Dica do editor - PCC e CV são apenas a ponta do iceberg

ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS   

Por Gilberto Simões Pires – Site Ponto Critico

RELATÓRIO DO SENAPPEN

Antes de tudo enganam-se redondamente aqueles que imaginam que apenas o PCC e o CV são reconhecidas como únicas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS que atuam no nosso empobrecido Brasil. Na real, segundo informa o relatório da SENAPPEN - SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PENAIS, órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, até o presente momento já foram identificadas 88 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS QUE AGEM DA MESMA FORMA. 

PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE

Deste universo -horripilante-, 91% possuem PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE (conseguem operar sem qualquer apoio) e 98% ESTÃO PRESENTES EM PELO MENOS UMA UNIDADE PRISIONAL. Nos últimos três anos, 72 destas ORGANIZAÇÕES atuaram apenas no ESTADO EM QUE ESTÃO SEDIADAS, e 14 CONSEGUIRAM EXPANDIR PARA ESTADO VIZINHOS, afirmou André Garcia, Secretário Nacional de Políticas Penais. 

CV, PCC E TCP

Mais: o relatório aponta que -por ora- apenas duas, COMANDO VERMELHO (CV) e PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC) têm braços de OPERAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL. No Rio de Janeiro, o CV, que vive uma GUERRA TERRITORIAL COM O TERCEIRO COMANDO PURO (TCP) EM ALGUNS PONTOS DO ESTADO, expandiu seu braço de operação para ESTADOS DO AMAPÁ, PERNAMBUCO E ESPÍRITO SANTO. Atualmente, de acordo com o levantamento, CERCA DE 125 PAVILHÕES ESTÃO SOB O -DOMÍNIO TOTAL DO COMANDO VERMELHO -CV. 

SOBERANIA

O que o relatório não aponta, por razões óbvias de INTERESSE DO CHEFE LULA, é que as 72 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS obedecem as mesmas regras e princípios estabelecidos pela MÁFIA SICILIANA -COSA NOSTRA-. A diferença principal é que enquanto a MÁFIA SICILIANA tinha como alicerce o -OMERTÁ-, as -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS BRASILEIRAS- são PROTEGIDAS por uma INSTITUIÇÃO GOVERNAMENTAL PETISTA, batizada com o nome de -SOBERANIA-. Sob este GUARDA CHUVA, todas as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS QUE ATUAM E/OU PRETENDEM ATUAR NO BRASIL passam a GOZAR DE LIBERDADE PARA AGIR E PROGREDIR. Que tal?

MP denuncia 22 por supostas fraudes na Smed, Porto Alegre

O Ministério Público do Rio Grande do Sul confirmou ter denunciado 22 pessoas por suposto envolvimento em fraudes na Secretaria Municipal da Educação de Porto Alegre (Smed), investigadas na Operação Capa Dura, da Polícia Civil. O caso, agora, está com o juiz do caso,  quem caberá aceitar ou não a denúncia.

A peça aponta os delitos de associação criminosa, frustração do caráter competitivo de licitação e corrupção passiva e ativa na compra de 544 mil livros pela Smed em 2022, ao custo de R$ 36,5 milhões. A denúncia afirma que a suposta organização era estruturada em três núcleos: setor público, ala política e grupo empresarial.

Entre os denunciados, estão a ex-secretária da Educação da Capital Sônia da Rosa, o empresário Jailson Ferreira da Silva e os ex-vereadores Alexandre Bobadra (PL) e Pablo Melo (MDB).






Governo Lula, PT, apresenta amplo plano de concessões econômicas ao governo Trump

O governo  propôs um pacote de concessões econômicas, com ênfse comercial, aos Estados Unidos, para tentar evitar o novo tarifaço de 25% sobre exportações nacionais. 

As concessões abrangem:

- Abertura de setores estratégicos, redução de tarifas de importação sobre produtos e serviços como etanol, máquinas, terras raras, equipamentos de saúde e tecnologia da informação, combate à corrupção, mais esforço na luta contra o desmatamento, garantia à propriedade intelectual e respostas aos pontos levantados por Washington antes da decisão prevista para 15 de julho.

 No caso do comércio digital, os americanos questionam políticas brasileiras relacionadas ao Pix.

No total, as proposta brasileira buscam contemplar os seis temas destacados na investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana.

.Dentro do governo, há ceticismo sobre a possibilidade de impedir completamente a sobretaxa. 

Câmara aprova MP com crédito de R$ 15 bilhões para exportadores

 A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1.345/2026, que autoriza a liberação de até R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras afetadas por instabilidade internacional, tensões geopolíticas e aumento unilateral de tarifas comerciais. A MP segue agora para votação no Senado. 

O texto aprovado pelos deputados foi o parecer da comissão mista relatado pelo senador Alan Rick (Republicanos-AC), que ampliou o alcance da proposta para incluir a agroindústria, o setor mineral e formas associativas, como cooperativas e associações. A medida altera leis 9.818/1999 e 12.712/2012. 

No relatório, Alan Rick afirmou que a medida se insere na estratégia do Estado brasileiro para responder à elevação de barreiras tarifárias e às tensões geopolíticas que afetam o comércio exterior, em continuidade a medidas anteriores adotadas no âmbito do Plano Brasil Soberano. 

Na prática, a MP cria uma base legal para que exportadores e setores ligados à cadeia exportadora tenham acesso a financiamento para capital de giro, compra de máquinas, ampliação da capacidade produtiva, adensamento da cadeia de produção e investimentos em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos. 

Segundo o site Congresso em Foco, o parecer da comissão mista destaca que a operacionalização será feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ou por instituições habilitadas, que ficarão responsáveis por assumir inclusive o risco de crédito das operações. 

Medida provisória segue para análise do Senado. 

A nova medida provisória retoma e reformula parte dos mecanismos que haviam sido criados na MP 1.309/2025, editada em meio às consequências da elevação de tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras. 

Agora, o escopo foi ampliado para abarcar também impactos mais amplos da instabilidade geopolítica internacional, o que inclui o aumento de tarifas, como foi proposto pelos EUA no início de junho, e a volatilidade do comércio global, como a crise no Oriente Médio. 

A lógica da proposta é a de que, em momentos de turbulência internacional, o poder público precisa garantir liquidez e instrumentos de proteção para as empresas exportadoras, de forma a preservar capacidade de competir, manter operações e buscar novos mercados. 

O texto autoriza a disponibilização de linhas de financiamento no âmbito do Plano Brasil Soberano com utilização de até R$ 15 bilhões. De acordo com o relatório, esses recursos poderão vir do superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), apurado em 31 de dezembro de 2025, de superávits de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda e de outras fontes orçamentárias. 

Esse desenho representa uma mudança em relação à MP anterior. A proposta do ano passado previa uso de até R$ 30 bilhões do superávit financeiro do FGE em 2024. Agora, o montante foi reduzido à metade, para até R$ 15 bilhões, mas com ampliação das possíveis fontes de financiamento.

Economia prateada deve movimentar R$ 3,8 trilhões até 2044

economia prateada no Brasil deve dobrar em 20 anos e chegar a R$ 3,8 trilhões até 2044, segundo estudo do data8. Em 2024, o consumo da população com mais de 50 anos representou R$ 1,8 trilhão, equivalente a 24% do consumo privado total dos domicílios brasileiros. A projeção é que essa participação avance para 35% nas próximas duas décadas. 

O levantamento faz parte da série Brasil Prateado, que reúne dados produzidos pelo data8 sobre longevidade e consumo da população madura. De acordo com o estudo, o Brasil tinha 59 milhões de pessoas com 50 anos ou mais em 2024. Até 2044, esse grupo deve representar 40% da população brasileira. 

A pesquisa aponta que, apesar de ter um consumo per capita mensal 38% maior em comparação à população abaixo de 50 anos, o público prateado apresenta uma cesta menos diversificada. Os gastos se concentram principalmente em moradia, alimentação, transporte e saúde. Já a população mais jovem movimenta proporcionalmente mais setores como vestuário, educação, higiene e cuidados pessoais. 

O estudo também mostra diferenças de consumo dentro do próprio grupo 50+. Entre pessoas com 80 anos ou mais, os gastos mensais com saúde são quase o dobro dos observados entre consumidores de 50 a 54 anos, ainda que o valor total de consumo mensal seja semelhante entre as faixas etárias. Com o avanço da idade, saúde e moradia passam a ter peso maior na cesta. 

O tema será discutido na Plenária Pulsar, novo espaço desenvolvido para o Fórum E-Commerce Brasil 2026 para debater tendências do mercado. 

Diferenças regionais marcam consumo dos 50+ 

O recorte regional evidencia que o envelhecimento no Brasil ocorre de formas distintas. No Norte e no Nordeste, o consumo per capita é menor e segue mais concentrado em alimentação, habitação e higiene e cuidados pessoais. Na média mensal, o estudo aponta R$ 322 em alimentação, R$ 304 em habitação e R$ 77 em higiene e cuidados pessoais nessas regiões. 

No Sudeste, o maior destaque está em saúde, com consumo médio mensal de R$ 293 em produtos e serviços do setor. No Centro-Oeste, o maior consumo per capita aparece em transporte, com R$ 360 por mês, incluindo aquisição e manutenção de veículos, transporte urbano e viagens esporádicas. No Sul, o setor de transportes também tem peso relevante, com R$ 328 mensais. 

Saúde deve ganhar participação até 2034 

A projeção para os próximos dez anos indica uma redistribuição da demanda entre setores. Em 2024, brasileiros com mais de 50 anos responderam por 35% do consumo de produtos e serviços de saúde, considerando as redes pública e privada. Em 2034, essa fatia deve chegar a 43%. 

Enquanto saúde tende a ganhar peso na cesta de consumo da população brasileira, o estudo projeta queda na participação de educação. Segundo o data8, as mudanças decorrem do avanço demográfico da população madura e do impacto direto desse envelhecimento na demanda por produtos e serviços. 

A metodologia do levantamento combina análise de consumo familiar da PNAD e da POF, microdados por setor, consumo individual por adulto equivalente e recortes por gênero, raça, idade e renda. O estudo também utiliza projeções populacionais da ONU para estimar o tamanho do mercado total e setorial nos próximos anos.

EUA ligam empresa brasileira punida por aliança com PCC ao esquema bilionário do Careca do INSS

Uma das empresas sancionadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos nessa quarta-feira (1º/7), por suposto envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), recebeu R$ 514 milhões de uma firma suspeita de integrar a rede de lavagem de dinheiro usada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. 

A empresa em questão é a Victory Trading Intermediação de Negócios, pertencente a Victor Henrique de Oliveira Shimada. 

Segundo o site Metropoles, em apenas um ano, entre setembro de 2023 e setembro de 2024, ela recebeu R$ 514,5 milhões da Wave Intermediações, considerada um dos principais CNPJs da chamada de rede Arpar. 

A rede Arpar é um grupo de mais de 40 empresas relacionadas entre si, com indícios de serem de fachada, usadas para lavagem de dinheiro, segundo a CPMI do INSS. O nome vem de uma das firmas do grupo, pertencente a um associado do Careca do INSS. 

No relatório final da CPMI, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), a rede Arpar é descrita como uma “estrutura de lavagem de capitais que movimentou mais de R$ 39 bilhões e é responsável pelo branqueamento dos recursos desviados no esquema do INSS”. 

A Wave Intermediações, que repassou os R$ 514 milhões para a Victory, não parece ter relação com a outra empresa sancionada pelos EUA nesta quarta-feira: a Wave Construções Inteligentes. 

Além da Victory e da Wave Construções, os EUA sancionaram Victor Shimada e uma outra empresa dele, a Pixwave Soluções de Pagamentos. Também foram punidas uma secretária de Victor, Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, e uma empresa de Portugal chamada Avenidas Flutuantes Unipessoal. 

É a primeira vez que os EUA fizeram uma sanção por elo com o PCC depois de o país enquadrar a facção como grupo terrorista. 

“Mesmo dispositivo” de firma da rede de lavagem 

Ao longo dos trabalhos, no fim do ano passado, a CPMI do INSS não conseguiu quebrar os sigilos da Victory Trading. Mesmo assim, a empresa aparece em relatórios de inteligência financeira (RIFs) enviados à comissão e aos quais a coluna teve acesso. 

Um deles relaciona a Victory a uma das principais empresas da rede Arpar: a ACX ITC Serviços de Tecnologia. Como mostrou a coluna, a quebra dos sigilos da ACX revelou que a empresa fez pagamentos para a ministra do Superior Tribunal Militar (STM) Verônica Sterman e para o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro. 

“Identificamos que a empresa ACX ITC utiliza o mesmo dispositivo para realizar login em contas de outras duas empresas, a saber, Texas Quantum Serviços Digitais e Victory Trading. Sendo que a Victory já foi comunicada anteriormente por atividade suspeita”, diz um trecho do relatório. 

No papel, a ACX ITC tem capital de R$ 101 milhões e pertence ao paulistano Ericsson de Azevedo, de 52 anos. 

Ericsson não parece ter o padrão de vida do proprietário de uma empresa desse porte. Durante a pandemia de Covid-19, recebeu 10 parcelas do Auxílio Emergencial. Seu último endereço registrado fica em um condomínio simples no bairro do Jaçanã, em São Paulo (SP). 

Corinthians e VaideBet 

Tanto a Wave Intermediações quanto a Victory Trading são mencionadas nas investigações sobre o desvio de milhões de reais do patrocínio da VaideBet ao Corinthians. Para o Ministério Público, Victor Shimada era o operador financeiro do esquema. 

As empresas também foram citadas pelo delator do PCC Vinicius Gritzbach, assassinado em novembro de 2024 no Aeroporto de Guarulhos. 

Segundo o relatório da CPMI do INSS, a Wave movimentou R$ 2,68 bilhões entre setembro de 2023 e agosto de 2025. O Relatório de Inteligência Financeira sobre a empresa afirma não ter encontrado “justificativas nem fundamentos econômicos ou legais para a movimentação financeira”, o que pode configurar “indícios do crime de lavagem de dinheiro”. 

A lavagem de dinheiro é o processo de dar aparência de legalidade a recursos de origem criminosa para que possam ser utilizados na economia formal.

Parecer da PEC que cria Fundo Constitucional para o Sul e amplia repasses aos municípios é aprovado em comissão especial

O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), integrante da Comissão Especial da PEC 231/2019, comemorou a aprovação, nesta quinta-feira (2), do parecer da proposta que cria o Fundo Constitucional de Financiamento da Região Sul, uma reivindicação histórica dos estados sulistas para ampliar o acesso ao crédito e impulsionar o desenvolvimento econômico regional.

O texto aprovado também cria um Fundo Constitucional para a Região Sudeste, estabelecendo que cada um receberá 1% da arrecadação do Imposto de Renda (IR), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto Seletivo (IS) para financiar programas voltados ao setor produtivo, por meio de instituições financeiras de caráter regional, conforme planos de desenvolvimento específicos. A estimativa constante no parecer aponta que o Fundo Constitucional do Sul deverá movimentar cerca de R$ 10,7 bilhões já em 2027, chegando a R$ 11,2 bilhões em 2028.

Segundo Zucco, trata-se de uma mudança histórica para o Rio Grande do Sul e para toda a Região Sul.

"Depois de tudo o que o Rio Grande do Sul enfrentou nos últimos anos, precisamos de instrumentos permanentes para financiar obras estruturantes e fortalecer nossa economia. O Fundo Constitucional permitirá ampliar investimentos em infraestrutura, recuperação logística, irrigação, prevenção a eventos climáticos, inovação e desenvolvimento regional, gerando emprego, renda e oportunidades para quem vive e produz no nosso Estado."

O parlamentar ressaltou que os recursos não serão retirados dos atuais Fundos Constitucionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

"É importante esclarecer que ninguém perde recursos. A proposta apenas amplia a participação das receitas da União, garantindo que o Sul e o Sudeste também passem a contar com esse instrumento de financiamento ao desenvolvimento regional."

Além da criação dos novos fundos constitucionais, o substitutivo aprovado pela comissão também aumenta em 1% os repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), fortalecendo o caixa das prefeituras de todo o país.

Na prática, isso significa mais recursos para os municípios investirem em saúde, educação, infraestrutura, transporte, saneamento e demais serviços públicos, fortalecendo o atendimento à população e impulsionando o desenvolvimento local.

Para Zucco, a aprovação do parecer representa um passo importante, mas a mobilização continuará para garantir a aprovação definitiva da proposta.

"Agora começa uma nova etapa. Vamos trabalhar para aprovar essa PEC no Plenário da Câmara e, depois, no Senado Federal. Como toda Proposta de Emenda à Constituição, ela precisa ser aprovada em dois turnos nas duas Casas do Congresso Nacional. Tenho convicção de que essa é uma pauta estratégica para o desenvolvimento do Sul, para o fortalecimento dos municípios e para um Brasil mais equilibrado do ponto de vista federativo."

Próximos passos

Com a aprovação do parecer na Comissão Especial, a PEC 231/2019 segue agora para votação no Plenário da Câmara dos Deputados, onde precisará ser aprovada em dois turnos, com o voto favorável de pelo menos 308 deputados. Em seguida, a proposta será encaminhada ao Senado Federal, onde também deverá ser aprovada em dois turnos, por no mínimo 49 senadores, antes de ser promulgada como Emenda à Constituição.