TRF4, Porto Alegre, nega direito de viajar ao exterior pedido por dois réus da Lava Jato

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Porto Alegre negou habeas corpus em que a defesa de Márcia Mileguir, ré em ação penal no âmbito da Lava Jato, pedia a restituição do seu passaporte e do direito de viajar para fora do Brasil. A decisão foi por unanimidade.

O MPF acusa Márcia Mileguir e o marido, operador financeiro David Arazi, de serem os titulares da offshore Brooklet Holdings, usada para recebimento de propina do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque.

Os crimes estariam relacionados ao superfaturamento na construção do empreendimento Complexo Pituba, sede da Petrobras em Salvador (BA).

Bolsonaro passará o Carnaval em Santa Catarina. Ele irá com a família para a ilha de São Francisco do Sul.

O presidente Jair Bolsonaro passará o Carnaval em Santa Catarina. Ele e a família desembarcarão amanhã, sábado, dirigindo-se para São Francisco do Sul, onde esteve em dezembro, também descansando e pescando.

O presidente também visitou SC no dia 4, há uma semana.

Bolsonaro e a família ficarão no Forte Marechal Luz.

A baía da Babitonga, na ilha de São Francisco do Sul, é uma das mais belas paisagens do Brasil. A cidade fica a 45 minutos de joinville, duas horas e meia de Curitiba e três horas de Florianópolis.

STF vota para tornar réus os bandidos do MDB que se uniram ao PT para roubar durante os governos Lula e Dilma

O MPF diz que eles se uniram para roubar juntos. Agora, Renan quer prender os mocinhos (magistrados e procuradores) e homenagear os bandidos.


O julgamento foi iniciado hoje no plenário virtual do STF, no qual todos os 11 ministros votam de maneira remota, apresentando votos escritos no sistema processual da Corte. Dias Toffoli, porém, pediu destaque para levar a discussão ao plenário físico. Com isso, o julgamento foi interrompido e ainda não há data para retomada.

O ministro Edson Fachin, STF, votou hoje a favor de tornar réus, por organização criminosa, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Edison Lobão, Romero Jucá, Valdir Raupp e Sérgio Machado, que integravam o chamado ‘Quadrilhão do MDB no Senado’, segundo a Lava Jato.

A roubalheira dos líderes do MDB ocorreu durante os governos Lula e Dilma, 2004 a 2014. Foi uma roubalheira conjunta com PT e PP.

A denúncia, apresentada por Rodrigo Janot em 2017, diz que o grupo recebeu R$ 864 milhões em propina de contratos da Transpetro e da Petrobras, por intermédio de Sergio Machado, Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró, que delataram o esquema.

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