Dica do editor - Veja a foto na qual Flávio Bolsonaro, sorrindo, aparece abraçando Daniel Vorcaro

Os democratas aprenderam a ironizar. A foto ao lado não está cientificamente comprovada.

Como se sabe, Flávio já foi visto com gente muito pior do que o Sicário, inclusive jornalista do ICL, que publicou a coisa

As redes sociais reverberam memes de todo gênero e ironizam a foto na qual o senador Flávio Bolsonaro aparece com o Sicário, o chefe de segurança do banqueiro de Daniel Vorcaro e que resultou suicidado na cela da PF. A campanha sórdida contra o senadaor replica o cenário enfrentado por Bolsonaro antes, durante e depois do seu governo, como foram os casos da importunação da baleia Jubarte ou do assassinato das carpas no espelho d'água do Plaalto.

Na foto, o leitor pode examinar uma cena que rola nas redes sociais bolsonaristas, ironizando o caso e mostrando o que seria um flagrante apamnhando o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Eles estão abraçados. A foto teria sido capturada numa praça localizada ao lado da casa do candidato da extrema direita. Ambos teriam 5 anos.

O novo rival dos bancos na compra de imóveis não cobra juros

Consórcio imobiliário cresce em ritmo acelerado e atrai consumidores que priorizam planejamento financeiro e construção de patrimônio

O consórcio imobiliário vem ganhando espaço entre os brasileiros que desejam comprar imóveis sem assumir os custos elevados do financiamento tradicional. Mesmo após os recentes movimentos do Comitê de Política Monetária (Copom), o crédito habitacional continua operando sob influência dos juros elevados, levando famílias e investidores a buscar alternativas de aquisição mais alinhadas ao planejamento financeiro de longo prazo.

Para Leonardo Baldez Augusto, economista, educador financeiro e fundador do Isf Soluções Financeiras , o crescimento do consórcio imobiliário reflete uma mudança importante no comportamento dos consumidores diante do atual momento econômico. 

Segundo ele, a decisão de compra passou a considerar não apenas o valor do imóvel, mas principalmente o custo total da operação ao longo dos anos. “O brasileiro está mais atento ao impacto dos juros no orçamento. O consórcio imobiliário surge como uma alternativa para quem quer construir patrimônio sem comprometer excessivamente a renda mensal e sem pagar juros de financiamento”, afirma Baldez.

Consórcio imobiliário registra crescimento e reforça tendência de planejamento

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o consórcio imobiliário encerrou 2025 com 1,35 milhão de cotas comercializadas, crescimento de 36% em relação ao ano anterior. O volume de créditos contratados alcançou R$191,11 bilhões, alta de 48,4%, consolidando o segmento como o principal responsável pelos negócios realizados dentro do Sistema de Consórcios.

Embora o Banco Central tenha iniciado um movimento de redução da taxa básica de juros, o financiamento habitacional ainda opera com taxas que exigem maior capacidade financeira dos compradores, especialmente em contratos de longo prazo. “O financiamento continua sendo uma solução para quem precisa do imóvel imediatamente, mas muitas famílias passaram a questionar o custo dessa decisão. Quando se compara o valor final pago em um financiamento com o planejamento proporcionado pelo consórcio imobiliário, o interesse pela modalidade cresce naturalmente”, explica o educador.

Busca por patrimônio supera desejo de compra imediata

Especialistas do setor observam que a procura pelo consórcio imobiliário não está restrita à casa própria. O produto tem sido utilizado também por investidores, empresários e profissionais liberais interessados em ampliar patrimônio ou adquirir imóveis para geração de renda.

Segundo o economista, a mudança está relacionada ao amadurecimento financeiro de parte dos consumidores. “Existe uma diferença importante entre comprar por necessidade imediata e comprar de forma planejada. O consórcio imobiliário atende principalmente quem tem uma estratégia patrimonial e consegue organizar sua aquisição ao longo do tempo”, afirma.

A modalidade também ganhou força entre pessoas que desejam diversificar investimentos em ativos reais e construir patrimônio de forma gradual, sem a pressão dos juros presentes em outras modalidades de crédito.

Cuidados antes de contratar um consórcio imobiliário

A recomendação é avaliar o valor da carta de crédito, os prazos do grupo, a reputação da administradora e a capacidade financeira para manter as parcelas durante todo o período contratado.

Outro ponto importante é compreender que o consórcio não funciona como uma linha de crédito imediata, a contemplação depende de sorteio ou lance, exigindo organização financeira e objetivos de longo prazo. “Muitas pessoas observam apenas o valor da parcela e ignoram fatores como prazo, estratégia de lance e adequação da carta de crédito ao imóvel desejado. Uma boa análise evita frustrações e melhora os resultados da operação”, destaca Baldez.

Perspectivas para 2026

Mesmo com possíveis ajustes na política monetária, especialistas avaliam que a busca por modalidades de aquisição sem juros tende a permanecer forte entre consumidores que priorizam previsibilidade financeira e construção de patrimônio.

Para o fundador da ISF Crédito, o movimento vai além de uma resposta temporária ao custo do crédito. “O consórcio imobiliário deixou de ser apenas uma alternativa ao financiamento. Hoje ele faz parte do planejamento financeiro de consumidores, empresários e investidores que desejam comprar imóveis com mais previsibilidade, menor impacto no orçamento e foco na construção de patrimônio”, conclui.

 Sobre Leonardo Baldez:

Leonardo Baldez Augusto é economista, educador financeiro e consultor empresarial. Formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e pós-graduado em Finanças e Estratégias Empresariais pela Faculdade de Gestão e Negócios (FAGEN) da UFU. Com uma trajetória marcada pelo perfil empreendedor, atua transformando estratégias financeiras em resultados através de consultoria empresarial especializada e educação financeira

Coordenou o programa de assessoria de crédito da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) até 2009, sendo durante todos os anos consecutivos o maior resultado de aprovação e liberação do Estado de Minas Gerais.

Foi responsável pelo posto avançado do BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos do Governo Federal), criador do programa de crédito orientado em parceria com o Banco do Brasil (Sala Ouro) e da Caixa Econômica Federal (Sala Azul).

Com sete anos de experiência na assessoria de crédito orientando a milhares de empreendedores, fundou em 2009 o ISF Crédito Orientado (Instituto de Solução Financeira), uma entidade nacional de orientação de crédito a micro, pequenas e médias empresas.

Sobre o ISF Soluções Financeiras

O Grupo ISF Soluções Financeiras é um ecossistema especializado em crédito, consórcio e meios de pagamento voltado a micro, pequenas e médias empresas. Fundado em 2009, atua na estruturação de soluções financeiras para capital de giro, aquisição de equipamentos e expansão empresarial.

Com mais de 16 anos de atuação, o grupo já contribuiu para a liberação de mais de R$ 500 milhões em crédito, atendendo milhares de empreendedores em todo o país.

A empresa opera por meio de diferentes frentes, incluindo a ISF Consórcio, dedicada ao planejamento patrimonial e aquisição de bens sem juros, e a ISF Crédito, voltada à intermediação de financiamentos produtivos e soluções financeiras para empresas.



Artigo, Sérgio Colle - Arriba Argentina!

O autor é professor universitário aposentado da Universidade Federal de Santa Catarina, mora em Florianópolis, é conhecido do editor e seus artigos são replicados por este blog.

O povo argentino,que soube liquidar a quadrilha de ladrões  que os atormentou por décadas ,bem merece mais essa vitória.Millei deve estar radiante e não com pouca razão,ao contemplar seu povo feliz e um Brasil humilhado no esporte  que lhe dera orgulho histórico.Com efeito,enquanto a Argentina saiu da crise econômica ,o Brasil  permanece em estado de caos  político,econômico,social ,cultural e esportivo ,a amargar seu isolamento político  na América Latina.Esse isolamento,agravado com a deterioração comercial com os EUA, é  decorrente do confronto que a  quadrilha de bandidos protegidos por Luladrão e sua caterva de togados do MSTF,a revelia do povo, protagonizou com a super-potência norte-americana.O presidente ,um consumado aventureiro  patife,mentiroso ,quadrilheiro ,covarde, mentalmente perturbado e aliado aos terroristas inimigos mortais de Israel e dos EUA,certamente irá  mobilizar sua militância  do MSTF e associados ,a fim de impedir que opositores concorram livremente a eleição.O fará ,porque ele sabe, que sua derrota por uma Direita unida ,os levará as barras dos tribunais e os lançará à lata de lixo da história.Por outro lado,o estadista Trump não irá tolerar que este país continental ,protagonista do Foro de São Paulo (célula- mater de narco-governos  esquerdistas), continuará a impor sua ditadura ao povo brasileiro.Depois da aniquilação dos genocidas  terroristas do Irã e seus agentes do Hamas e Hesbolah,Trump voltará sua atenção ao  Brasil,a fim de levar adiante a tarefa de liquidar as quadrilhas do PT,PCC,CV ,Banco Master,INSS e MSTF.Nesse contexto,por dever pátrio e fé  em Deus,o povo brasileiro tem a obrigação de  dar sua indispensável  contribuição ,no esforço de libertar o Brasil dos que no poder em décadas , nos legaram  de herança um país em ruínas ,um virtual  estado de barbárie cultural,política,econômica e social.Que os aguerridos argentinos vençam ,desta vez contra a Espanha ,país dominado por esquerdistas revanchista  ,que estão a tentar apagar a memória das Reconquistas da Rainha Isabel e do  libertador do comunismo  General Francisco Franco. Deus,Pátria,Família e Liberdade ,na paz ou na guerra

Nota de desfiliação

 Filiar-me ao MDB em 1980 não foi uma escolha burocrática. Foi um pacto com a liberdade. Durante mais de quatro décadas, enfrentei todas as batalhas internas imagináveis. Nunca fugi do debate. Sempre vi este partido como uma frente plural, onde a divergência era bem-vinda porque o norte era um só: a democracia. Jamais cogitei sair. Até o dia de hoje.


Lamentavelmente, o MDB perdeu a sua bússola. Deixou de ter uma bandeira clara.


Eu pergunto aos senhores: o que o MDB defende hoje? Alguém sabe? O partido é contra ou a favor do aborto? É contra ou a favor da diminuição do Estado? Ninguém sabe. O silêncio tomou o lugar das convicções.


Pior do que a falta de rumo é a escolha do destino. O MDB escolheu se ajoelhar diante do esquerdismo radical do lulopetismo. Permitiu que a pauta woke — que divide o nosso povo por gênero e cor e destrói os valores da família — ditasse as regras. O partido que deveria defender quem produz, quem trabalha e quem gera a riqueza do país, hoje aplaude a agenda da esquerda.


O "D" de Democrático foi esquecido. Hoje, não há debate. O que chegam são pacotes prontos de teses esquerdistas. O partido se cala diante do descumprimento da Constituição. Silencia perante a perseguição de inocentes. Esse MDB de hoje não honra a memória de Ulysses Guimarães.


Rendeu-se a interesses menores.


Eu avisei. Em nível nacional, denunciei a candidatura de Simone Tebet como uma farsa para apoiar o lulopetismo. O tempo provou que eu estava certo. Ela e a cúpula do partido uniram-se a esse governo para massacrar o povo honesto.


E aqui no Rio Grande do Sul, a situação não é diferente. O partido sustenta o governo desastroso de Eduardo Leite. Sob a falácia de uma "terceira via", o MDB gaúcho atua apenas como uma linha auxiliar do esquerdismo, massa de manobra de Leite e de suas marionetes.


O povo sabe muito bem que há apenas dois lados. De um lado, o empobrecimento, a agenda woke e a corrupção do lulopetismo. Do outro, aqueles que, como Flávio, querem restaurar a ordem, a Constituição e devolver a esperança ao Brasil.


O MDB escolheu ficar na geleia geral, alimentando o atraso.


Aos democratas que ainda restam no partido, sufocados por essa casta dominada por ideias da esquerda radical e defensores de ditaduras, eu digo com profunda tristeza: a luta interna está perdida. Os dirigentes já não escondem que os interesses pessoais atropelaram as ideias. Não há mais partido; há apenas um balcão de negócios.


Carreguei esta bandeira por toda a minha vida com orgulho. Mas não serei cúmplice da mentira. Não vou compactuar com a destruição dos valores do nosso povo.


Por isso, hoje, anuncio a minha desfiliação do MDB. Deixo o partido, mas não deixo as minhas causas. Sigo com a coerência e a independência de sempre. Sigo na trincheira em defesa da família, da democracia e da verdadeira liberdade, combatendo firmemente o esquerdismo que oprime quem trabalha.


Abraço a todos .


Roni Marques Corrêa

Rumble e Trump Midia repelem argumentos da AGU em defesa de Moraes

  O editor conferiu e confirma que realmente as empresas Rumble e Trump Media protocolaram petição junto à Justiça dos Estados Unidos, afirmando que a Advocacia-Geral da União (AGU) adotou uma posição diferente da defendida anteriormente pelo governo brasileiro para tentar encerrar a ação movida contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Flórida.

São 24 páginas no total e foram apresentadas ontem, dentro do prazo colocado pela juíza Mary Stenson Scriven, antes de atender ou rejeitar o pedido da AGU para que a ação seja sepultada.

A petição cita trecho de um ofício enviado ao Departamento de Justiça dos EUA pelo Ministério da Justiça em junho de 2025, afirmando que decisões judiciais brasileiras “operam estritamente” dentro do território brasileiro, não têm “efeito extraterritorial” e devem ser encaminhadas “pelos canais convencionais apropriados”, como o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT) e a Convenção da Haia.

Agora, afirmam Rumble e Trump Media, a AGU sustenta uma tese diferente ao defender que as decisões de Moraes constituem atos soberanos do Estado brasileiro, protegidos por imunidade e, por isso, não poderiam ser analisados pela Justiça americana. As empresas afirmam que, semanas depois do envio do ofício do Ministério da Justiça, Moraes “contrariou as garantias prestadas pelo próprio Brasil e agiu manifestamente além de sua competência (ultra vires) ao enviar por e-mail outra ordem à Rumble, na Flórida, determinando o bloqueio global da conta de um usuário norte-americano e a remoção de conteúdo considerado lícito nos Estados Unidos”. “Juízes estrangeiros não podem fazer cumprir ordens estrangeiras em solo americano por e-mail e chamar isso de lei”, defendem. A peça também ressalta que as companhias processaram Alexandre de Moraes em sua capacidade individual e que o reconhecimento de danos buscado é contra o juiz pessoalmente, sem pedido de pagamento vindo do Tesouro brasileiro.

O magistrado é processado por ter determinado remoções de conteúdo e perfis nessas redes sociais e acusado de violar a soberania americana e a Primeira Emenda da Constituição do país, referente à liberdade de expressão. As plataformas alegam que as determinações do ministro contrariam leis americanas relacionadas à atuação de redes e interferem nas atividades comerciais das empresas nos EUA.

Em 7 de julho, a juíza do caso prorrogou por mais uma semana o prazo para que Rumble e Trump Media respondessem ao pedido de extinção da ação apresentado pela AGU. A entrada formal do País no caso foi autorizada pela magistrada em 23 de junho. Na mesma decisão, ela suspendeu a análise do pedido para declarar Moraes à revelia, sem que ele tivesse se manifestado no processo.

Segundo a AGU, a ação é, em última análise, “uma tentativa de ofensa à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro”. Ao argumentar pelo fim da ação, o Brasil argumenta que ela é movida contra um juiz por decisões que ele proferiu no exercício da função, o que faz do Estado a verdadeira parte interessada no processo.

Artigo, especial - O Brasil produz riqueza. Quem fica com ela ?

Artigo do Observatório Brasil Social.

Todo mundo já ouviu que o Brasil é um país rico. Temos uma das maiores reser vas de petróleo do mundo, somos líderes na produção de alimentos, exporta mos minério de ferro, temos água em abundância, uma matriz energética invejá vel e um território que muitos países gostariam de ter. No papel, parece a receita perfeita para uma nação próspera. Mas basta sair de casa para perceber que essa riqueza não aparece na vida da maioria das pessoas. Como um país que produz tanto ainda convive com empregos de baixa remune ração, pouca inovação, indústria enfraquecida e uma dependência crescente de produtos fabricados no exterior? Talvez estejamos fazendo a pergunta errada. Que o Brasil produz riqueza, ninguém discute. Produz, e muita. A pergunta que falta fazer é outra: quem captura o maior valor dessa riqueza? Quando exportamos minério de ferro, vendemos uma matéria-prima. Quando esse minério volta ao Brasil na forma de máquinas e equipamentos, pagamos mui to mais caro por algo que poderia gerar empregos e desenvolvimento aqui dentro. O mesmo acontece com o petróleo. Embarcamos o óleo bruto e compramos de volta gasolina e diesel refinados. No campo, produzimos alimentos para cente nas de milhões de pessoas, mas dependemos de fertilizantes, defensivos, má quinas e tecnologias que atravessam o oceano para chegar à nossa lavoura. Até a soja conta essa história. Ela sai em grão pelos portos brasileiros, mas boa parte do valor que ganha pelo caminho aparece em outro lugar: na ração, na carne processada, nas marcas globais e nos produtos que voltam ao mercado muito mais valiosos do que quando partiram daqui. Não há nada de errado em exportar matérias-primas. Elas continuarão sendo uma das maiores vantagens competitivas do Brasil. O problema é acreditar que isso basta. Quem vende apenas recursos naturais costuma ganhar menos do que quem transforma esses mesmos recursos em tecnologia, indústria e produtos de maior valor agregado. É justamente aí que mora a diferença. Os países mais ricos não vivem apenas do que retiram da terra. Eles transformam recursos naturais em conhecimento, em presas competitivas, inovação e empregos qualificados. É nessa etapa que ficam os melhores salários, as patentes, os centros de pesquisa e boa parte da riqueza. Ao longo das últimas décadas, o Brasil se acostumou a comemorar recordes de exportação enquanto via sua capacidade de fabricar encolher. Celebramos sa fras históricas e aceitamos importar cada vez mais produtos prontos. Vendemos o básico e compramos o sofisticado. As grandes potências perceberam esse movimento antes de nós. Estados Uni dos, China e Europa voltaram a disputar fábricas, cadeias produtivas, energia, minerais críticos e tecnologia. Esses setores passaram a ser tratados como ati vos estratégicos para o desenvolvimento e para a segurança nacional. Enquanto isso, o Brasil ainda discute sua economia como se estivéssemos nos anos 1990. Talvez tenha chegado a hora de mudar a conversa. O Brasil já produz riqueza. O desafio é fazer com que uma parcela muito maior dela permaneça aqui, gere empregos aqui, fortaleça empresas brasileiras e am plie nossa capacidade de decidir o próprio futuro. É por esses caminhos, aqueles em que a riqueza produzida no Brasil muda de mãos, que esta série pretende seguir. O primeiro deles talvez seja o mais impor tante de todos: o dinheiro. Por que ele custa tão caro no Brasil e quem ganha quando continua custando caro?

Produtores que comprovarem pelo menos duas perdas climáticas ou de renda serão contemplado

O Ministério da Fazenda anunciou um acordo com a bancada do agronegócio para editar ainda nesta quarta-feira (15) uma medida provisória com renegociação das dívidas dos produtores rurais, após meses de negociação. 


O acordo foi fechado na residência do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e prevê condições diferenciadas para produtores que tiveram perdas com as crises climáticas e os que tiveram apenas perda de renda.


O impacto fiscal ainda será atualizado pela Fazenda. Uma nota técnica deve ser divulgada ainda hoje. Durigan estimou que mais de R$ 100 bilhões em dívidas serão renegociados.


Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, haverá duas linhas de refinanciamento.


Produtores que conseguirem comprovar três perdas de safra de no mínimo 40%, terão prazo de 10 anos para pagamento, incluídos dois de carência, sem necessidade de entrada.


No caso de perdas de 30% em duas safras, o prazo será de 8 anos, incluídos dois de carência.


Além das dívidas bancárias, serão incluídas as Cédulas de Crédito Rural (CPRs).


Os pontos da renegociação

Beneficiários:


Produtores rurais e cooperativas de produção, com perdas entre 2019 e 2025

Geral: perdas em 2 ou mais safras, com redução na renda bruta de 30%

Maiores perdas: perdas em 3 ou mais safras, com redução na renda bruta de 40%

Operações de Crédito Rural Beneficiadas:


Adimplentes: prorrogada até 31/05/2026

Inadimplentes entre 1/1/2024 e 31/5/2026

Fonte de recursos:


Recursos do crédito rural (obrigatórios, equalizados, não equalizados, livres e outros)

Autorização para uso de Fundo Social e de Fundos supervisionados pelo MF é abrangido por "outras fontes" definidas pelo Poder Executivo

Limite por beneficiário:


Geral: R$ 400 mil (Pronaf), podendo chegar a R$ 1 milhão; R$ 2 milhões (Pronamp), podendo chegar a R$ 4 milhões; R$ 4 milhões (demais)

Maiores perdas: R$ 500 mil (Pronaf), podendo chegar a R$ 1 milhão; R$ 2,5 milhões (Pronamp), podendo chegar a R$ 4 milhões; R$ 8 milhões (demais)

Taxas de juros ao ano:


Geral: Pronaf 6%; Pronamp 9%; Demais 12%

Maiores perdas: Pronaf 5%; Pronamp 8%; Demais 11%

Prazo reembolso:


Geral: até 8 anos; Maiores perdas: 10 anos

Carência: até 2 anos com pagamento de juros

Sem entrada

Garantias:


Permite que a IF reveja as garantias (reaproveitamento) para adequá-las ao valor da operação, com redução, em caso de excesso

Prorrogação de dívidas:


IFs poderão prorrogar automaticamente por até 30 dias as operações em situação de adimplência no dia 14 de julho de 2026

Cédula de Produto Rural – CPR:


CPR tem tratamento específico

IFs poderão substituir CPR inadimplente com prazo de reembolso de 8 anos; demais regulamentações passíveis de serem feitas pelo Poder Executivo

Fundo Garantidor:


Autoriza União participar de fundo para perda com eventos climáticos adversos