Grand Round do Hospital Moinhos de Vento debate os progressos no combate ao câncer de mama

Especialistas do Hospital Moinhos de Vento se reúnem na próxima terça-feira (24) para a primeira edição de 2023 do Grand Round, que terá como tema Progressos no câncer de mama 2023: a vida após o diagnóstico. Mastologistas, oncologistas e patologistas da instituição vão falar sobre a segurança de gravidez após o diagnóstico de câncer de mama e os avanços no tratamento para o enfrentamento da doença. 

A mastologista Maira Caleffi, chefe do Núcleo Mama, fará a abertura do evento, que terá a moderação do oncologista Sérgio Roithmann, chefe do Serviço de Oncologia. As palestras ficam a cargo dos oncologistas Daniela Dornelles Rosa, José Roberto Freitas Rossari, Gustavo Werutsky, e da patologista Márcia Silveira Graudenz. O evento será no Auditório Moinhos (rua Tiradentes, 333 — térreo do bloco B), a partir das 12h15, e as inscrições podem ser feitas no site da instituição.


Grand Round Progressos do Câncer de Mama - evento híbrido

Quando: terça-feira, 24 de janeiro

Horário: das 12h15 às 13h15

Onde: Auditório Moinhos (rua Tiradentes, 333 — térreo do bloco B)

Inscrições pelo site do Hospital Moinhos de Vento

Gordura no fígado: esteatose hepática e métodos de diagnóstico

 Gordura no fígado: esteatose hepática e métodos de diagnóstico

 

Laboratório Serdil coloca em operação exame não invasivo que possibilita o acompanhamento da enfermidade

 

O laboratório Serdil, em Porto Alegre, já está disponibilizando o exame de imagem elastografia por ultrassom com a técnica shear wave. Considerado um método não invasivo, o teste é indicado sempre que houver suspeita de fibrose em pacientes com doença hepática de qualquer causa, como doença hepática gordurosa, alcoólica ou por hepatites B e C.


O fígado é o grande laboratório químico do organismo. Transforma os alimentos em moléculas que serão aproveitadas pelas células, participa do controle de várias substâncias vitais, como a glicose, o colesterol e os fatores de coagulação e desintoxica o organismo. Caso as células do órgão sejam afetadas pelo acúmulo de gordura, ele pode ter suas funções acometidas, resultando na esteatose hepática. “Na maioria das vezes, a esteatose está associada a alterações metabólicas no organismo e, frequentemente ao estilo de vida inadequado, como excesso de peso e sedentarismo, que causam elevações de colesterol e triglicérides, e alterações do metabolismo da glicose, incluindo pré-diabetes e diabetes. O exame de elastografia é não invasivo, mas, em alguns casos, pode não substituir a biópsia hepática”, alerta a Dra. Kátia Zanotelli Fassina, coordenadora médica e responsável técnica do laboratório Serdil e Weinmann, marcas que pertencem ao Grupo Fleury, no Rio Grande do Sul. 

 

Em termos técnicos, a esteatose hepática ocorre quando há excesso de triglicérides nos hepatócitos. Como resultado de sobrepeso e obesidade, diabetes e dislipidemias, as células do fígado acumulam gordura em seu interior. Por se tratar de uma doença assintomática, é comum que o diagnóstico ocorra por meio de uma ultrassonografia de abdome. Outros exames podem também revelar sua presença de forma mais precoce, como a ressonância magnética, a biópsia hepática e a elastografia hepática, método guiado por ultrassom que verifica a elasticidade e condições do órgão.

 

Na elastografia por ultrassom com a técnica shear wave, o tecido hepático é induzido a uma onda de cisalhamento perpendicular, gerando uma imagem em modo B (escalas de cinza) e medindo a rigidez hepática.  Quanto maior for a rigidez do fígado, maior a velocidade de propagação. Ainda, há a possibilidade de avaliação morfológica hepática pelo modo B e do fluxo vascular pelo método doppler.

 

“São as condições clínicas que apontam as pessoas elegíveis para realizarem o teste, pois podem evoluir para um quadro de fibrose hepática, que tende a acirrar o desenvolvimento de complicações, como cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular. O diagnóstico de fibrose hepática em fase inicial é extremamente importante para a escolha do melhor tratamento, impactando diretamente no desfecho clínico”, explica a médica.

 

A profissional também ressalta que existem alguns fatores limitantes para a realização da elastografia, que podem interferir ou superestimar o grau da fibrose hepática como a obesidade (pessoas com IMC > 30kg/m2 podem ter a mensuração da possível rigidez hepática comprometida, pois a gordura atenua o ultrassom e a propagação das ondas), aumento das transaminases hepáticas e insuficiência cardíaca. 

 

“A avaliação histológica por meio da biópsia hepática ainda é considerada padrão de referência para o estudo da fibrose hepática. No entanto, a elastografia, por ser um exame não invasivo, de baixo custo e sem risco de complicação, vem ganhando espaço no diagnóstico precoce e acompanhamento do progresso ou regressão da fibrose hepática”, afirma a doutora.

 

Para o tratamento, o melhor são as mudanças de hábitos, com foco em bem-estar e saúde. “Especialmente nos países ocidentais, a esteatose é uma causa emergente de transplante de fígado. Para a melhora do quadro o mais indicado é a perda de peso e atividade física. Se a causa for o álcool, a redução significativa ou abstenção são fundamentais. Vale lembrar que os medicamentos utilizados visam reduzir os danos metabólicos associados à esteatose e não têm efeito direto sobre a doença. O paciente deve ser constantemente lembrado e motivado a mudar o estilo de vida”, destaca a Dra. Kátia.

 

Sobre a Serdil

A Serdil é uma clínica especializada em exames de imagem com 47 anos de tradição. Oferece também exames laboratoriais com a qualidade do laboratório Weinmann e modernos testes genéticos, capazes de identificar alterações em genes que podem estar associadas a doenças, permitindo um diagnóstico personalizado, em um único lugar. Disponibiliza uma plataforma online exclusiva para exames de Genômica: o Fleury Genômica (wwww.fleurygenomica.com.br).

 

Sobre o Grupo Fleury

Com 96 anos, o Grupo Fleury é uma das maiores e mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, referência para a comunidade médica e público geral por sua qualidade técnica, médica, de atendimento e gestão. Com 13,5 mil funcionários e 3,2 mil médicos, detém as melhores práticas ESG e contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde. Com sede em São Paulo (SP), o Grupo Fleury está presente também em outros nove estados e no Distrito Federal, com mais de 280 Unidades de Atendimento. A companhia oferece uma das mais completas soluções em medicina diagnóstica no país, por meio da coordenação de cuidado centrado no indivíduo e capacidade de inovação e tecnologia. Essas soluções refletem o posicionamento estratégico da empresa de ser um ecossistema de saúde integrado e preventivo, que nasceu como um laboratório de análises clínicas e evoluiu para ofertas completas de medicina, físicas e digitais, em suas unidades de atendimento e operações B2B. Site do Grupo Fleury: www.grupofleury.com.br 


Vícios e falsas virtudes.

 Vícios e falsas virtudes.

Por Roberto Rachewsky

O ator americano Mark Ruffalo e a sobrinha-neta de Walt Disney, Abigail Disney, foram ao Fórum Econômico Mundial, para dizer ao seu governo: “Cobrem mais imposto de renda. Eu pago pouco”.


Isso me lembra que para inibir vícios, como o hábito de fumar ou de beber, o governo sobre tributa o cigarro e bebidas alcóolicas para diminuir seu consumo.

Para esses abnegados citados, dinheiro é a fonte do mal e o hábito de enriquecer ou dispor da fortuna que herdou, são vícios que precisam ser purgados, senão por vontade própria, então sob coerção estatal.

O “Congresso Global Dos Sinalizadores de Virtudes” que ocorre em Davos, é uma versão sofisticada e hipócrita da associação dos alcoólicos ou dos fumantes anônimos. Porém, sem a parte do anonimato porque para um “sinalizador de virtudes”, o mais importante é saciar seu narcisismo com o mais fulgurante estrelato.

Põem-se a defender o meio ambiente, a igualdade social, a ajuda humanitária, sempre precedida pela espoliação estatal. A defesa anticapitalista que fazem, é absolutamente imoral. Atenta contra a natureza do homem. Os paladinos da justiça social e defensores dos ursos polares, prescrevem exatamente aquilo que promove a violência, a destruição, a pobreza, a miséria e a morte.

Capitalismo é o único sistema social compatível com a natureza racional do ser humano. Só ele defende a existência de um governo cujo único propósito é proteger a liberdade individual e a propriedade privada contra os que usam de força ou de fraude para obterem ganhos imerecidos.

Socialismo é o oposto. Se baseia na iniciação do uso da coerção pelo estado, apresentando-se em duas formas: 

- comunismo, sistema social onde o estado é proprietário monopolista dos meios de produção, inclusive da mão-de-obra, que fornecem à sociedade aquilo que os governantes considerarem necessário, à revelia do interesse particular dos indivíduos, que passam a ter uma vida miserável, diferentemente dos seus algozes;

- fascismo, sistema social de economia mista, no qual o estado concede o provimento de bens e serviços a particulares, almejando alguma produtividade. Porém, sob rigorosa regulação e tributação, que permitem ao estado controlar, dirigir e espoliar a sociedade para proveito dos governantes e dos parasitas que orbitam no seu entorno. 

Apesar da sua crueldade, o socialismo tem sido aceito por aqueles que veem no progresso econômico e tecnológico, só possível no capitalismo, sua fonte de ressentimento. 

Acham que o dinheiro é um mal, que criar riqueza é um vício. Querem empobrecer. Afinal, para eles, riqueza é um câncer e o governo que a extrai e destrói é a cura.


Cherini

    Amanhã (24/01), às 9h, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, a bancada federal gaúcha, composta por 31 deputados e 3 senadores, sob coordenação do deputado federal Giovani Cherini (PL/RS), beneficiará centenas de municípios do Rio Grande do Sul, encaminhando mais de 200 máquinas e implementos agrícolas, entre retroescavadeiras, escavadeira hidráulica, patrolas motoniveladoras, pás carregadeiras e também KIT's para agricultura familiar, com objetivo de auxiliar no desenvolvimento local. 



        Os maquinários custaram R$ 124 milhões, sendo R$ 98,7 milhões indicados via recursos de emendas parlamentares da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados, nos anos de 2020/21, e mais R$ 25,3 milhões de contrapartida do governo do RS.


        A entrega ocorrerá por meio de “cessão de uso”, uma vez que os bens serão destinados através de uma transferência gratuita da posse de um bem público aos municípios agraciados, os quais deverão encaminhar os equipamentos para ampliação e implementação de políticas públicas agrícolas. 


“Os maquinários destinados são essenciais para o desenvolvimento da região; melhora na agricultura, ajuda a manter as estradas rurais e promove novas oportunidades para o crescimento comercial do município e da região. Esse trabalho é o resultado de uma união entre os parlamentares gaúchos de diferentes partidos, interligados com um único propósito: trabalhar para em prol do povo gaúcho.” Afirma o dep. fed. Giovani Cherini (PL/RS), líder da bancada gaúcha há 8 anos consecutivos.

Claudia Laitano, RBS

  Os jornalistas da RBS prosseguem seguindo a voz do dono e não conseguem entender que o governo Bolsonaro não manda mais no Brasil, já que quem manda são seus aliados lulopetistas.

O jornalismo da RBS continua desinformando, não apenas produzindo narrativas acusatórias típicas do exercício legal das promotorias públicas, mas também omitindo ou by passando fatos que com isto alteram o rsultado de maneira grave.

É o caso da coluna de hoje da jornalista Claudia Laitano, que baba ovo em cima do programa Fantástico que abordou o 8 de janeiro. Da mesma forma que o programa, Laitano: 1) generaliza ao dizer que os eleitores anti-lulopetistas concordam com o vandalismo do 8 de janeiro, o que não é verdade. 2) informa que os atos de vandalismo tiveram origem nas fake news, culto às armas, instrumentalização da igreja e guerra cultural.

Da mesma forma que seus patrões da RBS, Claudia Laitano ignora o estado de exceção promovido pela ditadura da toga, conforme denúncia de hoje do Wall Street Journal, passa batido pela inconformidade causada pela libertação de um condenado em três instâncias e ungido presidente, tudo em meio a níveis de desconfiança de dimensões oceânicas sobre o processo eleitoral.

Mesmo sendo mulher, a jornalista sequer refere-se às condições desumanas enfrentadas por centenas de presas na Colmeia, tratadas com extrema severidade, a ponto de menstruarem no chão por falta de absorventes. 

Afinal de contas, que gente é esta que habita a RBS ?