O crescimento explosivo da bebida energética Celsius tornou-se um fenômeno entre atletas, praticantes de atividades físicas e jovens, mas o seu consumo diário acendeu um sinal de alerta entre os profissionais de saúde.O produto é comercializado com a promessa de ser um "termogênico que acelera o metabolismo e queima gordura", mas nutricionistas alertam que não existe milagre: o verdadeiro motor por trás desse efeito é uma dose massiva de cafeína combinada com outros estimulantes.Por que os atletas adoram ?Aumento de energia rápido: uma única lata de Celsius convencional contém 200 mg de cafeína (a versão Celsius Heat chega a 300 mg). Para comparação, uma xícara de café tradicional tem cerca de 80 mg a 100 mg. Ao contrário dos energéticos tradicionais, o produto não contém açúcar, aspartame ou xarope de milho de alta frutose, sendo adoçado com sucralose. A bebida leva um complexo chamado MetaPlus, que inclui extrato de gengibre, semente de guaraná, taurina e extrato de chá verde (rico em EGCG), associados à queima de calorias.
Jogo fácil
A apenas uma semana das eleições
do dia 4 de outubro, o governo Lula, do PT, proibiu as bets no País. Ninguém
mais pode apostar on line.
O deputado Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro, diz com razão que o tigrinho e Lulinha são filhos de Lula da Silva.
É uma decisão demagógica,
populista e safada, porque se trata das mesmas casas de apostas que ele
regulamentou, taxou e transformou em fonte de receita bilionária. Ora,
por mais que Lula e seu entorno de mentirosos oportunistas digam o contrário,
foi no seu governo, em 2023, que a atividade ganhou regras, licenças e
tributação. O governo cobrou outorgas milionárias para deixar as casas
operarem. E o dinheiro começou a entrar no caixa. Em 2025, segundo a Receita
Federal, a arrecadação com apostas esportivas chegou a R$ 9 bilhões. Em 2026,
só no primeiro semestre, outros R$ 7,3 bilhões entraram nos cofres. Dinheiro
que foi contabilizado e usado para fechar contas.
Enquanto o caixa engordava,
o tigrinho, o ratinho e o dragãozinho se instalavam no celular de milhões de
brasileiros. O jogo virou hábito doméstico e ajudou a endividar todo mundo.
Endividamento familiar explosivo
? Ora, é fácil resolver na visão primária do lulopetismo: vamos fazer o
Desenrola 1, 2 e agora o 3 e empurrar as dívidas de todo mundo com a barriga e
neste caso do 3 com o próprio governo assumindo as dívidas. Haja dinheiro ? Nem
Vorcaro tinha tanto. Afinal, o dinheiro do governo é do conjunto de todos os
contribuintes brasileiros, mesmo dos que nada devem.
O mesmo setor que foi autorizado,
regulado e tributado vira, de repente, um perigo urgente para a família
brasileira. Até a imprensa registra o óbvio: a medida faz parte da estratégia
eleitoral da reta final.
É uma farsa.
Se as bets representavam tamanho
risco, por que a resposta só chega agora? O endividamento não começou nesta
semana. Os relatos de dependência e ruína familiar já existiam enquanto o
governo recolhia bilhões
E sobra a pergunta que o anúncio
prefere esquecer: e as outras?
O governo federal administra as
maiores bets do Brasil. É o cso da Mega-Sena, da Lotofácil, da Quina e da
Lotomia ? E o Tri-Legal do RS? Sem contar as plataformas estrangeiras que nunca
pediram licença. Esses jogos sujos nunca pagaram um centavo de imposto e nunca
se submeteram a nenhuma regra brasileira. Vão desaparecer por decreto? Ou
simplesmente mudarão de domínio, de servidor e de forma de pagamento,
continuando acessíveis a quem quiser?
É tudo jogo de azar.
O que se vê é uma sequência
cinicamente conveniente. O governo regulamentou, arrecadou bilhões e conviveu
em silêncio com a expansão do vício. Depois, na reta final da disputa
eleitoral, transformou a proibição em bandeira urgente de um problema que ele
próprio alimentou. A arrecadação ficou nos cofres. O endividamento ficou nas
casas. E as plataformas clandestinas seguem operando como se nada tivesse
acontecido.
Artigo, especial - Renato Sant'Ana - O bem de todos acima de tudo
Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail releituras21@gmail.com
O fato é exemplar. Em 2022, a candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul Comandante Nádia, PP, desistiu da candidatura no auge da campanha. E o fez por um motivo nobre: "Política não é para covardes. Tem que ter coragem para entrar em campanha política. E tem que ter coragem para dizer que deu, que tem um bem maior a ser preservado", declarou ela.
Naquele ano, havia uma única vaga em disputa para o SArtigo, enado. Pesquisas indicavam que o representante das esquerdas, Olívio Dutra, PT, poderia ser eleito. E a decisão da Comandante Nádia foi uma iniciativa em favor da candidatura do Gal. Hamilton Mourão, que despontava como nome mais forte para vencer a esquerda e que, com efeito, se elegeu.
Olívio Dutra, de 81 anos, havia sido tirado do ostracismo por ser um dos quadros mais populares do PT. A narrativa, para o eleitor votar nele, que já estava retirado, foi a ficção do "mandato coletivo": os suplentes exerceriam junto com ele. Não colou. Se houvesse colado, esse "coletivo" estaria hoje no Senado somando esforços para impedir que o caso Master seja investigado e para blindar Lulinha, Roberta Luchsinger e todos os envolvidos no escândalo do INSS. Quer dizer, estaria formando fileira com a tropa de choque do Foro de S. Paulo, asfixiando o Brasil.
Mas a Comandante Nádia foi uma pedra no caminho desses extremistas. Sua decisão em 2022 ajudou a eleger um senador que, em 2026, toma posições enérgicas contra a recusa de Davi Alcolumbre (presidente do Senado) e seus "aliados" em investigar os escândalos do Master e do INSS.
Vale destacar. A Comandante Nádia não perderia nada, caso mantivesse a candidatura. Pelo contrário, seguiria na vitrine, sonho de consumo de todo político. No entanto, ela desistiu falando em "Não um projeto político, mas um projeto de nação" e "bem maior a ser preservado". Dá para supor que ela não só transferiu para Hamilton Mourão os votos que havia conquistado, mas também inspirou a reflexão doutros eleitores, que, imaginando as consequências, brecaram o tal coletivo.
Corta para 2026. Há duas vagas para o Senado. E são dois os candidatos da esquerda. Eles querem chegar lá para abafar qualquer escândalo que envolva o lulopetismo - como Master e INSS. Também se propõem a impedir a missão exclusiva do Senado que é conter eventuais abusos de membros do Supremo Tribunal Federal - e não só.
A direita, por seu lado, de há algum tempo, talvez do ano passado, tem dois nomes fortes: Van Hattem e Sanderson, deputados federais, homens corajosos e parlamentares combativos. E com a proeza de sobreviver na política, embora falem com franqueza o que pensam.
Por tudo isso, foi uma surpresa a aparição de outros três candidatos de direita, quando Van Hattem e Sanderson eram nomes postos. A eleição para o Senado não tem 2º turno. E ter vários nomes só serve para dividir os votos e correr o risco de não eleger ninguém. A quem interessa isso?
Quem observa o cenário e reflete, pensa no "bem maior a ser preservado" e lamenta a fragmentação. Para o rumo que o país vai tomar, é crucial a eleição para o Senado, inclusive por seu papel de restaurar a separação dos poderes, coisa que a esquerda não quer. A esquerda quer a ditadura socialista, o que implica poder centralizado. A pergunta aos candidatos não esquerdistas é: dá para pensar de modo estratégico em como sanear o Senado e, ao menos, iniciar à tarefa de passar o Brasil a limpo?
No discurso, todos são herois. Na prática é um pouco diferente. Isso não tem a ver com esquerda e direita. É a humanidade. Mas, que tal buscar coerência entre discurso e prática? O desafio de uma vida é transcender o autointeresse e viver por uma causa, dedicando ao menos uma parte de nós a servir aos demais. A Comandante Nádia, a quem não conheço, deu um grande exemplo. Seja o seu exemplo nossa inspiração.
Artigo, especial - A caçadaoportunista na véspera do voto
Este artigo é do Observatório Brasil Soberano
A uma semana da eleição, o governo proibiu as bets.
As mesmas casas de apostas que ele regulamentou, taxou e transformou em fonte de receita.
O movimento é simples de descrever — e difícil de engolir, sem ironia. Em 2023, a atividade ganhou regras, licenças e tributação. O governo cobrou outorgas milionárias para deixar as casas operarem. E o dinheiro começou a entrar no caixa. Em 2025, segundo a Receita Federal, a arrecadação com apostas esportivas chegou a R$ 9 bilhões. Em 2026, só no primeiro semestre, outros R$ 7,3 bilhões entraram nos cofres. Dinheiro que foi contabilizado e usado para fechar contas.
Enquanto o caixa engordava, o tigrinho, o ratinho e o dragãozinho se instalavam no celular de milhões de brasileiros. O jogo deixou de ser periferia e virou hábito doméstico. O salário sumia, a dívida crescia, o vício se espalhava. Ninguém travou o fluxo. Ninguém questionou o modelo. O governo cobrava imposto e fingia que o problema não existia.
Hoje o discurso muda de tom. O mesmo setor que foi autorizado, regulado e tributado vira, de repente, um perigo urgente à família brasileira. A urgência, claro, aparece exatamente quando faltam nove dias para o primeiro turno. Até a imprensa — tão generosa com o poder em tempos normais — registra o óbvio: a medida faz parte da estratégia eleitoral da reta final. Quando até os acomodados notam o calendário, a farsa fica exposta.
A contradição grita. Se as bets representavam tamanho risco, por que a resposta só chega agora? O endividamento não começou nesta semana. Os relatos de dependência e ruína familiar já existiam enquanto o governo recolhia bilhões. A moral de última hora parece mais um cálculo que uma virtude.
E sobra a pergunta que o anúncio prefere esquecer: e as outras?
As plataformas que nunca pediram licença, nunca pagaram um centavo de imposto e nunca se submeteram a nenhuma regra brasileira. Vão desaparecer por decreto? Ou simplesmente mudarão de domínio, de servidor e de forma de pagamento, continuando acessíveis a quem quiser?
Proibir o legal sem capacidade de bloquear o ilegal não elimina o problema. Apenas empurra o apostador para um ambiente ainda mais sujo, sem fiscalização e sem qualquer proteção. Fecha-se a porta visível e deixa-se a clandestina aberta.
E há outra pergunta que ninguém no governo quer responder em alto e bom som: quem controla essas plataformas ilegais? Quem movimenta o dinheiro que nunca passou pela Receita? Quem lucra com um mercado que não recolhe imposto e não presta contas a ninguém? O tigrinho que está longe dos olhos, o que opera sem CNPJ e sem remorso, não precisa de autorização oficial para continuar mordendo e, muito provavelmente, está nas mãos do crime organizado. Nas mãos daqueles “nossos criminosos que não são terroristas”!.
O que se vê é uma sequência cinicamente conveniente. O governo regulamentou, arrecadou bilhões e conviveu em silêncio com a expansão do vício. Depois, na reta final da disputa eleitoral, transformou a proibição em bandeira urgente de um problema que ele próprio alimentou. A arrecadação ficou nos cofres. O endividamento ficou nas casas. E as plataformas clandestinas seguem operando como se nada tivesse acontecido.
PT quer cassar Flávio por uso de dinheiro e apoio estrangeiro. Ação está nas mãos de Flávio Dino.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), aliado in pectore do governo Lula e do PT, tornou-se o destinatário de um pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) para investigar uma suposta interferência estrangeira e uso de recursos externos na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL).A solicitação foi apresentada, esta semana, dentro da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1178, processo do qual Dino já era o relator original.
O partido aponta a existência de "pressões políticas, econômicas e digitais" vindas do exterior para beneficiar a candidatura de Flávio Bolsonaro. A acusação menciona anúncios pagos fora do Brasil e suspeitas de apoio financeiro atrelado à Rockbridge Network — grupo ligado ao vice-presidente dos EUA, JD Vance.
O PT pede abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF), a coleta de depoimentos e a expedição de mandados de busca e apreensão contra o comitê de campanha de Flávio Bolsonaro e a sede nacional do PL.
O argumento jurídico:
O PT pede que a tese fixada pela ADPF 1178 (de que decisões ou imposições de autoridades estrangeiras não têm efeito no Brasil sem respaldo da lei nacional) seja estendida e aplicada diretamente para proteger a integridade do processo eleitoral brasileiro contra interferências externas.Paralelamente ao pedido enviado ao ministro Flávio Dino no STF, a coligação que apoia o presidente Lula também ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa representação no TSE foca em possíveis práticas de abuso de poder econômico, político e uso indevido dos meios de comunicação por parte de Flávio Bolsonaro, de seu candidato a vice Alfredo Gaspar, e de seu irmão Eduardo Bolsonaro. Se comprovadas as irregularidades na esfera eleitoral, as punições solicitadas incluem a cassação de registros e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
Dica do editor - Quem é esta jornalista da Globo que mentiu na Globo para prejudicar Flávio Bolsonaro
Dando ênfase e mostrando convicção de sua apuração, Maria Cristina Fernandes mentiu ao vivo na GloboNews que Flávio Bolsonaro tinha um projeto de lei para retirar Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil, o que é mentira. A GloboNews se desculpou em pequeno espaço e numa nota anódina.
Quem é Maria Cristina Fernandes?
Maria Cristina Fernandes tem corte ideológico sabidamente de esquerda, é colunista do ‘Valor’ desde a fundação do jornal em 2000, comentarista da ‘CBN’ desde 2017 e da Globonews desde 2023. Nos canais do Grupo Globo, ela cobre política e política internacional. Foi editora de política do ‘Valor’ e da ‘Gazeta Mercantil’.Jornalista desde 1989, passou também pelo ‘Jornal do Commercio’ e pela ‘Veja’.
Marcel e Sanderson lideram para o Senado, diz pesquisa da Neokemp
Marcel van Hattem (Novo) e Sanderson (PL) aparecem nas duas primeiras posições na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, segundo pesquisa Neokemp divulgada nesta sexta-feira (25).
Van Hattem registra 26,3% das intenções de voto na soma do primeiro e do segundo voto, enquanto Sanderson aparece com 23%. Os dois integram a chapa majoritária da coligação “O Rio Grande Pode Mais”.
Na sequência estão Manuela D’Ávila (PSOL), com 19,2%; Paulo Pimenta (PT), com 14,9%; e Germano Rigotto (MDB), com 5,8%. Frederico Antunes (PSD) soma 1,6%; Daniela Mulheres Socialistas (PSTU), 0,4%; Renato Jaguarão (Cidadania), 0,3%; Ric Jones (PCO), 0,2%; Milton Cardoso (PSDB), 0,1%; e Regis Ethur (PSTU), 0,1%. Tania Peres (UP) e Luciano do MLB (UP) não pontuaram.
Entre os entrevistados, 5,4% não souberam ou não responderam, enquanto 2,6% declararam voto branco ou nulo.
A pesquisa considera a soma do primeiro e do segundo voto para o Senado, totalizando 200%, já que cada eleitor gaúcho poderá escolher dois candidatos. Neste ano, duas vagas estão em disputa no Senado pelo Rio Grande do Sul.
Rejeição
O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Manuela D’Ávila aparece com o maior índice, com 32,3%, seguida por Paulo Pimenta, com 25,6%.
Marcel van Hattem registra 25,4% de rejeição. Sanderson aparece com 4,8%, enquanto Germano Rigotto soma 4,3%.
Metodologia
Realizada pela Neokemp Pesquisas, a pesquisa ouviu 1.008 eleitores entre os dias 23 e 24 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº RS-08358/2026.