Artigo, especial, Facundo Cerúleo - Grêmio, perto do título

O Grêmio, com a faca e o queijo na mão, só perde se pisar na casca de banana que é o ambiente caótico das queixas e acusações.

Em 26/07/1995, o Grêmio enfrentou o Palmeiras pelas quartas de finais da Libertadores jogando no Olímpico. Era o jogo de ida e o Tricolor aplicou a goleada histórica de 5x0. Ninguém, de sã consciência, acreditava que o Palmeiras reverteria o resultado no jogo de volta (pouco mais de 7000 palmeirenses iriam ao estádio do verdão ver o jogo). O Grêmio já estava nas semifinais! Só que... Uma semana depois, no jogo de volta, o Grêmio tomou 5 do Palmeiras! A vaca só não foi pro brejo porque Jardel, o Carrasco, que tinha feito 3 gols no Olímpico, deixou o seu em São Paulo. E no agregado, ficou 6x5 para o Grêmio. Foi por pouco!

A pergunta é: depois de tocar 3x0 no Gre-Nal no jogo de ida pelas finais do Gauchão de 2026, o Grêmio já é campeão?

Quem tem cabeça branca lembra que, em 1995, a imprensa paulista falava que jogadores do Grêmio eram violentos. A crítica apoiava-se em especial na virilidade de Goiano, Dinho, Adilson e Rivarola. Naturalmente, isso contrastava com o fato de jogar, no Palmeiras, um monge tibetano, aquela figura delicada chamada Mancuso, que bem poderia chamar-se Açougueiro...

Há quem acredite que tais críticas suscitaram medo de cartões, inibindo os atletas tricolores. Isso explicaria a goleada sofrida em São Paulo. Quem poderá saber?

Mas se condicionamento não funcionasse, por que dirigentes e imprensa parcial (localista, naquele caso) se empenhariam nisso?

Te liga, Tricolor! Após o Gre-Nal da Arena, colorados passaram a se queixar e a acusar erros de arbitragem que teriam influenciado o placar. Querem dizer que o juiz e o VAR estavam a favor do Grêmio? Esse tipo de clima só favorece a quem está em desvantagem!

De olho na final, quem comanda o vestiário tem de mobilizar na medida certa o time: o mental é decisivo. Sem pretensões literárias, vale dizer: o medo é mau companheiro. E a soberba é uma amante traiçoeira. Nada de entrar em campo como num templo! Mas também nada de salto alto! Haverá provocações! Tentativa de expulsar alguém do Grêmio.

O Grêmio não está pronto, mas é uma equipe em ascensão. Há jovens jogadores desabrochando, soluções técnicas aparecendo e uma "ideia de jogo" sendo assimilada pelo grupo. Isso é promissor, mas requer muita inteligência no vestiário.

Fora de campo, diante da retórica colorada, dirigentes tricolores terão que aplicar o contraveneno. Claro, buscando um ponto de equilíbrio: não deixando sem resposta o discurso vitimista do adversário, mas cuidando de não cair na armadilha de contribuir para criar um clima de guerra, conveniente ao adversário.

Toda cautela é pouca. Mas cautela não é sinônimo de retraimento, de atitude temerosa nem de bom-mocismo adonzelado (vale o neologismo...).

A condição emocional, o ímpeto de viver (ou, em futibolês, a garra) é fator determinante do sucesso. Não é garantia, mas é fundamental. Aí, é bom buscar num passado heroico a motivação para o desafio do presente. Como foi que o Grêmio, com apenas sete jogadores em campo, venceu o Náutico na inesquecível Batalha dos Aflitos? Se eu apitasse alguma coisa no Grêmio, mostrava o documentário daquela epopeia aos atletas que vão para o Gre-Nal. É motivador! É uma lição de vida.

Para ficar com o título de 2026, o time precisará, além de um desempenho técnico satisfatório, atenção plena e a ambição de vencer. Em qualquer situação da vida, o sucesso vem na combinação de garra com inteligência.


Quando a ideologia ignora a realidade, o sangue inocente vira estatística; por Felipe Vieira

Há crimes que chocam, há crimes que revoltam e há crimes que nos obrigam a encarar decisões que vêm sendo tomadas há anos no Brasil. O assassinato da irmã Nadia Gavanski, de 82 anos, dentro de um convento no interior do Paraná, é um desses casos que não permitem silêncio confortável nem explicações burocráticas.


Uma freira idosa, com sequelas de AVC, 55 anos dedicados à vida religiosa, morta no pátio onde alimentava as galinhas, asfixiada, estuprada, violentada de forma brutal. Não é apenas um crime bárbaro. É a prova dolorosa de que algo falhou — e falhou antes do dia do assassinato.


O autor havia saído da prisão dois meses antes. Dois meses que separaram a liberdade provisória de um homicídio qualificado com violência sexual contra uma senhora indefesa. Segundo a própria polícia, ele já tinha passagens por roubo, furto e violência doméstica. Foi preso por furto qualificado no fim de dezembro e colocado em liberdade provisória dois dias depois. Em março, uma mulher de 82 anos estava morta.


É aqui que o debate precisa sair do discurso e entrar na realidade concreta.


Há anos o Brasil vive uma forte agenda de desencarcerização, sustentada pelo argumento repetido de que o país prende demais. Essa linha foi defendida com ênfase institucional pelo então ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, quando presidiu o Conselho Nacional de Justiça e impulsionou políticas de revisão de prisões provisórias, fortalecimento das audiências de custódia e ampliação de medidas alternativas como estratégia de redução do encarceramento. O sistema prisional é precário? É. Precisa melhorar? Sem dúvida. Mas a tentativa de corrigir distorções históricas não pode se transformar em soltura sem critério, sem avaliação séria de risco e sem acompanhamento adequado de reincidentes. Garantia de direitos não pode virar descuido com a sociedade, nem política criminal pode ser conduzida apenas por slogans. E o próprio Lewandowski voltou a defender essa mesma linha já como ministro da Justiça no governo Lula, reforçando a ideia de que reduzir o encarceramento seria prioridade estrutural da política penal brasileira — prioridade que precisa ser debatida à luz de seus efeitos concretos na segurança da população.


Quando alguém com histórico recente de crimes volta às ruas e pouco tempo depois comete um assassinato com violência sexual contra uma idosa, não estamos diante de teoria acadêmica, mas de consequência concreta, com nome, rosto e idade definidos.


Há ainda outro ponto que precisa ser enfrentado com coragem: o desmonte progressivo dos hospitais de custódia e a fragilidade no tratamento de pessoas com transtornos mentais graves que cometem crimes. Se alguém alega ouvir vozes ordenando assassinato, isso não pode ser tratado com romantização nem com abandono social. Trata-se de caso para tratamento com segurança, porque a rua não é solução terapêutica e tampouco pode ser espaço de risco para terceiros.


O que se consolidou no Brasil, em nome de uma visão supostamente humanista, foi uma tensão permanente entre o discurso e a realidade. Questionar encarceramento em massa é legítimo; ignorar reincidência concreta é irresponsável. Defender garantias é civilizatório; esvaziar instrumentos de contenção de risco é temerário.


A irmã Nadia não morreu por falha da investigação policial, não morreu por ausência de prova, não morreu por omissão na apuração. Ela morreu porque alguém que já demonstrava trajetória criminal estava livre e voltou a agir. Isso precisa ser dito com clareza.


Não se trata de defender populismo penal nem encarceramento indiscriminado. Trata-se de exigir racionalidade. Política criminal séria não se constrói com discursos ideológicos, mas com dados, avaliação de risco, acompanhamento real de egressos e prioridade absoluta à proteção dos vulneráveis. Quando o sistema erra para mais, o custo é orçamento; quando erra para menos, o custo é vida.


A morte de uma freira de 82 anos dentro de um convento não pode se transformar em mais um número na estatística da violência brasileira. Ela deveria servir como ponto de inflexão em um debate que há muito tempo se tornou excessivamente teórico e distante da rua. Porque enquanto se discute tese, alguém sangra, e o Estado existe, antes de tudo, para impedir que isso aconteça.


@felipevieirajornalista

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Artigo, Silvio Lopes - A hora chegando

Sílvio Lopes, jornalista, economista, pensador e palestrante.

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           "Quando o povo teme o governo, temos uma tirania; quando o governo teme o povo, estamos diante de uma democracia". A frase, cheia de significados(e tão atuais, entre nós, brasileiros!), foi eternizada por Winston Churchill. Vivemos, no Brasil, algo muito apropriado e sintonizado com a declaração do consagrado estadista britânico. Mas há sinais (visíveis e significativos), de que as " rochas "começaram a se movimentar". Já não sem tempo...


        O mesmo Churchill foi além ao proclamar que " a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele". E é! As manifestações e protestos populares que voltaram a sacudir o país inteiro, denotam que o temor deixou de nos paralisar. E que essa é a alternativa que resta para  livrar a nação brasileira da tirania do judiciário(e do lulupetismo, em conluio) que prostrou e impôs desassossego à nação. Afinal de contas, um poder unicamente repressivo não se sustenta por muito tempo, pois gera revolta. Agora, é apertar o torniquete que o resultado virá. Impossível não vir.


       Além do mais, percebe-se que o avanço em busca do resgate da democracia brasileira é real, progressivo e indisfarçável. Já não há espaço para tergiversar, procrastinar ou mesmo ignorar o lamaçal em que nossa democracia foi jogada pela dobradinha PT-STF. Como diz um conhecido ditado cigano, "ou tiramos a carruagem da lama, agora, ou tudo virará lama". Não há outra coisa a fazer. 



Brasil é autossuficiente na produção de petróleo

O editor buscou informações com a ajuda da IA da Meta sobre a produção brasileira de petróleo. Leia a resposta:

O Brasil é considerado autossuficiente na produção de petróleo bruto (óleo cru) desde 2006, produzindo mais do que consome, especialmente devido ao pré-sal, com projeção de superar 4,2 milhões de barris/dia em 2026. No entanto, o país não é autossuficiente no refino, importando combustíveis derivados (diesel, gasolina) porque parte do petróleo nacional é pesada e as refinarias atuais são limitadas. 

Pontos-chave sobre a autossuficiência do Brasil:

Produção vs. Refino: O Brasil exporta petróleo bruto pesado e importa petróleo leve (mistura) e derivados refinados para atender à demanda interna.

Capacidade de Refino: As refinarias nacionais operam próximas ao limite e não conseguem processar todo o óleo pesado produzido, exigindo a importação de derivados, como o diesel.

Cenário 2026: A produção de petróleo no Brasil deve crescer em 2026, consolidando o país como líder de produção na América do Sul, com forte impulso de novos navios-plataforma no pré-sal.

Volatilidade: Como depende de importação de derivados, o mercado nacional continua exposto às variações de preços internacionais em dólar. 

Em resumo, o Brasil produz o petróleo necessário, mas a estrutura de refino não acompanha a necessidade total de combustíveis consumidos. 

Como os Boomers podem encarar melhor o fim da vida?

 A geração Baby Boomer (nascidos aproximadamente entre 1946 e 1964) está redefinindo o envelhecimento e o fim da vida, buscando maior controle, personalização e dignidade, assim como fizeram em outras fases da vida. Eles tendem a encarar o fim da vida com foco na autonomia, preferindo evitar intervenções médicas fúteis e valorizando o conforto em casa, cercados pela família. 

Com base nas tendências atuais de comportamento e nos desafios da longevidade, os baby boomers encaram o fim da vida através dos seguintes pilares:

Autonomia e Controle: Os Boomers não são tradicionais e buscam experiências de morte personalizadas. Eles preferem "cremações simples" ou funerais criativos, optando por menos formalidade e custos menores do que as gerações anteriores.

"Morte Digna" (Good Death): O foco é a qualidade de vida nos momentos finais, priorizando a ausência de dor e o desejo de morrer em casa, em vez de hospitais.

Envelhecimento Ativo e Planejamento: Embora muitos temam o declínio cognitivo e físico, buscam manter a independência. No entanto, há um contraste: enquanto 81% planejam os detalhes do funeral, apenas cerca de 32% planejam os cuidados de longo prazo na aposentadoria.

Combate à Negação da Morte: Especialistas sugerem que os Boomers devem superar a tendência de negação da morte (tentar parecer sempre jovens), adotando rituais de passagem que permitam o luto familiar e o encerramento de pendências emocionais.

Legado e Relacionamentos: O fim da vida é visto como uma oportunidade para curar relacionamentos, compartilhar histórias e garantir que os entes queridos estejam amparados, construindo um legado narrativo. 

Como os Boomers podem encarar melhor o fim da vida?

Planejamento Antecipado (Advance Care Planning): Colocar por escrito as vontades sobre tratamentos médicos (diretivas antecipadas de vontade).

Conversas Abertas: Falar abertamente com a família sobre cuidados e funerais.

Cuidados Paliativos: Adotar o foco em cuidados de conforto em vez de tratamentos curativos invasivos. 

Em suma, os baby boomers encaram o fim da vida buscando transformar a própria morte em uma ú

Artigo, Jerônimo Goergen - AliançaBiodiesel: união estratégica para fortalecer o setor e dar previsibilidade ao Brasil

Jerônimo Goergen é presidente da APROBIO – Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Bras


A criação da AliançaBiodiesel, formalizada pelas associadas da APROBIO e da ABIOVE, representa um passo histórico para o setor de biocombustíveis no Brasil. Mais do que uma iniciativa institucional, trata-se de um movimento estratégico de união, maturidade e responsabilidade com o futuro energético e econômico do país.


O biodiesel é um patrimônio nacional. Ele nasce da força do campo, agrega valor à produção agrícola, gera emprego, renda e desenvolvimento regional, além de contribuir decisivamente para a descarbonização da matriz energética. Ao longo dos anos, o setor cresceu, inovou e se consolidou. Agora, damos um novo passo: organizamos nossa atuação para garantir mais coerência, previsibilidade e capacidade de diálogo.


A AliançaBiodiesel modifica a lógica da pauta setorial. Em vez de agendas fragmentadas, passamos a atuar com uma agenda unificada, construída a partir do consenso entre produtores de biodiesel e a indústria de óleos vegetais. Essa convergência fortalece a interlocução com o Executivo, o Legislativo, a Frente Parlamentar do Biodiesel e com o mercado consumidor.


Essa união traz três ganhos centrais.


O primeiro é força institucional. Quando o setor fala de maneira coordenada, ganha legitimidade, reduz ruídos e aumenta sua capacidade de influenciar decisões estratégicas, especialmente em um momento decisivo para a regulamentação da Lei do Combustível do Futuro.


O segundo é previsibilidade. O mercado precisa de segurança regulatória para investir. A coordenação entre as entidades permite construir propostas técnicas mais sólidas, com base em dados, qualidade e responsabilidade econômica.


O terceiro é foco na qualidade e na credibilidade do produto. O biodiesel brasileiro é referência, mas precisamos aprimorar continuamente padrões, controles e comunicação com clientes e consumidores. A qualidade deixa de ser apenas um requisito técnico e passa a ser um eixo estruturante da nossa atuação institucional.


A AliançaBiodiesel também sinaliza maturidade política do setor. Divergências naturais existem, mas o que nos une é maior: a defesa do biodiesel como instrumento de desenvolvimento, sustentabilidade e competitividade internacional.


Num cenário de transição energética global, o Brasil tem vantagem comparativa clara. Temos escala agrícola, tecnologia, capacidade industrial e experiência regulatória. O que precisamos é coordenação estratégica. E é exatamente isso que estamos construindo.


A AliançaBiodiesel não é apenas uma soma de entidades. É a consolidação de uma visão comum para ampliar mercados, fortalecer a cadeia produtiva e posicionar o biodiesel brasileiro como protagonista na economia de baixo carbono.


Unidos, somos mais fortes. E o setor de biodiesel, organizado e coeso, será ainda mais relevante para o Brasil.


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NOTA PÚBLICA DE APOIO

AGRONEX manifesta apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República diante da escalada de insegurança jurídica no campo brasileiro


A Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia (AGRONEX), entidade representativa de produtores rurais, trabalhadores, assentamentos sociais e empreendedores da região, vem a público manifestar seu apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.


O posicionamento decorre da grave realidade enfrentada atualmente no Extremo Sul da Bahia, uma das regiões mais tensionadas do Brasil no que diz respeito à segurança jurídica, ao direito de propriedade e à paz no campo.

Conforme amplamente documentado pela entidade, a região vive, desde 2022, uma sucessão de invasões violentas de propriedades rurais, já ultrapassando dezenas de ocorrências, acompanhadas de ameaças, destruição patrimonial, deslocamento forçado de famílias produtoras e episódios de extrema violência, inclusive com mortes recentes de produtores rurais. O cenário instalado é de verdadeiro colapso da autoridade estatal, com impactos diretos sobre a economia regional, o emprego e a segurança das comunidades locais.


A assinatura da Portaria Declaratória nº 1073/2025, que ampliou áreas sob contestação fundiária sem a devida segurança jurídica e em desacordo com parâmetros legais já definidos, agravou ainda mais o ambiente de conflito, ampliando a sensação de abandono vivida pelos produtores e cidadãos da região.


Diante desse quadro, torna-se evidente a necessidade de uma liderança nacional capaz de restabelecer o equilíbrio institucional, garantir o respeito à Constituição Federal e assegurar que conflitos fundiários sejam tratados dentro da legalidade, sem violência, arbitrariedade ou estímulo político à instabilidade social.


Nesse contexto, a AGRONEX reconhece no senador Flávio Bolsonaro as credenciais necessárias para liderar esse processo de pacificação nacional.

Por sua trajetória pública e por representar a continuidade de um projeto político que, durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, promoveu previsibilidade regulatória, respeito ao produtor rural e segurança no campo, Flávio Bolsonaro reúne condições concretas para reconstruir a confiança entre Estado e setor produtivo.



O Brasil precisa voltar a oferecer garantias mínimas a quem produz, investe e gera empregos. Não há desenvolvimento possível onde o direito de propriedade é relativizado e onde famílias vivem sob permanente ameaça.

A pacificação do campo brasileiro passa, necessariamente, pela restauração da segurança jurídica, pelo cumprimento da lei e pela atuação firme do Estado contra invasões ilegais e ações que fomentem conflitos.


Por essas razões, a AGRONEX declara seu apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, na convicção de que o país necessita de liderança capaz de devolver estabilidade institucional, proteger o setor produtivo e garantir paz social no meio rural brasileiro.


Mateus Bonfim Mendes

Presidente da Associação do Agronegócio do Extremo Sul da Bahia (AGRONEX)