Portões da Mauá

 As comportas do sistema de proteção contra cheias foram testadas na manhã deste domingo, 3. A atividade - que acontece anualmente, na data de início da cheia histórica de 2024 - foi acompanhada pelo prefeito Sebastião Melo, Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Defesa Civil Municipal e Governo do Estado


“Assumimos o compromisso de qualificarmos o sistema de proteção contra cheias e temos cumprido esse objetivo com transparência e agilidade, a partir de um conjunto de investimentos em comportas, diques e casas de bombas. Nesta data, que é um marco para a cidade, reforçamos que estamos mais preparados do que antes, com obras concluídas e outras em andamento para garantir a segurança de todos” - Prefeito Sebastião Melo.


Os portões que protegem as passagens 1, 2 e 6 - localizadas, respectivamente, junto à Usina do Gasômetro, Cais Embarcadero e Catamarã - foram fechados e reabertos em cerca de uma hora.


“Ao fim deste processo, teremos reduzido de 150 para 45 metros a extensão da abertura no dique. Além disso, as comportas remanescentes estarão prontas para serem acionadas, se necessário. As melhorias feitas nos últimos dois anos tornaram estes mecanismos muito mais eficazes”, ressalta o diretor-presidente do Dmae, Vicente Perrone.


O resultado dos testes serão publicados no Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa), conforme previsto na Lei Municipal nº 14.158, de 2024.


Situação das comportas do sistema de proteção contra cheias:


- Comporta 1: Usina do Gasômetro: móvel, recebeu melhorias de vedação e mobilidade;

- Comporta 2: Cais Embarcadero: móvel; recebeu melhorias de vedação e mobilidade;

- Comporta 3: Mauá x Padre Tomé: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 4: Mauá x Sepúlveda: móvel; em obras para melhorias de vedação e mobilidade;

- Comporta 5: Mauá: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 6: Catamarã: móvel; recebeu melhorias de vedação e mobilidade;

- Comporta 7: Mauá: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 8: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 9: Castelo Branco: em obras para fechamento em concreto armado;

- Comporta 10: Castelo Branco: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 11: São Pedro: em obras; será móvel e substituída por nova estrutura;

- Comporta 12: Cairú: em obras; será móvel e substituída por nova estrutura;

- Comporta 13: Castelo Branco: extinta por meio de construção em concreto armado;

- Comporta 14: Castelo Branco x Voluntários da Pátria: extinta por meio de construção em concreto armado.


Aristoteles Junior

Este é o cenário da guerra neste domingo, 17h30min

 O editor consultou o sistema de IA da Meta para que consolidasse as informações mais recentes sobre a guerra contra o Irã, leu tudo, cotejou com as fontes existentes, incusive israelenses, e pode assegurar que este é o cenário deste domingo, 17h30min.

O Irã confirmou no início de maio de 2026 que recebeu e está analisando a resposta dos Estados Unidos a uma proposta iraniana de 14 pontos, enviada por meio de mediadores paquistaneses, visando o fim do conflito militar na região.Aqui estão os pontos principais da situação atual, de acordo com as informações disponíveis até 3 de maio de 2026:Conteúdo da Proposta Iraniana: O plano de 14 pontos concentra-se no fim imediato das hostilidades, incluindo o Líbano, e não aborda diretamente o programa nuclear, buscando tratar este último em uma fase posterior.Exigências do Irã: A proposta inclui garantias contra agressão militar americana, a retirada de forças dos EUA da vizinhança do Irã, a suspensão do bloqueio naval ao Estreito de Ormuz, o levantamento de sanções e a liberação de ativos congelados.Posição dos EUA (Donald Trump): Trump expressou inicialmente insatisfação com a proposta, descrevendo-a como "inaceitável" e argumentando que o Irã "ainda não pagou um preço alto o suficiente" pelo que fez. No entanto, relatórios indicam que ele está revisando o documento, enquanto a tensão continua alta e um bloqueio naval americano a portos iranianos persiste.Impasse Nuclear: A principal dificuldade para um acordo duradouro é a exigência americana de um fim total do programa nuclear iraniano, enquanto o Irã tenta adiar essa discussão e priorizar o fim do conflito militar e o alívio econômico.Medição: O Paquistão continua sendo o principal canal de comunicação indireta entre Washington e Teerã.A situação é caracterizada por uma mistura de intensas negociações de bastidores e uma retórica agressiva, com a Guarda Revolucionária Iraniana alertando sobre possíveis ataques a posições dos EUA, caso o conflito seja retomado

Artigo, Fernando Schüler, Estadão - A derrota de um sistema de poder

"Foi a vitória da baixa política", leio em um artigo, sobre a rejeição de Messias, para o STF. Achei curioso. Quem sabe a "alta política" teria sido repetir a crônica de 130 anos de "carimbos", por parte do Senado, às indicações para o Supremo, vindas do executivo. Em outra notícia, leio que um grupo de "juristas" cogitava recorrer ao Supremo por "desvio de finalidade". Achei graça, naquilo, mas me pareceu plausível.

Desvio de finalidade já justificou impedir Lula de assumir um ministério, no governo Dilma. E um ex-presidente conceder um indulto para um deputado condenado por "delito de opinião". Isso e um bocado de esquisitices. Em um País que se especializou em relativizar direitos e reescrever a lei, a partir do próprio judiciário, não me surpreenderia com mais esta bizarrice.

A rejeição da indicação de Messias traz uma novidade em nossa história republicana: o Legislativo pode decidir com autonomia, na contramão do Executivo. Pode resistir ao peso da liberação de emendas e das posições no governo. Não há grande virtude, nisso. Há apenas instituições cumprindo o seu papel. Exercendo poder, funcionando dentro da regra.

Como disse o próprio Messias, em sua fala sóbria e ponderada, depois do resultado, há dias de vitória e há dias de derrota. Talvez tenhamos esquecido disso, nos últimos 130 anos de mando do governo sobre o parlamento. E é positivo para nossa república que todos saibam que as coisas possam seguir um rumo diferente.

A rejeição de Messias sugere um outro aspecto: é a derrota de um perfil de indicações, para o Supremo. De um político experiente escutei a frase síntese: o Supremo não é assessoria da presidência.

Depois de indicar seu advogado pessoal e um correligionário político, Lula tentou emplacar alguém cuja carreira foi essencialmente produzida pela fidelidade ao partido e a seus governos. Nenhum problema com isso. Pode ser uma ótima carreira. Mas inadequada a uma Suprema Corte, cuja virtude essencial é precisamente a independência e a imparcialidade, não o alinhamento político. É a fidelidade à lei e à Constituição, e não a uma fé, a um governo ou ideologia.

Por fim, há o tema existencial brasileiro. Na última semana, a PGR arquivou uma ação por homofobia contra um ministro do Supremo. E o fez porque considerou a fala (reconhecida como homofóbica pelo próprio ministro), como sem maior relevância. E porque ele havia se desculpado, depois. Curioso, isso. Significa que, a partir de agora, se alguém fizer uma fala homofóbica ou racista, e no dia seguinte pedir desculpas, estará tudo bem? Ou vale só neste caso? Ou não somos exatamente iguais, perante a lei? Ou quem sabe a lei, criada pelo próprio Supremo, é só de brincadeirinha, aplicada segundo a "interpretação" do momento?

O que temos aí é uma minúscula cereja do bolo. O fato é que o estado de direito foi quebrado, no Brasil, exatamente porque fomos cedendo, ao longo do tempo, a uma estranha hierarquia: a interpretação à frente do texto. A norma aplicada segundo a cor, a posição, o "lado", o contexto.

É o mesmo caso com a imunidade parlamentar. O que faz um deputado processado, por denunciar um caso de abuso de poder da tribuna da Câmara? O que faz um pastor, sem foro convertido em réu no Supremo, por chamar um punhado de autoridades de "covardes". E o que faz uma Advocacia Geral da União mandando uma carta a uma jornalista para que apague um tuite com uma crítica a um projeto de lei em discussão, no Congresso?

Se observarmos com algum cuidado, é este o mesmíssimo significado da aprovação final da "dosimetria", no Congresso. Ou alguém acha que há amparo legal para condenar aquele senhor de 70 anos, do interior de Santa Catarina, a 14 anos de prisão, por um Pix de 500 reais? Ou acha bacana atirar pela janela o princípio da instância devida, julgando pessoas sem Foro no Supremo, sem direito a recurso, à revelia de tudo que reza nosso estado de direito?

O fato é que a tudo isso fomos assistindo um tanto quanto "bestializados", nos anos recentes. E agora houve uma reação. Uma derrota não do governo, mas de um sistema de poder. De um modo de lidar com os direitos e garantias individuais, no Brasil.

A melhor resposta que o Supremo pode dar a esta reação é encerrar os "inquéritos" e retomar a normalidade institucional, no País. Retomar a vigência da regra do jogo, que todos decidimos, e da qual jamais deveríamos ter nos afastado, neste triste Brasil dos últimos anos.


Link do artigo no Estadão:

https://www.estadao.com.br/politica/fernando-schuler/a-derrota-de-um-sistema-de-poder/


Dica do editor - O diploma universitário pode mudar a vida de alguém ?

 Neste artigo do jornal The Washington Post deste domingo, o autor revela que com base nas tendências de 2025 e 2026, a frase "Este diploma mudou a minha vida e ele é essencial para uma América em transformação", fica mais transparente um debate central e dividido sobre o valor da educação superior na era da Inteligência Artificial (IA).

Segue uma análise do contexto: 

Estudos indicam que gestores de contratação consideram a fluência em IA mais importante que um diploma. Especialistas alertam que a IA pode tornar diplomas tradicionais desatualizados se não incluírem capacitação tecnológica.

Transformação Profissional (O Novo "Essencial"): 

Profissionais de finanças e tecnologia estão entre os mais afetados pela IA, necessitando requalificação constante, independentemente de terem diploma ou não.

O Valor da Educação (Mudança de Foco): 

Embora o diploma formal possa ser menos exigido, o processo educacional — que desenvolve disciplina e raciocínio — ainda é valorizado, desde que focado em preparar o indivíduo para um mercado tecnológico.

Ou seja, o diploma não é mais uma garantia automática de sucesso. No entanto, um diploma que incorpore IA e habilidades digitais é considerado, de fato, essencial para a transformação do mercado de trabalho americano.

CLIQUE AQUI para ler o artigo do jornal americano.

Café

 Estudos recentes, incluindo dados de Harvard de 2026, mostram que o consumo moderado de café cafeinado está ligado a um menor risco de demência, mas não provam que o café sozinho a previna.

1. O que os Estudos Dizem (2025-2026)

Consumo Moderado é a Chave: Estudos com 131 mil pessoas sugerem que 2 a 3 xícaras de café por dia estão associadas a cerca de 18% a 20% menos chance de desenvolver demência.

Cafeína é o provável agente: Café com cafeína mostra proteção, enquanto o descafeinado não apresentou associação significativa na redução de risco.Açúcar Interfere: Os benefícios parecem valer para o café puro ou sem açúcar. O excesso de açúcar pode anular os efeitos neuroprotetores.

Limites de Segurança: O benefício atinge um "platô" (não melhora mais ao beber excessivamente) e o excesso pode causar ansiedade ou prejudicar o sono, alertam pesquisadores em estudos da DW Brasil e G1.2. 

Pontos Críticos para Interpretação

Estudo Observacional

Causalidade: A maioria dos estudos acompanha pessoas e observa hábitos. Isso mostra que quem bebe café tem menos demência, mas não garante que o café seja a causa direta da proteção.

Efeito Modesto: O café é apenas um elemento dentro de um estilo de vida saudável. Ele não substitui dieta, exercícios e sono.

Mecanismos Biológicos: Pesquisas indicam que a cafeína pode reduzir o acúmulo de proteínas anormais no cérebro (beta-amiloide), associadas ao Alzheimer, conforme estudos da Alzheimer Portugal.

Como Aplicar no Seu Dia a Dia

Beba com moderação: 2 a 3 xícaras diárias parecem ser a faixa ideal.

Evite o excesso de açúcar: Adoçantes artificiais ou açúcar refinado em excesso podem anular o benefício neuroprotetor.

Cuidado com o horário: Evite cafeína após as 17h para não prejudicar o sono, crucial para a saúde cerebral.

Foque no conjunto: Mantenha atividades físicas, alimentação saudável e estímulos cognitivos

Artigo, Silvio Lopes - Ah, os sinais

 Sílvio Lopes, jornalista, economista e palestrante 

Contato: 51. 998 74 6

       O mundo é um lugar hostil de se habitar. E, principalmente, viver. Einstein já a isso se rendia. Nele, o ser humano luta por se manter vivo e poder desfrutar, como poderia dizer, de uma vida digna de ser vivida. Mas o "furo é mais embaixo". Bem mais profundo, diga-se.


         Se bem lembrarmos, nascemos todos com o DNA da liberdade pessoal, individual, impregnado na nossa alma. Isso desde o princípio da vida quando recebemos do Criador o selo dessa condição sob o chamado " livre arbítrio". Inclusive para adorá-lo; ou recusar o próprio reconhecimento de sua paternidade. 

   

       A história da vida do homem sobre a Terra, nada mais tem sido do que a luta, impagável e obstinada, entre a liberdade dada pelo Criador, e a luta contra ela, oriunda de homens que não reconhecem nossa própria origem e muito menos aceitam o dom e a graça das liberdades que nos foram outorgadas.


       Hoje, o que vemos, acima de tudo, é o eclodir de sinais do apocalipse se pronunciando aqui e acolá. Os tais sinais, sob a forma de trombetas, alertas, avisos, juízos claros e inconfundíveis nos fazem pensar que tudo está próximo do fim. Foi-se o entendimento, pais e filhos se digladiam, famílias se dilaceram, nações se voltam contra nações, o inferno, enfim, mostrando a sua( verdadeira e temível) face. Tudo previsto!


         Mais que tudo isso, parece que milhões hoje se voltam para excluir Deus de suas vidas. E, como preconizou Friedrich Nietzsche, " a morte de Deus", o seu desprezo, " levaria o mundo a um período de niilismo aterrador, no qual o ser humano se deparará com a ausência  total de valores e propósitos".


      E não é o que, exatamente, vemos hoje, à luz do dia? O profeta que milhões preferem é justo aquele que "anda pregando mentiras e falsidades(como sempre o fez), prometendo vinho e cervejinha prá todos", e que não passa se um crápula dominador de mentes idiotizadas e vazias de conteúdo mínimo de racionalidade.


       Afinal de contas, até quando o Brasil vai suportar, sem sucumbir, convivendo com a mentira, a hipocrisia e a imaturidade política de sua gente? Quando, então, veremos a verdade ser restabelecida entre nós? Até quando vamos tolerar ficar calados e ver a mentira tomar o lugar de honra no palco de nossas vidas?

Senhor, tende misericórdia desta nação! 



Artigo, especial - O congresso do PT foi uma manifestação esquizofrênica estratégica

Este artigo é do Obsesrvatório Brasil Soberano.

O 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores entrará para a história pela dissonância cognitiva que expôs. Centenas de páginas de resoluções — do Programa Partidário à Conjuntura e Tática Política e Eleitoral — repetem o diag nóstico de sempre: “crise terminal do neoliberalismo”, “declínio da hegemonia norte-americana”, necessidade de derrotar o “bloco rentista-autoritário” e cons truir o “Bem Viver”. Texto perfeito para agradar a militância nostálgica dos anos 2000. O problema é o abismo entre o PDF e a realidade brasileira de 2026. Os documentos dedicam seções inteiras à “financeirização da economia”, desin dustrialização e ao “bloco rentista”. O diagnóstico do problema é até correto; o Brasil convive com spreads bancários entre os mais altos do mundo, custo de capital proibitivo e baixa poupança interna. Porém, o Congresso não apresentou uma única medida disruptiva contra isso. Nenhuma proposta concreta de reforma profunda no sistema financeiro — ape nas retórica genérica. Muito menos foram capazes de reconhecer que o gover no petista opera confortavelmente dentro das regras do jogo: arcabouço fiscal, meta de inflação, convivência pacífica com o Banco Central autônomo. Radicais no discurso contra o rentismo, pragmático (e dependente) dele na prática. O silêncio sobre os próprios escândalos foi ensurdecedor. A resolução de tática política foca obsessivamente na “comunicação para vencer o bolsonarismo” e na reeleição de Lula. Compreende-se o motivo. O Caso Master tem raízes profundas no reduto petista baiano: o Credcesta, privatizado na gestão Rui Costa, transfor mou-se em máquina de crédito consignado com juros elevados, exclusividade para o ex-sócio de Daniel Vorcaro e amigo de Jaques Wagner, com grandes lucros às custas de servidores públicos endividados. É sintoma de uma cultura recor rente de aparelhamento estatal – captura regulatória e promiscuidade político--empresarial que o PT jamais conseguiu (ou quis) superar de verdade. O PT sai do congresso com estratégia cristalina: polarização permanente com a direita bolsonarista, narrativa de “reconstrução democrática” e mobilização de bases identitárias e setoriais. Funciona para a militância, mas passa longe de resolver os problemas estruturais crônicos do Brasil: produtividade estagnada, educação de baixa qualidade, segurança pública em colapso e dependência excessiva de commodities. Problemas que se acentuaram com o PT no gover no. O “novo caminho antineoliberal” permanece mais declaratório do que nas ações. O eleitor de 2026 não decidirá apenas pelo bolso ou pela memória dos governos passados. Ele percebe a lacuna crescente entre o que o PT promete nos documentos e o que entrega no dia a dia, além, claro, da dificuldade em reconhecer erros. Após 17 dos últimos 23 anos no poder, o partido já não pode se apresentar como eterna vítima do sistema ou como força transformadora que nunca chegou a ser. O PT continua refém de sua própria esquizofrenia estratégica — radical na retóri ca anticapitalista, acomodado na prática do poder, seletivo na defesa da demo cracia e silencioso diante dos próprios escândalos. O PT segue cada vez menos convincente para o Brasil rea