O STF vai de novo para cima da Oposição e ajuda Lula

 Sai de novo de dentro do STF outro ataque à Oposição, tudo às vésperas do início da campanha eleitoral.

Ele nem pensa em se considerar impedido.

A Polícia Federal do presidente nomeado Lula da Silva e a serviço do ministro nomeado por Lula e seu ex-ministro da Justiça, Flávio Dino,  sacaram novas vilanias contra a Oposição e com elas acusam o presidente nacional do PL,  Valdemar Costa Neto, de atuar como mandante no redirecionamento de emendas sem mandato. O ministro disse que há desvio de R$ 119,2 milhões de emendas e por isto bloqueou bens em igual valor, todos de Costa Neto.

A PF prendeu busca e apreensão e prisão do presidente nacional do PL, mas Dino não consentiu.

O presidente nacional do PL nega tudo, exige provas e diz que se trata de perseguição política às vésperas da campanha eleitoral, visando prejudicar os candidatos do Partido.

A investigação da Operação Transparência aponta que servidores da Câmara dos Deputados colaboraram para redirecionar pelo menos 21 emendas em benefício de Vaval. Mensagens encontradas pela PF sugerem movimentações irregulares e indicam responsabilidade criminal em tese.

CLIQUE AQUI para ler o despacho de Dino.

Varejo recua 1,4% em junho sob impacto do Mundial de futebol, aponta IICV

Estudo da Seed Digital mostra que nem o desempenho positivo do Dia dos Namorados foi suficiente para compensar a redução do fluxo de consumidores durante os jogos do Brasil

 O varejo físico brasileiro interrompeu em junho a sequência de crescimento observada nos dois meses anteriores. O Índice de Intenção de Compra do Varejo (IICV SEED) registrou retração de -1,4% em relação ao mesmo período de 2025, resultado que nem mesmo o bom desempenho do Dia dos Namorados foi capaz de reverter.

Os dados fazem parte do Índice de Intenção de Compra do Varejo (IICV Seed), levantamento mensal realizado pela Seed Digital com base em mais de 58 milhões de visitantes monitorados mensalmente em milhares de lojas em todo o Brasil.

Embora a principal data comercial do mês tenha impulsionado o varejo na primeira quinzena, com crescimento de 7,0% entre os dias 5 e 12 de junho na comparação anual os jogos do Brasil alteraram a rotina dos consumidores e reduziram a circulação de pessoas nas lojas durante a segunda metade do mês.

"O resultado de junho mostra que datas comemorativas continuam sendo importantes para estimular o consumo, mas também evidencia como eventos de grande mobilização nacional podem alterar temporariamente o comportamento do consumidor. Tivemos um mês dividido em duas realidades bastante distintas", afirma Sidnei Raulino, CEO e fundador da Seed Digital.

Jogos do Brasil derrubam o movimento

O IICV Seed de junho apontou que a influência dos jogos da Seleção Brasileira sobre o varejo ficou evidente. Na estreia, realizada em um sábado (13), o fluxo de consumidores caiu 17,9%. Na segunda partida, disputada em uma sexta-feira à noite (19), a retração chegou a 28,8%. O terceiro confronto, na quarta-feira (24), registrou queda de 26,0%. Por fim, na partida realizada na segunda-feira (29), foi o impacto mais intenso do mês, com redução de 36,3% no fluxo das lojas.

Lojas de rua e shoppings registram retração semelhante

Os dois principais formatos do varejo apresentaram desempenho bastante próximo em junho. As lojas de rua encerraram o mês com retração de 1,4%, enquanto os shopping centers registraram queda de 2,0%.

Centro-Oeste é a única região a crescer

Regionalmente, o Centro-Oeste foi a única região do país a registrar crescimento em junho, com alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

As demais regiões encerraram o período em queda: Sul (-1,3%), Sudeste (-1,4%), Nordeste (-4,3%) e Norte (-4,7%).

Julho exigirá atenção redobrada do varejo

A expectativa da Seed Digital é que julho continue exigindo adaptação por parte dos varejistas. A combinação entre as férias escolares e as mudanças climáticas deve influenciar diretamente a dinâmica de consumo nas próximas semanas. Enquanto o período de férias redireciona parte do orçamento das famílias para turismo, lazer e entretenimento, as temperaturas acima da média podem alterar a demanda por diferentes categorias de produtos.

"Julho reúne fatores que exigem rapidez na tomada de decisão. Mais do que acompanhar indicadores, o varejo precisará entender como o consumidor está reorganizando seus hábitos de compra para aproveitar as oportunidades e minimizar perdas", conclui Raulino.

 Sobre a Seed Digital 

A Seed Digital é uma empresa de tecnologia com foco em Inteligência de Mercado. Tem como missão impulsionar a estratégia de seus clientes no varejo físico, gerando dados e conclusões confiáveis para que pessoas e empresas possam tomar decisões e otimizar seus resultados. Fundada em 2014, tornou-se uma empresa especializada em análise de dados, com sua tecnologia de inteligência artificial presente em mais de 6 mil pontos de venda, mais de 58 milhões/mês de visitantes capturados em todos os estados brasileiros. Mensalmente, a Seed Digital produz e divulga o IICV Seed (Índice de Intenção de Compra do Varejo).

Opinião

 Considerando-se o período posterior à Constituição de 88, Estadão e seus patrocinadores da banca e os empresários patrimomnialistas paulistas manobraram todos os presidentes alinhados aos seus interesses, no caso Sarney, FHC, Lula, Dilma Temer e novamente Lula. Color e Bolsonaro tentaram quebrar a escrita 

O Estadão destila ódio por todos os poros do seu jornalão, hoje, ao investir de modo delinquente contra o candidato Flávio Bolsonaro, porque o verdadeiro temor de todos eles é Jair Bolsonaro.

Por trás das venenosas críticas quanto à competência do senador, o que conta de verdade no conteúdo canalha do jornal é a sua submissão aos interesses dos seus aliados, no caso os empresários patrimonialistas paulistas, gente das empresas e bancões que se cevam do dinheiro público desde 1500 e que não querem largar as generosas tetas nas quais se locupletam em desfavor dos concorrentes e demais forças econômicas e políticas dos Estados, aos quais sugam como ventosas abertas.

Essa gente pulha sabe que os espera com Flávio algo mais daquilo que abominaram nas reformas civilizatórias econômicas, sociais e políticas empreendidas por Jair Bolsonaro.

A aposta deles continua sendo em quem atenda os seus interesses pluatocratas

Artigo, especial - A anatomia de um ataque coordenado

Ontem, as páginas de opinião e os editoriais dos jornais tradicionais amanheceram coordenados . O alvo, mais uma vez, foi o senador Flávio Bolsonaro, criticado pela Faria Lima por assumir a linha de frente e defender os interesses comerciais do Bra sil, em Washington, diante da ameaças de sobretaxas americanas, fruto de ações e omissões do governo Lula nos últimos anos. Em condições normais, as manchetes deveriam questionar quem não cumpriu a sua obrigação – o governo Lula, que se recusou a participar da audiência. Para compreender a linha editorial de veículos como O Estado de S. Paulo, basta analisar quem financia a operação de um jornal que acumulou um déficit de R$ 16,8 milhões no balanço de 2025. Documentos recentes revelam que grandes ins tituições do setor financeiro — como Itaú, Bradesco e Santander — lideraram um aporte de R$ 142,5 milhões em debêntures da publicação, garantindo assento no conselho de administração e interferência direta na gestão corporativa. O jornalis mo econômico tradicional atende aos interesses de quem assina o cheque. A narrativa fica protegida por questões comerciais, e isso, definitivamente, passa longe de jornalismo. Diante disso, o questionamento necessário talvez seja: o que a Faria Lima, que ata ca quem defende o Brasil, produz para o desenvolvimento nacional? O retorno obtido pelo setor financeiro é de conhecimento público: os bancos ope rando no mercado brasileiro atingiram o lucro recorde histórico de R$ 255 bilhões em 2025, de acordo com dados oficiais do Banco Central. Esse resultado decorre de uma política macroeconômica desenhada para proteger o rentismo. O governo Lula atua como o principal parceiro comercial das instituições financei ras ao manter a taxa básica de juros em patamares elevados, encarecer as linhas de crédito livre e incentivar o endividamento via crédito consignado. Mesmo inicia tivas anunciadas como soluções sociais operam, no fundo, como mecanismos de transferência de renda pública para o balanço dos bancos. É o caso das edições do programa Desenrola. Enquanto a primeira fase elevou o endividamento geral, o for mato atual utiliza até 20% do saldo do FGTS do trabalhador ou o limite de R$1.000 como garantia direta para cobrir calotes bancários. Os bancos nunca perdem. O ataque coordenado ao líder da oposição reflete o temor de uma quebra de pa radigma na política econômica brasileira. O ecossistema financeiro tolera falhas e omissões institucionais, desde que os seus privilégios sejam preservados. O risco real para a Faria Lima é a ascensão de uma liderança focada no setor produtivo e no poder de compra real das pessoas. O medo é que com Flávio na condução eco nômica do país, a engrenagem que garante lucros bilionários sem contrapartida de desenvolvimento nacional deixará de funcionar com a mesma facilidade que opera hoje. E, claro, a imprensa também está desesperada com a nova “ameaça”, afinal, nos 4 anos de governo de Jair Bolsonaro, a publicidade oficial também teve as torneiras fechadas e o comércio de “opinião” foi sufocado. A Faria Lima e as redações que ela financia sabem exatamente o que está em jogo. O medo deles é de um projeto nacional que priorize quem trabalha e produz, e não o lucro de quem vive de especulação. Esse desespero coordenado é a prova defini tiva de que a oposição está no caminho certo. E fica a pergunta incômoda: O que a Faria Lima faz pelo desenvolvimento do Brasil

Já é réu por tentativa de homicídio o vereador mais votado de Passo Fundo

Denúncia do Ministério Público foi recebida pela Justiça; caso será analisado pela Vara do Júri e parlamentar terá direito à ampla defesa.

CLIQUE AQUI para examinar a íntegra de despacho do magistrado e no qual nega pedido de segredo de justiça formulado pela defesa. No despacho, o juiz também resume o caso.

O vereador Giordani “Gio” Krug Campos Ramos, reeleito em 2024 como o candidato mais votado de Passo Fundo, passou a responder a uma ação penal por tentativa de homicídio após a Justiça receber denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. O processo tramita na 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal do Júri da Comarca de Passo Fundo.  

Segundo a denúncia, o fato investigado ocorreu na madrugada de 21 de outubro de 2024, apenas 15 dias após Gio Krug conquistar a reeleição como o vereador mais votado da cidade. Na ocasião, ele já exercia mandato na Câmara Municipal, tendo sido eleito vereador pela primeira vez em 2020. De acordo com o Ministério Público, o vereador teria efetuado disparos de arma de fogo contra Felipe Alves de Assis, na Rua Coronel Camisão, na Vila Cruzeiro, em Passo Fundo. Conforme a acusação, a vítima sofreu múltiplas fraturas na face, mandíbula, ossos nasais e outras lesões graves, mas conseguiu sobreviver após fugir do local e receber atendimento médico.  Na denúncia, o promotor de Justiça afirma que o crime somente não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade do acusado, razão pela qual imputou a prática de tentativa de homicídio, prevista no artigo 121 do Código Penal, combinado com o artigo 14, inciso II. A Promotoria também pediu que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 20 mil em favor da vítima.  

Ao analisar o caso, o juiz da 1ª Vara Criminal Especializada em Júri concluiu que havia elementos suficientes para o recebimento da denúncia, destacando que, nesta fase inicial do processo, existiam indícios de autoria e prova da materialidade do fato extraídos do inquérito policial, do laudo pericial e dos depoimentos colhidos durante a investigação. Com isso, a ação penal foi instaurada e o vereador passou à condição de réu.

 

Endividamento dos gaúchos

  O aumento do endividamento dos gaúcho, que atingiu 87% das famílias gaúchas, é impulsionado por uma combinação de fatores, com destaque para os juros elevados, a dependência do cartão de crédito, os emnpréstimos abusivos e a pressão inflacionária e os severos impactos socioeconômicos causados pelas recentes enchentes e secas no estado.

Não é pouco.

Por trás dos 4 dos 5 motivos estão as ações populistas, demagógicas e incompetentes do atual governo do PT

O fenômeno é severamente agravado pelas seguintes razões:Impacto das crises climáticas: A sucessão de desastres climáticos, incluindo as enchentes históricas e as secas, destruiu patrimônios e fontes de renda, obrigando muitos trabalhadores informais, pequenos empreendedores e produtores rurais a recorrerem a empréstimos emergenciais apenas para cobrir despesas básicas e tentar se reerguer.

Juros altos: A taxa Selic em patamar elevado encarece o custo do crédito em todo o país. Isso dificulta o pagamento das parcelas e faz com que dívidas antigas se multipliquem rapidamente, alongando o tempo necessário para as famílias saírem do vermelho.

Uso massivo do cartão de crédito: Segundo dados da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), o cartão de crédito e os carnês são as modalidades de dívida mais expressivas entre os gaúchos. A perda do poder de compra faz com que muitas famílias utilizem o cartão como extensão do orçamento para comprar itens essenciais, caindo no ciclo do crédito rotativo

Baixa renda e custo de vida: O aperto financeiro atinge de forma mais intensa as famílias com rendimento de até 10 salários mínimos. Com a inflação pesando na cesta de compras e nos serviços essenciais, sobra menos dinheiro no fim do mês, o que leva ao atraso de contas e ao acúmulo de inadimplência.

Endividamento do setor rural: Para os produtores, a repetição de quebras climáticas nas safras gerou um enorme volume de "dívidas estressadas" (bilhões de reais), restringindo o acesso a novos financiamentos.

Apostas online (bets): Fenômeno recente em todo o Brasil, o avanço das apostas virtuais também tem sido apontado por especialistas e órgãos de proteção ao crédito como um agravante no descontrole do orçamento doméstico