Esqueceram o BNDES

 Marcus Vinicius Gravina

Mensagem ao "pai dos pobres", da Venezuela, Cuba , Moçambique e outros.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  (BNDES) foi criado como uma empresa pública para financiar projetos de médio e longo prazo. 

Está direcionado à impulsionar o desenvolvimento econômico e social do nosso país.

 Encontra-se nas mãos do Governo Federal, mas não é banco como conhecemos em nossas ruas. 

Muitos ainda não entenderam como ele foi financiar a economia de outros países e, se isto faz parte de um jogo político internacional, de  apoio às nações comunistas.

Transformou-se em um banco do "Foro de São Paulo".

Vejam os empréstimos em dólares:

Angola, 3,27 bilhões; Argentina, 2  bilhões; Equador, 685 milhões; Cuba, 650 milhões.

Outros 15 paises aumentaram esta lista, dentre eles, Moçambique, Gana, Costa Rica e Guatemala.

Antes do Lula sair por aí com as suas .narrativas mentirosas, deveria pensar em quantas obras no Brasil ele deixou de construir e a falta de melhor assistência social, que abandonou, para fazer o bem fora do Brasil.

Isto é a consagração de má gestão do dinheiro público.

Perdida esta eleição ele entrará em campanha pelo  "Prêmio Nobel da Fome" mundial, com o dinheiro dos outros. 

Este escândalo rivaliza com o do Banco Master. 

Caxias, 10.10.2026

Marcus Vinicius Gravina 

OAB-RS 4.949

Flávio Bolsonaro estará na quarta-feira no RS. Conheça a agenda do candidato.

 O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) estará no RS na próxima quarta-feira (14) para uma série de mobilizações políticas em Porto Alegre e na Região Metropolitana. A agenda integra a estratégia de campanha para o segundo turno e busca ampliar a mobilização de apoiadores gaúchos. 

Na Capital, estão previstos dois atos: um no Centro Histórico e outro no Parque Moinhos de Vento, o Parcão, onde Flávio já realizou um comício em setembro. Após as atividades em Porto Alegre, a programação prevê uma carreata ou motociata em direção a Novo Hamburgo, ampliando a presença da campanha na região. 

A visita é organizada pelo governador eleito do RS, Luciano Zucco (PL), que coordena a campanha presidencial no Estado. A estratégia é fortalecer a mobilização política no segundo turno e ampliar o apoio a Flávio Bolsonaro nos municípios gaúchos e na Região Sul. Os detalhes finais dos horários e locais dos atos devem ser confirmados pela organização.

Dica do editor - Saiba por que os médicos recomendam que as mulheres refaçam os testes genéticos precoces para avaliar o risco de câncer ?

Os médicos estão recomendando que mulheres que realizaram testes genéticos há alguns anos refaçam ou atualizem esses exames principalmente devido à rápida evolução tecnológica e à descoberta de novos genes de risco.

Embora o nosso DNA não mude ao longo da vida, a capacidade da ciência de lê-lo e interpretá-lo mudou drasticamente. Os principais motivos para essa recomendação incluem:

1. Evolução dos testes (De 2 genes para dezenas)

Até meados da década de 2010, os testes genéticos precoces costumavam analisar apenas os dois genes mais famosos vinculados ao câncer de mama e ovário: o BRCA1 e o BRCA2. Hoje, os laboratórios utilizam o Sequenciamento de Nova Geração (NGS). Essa técnica permite analisar painéis multigênicos expandidos que avaliam simultaneamente de dezenas de outros genes associados ao câncer (como PALB2, TP53, CHEK2, ATM, PTEN, entre outros). Um teste antigo com resultado negativo pode ter deixado passar mutações nesses outros genes recém-descobertos.

2. Histórico familiar dinâmico

A indicação clínica para investigar o risco genético baseia-se no histórico de saúde da família. Como o histórico familiar muda com o tempo — por exemplo, se novos parentes desenvolveram câncer de mama, ovário, pâncreas ou próstata nos últimos anos —, o nível de risco inicial precisa ser recalculado pelo médico oncogeneticista.

3. Reclassificação de variantes (VUS)

No passado, muitos testes identificavam alterações chamadas de Variantes de Significado Incerto (VUS) — modificações no DNA que a ciência ainda não sabia dizer se aumentavam o risco de câncer ou se eram inofensivas. Com o avanço das pesquisas e bancos de dados globais, muitas dessas variantes antigas foram reclassificadas como claramente benignas ou sabidamente patogênicas.

4. Mudança nas diretrizes médicas

As principais sociedades médicas internacionais e nacionais atualizaram seus critérios. Hoje, recomenda-se a testagem para um grupo muito mais amplo de mulheres (como pacientes diagnosticadas com câncer de mama triplo-negativo, tumores bilaterais ou mulheres com diagnósticos até os 65 anos)

Zucco e Leite: cordialidade demais?

Depois de ataques duros durante a campanha, a aproximação entre Zucco, Leite e Gabriel Souza levanta suspeitas sobre a preservação de espaços no próximo governo e desafia o governador eleito a mostrar que a mudança prometida não ficará pelo caminho.

por Rodrigo Alves, jornalista.

Depois de ataques duros durante a campanha, a aproximação entre Luciano Zucco, Eduardo Leite e Gabriel Souza levanta suspeitas sobre a preservação de espaços no próximo governo e desafia o governador eleito a mostrar que a mudança prometida não ficará pelo caminho. 

A política tem dessas reviravoltas que merecem atenção. Depois de uma campanha eleitoral em que Luciano Zucco foi alvo de críticas contundentes de Eduardo Leite e de seu vice, Gabriel Souza, a cordialidade demonstrada nas reuniões da semana passada abre espaço para uma pergunta incômoda: até onde vai a transição institucional e onde começa a negociação pela preservação de espaços de poder? O diálogo entre governos é necessário, mas não deveria apagar o histórico recente de confrontos nem dispensar explicações sobre os compromissos assumidos nos bastidores. 

Gabriel Souza, em particular, adotou um tom duro contra Zucco durante a campanha, chegando a questionar publicamente seu conhecimento sobre o número de hospitais do Rio Grande do Sul. A intensidade dos ataques de integrantes da chapa governista tornou o contraste com a atual atmosfera de cordialidade ainda mais evidente. A comparação com as críticas dirigidas a Zucco por Juliana Brizola, candidata apoiada pelo campo político de Lula no Estado, também faz parte do debate sobre o comportamento dos adversários durante a disputa. Agora, a eleitores da direita e centro que votaram e elegeram Zucco tem o direito de perguntar se a transição será conduzida com base em critérios técnicos e administrativos ou se haverá acordos destinados a acomodar nomes da gestão que está de saída. 

Um dos casos que merecem atenção é o de Danielle Calazans, servidora federal, é atual secretária de Planejamento, Governança e Gestão do Rio Grande do Sul. Com passagem pelo Ministério da Economia durante a gestão de Paulo Guedes e pela direção da Caixa Econômica Federal, ela foi incorporada ao governo gaúcho por convite de Eduardo Leite. Sua eventual permanência ou participação na próxima administração estadual ou federal, já que ela é de Brasilia, deve ser discutida à luz de critérios objetivos, como experiência, resultados e alinhamento ao programa do novo governo e não apenas pela proximidade com o atual governador. 

Leite também convidou Zucco para acompanhá-lo à COP, prevista para novembro de 2026, na Turquia, em uma agenda voltada às mudanças climáticas, às enchentes e às relações com organismos internacionais. Há ainda a perspectiva de uma viagem conjunta a Brasília para tratar de pautas econômicas e de interesse do Estado. São iniciativas que podem produzir resultados positivos para os gaúchos, desde que tenham objetivos claros, transparência e prestação de contas. 

O desafio de Zucco será conduzir uma transição respeitosa sem permitir que a cordialidade se transforme em compromisso político não explicado ao eleitor. O eleitor gaúcho que escolheu uma nova administração espera conhecer suas prioridades, sua equipe e os critérios que orientarão as nomeações. 

Há, por fim, uma questão política que permanece em aberto: qual será a postura de Leite diante da disputa presidencial? O governador não demonstrou, até aqui, o mesmo empenho público de outros aliados da direita na defesa de uma candidatura de oposição a Lula, até porque Leite se diz de centro. Seria essa postura a mesma caso o resultado do primeiro turno tivesse sido diferente a favor de Lula? Não há como afirmar. Mas a pergunta é legítima e ajuda a dimensionar o grau de convergência política entre Leite e o grupo que pretende conduzir o Rio Grande do Sul nos próximos anos. 

Na política, cordialidade não é sinônimo de acordo, assim como divergência não impede cooperação. O que a sociedade gaúcha precisa é de transparência. Zucco foi eleito para liderar um novo ciclo de governo; cabe a ele demonstrar que a transição será guiada pelo programa apresentado aos eleitores principalmente de direita que o elegeram e não a continuação do governo de centro-esquerda de Eduardo Leite.

Portal da Microsoft vira alvo de críticas por viés político a favor de Lula

O MSN Brasil, portal de notícias ligado à Microsoft, precisa responder a uma pergunta incômoda em pleno ano eleitoral: seus critérios de seleção de conteúdo são realmente equilibrados? 

A percepção de leitores de que o site dá destaque a notícias favoráveis ao governo Lula e a setores da esquerda, enquanto publica conteúdos críticos ao senador Flávio Bolsonaro e a bandeiras e políticos mais alinhados a direita, levanta dúvidas sobre a pluralidade da cobertura política.  

Em um ambiente no qual a manchete exibida na tela pode influenciar a percepção pública de candidatos e governos, não basta alegar que o portal apenas reúne conteúdos de terceiros. A plataforma também precisa ser transparente sobre como seleciona, recomenda e distribui essas informações (conforme quadro de montagens de matérias publicadas hoje (11/10) e selecionadas pelo editor - quadro ao lado).  

A discussão ganha relevância diante da crescente presença da Microsoft em instituições brasileiras. Sob a presidência de Priscyla Laham, a companhia divulga parcerias tecnológicas com organizações como a Caixa Econômica Federal, mantém relações com grandes empresas e participa de iniciativas sociais com a ONG Gerando Falcões. Laham também anunciou sua entrada no Conselho de Administração do Magazine Luiza.

Essas conexões ampliam a presença institucional da empresa no país, mas não comprovam alinhamento político com Lula, mesmo que o Governo Lula e a ONG Gerando Falcões firmaram uma parceria formalizada em junho de 2026 para promover a inclusão produtiva e o desenvolvimento de políticas públicas em favelas e periferias, que a Caixa seja um banco do governo e que a empresária Luiza Helena Trajano tenha feito parte do "conselhão" de Lula. Ainda assim, tornam legítima a cobrança pública por clareza sobre a separação entre os interesses comerciais da companhia e os critérios editoriais de sua plataforma de notícias. 

Nos Estados Unidos, a Microsoft também mantém relações com governos democratas mais alinhados com o governo Lula, em razão de contratos, investimentos e decisões regulatórias que afetam seus negócios. A empresa anunciou, por exemplo, um investimento de US$ 3,3 bilhões em infraestrutura de inteligência artificial em Wisconsin durante o governo Joe Biden. Em 2024, o New York Times noticiou que Bill Gates, fundador da Microsoft, havia doado US$ 50 milhões a uma organização que apoiava a campanha presidencial de Kamala Harris. 

Mas a MSN também mantem diálogo institucional com Donald Trump. A empresa fez uma contribuição de US$ 1 milhão para o fundo da posse presidencial de Trump em 2025. 

O problema central, portanto, está no papel exercido pelo MSN como distribuidor de informação política com dezenas de matérias negativas ao setor da direita brasileira e positivas a esquerda em período eleitoral, como as anexadas na imagem ao lado. 

Mesmo quando as reportagens são produzidas por veículos parceiros, a seleção das manchetes, a frequência de exposição e os mecanismos de recomendação podem influenciar o que milhões de usuários leem. Se há suspeita de tratamento desigual entre Lula e Flávio Bolsonaro, a resposta adequada não é ignorar a crítica, mas apresentar dados: quantas notícias sobre cada candidato foram publicadas, quais enfoques predominaram, quais fontes foram utilizadas e como os conteúdos foram escolhidos para ganhar destaque.

Índia enfrenta onda de protestos após cancelamento de milhões de títulos de eleitores

Uma barata virou símbolo de contestação política na Índia. O chamado Cockroach Janta Party, ou Partido do Povo Barata, nasceu como uma sátira nas redes sociais e ganhou força ao canalizar a indignação de jovens com o desemprego, declarações controversas de autoridades e suspeitas de interferência política no sistema eleitoral. 

A mobilização desafia o governo do primeiro-ministro Narendra Modi, no poder desde 2014, e levou milhares de pessoas às ruas, apesar das barreiras policiais e das restrições impostas pelas autoridades. 

A origem do movimento está em comentários atribuídos a autoridades indianas que associaram jovens desempregados a baratas e parasitas. A declaração provocou uma onda de indignação, ironia e manifestações digitais. Criado por Abhijeet Dipke, estrategista de comunicação política e estudante da Universidade de Boston, o coletivo transformou o insulto em identidade de protesto. 

Sem ser um partido formal, o grupo reúne jovens que usam o humor e a mobilização online para criticar o cenário econômico e político do país. Entre suas referências estão o desemprego e a percepção de que as novas gerações enfrentam dificuldades para conquistar espaço no mercado de trabalho. 

A crise ganhou dimensão institucional com a revisão dos cadastros eleitorais realizada no ano passado. Segundo os relatos divulgados, o processo resultou no cancelamento de aproximadamente 130 milhões de registros. Partidos de oposição acusam a Comissão Eleitoral de excluir eleitores legítimos e favorecer o Bharatiya Janata Party (BJP), legenda de Modi. 

O órgão eleitoral nega irregularidades. Em meio à controvérsia, manifestantes passaram a exigir a saída do chefe da comissão e denunciar o que consideram uma violação do direito ao voto. 

A resposta das autoridades incluiu reforço da segurança, bloqueios de ruas, barricadas e a suspensão de operações em estações de metrô. Segundo relatos da Reuters e da imprensa indiana, milhares de pessoas foram detidas em Nova Déli e Mumbai. O fundador do movimento e outros dois líderes também teriam sido presos ao desembarcar na capital. 

Em imagens divulgadas nas redes sociais, Dipke aparece sendo escoltado para fora de um avião enquanto afirma não ter medo do governo. Para os manifestantes, a disputa vai além de uma sigla política: envolve emprego, representação e confiança nas instituições democráticas. 

O episódio mostra como um símbolo improvável pode transformar frustração social em mobilização política, embora o alcance e a capacidade de organização do movimento ainda dependam de seus próximos passos.

Meios e modos

 O deputado federal Luciano Zucco venceu as eleições para governador do RS no primeiro turno, surpreendendo todo mundo, porque se acreditava que ele sairia na frente da disputa, mas teria que ir para o segundo turno com a candidata da coligação PDT+PT, Juliana Brizola, neta de Brizola.

Esta é a primeira vez que a direita vence uma eleição de dois turnos para governador

Depois da redemocratização mais recente, antes de Zucco, apenas um candidato de direita venceu no RS. Foi Jair Soares, mas não havia segundo turno. Soares venceu por maioria simples os candidatos Pedro Simon, MDB; Olívio Dutra, PT e Alceu Collares, PDT. Todos os três viriam a ser governadores.

O resultado principal:

Zucco, 58,05%
Juliana, 31,65%
Gabriel Souza, MDB, 8,43%
Marcelo Maranata, PSDB, 1,68%

Agora, todos, menos Juliana, estão unidos para eleger Flávio Bolsonaro.

Duas graves questões

1) A dívida.

Luciano Zucco herdará um governo estadual com as contas públicas bastante equilibrada, mas por conta da suspensão de pagamento de uma dívida de R$ 145 bilhões com a União, que deveria estar sendo quitada em prestações mensais, mas que nem de longe são pagas. É o mais grave problema que Zucco terá que enfrentar, porque pelo acordo conseguido por Leite, as parcelas mensais terão que ser honradas a partir de abril de 2027. Serão R$ 2 bilhões que terão que ser pagos no ano que vem.

Caso Flávio Bolsonaro seja eleito, a solução seria prorrogar o atual acordo fechado entre Lula e Leite.

Uma solução definitiva, no entanto, só acontecerá com a abolição da dívida.

2) A economia

Caso consiga governar o governo, passando pelo enxugamento da máquina pública, engordada incrivelmente por Leite, Luciano Zucco precisará buscar rapidamente meiose modos de retirar a economia gaúcha do fundo do poço onde se encontra.

O novo governador prometeu retomar a prosperidade aos gaúchos.

Terá que encontrar meios e modos de fazer isto.