Dica do editor - Saiba quais são os hábitos da meia-idade que podem determinar o sucesso ou o fracasso da sua saúde cerebral


A meia-idade (dos 40 aos 65 anos) é a janela mais crítica para a prevenção do declínio cognitivo. Segundo um relatório da Comissão Lancet, cerca de 45% dos casos de demência estão ligados a fatores de risco modificáveis. 

O que é bom para o seu coração, protege seu cérebro.

Os principais hábitos que determinam o sucesso ou fracasso da saúde cerebral a longo prazo incluem:

Hábitos que levam ao Sucesso (Protegem o Cérebro)

Atividade física regular:
Exercícios aeróbicos (como caminhada rápida ou corrida) e de força aumentam o fluxo sanguíneo e estimulam o crescimento de novas células.
Dieta equilibrada: Padrões como a Dieta MIND – rica em vegetais folhosos, frutas vermelhas, peixes e gorduras saudáveis – protegem contra a inflamação e melhoram a neuroplasticidade.
Engajamento social e intelectual: Conversar, aprender novas habilidades (idiomas, instrumentos) e manter conexões sociais fortes exigem esforço do cérebro e constroem a chamada "reserva cognitiva".
Higiene do sono: Dormir de 7 a 8 horas por noite é vital. O sono profundo permite que o sistema glinfático elimine resíduos e toxinas do cérebro, reduzindo proteínas associadas ao Alzheimer.

Hábitos que levam ao Fracasso (Aceleram o Envelhecimento Neural)

Condições metabólicas e vasculares negligenciadas: Diabetes na meia-idade, hipertensão e colesterol LDL alto prejudicam os vasos sanguíneos cerebrais e possuem um impacto negativo similar ao de fatores genéticos.
Perda auditiva e visual não tratada: Problemas de audição e visão forçam o cérebro a trabalhar muito mais para decodificar sons/imagens, causando sobrecarga e induzindo o isolamento social.
Distração crônica e isolamento: Substituir o descanso mental real pelo uso excessivo de telas [na hora de dormir/acordar] e a falta de interação social constante aceleram o declínio cognitivo.Tabagismo e álcool em excesso: O fumo compromete a oxigenação, e o consumo excessivo de álcool expõe o cérebro a toxinas que danificam as células neurais.

 https://www.washingtonpost.com/opinions/2026/06/11/colombia-president-gustavo-petro-working-with-us-fight-drugs/

Conflito mortal

O Banco Mundial confirmou que o conflito no Irã representa o pior impacto econômico global desde a pandemia de Covid-19. O mais recente relatório de Perspectivas Econômicas Globais (Global Economic Prospects) reduziu a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial para 2,5% em 2026, o menor ritmo de expansão registrado desde a recessão global de 2020.

Projeções e Impactos Macroeconômicos
A escalada militar e o consequente fechamento do Estreito de Ormuz interromperam o fluxo de cerca de 20% do petróleo e gás mundial, gerando uma reação em cadeia nos mercados internacionais
Petróleo em Alta: O preço do barril de Brent deve registrar média de US$ 94 este ano (alta de 36% comparado a 2025). Em cenários mais pessimistas de prolongamento do conflito, o valor pode saltar para US$ 115.
Inflação Global Elevada: A estimativa de inflação mundial subiu para 4% em 2026 devido ao encarecimento de combustíveis e fertilizantes.
Cenário Extremo: Caso ocorra um choque de energia mais severo afetando títulos e ações, o crescimento do PIB global corre o risco de desabar para apenas 1,3%.

Saiba quais são as estimativas para a safra do agro em 2026

A estimativa do IBGE para a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas é de 350,4 milhões de toneladas, 1,2% maior (ou mais 4,3 milhões de toneladas) que a obtida em 2025 (346,1 milhões de toneladas), com crescimento de 0,5% (ou mais 1,7 milhão de toneladas) à estimativa de abril de 2026.

Variação safra 2026/safra 2025 (1,2%), 4,3 milhões de toneladas

O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos do grupo de grãos que, somados, representaram 92,8% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Para a soja, a estimativa de produção foi de 174,6 milhões de toneladas.Quanto ao milho, a estimativa foi de 139,4 milhões de toneladas (29,8 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 109,6 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas. Para o trigo, a estimativa de produção foi de 7,2 milhões de toneladas. 

No que se refere à produção, frente a 2025, ocorrem acréscimos de 5,1% para a soja e de 3,9% para o sorgo. E ocorrem decréscimos de 8,1% para o algodão herbáceo (em caroço); de 11,4% para o arroz em casca; de 1,7% para o milho (crescimento de 15,8% para o milho 1ª safra e declínio de 5,5% para o milho 2ª safra); de 5,8% para o feijão e de 7,8% para o trigo.

Só Porto Alegre e Fortaleza, entre as capitais do Brasil, deram vitória ao esquerdopata Sánchez

 Porto Alegre

Sánchez: 66

Fujimori: 57

Belo Horizonte

Fujimori: 79

Sánchez: 56

Brasília

Fujimori: 109

Sánchez: 79

Curitiba

Fujimori: 130

Sánchez: 78

Fortaleza

Sánchez: 13

Fujimori: 9

Goiânia

Fujimori: 57

Sánchez: 20

Manaus

Fujimori: 417

Sánchez: 162

Rio Branco

Fujimori: 61

Sánches: 38

Rio de Janeiro

Fujimori: 379

Sánchez: 278

Salvador

Fujimori: 32

Sánchez: 21

São Paulo

Fujimori: 1.439

Sánchez: 1.392

Maioridade penal

 A  Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, conforme informou, ontem, este blog, a Proposta de Emenda à Constituição que propõe a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Foram registrados 44 votos favoráveis e 18 contrários à matéria. Os 18 votos vieram de deputados esquerdopatas. No RS, deputados como Pompeo de Matos, PDT, votaram contra. Foram amplamente derrotados. No entanto, a medida ainda passará por um longo processo, até que possa de fato se tornar lei. O projeto não segue de forma imediata para votação em plenário da Casa. 

O próximo passo é a criação de uma Comissão Especial temporária por ato da Mesa Diretora da Câmara, que analisará o mérito da proposta. Nessa comissão, os parlamentares poderão realizar audiências públicas, sugerir modificações adicionais ao texto e votar o relatório final.

Caso seja aprovado pela Comissão Especial, o texto será encaminhado para deliberação no Plenário da Câmara dos Deputados. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, a aprovação exige o apoio mínimo de três quintos dos deputados (308 dos 513 parlamentares), em dois turnos de votação. Se aprovada nessas etapas, a matéria segue para o Senado Federal, onde passará por rito semelhante.

Sob pressão do agro do RS, Senado aprova securitzação da dívida dos produtores rurais do Brasil

 Após meses de mobilização de produtores rurais, cooperativas, entidades representativas e parlamentares, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 5122/2023, que cria um mecanismo de securitização das dívidas rurais e estabelece condições para a recuperação financeira de milhares de produtores afetados por sucessivas crises climáticas e econômicas.

O RS será o principal beneficiado.

A aprovação da proposta é considerada uma vitória histórica para o campo brasileiro,

A semana foi marcada por uma intensa agenda de articulações em Brasília. Produtores rurais de diversas regiões do Rio Grande do Sul estiveram na Capital Federal para acompanhar a tramitação da matéria, participar de reuniões e reforçar junto aos parlamentares a necessidade de aprovação do projeto. Entre os momentos decisivos esteve a reunião realizada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que recebeu representantes do movimento e parlamentares envolvidos na construção do entendimento que permitiu o avanço da proposta.

O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), um dos principais articuladores da mobilização na Câmara dos Deputados, destacou que a aprovação representa uma resposta concreta aos produtores que há anos enfrentam dificuldades para manter suas atividades

Segundo Zucco, a securitização oferece a oportunidade de reorganizar a vida financeira dessas propriedades e devolver esperança para milhares de famílias que sustentam o agro brasileiro", acrescentou. 

Além de Zucco, participaram ativamente das agendas e mobilizações os deputados federais Ubiratan Sanderson, Marcel van Hattem, Marcelo Moraes, Pedro Westphalen, Covatti Filho, Sérgio Turra, Any Ortiz, Daniel Trzeciak, Osmar Terra e Giovani Cherini. Destaque ainda para o trabalho de articulação do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), senadora Tereza Cristina Cristina (PP-MS) e do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que relatou o projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

A mobilização também contou com a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que esteve em Brasília. Zucco destacou que, diante da gravidade da situação enfrentada pelo setor produtivo, os interesses do Estado devem estar acima das divergências políticas. "Fico feliz em ver que o governador Eduardo Leite também veio a Brasília pressionar pela pauta da securitização. Os interesses do Rio Grande do Sul devem estar sempre em primeiro lugar, acima de qualquer disputa. Valeu a pressão. Seguimos trabalhando aqui. Podem ter certeza: eu não fujo das minhas responsabilidades. Depois continuaremos a fazer pré-campanha", destacou Zucco, que também é pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul.

Resistência do governo federal

A aprovação da matéria também ocorreu em meio à resistência do governo federal. Durante a tramitação, parlamentares da oposição, entidades do setor produtivo e representantes dos produtores rurais criticaram a posição adotada pelo Palácio do Planalto e por integrantes da base governista, que manifestaram preocupação com os impactos fiscais da proposta e defenderam alternativas diferentes para enfrentar o endividamento rural.