta ao tratamento ajuda a diferenciar a asma de outros quadros respiratórios comuns da infância”, afirma.

Quando levar uma criança com crise de asma ao pronto-socorro?

Alguns sintomas indicam que a crise de asma pode estar em um estágio mais grave e exigem avaliação médica imediata. Os principais sinais de alerta são:

• Respiração rápida ou com esforço;

• Afundamento das costelas ou da região abaixo do pescoço ao respirar;

• Dificuldade para falar, mamar ou se alimentar devido à falta de ar;

• Lábios ou extremidades arroxeadas;

• Sonolência excessiva ou prostração;

• Ausência de melhora após o uso da medicação de resgate orientada pelo médico.

“Nessas situações, a avaliação médica deve ser feita rapidamente para iniciar o tratamento adequado e evitar a progressão da crise. Por isso, o pronto-socorro é indicado quando há sinais de dificuldade respiratória ou ausência de melhora com a medicação”, reforça Talia Muñoz.

Onde buscar atendimento de pronto-socorro pediátrico em São Paulo?

Em casos de falta de ar intensa ou sinais de gravidade, a criança deve ser avaliada em um pronto-socorro pediátrico. Em São Paulo, o Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, conta com a Pediatria Star, serviço pediátrico integrado com pronto-socorro, suporte diagnóstico, internação e terapia intensiva, preparado para atender crianças em diferentes níveis de complexidade.

A estrutura reúne atendimento pediátrico especializado e suporte de diferentes áreas médicas para casos que exigem acompanhamento de maior complexidade.

Tratamento e controle da doença

Embora a asma não tenha cura, a doença pode ser controlada por meio de acompanhamento médico adequado e tratamento contínuo. O objetivo é reduzir a inflamação das vias aéreas, prevenir crises e permitir que a criança mantenha suas atividades normalmente.

As medicações são divididas em duas categorias principais:

Medicamentos de controle: utilizados regularmente para reduzir a inflamação das vias aéreas e prevenir crises. O principal exemplo é o corticoide inalatório.

Medicamentos de alívio: utilizados durante episódios de piora para promover broncodilatação e melhorar rapidamente a respiração.

Além do tratamento medicamentoso, reduzir a exposição aos fatores que desencadeiam os sintomas também é fundamental para evitar novas crises.

“O diagnóstico precoce e o acompanhamento regular com o pneumologista permitem um controle mais eficaz da doença e ajudam a prevenir futuras crises. É importante lembrar que não existem tratamentos caseiros capazes de controlar uma crise de asma. Em casos de primeira ocorrência ou agravamento dos sintomas, a recomendação é procurar atendimento médico”, finaliza a especialista.

 Sobre a Rede D’Or

Maior empresa de saúde da América Latina, com presença em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal, a Rede D’Or tem foco em atendimento humanizado, qualificação da equipe, adoção de novas tecnologias, sendo referência em gestão hospitalar e na prestação de serviços médicos. Fundada em 1977, no Rio de Janeiro, a Rede D’Or conta com 79 hospitais, 55 clínicas oncológicas, serviços complementares, e investe em inovação e pesquisa clínica, por meio do IDOR – Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.