sábado, 24 de setembro de 2022

Artigo, Guilherme Baumhardt, Correio do Povo - Que tal morar na Nicarágua?

O noticiário da sexta-feira virou suas atenções para o próprio umbigo. E a imprensa virou notícia dela mesma. A CNN – que está longe de ser uma emissora “de direita” – anunciou que teve o seu sinal cortado na noite da última quinta-feira, na Nicarágua. O canal está há 25 anos no país da América Central.


O presidente da nação é Daniel Ortega. No início do ano ele tomou posse para o seu quarto mandato consecutivo, após eleições de fachada. Antes do pleito (ou seria “pleito”), sete potenciais adversários de Ortega foram presos de maneira arbitrária. Claro que, oficialmente, ninguém do governo admite a perseguição. Fato é que observadores internacionais da União Europeia e da Organização dos Estados Americanos foram proibidos de ingressar na Nicarágua para acompanhar a votação. Jornalistas estrangeiros também ficaram de fora.


Após a confirmação de que Daniel Ortega permaneceria no poder, Estados Unidos e outros países reforçaram as sanções econômicas impostas, uma medida que pretende sufocar a ditadura e enfraquecer o regime, mas que tem alcance limitado. A razão é simples: o dinheiro que banca Ortega e seu grupo no poder não é necessariamente legal. No episódio conhecido como WikiLeaks, em que documentos secretos foram trazidos à tona, há registros de correspondências diplomáticas que apontam que o governo de Ortega é financiado pelo narcotráfico. Na primeira passagem do ditador pelo poder, ainda na década de 1980, a Nicarágua deu abrigo a ninguém mais, ninguém menos que Pablo Escobar. Há informações, também, de que o país serve hoje como rota para o tráfico internacional de drogas, especialmente cocaína.


Além da censura à imprensa e do ataque à liberdade de expressão, com o corte do sinal da CNN, há uma onda de repressão religiosa no país. Padres já foram presos e igrejas incendiadas. A polícia (fiel a Ortega) já proibiu procissões e missas em uma clara demonstração de cerceamento à liberdade.


Daniel Ortega tem um entusiasta e ferrenho defensor no Brasil. Ele se chama Luiz Inácio Lula da Silva e concorre mais uma vez à Presidência da República. “Temos que defender a autodeterminação dos povos. Sabe, eu não posso ficar torcendo. Por que que a Angela Merkel pode ficar 16 anos no poder e Daniel Ortega não?”, disse o ex-condenado brasileiro. Lula sabe que existem diferenças, mas ele acha que você é burro.


Como o respeito ao leitor norteia a coluna, explicamos. As diferenças começam pelo fato de a Alemanha ser verdadeiramente uma democracia, não um simulacro de um sistema em que a vontade da maioria é respeitada. Além disso, na Alemanha há uma Justiça que não serve de suporte ao tirano de plantão. E, para completar, há um Congresso independente. Não se trata de uma representação de fachada que serve aos interesses de um ditadorzinho bigodudo (Ortega).


Lula nunca escondeu que deseja cercear o trabalho da imprensa. Tentou isso quando foi presidente, com a proposta de criação de um conselho federal para regular a profissão de jornalista. As intenções públicas eram cheirosas e perfumadas. Por trás estava a ideia de cassar diplomas pelo crime de opinião. Claro, tudo “democraticamente”, após a análise de conselhos e comitês – sabemos bem que são as figuras que integram tais colegiados. E pasmem: o absurdo encontrava apoio em algumas redações Brasil afora – fica mais fácil de entender o fenômeno depois de uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina revelar que 80% dos jornalistas revelarem que são esquerdistas.

Como se não bastasse o apreço ideológico e suporte verbal, os governos petistas – assim como o tráfico de drogas – ajudaram a financiar a ditadura de Ortega. Em 2012, o Parlamento do país aprovou a contratação de um empréstimo do BNDES (brasileiro) superior a 340 milhões de dólares para a construção de uma hidrelétrica. Pelo câmbio atual estamos falando de 1,7 bilhão de reais. Não é pouco dinheiro. A empreitada ficou a cargo da Eletrobras que junto da Queiroz Galvão criou a Centrais Hidrelétricas da Nicarágua. Ou seja: dinheiro meu, seu, nosso ajudando ditadura de país latino-americano. Nenhuma novidade quando falamos de gestões petistas – basta lembrarmos do metrô de Caracas, na Venezuela, do porto de Mariel, em Cuba...


Se você deseja viver em uma Nicarágua é fácil. Basta votar no ex-condenado. Se ele ganhar e você não gostar, só não reclame que foi por falta de aviso.

Nota Pública da Ajuris

A Associação dos Juízes do Estado do Rio Grande do Sul (AJURIS) vem a público repudiar veementemente a forma pela qual empresas do Grupo Record noticiaram a atuação de magistrados no Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), estrutura em que está concentrada a realização de audiências de custódia na região metropolitana de Porto Alegre.


Fazer eco à afirmação de “juízes alinhados à bandidagem”, dizer que decisões comprometem o Poder Judiciário, constituiu gravíssima ofensa à magistratura, servindo a interesses duvidosos de quem propõe desprestigiar instituição essencial no Estado Democrático de Direito.


Ataca magistrados, expondo-os à execração pública e ao espetáculo do tribunal midiático, sem compreender as decisões que restabeleceram a liberdade de cidadãos presos em flagrante e esquecendo das garantias constitucionais franqueadas aos acusados em geral.


É dever de todos cumprir a Constituição, as leis internas do país e os tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Isto vale para imprensa, vale também para as polícias e seus membros. Quando estes não as observam, seus atos podem ser anulados por quem detém competência para o fazer, o Judiciário, autorizando absolvições e a soltura de encarcerados. Se os magistrados se omitissem na interdição e controle de procedimentos incorretos, a eles, inclusive, poderia ser imputada a prática de abuso de autoridade.


Nesse sentido, a AJURIS entende como fundamental a aprovação da legislação que regulamentará o uso de câmeras nos uniformes dos policiais militares, permitindo o registro da ação dos contingentes para que não se crie dúvidas em relação ao respeito dos direitos do cidadão abordado na rua ou em seu lar durante uma operação. 


Ainda, impende ser agudamente repelida a leviana e repulsiva assertiva de vinculação político-partidária da AJURIS e de juízes.


Repudia-se profundamente o tom e o conteúdo das manifestações, cabendo prospectar as razões de engajamento jornalístico não alinhado no evento às melhores tradições da imprensa gaúcha.


Cláudio Martinewski

Presidente da AJURIS

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Simone Tebet no RS

 A candidata do MDB à presidência da República Simone Tebet volta ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira, dia 26, para cumprir agenda de campanha. Desta vez a presidenciável participa de mobilizações em Pelotas, na Zona Sul, e em Santa Maria, no Centro do Estado.

 


Em Pelotas as atividades serão acompanhadas pelos candidatos da coligação "Um só Rio Grande" Eduardo Leite (governador) e Gabriel Souza (vice). Em Santa Maria, Gabriel participa da agenda.


AGENDA


Pelotas


13h45 - Coletiva de imprensa no Comitê suprapartidário

Local: Rua Quinze de Novembro, 551


14h - Café Aquários

Local: Rua Quinze de Novembro, 602


14h15 às 15h - Caminhada no Centro



Santa Maria


15h30 - Desembarca no Aeroporto em Camobi


16h - Reunião no Gabinete do Reitor da UFSM (Luciano Schuch)

Local: Campus Sede da UFSM, prédio da reitoria, quinto andar, sala 509


16h40 - Da UFSM, parte em direção ao Centro pela faixa velha de Camobi


OBS: No trevo do Fórum, já dentro da cidade, sobe no trio elétrico e segue até o Centro


17h20 - Coletiva de imprensa em frente ao Teatro Treze de Maio.

Local: Praça Saldanha Marinho


17h35 - Caminhada com apoiadores no calçadão e na rua do Acampamento.

 

 

Governo fechará o ano com primeiro superávit primário desde 2013

 Pela primeira vez em nove anos, as contas públicas deverão fechar no azul. Em 2022, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – deverá obter superávit primário de R$ 13,548 bilhões. Isso ocorrerá porque, além de as despesas caírem, o governo aumentou as projeções de receitas.

A informação é da Agência Brasil de hoje. O texto a seguir é de Aline Leal, da agência. Leia a reportagem completa:

A estimativa consta no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, enviado ontem ao Congresso Nacional. A versão anterior do documento, divulgada em julho, previa que o Governo Central fecharia o ano com déficit primário de R$ 59,534 bilhões.

Desde 2014, o Governo Central registrava déficit primário ano a ano. A melhora do resultado fiscal deve-se tanto à queda das despesas como ao crescimento das receitas.


Mesmo com as desonerações concedidas sobre combustíveis e produtos industrializados, as previsões de receitas brutas saltaram R$ 82,197 bilhões em relação ao relatório anterior, divulgado em julho. Ao descontar as transferências para os estados e os municípios, a estimativa das receitas líquidas aumentou em R$ 69,948 bilhões.


Em relação aos gastos, a projeção para as despesas primárias em 2022 caiu R$ 2,954 bilhões, devendo fechar o ano em R$ 1,831 trilhão. A estimativa para os gastos obrigatórios caiu para R$ 1,678 trilhão, valor R$ 1,944 bilhão menor que o projetado em julho. A previsão de gastos discricionários (não obrigatórios) do Poder Executivo foi reduzida em R$ 1,01 bilhão, para R$ 153,236 bilhões.

O superávit primário representa a economia de recursos para o pagamento dos juros da dívida pública. A projeção, informou o Ministério da Economia, incorpora a aprovação da emenda constitucional que aumenta benefícios sociais e cria auxílio para taxistas e caminhoneiros. A mudanças tem impacto de R$ 41,25 bilhões até o fim do ano, mas esses gastos não foram afetados pelo contingenciamento porque estão fora do teto de gastos.

A estimativa também inclui as desonerações de R$ 71,56 bilhões que entraram em vigor em 2022. Desde o início do ano, o governo concedeu diversas desonerações para estimular a economia. As medidas com maior impacto são a redução em 35% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que fará a União deixar de arrecadar R$ 23,6 bilhões neste ano. Em segundo lugar, vem a desoneração sobre os combustíveis, com impacto de R$ 16,51 bilhões nas receitas do governo.


Bloqueios totais

No fim de março, o governo havia contingenciado R$ 1,722 bilhão em emendas de relator. Em maio, a equipe econômica inicialmente divulgou um bloqueio de R$ 8,239 bilhões, mas o valor foi posteriormente reduzido para R$ 6,965 bilhões.


Em julho, o governo fez um novo bloqueio de R$ 6,739 bilhões. De lá para cá, haveria a necessidade de um novo bloqueio de R$ 10,5 bilhões, mas como existem R$ 7,865 bilhões em emendas de relator e em emendas de bancada bloqueados, só foi necessário bloquear R$ 2,635 bilhões.


A cada dois meses, o Ministério da Economia divulga o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento. Com base nas previsões de crescimento da economia, de inflação e do comportamento das receitas e das despesas, a equipe econômica determina o bloqueio necessário para cumprir as metas de déficit primário (resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública) e o teto de gastos.

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

O momento "sem noção" de Eduardo Leite

Por Renato Sant'Ana


Em 19/09/22, no horário eleitoral, Eduardo Leite, candidato ao governo do Rio Grande do Sul, usou o seu tempo para cantar o hino gaúcho. Ficou parecendo outro Eduardo, o patético Suplicy, que é lembrado por ocupar a tribuna do Senado para soltar a sua voz destemperada.

E seria exagero dar importância ao fiasco do candidato? Não! Trata-se de alguém que quer governar um Estado e que fez o que fez porque lhe faltou senso de ridículo, indício de uma visão de mundo que importa ao eleitor.

Sob governos esquerdistas das três esferas, já vimos, por exemplo, o poder público chancelar "manifestações culturais" que não passam de aberrações, entre cujos objetivos está extirpar o senso de ridículo da juventude e predispô-la a aceitar a subversão dos valores tradicionais. É o que o energúmeno Antonio Gramsci chama de "revolução cultural" e vai desde festivais de funk até o degenerado "Queermuseu".

Tais "ações culturais" são articuladas sob a ditadura do politicamente correto, que constrange as pessoas a não criticarem as bizarrices e a concederem (inconscientemente) uma aprovação "a priori".

Eduardo Leite compreenderá isso? Saberá que a maior parte da população, quando informada, rejeita essas artimanhas?

A cultura (inseparável da educação) determina o futuro da sociedade. E o eleitor merece saber o que verdadeiramente pensam os candidatos a esse respeito, inclusive o esquerdista Eduardo Leite. Não há excesso, pois, em se criticar o que, quem sabe, bem pode ter sido só uma derrapada.

Por fim, não suponho que ele tenha pretensões artísticas. Até porque... Como cantor, Eduardo Leite é só um político. E como político, desafina.

 

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo. 

E-mail: sentinela.rs@outlook.com


Enredo de um golpe anunciado: Os 4 planos do mecanismo

 Enredo de um golpe anunciado: Os 4 planos do mecanismo


Não há coincidências em política – dizia Tancredo Neves. O que acontece é quase sempre combinado. Previamente planejado, armado, calculado. Por vezes, com maior ou menor nitidez, nos lampejos mais tangíveis dos atores em cena – ou, como regra comum (longe do olhar da plateia), nos caixilhos mais velados dos inacessíveis bastidores, onde nem todos os personagens da montagem (por vezes os principais) se dão a conhecer. Nesse espaço, o acaso não é (nunca foi) a generalidade.


A desqualificação dessa premissa, sob o falso argumento (muito utilizado por acadêmicos de gabinete) de que não se deve dar crédito a, assim ditas, “teorias da conspiração” – como se maquinações não existissem em grau muito mais acentuado (e sórdido) do que é capaz de imaginar a nossa vã (e ingênua) “filosofia” –, apenas cumpre a função de impedir o espinhoso exercício de imputação de sentido aos fatos, à primeira vista, desconexos ou despercebidos, obstando um melhor discernimento das intrincadas conexões e elos dos eventos sob mira.


Tal é o que ocorre na atual (e conturbada) conjuntura política nacional, prenhe de narrativas desviantes, dissimuladas e enganosas.


Os indícios e amostras do engenhoso e “maquiavélico” enredo em encenação – com seus respectivos editores, simuladores e protagonistas – são suficientemente fartos e expressivos e, diga-se de passagem, não por acidente sincronicamente “coincidentes”. Basta observar, com apropriada atenção e imparcialidade, o conjunto interminável de sucessivos e atípicos


acontecimentos que, na quadratura desse palco, ribombam a cada dia, reverberando-se reciprocamente, para se derivar, medianamente, de sua sintomática e sugestiva heurística, algumas elementares e significativas conclusões.


De saída, não se pode descurar a “causa” que originou todo esse desassossegado cenário, sem o que qualquer diagnose ou conjectura perde significado e ajustado fundamento: a imprevista e ruidosa eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, contra todos os prognósticos prevalecentes de circunstância. Foi lá, desde lá, que tudo começou!


“Azarão” e notório outsider, sem qualquer base partidária, financeira ou midiática de envergadura, Bolsonaro chegou (legitimamente) ao poder pelo voto popular, surfando na onda de contestação generalizada ao estado de corrupção sistêmica revelado, à época, pela Operação Lava Jato, e desbancando, com a credencial de opositor radical da situação, as candidaturas que, como a do PT, eram associadas à manutenção do contestado e repudiado status quo. E foi justamente esse ensaiado e “atrevido” enfrentamento aos antecedentes padrões estabelecidos (e não o formato do discurso em si) a razão maior, perante seus adversários, de sua imperdoável “heresia” e “delito”.


A desqualificação dessa premissa, sob o falso argumento (muito utilizado por acadêmicos de gabinete) de que não se deve dar crédito a, assim ditas, “teorias da conspiração” – como se maquinações não existissem em grau muito mais acentuado (e sórdido) do que é capaz de imaginar a nossa vã (e ingênua) “filosofia” –, apenas cumpre a função de impedir o espinhoso exercício de imputação de sentido aos fatos, à primeira vista, desconexos ou despercebidos, obstando um melhor discernimento das intrincadas conexões e elos dos eventos sob mira.


Tal é o que ocorre na atual (e conturbada) conjuntura política nacional, prenhe de narrativas desviantes, dissimuladas e enganosas.


Os indícios e amostras do engenhoso e “maquiavélico” enredo em encenação – com seus respectivos editores, simuladores e protagonistas – são suficientemente fartos e expressivos e, diga-se de passagem, não por acidente sincronicamente “coincidentes”. Basta observar, com apropriada atenção e imparcialidade, o conjunto interminável de sucessivos e atípicos


acontecimentos que, na quadratura desse palco, ribombam a cada dia, reverberando-se reciprocamente, para se derivar, medianamente, de sua sintomática e sugestiva heurística, algumas elementares e significativas conclusões.


De saída, não se pode descurar a “causa” que originou todo esse desassossegado cenário, sem o que qualquer diagnose ou conjectura perde significado e ajustado fundamento: a imprevista e ruidosa eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, contra todos os prognósticos prevalecentes de circunstância. Foi lá, desde lá, que tudo começou!


“Azarão” e notório outsider, sem qualquer base partidária, financeira ou midiática de envergadura, Bolsonaro chegou (legitimamente) ao poder pelo voto popular, surfando na onda de contestação generalizada ao estado de corrupção sistêmica revelado, à época, pela Operação Lava Jato, e desbancando, com a credencial de opositor radical da situação, as candidaturas que, como a do PT, eram associadas à manutenção do contestado e repudiado status quo. E foi justamente esse ensaiado e “atrevido” enfrentamento aos antecedentes padrões estabelecidos (e não o formato do discurso em si) a razão maior, perante seus adversários, de sua imperdoável “heresia” e “delito”.


Fonte: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/42399/enredo-de-um-golpe-anunciado-os-4-planos-do-mecanismo


Google lança central de tendências de busca sobre a disputa eleitoral no Rio Grande do Sul

A Central Google Trends - Eleições 2022 traz agora as tendências de busca sobre a disputa para governador do Estado do Rio Grande do Sul

O Google lança nesta quinta-feira (22) páginas especiais reunindo dados de Google Trends sobre as eleições para governador nos estados do Rio Grande do Sul, um dos maiores colégios eleitorais do país. A nova seção faz parte da Central Google Trends - Eleições 2022 e facilita o acesso a insights e dados em tempo real sobre o interesse nos candidatos a presidente e a governador. 

 Para dar uma visão mais clara do engajamento gerado pelos candidatos ao cargo, a central de dados do Google Trends mostra um painel comparativo com o índice de consultas por cada postulante nos últimos sete dias - veja aqui como está a distribuição de interesse de buscas hoje. Os gráficos mostram ainda o interesse também ao longo dos últimos quinze dias e desde o início da campanha (16 de agosto). 

 É importante lembrar que os dados do Google Trends representam interesse de busca no Google e não indicam intenção de voto.

 Distribuição de interesse de busca por candidatos no RS, nos últimos sete dias.

 Ao clicar no ícone de cada um deles, a central direciona para uma página da plataforma pública de Google Trends com informações sobre o interesse de busca pelo candidato como: variação de interesse ao longo do tempo e o nível de interesse dividido pelas cidades que registram mais consultas pelo candidato. 

 Além dos dados sobre os candidatos, a página também apresenta o interesse por temas relacionados às eleições, como votação e eleição. É possível ver, por exemplo, que as cidades fluminenses que mais tiveram interesse de busca por "votação" nos últimos sete dias foram, Porto Xavier, São Miguel das Missões, Glorinha, Cidreira e Imbé, respectivamente. Neste mesmo período, São Vicente do Sul, Nonoai, Santa Bárbara do Sul, Vale Real e Ronda Alta lideram o ranking das cidades que mais pesquisam por “eleição”.