INSS

Dados do INSS demonstram que, entre 2022 e 2024, os contratos de empréstimo consignado no cartão Credcesta/Master saltaram de 105 mil para 2,75 milhões. Um crescimento de mais de 2.500% em apenas dois anos.

A armadilha financeira, que começou com Augusto Lima e a participação mais do que especial de Jaques Wagner e Rui Costa, estendeu-se dos servidores baianos para todo o Brasil. Uma espécie de máquina de fraudes foi criada e é amplamente conhecida nas auditorias do CGU e do INSS...

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Artigo, Alexandre Garcia, Gazeta do Povo - Lula diz que vai a Washington negociar, mas precisa das tarifas para sua propaganda

Eu não sei qual é a intenção do Lula, mas ele disse que vai a Washington para conversar com o presidente Donald Trump para tirar a tarifa.

A tarifa ainda não foi confirmada, mas Lula briga com o secretário de Estado dos EUA, que é o braço direito do Trump. E fez isso dentro do Palácio do Planalto. Isto é, oficialmente, o chefe de Estado do Brasil chama o secretário de Estado americano, Marco Rubio, de latino-americano frustrado.

O que Lula quer é que a tarifa seja decidida, para ter um pretexto de fazer propaganda, de que está defendendo o Brasil e que os Estados Unidos estão atacando. Deve ser isso.

Maioria dos brasileiros é favorável à classificação de CV e PCC como terroristas

Bom, agora a questão do terrorismo. A Atlas Intel foi a única agência que acertou o resultado da eleição colombiana agora no domingo. Disse que a diferença era de três pontos percentuais para o candidato que apareceu surpreendendo todo mundo, todas as outras agências de pesquisa, e vai para o segundo turno contra o candidato do Petro.

Bom, 53% dos brasileiros aprovam a classificação de PCC e Comando Vermelho como terroristas, e 45% são contra, isto é, a favor de não agir, de não fazer nada contra o PCC e o Comando Vermelho.

Segundo a pesquisa, 56% acham que o governo brasileiro também deveria fazer isso, classificá-los como terroristas. Já 47,6% dizem que o Estado brasileiro não está conseguindo combater o crime organizado, enquanto outros 36% acham que sim. E 48% veem infiltração das facções na política, no Estado e na corrupção.


Colégios militares dominam olimpíadas de matemática

Gente, quando se fala em colégio militar, tem aquela coisa: a esquerda detesta. Vamos ver os resultados?

Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, com todas as escolas públicas do Brasil. Pega do sexto ano do fundamental ao terceiro ano do ensino médio, segundo o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, que realizou a competição.

O resultado:

* Colégio Militar de Brasília, primeiro lugar, 60 medalhas;

* Colégio Militar de Porto Alegre, segundo lugar, 36 medalhas;

* Colégio Militar Tiradentes de Brasília, 35 medalhas;

* Colégio Militar do Rio de Janeiro, 33 medalhas.

Aí vem a primeira escola que não é militar, o Centro Federal de Educação Tecnológica, de Belo Horizonte, com 32 medalhas. Depois vêm:

* Colégio Militar de Curitiba;

* Colégio Militar de Recife;

* Colégio Militar de Santa Maria;

* Colégio Militar de Manaus;

* Colégio Militar de Fortaleza;

* Colégio Militar de Salvador.

Aí vem o Centro Educacional Professora Alzira Alves Carneiro, de Tanque Novo, no interior da Bahia, lá na Chapada Diamantina, no sertão, com 22 medalhas. É uma escola municipal.

Depois volta o Colégio Militar de Juiz de Fora, o Colégio Militar de Campo Grande, na matemática.

Matemática é a rainha das ciências exatas. Quem não sabe matemática também não vai saber física, e tudo mais.






 O Brasil é um dos países mais violentos e criminosos do mundo. O consumo de drogas aumentou 80% na última década. As organizações criminosas nunca tiveram tanto poder, inclusive político. Só por isso podemos concluir que o governo brasileiro é incompetente e conivente com o crime. 

Artigo, especial, Renato Sant'Ana - Pesca de votos

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail releituras21@gmail.com

A isca no anzol é o benefício enganoso, que o peixe aceita sem perceber que está entregando a vida, como o eleitor que, seduzido por promessas eleitoreiras, delega o próprio destino a farsantes inescrupulosos.

O mais recente golpe no bom senso para fisgar o voto do eleitor é o fim da escala 6x1: promete-se que ninguém vai trabalhar mais de cinco dias por semana e que, apesar disso, ninguém terá redução de salário. Isso é bem menos que meia verdade. Mas, quantos estarão percebendo a treta?

Não é que seja impossível reduzir a jornada de trabalho: vários países já o fizeram. Só que, para chegar lá, há condições prévias que não estão na agenda dos que exploram a credulidade dos simples. Como fazer menos e produzir igual? É preciso aumentar a produtividade para, somente então, reduzir a jornada de trabalho. E não basta mexer na legislação. Antes, é necessário investimento para qualificar as pessoas, mudar a mentalidade e modernizar a forma de produção. Isso é um projeto de Estado que requer muito tempo, sem margem a pirotecnias populistas. Demora. Não dá para a eleição deste ano. O que o governo propõe é mera isca eleitoreira.

Países que conseguiram reduzir a jornada de trabalho produzem muito mais por hora trabalhada do que o Brasil. Dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que Alemanha, Dinamarca e França, por exemplo, produzem perto de US$ 90 por hora trabalhada. Já o Brasil, mediocremente, fica entre os US$ 17 e US$ 21. Mas a esperteza eleitoreira ignora - e, por conseguinte, não enfrenta os entraves de nossa baixa produtividade, como infraestrutura precária, logística cara, excesso de burocracia, insegurança jurídica e baixa qualificação média da força de trabalho.

José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), esclarece: "Em todos esses países em que houve redução de jornada, primeiro houve melhoria da produtividade, depois redução de jornada." Segundo ele, a carga horária só foi reduzida nesses países após décadas de expansão industrial, de avanço tecnológico e aumento contínuo da produtividade, um processo que demora: "Não dá para fazer na canetada", adverte Pastore.

Para cortar quatro horas semanais e manter o atual nível de produção, o Brasil precisará ter um aumento de produtividade de 8,5%, o que não se dá a curto prazo, conforme Hélio Zylberstajn, também professor da USP. Como elevar esse índice, quando, segundo ele, nossa "produtividade está praticamente estagnada há anos"?

O aumento do custo do trabalho, com o fim da escala 6x1 sem melhorar a produtividade, forçará as empresas a buscarem formas de adaptação, o que inclui, segundo Zylberstajn, a substituição gradual dos trabalhadores mais antigos por outros com salários menores, o que é ruim tanto para empresas quanto para a massa trabalhadora. Isso é óbvio, mas...

Que dizer da qualificação média da força de trabalho?

Em 2025, foi aplicada a Prova Nacional Docente (PND) para verificar a situação dos professores do país. O resultado, publicado em 20/05/26, foi lamentável: dos 760,1 mil que fizeram a prova, 35% rodaram, isto é, 266 mil professores não atingiram proficiência básica no exame.

Os piores são os professores de matemática: mais da metade não atingiu desempenho considerado básico. Já os de ciências humanas vão "melhor": só 20% não alcançaram os parâmetros considerados mínimos. Que terão eles respondido? Sabemos bem a que se têm prestado as ciências humanas nas últimas décadas... Ou seja, a produtividade tende a piorar, porque, em vez de fomentar autonomia pessoal e formar gente produtiva, a educação formal cada vez mais presta-se a bovinizar a juventude.

Ora, a qualificação média da força de trabalho só tem piorado em vez de melhorar, inclusive porque a educação formal é um desastre (que só se agravou sob gestão petista); não avançamos em infraestrutura (e corremos o risco de ver setores estratégicos, como ferrovias e portos, entregue aos chineses); a logística compõe o mesmo quadro; a insegurança jurídica (desde o número excessivo de regras até o crescente ativismo judicial), assim como o excesso de burocracia, desencoraja quem quer empreender. Num tal cenário, como aumentar a produtividade? E sem aumentar, como se poderá admitir a redução da jornada semanal?

Há empregados e empregadores para os quais, dadas as peculiaridades do setor em que atuam, a proposta do governo só traz prejuízo. No entanto, um tema tão complexo, que requer profundo estudo, aparece em hora errada (ano eleitoral) e é empurrado sem ouvir a pluralidade dos que impulsam a economia, tudo para Lula faturar votos e buscar a reeleição.

Respondendo a esse abraço de urso, a oposição apresentou uma proposta que prevê flexibilidade em vez de proibição radical, permitindo que a jornada e as escalas sejam definidas por negociação entre empregado e empregador, facultando a remuneração por horas trabalhadas e a adoção de jornadas superiores a 40 horas semanais.

É hora de entidades empresariais e, se houver, agremiações de empregados que não se deixam iludir com promessas fantasiosas apoiarem a aprovação da PEC 12/2026, que tramita no Congresso, e impedirem que a economia se afunde de vez. É agir antes que seja tarde demais!


Saiba como a IA torna mais cara a sua vida

 A inteligência artificial está tornando sua vida mais cara de maneiras inesperadas, impulsionada pelos custos colossais de infraestrutura tecnológica. Isso se reflete no aumento das contas de energia, preços dinâmicos no comércio, encarecimento de eletrônicos e até mesmo na manipulação de aluguéis e moradia.1. Suas contas de energia estão subindo para subsidiar a IAA inteligência artificial generativa consome uma quantidade massiva de eletricidade e água. A construção e operação de data centers gigantescos pelas gigantes de tecnologia estão sobrecarregando as redes de energia. Como resultado, empresas de energia estão repassando os custos bilionários de infraestrutura, encarecendo a conta de luz que chega à sua casa.2. Preços dinâmicos e personalizados no supermercadoA precificação dinâmica — semelhante ao que acontece em apps como Uber quando há alta demanda — está chegando a lojas físicas e virtuais. Com o uso de etiquetas eletrônicas nas prateleiras e algoritmos de IA, os varejistas podem mudar os preços dos produtos em tempo real. Em alguns casos, a IA analisa seus hábitos de consumo ou a urgência da compra para cobrar preços diferentes de consumidor para consumidor.3. Escassez e aumento no preço dos eletrônicosEmpresas focadas em IA estão adquirindo grandes quantidades de chips de alto desempenho (como GPUs da Nvidia) e módulos de memória RAM. Essa imensa demanda industrial tem causado escassez de componentes no mercado consumidor, forçando os fabricantes de celulares, computadores e consoles a repassarem os altos custos de aquisição diretamente para você.4. Algoritmos de aluguel encarecendo a moradiaNo setor imobiliário, algoritmos e IAs estão sendo utilizados por grandes administradores e proprietários para determinar o valor ideal de locação de um imóvel. O sistema prioriza a otimização dos lucros globais e, em alguns casos, sugere manter apartamentos vazios em vez de abaixar o preço. Isso reduz a oferta geral, impulsionando a alta artificial dos preços de aluguel.

Fim da guerra da Ucrânia representará ganhos políticos para Trump

A resolução do conflito na Ucrânia é amplamente vista como uma grande oportunidade política para Donald Trump. A estratégia de forçar negociações, mesmo exigindo concessões territoriais de Kiev, consolida sua imagem como um líder capaz de encerrar conflitos que se arrastam.A dinâmica política por trás dessa possível vitória envolve os seguintes pontos:Vitória Política Pessoal: O próprio presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu internamente que um acordo de paz — ainda que sob as exigências de Trump para que a Ucrânia ceda territórios — representaria uma "vitória política" para o presidente americano, por trazer um fim rápido à guerra.Posicionamento Russo: Após uma carta aberta de Zelensky propondo um cessar-fogo, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou estar aberto a acordos, citando um entendimento prévio com Trump e exigindo que os EUA convençam Kiev a aceitar as condições de Moscou.Pressão Interna nos EUA: A postura de Trump em relação ao conflito tem gerado tensões, com o parlamento norte-americano aprovando ajuda financeira a Kiev em desafio direto ao mandatário republicano, o que intensifica o peso das negociações para o seu capital político.

A legítima defesa do Pix

Sistema de pagamentos instantâneo, criado por técnicos do Banco Central e usado por 170 milhões de brasileiros, é alvo de tarifas dos EUA

Entre as alegações do governo norte-americano para impor tarifas excessivas sobre a importação de produtos brasileiros está o Pix, o sistema de pagamentos instantâneo administrado pelo Banco Central que facilitou a vida dos cidadãos ao mesmo tempo em que reduziu as taxas cobradas pelas administradoras estrangeiras de cartões de crédito no país. De acordo com a investigação comercial procedida pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) contra práticas abusivas, “o Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo”.

O argumento não se sustenta, por ser pouco consistente e lastreado em suposições. Também por isso, o ataque do governo Donald Trump ao Pix está sendo interpretado por muitos brasileiros como uma agressão à soberania do país e como uma ameaça a um direito dos nossos cidadãos. O Pix já virou um patrimônio nacional. O sistema desenvolvido por técnicos do BC, que possibilita transferir dinheiro entre contas bancárias com rapidez e segurança, a qualquer hora do dia ou da noite, é utilizado gratuitamente por 170 milhões de pessoas físicas, o equivalente a cerca de 80% da população. Além disso, por se tratar de uma invenção genuinamente local, a ameaça norte-americana ao Pix também mexe com o patriotismo dos brasileiros.

Mas essa reação legítima pode ser prejudicada pelo oportunismo e pela demagogia dos políticos envolvidos na atual disputa eleitoral, como fica evidente a cada troca de acusações entre o presidente da República e seus opositores

É justificável, portanto, que o país reaja com firmeza para defender a sua bem-sucedida iniciativa. Mas essa reação legítima pode ser prejudicada pelo oportunismo e pela demagogia dos políticos envolvidos na atual disputa eleitoral, como fica evidente a cada troca de acusações entre o presidente da República e seus opositores.

Em primeiro lugar, um breve histórico do sistema comprova que nenhum governante tem o direito de reivindicar sua paternidade. O Pix foi desenvolvido por técnicos do Banco Central num período de 31 meses a partir de uma ideia lançada em 2014 (governo de Dilma Rousseff), conforme consta no Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro publicado na época. O processo começou a ser efetivamente desenvolvido em maio de 2018 (governo Michel Temer), com a criação de um grupo de trabalho do BC tendo como objetivo “a construção de um ecossistema de pagamentos instantâneos competitivo, eficiente, seguro e inclusivo”. Esse grupo recebeu a contribuição de mais de 130 participantes. Em 3 de novembro de 2020 (governo Bolsonaro), começou a funcionar de forma restrita e, em 16 do mesmo mês, passou a operar de forma plena.

E deu muito certo. Em pouco tempo, os brasileiros assimilaram a nova tecnologia e passaram a utilizá-la como forma preferencial de pagamentos e recebimentos, principalmente devido à facilidade, à segurança e à gratuidade para pessoas físicas. O sistema evoluiu e já desperta interesse de outros países, além do reconhecimento de autoridades internacionais como o norte-americano Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia, que chegou a admitir recentemente que o Brasil pode ter inventado o futuro do dinheiro.

Temos, portanto, sobradas razões para defender a legitimidade do Pix como uma verdadeira instituição nacional. Mas o desejável é que nossos representantes políticos, incluindo os atuais ocupantes do poder e os pretendentes ao governo, o façam com fundamentação técnica, diplomacia e isenção.