domingo, 30 de setembro de 2018

Artigo - O conserto


Em 2002 o PT venceu.
Em 2006 o PT venceu.
Em 2010 o PT venceu.
Em 2014 o PT venceu.
Agora em 2018 o PT afirma que vai consertar o país arrasado!
 De que:
- Dos 7 homicídios, 6 estupros e 5 mortos por acidentes de trânsito que acontecem por hora no Brasil ?
- Dos 13 milhões de desempregados?
- Da falta de respeito e humilhações que um professor foi submetido em plena sala de aula por adolescentes?
- Da covarde agressão pelas costas de um homem que deu uma " voadora "( salto com os pés ) em uma mulher que exercia o seu papel de fiscal e quase foi atropelada pelos carros?
- Da facada que quase matou um seu adversário político?
- Dos quase R$ 200 bilhões desviados dos cofres públicos, quando exerceu a presidência da República, durante o período de 2002 à 2016?
- Dos perdões de dívidas financeiras, sem o consentimento do povo brasileiro, bem como os " empréstimos generosos" ( ou doações de dinheiro público) para países aliados ideologicamente, não importando serem dirigidos por ditadores como Cuba, Venezuela , Guiné Equatorial como exemplos.
- Da maior corrupção jamais vista no período republicano brasileiro?
- Da maquiavélica indução feita em salas de aulas para crianças ainda em formação de caráter,
através de cadernos distribuídos pelo MEC?
- Da paulatina destruição das famílias, que são as principais responsáveis pela perpetuação das propriedades privadas ?
- Das ameaças de José Dirceu que afirma que o PT vai tomar o Poder?
- Das admirações da senadora Gleise Hoffman e do senador Lindberg Farias, bem como de centenas de políticos do PT pelo ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que faz o povo fugir do país por falta de comida, remédios, empregos e uma violenta repressão aos seus opositores? E que não se envergonha de jantar no restaurante mais caro da Turquia !

Como é que vão consertar o quadro acima que eles mesmos causaram?

Chega de mentiras, ameaças e corrupção institucionalizadas que vocês petistas impuseram ao povo. Vocês se julgam os " donos " do Brasil. O país não é " boca de fumo " que tem dono.

O  Brasil foi, é e sempre será de todos os brasileiros!

Artigo, Percival Puggina - A manipulação da informação


Das empresas de comunicação se deve esperar mais do que um conjunto de manipulações e menos do que um pacote de ocultações. O consumidor da notícia, das matérias, tem direito de ser bem informado sobre assuntos de relevante interesse social.
O público sabe que muitos veículos preferiam ver Bolsonaro em qualquer lugar, menos no topo da preferência dos eleitores. Por isso, reservam espaços diários para atacá-lo e, por isso, tantos jornalistas, esquecendo-se dos demais candidatos, dedicam horas de expediente a comentários negativos, muxoxos, sorrisos, ironias e mistificações. Em contrapartida, silêncios coniventes cercam a vida e a obra de Fernando Haddad; ocultam seus livros e sua confessada adesão à Escola de Frankfurt, círculo de intelectuais que se dedicaram à tarefa de viabilizar o marxismo no Ocidente cristão mediante a dissolução dos fundamentos de sua cultura. Até seu alarmante Plano de Governo passa batido! Não faz jus a uma perguntinha sequer ao candidato a proposta de uma “Refundação Democrática do Brasil” mediante nova constituinte, notícia que evoca o processo venezuelano, inclusive pela ênfase à “soberania popular em grau máximo”. E note-se: Haddad, há pouco mais de uma semana, em entrevista a O Globo, atribuiu à oposição a crise da Venezuela. Disse (sic): “A Venezuela não vive um processo de normalidade, não vive. Por que há contestação sobre o ambiente democrático, não se reconhece resultado eleitoral, a oposição contesta quando um plebiscito é chamado, as eleições não são respeitadas. O clima alí é de conflagração. Inequívoco.” Pelo jeito, esse estrabismo ideológico do candidato faz sentido e não põe em dúvida o discernimento de um aspirante à cadeira presidencial. Afinal, é Bolsonaro quem constitui risco à democracia...
Voltemos, porém, ao Plano de Governo descartado das pautas dos grandes veículos como se afasta do caminho e da visão uma inconveniente barata seca. Nem uma palavra sobre a proposta de um Programa Transcidadania que anuncia a concessão de bolsas de estudo para travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade (note-se que o motivo da concessão não é a vulnerabilidade, mas a condição transexual). Silêncio! Desinteressante, também, pelo jeito, a proposta de uma Nova Política sobre Drogas, mediante descriminalização e regulação do comércio.
A apreensão em relação à posição eleitoral de Bolsonaro leva muitos veículos a esquecerem dos riscos inerentes ao retorno petista à cena do crime. Obscurece a terrível herança deixada por um governo que atuou ininterruptamente entre 2003 e 2016. Não permite ver, no Plano de Governo de Haddad, a ressureição do famigerado PNDH-3, a ser “resgatado e atualizado”, nem a promessa de implementar as recomendações da Comissão Nacional da Verdade.
O PNDH-3 (2010), para lembrar, desfigurava a democracia representativa, o Poder Judiciário, o direito de propriedade, a religiosidade popular, a cultura nacional, a família e a liberdade de imprensa. Numa tacada, liberava o aborto, mudava para pior o Estatuto do Índio, valorizava a prostituição e se intrometia em temas que iam da transgenia à nanotecnologia. Já a Comissão da Verdade, aquela com sete membros escolhidos por Dilma, entre os quais não havia qualquer historiador, foi mais um dos muitos meios pelos quais o PT quis maquilar-se como defensor da democracia (desde que não se mencione Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Nicarágua, Muro de Berlim etc.).
Nada disso, porém, interessa a setores da imprensa. Pode até parecer que são apenas livros e ideias no papel. Contudo, as ideias não são do papel.

* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o Totalitarismo; Cuba, a Tragédia da Utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil, integrante do grupo Pensar+.


Artigo, Nilton Carvalho, advogado, RS - A morte do meu pai


Este texto foi escrito pelo advogado gaúcho Nilton Carvalho, no exato momento em que ele foi embora. Apesar te estar pronto para ir embora desde domingo à noite, ele só parou de respirar quando recebeu de um sacerdote a unção dos enfermos, quando o óleo sagrado foi cruzado em sua testa. Nésio de Araújo Carvalho foi em paz.

Dia 26, um homem bom, de caráter, íntegro, leal, que nunca gostou ou brigou por riqueza, que jamais revelou um segredo, que nunca teve inimigos, que jamais se utilizou da fraqueza de um eventual oponente, que nunca tirou ou tentou tirar vantagem de alguém, que amava a natureza, os animais, sua eterna mulher, seus filhos, sua nora, suas netas, seus sobrinhos, poucos amigos.  e que sempre teve uma forma diferente e sozinha de viver e pensar a vida, foi embora!!

Este homem era o meu pai, figura reta, ereta, simpática e braba.

Ele não utilizava atalhos nem sofismas. Inteligente e culto, passava seu conhecimento  a quem, atento fosse, jamais impunha sua opinião, detestava discutir, preferia não ter razão a ter uma discussão. Lutou até o último minuto. Em momento algum se queixou. Não sei se foi inteligente em não falar no mal contra qual lutava ou se foi altruísta,  poupando-nos de momentos melancólicos. Católico que era, só aceitou partir quando teve à sua frente a correta liturgia cristã. E foi em paz, sem culpa, sem arrependimento, com estilo, delicado e amável, meigo, simples e exuberantemente singelo.

Parou de respirar ... e foi emocionante, pois ele era de emocionar.

Tchau pai. Siga com Deus e faça lá, tudo de novo.

Te amo!!!

sábado, 29 de setembro de 2018

Artigo, José Maurício de Barcellos, Diário do Poder - Radicalizar ou definir ?


No mesmo diapasão da cantilena em torno do “vamos conversar” para se livrar a testada daqueles que arrasaram esta “Terra Brasillis” e, também, daqueles que ao longo destes últimos 30 anos de governos civis se locupletaram até fartar com o roubo da esquerda delinquente aliada ao negocismo usurpador do qual falei no ultimo artigo, um jornalão pertencente a um dos maiores Conglomerados da Comunicação do País – que dizem está à beira de quebrar porque lhe tiraram as mãos sujas dos cofres públicos – estampou recentemente um Editorial batalhando no sentido de não se radicalizar posições políticas antagônicas por causa do que chama de uma “banalização de golpe”. Isto quer dizer na verdade que pugna, sorrateiramente, para que os homens de bem desta Nação deem as mãos e as costas aos maus, perdoando e esquecendo tudo quanto fizeram principalmente a nossa gente mais humilde e a quase 20 milhões de famílias dos desempregados.
Conquanto não aceite, bem entendo e identifico os condenáveis propósitos daquela gente. Querem o continuísmo. Querem continuar se locupletando, querem permanecer com seus privilégios, querem nivelar todos nós cidadãos honrados a um bandido condenado, julgado e preso, bem como igualmente aos membros de todas as quadrilhas de Sarney a Temer que um dia foram (ou continuam) aliados a Lula.
Às vezes penso que estou ficando louco ou que parte desta sociedade enlouqueceu de vez. Que droga de história é esta de se votar em candidatos que um dia e por muito anos estiveram de mãos dadas com os bandidos de Lula e Dilma? Não são corruptos também? Não roubaram juntos? Não se locupletaram de igual forma e com igual conivência? Não concorreram para que fossem levados bilhões do nosso País para entregar a cruéis ditadores da “América Latrina” e de África? São ou não são coautores dos crimes que nos levaram aos caos social, moral e econômico?
Explique-me como pode um chefe de família honrado, um patriota, um cristão votar em um nome da esquerda ladra e delinquente ou da direita usurpadora chamada de “Centrão” e depois disto retornar ao lar para encarar sua esposa e filhos? Antes da Lava Jato eu poderia até admitir que este cidadão, ingênuo e incauto, estivesse agindo de boa-fé iludido pelas mentiras e pelas canalhices dos PT’s da vida.
Agora, depois de tudo que restou consabido, estou certo de que um dia, quando tiver que olhar nos olhos daqueles que assim procederem, penso que não saberei esconder. Eles perceberão o quanto os desprezos, como brasileiros e patriotas. Digo de outra maneira, a esses aos quais aqui me refiro, o opróbrio que, doendo embora, acabarei por lhes ter, não será maior, contudo, que a dor da condenação que um dia vai lhes impor suas consciências porque, simples e deliberadamente, vestindo a camisa e empunhando as bandeiras dos vermelhos, ser tornaram traidores desta Pátria Verde e Amarela.
Quando pelas mãos dos que querem eleger – se curvando e se rendendo ao comando do maior ladrão da coisa pública da história contemporânea – virem nosso País transformado em uma nova Venezuela ou em algo parecido, o remorso que os atormentará até o final dos dias só lhes recordará o que há milênios está inscrito nas Escrituras quanto ao relato do arrependimento de Judas Iscariotes.
A esta altura dos acontecimentos como pode alguém deixar de ter uma posição firme e intransigente em relação aos crimes praticados contra esta Nação? Percebam o cinismo do calhorda que foi ungido por Lula. Anda pelas ruas cercado, da “Anta Guerrilheira” que nos envergonhou perante o Mundo, de umas poucas dezenas de apoiadores, de asseclas e de pobres diabos comprados com um sanduiche qualquer, e assim mal acompanhado vai gritando por aí que ele é tão bandido quanto seu chefe e mentor; que defende o larapio petista incondicionalmente apesar do mesmo ter sido condenado por mais de 17 magistrados, em vários Tribunais do País e, também, que vai entregar o Brasil novamente à gente mais desprezível da classe política atual. Se for eleito está autorizado a subjugar o Brasil àquele bandido e à sua quadrilha, colocando-nos de joelhos.
Apesar disto vêm os cínicos e mal intencionados de sempre da imprensa profissional, além dos canastrões da cultura, dos chupins da “Lei Rouanet”, e da “esquerdalha” doente para aplaudi-lo e incensá-lo. A meu sentir, se aquele cidadão, depois de tudo que ele e sua caterva fizeram a nossa gente, tivesse um único voto além do seu evidentemente, já seria vergonhoso para esta Nação. O stablishement bem sabe que o Brasil não vai elegê-lo afinal, mas trama, urde e conspira com os viscosos Institutos de Pesquisa para que possa eleger um número significativo de ladrões para o Parlamento, visando a, através deles, garrotilhar o próximo Presidente da República.
Por onde tenho andado em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas, o que vejo são multidões de pessoas gritando pelas ruas do País o nome do candidato apontado como líder nas pesquisas para Presidência da República pelas “Agências de Avaliação de Risco” (BTG-PACTUAL, XP INVESTIMENTOS e etc.) que, ao contrário dos vendidos Institutos de Opinião (reles negociantes de seus dados estatísticos), se errarem em suas análises perdem os clientes por falta de confiabilidade.
O que recebo pela Rede Mundial de Computadores de todos os rincões deste Brasil, principalmente do norte e do nordeste – já que do sudeste e do sul nem surpreende mais – são vídeos e mais vídeos com meia dúzia da trupe vermelha sendo expulsa aos gritos das ruas e das praças. Ainda recentemente me chegou o filme de um palanque com Haddad, Pimentel, Dilma, Gleisi Hoffmann e Manuela D’Ávila, cuja plateia na principal Praça de Ouro Preto-MG não conseguia ocupar a calçada em que montaram seu circo, gritando “Lula Livre”. Na noite desse mesmo dia a “Rede Goebells” proclamou o resultado da última pesquisa comprada por ela, dizendo que o comparsa do condenado havia subido “mil pontos” nas intenções de votos. Não há lógica alguma nisto, não bate a cara com a carreta e quem quer tenha hoje um celular na mão sabe que o exibido nas televisões é irreal e pérfido.
Igualmente, transitam pelo território livre das Redes Sociais dois vídeos emblemáticos, filmados em dias subsequentes em um mesmo local do conhecido calçadão no Centro da cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Aquela cidade da baixada fluminense há décadas foi tomada pela trupe do PT e teve como Prefeito por muito tempo o atual Senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o tal réu na Lava Jato em cujo gabinete o Senador Ronaldo Caiado pediu nos microfones do Senado Federal que a Polícia Legislativa desse uma batida em busca de drogas. No vídeo da campanha do senador petista não se contavam dez pessoas, enquanto do lado oposto da rua dezenas de cidadãos o xingavam de ladrão para baixo.
No outro vídeo, no qual aparecem apoiadores espontâneos do candidato líder de intenção de votos, vê-se uma multidão de pessoas de todas as idades que ocupou quilômetros do entorno do local. Vê-se, igualmente, o primogênito do candidato à Presidência da República, também candidato a senador pelo PSL-RJ, no meio do que parecia um mar de gente berrando de forma uníssona: “Mito, Mito, Mito”! Coisa de arrepiar até quem não simpatiza com o candidato líder. Tenho convicção de que qualquer cidadão neste País já assistiu algo semelhante. Só gostaria de saber onde os “comerciantes de pesquisas” estão encontrando as bases dos números que fabricam?
A campanha para desconstruir o candidato odiado pelo sistema que apodreceu, sempre muito perversamente enfatiza suas matérias, mentiras e métodos diversionistas que vão sendo repetidos, repetidos e repetidos até que alguém admita como verdade. Neste processo, como vez por outra ressalto, colaboram as penas de aluguel como, por exemplo, a de um  “esquerdopata porcaria” que de Franco só tem o nome, que todo dia destila seu fel contra o candidato mais odiado da canalha política pelo tal jornalão e, pressuroso para atender as ordens do patrão, esforça-se para festejar os comprados números da sempre “última pesquisa” eleitoral, fazendo coro com a patranha veiculada.
Pouco se me dá que venham com suas conversas fiadas em torno de radicalização e outras baboseiras. Graças ao bom Deus, radicalmente ou não, nosso povo de bem já se decidiu contra os bandidos presos ou soltos egressos da classe política e não os querem no Planalto, e não os querem no próximo governo. Ou tudo quanto se vê e diariamente escancarado nas Redes Sociais é real e não uma surreal montagem ou tudo não passaria de uma miragem que vai se esvair no próximo dia 07 de outubro, quando o Brasil se entregará a um descarado pilantra que não dá um passo sem antes ir à cadeia de Curitiba prestar vassalagem ao mais reles dos brasileiros: o “Ogro Encarcerado”.
Esta Nação não merece tão grande castigo. Os vermelhos antes radicalizaram atingindo da forma mais vil a educação, a saúde, a segurança, a subsistência deste povo que fizeram desvalido e, ainda, a família e a cultura judaico-cristã que pretendem destruir. Há que se revidar ou continuaremos sendo alvo do escárnio perante a comunidade das Nações livres e soberanas.
Não custa repetir “pra firmar”, se a sorte nos for madrasta e trouxer de volta aquela gente do mau, este povo que nunca se rendeu não vai só radicalizar, vai isto sim se definir optando por uma ruptura deste carcomido sistema que, em definitivo, ponha a ferros esta corja imunda de velhacos e impostores. Não há outra saída e aí, então, o sangue dos seus filhos lavará a honra da Pátria ultrajada. Quem viver verá.
Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado.
FONTE: ¨DIARIO DO PODER¨  JORNALISTA CLAUDIO HUMBERTO

TRF4 autoriza retorno às atividades de dois investigados da Operação Ouvidos Moucos


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concedeu, em caráter liminar, na última semana, dois Habeas Corpus (HC), um para o professor Eduardo Lobo da Universidade Federal da Santa Catarina (UFSC), e outro para o funcionário Roberto Moritz da Nova da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (UFSC/Fapeu), vinculada à UFSC. De acordo com a decisão da desembargadora federal Salise Monteiro Sanchotene, os dois podem retornar as funções relacionadas aos seus cargos, com restrição de não atuar nas atividades que gerem percepção ou pagamento de bolsas relacionadas ao ensino à distância (EAD) e ao Laboratório de Produção de Recursos Didáticos para Formação de Gestores (LabGestão) da Universidade.
Tanto o professor do Departamento de Ciências da Administração (CAD/UFSC) quanto o funcionário da UFSC/Fapeu haviam recebido pelo juízo da 1ª Vara Federal de Florianópolis as imposições de medidas cautelares que os impediam de exercer os seus cargos, de entrar na Universidade e de ter acesso a qualquer material relacionado ao EAD da instituição.
Os afastamentos foram determinados porque ambos são investigados pelo inquérito policial instaurado, dentro do âmbito da “Operação Ouvidos Moucos” deflagrada pela Polícia Federal (PF) em agosto de 2017, para apurar autoria e materialidade em relação a crimes envolvendo a aplicação irregular de recursos federais recebidos pela UFSC para execução de projetos de EAD.
Lobo foi identificado pela investigação como uma das lideranças internas na execução do ensino a distância da UFSC, tendo chefiado a partir de 2016 o departamento ao qual o LabGestão está vinculado. Já Nova é um dos funcionários que auxilia no pagamento de bolsas dentro do LabGestão.
As defesas dos dois entraram com pedidos de revogação das cautelares na primeira instância da Justiça Federal catarinense, mas o juízo da 1ª Vara Federal de Florianópolis negou provimento, mantendo os afastamentos. Diante disso, os dois impetraram os HCs no TRF4, com pedido de urgência.
A desembargadora Salise, integrante da 7ª Turma do tribunal, acatou os pedidos e concedeu as liminares para o retorno deles aos seus cargos na UFSC e na Fapeu. Segundo a magistrada, decorridos um ano da imposição das medidas cautelares, mais de quatro meses da apresentação do relatório final pela autoridade policial e mais de três meses da última diligência requerida pelo Ministério Público Federal (MPF) e sem novos requerimentos, a cautelar de afastamento, na forma como foi imposta, não mais se justifica.
Salise ainda acrescentou em sua decisão que, arrecadadas as provas no âmbito da Universidade e já desarticulado o grupo criminoso, considera não haver elementos concretos que justifiquem a manutenção integral das medidas cautelares e que o retorno dos pacientes às atividades que exerciam não constituirá prejuízo para as investigações.
Ao modular as medidas cautelares aplicadas e autorizar o retorno dos dois às atividades profissionais, a magistrada concluiu que devem ser tomadas “todas as medidas de controle interno efetivo pela UFSC, restringindo, por ora, o afastamento dos pacientes somente às atividades que gerem percepção ou pagamento de bolsas relacionadas ao ensino à distância e ao LabGestão, situação que deverá ser novamente apreciada pelo juízo de primeiro grau quando do oferecimento da denúncia”.
O mérito dos HCs ainda dever ser julgado de forma colegiada pela 7ª Turma do TRF4, especializada em matéria penal.

Artigo, Rodrigo Constantino - Falta um


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Rodrigo Constantino

Todo liberal é cético com o poder e muito raramente se empolga com um político. Claro, há exceções, e podemos pensar em Reagan e Thatcher despertando grandes esperanças. Mas, via de regra, o liberal vota descrente, no menos pior. É como naquele jogo “resta um”, em que vamos eliminando todas as peças até sobrar apenas uma.

Façamos, então, esse “concurso de feiura” no caso das próximas eleições. Qual a prioridade aqui? A resposta, do ponto de vista liberal, parece evidente: impedir a volta da esquerda ao poder. Seria simplesmente catastrófico seguir na rota venezuelana. A esquerda pariu a desgraça em que o Brasil se encontra hoje.

Portanto, eis a meta: derrotar o esquerdismo. A pergunta que surge é quem tem mais chances disso. Alguns tentam pregar o voto útil no Alckmin, pois teria menos rejeição num segundo turno. Há dois problemas básicos aqui: um, ele é parte dessa esquerda, ainda que menos radical; dois, ele é um besouro incapaz de alçar voo, estagnado perto dos 10% das intenções de voto.

Os demais nomes, como Álvaro Dias, Meirelles e João Amoedo, podem ser melhores do que Alckmin em ideologia, mas possuem ainda menos chances. O candidato do Novo, do ponto de vista técnico, seria o mais alinhado. Mas tem circulado pelas redes sociais uma frase ácida, porém verdadeira: “Votar em Amoedo hoje é como parar para ajeitar o cabelo com o prédio em chamas”. 

A analogia que faço é diferente, não só por conta da falta de chances do novato, como por seu perfil: Amoedo é um bom arquiteto, mas no momento a casa está pegando fogo, com risco de desabar. É hora de chamar o bombeiro. Precisamos de alguém que vá combater com firmeza o esquerdismo.

E aí vem a questão da qual os liberais não podem mais fugir: Jair Bolsonaro está praticamente garantido no segundo turno, se houver um. E, ao que tudo indica, seu concorrente será Lula, disfarçado de Haddad. A eleição, então, caminha para uma espécie de plebiscito do lulopetismo, e só há uma postura aceitável no caso: derrotar a quadrilha que destruiu o Brasil de vez e pretende nos transformar numa Venezuela. 

Entendo as várias ressalvas dos liberais com Bolsonaro. Seu passado o condena, apesar de Paulo Guedes como selo de qualidade da mudança confessada. Há uma ala partidária um tanto bizarra também, com atitudes intolerantes que remetem ao próprio petismo. Mas a escolha, pelo visto, afunilou para essa: a volta do PT ou uma aventura à direita, com um ministro liberal cuidando da área econômica. Não parece tão difícil assim, parece?

Eu votaria até no Capeta contra Lula. Votar num ex-capitão honesto, ao que tudo indica, que tem coragem de comprar brigas necessárias contra o esquerdismo, que adotou uma pauta liberal na economia e conservadora nos costumes, parece moleza.”

Rodrigo Constantino é Economista.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Empresa gaúcha auditará processo de votação paralela em todo o País


- Esta reportagem é do Jornal do Comércio de hoje, Porto Alegre.

Voto eletrônico ainda é alvo de questionamentos por parte de eleitores e candidatos
Paulo Egídio
paulo.egidio@jornaldocomercio.com.br

Uma empresa sediada do Rio Grande do Sul será responsável por fiscalizar a votação paralela realizada em todo o País pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de 2018. Especializado em auditoria, consultoria e perícia contábil, o Grupo Maciel foi escolhido através de licitação e atuará no controle do mecanismo utilizado pela Justiça Eleitoral para atestar a confiabilidade das urnas eletrônicas.
Apesar de ser utilizada em mais de 30 países e de ter sido implementada no Brasil em 1996, a votação eletrônica ainda é alvo de questionamentos por parte de eleitores e candidatos. Na última semana, o presidenciável do PSL e líder nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro, voltou a questionar a segurança do processo eleitoral.
Segundo ele, o voto eletrônico seria "o caminho para o PT voltar ao poder". A declaração foi imediatamente respondida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que garantiu que as urnas eletrônicas brasileiras são "totalmente confiáveis".
Em meio à discussão, a votação paralela é apresentada pelo TSE como um dos meios de garantia à confiabilidade no processo eleitoral. Ela acontece em todos os estados, ocorre no mesmo dia e horário da eleição oficial, é aberta ao público e pode ser acompanhada pelos partidos políticos.
No procedimento, cédulas de papel preenchidas por pessoas indicadas pelas legendas, membros de instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público (MP), e representantes da sociedade civil são depositadas em urnas de lona, que são abertas no dia da eleição, entre as 8h e as 17h, e têm os votos lançados em urnas eletrônicas escolhidas aleatoriamente, em uma espécie de eleição simulada. Depois, os auditores e os cidadãos que acompanharem o processo comparam os dados do boletim de urna com as cédulas em papel.
Os equipamentos eletrônicos utilizados na votação paralela são sorteados entre todas as seções eleitorais dos estados no dia anterior à eleição. De acordo com Roger Maciel, diretor-presidente da empresa que auditará o processo, através dele, é possível garantir a segurança das urnas eletrônicas. "Nenhuma, de todas as urnas que auditamos, em nenhum dos estados, teve problema", assegura, lembrando que a empresa já foi responsável pelo trabalho nas eleições de 2012 e 2014.
Ao todo, 57 auditores fiscalizarão aproximadamente, 200 urnas em todas as unidades da Federação. "Fizemos a auditoria de uma parte do processo, que é a urna eletrônica. Com o teste, a gente consegue comprovar que é um equipamento confiável", reforça Maciel. O executivo considera o sistema eleitoral brasileiro como "extremamente confiável e tecnológico". "A urna é completamente segura em relação a invasões externas ou hackers", afirma o diretor do Grupo Maciel.
No Rio Grande do Sul, quatro urnas serão sorteadas para a realização do procedimento â sendo, pelo menos, uma de Porto Alegre, uma da Região Metropolitana e uma do Interior. Assim que forem sorteadas, no dia 6 de outubro, as respectivas zonas eleitorais são comunicadas para que façam a troca por urnas reservas e encaminhem os equipamentos sorteados ao TRE.
Neste ano, as urnas serão levadas para o prédio 50 da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs), que sediará o escrutínio no Estado. Todo o processo será filmado e transmitido pelo canal do TRE no YouTube, de acordo com a chefe da seção de regularização cadastro eleitoral, Ana Cristina Moretti, que faz parte na comissão de apoio da votação paralela. Mais de 40 profissionais atuarão no procedimento no dia da eleição.
Esta mensagem, incluindo seus anexos, pode conter informacoes privilegiadas e/ou de carater confidencial, nao podendo ser retransmitida sem autorizacao do remetente. Se voce nao e o destinatario ou pessoa autorizada a recebe-la, informamos que o seu uso, divulgacao, copia ou arquivamento sao proibidos. Portanto, se você recebeu esta mensagem por engano, por favor, nos informe respondendo imediatamente a este e-mail e em seguida apague-a.

Artigo, Marcelo Aiquel - A grande mentira de Geraldo Alckmin


         Ontem, tomei um dramim, respirei fundo, e fui assistir a “grande comédia” que é a propaganda eleitoral gratuita.
         Além da surpresa de ver um ficha suja, condenado e preso, fazer propaganda e campanha para um “poste”, me deparei com o programa mentiroso do fracassado (e várias vezes denunciado pelo MP) Geraldo Alkmim.
         O representante da aliança que reúne a “nata” da corrupção brasileira, e navega num amargo quarto lugar na corrida presidencial, assumiu a (vergonhosa, para ele) posição de único candidato que pode derrotar o PT, sabidamente o lugar do Capitão Bolsonaro.
         A quem este Alkmim (um político profissional) pensa que engana?
         Só a alguns desavisados e irresponsáveis. E olhe lá!
         Votar no Alkmim é apostar no caos, com uma chance altíssima de sucesso.
         Com aquelas “velhas promessas” de sempre, agora o Alkmim não aparece mais na telinha, trocado por uma mulher que mão se cansa de repetir estas mentiras.
         Até quando ele pretende chegar? Eu aposto que ele não alcança nem o terceiro lugar na disputa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Artigo, Rogério Mendelsky, Correio do Povo - Castelo Branco rebatizada

Depois de um período que pode ter sido de catapora ideológica, uma das principais vias de acesso a Porto Alegre foi rebatizada com o nome do marechal Humberto de Alencar Castello Branco. Por quatro anos a avenida ficou conhecida pela esquerda porto-alegrense como Avenida da Legalidade e da Democracia. E somente pela esquerda, porque a maioria absoluta dos moradores de Porto Alegre continuou se referindo àquela via pública como “a Castello Branco”.
Sinceramente, não lembro os motivos que justificaram a troca dos nomes e nem vale a pena relembrá-los numa rápida pesquisa, pois o que embasou o discurso foi uma biografia deformada de Castello Branco que sequer foi lembrado como um dos heróis da FEB na Segunda Guerra Mundial.  Consta que lhe trataram como “ditador” e a Câmara de Vereadores de Porto Alegre embarcou na conversa, aprovando uma lei considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça do RS.
O líder revolução russa de 1917, Wladimir Ilyich Ulyanov ( o velho Lenin), não gostava de esquerdistas e ele dizia ser o esquerdismo  “a doença infantil do comunismo” e como a catapora é uma doença que tem preferência por crianças até dez anos de idade, provavelmente, a maioria votante, afetada por um esquerdismo revisionista , talvez tenha contraído catapora ideológica na hora trocar o nome da avenida.
 Felizmente, o nosso tribunal maior do Estado refez o equívoco e reparou uma injustiça com o ex-presidente Castello Branco devolvendo-lhe a titularidade da avenida que recebe quem chega à nossa Capital.  Porto Alegre já tem homenagens em demasia a terroristas como Carlos Marighella  (rua no Bairro Cascata), Che Guevara (uma praça na Restinga) e Carlos Lamarca (rua no Bairro Agronomia).  Agora chega, pois catapora ideológica se cura com vacinação de doses democráticas. Caso contrário, ainda pode surgir algum projeto de batismo de rua com o nome do coronel Hugo Chavez.

Saiba o que o Banco Central projeta para inflação, câmbio, PIB e juros básicos. E por que razão.


O Relatório de Inflação (RI), divulgado hoje pelo Banco Central, não trouxe sinalizações prospectivas muito diferentes das que foram apontadas na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada na terça-feira. 

Inflação - Considerando-se os quatro cenários de evolução da inflação apontados no documento, todos sugerem IPCA igual ou abaixo da meta para este ano, de 4,5%. Para 2019, cuja meta é de 4,25%, apenas os cenários com Selic e câmbio constantes e Selic do Focus e câmbio constantes sugerem inflação ligeiramente acima da meta, em 4,5% e 4,4%, respectivamente, para os dois cenários, contra meta de 4,25% para 2019. 

Câmbio - No que tange ao repasse cambial (pass-through) para os preços, a publicação trouxe um boxe apresentando estudos do próprio BC, segundo os quais para cada 1 p.p. de aumento na depreciação, o repasse se eleva de 0,11 p.p. a 0,19 p.p. Ao mesmo tempo, apontou-se que fatores como a ancoragem das expectativas, o estágio do ciclo econômico e a margem operacional das empresas contribuem para determinar o grau de repasse. A autoridade monetária retirou a  referência de que o balanço de riscos havia se tornado “assimétrico” com a piora dos riscos advindos do cenário internacional e seus impactos sobre os emergentes. 

PIB - A projeção de crescimento do PIB para 2018 foi revisada de 1,6% para 1,4%, o que foi justificado pela incorporação dos resultados do segundo trimestre e o arrefecimento na atividade econômica após a paralisação no setor de transporte de cargas. O documento reiterou que a conjuntura econômica “ainda prescreve política monetária estimulativa”, mas que esse “estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora”. 

Juros básicos - Como as expectativas de inflação permanecem bem ancoradas, e os efeitos secundários sobre os preços advindos de choques primários como a depreciação do real não têm se materializado integralmente, o mercado projeta que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5% até o final de 2018

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Eleições presidenciais no Brasil


Francisco Ferraz
No plano dos significados,os eleitores brasileiros, ao eleger um presidente da República nãoescolhem um administrador e sim um líder político.
Não se escolhe um executivo testado e confirmado como competente para as funções. Escolhe-se alguém que se impõe aos eleitores como líder político, que sente a realidade como nós a sentimos mas que consegue expressarmelhor que nós este sentimento, em palavras que todos entendem e representar-nos neste sentir.
Ele é nós, com a capacidade que não temos, com os desafios que não saberíamos enfrentar, com a coragem, ousadia e determinação para realizar o que não conseguiríamos.
Numa eleição presidencial escolhemos pois o nosso representante e, sósecundariamente, o nosso governante, administrador, executivo.

Escolhemos por sua determinação de assumir nossos interesses mais caros; por sua liderança políticae capacidade de comandar o país.
Por isso os preferidos são candidatos fortes, que falam uma linguagem direta, simples, rude, mas resolutiva. Passam a impressão de que tudo é fácil. Basta querer. Os problemas ele resolve. Em consequência nossas eleições estão sempre mais próximas de lideranças populistas, semi carismáticas, demagógicas e autoritárias.
No passado não era muito diferente. Na década de 1950 eram Vargas no centro e à esquerda e Lacerda e a UDN à direita; na década de 1960 eram Brizola, Jânio e Lacerda; em 1989 os líderes eram Lula, Brizola eCollor,e não Ulysses ou Covas; em 2002 era Lula e não Serra; em 2006 era Lula e não Alkmin e dentro do PT o líder continuou sendo Lula e não Dilma.
Nesta listagem sobram dois presidentes que se elegeram sem aquelas características mais típicas do populismo: Juscelino e Fernando Henrique.
Juscelino, das três características possuía duas: populista e carismático; mas Fernando Henrique não tinha nenhuma das três, talvez a razão porque seu nome não é lembrado para, com a legitimidade de ex-presidente, ser convocado para resolver o impasse político de 2018, assim como foram Churchill, De Gaulle e Adenauer no pós guerra europeu
Fernando Henrique em 1994 conquistou a presidência predominantemente pelo sucesso do Plano Real implantar durante o governo de Itamar Franco, época em que ainda permanecia viva na memória o fracasso do Plano Cruzado de Sarney e do Plano Collor.
Não é por outra razão que “pega a estrada errada” quem entra na eleição acreditando que vai atrair milhões de votos com seu plano de governo, seus projetos econômicos ou suas reformas políticas e administrativas.

Equivoca-seo candidato cuja campanha se concentra nas promessas que faz – por mais necessárias que sejam as realizações prometidas. O eleitor, cada vez mais, dá sinais de que as recebe com muita descrença e como demagogia.

Programa BRDE PCS é apresentado como modelo em sustentabilidade na ONU


Programa BRDE PCS é apresentado como modelo em sustentabilidade no setor financeiro durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), representado por seu diretor de Planejamento e Financeiro, Luiz Corrêa Noronha, participou, nesta quarta-feira (26/09), do evento “SDGs in Brazil – The role of the private sector” (ODS no Brasil – o papel do setor privado), em Nova York. Noronha relatou a experiência do Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, selecionado como caso exemplar de sustentabilidade no setor financeiro brasileiro pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU, em parceria com o Observatório Mundial e a PwC, organizadores do encontro.

“A escolha do BRDE é um reconhecimento dos resultados alcançados pelo Programa BRDE PCS desde 2015. Mais do que demonstrar total alinhamento e engajamento do Banco com os ODS, o BRDE hoje tem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro de suas operações, como parte integrante do próprio negócio”, afirma o diretor Noronha. Ele destaca também a credibilidade da seleção, realizada com participação da PwC na análise dos cases e informa que será lançada uma publicação reunindo todas as experiências brasileiras tidas como referências para o setor privado.
O encontro do Pacto Global ocorre dois dias após a Conferência dos Líderes do Pacto Global da ONU, em paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral da ONU.

BRDE - FINANCIAMENTOS COM VIÉS SUSTENTÁVEL

O Programa BRDE Produção e Consumo Sustentáveis foi idealizado para disponibilizar linhas de crédito e canalizar recursos que atendam à demanda por financiamento para investimentos sustentáveis, privados ou públicos, nos três estados do sul do Brasil. Ele responde à necessidade, expressa pela sociedade e em acordos internacionais, de promover a transição para uma economia de baixo carbono. Tem como público-alvo empreendedores de todos os portes, inclusive micro, pequenas e médias empresas, e produtores rurais.

A prática se resume em três etapas. Na primeira, foi definida a Política de Responsabilidade Socioambiental, que reflete a preocupação do BRDE com a sustentabilidade a partir da ação em três eixos: a) impacto das atividades; b) impacto das operações; e c) Programa de Financiamento. O impacto das atividades foi enfrentado com a adesão à Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P), programa do Ministério do Meio Ambiente, e criou-se um novo sistema de gerenciamento de riscos ambientais e sociais para monitorar o efeito das operações. A constituição do Programa BRDE Produção e Consumo Sustentáveis, segunda etapa dessa prática, integra uma concepção mais ampla, que busca modificar os procedimentos bancários. A iniciativa alia as perspectivas de inovações nos produtos financeiros e captação de recursos em fundings orientados para a sustentabilidade, principalmente de fontes internacionais. 

Resultado

A terceira etapa, de monitoramento do programa, já demonstrou, em três anos, aplicação de recursos de R$ 1 bilhão colocados no mercado com taxas menores e prazos maiores do que a média dos financiamentos do BRDE. Permitiu captação de recursos junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (€ 50 milhões) e a realização de projetos especiais, incluindo: proteção do Bioma Pampa; programa de Eficiência Energética Assegurada, em parceria com o BID; iniciativa para redução de perdas e desperdícios de alimentos; e outras ações institucionais.

Artigo, Maria Lucia Victor Barbosa - São as pesquisas infalíveis ?


A discrepância entre o que mostram as pesquisas eleitorais e o resultado das urnas tem acontecido em eleições passadas e recentes, não só no Brasil como em outros países. Um caso que pode ilustrar tal afirmação foi a eleição presidencial norte-americana, quando venceu Donald Trump. Pelas pesquisas aparecia que Trump não conseguiria os delegados para sua indicação. Depois, que perderia por larga margem para Hillary Clinton. Isso fazia a festa da mídia brasileira que até hoje parece desejar fazer no Brasil o impeachment do presidente norte-americano.
É próprio das campanhas políticas o vale-tudo dos golpes baixos. Entram também em cena o marketing, o Quarto Poder da mídia que inclui o Palanque Eletrônico da TV e, agora com a evolução da tecnologia, o Quinto Poder onde avulta o poderoso Palanque Digital das redes sociais composto pelo Face Book, o WhatsApp, o Twitter, o Instagram, os vídeos.  E, porque não, às vezes as pesquisas, que com a indução de certeza transmitida através dos números podem influenciar eleitores, distorcer a realidade, utilizar metodologia errada, propiciar interpretações muitas vezes estapafúrdias.
Nessa eleição sui generis por conta da presença do candidato à presidência da República, Jair Messias Bolsonaro (sem tempo de TV, sem coligações partidárias, sem recursos financeiros, mas escudado pelo Palanque digital), os institutos de pesquisa o mostraram no mesmo patamar de 17% por um bom período, Isto levou à conclusão de que ele havia atingido seu teto para alegria dos adversários. Entretanto, Bolsonaro foi, como dizem os pesquisadores, “oscilando para cima”. Bem para cima por sinal.
Aos poucos os Institutos de pesquisa foram ajustando de modo igual a subida de Bolsonaro, 24%, 26%, 28%. Aconteceu depois do atentado que quase tirou a vida do candidato, quando um matador de aluguel o esfaqueou. Então, lhe foi concedida gradual ascensão que deixou os outros postulantes bem para trás.
Quanto ao petista, Fernando Haddad, teve nas pesquisas uma subida fulminante, como a demonstrar que o presidiário pode exercer seu comando e fascínio sobre as massas mesmo de dentro da prisão. Afinal, anteriormente Lula ajudara ao esnobe Haddad a se tornar prefeito de São Paulo, mas, coisa curiosa, não teve força política para reeleger o pior prefeito da capital paulista, que conseguiu a inédita façanha de perder para João Dória (PSDB) no primeiro turno.
Agora o pior prefeito de São Paulo já e sente presidente da República, pronto para reprisar Dilma Rousseff como preposto do chefe. Diante disso se pode perguntar: Por que Lula consegue tal resultado com Haddad e quase nenhum para Marinho, que postula o governo de São Paulo e se encontra em minguada posição perante os adversários? Afinal, Lula, que reina nas propagandas gratuitas apareceu abraçado com o companheiro Marinho hipotecando-lhe apoio.
Dirão que no caso de Haddad a identificação é maior, mesmo porquê o petista afirma: “eu sou Lula”. Seria isso uma boa propaganda? Se Haddad perder, Lula também perde o que não é nada interessante para o PT.
Existem ainda alguns aspectos das pesquisas que levam a conclusões, tais como: O candidato com maior intenção de votos tem também a maior rejeição, logo vai perder. Ou então, Bolsonaro que se encontra em primeiro lugar vai perder de todos os candidatos que se encontram bem abaixo dele no segundo turno.
Contudo, se os resultados forem outros, dirão os donos dos institutos que as pesquisas refletem a realidade do momento, apesar das projeções que fazem para segundo turno darem a impressão de que são imutáveis. Todos os  erros, então, se justificarão apesar das imensas diferenças quando as urnas forem abertas.
De todo modo é interessante conhecer o que disse, James Gulbrandsen, gestor de investimentos da NCH Capital e que foi publicado na Folha de S, Paulo (22/09/2018 – A13):
O gestor questiona a metodologia do Datafolha e afirma “que as pesquisas eleitorais trazem um recorte tendencioso da população nordestina que ganha até dos salários mínimos, utilizam porcentagens menores que as reais de pessoas que se afirmam católicas ou evangélicas e trazem uma parcela maior de pessoas que se identificam com ideais de esquerda”. “Para Gulbrandsen estes erros de amostragem tornam as pesquisas enviesadas, favorecendo candidatos como Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT)”. Diz também: “Não quero ofender os estatísticos, mas seus resultados podem ser completamente irrelevantes (para os investimentos)”. Aponta ainda, “um viés político do Datafolha, da Folha e do UOL, empresas do Grupo Folha, que afirma terem ‘inclinações esquerdistas”.
O jornal apresentou na mesma página sua defesa. Aguardemos o resultado das urnas daqui duas semanas para conferir. Até lá o primeiro colocado continuará a sofrer muitas facadas verbais dos desesperados pelo poder. Existe um partido que sabe fazer isso muito bem.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

O plebiscito e o referendo


Astor Wartchow
Advogado
      A se confirmar o que as pesquisas eleitorais têm identificado até o momento, o segundo turno da eleição presidencial será entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
      Infelizmente, vença quem vencer, não haverá expectativa de reinar a mínima paz política, necessária para que ocorra um governo razoável e estável, capaz de enfrentar os graves problemas atuais e vindouros.
      Com certeza, encerrada a eleição e apontado o vencedor, o perdedor não aceitará a derrota. E no dia seguinte prosseguiremos na mesma ladainha. Este pessimismo é explicável pelo conjunto dos fatos recentes e a conduta das partes.
      Um, o capitão Bolsonaro, é notória e assumidamente autoritário, cultuando e disseminando idéias e práticas de alto risco e socialmente desagregadoras. Exemplos destas características e abusos não faltam.
      O outro, o agora ajudante de ordens Haddad, é porta-voz de um preso e partido que menosprezam as leis e as autoridades. É o que demonstra sua inconformidade com decisões policiais e judiciais anticorrupção que atingiram seus líderes partidários, alguns já condenados, e, especialmente, o ex-presidente, aliás, também condenado em um processo e réu em outros cinco.
      Em comum, os dois candidatos (e o que representam) não aprenderam nada com os fatos nacionais, nem com a história mundial, além de reafirmarem a idéia de que os fins justificam os meios.
      Então, iludido e contaminado pelas circunstâncias negativas de ambos, verso e reverso da mesma moeda, resulta que o povo votará de modo plebiscitário quanto a um ou outro candidato. Mas, conseqüentemente, referendará a indiferença ética e a hipocrisia social!
      De modo que restarão derrotados princípios e valores históricos, éticos e legais. Se não são valorizados e essenciais na prática político-partidária, como nossa realidade demonstra, são, entretanto, preceitos basilares na constituição de uma nação que se pretenda altiva, comunitária e progressista.
      Ressalva: ao conceituar severamente e prognosticar este desagradável desfecho entre os dois prováveis finalistas, não significa dizer que os demais pretendentes sejam “santos” e isentos de responsabilidades pelo péssimo momento. Muito pelo contrário.
      Aliás, a propósito, como se fosse incapaz de entender o que aconteceu de fato nos últimos tempos e prever suas óbvias conseqüências (por exemplo, surgimento de um conservador fenômeno “bolsonaro”), o ex-presidente e sociólogo Fernando Henrique Cardoso vem agora propor uma terceira via, cínica e tardiamente.
      Percebe-se que também ele foi contaminado pelo vírus epidêmico do “não sabe nada e não viu nada!” 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

"A ditadura venezuelana e seus cúmplices brasileiros


O regime de Nicolás Maduro mata sua população de fome ou à bala, e há candidatos à Presidência da República no Brasil que insistem em defender o bolivarianismo

Um relatório recente da Anistia Internacional, organização que monitora o respeito aos direitos humanos em todo o mundo, traz mais um número estarrecedor sobre a ditadura venezuelana inaugurada por Hugo Chávez e comandada hoje por Nicolás Maduro: entre 2015 e junho de 2017, as forças de segurança bolivarianas foram responsáveis por mais de 8,2 mil execuções extrajudiciais.

De acordo com o relatório, o poder público não foi capaz de garantir a segurança dos cidadãos, o que levou a um aumento alarmante dos índices de violência, a exemplo do que ocorre no Brasil. Mas a Anistia Internacional destaca que as políticas de combate ao crime deram margem a uma série de desrespeitos aos direitos humanos, inclusive com o uso de tortura, especialmente contra a população mais pobre.

O relatório, no entanto, colocou as execuções e demais abusos puramente dentro de um contexto de repressão intensificada ao crime, ignorando que a realidade na Venezuela é bem mais complexa. A ditadura bolivariana tem usado as forças de segurança como ferramenta de repressão política contra opositores do regime de Maduro – e a violência não inclui apenas as tropas regulares, como as polícias, o Exército e a Guarda Nacional Bolivariana, mas também os coletivos paramilitares chavistas, corresponsáveis pelas centenas de mortes ocorridas durante os protestos de rua no primeiro semestre de 2017, período que faz parte do levantamento da Anistia Internacional.

Enquanto mata e prende os opositores, o socialismo bolivariano também quer destruir o restante do país

Quando não é possível matar, o regime bolivariano prende arbitrariamente, sem acusações ou sem provas, como fez com diversos líderes da oposição política a Maduro. É o caso de Leopoldo López, ex-prefeito de Chacao, que está em prisão domiciliar, cumprindo pena de 13 anos por crimes que incluem terrorismo. Daniel Ceballos, ex-prefeito de San Cristóbal, passou um ano em prisão domiciliar e três anos nas prisões chavistas até ser liberado em junho deste ano, mas está impedido de sair do país. Os cárceres bolivarianos ainda abrigam dezenas de presos políticos como López e Ceballos. Mais sorte teve o ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, que conseguiu fugir para a Colômbia em novembro de 2017, também enquanto cumpria prisão domiciliar.

Enquanto mata e prende os opositores políticos, o socialismo bolivariano também se encarrega de destruir o restante do país. Anos do “socialismo do século 21”, com a destruição da iniciativa privada e intervenção excessiva do Estado na economia, levaram a Venezuela ao colapso: primeiro, vieram a hiperinflação e o desabastecimento; por fim, o país regrediu ao século 19, com a fome e a miséria generalizadas, forçando um êxodo de venezuelanos desesperados que tentam cruzar a fronteira com o Brasil ou a Colômbia. Apesar disso, o país recusa ajuda internacional na forma de comida ou remédios, tudo para que não se formalize um status de “crise humanitária” que justifique uma intervenção no país.

Urge chamar tudo pelo nome. O que existe na Venezuela não é uma mera “crise”, como foram, por exemplo, a crise do subprime ou a crise da zona do euro. O que existe na Venezuela é a aplicação pura e simples do socialismo, que onde quer que tenha sido implementado trouxe sempre os mesmos resultados: violência política, ditadura, prisões políticas, execuções sumárias, caos econômico, fome e miséria.

E, no Brasil, ainda há quem apoie um regime que mata seu povo de fome ou à bala. Mesmo candidatos e partidos que buscam a Presidência da República não escondem seu entusiasmo com o bolivarianismo. O pedetista Ciro Gomes defende o regime de Maduro como democrático e prefere criticar a oposição venezuelana, classificada por ele como “fascista e neonazista”. Dentro do PSol até existem alas críticas a Maduro, mas o candidato que o partido escolheu para disputar o Planalto, Guilherme Boulos, já disse à rádio Jovem Pan que “a Venezuela não é ditadura. Cuba não é ditadura. O governo Maduro foi eleito, ao contrário do Brasil, que tem um governo ilegítimo”.

Mas o grande entusiasta da ditadura venezuelana é mesmo o PT. A legenda não perde a chance de reforçar seu apoio a Nicolás Maduro, como já fazia com o regime cubano e, agora, também faz com a ditadura nicaraguense, de Daniel Ortega. O candidato petista, Fernando Haddad, até chegou a dizer que a Venezuela não podia ser considerada uma democracia, mas não citou as arbitrariedades do ditador, preferindo invocar um clima de “conflito aberto”. Mas a presidente da legenda, Gleisi Hoffmann, já fez diversas declarações de apoio a Nicolás Maduro, isso sem falar daquele que é o mestre e senhor de Haddad, o ex-presidente e atual presidiário Lula, para quem a Venezuela “tem democracia em excesso” e que zombou de presos políticos cubanos em greve de fome. Que o eleitor não se iluda: quem apoia dessa forma um regime assassino não tem credenciais democráticas e representa um verdadeiro perigo para o Brasil."

domingo, 23 de setembro de 2018

Contrato da freeway é lesivo ao interesse público


Os manuais básicos de gestão da opinião pública ensinam que, quando não se deseja repercussão de uma notícia, basta anunciá-la perto de um feriado, quando a atenção cai
 O contrato para manutenção da freeway, assinado na quarta-feira pelo Dnit, é um descalabro. Pelo menos tiveram o cuidado de não chamá-lo de “emergencial”. A data do fim da concessão estava prevista há 20 anos. 

Mesmo assim, a bagunça de Brasília deixou, talvez sem querer, talvez não, que uma das principais rodovias gaúchas fosse condenada ao abandono e os motoristas expostos à falta de ambulâncias e de atendimento. Uma  afronta que, em meio à baixaria da campanha eleitoral, nem parece tão grave.

Dois aspectos chamam a atenção. O primeiro é que não há um valor fixado nesse contrato lesivo ao interesse público - independentemente da sua legalidade e lisura. É lesivo porque não deveria existir.  Desde o século passado era sabido que em julho de 2018 a atual concessão caducaria e que uma outra licitação deveria ter sido feita, antes.

Pelas cláusulas da gambiarra assinada durante a semana, o dinheiro vai sendo liberado à medida que os serviços forem sendo executados. Não é uma maravilha?

O segundo ponto obscuro é a data. Os manuais básicos de gestão da opinião pública ensinam que, quando não se deseja repercussão de uma notícia, basta anunciá-la perto de um feriado, quando a atenção cai.

Anúncios de grande impacto, que geram aplausos e votos, esses são feitos em horário nobre. Não gosto de autoelogio mas, dessa vez, se tornou quase um dever. Assim que a patacoada da Freeway se consumou, antecipei o enredo que agora se confirma.  Inventaram o problema para vender a solução. Ainda faltam as ambulâncias e outros serviços. 

Nunca meia dúzia de cancelas abertas custaram tão caro para o seu bolso. Você não nota, mas está pagando, mais uma vez, a conta que não é sua.

Depois, os caciques da velha política vão para a cadeia e fazem cara de surpresa. Ainda falta muito para acabar com essa quadrilha que se acha dona no país.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Professora extremista acreditra que matar Bolsonaro é legítima defesa !

 Lucas Berlanza, publicado pelo Instituto Liberal


Há pessoas que realmente não se emendam! Esse deve ser o caso dessa professora de Letras da UFRJ, Georgina Martins, cujo rosto sequer vi alguma vez na vida, mas talvez já possa, de algum modo, considerar uma velha conhecida.

Em 2016, uma onda de ódio – esta sim, verdadeiramente, uma onda de ódio – foi movida, dentro da universidade carioca, contra os grupos de estudantes liberais e conservadores, a exemplo do UFRJ Livre, imputando-lhes a responsabilidade pela morte de um jovem homossexual, sem qualquer base. A simples presença de suas opiniões divergentes no ambiente universitário foi então tratada como uma aberração criminosa.

Naquela oportunidade, essa professora, ao que parece um espécime exemplar da fauna de extrema esquerda que domina as faculdades brasileiras, soltou a seguinte pérola, publicada em seu perfil no Facebook, juntamente com uma montagem com a foto do ditador soviético Josef Stálin:

“Depois de ler postagens de páginas fascistas da UFRJ, só tenho a dizer que posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las na Sibéria”.

Escrevi sobre essa “piada” grotesca à época em texto em que dava testemunho da perseguição sofrida pelos amigos do UFRJ Livre. Comentei então que a declaração de Georgina me trazia à memória uma antiga discussão que tive com um comunista, em que ele me disse que os gulags existiam por conta de pessoas como eu. É comovente o apreço que essas pessoas manifestam pela pluralidade e a liberdade de expressão!

A professora Georgina me surpreendeu com uma reação hipócrita ao comentário, questionando se eu era incapaz de entender uma piada. Repercuti o fato em meu perfil pessoal:

“A professora de Letras da UFRJ, Georgina Martins, que, em meio à crise com as páginas UFRJ Livre e UFRJ da Opressão, fez a piada dizendo que defenderia até a morte o direito de liberais e conservadores expressarem suas opiniões NA SIBÉRIA – isto é, nas mãos de Stálin, em seus gulags -, reclamou de minha crítica irônica à sua atitude e perguntou se eu não sabia o que é humor, o que é paródia. Respondi que sei, e normalmente os humoristas não exaltam a tirania, a censura e a perseguição em seus posts; recomendo a ela que substitua Sibéria por Auschwitz, e talvez ela perceba que sua piada não tem graça”.

Pois muito bem; mesmo diante de um comportamento tão lamentável para uma professora de uma das universidades mais prestigiadas do país, garanto aos leitores que não estava preparado para imaginar o que viria mais de dois anos depois. Posso ser excessivamente ingênuo, mas acredito que os leitores entenderão minha estupefação, porque é impossível estar aguardando por uma manifestação de tamanha monstruosidade. Em print compartilhado pelo mesmo UFRJ Livre, diretamente de publicação no grupo de Letras da UFRJ, lê-se outro comentário, publicado pela mesma senhora.

O que transcrevo a seguir é o registro da decadência, o emblema da desgraça, o testemunho da deterioração moral que grassa onde nossas melhores mentes deveriam estar sendo formadas. Comprovem por si mesmos:

“Agora falando sério: o episódio da faca não foi intolerância como os defensores do candidato e a direita fascista desse país afirmam. Ao contrário, o episódio da faca foi a legítima defesa contra a intolerância que o candidato prega. Foi a legítima defesa de um país que está indo pro fundo do poço. Foi a legítima defesa dos oprimidos. Foi a revolta contra o fascismo, contra o ódio pregado todos os dias, em todos os lugares pelo candidato fascista e seus asseclas (capangas), incentivados por uma direita burra e cruel”.

Acreditem se quiserem no que seus olhos veem. Martins, obviamente, está fazendo referência ao atentado político cometido por Adelio Bispo em Minas Gerais contra o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, que ainda se recupera no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Atentado que foi feito para matar.

A professora de Letras da UFRJ está dizendo que matar Bolsonaro é uma forma de fazer justiça. É isso, com todas as letras. Ou será que dessa vez essa senhora monstruosa e imoral irá dizer que não entendi a sua piada? Esse tipo de ser humano está hoje, talvez neste exato momento, nas salas de aula do Brasil. Não é preciso dizer mais nada.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Saiba o que há com os novos trens da Trensurb


A estatal federal gaúcha de transportes, a emnpresa Trensurb, que opera o trem metropolitano da Grande Porto Alegtre (Porto Alegre a Novo Hamburgo), comprou no gogverno Dilma Roussef um lote de 15 trens, contrato assinado em 2015 por R$ 243.756.000,00, vendidos pelo consórcio FrotaPoa, composto pelas empresas Alstom e CAF. 

A situação atual: a Alstom diz que liberou 8 trens , mas apenas 4 trens estão trafegando.

Existe um inquérito no Ministério Público Federal de Novo Hamburgo e o responsável é o procurador Celso Tres. Existem, também, duas sindicâncias correndo na Trensurb, que foram solicitadas pelo presidente da David Borille,  abertas em 09/08/2018, mas sem resultados, ainda.
A primeira sindicância já expirou o prazo de conclusão e a segunda sindicância expira em 09/10/2018.

Esta é a situação dos trens novos da Trensurb.
Os serviços para recuperação das falhas identificadas nos trens da
série 200, abrangem o seguinte roteiro, até o retorno para operação comercial:
- Substituição de todos os rolamentos de roda;
- Substituição das caixas de graxa que apresentarem defeitos na
inspeção de desmontagem;
- Remontagem e aplicação de selante para vedação das tampas das
caixas de rolamentos;
- Inspeção e substituição das barras de torção que apresentarem
desconformidade com os parâmetros de projeto;
- Aplicação de lastro, quando necessário, para corrigir distribuição
de carga regularizando o parâmetro de projeto e de manutenção, verificado na
passagem em balança;
- Verificação geral do truque e substituição de eventuais peças com
defeito;
- Inspeção nos indutores e substuição se apresentarem defeito;
- Verificação e conferência do processo de nivelamento da
suspensão;
- Verificação e conferência final através de passagem dos rodeiros
em balança;
- Verificação na via de trheshold, do sinal de ATC.
- Realização de testes dinâmicos de desempenho de tração e freio;
- Inspeção geral final do trem;
- Liberação para operação.

Copom mantém a Selic em 6,50% e indica estratégia gradual de normalização caso o balanço de risco se deteriore


O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem, por unanimidade, manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano, em linha com o esperado por nós e pelo mercado. No comunicado divulgado após a decisão, o comitê reconheceu que a recuperação da atividade econômica se mostrou mais gradual que o esperado no início do ano e que as medidas de inflação subjacente se encontram em “níveis apropriados” (no comunicado da reunião passada, usou-se o termo “níveis baixos”). Apesar dessa avaliação, o colegiado divulgou revisões importantes no cenário prospectivo para a inflação. As projeções utilizando o cenário de mercado do Focus apontam variações do IPCA “em torno” de 4,1% neste ano (com Selic de 6,50% e câmbio de R$/US$ 3,83 no final do período) e de 4,0% para 2019 (juros de 8,00% e câmbio encerrando o ano em R$/US$ 3,75). No encontro de agosto, tais projeções eram de 4,2% e 4,0%, nessa ordem. Já no cenário com a Selic constante no atual patamar e câmbio de R$/US$ 4,15 (nível médio da semana anterior à reunião), as projeções de inflação ficaram em torno de 4,4% e 4,5%, neste e no próximo ano, acima das projeções de 4,2% e 4,1% divulgadas na reunião anterior. Cabe registrar que as metas de inflação para 2018 e 2019 são de 4,5% e 4,25%, respectivamente. Na avaliação do quadro internacional, a visão é a de que o cenário segue desafiador para as economias emergentes, tendo como principais riscos a normalização das taxas de juros de economias avançadas e as incertezas em relação ao comércio global. Além disso, o Comitê destacou a importância da percepção de continuidade da agenda de reformas domésticas sobre as expectativas e projeções macroeconômicas. O comunicado continuou apontando que o cenário prescreve a manutenção de uma política monetária estimulativa, mas acrescentou, como principal novidade em relação aos documentos anteriores, que “esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora”. Em outras palavras, o Copom sinalizou que um processo de normalização da política monetária requer piora no balanço de riscos, com a identificação de efeitos secundários sobre os preços do choque primário – e não apenas uma mudança de preços relativos – e adicionou, de toda forma, que as eventuais altas tendem a ser graduais, em linha com o que acreditamos. De fato, as expectativas de inflação mantêm-se ancoradas, a despeito das pressões cambiais dos últimos meses, em um contexto de recuperação bastante moderada da atividade econômica.  Avaliamos que a Selic ficará estável em 6,50% até o final de 2018.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Artigo, Elio Gaspari, Correio do Povo - O rancor petista virou veneno


Fernando Haddad expôs o papel de Lula com racionalidade em São Paulo e soberba em Curitiba

Elio Gaspari, Correio do Povo

Para quem joga numa eleição radicalizada, Fernando Haddad foi um colaborador impecável ao deixar a carceragem de Curitiba depois de visitar Lula. Ele definiu o papel do ex-presidente no governo que pretende fazer:

“Temos total comunhão de propósitos em relação a ele e o diagnóstico de que o Brasil precisa do nosso governo e precisa do Lula orientando como um grande conselheiro. Ele é um interlocutor permanente de todos os dirigentes do partido e nunca deixará de ser. Não temos nenhum problema com isso. Enquanto os outros partidos escondem os seus dirigentes, nós temos muito orgulho de ter o Lula como dirigente.”

Essa declaração poderia ter sido planejada pelo estado-maior de Jair Bolsonaro ou pelos urubus golpistas que pretendem deslegitimar uma eventual vitória da chapa petista.

Horas antes, em São Paulo, durante a sabatina da Folha/SBT/UOL, Haddad dissera algo racional, sem a soberba do comissariado:

“O presidente Lula, sem sombra de dúvida, na opinião da maioria dos brasileiros, foi o maior presidente da história deste país. Ele é um grande conselheiro e terá um papel destacado em aconselhamento, em falar de sua experiência. Jamais dispensaria a experiência do presidente Lula.”

Uma coisa é elogiar Lula e seus oito anos de governo. Bem outra é dizer que “não temos problema com isso”. Deviam ter, pois Lula está na cadeia, condenado por corrupção.

Milhões de eleitores estão dispostos a votar em Haddad porque ele é o candidato de Lula, mas quando se dá a um detento a condição de pai da pátria, estimula-se a dúvida em quem espera de uma vitória de Haddad a volta dos “bons tempos”, mas também teme que ela traga de volta o que há de pior no comissariado.

O consulado petista teve duas faces, a do progresso com Lula, e a do regresso com Dilma Rousseff, a da atenção para o andar de baixo e a das roubalheiras com o andar de cima. Oferecer as duas ao eleitorado num combo rancoroso é soberba.

Não se pode saber de onde está saindo o rancor petista. Pode ser que venha da inconformidade de Lula, ou ainda do interesse radical de uma parte do PT. Venha de onde vier, tornou-se um veneno que produz dois efeitos. O primeiro é o estreitamento da base eleitoral de Haddad, mas sempre se poderá dizer que uma eventual vitória transformará esse erro em asterisco. No seu segundo efeito, o modelo do “conselheiro” reforça as ameaças à sobrevivência das instituições democráticas. Não é preciso ser um gênio para se perceber que há um farfalhar golpista no ar. Bolsonaro, como Donald Trump, diz que teme uma fraude na contagem eletrônica dos votos. (Trump ganhou e não tocou mais no assunto.) O general Hamilton Mourão sonha com uma nova Constituição, redigida por sábios e sagrada num plebiscito. Coisa parecida, recente e próxima, só em 2007, na Venezuela.

Se houver um segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, e o capitão reformado vier a prevalecer, será o jogo jogado. Se Haddad sair vencedor, a tese da vitória sem legitimidade irá para a mesa. A teoria do “conselheiro” serve à sua retórica.

As vivandeiras civis associadas à anarquia militar contestaram a legitimidade eleitoral em 1889 e em 1930 (com sucesso), em 1950 (fracassando até 1954, quando Getúlio Vargas matou-se) e em 1955 (com a teoria da falta de maioria absoluta de Juscelino Kubitschek). Coisa do século passado? Em 2014, Aécio Neves contestou a vitória de Dilma Rousseff. Depois, contou que a iniciativa foi uma “molecagem”, para “encher o saco”. Vá lá.

Sob o domínio da incerteza

A adolescência e a juventude são períodos no qual a convivência pública toma o lugar - ainda que não totalmente - das relações familiares. São os novos grupos de relacionamento, experiências e descobertas. Além de ampliar as perspectivas pessoais, trata-se essencialmente da constituição do sujeito e sua aceitação social.
Entretanto, não é o que estamos vendo. Um número cada vez maior de jovens promove um estreitamento de suas relações e dos espaços passíveis de ocupação e circulação.
Os mais frágeis e suscetíveis à “competição social” desenvolvem formas de isolamento, gerando preocupações clínicas aos pais. Trata-se de uma resposta racional e biológica ao “mundo” herdado, “um mundo” decadente, onde não é (mais) possível viver (mais).  
Pesquisas confirmam o que já sabíamos no dia-a-dia, nas notícias de jornal, nas filas do desemprego, etc..., isto é, a dificuldade de ascensão social. A mobilidade social – ascender(subir) de uma classe social para outra de nível superior – está relacionada à questão educacional e ao (des)emprego.
O quadro é perturbador porque está associado à incerteza que recai sobre o futuro da juventude. O desemprego provoca o que os cientistas sociais chama de “transversalidade”: a experiência com a polícia/trabalho/desemprego.
Somos uma sociedade gravemente doente. Criminalidade, violência e desorganização social são as evidências. Proliferam novas formas de dominação, há um crescimento dos sentimentos de medo e insegurança, há o estímulo de uma “cultura do excesso”, etc...
São fatores que afetam negativamente a organização social e comprometem a comunidade. Consequentemente, alimentamos conflitos e discriminações assentadas em classes sociais, em questões de gênero, raciais, religiosas, tocante à opção sexual, ao estilo de vida, às idéias regionais e ao comportamento. 
Não é à toa que crescem certas seitas e religiões que oferecem aos jovens uma nova ideologia, uma espiritualidade, uma identidade, uma opção de inclusão social.
E como tudo pode piorar, aqui estamos em meio a um processo político-eleitoral completamente contaminado e doentio, sob circunstâncias em que qualquer afirmação e tentativa de diálogo é distorcida. Até mesmo por históricos amigos!
O que deveria ser uma oportunidade e “janela” para reflexões positivas, construtivas e esperançosas têm-se transformado num vendaval de infâmias e ofensas.  
O momento faz lembrar o querido e saudoso professor Oscar Hentscke que seguidamente repetia em sala de aula o popular ditado: em casa que falta pão e educação, todo mundo grita e ninguém tem razão!

Artigo, Marcelo Aiquel - Uma pesquisa mágica

        Pois é. Fomos surpreendidos por uma “pesquisa de opinião”, onde o poste do Lula (também conhecido por Haddad, ou Adádi) voou alto na última semana, chegando a inimagináveis (e inacreditáveis) 29 pontos, no segundo lugar na corrida presidencial.
         Qual é a mágica?
         Transferência de votos é que não. Se não o filho do Lula teria sido eleito vereador em 2.016. E não foi!
         Então, fica no ar a dúvida: por qual motivo o poste subiu tanto? Por seus méritos é que não foi!
         Diante deste quadro, só restou uma alternativa: “esquema para aplicar uma fraude nas “confiáveis” urnas eletrônicas”. Tão confiáveis que são utilizadas nos EUA, na Inglaterra, na França, no Japão, entre outras grandes potências.
         Ah, não são? Por que será?  Você já parou para pensar nisso? Pois deveria...
         É que num segundo turno, quando apenas dois candidatos brigam pela vitória, fica muito mais fácil fraudar um resultado.
         Não acredita?
         Então fique sonhando com “um candidato qualquer” e acorde com o Haddad no segundo turno. Já fizeram isso com a Dilma, não esqueça!

Consertos dos novos trens da estatal federal gaúcha Trensurb

Esta é a situação dos trens novos da Trensurb.
Os serviços para recuperação das falhas identificadas nos trens da
série 200 abrangem o seguinte roteiro, até o retorno para operação comercial:
- Substituição de todos os rolamentos de roda;
- Substituição das caixas de graxa que apresentarem defeitos na
inspeção de desmontagem;
- Remontagem e aplicação de selante para vedação das tampas das
caixas de rolamentos;
- Inspeção e substituição das barras de torção que apresentarem
desconformidade com os parâmetros de projeto;
- Aplicação de lastro, quando necessário, para corrigir distribuição
de carga regularizando o parâmetro de projeto e de manutenção, verificado na
passagem em balança;
- Verificação geral do truque e substituição de eventuais peças com
defeito;
- Inspeção nos indutores e substuição se apresentarem defeito;
- Verificação e conferência do processo de nivelamento da
suspensão;
- Verificação e conferência final através de passagem dos rodeiros
em balança;
- Verificação na via de trheshold, do sinal de ATC.
- Realização de testes dinâmicos de desempenho de tração e freio;
- Inspeção geral final do trem;



- Liberação para operação.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Nota Oficial do TSE

Nos últimos dias, postagens recorrentes nas redes sociais deram conta de notícia que garante a entrega dos códigos-fonte da urna eletrônica, utilizada nas eleições, para a ditadura bolivariana da Venezuela. Sem citar a Venezuela, o TSE tirou nota, esta noite, desmentindo tudo.


Confira abaixo a íntegra da nota:
Nota de Esclarecimento

A Justiça Eleitoral esclarece que nunca entregou códigos-fonte da urna eletrônica para qualquer empresa privada, seja estrangeira ou nacional.
Esse dado pode ser comprovado no Edital nº 106/2017, cujo objeto é a contratação de módulos impressores para a urna eletrônica. Em momento algum do documento, está prevista a entrega dos códigos das urnas, especialmente os módulos criptográficos, que são os responsáveis por garantir a identidade e a segurança do processo eleitoral.
Em virtude da Lei n°13.488/2017 – a chamada Minirreforma Eleitoral, que previu a impressão dos votos –, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) precisou promover ajustes para se adequar à nova determinação legal.
Assim, o TSE publicou edital com vistas a contratar os módulos impressores, que seriam acoplados nas atuais urnas eletrônicas para gerar a versão em papel do voto depositado eletronicamente.
Nesse sentido, o Edital nº 106/2017 prevê apenas o fornecimento de parte do Sistema Operacional Linux – que por natureza é um sistema de código aberto e de conhecimento público –, que no caso da Justiça Eleitoral foi adequado para funcionamento específico nas urnas eletrônicas.
Vale ressaltar que a Smartmatic, empresa referida, foi desclassificada do processo licitatório por não atender a requisitos técnicos estabelecidos no edital. Dessa forma, a Justiça Eleitoral não manteve nenhum tipo de relacionamento com a empresa em questão no que se refere a esse objeto.



Todos os esforços da Justiça Eleitoral são e sempre serão no sentido de garantir a lisura e a transparência do processo eleitoral, com vistas a garantir o exercício da cidadania e do direito constitucional.

Estudo de economistas da FGV relaciona criminalidade à desestrutura familiar

Antonio Goes

Estudo dos economistas Gabriel Hartung e Samuel Pessoa, da Fundação Getúlio Vargas, conclui que fatores como maior proporção de filhos de mães adolescentes ou de famílias onde não há o pai  presente aumentam a criminalidade -anteontem, o governador Sérgio Cabral Filho afirmou que a legalização do aborto ajudaria a reduzir a violência.
Hartung e Pessoa compararam estatísticas de criminalidade nos municípios paulistas de 1999 a 2001 com taxas de fecundidade verificadas em 1980.
No estudo, eles afirmam que a literatura criminal já descobriu fortes evidências de que crianças nascidas de mães solteiras, criadas sem o pai ou nascidas de mães com baixa escolaridade têm mais probabilidade de se envolver em crimes.
Hartung ressalva que o estudo não trata diretamente de aborto, tema do livro "Freakonomics", de Steven Levitt, que associa a redução de crimes em Nova York à legalização do aborto duas décadas antes.
Na pesquisa, porém, Hartung e Pessoa afirmam que "é possível fazer uma relação direta entre os resultados de Levitt e o nosso". "Relacionamos fração de filhos de mães adolescentes e filhos de famílias em que não há o pai ou mãe presente com a criminalidade 20 anos mais tarde. Não defino [toda] gravidez de mãe solteira ou de mãe adolescente como gravidez indesejada, mas afirmo que uma gravidez na adolescência ou de mãe solteira tem maior probabilidade de ser indesejada", disse Hartung à Folha.
Afirmação semelhante foi feita nesta semana pelo economista Marcelo Neri, também da FGV, ao divulgar um estudo. Ao falar da maior probabilidade dos jovens do sexo masculino de se envolverem em atos violentos, Neri diz que "no Brasil, a contrapartida feminina de jovens homens solteiros a atividades criminosas é a incidência da gravidez precoce".
O trabalho de Hartung e Pessoa foi criticado por demógrafos. Em resposta a ele, o pesquisador José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, escreveu um artigo em que diz que "os dados das pesquisas do IBGE não possibilitam estabelecer se a relação entre gravidez indesejada e violência é real ou espúria e qual o sentido de causalidade" entre essas variáveis.
"Dizer que a gravidez indesejada aumenta o crime, como afirmou Hartung, pode até ser pontualmente verdade, mas escamoteia as principais causas da violência e torna as mulheres sem marido e seus filhos os bodes expiatórios de um problema que é muito mais complexo. Pior ainda, dizer que o controle de natalidade é um instrumento fundamental para o combate à criminalidade no Brasil é receitar um remédio errado para um público alvo desfocado, além de ferir e agredir os princípios estabelecidos, nacionalmente e internacionalmente, dos direitos sexuais e reprodutivos", disse, no texto.

Entrevista, Dulce Emídio, CDI - Entenda como opera esta empresa de logística da área jurídica

Buscando otimizar tempo e recursos, cada vez mais empresas, escritórios de advocacia e profissionais autônomos estão buscando companhias especializadas em logística da área jurídica. Dulce Emidio, coordenadora da Central de Diligências (CDI), que presta esses serviços há 10 anos para todo o território nacional, avalia essa tendência do mercado.   

Quais são hoje as principais necessidades dos clientes?
Um atendimento com capilaridade, pois grandes organizações possuem processos pulverizados em diversas localidades, inclusive em regiões remotas do país. Para elas, contratar uma empresa de logística especializada evita o alto custo de manter uma equipe interna ou de deslocar seus profissionais para longe de sua base. Além dos serviços de logística, a empresa de logística pode atuar administrativamente diante dos diversos órgãos para obtenção de documentos.

Quais a vantagens de contratar esse serviço?
A empresa comanda uma rede de advogados parceiros e capacitados continuamente que cuidam de todos os tipos de diligências e audiências jurídicas e administrativas.

Com a adoção do processo eletrônico, ainda é tão relevante a presença física do advogado?
Essa é uma oportunidade para todos se reinventarem. O processo eletrônico permite que os escritórios atendam clientes com processos nas mais diversas regiões, pois boa parte do processo poderá ser conduzido virtualmente, mas a necessidade do profissional local não se exclui. O que ocorre é a mudança do tipo de diligências, muito mais relacionadas agora a relacionamento. São tratativas que precisam ser conduzidas pessoalmente nos foros, com servidores e juízes, além da manutenção das audiências.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Artigo, Marcelo Aiquel - Quem tem medo de Jair Bolsonaro ?


        Independente de eu ter “plagiado” (foi apenas um trecho, porém essencial para a compreensão do recado) o título da obra do dramaturgo americano Edward Albee (Quem tem medo de Virgínia Woolf?), que serviu de base para o famoso filme estrelado por Richard Burton e Elisabeth Taylor, está mais do que na hora de comentar sobre a candidatura de Bolsonaro e sua concorrência.
         E, cabe a pergunta: Quem tem medo de Jair Bolsonaro?
         A resposta é fácil: Todos os dependentes do PT; aqueles que querem (mesmo inconscientemente) o comunismo “venezuelano” no Brasil; e alguns “reacionários” que ainda acreditam nesta mídia dissimulada. Sem contar os “moderninhos” de plantão.
         Tá certo que virou “modismo” criticar o Capitão, mesmo aqueles “liberais” que acham que o brilhante Paulo Guedes, não vai suportar o tranco.
         Ah, eles realmente não conhecem o mestre...
         Antecipei este artigo (era pra ser publicado só na semana da eleição), preocupado com muitas pessoas queridas que ainda estão indecisas e também para aqueles que acreditam na “ladainha” de que o capitão, eleito, não terá respaldo para governar.
         Ora, caros amigos, sem comprar apoio, nenhum candidato (eu repito, nenhum candidato) conseguirá governar, a não ser na “marra”.
         E quem é o único postulante á presidência que pode “meter o pé na porta”?  E, ainda por cima, se garantir! A resposta é de uma obviedade ululante.
         Ok. Mas também se fala muito em mudar o Brasil.
         Porém, se nem no futebol funciona mais, o “mudando sem mudar”, o que dirá na política brasileira, tão malandramente cheia de lobos.
         Querem realmente mudar?
         Não há de ser votando no Alkmin (o representante do Centrão, ou o “ajuntamento” de quem – há anos – enterra o país, não – sem antes – “posar” de viúva arrependida), cujo discurso nada mais é do que um “replay” das campanhas anteriores; ou nos candidatos da esquerda (o símbolo do velho discurso; da “mesmice”). Muito menos jogando votos fora naqueles sem chance alguma (um voto nitidamente irresponsável, jamais de protesto).
         Ah, quer protestar? Mostrar descontentamento? Pois o faça apostando em um candidato viável, jamais num sonho. A eleição não é uma brincadeira, onde você brinca de apostar e, se errar, leva um país inteiro ladeira abaixo. E depois, irresponsavelmente, “lava as mãos”.
         Que falta de criatividade!
         Pôncio Pilatos já fez isso há mais de 2 mil anos...
         Você também já parou para pensar que só sem o roubo do dinheiro público, metade do caminho para a recuperação dos sistemas de educação, saúde, e segurança, estará sendo tomado?
         Pois, de todos os candidatos, quem é o único sobre quem não há acusações de desvio de dinheiro?
         Isto ainda não basta? Não, é claro!
         Eis que o Bolsonaro é também acusado de ser homofóbico, racista, misógino, machista e radical.
         Alguém – de sã consciência – já testemunhou alguma real atitude dele, em algum destes sentidos (e não, tirada de um contexto maior)? Ou somente “ouviu dizer”, através da imprensa? Que aumenta cada ato do candidato, de modo desproporcional.
         Uma imprensa tão isenta ao ponto de preparar armadilhas contra este mesmo candidato? E que não tem dado certo!
         Seja responsável! Ajude realmente a mudar o cenário. E mude mesmo!
         Porque, depois, não adiantará ficar reclamando no bar ou na internet.
         A hora é agora! Faça a sua parte com responsabilidade cívica.
         O futuro do Brasil merece este seu “sacrifício”...

         UM PAÍS QUE “SE ASSUSTA” COM A CANDIDATURA DE UM MILITAR, MAS “ACHA NORMAL” A DE UM PRESIDIÁRIO CONDENADO (E DE SEUS APOIADORES), NÃO PODE SER LEVADO A SÉRIO!

        Você quer ver o LULA livre? 
         Ah, não quer?
         Mesmo?
         Então vote no 17# Bolsonaro.

         Marcelo Aiquel – advogado (16/setembro/2018)