Presidente da CPI dos Pedágios diz que empreiteiras ganham muito, os usuários sofrem e a Agergs nao faz nada

O deputado Paparico Bacchi, PL preside a CPI dos Pedágios. Ele é candidato à reeleição.

O deputado está inconformado com a atuação da AGERGS na fiscalização dos contratos de concessão rodoviária no Rio Grande do Sul.
O problema não está na qualificação técnica dos servidores, mas na falta de poder efetivo da agência para resolver os problemas apontados pela CPI dos Pedágios, que foio prorrogada e está em curso.

E o papel que tem jogado o governo Eduardo Leite?
A AGERGS está sendo desmoralizada ao não conseguir impor respostas concretas diante das falhas nos contratos, reajustes tarifários e ausência de obras. Enquanto as concessionárias arrecadam milhões dos usuários, a responsabilidade pelas entregas fica sendo empurrada entre governo, agência reguladora e empresas.

O que pode ser feito ?
O modelo de fiscalização deve,ser repensado. O Ministério Público pode ter maior protagonismo no acompanhamento o desempenho das concessões, por possuir mais autonomia para agir diante de irregularidades. A atual estrutura não tem conseguido proteger o usuário gaúcho, que segue pagando tarifas sem receber as obras prometida

Endividamento recorde das famílias

  Pesquisas recentes da Serasa revelam que mais de 80% das famílias brasileiras estão endividadas, e quase metade da renda mensal dos lares está comprometida. Esse cenário limite de insolvência é agravado pelo histórico, em que mais de 30 milhões de pessoas comprometem toda a sua renda apenas com o pagamento de dívidas. O cenário é de insolvência e endividamento recorde histórico e responsabiliza diretamente a ká gestáo do governo petista de Lula da Silva. 

O endividamento familiar atingiu o pico histórico de 49,9% da renda, segundo dados do Banco Central do Brasil.

Inadimplência:
Quase 30% das famílias possuem contas em atraso, e o Nordeste é a região que apresenta a situação mais grave.
Impacto na renda:
As famílias destinam cerc a de 30\% de sua renda mensal para pagar dívidas, sendo que os juros representam uma fatia pesadíssima desse valor.
Principais Causas
Cartão de Crédito e Juros: Facilidade no crédito rotativo, somada a taxas elevadas, torna o cartão o principal vilão do endividamento.Despesas Básicas: Muitas famílias recorrem a empréstimos e parcelamentos não para luxo, mas para garantir gastos correntes de sobrevivência como alimentação, água, luz e saúde.Novos Hábitos: A expansão das apostas online (bets) tem sido citada por economistas e agências de proteção ao crédito como um fator agravante no descontrole financeiro de parte da população.

A situação limite afeta a dignidade e a segurança alimentar nos lares. Para renegociações de dívidas ativas, é possível consultar os canais oficiais como o feirão de descontos na plataforma da Serasa.

Opinião do editor - Estes decretos do governo do PT censuram 168 milhões de brasileiros que usam a internet

Os decretos de Lula também criam um novo contencioso com as big teches e com o governo dos EUA.

O PT e seus aliados irredentores da esquerda mais atrasada do planeta, a brasileira, tentam há vários anos mudar para muito pior os termos do Marco Civil da Internet, cuja produção foi curiosamente de um governo do PT, o de Dilma Roussef.

Já ocorreram tentativas fracassadas de endurecer a liberdade de expressão no âmbito da rede mundial de computadores (www) conforme projetos apresentados dno Congresso Nacional.

O STF e o próprio governo atual do PT repetem de modo corrosivo o mantra de que é preciso censurar os conteúdos de internet, mas sem êxito.

Agora, a apenas 4 meses das eleições, apanhando como vira-latas nos conteúdos que viralizam na internet, o governo do PT decide usurpar de vez prerrogativas do Congresso para impor censura prévia a todos os brasileiros que usam a internet (leia abaixo).

É golpe baixo.

E golpe mesmo.

Cabe ao Congresso editar de imedito decreto legislativo revogando estes abusivos, ilegais, reacionários, golpistas decretos editados ontem pelo governo do PT.

Decretos do governo do PT criam censura prévia e punições inéditas nas redes sociais e em toda a wwww. Saiba do que se trata.

A apenas 4 meses das eleições e acumulando derrotas tremendas na disputa pelos conteúdos que viralizam na internet, com ênfase nas redes sociais, o líder inconteste das esquerdas do Brasil, com apoio do STF e omissão do Congresso, anunciou a edição de 2 decretos para interferir no que circula na rede mundial de computadores (www).

Os dois decretos que estabelecem novas regras para o funcionamento das redes sociais e ampliam o poder de fiscalização do governo sobre as big techs, tipo Facebook, Instagram, You Tube e Tik Tok, mas não só. As medida usurpam prerrogativas do legislativo, mexendo em dispositivos do Marco Civil da Internet e reforçam a obrigação das plataformas digitais de agir contra conteúdos considerados criminosos ou ilegais.

Um dos decretos transfere à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão ligado ao Ministério da Justiça, a responsabilidade de monitorar se empresas como Meta, Google, TikTok e X estão cumprindo as determinações previstas pela legislação brasileira e por decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF). A agência poderá investigar possíveis descumprimentos e aplicar sanções administrativas.

As novas regras também aumentam a responsabilidade das plataformas sobre conteúdos publicados por usuários. Entre os pontos previstos estão mecanismos mais rápidos para remoção de publicações criminosas, combate à desinformação e proteção contra violência digital, especialmente envolvendo mulheres e menores de idade.

De acordo com o governo federal, as mudanças acompanham o entendimento, também usurpador, recente, do STF, sobre a responsabilização das redes sociais em casos de omissão diante de conteúdos ilegais. Antes, as plataformas só podiam ser responsabilizadas após descumprimento de ordem judicial específica. Agora, o texto amplia a obrigação de atuação preventiva das empresas.

Outro ponto previsto nos decretos trata da proteção às mulheres no ambiente digital. As plataformas deverão remover conteúdos íntimos divulgados sem consentimento em até duas horas após a denúncia. O pacote também inclui medidas voltadas ao combate de imagens manipuladas por inteligência artificial e conteúdos ligados à violência de gênero.

As medidas geraram reações distintas entre especialistas, parlamentares e representantes do setor tecnológico. Integrantes do governo afirmam que as novas normas buscam aumentar a segurança digital e combater crimes virtuais. Já críticos avaliam que a ampliação do controle estatal sobre as plataformas pode gerar debates sobre liberdade de expressão e limites da moderação de conteúdo na internet


LIVRO 20/5/2026

MOÇÃO, 2001

 https://www.camarapoa.rs.gov.br/processos/10298

Moção de solidariedade movida por Melo.

Varejo gaúcho vendeu 8,6% mais em março sobre março de 2025

O setor varejista acumulou R$ 23,4 bilhões em vendas em março deste ano, segundo levantamento da Secretaria da Fazenda do RS. O montante é o maior do ano e representa crescimento de 8,6% em relação ao mesmo mês de 2025. Na análise acumulada dos últimos 12 meses, a taxa de crescimento das comercializações foi de 2,2% na comparação com o período anterior.

O jornalista Rodrigo Azevedo, da Ascom da Fazenda, é autor de todo o texto a seguir:

Os indicadores apontam que, a partir de novembro do ano passado, o setor passou a apresentar maior estabilidade no ritmo de crescimento das vendas, com forte avanço registrado em março – o que pode sinalizar uma possível curva de alta.

Segmentos

No recorte por segmentos, também considerando o acumulado de 12 meses, o maior crescimento foi observado no setor de móveis, com alta de 17,4%, o que representa R$ 663 milhões a mais em vendas em comparação com o mesmo período anterior. Já o segmento químico, impulsionado especialmente pelas vendas de medicamentos, registrou elevação de 8,6% – incremento de R$ 1,6 bilhão nas comercializações.

“O setor de móveis foi muito demandado no período pós-enchentes, e esse crescimento continua bastante evidente nos indicadores. Já o varejo de medicamentos teve expansão de 8,8% nas vendas, puxando o desempenho positivo do segmento químico”, analisou o auditor-fiscal da Receita Estadual Michel Câmara, responsável pela apresentação dos dados na live.

Retomada

De acordo com a economista-chefe da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomercio-RS), Patrícia Palermo, o mês de março é marcado por uma retomada do consumo após os meses de janeiro e fevereiro, período em que as pessoas tendem a reduzir gastos devido à ausência de receitas extras – como o 13º salário –, além de precisar arcar com despesas típicas do início do ano – como IPVA, IPTU e faturas de cartão de crédito referentes às compras de dezembro.

“Quando chega março, costuma haver elevação das vendas. Mas o crescimento em comparação com o mesmo mês do ano passado é uma excelente notícia. Temos de considerar também que esse resultado já reflete os efeitos da desoneração do imposto de renda para pessoas que ganham até R$ 5 mil, aumento do salário mínimo e o crédito consignado do trabalhador ganhando muita força”, avalia Patrícia.

Enxaqueca

O Brasil tem, hoje, 23 milhões de pessoas diagnosticadas com enxaqueca. Mais alarmante, outros 27 milhões de brasileiros podem conviver com a doença, mas não possuem diagnóstico médico. O dado compõe o levantamento Radar da Enxaqueca no Brasil, uma pesquisa inédita da farmacêutica Teva Brasil com o apoio da Associação Brasileira de Cefaleia em Salvas e Enxaqueca (ABRACES) e coordenação da consultoria Imagem Corporativa, que avalia a prevalência de sintomas de enxaqueca, estima a proporção de indivíduos que não têm diagnóstico no país e mede o nível de impacto que essa condição tem na vida pessoal e profissional dos pacientes. 

A Enxaqueca é uma doença crônica que exige tratamento contínuo e acompanhamento de um neurologista, mas essa não é a realidade de boa parte da população brasileira que constantemente lida com estigmas e se automedica como meio de controlar as crises. Segundo a pesquisa, em uma escala de zero a dez – na qual zero significa sem dor e dez, muita dor –, cerca de 35% dos pacientes diagnosticados relatam sentir “a pior dor que podem imaginar”. Na subnotificação essa taxa corresponde a 26%. Na escala, a intensidade da dor é de 5,9 em média e as crises duram cerca de 15 horas. Os impactos no trabalho, rotinas domésticas e estudos são amplamente percebidos durante os episódios. 

As mulheres são maioria entre os indivíduos com diagnóstico de enxaqueca (75%), e representam uma população quase três vezes maior do que a de homens. No grupo com sintomas, mas sem diagnóstico, elas seguem predominantes (63%), porém há um aumento proporcional da participação masculina, que passa de 25% entre os diagnosticados para 37% entre os subdiagnosticados, indicando o sub-reconhecimento da doença entre os homens. Entre os que apresentam sintomas da doença, mas sem diagnóstico, 56% têm até 39 anos. 

 “A enxaqueca afeta desproporcionalmente as mulheres, em grande parte devido às variações hormonais ao longo da vida fértil. As oscilações nos níveis de estrogênio influenciam a atividade cerebral e a sensibilidade dos vasos sanguíneos, tornando as crises mais frequentes e intensas. Além dos fatores biológicos, aspectos como estresse, sobrecarga mental e menor tempo de descanso também contribuem para o aumento dos episódios”, pontua o Dr. Mario Peres, Presidente da ABRACES.

O estudo também avaliou a população por classe social e identificou que mais de 80% da amostragem de não diagnosticados pertence as classes C, D e E, sendo que 35% recebem até 1 salário-mínimo (R$ 1.518,00, valor vigente em 2025) e outros 29% têm renda de até dois salários-mínimos. 

Quando separados por sexo, renda familiar e grupos étnicos, a incapacitação é maior entre os homens, entre os mais velhos, entre os que têm renda familiar de até dois salários-mínimos e pessoas negras. 

Ao analisar as regiões do Brasil, o Radar da Enxaqueca identificou que a falta de diagnóstico é maior no Nordeste (35%). A região Sudeste concentra a maior proporção de pessoas com diagnóstico de enxaqueca (45%), ligeiramente acima da média no país (43%). “A região Nordeste está 9 pontos acima da média nacional entre pessoas sem a confirmação clínica, que é de 26%. Esse dado pode revelar, por exemplo, problemas associados à falta de estrutura e o acesso limitado aos serviços de saúde ou até mesmo médicos especialistas, o que dificulta o diagnóstico e o registro adequado dos casos”, afirma Otávio Franco. 

“A pesquisa revela barreiras e desigualdades socioeconômicas na vivência do preconceito e na estigmatização de quem convive com a enxaqueca. É fundamental ampliar as ações voltadas ao acesso ao diagnóstico e tratamento, especialmente no Nordeste e entre populações negras, com menor escolaridade e renda, onde há alta dependência do SUS durante os episódios de crise. O fortalecimento das políticas públicas, a capacitação contínua dos profissionais com a ampliação do acesso a exames diagnósticos, além de acesso aos melhores tratamentos são medidas essenciais para garantir informações mais precisas e aprimorar o cuidado aos pacientes”, declara Roberto Rocha, Gerente Geral da Teva no Brasil.

Impactos de uma doença crônica

O levantamento também estimou, junto às pessoas que afirmam ter diagnóstico de enxaqueca, o nível de impacto que essa condição tem na vida pessoal e profissional, além de eventuais situações de preconceito vividas em diferentes esferas. Mais de 60% percebem uma queda frequente de produtividade no trabalho ou nos estudos devido a intensidade da dor e têm medo de represálias no trabalho. Cerca de 64% dessa amostra é composta por homens e 73% dessa população pertence ao grupo com idade entre 30 anos e 39 anos. 

A queda da produtividade doméstica é mais sentida pelas mulheres e pessoas de 50 anos a 55 anos, já a profissional é mais sentida por homens com idade entre 30 anos e 39 anos. 

 Seguindo a escala MIDAS, um instrumento desenvolvido para avaliar o nível de intensidade da enxaqueca, foi solicitado aos respondentes que indicassem por quantos dias nos últimos três meses eles sentiram suas vidas impactadas em diferentes situações por conta das dores de cabeça. Cerca de 80% dos participantes com o diagnóstico de enxaqueca dizem que se sentem menos produtivos por até cinco dias para atividades domésticas e quase 100% afirmam ter um impacto em sua rotina de trabalho e estudo. Quase a totalidade da amostra declarou que perdeu eventos familiares, sociais e de lazer, e quase o mesmo volume confirmou faltas no trabalho, escola ou faculdade. 

 Para Otávio Franco, a enxaqueca ainda precisa ser vista não só como uma simples dor de cabeça, mas como uma doença complexa que pode até ser incapacitante e, para isso, a informação ainda precisa ser propagada. “Os resultados mostram que a enxaqueca ainda carrega estigmas sociais importantes, com medo de represálias ou isolamento. Esses impactos variam conforme gênero, renda e cor autodeclarada. Investir em programas de conscientização voltados a população em geral, incluindo gestores e familiares sobre o potencial incapacitante da doença, aliado à informação sobre tratamentos preventivos, é essencial para reduzir o impacto da enxaqueca na vida profissional, familiar e social.”

O sentimento de incompreensão por familiares é outro ponto referido por quem convive com a enxaqueca, assim como a sensação de isolamento e inadequação tanto no trabalho quanto na vida pessoal também são amplamente evidenciados, o que destaca o impacto da enxaqueca no dia a dia de quem convive com a doença e as barreiras com as quais os brasileiros ainda precisam lidar nas esferas da saúde e do trabalho.

O medo é muito referenciado pelos pacientes (36%), que afirmam que “frequentemente” ou “sempre” continuam trabalhando mesmo com dor, pois o medo de represálias é a principal situação cotidiana referidas pelos portadores de enxaqueca no ambiente de trabalho.

 Embora a enxaqueca tenha impactos profundos na qualidade de vida, 70% dos portadores da doença entrevistados na pesquisa dizem que não fazem acompanhamento médico. Quando perguntados sobre como acessam cuidados, 35% dos que não fazem acompanhamento dizem procuram o serviço público de saúde quando estão em crise e 11% recorrem a médicos do plano de saúde. Cerca de 69% dos portadores de enxaqueca não fazem acompanhamento médico, as pessoas negras representam o maior volume destes pacientes, mais de 30%.

“O abandono do tratamento reflete desigualdades estruturais da sociedade. Questões como classe social e raça evidenciam a necessidade de ampliar campanhas de conscientização, garantir acesso equitativo aos cuidados médicos e promover mais informação, inclusive entre empregadores”, avalia Otávio.

Quando perguntados sobre barreiras para o tratamento preventivo, a falta de informação e o medo de efeitos colaterais também se destacam. Mais de 40% daqueles que têm enxaqueca fazem apenas o tratamento agudo. A ausência de acompanhamento médico para esta que é uma doença crônica torna-se evidente quando identificamos que 64% dos pacientes tomam medicamentos sem receita. 

A maior parte dos entrevistados com diagnóstico de enxaqueca não segue dieta ou controla a alimentação, e não faz uma rotina e exercícios em função da enxaqueca. A pesquisa mostra que entre esses pacientes, os índices de incapacitação são maiores entre os públicos com 50 anos e 55 anos e os mais jovens (18 anos a 29 anos), esses grupos se destacam entre a incapacitação severa e média, respectivamente. 

“O estudo evidencia a importância de ampliar a disseminação de informações sobre os sintomas da enxaqueca, especialmente entre homens, jovens e pessoas de menor renda, para estimular a busca pelo diagnóstico e o acompanhamento médico, fundamentais para evitar a piora dos sintomas durante as crises. Entre os já diagnosticados, é essencial fortalecer o acesso à classe médica, para que conheçam e indiquem os tratamentos preventivos disponíveis, contribuindo para o controle da doença e a melhora da qualidade de vida dos pacientes”, reforça Dr. Mario Peres.

 NOTA METODOLÓGICA

O estudo “Radar Sobre Enxaqueca no Brasil”, desenvolvido e coordenado pela consultoria Imagem Corporativa a pedido da farmacêutica Teva, foi dividida em dois módulos.

O primeiro módulo consistiu em pesquisa quantitativa de abrangência nacional realizado entre os dias 5 e 9 de junho de 2025, pela Ipsos-Ipec a pedido da Imagem Corporativa, com o objetivo de identificar a incidência de pessoas com enxaqueca no Brasil e a subnotificação de diagnósticos da doença. 

A amostra é representativa da população brasileira com 16 anos ou mais. Foram realizadas 2.000 entrevistas em 132 municípios, segundo cotas de sexo, idade, região, escolaridade, cor autodeclarada e ramos de atividade conforme dados do CENSO2022 e PNADC 2023. 

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, sobre os resultados encontrados no total da amostra.

O segundo módulo do estudo também é composto por uma pesquisa quantitativa, com o universo de brasileiros adultos (18 anos ou mais) mas apenas dos que já têm o diagnóstico formal de enxaqueca. 

A abordagem foi online por meio de painel representativo do Instituto de Pesquisas Qualibest. Foram realizadas 408 entrevistas entre os dias 23 e 29 de junho de 2025. A margem de erro é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 Referências

1 CGRP Forum. Migraine in Brazil: Fast Facts. [S.l.]: CGRP Forum, 2025. Disponível em: Link. Acesso em: 27/01/2026.

 Sobre a Teva 

A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) vem desenvolvendo e produzindo medicamentos para melhorar a vida das pessoas há mais de um século. Somos líderes globais em medicamentos genéricos e especializados, com um portfólio composto por mais de 35.000 produtos em quase todas as áreas terapêuticas. Cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo utilizam um medicamento da Teva todos os dias, e são atendidas por uma das maiores e mais complexas cadeias de suprimentos do setor farmacêutico. Juntamente com nossa presença estabelecida em genéricos, temos pesquisas e operações inovadoras significativas que apoiam nosso crescente portfólio de produtos biofarmacêuticos e especializados. 

 Sobre a Teva Brasil 

No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portfólio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doenças raras, oncologia e hematologia. As pessoas estão no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, além de ações contínuas de apoio e capacitação dos seus colaboradores. 

Saiba mais em www.tevabrasil.com.br. 

 SOBRE A ABRACES

Fundada em 2006, a ABRACES é uma entidade civil, sem fins lucrativos, dedicada a melhoria da qualidade de vida dos que sofrem com cefaleias. Somos uma Associação formada por pacientes e profissionais de saúde que atuam para promover conscientização do impacto pessoal, profissional e socioeconômico causado pelas cefaleias em salvas e enxaqueca, educação de paciente para melhor controlar as dores de cabeça e lutar por melhores políticas públicas e direitos a quem convive com essas cefaleias.

Dores de cabeça são uma das principais causas de incapacidade, falta ao trabalho, e perda da qualidade de vida. Cefaleia tensional e enxaqueca são as duas doenças neurológicas mais prevalentes no mundo, na frente do AVC, Alzheimer e Parkinson. Apesar do enorme impacto, cefaleias recebem pouquíssima atenção das políticas públicas de saúde.

A ABRACES defende o acesso a saúde dos que sofrem com cefaleias. Acreditamos que os que tem cefaleias precisam saber o que tem. A partir disto, sabendo o seu diagnóstico, que possam ter acesso ao tratamento, e que este tratamento seja adequado e resolutivo, e o impacto da doença seja reduzido. Todos precisam estar engajados para que essa cadeia de desafios tenha sucesso.

A medicina avança a cada ano, novas descobertas são divulgadas, novos tratamentos surgem. A ABRACES é uma associação independente que se compromete com a melhor e mais justa implementação de novos tratamentos e o melhor manejo dos recursos. Para isso, articulamos com entidades de vários segmentos da sociedade, agências reguladoras, empresas, associações médicas, poder público, lutando sempre pelo ator principal da cena, o cidadão que sofre na pele com o problema.

Nada mais importante que materializar este nosso compromisso pautado em regras bem definidas, estruturando o nosso código de conduta, ratificando o nosso respeito ao mais alto teor ético, de transparência e independência, para que permaneça a legitimidade e longevidade desta causa nobre.