PF divulga laudo e diz que Bolsonaro tem 7 doenças crônicas. Saiba quais são elas.

A Polícia Federal finalmente concluiu o laudo médico exigido pelo ministro A. de Moraes e informou nesta sexta-feira, que o ex-presidente Jair Bolsonaro é portador de sete doenças crônicas. 

Segundo o laudo, o ex-presidente apresenta as seguintes condições de saúde:

Hipertensão arterial sistêmica;
Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) grave;
Obesidade clínica;
Aterosclerose sistêmica;
Doença do refluxo gastroesofágico;
Queratose actínica;
Aderências (bridas) intra-abdominais

O documento também aponta que Bolsonaro apresenta sinais e sintomas neurológicos que aumentam o risco potencial de novos episódios de queda.O laudo ainda indica avaliação nutricional, prática regular de atividade física e tratamento fisioterápico.

A defesa pede prisão domiciliar,  baseada no laudo médico da PF

Dica do editor - Saiba como uma música viral do TikTok se transformou em um novo gênero musical.

Dica do editor - Saiba como uma música viral do TikTok se transformou em um novo gênero musical.

Uma música viral no TikTok transforma-se em um novo gênero musical através de um processo de "tiktokificação", onde o formato curto, repetitivo e visual da plataforma molda a produção musical e dita novas tendências de consumo, informa, hoje, em reportagem especial, o jornal The Washington Post. Leia mais.

Esse fenômeno acontece porque o sucesso no TikTok impulsiona streams (seguindo as trends de dança) e forca artistas a criarem obras focadas no engajamento imediato, muitas vezes com menos de dois minutos e ganchos nos primeiros 5 segundos. 

Aqui está como a transformação ocorre:

1. Mecanismo de Transformação: A "Tiktokificação"

Formato de Curta Duração: Músicas são produzidas pensando no loop de 15 a 60 segundos, com refrões chicletes (repetitivos) feitos para desafios de dança.

O "Hook" Viral: Músicas começam com um impacto imediato, projetado para prender a atenção nos primeiros segundos.

Reapropriação e Estilos: Músicas antigas ou de nicho ganham novas versões (Sped-up, Slowed + Reverb) que geram gêneros derivados. 

2. Exemplos de Novas "Tendências/Gêneros" Gerados

Sped-up/Slowed Versions (Versões Aceleradas/Lentas): Músicas que ganham edições criativas pelos usuários para se adequar a moods (humores) específicos.

Phonk/Funk TikTok: Gêneros de batidas pesadas que se tornam virais por acompanharem vídeos de dancinhas ou edições de fotos/recapitulações.

O "Novo" Indie/Pop Alternativo: Músicas que, através da plataforma, se popularizam ao serem usadas como trilhas de desabafos ou vlogs, criando um estilo de "música confessional" ou de nicho que se torna "mainstream". 

3. Dinâmica do Viral para o Gênero

Conteúdo + Música = Nova Trend: O sucesso não vem apenas da música, mas da sua capacidade de ser "dançável", "relatável" (relatable) ou um "meme".

Impacto nos Streamings: O engajamento no TikTok (uso do som) impulsiona o volume de streams no Spotify, levando a música ao topo das paradas e forçando a indústria a replicar aquela fórmula, transformando a trend em um gênero.

Popularização de Nichos: Músicas antigas ou de gêneros inusitados ganham uma nova vida (ex: "I'm Just a Kid" do Simple Plan viralizando 18 anos depois com a "childhood photo challenge"). 

Artistas agora lançam músicas já pensando no "challenge" do TikTok para aumentar seu alcance, acelerando o surgimento desses novos estilos musicais. 

Artigo - A hipocrisia moral do STF pela voz de Moraes e Dias Toffoli

A publicação "Não é Imprensa", da qual o editor é assinante, de hoje avisa que o ministro Alexandre de Moraes está certo quando diz que juiz não pode julgar processo em que parente é advogado. E explica "Isso nunca esteve em discussão. A hipocrisia começa antes do julgamento". Leia tudo. Enquanto o STF posa de guardião da moral institucional, o escritório da esposa de um de seus ministros, a de Moraes,  mantém um contrato de até R$ 129 milhões com o Banco Master, investigado por fraudes bilionárias e alvo de decisões recentes do próprio Supremo. Não é crime nem ilegal, mas é, no mínimo, indefensável do ponto de vista ético. A pergunta é: por que alguém tão próximo ao poder máximo do Judiciário mantém relação comercial milionária com uma instituição sob escrutínio do próprio sistema ? E aí vem o teatro. Em vez de enfrentar o desconforto óbvio, a resposta é carimbar críticos como ‘agressores’ e acusá-los de espalhar ‘mentiras’ e ‘ataques ao tribunal’. Como se a indignação fosse invenção da internet, e não consequência direta da falta de pudor institucional acumulada há anos. O STF não errou ao explicar essa regra do impedimento, errou ao fingir que isso resolve tudo e que a gente vai se confundir com a explicação. Porque confiança não se impõe com nota à imprensa nem com declaração na TV Justiça. E imparcialidade não é só não julgar o processo, é não lucrar com o entorno dele.

Sr Ministro Alexandre, o problema não é jurídico. É simbólico, você sabe melhor do que ninguém. E símbolo quebrado não se conserta gritando “é mentira”.

A cada nova explicação, o que cresce não é a confiança, é a sensação de impotência e vulnerabilidade da Justiça. Cansa, viu ?


Camozzato quer explicações sobre filhos retirados dos pais em Arroio Grande, RS

A pedido do deputado Felipe Camozzato, NOVO, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa enviou ofícios para o Ministério Público, Conselho Tutelar e Tribunal de Justiça cobrando informações sobre o caso das crianças que foram retiradas dos pais Douglas e Paola Kalaitzis, em Arroio Grande, interior do Rio Grande do Sul.

Douglas e Sofia, de 4 e 1 ano de idade, possuem atestados e laudos médicos recomendando a suspensão da aplicação de vacinas do Plano Nacional de Imunização após fortes reações adversas. Segundo os pais, os filhos foram recolhidos da convivência familiar e encaminhados para um abrigo com alegações de abandono parental relacionado as vacinas, mas estavam apenas seguindo as recomendações médicas.

A advogada da família, Adriana Marra, fez a exposição do caso na Comissão e explicou a gravidade da situação. “Há um decreto federal de 1976, número 78.231, artigo 79, que garante a isenção da vacina se houver atestado médico. Essas crianças têm cinco atestados médicos cada, de médicos diferentes. O atestado é um documento que tem fé pública, a ninguém é dado o direito de questionar, exceto em caso de perícia no devido processo legal, o que não foi feito”, ressaltou Adriana.

Tanto o Conselho Tutelar quanto o Ministério Público se negaram a fornecer informações alegando que os processos estão em segredo de justiça. “Entendo o segredo de justiça por se tratarem de crianças, mas esse caso precisa de mais esclarecimentos por parte dos órgãos judiciais. Já são quase três meses que as crianças foram retiradas dos pais e não se tem uma conclusão transparente sobre o que aconteceu”, afirmou Camozzato.

Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - Caixa de surpresas

Pois, eu não dava um vintém pelo ministro Flávio Dino do STF. 

Confesso que ele aos poucos está me surpreendendo. A sua estampa de “Capitão do Mato”, a serviço da ideologia que ele defende ardorosamente, foi anunciada pelo presidente Lula, seu padrinho, como sendo um grande feito ao nomear um comunista para a Suprema Corte do país. 

Minha ressalva é porque se trata de uma Instituição judicial comprometida com a defesa da Constituição Federal, alicerçada no princípio democrático e no direito de propriedade. 

No primeiro movimento do seu jogo de xadrez o ministro mexeu os seus cavalos.  Seus templários partiram em todas as direções onde deputados e senadores distribuíram verbas públicas, em seus redutos eleitorais, provindas de emendas parlamentares ou partidárias. 

Uma espécie de semeadura de votos, ou seja, uma disfarçada compra de votos. No entanto, não teve o discernimento e a coragem cívica, de propor a extinção da prática desta violação ao Princípio da Igualdade. 

Privilégio discriminatório e odioso destinado, somente, a quem já foi eleito e pleiteia a reeleição, com vantagens que os outros candidatos não têm. No entanto, causou uma certa repercussão. Abriu os olhos de muitos brasileiros. 

Feito um Dom Quixote, com a imagem do Sancho Pança, investiu contra os moinhos produtores de “penduricalhos ilegais do serviço público”. 

Não sou a favor de decisões monocráticas de ministros do STF. Falta a muitos deles a imparcialidade, ou a necessária isenção. 

Por tudo que a imprensa vem noticiando, muitos estão enriquecendo, desproporcionalmente, relativamente as suas fontes de rendas regulares, sob às vistas embotadas do TCU.

Considero aceitável a proposta que concedeu o prazo de 60 dias para que o Executivo, Legislativo e Judiciário tomem providências sobre uma avalanche de verbas que engrossam e ultrapassam o teto do funcionalismo, hoje equivalente a RS 46.366,19. 

“Aquelas verbas que não foram expressamente previstas em Lei – votadas no Congresso Nacional, Assembleias Legislativas ou nas Câmaras Municipais, devem ser imediatamente suspensas após o prazo fixado”.

Caso avance esta iniciativa do ministro Flávio Dino sugiro mais: que ela se preste para revisar as aposentarias que incorporaram vantagens ou “avanços” de formas artificiais, em todos os entes federados. 

As incorporações de valores da aposentaria nos vencimentos estáveis ou fixos do funcionalismo, além de ilegais, são expedientes repulsivos.  

Caxias do Sul, 06.02.2026


Balança

 A balança comercial registrou o segundo maior superávit para meses de janeiro desde o início da série histórica, beneficiada pela queda das importações, divulgou nesta quinta-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). 

No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 4,342 bilhões, alta de 85,8% em relação ao superávit de US$ 2,337 bilhões no mesmo mês de 2025.

Setores

Na distribuição por setores da economia, as exportações em janeiro variaram da seguinte forma:

Agropecuária: 2,1%, com queda de 3,4% no volume e alta de 5,3% no preço médio;
Indústria extrativa: -3,4%, com alta de 6,2% no volume e queda de 9,1% no preço médio;
Indústria de transformação: -0,5%, com recuo de 0,6% no volume e de 0,1% no preço médio.

Produtos

Os principais produtos responsáveis pela queda das exportações em janeiro foram os seguintes:

Agropecuária: café não torrado (-23,7%); algodão bruto (-31,2%); e trigo e centeio não moídos (-33,6%);
Indústria extrativa, óleos brutos de petróleo (-7,8%); e minério de ferro (-8,6%);
Indústria de transformação: óxido de alumínio, exceto corindo artificial (-54,6%); açúcares e melaços (-27,2%) e tabaco (-50,4%).

No caso do agronegócio, as exportações de soja cresceram 91,7% em relação a janeiro do ano passado, por causa da antecipação de embarques, e as vendas de milho não moído aumentaram 18,8%.

Ano

As estimativas do Mdic estão mais otimistas que as das instituições financeiras. Segundo o Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano de 2026 com superávit de US$ 67,65 bilhões

Dica do editor - Saiba como não cair no golpe do Pix do IPVA

Dica do editor -  Saiba como não cair no golpe do Pix do IPVA

Em função do grande número de reclamações de pessoas que foram lesadas por golpes envolvendo o pagamento via Pix do IPVA e licenciamento do veículo, o DetranRS alerta para a importância de observar o nome do beneficiário/destinatário antes de concluir a transação.  

Beneficiário do pagamento do Pix do IPVA:
IPVA Sefaz/RS
CNPJ: 87.958.674/0001-81
Banrisul – Banco do Estado do RS S.A.  

Beneficiário do pagamento do Pix da taxa de licenciamento:
Detran/RS
CNPJ: 01.935.819/0001-03
Banrisul – Banco do Estado do RS S.A. 

O pagamento tanto do IPVA quanto do licenciamento e demais débitos do veículo pode ser feito diretamente na rede bancária credenciada.

Banrisul, Sicredi, Sicoob, Lotéricas da Caixa, Banco do Brasil (nesse caso, para não correntistas, pelo www.bb.com.br/cidadao, autoatendimento; WhatsApp/TAA/Mobile/Internet, correspondentes bancários) e Bradesco (apenas para correntistas), sem guia de arrecadação, informando placa e Renavam ao banco. 

O DetranRS reforça que não envia e-mails, SMS ou WhatsApp com links ou boletos de IPVA, assim como não o fazem o governo do Estado e a Secretaria da Fazenda (Sefaz). 

Quanto ao parcelamento

O pagamento parcelado do IPVA do ano atual pode ser feito em seis prestações mensais, desde que a opção pelo parcelamento e o pagamento da primeira prestação tenham ocorrido até 30 de janeiro de 2026. Após essa data, não será mais possível parcelar, cabendo apenas o pagamento integral. 

O credenciamento de empresas facilitadoras de pagamento é feito pelo DetranRS. Em caso de eventuais problemas de recolhimento de valores, o contribuinte deve entrar em contato diretamente com a empresa com a qual foi feita a operação para verificar o que pode ter ocorrido. Também poderá entrar em contato com a autarquia pelo site.