Governo Lula, PT, avisa que engatilha MP para melar projeto da securitização da dívida do agro

Na prática, o governo do PT quer editar uma MP para revogar uma Lei, estimulado pelo aviso do ministro Gilmar Mendes de que o STF sepultará o que chama de "pautas bombas" do Congresso. O governo do PT e seus aliados, como Mendes e RBS, mentem, porque os recursos não sairão dos valores es5tabelecidos no chamado arcabouço fiscal, mas de fundos já existentes e supridos, portanto não se t5ata de "bomba fiscal"alguma.

 O governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) ou vetar parcialmente o PL 5.122/2023, aprovado pelo Senado, que cria um Refis do Agro. A equipe econômica argumenta que o projeto causará um impacto fiscal extremo, estimado entre R$ 140 bilhões e R$ 800 bilhões.

O texto aprovado permite o alongamento das dívidas de produtores com fundos como o do Pré-Sal, fixando limites por produtor e taxas de juros variáveis, inclusive para débitos fora do sistema financeiro tradicional, como Cédulas de Produto Rural (CPRs) e insumos.O Ministério da Fazenda considera o custo impraticável e estuda a edição de uma MP com regras mais restritas. O governo quer focar apenas em operações de crédito rural tradicionais e em produtores com comprovação de perda de safra, excluindo grandes devedores, tradings e revendas de insumos.

O projeto de lei aguarda tramitação na Câmara dos Deputados.

Cardiopatia congênita: 30 mil crianças nascem todos os anos com a doença

90% dos casos podem ser descobertos ainda na gestação ou no início da vida 

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 30 mil crianças nascem todos os anos com algum tipo de cardiopatia congênita no Brasil, sendo que 40% delas precisarão de cirurgia ainda no primeiro ano de vida. Por isso, neste Dia Nacional de Conscientização da Cardiopatia Congênita, celebrado em 12 de junho, o Hospital Pequeno Príncipe, maior e mais completo hospital pediátrico do país e referência nacional em cardiologia, reforça a importância do diagnóstico precoce, ainda durante a gestação ou nas primeiras horas após o nascimento.

 A cardiologista pediátrica Cristiane Binotto explica que as cardiopatias congênitas são alterações estruturais no coração que ocorrem no período embrionário. “O ecocardiograma fetal consegue identificar a maior parte dessas modificações. E o diagnóstico precoce determina a necessidade de procedimentos invasivos no período fetal, neonatal imediato ou tardiamente no primeiro ano de vida ou durante a infância”, ressalta a médica, responsável pelo Serviço de Cardiologia do Hospital.

 Diagnóstico e tratamento 

O diagnóstico precoce é fundamental para garantir a qualidade de vida dos pacientes. Aproximadamente 90% dos casos podem ser descobertos ainda ao longo da gestação ou no início da vida. Além do ecocardiograma fetal, durante o pré-natal, é possível diagnosticar cardiopatias cianóticas por meio do teste do coraçãozinho, que é realizado entre 24 horas e 48 horas, ainda na maternidade. Um avanço significativo foi a sanção da Lei 14.598, em junho de 2023, que garante a realização de ecocardiograma e ultrassonografia para gestantes na rede pública de saúde. 

 Cada caso de cardiopatia congênita é único e tem uma abordagem terapêutica específica indicada pelo médico. O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos em conjunto com o acompanhamento clínico. Mas, em situações mais graves, pode ser indicado o cateterismo, cirurgia cardíaca ou transplante de coração. 

 Sinais de alerta 

O acompanhamento médico desde a gestação é essencial, mas alguns sinais clínicos podem indicar a presença de uma cardiopatia. Ficar atento a esses sintomas pode ajudar a garantir o diagnóstico e o tratamento em tempo hábil.

 Em bebês:

ponta dos dedos e/ou língua roxas;

transpiração e cansaço excessivos durante as mamadas;

respiração acelerada mesmo em repouso;

dificuldade para ganhar peso;

irritação frequente e choro sem consolo.

Em crianças:

cansaço durante atividades físicas e dificuldade de acompanhar outras crianças;

ganho de peso e crescimento abaixo do esperado;

infecções pulmonares frequentes;

lábios roxos e palidez ao brincar;

batimentos cardíacos acelerados;

desmaios.

 Estrutura de referência 

O Hospital Pequeno Príncipe é um dos mais importantes centros brasileiros de cardiologia pediátrica, com estrutura única para atender pacientes com cardiopatias congênitas desde os primeiros dias de vida. Com uma equipe multiprofissional, acolhimento humanizado e tecnologia de ponta, o Serviço de Cardiologia realiza consultas ambulatoriais, exames diagnósticos e tratamentos, incluindo cirurgias cardíacas complexas e transplantes.  O Serviço de Cirurgia Cardiovascular da instituição é referência nacional em cirurgias cardíacas pediátricas, especialmente em bebês com até 30 dias de vida. Em 2025, foram realizadas 6.686 consultas ambulatoriais para pacientes oriundos de 21 estados, 598 cirurgias cardíacas — sendo 78 em recém-nascidos com menos de 1 mês de idade —, 12 transplantes de coração e 34 transplantes de válvulas cardíacas. O Hospital também foi responsável pelo primeiro transplante cardíaco pediátrico de sucesso no Paraná.Entre os destaques do atendimento do Pequeno Príncipe está o Serviço de Eletrofisiologia, pioneiro no país; o Serviço de Hemodinâmica, referência para diagnosticar e tratar disfunções em um procedimento seguro e minimamente invasivo; e o Serviço de Ecocardiograma, exame indolor, mais detalhado e que não expõe o paciente à radiação. Além disso, a instituição conta com a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Cardiologia e equipe multiprofissional altamente capacitada para atender a população infantojuvenil.

Sobre o Pequeno Príncipe

Com sede em Curitiba (PR), o Hospital Pequeno Príncipe é o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil. Há mais de cem anos, a instituição filantrópica e sem fins lucrativos oferece assistência hospitalar humanizada e de alta qualidade a crianças e adolescentes de todo o país. Referência nacional em tratamentos de média e alta complexidade, realiza transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea, além de atuar em 47 especialidades e áreas de assistência em pediatria, com equipes multiprofissionais.

Com 369 leitos, sendo 76 de UTI, o Hospital promove 76% dos atendimentos via Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, realizou 258 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil procedimentos cirúrgicos e 308 transplantes. Reconhecido como hospital de ensino desde a década de 1970, já formou mais de dois mil especialistas em diferentes áreas da pediatria.

Junto com a Faculdades Pequeno Príncipe e com o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, compõe o Complexo Pequeno Príncipe. Essa atuação em assistência, ensino e pesquisa — conforme o conceito Children’s Hospital, adotado por grandes centros pediátricos do mundo — tem transformado milhares de vidas anualmente, garantindo-lhe reconhecimento internacional. 

No ano passado, o Pequeno Príncipe foi listado como um dos 70 melhores hospitais do mundo que atuam com pediatria (ou que atendem crianças) no ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek, o que o colocou, pelo quinto ano consecutivo, como o melhor hospital exclusivamente pediátrico da América Latina. Também em 2025, foi reconhecido como Hospital de Excelência pelo Ministério da Saúde por meio de certificação concedida a instituições que cumprem critérios técnicos rigorosos na assistência.

Desde 2019, o Pequeno Príncipe é participante do Pacto Global e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas. 

  O site O Antagonista em associação com Real Big Data, divulgaram os resultados de pesquisa de opinião pública para avaliar a percepção dos brasileiros sobre o nome do pai do Pix. A pesquisa é estapafúrdia, porque seria o mesmo que perguntar se a lua é satélite da terra. Isto porque o pai do Pix é o governo Bolsonaro, uma das 4 opções apresentadas para o pesquisado, que foram: Governo Bolsonaro, Governo Lula, Banco Central, governo Michel Temer. Enfiar o Banco Central no meio foi uma idiossincrasia esperta para confundir. Embora o Pix tenha sido criado e implementado pelo governo Bolsonaro, os resultados da 






Pesquisa Realtime Big Data divulgada nesta sexta-feira, 12, indica quem os brasileiros consideram o maior responsável pelo sucesso do sistema de pagamentos Pix. O levantamento foi feito a pedido de O Antagonista, parceiro do instituto de pesquisa no Lulômetro e no Oráculo.


O instituto apresentou quatro opções para os 1.500 eleitores consultados de 10 a 11 de junho: Banco Central, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o presidente Lula e o ex-presidente Michel Temer.


Para 39%, a resposta é Banco Central, autarquia que criou e administra o sistema de pagamentos.


Banner de disclaimer: Esse é um conteúdo de degustação do Oráculo

Na sequência, aparece, com 23%, Bolsonaro, que governava o país quando o Pix foi lançado, em 2020. Apesar de o ex-presidente ter demonstrado em público que não sabia do que a ferramenta se tratava na época do lançamento, ele capitalizou em cima de seu sucesso durante o governo.


Lula, que posa agora de defensor do sistema de pagamentos diante da ameaça de imposição de tarifas pelo governo Donald Trump, foi mencionado por 16%, e Temer, que governava o Brasil quando o projeto do Pix começou a ser tocado, apareceu com apenas 2%.


Outros 20% não souberam responder. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais.

Lula anuncia crédito para entregadores e cobra capacete 'de brinde'

Programa financiará motos, ciclomotores e bicicletas elétricas e prevê juros de 12,5% ao ano para homens e 11,5% para mulheres

Trata-se do Move Brasil – Entregadores e Motoapp, programa de crédito voltado a entregadores, motofretistas, mototaxistas e trabalhadores da mobilidade urbana, com financiamento para motos, motonetas, ciclomotores e bicicletas elétricas zero-quilômetro, além de cobrança pública para que fabricantes ofereçam capacete “de brinde” a cada veículo vendido.

A linha de crédito terá garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), prazo de até 48 meses e dois meses de carência para o início do pagamento. 

Crédito terá garantia do governo

O Move Brasil – Entregadores e Motoapp permitirá o financiamento de um veículo por beneficiário. Poderão ser compradas bicicletas elétricas, motonetas, ciclomotores, motos elétricas e motos flex, desde que os modelos sejam zero-quilômetro e atendam aos critérios de produção nacional ou estejam vinculados a projeto de investimento para fabricação no Brasil.Segundo as regras anunciadas, podem participar entregadores ciclistas e motociclistas cadastrados em plataformas de aplicativo há pelo menos seis meses, com no mínimo 100 corridas ou entregas realizadas. Também poderão acessar a linha ciclistas, motofretistas e mototaxistas profissionais com carteira assinada há pelo menos seis meses na mesma empresa.

As condições financeiras do programa terão taxas diferenciadas. Para homens, os juros serão de 12,5% ao ano, o equivalente a 0,99% ao mês. Para mulheres, a taxa será de 11,5% ao ano, correspondente a 0,91% ao mês.



Governo tenta barrar securitização e reacende embate com o agro: “A verdadeira pauta-bomba é abandonar quem produz”, diz Zucco

 Governo tenta barrar securitização e reacende embate com o agro: “A verdadeira pauta-bomba é abandonar quem produz”, diz Zucco


A aprovação da securitização das dívidas rurais pelo Senado Federal marcou um dos momentos mais importantes dos últimos anos para o setor agropecuário brasileiro. A proposta, que cria mecanismos de financiamento de longo prazo para a reestruturação das dívidas dos produtores rurais, foi recebida como uma esperança por milhares de agricultores que enfrentam uma sequência de crises provocadas por estiagens, quebras de safra e eventos climáticos extremos.


Agora, a atenção do setor se volta para a Câmara dos Deputados, onde a matéria precisará ser novamente analisada após as alterações promovidas pelos senadores. Nos bastidores de Brasília, porém, cresce a preocupação diante das articulações do governo federal para impedir o avanço da proposta.


Para o deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), um dos principais defensores da securitização no Congresso Nacional, a resistência do Planalto revela um distanciamento da realidade vivida por quem produz no campo.

“Chamar a securitização de pauta-bomba é desconhecer completamente a realidade de quem produz e sustenta a economia brasileira. Não estamos falando de perdão de dívida, nem de dinheiro dado. Estamos falando de financiamento de longo prazo para que milhares de produtores rurais possam reorganizar suas finanças, honrar seus compromissos e voltar a produzir alimentos para o Brasil e para o mundo”, afirmou.


Segundo Zucco, o projeto é uma resposta necessária à situação excepcional enfrentada pelos produtores gaúchos e de diversas regiões do país.

“No Rio Grande do Sul, além da maior tragédia climática da nossa história, os produtores vêm acumulando prejuízos de anos de estiagem, perdas de safra e aumento dos custos de produção. Muitos estão à beira do colapso financeiro. E ainda temos um drama adicional: mais de 40 produtores tiraram a própria vida pela completa falta de sensibilidade do governo Lula. A securitização não é um benefício. É uma ferramenta de recuperação econômica.”


O parlamentar também rebate a narrativa de que a medida representaria um impacto fiscal descontrolado para o país.

“A verdadeira pauta-bomba não está no campo. A verdadeira pauta-bomba é o desequilíbrio fiscal provocado por um governo que aumentou gastos, ampliou despesas sem planejamento, acumula sucessivas crises de gestão e não consegue apresentar um projeto consistente de crescimento para o Brasil. Pauta-bomba são os escândalos que precisam ser investigados, os rombos nas estatais e a incapacidade de controlar as contas públicas.”


Zucco lembra que o próprio governo federal criou programas de renegociação de dívidas para diferentes setores da sociedade e questiona por que o mesmo tratamento não pode ser concedido aos produtores rurais.

“O governo criou o Desenrola para ajudar milhões de brasileiros a reorganizarem suas finanças. Criou linhas de crédito e programas de apoio para diversos segmentos da economia. Quando chega a vez do setor produtivo, especialmente do agro, passa a chamar de pauta-bomba. Isso não é coerência.”


Na avaliação do deputado, a securitização pode ser comparada a um grande programa de recuperação financeira voltado ao campo.

“O que estamos propondo é uma espécie de Desenrola para quem produz, gera empregos, arrecada impostos e sustenta a economia dos municípios. Não é anistia. Não é perdão. É uma oportunidade para que o produtor volte a ter capacidade de investimento, mantenha sua atividade e continue contribuindo para o desenvolvimento do país.”


O parlamentar afirma que a rejeição à proposta causa estranheza justamente por atingir um dos setores mais importantes da economia nacional.

“O produtor rural não está pedindo privilégio. Está pedindo condições para continuar trabalhando. Fica difícil não enxergar uma enorme má vontade contra o agro brasileiro quando se tenta impedir uma medida que busca preservar a produção, proteger empregos e garantir a sobrevivência econômica de milhares de famílias.”


Para Zucco, os efeitos da securitização vão muito além das porteiras das propriedades rurais.

“Quando um produtor quebra, não é apenas uma fazenda que fecha as portas. Perdem os municípios, perdem as cooperativas, perde o comércio local, perde a indústria e perde a arrecadação. O agro movimenta cadeias inteiras da economia brasileira.”


O deputado conclui afirmando que a mobilização seguirá forte até a votação definitiva da proposta na Câmara.

“Quem produz não quer favor do governo. Quer apenas condições para continuar trabalhando. Defender a securitização é defender empregos, arrecadação, produção de alimentos e desenvolvimento. O verdadeiro custo para o Brasil seria abandonar o produtor rural à própria sorte. Essa, sim, seria uma pauta-bomba para o país.”

Governo quer editar MP para vetar projeto que securitiza dívida do agro

 O governo federal estuda editar uma Medida Provisória (MP) ou vetar parcialmente o PL 5.122/2023, aprovado recentemente pelo Senado, que cria um Refis do Agro. A equipe econômica argumenta que o projeto causará um impacto fiscal extremo, estimado entre R$ 140 bilhões e R$ 800 bilhões.Acompanhe os detalhes das discussões e o avanço das novas tecnologias no campo:Impasse sobre as Dívidas RuraisO Projeto do Senado: O texto aprovado permite o alongamento das dívidas de produtores com fundos do Pré-Sal, fixando limites por produtor e taxas de juros variáveis, inclusive para débitos fora do sistema financeiro tradicional, como Cédulas de Produto Rural (CPRs) e insumos.A Reação do Governo: O Ministério da Fazenda considera o custo impraticável e estuda a edição de uma MP com regras mais restritas. O governo quer focar apenas em operações de crédito rural tradicionais e em produtores com comprovação de perda de safra, excluindo grandes devedores, tradings e revendas de insumos.Próximos Passos: O projeto de lei aguarda tramitação na Câmara dos Deputados. Paralelamente, o governo busca acordo para viabilizar uma MP. Você pode acompanhar a tramitação atualizada na página do Senado Federal.

Davi Alcolumbre

 A revista Veja revelou que a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, acusa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de receber US$ 30 milhões em propina (aproximadamente R$ 153,5 milhões). 

De acordo com as informações publicadas pela revista Veja, a quantia milionária teria sido depositada em uma conta secreta no exterior.

Os repasses teriam ocorrido em troca de apoio político e articulação do senador para defender demandas e pautas de interesse do Banco Master. 

A transação teria sido intermediada financeiramente por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.Outros 

A nova versão da proposta de delação de Vorcaro também incluiu menções a outros nomes da política e dos Três Poderes:

- PT da Bahia e Rui Costa: o ex-banqueiro mencionou as relações de negócios e o funcionamento do sistema de empréstimo consignado CredCesta, voltado para servidores públicos estaduais na Bahia, citando o ministro da Casa Civil e ex-governador Rui Costa (embora sem especificar valores de propina nessa parte).
- Ciro Nogueira: em uma reformulação dos anexos, pagamentos que antes eram justificados como "relação de amizade" passaram a ser admitidos pelo banqueiro como repasses ilegais.