FGC informa invasão de seu sistema e vazamento de dados pessoais

 O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) confirmou em comunicado oficial que sofreu um incidente de segurança com acesso não autorizado a dados pessoais de investidores e clientes, com suspeita de invasão identificada em 26 de outubro de 2026.


Dados Afetados


• Dados pessoais: Nome, CPF, e-mail e data de nascimento.

• Dados do processo de garantia: Informações sobre os tributos retidos no pagamento e o canal de distribuição pelo qual o investimento garantido foi realizado em instituição liquidada.


O que o FGC está fazendo


• Contenção: Foram aplicadas restrições de acesso aos ambientes comprometidos, contas indevidas foram desabilitadas e as evidências foram preservadas para perícia.

• Órgãos reguladores: A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi comunicada formalmente conforme a legislação vigente.

• Investigação: O caso segue em apuração com o suporte de empresas especializadas em cibersegurança para verificar se houve cópia ou uso indevido das informações. Até o momento, o FGC informa que não há evidências de vazamento ativo, divulgação ou perdas financeiras decorrentes do evento.


Cuidados e Recomendações


• Fique atento a golpes: Com os dados expostos, criminosos podem tentar aplicar o golpe da "central falsa", usando informações reais (como nome e instituição de investimento) para ganhar confiança.

• O que o FGC não faz: O fundo reforça que não solicita senhas, códigos de verificação, pagamento de taxas para liberação de garantia, nem pede a instalação de aplicativos ou contato via WhatsApp e SMS.

• Canais oficiais: Para verificar qualquer informação sobre processos de garantia ou pagamentos, utilize exclusivamente o Aplicativo FGC ou entre em contato pelo e-mail oficial atendimento.credores@fgc.org.br.

Se você recebeu alguma mensagem ou ligação suspeita relacionada ao FGC, posso ajudar a analizar os indícios do contato ou orientar sobre como registrar uma ocorrência. Gostaria de checar algo específico?

Novas pesquisas sobre estrogênio podem mudar a forma como os cientistas pensam sobre o envelhecimento cerebral feminino.

 Estudos recentes publicados entre 2025 e 2026 estão mudando radicalmente a visão da medicina ao demonstrar que a menopausa é, essencialmente, uma transição tanto neurológica quanto reprodutiva.

A rápida queda do estrogênio (especialmente do estradiol) retira um verdadeiro "escudo de proteção" do cérebro feminino, impactando o envelhecimento cognitivo e ajudando a explicar por que duas em cada três pessoas com Alzheimer são mulheres.

O que há de mais inovador nas novas pesquisas científicas sobre o tema aponta para as seguintes descobertas:

1. Marcadores biológicos e "Idade Estrogênica"

• A marca no sangue: Um estudo recente publicado na Nature Medicine revelou que a transição para a pós-menopausa altera a assinatura de proteínas sanguíneas ligadas à inflamação e às sinapses. Essa mudança molecular está mais ligada à queda hormonal do que à idade cronológica em si.

• A hipótese cumulativa: Pesquisadores começam a avaliar o cérebro feminino com base em uma "contagem vitalícia de anos de estrogênio". Uma maior exposição cumulativa ao hormônio ao longo da vida (vida reprodutiva mais longa) está associada a um envelhecimento vascular cerebral muito mais saudável.

2. A anatomia do declínio e o momento da menopausa

• Menopausa precoce: Pesquisas robustas de acompanhamento a longo prazo publicadas na JAMA Network Open apontam que mulheres que entram na menopausa mais cedo acumulam cerca de 15% mais danos na substância branca do cérebro décadas depois.

• Acúmulo de Tau e Amiloide: A ausência de estrogênio desestabiliza a infraestrutura neuroquímica, acelerando o acúmulo das proteínas nocivas tau e beta-amiloide (as marcas biológicas do Alzheimer) em mulheres que já possuem predisposição.

3. A quebra de paradigmas na Terapia de Reposição Hormonal (TRH)

• Janela de oportunidade: Os novos dados reforçam que os benefícios cognitivos da terapia de reposição dependem crucialmente do timing. Iniciar a reposição de estrogênio logo no início da perimenopausa ou menopausa (entre 46 e 56 anos) está associado a uma redução significativa no risco de demência futuramente.

• A via de administração importa: Formulações de estradiol por via transdérmica (adesivos ou gel) têm demonstrado forte associação com a preservação da memória episódica.

Essa mudança de perspectiva força os neurocientistas a abandonar modelos de envelhecimento cerebral baseados apenas em dados masculinos e a focar em estratégias preventivas de medicina personalizada para as mulheres.

Novas regras

 As novas regras do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) — estabelecidas pelo Decreto nº 13.135/2026 — entraram em vigor em 2 de novembro de 2026.

Principais mudanças do novo decreto:

• Atendimento humano obrigatório: As empresas devem oferecer atendimento por uma pessoa real (por telefone e canais eletrônicos como chats e WhatsApp) todos os dias, das 8h às 20h, inclusive aos sábados, domingos e feriados. 

• Uso de robôs (IA): Chatbots e inteligência artificial continuam permitidos, mas apenas para triagem inicial ou dúvidas frequentes, sem poder bloquear ou dificultar o acesso a um atendente humano. Pelo menos um canal digital deve funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana.

• Tempo de espera por telefone: Pelo menos 80% das chamadas devem ser atendidas em até 20 segundos; para os casos restantes, o limite máximo é de 5 minutos. 

• Queda de ligação: Se a chamada cair antes do fim, a empresa tem até 5 minutos para retornar ao consumidor, reaproveitando os dados já informados e o mesmo número de protocolo.

• Cancelamento facilitado: O cancelamento de serviços e produtos deve estar disponível de forma imediata no primeiro nível de atendimento (tanto por telefone quanto por chat), sem que o cliente seja empurrado para vários menus ou atendentes. 

• Limitação de menus: Os menus eletrônicos e robôs de atendimento não podem ter mais de 5 níveis. 

• Prazos de resposta:

• Demandas gerais/não urgentes: até 7 dias corridos.

• Cobranças indevidas ou serviços não solicitados: suspensão da cobrança em até 48 horas. 

• Empresas abrangidas: Vale para setores regulados pelo governo federal (como operadoras de telefonia, planos de saúde, companhias aéreas, concessionárias de energia e instituições financeiras/bancos). G1 +1

CNI e CNC, tarde demais, reclamam no STF contra redução da jornada de trabalho

  Vem tarde demais as ações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para suspender o fim da escala de trabalho 6x1. As ações foram protocoladas no STF, Corte ajustada com o governo Lula, PT, autor da PEC, que entrará em vigor no dia 15 de dezembro.

O Congresso aprovou a PEC por imensa maioria e o decreto regulamentador sairá na segunda-feira.

Na ação, a CNI e a CNC alegam que a Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada no mês passado pelo Congresso Nacional, fere a segurança jurídica, a livre iniciativa econômica e a autonomia coletiva trabalhista. As ações também sustentam que o fim da escala vai impactar nos acordos trabalhistas ainda vigentes e acordados entre empresas e trabalhadores.

Sobre os impactos financeiros, a CNI afirmou que a redução da jornada de trabalho, somada com a ampliação do repouso semanal sem redução de salário, vai aumentar o custo do trabalho formal da indústria em 11,1%, percentual equivalente a R$ 88 bilhões.

Fim da escala 6x1

Em sua decisão, o Senado Federal aprovou no mês passado o fim da escala 6x1 de trabalho. Com isso, o trabalhador passa a ter dois dias por semana de descanso remunerado, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial. Além disso, a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais terá uma regra de transição de 14 meses.

A medida foi aprovada, na ocasião, com votos da base governista e da oposição. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

 https://www.msn.com/pt-br/ci%C3%AAncia/geral/celulares-que-mais-emitem-radia%C3%A7%C3%A3o-segundo-lista-publicada-na-alemanha/ss-AA2g5aB4?ocid=msedgntp&pc=U531&cvid=6aeb75638b6c4d67b159f446a0810f68&ei=70

Análise, Leandro Ruschel - Como a direita nos EUA foi de uma vitória acachapante a uma derrota avassaladora em apenas dois anos

Os democratas varreram o Congresso e viraram até o Texas. O eleitor puniu promessas não entregues por Trump. O perigo de verdade começa em 2028.

O Texas vai mandar um democrata ao Senado pela primeira vez em mais de trinta anos. James Talarico derrotou Ken Paxton, e Greg Abbott perdeu o governo para Gina Hinojosa. No Maine, caiu Susan Collins, a senadora que sobreviveu a todas as ondas. Chame como quiser: tsunami azul, terremoto, massacre. Não há como dourar a pílula. A eleição de terça-feira foi um desastre para a direita.

Com a apuração ainda em andamento, no Senado os republicanos tinham 53 cadeiras e perderam nove: Texas, Maine, Kansas, Iowa, Ohio, as duas Carolinas, Alasca e até o Mississippi. Na Câmara, a perda deve ficar entre 35 e 45 cadeiras. E os democratas passam a governar a maioria dos estados pela primeira vez desde 2010. Frank Luntz, que não é exatamente um militante, chamou o resultado de a maior virada partidária desde 1974.

Há dois anos, a direita comemorava a volta de Trump e o controle do Congresso. O refluxo veio rápido, e não só aqui: na Hungria, Orbán caiu em abril; no Brasil, o Descondenado foi reeleito há dez dias.

Esse voto teve um principal motivo: PUNIR DONALD TRUMP. Mas puni-lo por quê?

O pêndulo e o tamanho da onda

Em parte, porque é isso que o eleitor americano costuma fazer: punir o presidente na eleição de meio de mandato. Bill Clinton perdeu 54 deputados e oito senadores em 1994. Barack Obama perdeu 63 deputados e seis senadores em 2010. Na Câmara, os dois perderam mais do que Trump vai perder. No Senado, não: a perda de Trump é maior que a de ambos. E nenhum dos dois acabou ali: Clinton saiu do cargo perto de 66% de aprovação, e Obama perto de 60%.

A diferença é que ninguém previa o TAMANHO desta onda. Nem os republicanos, que redesenharam os mapas espalhando seus eleitores por mais distritos, com vantagens pequenas em cada um. A aposta só funcionava se o eleitor de 2024 voltasse às urnas. Ele não voltou, e cadeiras que deveriam ser conquistas viraram derrotas. O que transformou uma derrota previsível em massacre?

O bolso

Em primeiro lugar, o custo de vida. Na pesquisa de boca de urna, nove em cada dez eleitores disseram que ele pesou no voto. Trump prometeu melhorar esse ponto e não conseguiu.

E aqui está o que quase ninguém fala: o principal motor do aumento do custo de vida, aqui nos Estados Unidos ou no Brasil, é um só. Os déficits crescentes dos governos. O Estado gasta mais do que arrecada, e a conta chega ao cidadão em forma de inflação e juros.

É uma equação politicamente impossível. O eleitor quer mais coisas "grátis", mais poder de compra e menos imposto, jogando a conta para os "ricos", como se isso fosse sustentável. Se Trump corta benefícios, perde. Se não enfrenta o déficit, perde do mesmo jeito. É o nó que a lógica esquerdista de expansão ilimitada do Estado deixou armado.

Mas houve algo que jogou gasolina nesse fogo: as tarifas. Como apontou Ben Shapiro na noite da eleição, foi no Dia da Libertação, em abril de 2025, que a aprovação líquida de Trump ficou negativa. E nunca mais voltou. Declarar guerra comercial ao planeta inteiro, no meio de uma espiral de custo de vida, não fecha. Quem pagou primeiro foi o agro, uma das bases mais fiéis do partido: a China foi comprar soja no Brasil, e o governo teve de socorrer o produtor com 12 bilhões de dólares.

A gasolina e o ICE

O segundo acelerador foi a guerra contra o Irã. Pode ser uma guerra necessária. Mas guerra tem preço, e ele apareceu na bomba de combustível. Quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em 28 de fevereiro, o galão custava, em média, 2,98 dólares, segundo a AAA. Na véspera da eleição, 4,17. Cerca de 40% a mais.

A gasolina é um benchmark especial: o efeito psicológico supera o econômico, porque o número está ali, toda semana, num letreiro de três metros de altura. O próprio Trump admitiu à Fox News, na noite da eleição, que parte do resultado foi o Irã. Não a guerra, corrigiu, mas o preço da gasolina.

O terceiro ponto foi a agressividade com os imigrantes ilegais. Fechar a fronteira e deportar criminosos tem amplo apoio, e Trump cumpriu. Deportar quem vive aqui há anos, trabalha e não cometeu crime grave, não. Na pesquisa da Universidade Marquette de fevereiro, 56% apoiavam deportar imigrantes ilegais em geral; para quem tem anos de país, emprego e ficha limpa, o apoio caía para 44%. Some a isso prisões transformadas em meme por conta oficial do governo. A militância aplaudiu; o eleitor hispânico, que Trump havia trazido em 2024, ouviu outra mensagem.

Quem ficou em casa

Por fim, a esquerda radicalizada mobilizou os jovens, e o eleitor republicano ficou em casa. A Broome Street Labs comparou esta eleição com a de 2024, condado por condado, em cinco estados. Para cada 100 eleitores de 2024, o voto republicano caiu entre 14 e 46. O democrata ficou praticamente parado. No Texas, chegou a subir.

Ou seja, os democratas não ganharam por uma conversão em massa. Ganharam, acima de tudo, porque o eleitor republicano não apareceu.

Entre os jovens, porém, aconteceu algo mais grave. Pela boca de urna da CNN, a geração Z votou nos democratas por quase 50 pontos, e os jovens homens brancos, que deram a Trump 28 pontos de vantagem em 2024, foram para os democratas por 17. A direita perdeu terreno justamente onde achava estar construindo uma nova geração.

A esquerda escondeu o jogo

O problema de fundo é que o eleitor médio não quer saber de guerra cultural. Vota com o bolso, e só muda quando uma agenda é absurda demais, como a agenda trans ou o fim da polícia. Os democratas aprenderam. Esconderam as agendas radicais e fizeram campanha sobre custo de vida.

A prova está na Carolina do Norte. O eleitor mandou o democrata Roy Cooper para o Senado com folga. E, na mesma cédula, aprovou três emendas à constituição estadual: teto de 3,5% para o imposto de renda, caminho aberto para limitar o imposto sobre propriedade e documento com foto até no voto pelo correio. Boa parte dos eleitores de Cooper votou nas três. O eleitor votou na pauta da direita e no candidato da esquerda. A direita ganhou o argumento e perdeu a eleição.

Só que a onda carregou muitos radicais junto. O novo senador do Texas foi gravado em 2020, numa reunião com o Sierra Club revelada pela CNN, celebrando que jovens ativistas tivessem ligado mudança climática, supremacia branca e capitalismo, "sistemas opressivos" a desmantelar. Na campanha, virou "capitalista orgulhoso". O Texas foi californizado. Em Michigan, Abdul El-Sayed será o primeiro senador muçulmano da história americana, da ala socialista do partido, e cuja própria meia-irmã escreveu que a família "há muito tempo é da Irmandade Muçulmana", organização terrorista. Em Minnesota, Ilhan Omar, investigada por fraude no seu processo de imigração, foi reeleita, com uma leva de candidatos de origem somali nas assembleias estaduais.

E aí as coisas ficam perigosas. Com Texas, Carolina do Norte e Ohio em jogo, a esquerda sai desta eleição com uma base muito forte para 2028. Em 2022, 48 senadores democratas votaram para mudar a regra do filibuster (a regra que exige 60 votos para a maioria dos projetos de lei avançar); Manchin e Sinema impediram, e os dois já saíram do Senado. Em julho, Kamala Harris falou em "revisitar" o Colégio Eleitoral, numa Suprema Corte com 13 juízes e em dois estados novos, D.C. e Porto Rico.

E aqui está o detalhe decisivo: ampliar a Corte, acabar com o filibuster e criar estados novos não exige emenda constitucional. Exige só maioria simples e um presidente disposto a assinar. Em 2028, a disputa não será apenas sobre quem governa. Será sobre as regras pelas quais o país continuará sendo governado. Como Elon Musk escreveu, o projeto é criar um país de partido único.

O grande risco para o eleitor americano médio, acostumado a ter nas urnas uma ferramenta de controle da classe política, é não perceber que o Partido Democrata que está aí não é o mesmo de décadas atrás. É cada vez mais um partido extremista, com uma agenda antiamericana. Não podemos esquecer o velho adágio: você pode colocar socialistas no poder pelo voto, mas não tirá-los do poder pelo voto.

A exceção da Flórida

A Flórida sobreviveu ao massacre. Byron Donalds venceu o governo por pouco mais de um ponto, e Ashley Moody manteve a cadeira no Senado por cerca de dois. Margens apertadas, num estado que Trump venceu por 13 pontos há dois anos. Mas venceu.

E isso catapulta Ron DeSantis para 2028. O que seria ótimo. DeSantis vinha dizendo o que o partido precisava ouvir: o caminho mais rápido para um país socialista é o capitalismo de compadrio. Entre um capitalista de compadres e Mamdani, disse ele, o jovem escolhe Mamdani sem piscar.

O recado do mercado

Os próximos dois anos serão de Trump como o Mr. Veto. Os democratas não têm os dois terços para derrubar vetos nem os 60 votos para vencer o filibuster, e o país fica congelado em termos de agenda legislativa.

O mercado entendeu isso antes de todo mundo. Na madrugada de quarta-feira, os futuros desabaram, com medo de um Congresso democrata freando a corrida da inteligência artificial. Na abertura, a história virou: o Dow Jones chegou a subir mais de mil pontos, e o juro do título de dez anos do Tesouro caiu para perto de 4,9%. Wall Street não estava comemorando a agenda democrata. Estava comemorando a PARALISIA. Para o investidor, a melhor notícia da semana é que ninguém em Washington vai conseguir aprovar uma nova farra de gastos.

Além disso, restrições a novos data centers podem até favorecer os acionistas das gigantes de tecnologia, ao conter investimentos que muitos analistas consideram exagerados e reduzir o risco de uma bolha.

Mas a aposta tem prazo. O mercado precifica dois anos de paralisia. Não precifica 2028. A maior parte dos senadores eleitos na terça-feira fica no cargo até 2033. Se a esquerda radical somar a Casa Branca a esse Congresso, a paralisia que hoje acalma Wall Street vira porta aberta para reformas antimercado.

O farol

Os Estados Unidos não acabaram. As instituições seguem fortes, e não há colapso à vista. Muita coisa acontece em dois anos: em 1974, os republicanos foram massacrados, e seis anos depois Reagan venceu em 44 estados.

Mas os riscos aumentaram, sem dúvida. A eleição de 2028 terá importância tão grande quanto a de 2024, e não só para os americanos. Para os perseguidos do mundo inteiro, inclusive milhões de brasileiros, é para cá que se corre quando a liberdade acaba em casa.

O Farol da Liberdade não se apagou na terça-feira. Mas, pela primeira vez, quem quer apagá-lo deu um relevante passo nessa direção.

 

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