morrem de coqueluche na Terra Yanomami.  Ministério da Saúde 


Criada na década de 1930 e aperfeiçoada por volta de 2005, a vacina contra a coqueluche tem se mostrado eficaz na prevenção da doença. Mas  no Brasil, especialmente entre as comunidades indígenas, a verdade é outra, especialmente na Terra Yanomami.

O Ministério da Saúde registrou ao menos oito casos da doença na região do polo base de Surucucu.

O deputado federal e médico Osmar Terra (PL-RS), cumpre seu sétimo mandato, critica:

- A vacina para coqueluche é daquelas testadas longamente e é eficaz….não fizeram? Por quê? Com o agravamento dos casos, o Ministério da Saúde enviou uma equipe, de forma emergencial, ao território com  um médico, técnico de enfermagem, enfermeiro e socorrista que devem atuar na unidade de Surucucu. Os casos e as mortes poderiam se evitadas se o ministro fosse mais competente na vacinação preventiva

Pontos centrais do que muda com a decisão da Corte Suprema

A  decisão da Suprema Corte dos EUA, que limitou por 6 a 3 o uso da lei de emergência (IEEPA) para a imposição de tarifas, altera o tabuleiro do comércio internacional. A medida retira o "superpoder" do Executivo de taxar por decreto, devolvendo o protagonismo ao Congresso e prometendo um ambiente de maior previsibilidade.

 Isto é o que mandou dizer ao editor o economista e professor de Administração Rodrigo Barreto, da FEI.

 Eis o que o professor coloca como pontos centrais resultantes da decisão da Corte Suprema

O fim da "era dos decretos" - por que a devolução do poder ao Congresso reduz o risco de tarifas inesperadas e como isso beneficia cadeias globais de produção?

Impacto no Brasil - o canal de transmissão não é apenas comercial, mas financeiro. Como a discussão sobre o reembolso de tarifas nos EUA pode pressionar o debate fiscal americano, afetando os juros longos e, consequentemente, o apetite ao risco e o valor do dólar frente ao real?

Guerra Tarifária 2.0 - por que é prematuro celebrar o fim das tensões? A tendência agora é a migração de tarifas generalizadas para medidas setoriais e pontuais, mantendo o ambiente sob vigilância;

Eficiência Econômica - a visão da literatura econômica de que tarifas amplas funcionam como impostos indiretos que punem, ironicamente, o consumidor e as empresas do próprio país que as impõe.

Sobre a FEI:

Com mais de oito décadas de tradição, a FEI se destaca entre as instituições de Ensino Superior no Brasil nas áreas de Administração, Ciência da Computação, Ciência de Dados e Inteligência Artificial e Engenharia. Referência em gestão, inovação e tecnologia, a FEI já formou mais de 60 mil profissionais e tem como propósito proporcionar conhecimento aos seus alunos por todos os meios necessários, visando à construção de uma sociedade desenvolvida, humana, sustentável e justa, por meio do ensino, pesquisa e extensão.  A FEI faz parte da Companhia de Jesus e oferece cursos de Administração, Ciência da Computação, Ciência de Dados e Inteligência Artificial e Engenharias – habilitações em Engenharia Civil; Engenharia de Automação e Controle; Engenharia de Produção; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica e Engenharia Mecânica com ênfase Automobilística; Engenharia Química e a primeira graduação em Engenharia de Robôs do País, sendo o maior polo educacional de robótica inteligente da América Latina. 

 A FEI participou da formulação das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Engenharia e Administração, propondo ao Ministério da Educação conceitos de interdisciplinaridade e empreendedorismo, que fazem com que os alunos tenham uma formação mais ampla e alinhada com as transformações tecnológicas. 


Artigo, especial, Roberto Rech - As eleições 2026 e o “Círculo de Ouro”

- Roberto Rech é graduado em Administração Legislativa, possui MBA em Marketing e Publicidade com Washington Olivetto e é pós-graduado em Marketing e Gestão de Pessoas

Todos aqueles que pretendem concorrer a cargos eletivos em 2026 devem estar atentos às informações disponíveis e que precisam ser consideradas para a obtenção de votos e apoio eleitoral. Infelizmente, muitas dessas orientações são oferecidas a peso de ouro pelos chamados consultores eleitorais.


Como alguém que acompanha inúmeras eleições — tendo, inclusive, publicado livros no campo do marketing político-eleitoral — quero disponibilizar aos pré-candidatos e assessores uma dica preciosa, baseada na teoria conhecida como “Círculo de Ouro”, desenvolvida pelo conferencista e escritor americano Simon Sinek, apresentada no livro Start With Why (Comece Pelo Porquê).


As pessoas não compram o que você faz, mas sim o porquê você faz. Segundo Sinek, isso é comprovado pela biologia. Líderes políticos inspiram a partir do propósito. Esse “porquê” não é o voto — o voto é apenas o resultado. O verdadeiro “porquê” refere-se ao motivo pelo qual o político existe, ao seu propósito, ao que ele acredita e à razão da sua atuação pública.


Sinek percebeu que todos os líderes e organizações inspiradores do mundo pensam, agem e se comunicam da mesma forma. A partir dessa constatação, desenvolveu o chamado Círculo de Ouro, que funciona em três níveis simples:


O que você faz


Como você faz


Por que você faz


Para ele, as pessoas acreditam no que você acredita, e não apenas no que você vende. Nessa linha, destaca-se a ideia de que o objetivo não é apenas contratar pessoas que precisam de um emprego, mas sim pessoas que acreditam no mesmo propósito. Quando isso acontece, elas não trabalham apenas por remuneração, mas por convicção.


Da mesma forma, eleitores não votam apenas na figura do político: votam em suas causas, nos valores que ele representa e naquilo em que ele acredita.


Pense nisso. E, desde já, boa campanha.



Excesso de tempo online prejudica a saúde mental

 O excesso de tempo online prejudica a saúde mental ao aumentar riscos de ansiedade, depressão e baixa autoestima, impulsionados pela comparação social e FOMO (medo de perder algo). Pode causar redução da matéria cinzenta, déficit de atenção, fadiga cognitiva, isolamento social e distúrbios do sono devido à luz azul. 

Aqui estão os principais efeitos detalhados:

Impacto Cognitivo e Estrutural: Estudos indicam que o uso exagerado de telas pode diminuir o volume da matéria cinzenta, afetando a memória, a regulação emocional e acelerando o envelhecimento cognitivo. Também reduz a capacidade de concentração e aprendizado.

Saúde Mental e Emocional: A exposição constante a "vidas perfeitas" nas redes sociais gera sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão. O vício em jogos (gaming disorder) é reconhecido como transtorno pela OMS.

Distúrbios do Sono: A luz azul emitida por telas inibe a melatonina, o hormônio do sono, resultando em insônia e má qualidade de repouso.

Isolamento e Relações Sociais: O tempo online substitui interações reais, provocando paradoxalmente solidão e enfraquecimento das habilidades sociais.

FOMO (Fear of Missing Out): O medo de perder novidades gera a necessidade de verificar notificações constantemente, aumentando a ansiedade. 

Blog Sabin

Blog Sabin

 +6

Para proteger a saúde mental, recomenda-se estabelecer horários de desconexão, limitar o tempo nas redes sociais e priorizar atividades offline.

Artigo, Felipe Vieira - Poder, crítica e coerção: o precedente que inquieta o meio jurídico brasileiro

- O jornalista gaúcho Felipe Vieira é âncora do principal jornal da Band TV.

 

“É surreal o que está acontecendo.” A frase circula em grupos de WhatsApp formados por juristas e professores de Direito, refletindo a perplexidade que o episódio envolvendo a intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, passou a provocar em setores relevantes do meio jurídico. Não se trata apenas de divergência política ou retórica pública. Trata-se de um debate sobre limites de poder, liberdade de crítica e garantias fundamentais.


Eu avisei. No artigo “Paulo Gonet, o silente”, o alerta já estava posto: quando instituições de controle hesitam diante de episódios sensíveis que envolvem o topo do poder, o problema deixa de ser apenas jurídico e passa a ser estrutural. O silêncio seletivo gera um efeito corrosivo — desloca o fiscal da lei para a posição de espectador do poder.


O ponto factual é objetivo: Cabral, criticou a operação que investiga supostos acessos indevidos a dados fiscais de ministros do Supremo e familiares. Não nominou ministros. Não imputou crime. Não fez acusação formal. Utilizou uma crítica genérica e comparativa, ainda que dura, ao ambiente de fiscalização envolvendo autoridades.


Fez uma crítica institucional, ainda que irônica e politicamente forte. Disse que, no ambiente atual, seria “menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que certas altas autoridades”. A frase é retórica, discutível, exagerada para alguns — mas permanece no campo da opinião. E opinião crítica, por si só, não configura crime.


É justamente esse ponto que tem alimentado o debate entre especialistas. Em discussões reservadas, juristas levantam uma questão básica: Cabral não falou que era alguém do Supremo. Disse “certas altas autoridades”. Não houve individualização, não houve imputação objetiva, não houve acusação formal. Interpretar automaticamente a fala como referência direta a um ministro específico exige uma inferência subjetiva que, do ponto de vista jurídico, não é trivial.


Nesse contexto, outro elemento passou a ser debatido: a própria natureza da intimação. Cabral não é investigado por crime conhecido, não foi formalmente acusado de delito e não imputou fato específico a qualquer autoridade ou instituição. Ainda assim, foi intimado a depor por determinação de um ministro que, paradoxalmente, aparece no centro do ambiente investigativo e do debate público. Para diversos juristas, a situação levanta questionamentos sérios sobre proporcionalidade e conflito de interesse aparente.


Entre especialistas, inclusive, surge uma provocação jurídica recorrente: se não há imputação de fato, nem investigação formal contra o dirigente da entidade, qual seria a base para constrangê-lo a comparecer? Alguns defendem, no plano teórico, que a própria jurisprudência do Supremo garante o direito de questionar atos considerados írritos ou desproporcionais, inclusive por meio de habeas corpus preventivo, especialmente quando há risco de constrangimento sem justa causa.


A resposta amplamente majoritária tende a ser negativa quanto à criminalização de uma crítica genérica. O direito à liberdade de expressão, sobretudo em matéria de interesse público e funcionamento do Estado, possui proteção constitucional robusta. O espaço para crítica a atos de poder — inclusive dura, irônica ou incômoda — é parte essencial de qualquer democracia que se pretenda madura.


Paralelamente, permanece no ar uma pergunta que especialistas têm feito com frequência crescente: por que a ênfase recai com tanta intensidade sobre quem critica ou sobre a origem do vazamento, enquanto questões substantivas relacionadas a contratos, relações e valores associados ao entorno de autoridades — citados no debate público — seguem sem esclarecimentos públicos proporcionais? A seletividade do foco investigativo, ainda que juridicamente justificável, gera desgaste na percepção pública.


O problema central é ainda mais grave: o país passou a naturalizar decisões potencialmente abusivas e arbitrárias sob o rótulo confortável de “heterodoxas” — e, pior, a cumpri-las sem o devido questionamento crítico. Servidores foram surpreendidos com a Polícia Federal à porta, submetidos a medidas cautelares severas, como tornozeleiras eletrônicas, antes mesmo de compreenderem claramente as acusações que pesariam contra eles. Um cenário que remete a um “devido processo legal” digno de Kafka, em que a sanção precede a compreensão formal do suposto ilícito. Tudo isso enquanto permanece sem resposta pública proporcional uma questão que intriga o debate nacional: a existência de um contrato de cerca de R$ 129 milhões envolvendo o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, com o Banco Master citado em investigações sobre fraudes, tema que segue exigindo esclarecimentos transparentes compatíveis com sua gravidade e repercussão pública.


O incômodo, aliás, não se limita ao meio acadêmico. A própria ordem teria gerado desconforto dentro do ambiente do Supremo, justamente por envolver, ainda que indiretamente, dados de outros ministros e familiares. Quando a investigação tangencia múltiplas autoridades da mesma Corte, a exigência de cautela, transparência e distanciamento decisório torna-se ainda mais sensível.


Há ainda uma dimensão simbólica incontornável: quando a autoridade que determina atos investigativos também figura, ainda que indiretamente, como potencial interessada no contexto mais amplo do caso, a percepção pública de imparcialidade é inevitavelmente tensionada. Mesmo que juridicamente defensável em termos formais, a forma da atuação importa tanto quanto o conteúdo.


Isso não significa relativizar o eventual vazamento de dados sigilosos. Se houve acesso ilegal a informações protegidas, a responsabilização deve ser exemplar. O sigilo fiscal é cláusula essencial de proteção do cidadão e do próprio Estado. Investigar acessos indevidos a dados sigilosos é dever das autoridades. Mas outra coisa, completamente distinta, é transformar uma crítica genérica — sem imputação, sem individualização e sem acusação objetiva — em objeto de intervenção estatal com potencial efeito intimidatório.


O caso Moraes x Cabral, portanto, ultrapassa o episódio concreto. Ele se insere em um debate maior sobre liberdade de crítica, limites do poder investigativo e o papel das instituições de controle diante de autoridades de alta hierarquia. Quando a crítica passa a gerar temor de reação estatal desproporcional, o efeito colateral não é apenas jurídico — é democrático.


Porque, no fim, a pergunta que ecoa não é sobre uma frase isolada.


É sobre o precedente que se constrói quando o poder reage à crítica com instrumentos de coerção.


@felipevieirajornalista

Instagram, X, Facebook e YouTube

Imagem: IA

Opinião do editor - Aqui, o lulopetismo usa robôs para defender Lula, lá na Índia, Lula abomina os robôs

Opinião do editor - Aqui, o lulopetismo usa robôs para defender Lula, lá na Índia, Lula abomina os robôs

 No mesmo momento em que os robôs lulopetistas inflam as redes sociais para defender a homenagem dos renegados carnavalescos cariocas ao chefe Lula da Silva, o próprio Lula reclama das redes sociais e pede regulasção internacional delas para salvar a democracia, segundo seu reacionário e ludista discurso feito na Índia. Perfis-robôs foram acionados pelo governo para dar a impressão de que muitos usuários da rede social X (ex-Twitter) estariam fazendo a defesa de Lula (PT) após o desastrado desfile da Escola de Samba Acadêmicos de Niterói, acusada de receber dinheiro para “homenagear” o presidente da República. A constatação é da Brandwatch.

É desfaçatez que não acaba mais.

Lula teve o topete de afirmar que a regulamentação das big techs é uma necessidade para diluir o ...

Opinião do editor - Aqui, o lulopetismo usa robôs para defender Lula, lá na Índia, Lula abomina os robôs

Lula teve o topete de afirmar que a regulamentação das big techs é uma necessidade para diluir o “risco à democracia” da ferramenta. Este discurso ele faz em sintonia com seu consorciado STF, mas sem êxito. O líder retrógrado e senil das esquerdas brasileiras alega que  o modelo de negócios das empresas de alta tecnologia da área de TI incentiva o radicalismo político e que a Iinteligência Artificial tem a capacidade de potencializar a desinformação.

Os brasilleiros já sabem que quem tem essa capacidade de pontecialização é o consórcio STF+Governo do PT, como se vê.


.





s.

Aqui estão os principais pontos que mudam com a reforma:

1. Jornada de Trabalho e Horas Extras 

Aumento da jornada: A jornada de trabalho pode ser estendida para até 12 horas diárias.

Banco de horas: Flexibilização no pagamento de horas extras, que podem ser substituídas por um sistema de banco de horas compensatório.

Descanso: Respeito a um descanso mínimo de 12 horas entre jornadas. 

2. Indenizações e Demissão

Redução de custos: Simplificação e redução do custo das indenizações por demissão sem justa causa.

Cálculo da indenização: Exclusão de bônus, férias e 13º salário (aguinaldo) do cálculo da multa por demissão.

Fundo de Assistência: Criação do "Fundo de Assistência ao Trabalho" (FAU), uma poupança obrigatória para custos de demissão, financiada por descontos salariais. 

3. Contratos e Salário

Período de experiência: Aumento do período de experiência para novos contratos (até 6 meses).

Salário dinâmico: Possibilidade de um sistema de "salário dinâmico" baseado em produtividade ou mérito.

Pagamento: Permissão para pagamentos em moeda estrangeira. 

4. Sindicalização e Direito de Greve

Limitação da greve: Restrições ao direito de greve, estabelecendo serviços mínimos obrigatórios, especialmente em atividades essenciais (limitando ações sindicais a, por exemplo, 1/4 das operações).

Financiamento sindical: A reforma inicialmente tentou alterar a arrecadação automática de taxas sindicais, mas manteve a obrigatoriedade da coleta de taxas pelos empregadores, uma concessão para evitar enfraquecer totalmente as finanças sindicais. 

5. Outras Alterações

Atestados médicos: Alterações nas regras de pagamento por dias afastados por doença.

Trabalho remoto: Revogação da "Lei do Trabalho Remoto" de 2020, buscando mais liberdade contratual. 

Contexto: As medidas têm enfrentado forte resistência de sindicatos e partidos de oposição peronistas, gerando greves e protestos na Argentina, enquanto o governo Milei aposta na "modernização" para atrair investimentos.