Artigo, Roberto Rachewsky - Saiba por que a campanha política não termina neste domingo

É falso que a campanha política termina hoje. O que termina é a eleição. A política continua amanhã, depois de amanhã e todos os dias, até a próxima eleição e muito além dela.


A eleição é o ritual pelo qual cada cidadão escolhe quem terá o poder de governar sua vida, com maior ou menor grau de coerção. O voto não é um gesto casual, uma preferência esportiva ou uma simpatia passageira. É a expressão política dos valores que cada um cultiva, dos princípios que aceita e da sociedade em que deseja viver.


O voto de hoje estará nas leis de amanhã. E essas leis determinarão o que poderemos fazer com nossas vidas, nosso trabalho, nossa propriedade e nossa liberdade. Cada restrição terá seus autores, seus executores e também aqueles que, pelo voto, lhes entregaram o poder de impô-la.


Não há como tratar essa responsabilidade como se desaparecesse com o encerramento das urnas. A convivência civilizada exige respeito aos direitos individuais, não indiferença diante de quem pretende violá-los. Ninguém deixa de ser responsável pelas ideias que defende simplesmente porque terminou a eleição.


Socialistas não abandonam o socialismo quando acaba a votação. Recolhem suas bandeiras, reorganizam suas forças, ocupam escolas, universidades, redações e instituições, preparando a próxima ofensiva contra a liberdade e a propriedade alheias. Querem conquistar amanhã o poder que não conseguiram conquistar hoje. E, quando conseguem, procuram transformá-lo em leis que nos obrigam a viver segundo suas convicções.


Eu não quero viver sob a tutela de ninguém. Não quero depender da autorização de políticos, burocratas ou maiorias ocasionais para trabalhar, produzir, empreender, trocar valores e buscar minha felicidade. Quero ser livre, sobretudo entre uma eleição e outra.


Amanhã o sol nascerá novamente. As urnas estarão fechadas, mas as ideias que ameaçam nossa liberdade continuarão circulando. Seus defensores estarão de volta, tentando convencer uma nova geração de que a vida de uns deve servir aos propósitos de outros.


O sol nascerá para todos. Mas os socialistas continuar

Serasa mostra que gastos com alimentação e super sao os que mais pesam no bolso de 59% dos brasileiros

Os gastos com alimentação e supermercado estão entre os que mais pesam no orçamento de 59% dos brasileiros, segundo pesquisa da Serasa. 

Na sequência, aparecem as despesas com moradia, aluguel ou financiamento, citadas por 40% dos entrevistados, e as contas da casa, mencionadas por 32%.

Semanas mais difíceis

Para 41% dos participantes, a terceira e a quarta semanas são os períodos mais difíceis para equilibrar as finanças, enquanto 13% afirmam enfrentar dificuldades durante todo o mês.

O levantamento mostra ainda que 28% dos entrevistados precisam fazer cortes ou ajustes, adiar pagamentos ou lidar com despesas que não conseguem quitar dentro do próprio mês, evidenciando a pressão dos compromissos financeiros cotidianos.Quando percebem que o dinheiro pode não ser suficiente até o fim do mês, 29% reduzem gastos não essenciais e 22% buscam renda extra.

Apesar dos desafios, o planejamento faz parte da rotina de grande parte dos consumidores: 75% dos entrevistados afirmam planejar os gastos antes do início do mês frequentemente. Para organizar as finanças, 46% utilizam cadernos e anotações, enquanto 21% recorrem a planilhas.

Além do planejamento, os brasileiros também adaptam a rotina para fazer a renda durar até o próximo mês. Entre as estratégias relatadas, 36% deixaram de sair de casa para economizar e 21% realizaram trabalhos extras ou “bicos” que normalmente não fariam.

O cartão mldito

O cartão de crédito aparece como o principal recurso utilizado para cobrir despesas em momentos de insuficiência de dinheiro nos últimos 12 meses, citado por 28% dos participantes. Ao mesmo tempo, a fatura do cartão lidera entre os compromissos que deixaram de ser pagos por falta de recursos, mencionada por 25% dos entrevistados.

Artigo, Silvio Lopes - Risco real

Sílvio Lopes, jornalista, economista e palestrante
Contato: 51. 998 74 6134

Certa vez, o rei Pelé disse que o povo brasileiro não sabia votar. Fora das quatro linhas, considero que  tenha sido esse o gol diferenciado e marcante da sua carreira de mais de 1.200 gols. Pense comigo: povo que torna um cidadão literalmente desqualificado, intelectualmente deficiente, e larápio contumaz da nação, presidente por três vezes, é o que, então? Pior: ainda pode ser eleito pela quarta vez...

Ronald Reagan, na ocasião de sua posse, advertiu: "Não esperem que a solução venha do governo. O governo é o problema". O Brasil tem, na prática, provado o contrário. Aqui, o problema é até o governo, mas o povo( que o escolhe), é o principal. Somos um povo que transita na ralé mais baixa do espectro da dignidade e…

Silvio Lopes: Aos amigos colorados:

Gremista, aprendi a valorizar todo adversário, mesmo sendo ele o principal rival. Por isso minha homenagem ao Internacional e sua apaixonada torcida neste dia em que o maior zagueiro de sua história comemora 80 anos. Na foto, de 1973, Inter e Vasco jogavam no Beira Rio. Empunhando o microfone da rádio Tupi do Rio( Diários e Emissoras Associados, maior grupo da época), entrevistei Figueroa, e essa foto histórica me orgulha muito. No time do Vasco jogava Tostão.

Figueroa também simboliza o tempo em que Inter e Grêmio começaram suas trajetórias de glórias e conquistas.

Salve FIGUEROA

Artigo, Eduardo Trindade - A desordem é geral na gestão de saúde do governo Eduardo Leite

O autor é médico e vice-presidente do Cremers.
O artigo é do jornal Zero Hora.

O título original é "Saúde: agenda estratégica para o próximo governo gaúcho.

O próximo governo do Rio Grande do Sul terá na saúde um de seus maiores desafios. Mais do que ampliar recursos, será necessário enfrentar um problema estrutural: a falta de integração entre serviços, planejamento e gestão orientada por resultados.

São mais de 610 mil solicitações de consultas especializadas pelo SUS, concentradas sobretudo na Região Metropolitana de Porto Alegre. Mais de 234 mil envolvem idosos. Reduzir filas exige regulação integrada, metas públicas e fortalecimento das referências regionais.

A superlotação das emergências reflete a desarticulação da rede.

CLIQUE AQUI para saber mais.

Mais do que a vantagem insofismável diante de um Lula senil, apoplético, perdido no picadeiro, cuspindo o debate todo, demagogo e fatigado, a marca da vitória de Flávio Bolsonaro no debate de ontem da Globo foi seu eufórico abraço na mulher Fernanda, ao final da rinha.

Flávio Bolsonaro dominou a cena com sua compreensão correta do cenário atual brasileiro e da sua visão de futuro.

Lula repetiu o rancoroso discurso do atraso.

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O debate de ontem a noite na Globo, somado à vitória do 1o turno, as vantagens obtidas em 14 das 15 últimas pesquisas pulicadas e as apostas da Polumarkt, garantem vitória de Flávio Bolsonaro neste domingo.

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Vamos por parte

A vitória no 1o turno

Desmentindo praticamente todas previsões das pesquisas, todas dando vitória a Lula, Flávio venceu o 1o turno

Nestas eleições de 2026, Flávio teve 56,1 milhões de votos (47,03%), e Lula, 53,8 milhões (45,16%).

A vitória de Flávio no debate

Após o debate da última sexta-feira (23) na Rede Globo, o CEO do instituto Quaest, cientista político Felipe Nunes, apresentou na GloboNews o resultado do monitoramento de grupos das pesquisas qualitativas – as chamadas qualis – realizadas durante o evento. Essas pesquisas são de grande validade para perceber em profundidade como os eleitores, sobretudo os independentes, reagiram aos estímulos do debate.

6 x t,2

As pesquisas


Vitórias em 15 das 14 últimas pesquisas.

Esta manhã, uma das últimas, a do Instituto França disponibilizou, neste sábado, sua última pesquisa de intenções de votos para presidente, mosrando que Flávio tem 51,4% e Lula 48,6% dos votos válidos.

As apostas

A plataforma de mercados de previsão Polymarket indicava, às 13h24 deste sábado (24), a menos de 24 horas antes da abertura do pleito das eleições no Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 83% de chance de vitória na eleição presidencial brasileira. 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecia com 18% de probabilidade. 

O mercado, intitulado "Brazil Presidential Election", registrava US$ 194.869.686 em volume de negociações.

E agora

Durante a campanha, o temor de interferências do STF, TSE ou PGR. Patos mancos. Ode a Vorcaro. Ele e Trump garantiram disputa bastante limpa, mas não justa, porque só seria justa se o principal líder da Oposição não estivesse preso incomunicável.

Na undécima hora do processo eleitoral, ontem, sexta-feira, o abominável ministro Alexandre de Moraes, STF, tentou interferir em favor da candidatura de Lula da Silva, mas foi impedido por decisão da cúpula da PGR.

A informação é do jornalista Claudio Dantas, que dá detalhes (CLIQUE AQUI para ler).

Alexandre de Moraes está no topo da lista dos ministros do STF que dificilmente escaparão de sanções pesadas pelos papéis malévolos que desempenham em favor do lulopetismo e de demonização da Oposição.

O caso de quinta-feira tem a ver com a decisão de Moraes de prejudicar Flávio Bolsonaro a três dias do pleito, ordenando a PF realizar uma mega-operação para cumprir 28 mandados de busca e apreensão, inclusive contra o senador, tudo no caso da ordem de  bloqueio de até R$ 6 bilhões do advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador.

O Day After

Não se enganem. Esta eleição é atípica, sob regime discricionário, e a vitória da Oposição obrigará a uma refunda;ção da república, começando pela libertação de Jair Bolsonaro e anistia de todos os perseguidos, ou seja, dos presos e exilados políticos, 

MAS TAMBÉM do restabelecimkento do eswtado democrático de direito, da ordem legal, ou seja, do restbelecimento dos valores sociais e culturais que são a base da nossa civilização ocidental - além, é claro, da boa gestão pública.

 

O Datafolha de sábado dava 42% de válidos ao senador; a urna deu 47,03% (Veja). A inferência: erro sistemático em uma só direção é a assinatura clássica do voto envergonhado, do eleitor que não declara a preferência ao entrevistador e muito menos a publica com nome e foto em uma rede onde 78% das vozes vão chamá-lo de miliciano. Há outras explicações possíveis, como diferenças de abstenção entre os eleitorados, e os institutos ainda não fecharam o diagnóstico. Mas a hipótese do silêncio é a mais coerente com o que vejo nas redes: uma conversa em que o campo adversário praticamente não fala.

Esses dois silêncios se reforçam. Quando a timeline é unânime, o eleitor neutro não encontra nela nenhum argumento que o convença, só a confirmação de que um dos lados o despreza. E o eleitor envergonhado encontra mais um motivo para continuar calado até domingo.

O risco de uma segunda decepção

A noite de 4 de outubro já mostrou o preço de confundir timeline com país. A expressão mais frequente na conversa petista naquela noite foi "sensação de derrota", acima do nome do adversário, apesar de Lula ter ido ao segundo turno com 2,2 milhões de votos de diferença. A frustração foi proporcional à expectativa, e a expectativa tinha sido fabricada por semanas de uma timeline que só mostrava um lado vencendo.

O cenário se repete agora, com um agravante. Depois de dois debates em que a esquerda celebrou a cada noite e acusou o adversário de dezenas de mentiras checadas, a militância progressista chega ao domingo convencida de que venceu a campanha. Pode ter vencido a conversa. A urna é outra métrica. Se o resultado for o empate que as pesquisas desenham, ou uma vitória apertada do senador, a decepção não virá da derrota em si, mas da distância entre a derrota e a timeline que a precedeu.

Unimed anuncia novo hospital em São Leopoldo

O editor calcula o investimento em R$ 98,5 milhões, considerando-se apenas as obras de construção, sem a vestimenta.

A Unimed Vale do Sinos já concluiu o projeto de expansão do Complexo Hospitalar de São Leopoldo, que prevê a construção de uma nova torre com sete pavimentos. O empreendimento deverá ampliar a estrutura do hospital e possibilitar a oferta de atendimentos de maior complexidade, com a implantação de unidades de terapia intensiva, ampliação do bloco cirúrgico e novos recursos de diagnóstico.Uma das principais novidades é a previsão de implantação das primeiras UTIs do hospital de São Leopoldo. O projeto contempla uma UTI Adulto e uma UTI Pediátrica, com dez leitos cada, ampliando as possibilidades de assistência a pacientes que necessitam de cuidados intensivos.O bloco cirúrgico também deverá passar por uma expansão, das atuais quatro para sete salas, ampliando a estrutura disponível para a realização de procedimentos cirúrgicos no hospital.Outra novidade é a ampliação do Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), que já funciona no Complexo Hospitalar e deverá passar a contar com ressonância magnética. O planejamento para essa área contempla ainda um Centro da Mulher, com ecografia mamária e mamografia, ampliando os serviços voltados ao diagnóstico e à saúde da mulher.A capacidade de leitos também deverá crescer, passando dos atuais 28 para 100 leitos, destinados a pacientes adultos e pediátricos. O planejamento inclui ainda uma ala premium voltada ao atendimento particular e à cirurgia plástica.O planejamento também contempla um edifício-garagem de seis pavimentos, com capacidade estimada para 220 veículos, integrado à nova torre.

A previsão é de 18.508 m² de área construída no novo empreendimento. Com a integração à estrutura existente, o Complexo deverá alcançar 23.464 m² de área construída.

Obras previstas para 2027

De acordo com o cronograma preliminar, o início das obras está previsto para julho de 2027.