Carreata

 https://www.poder360.com.br/poder-brasil/carreata-de-apoiadores-de-bolsonaro-reune-mais-de-200-carros-em-brasilia/

Lula

 https://www.poder360.com.br/poder-governo/petistas-postam-imagem-alterada-para-mostrar-lula-musculoso-na-praia/

Master

 https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/01/cade-o-nosso-dinheiro-aplicado-no-banco-master.shtml


https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/01/empresas-de-irmaos-e-primo-de-toffoli-tiveram-como-socio-fundo-ligado-a-suspeitas-no-caso-master.shtml


https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/01/11/consentino-alerta-para-riscos-institucionais-sigilo-amplia-desconfianca-no-stf.htm

Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravinas - As várias faces de um programa de pedágio

O autor é advogado, RS.

A CPI dos pedágios, instaurada na Assembleia Legislativa, deve procurar saber quais as mais importantes ao interesse público. O recalcitrante programa de concessão de rodovias para exploração de pedágio por empresas particulares, no fundo é uma conquista pela reserva de mercado à iniciativa privada, desta vez, por longos 30 anos. Repete o malogrado Programa Estadual de Concessão de Rodovias PECR-RS, dos anos 2007-2011. Setores da sociedade alegaram que o valor dos pedágios era caro e o modelo da concessão não era o mais indicado. Abordarei um deles. O Estado ao contrário do governo da União deixará de arrecadar apreciável recurso financeiro que lhe falta. Não receberá nada em pagamento pelas concessões estaduais, mediante proposta da “melhor oferta ao Poder Concedente”. O Governador e os seus técnicos do órgão rodoviário do Estado, o DAER e a AGERGS, influenciados pelos empresários do setor de construção de estradas, talvez tenham se deixado levar pelo discurso de que tal cobrança dos concorrentes comprometeria o valor módico da tarifa. É o mesmo discurso para os 30 anos de prazo da concessão, que se diferencia dos prudentes 15 anos do programa anterior. Dirão que a redução do prazo para 15 ou 20 anos seria fator de elevação da tarifa inicial, com reflexo nos reajustes futuros. Falácia. As tarifas dos pedágios jamais serão módicas à bolsa dos usuários das vias, do nosso Estado. Os constantes reajustes ou revisões (readequações) contratuais, sob a alegação do necessário equilíbrio econômico-financeiro serão motivos para protestos populares e demandas judiciais. Nisto entra em conta a chamada TIR - taxa interna de retorno - que é a estimativa da rentabilidade do investimento no projeto. O custo de obras rodoviárias, ou simples conservação, é o de maior impacto econômico. Aumentos dos combustíveis, equipamentos de obras, somados aos impostos que são repassados aos usuários das vias. O Estado só não assume, diretamente, a exploração de pedágios (pedágios comunitários) em suas rodovias por razões inconfessáveis e pela pressão de entidades das empresas do setor, que exercerem irresistíveis argumentos de convencimentos de que são mais eficientes. Não critico a pretensão dos empresários da construção rodoviária. Cada um luta como pode pelos seus interesses. O que surpreende é que o Estado, sequer cogitou estudos de uma Parceria-Público Privada, para não correr o risco de pagar vultosas indenizações no futuro, por não conseguir cumprir a parte que lhe toca, de manter sem subvencionar ou conceder reajustes das tarifas acima da possibilidade razoável a ser paga, integralmente, pelos usuários das rodovias, que já pagaram por elas de forma direta ou mascarada de IPVA. 

Caxias do Sul, 10.01.2026

Geração Z não atende ao telefone

 A Geração Z não atende o telefone principalmente devido a uma combinação de telefobia (medo ou ansiedade de fazer ou receber ligações), preferência por comunicação assíncrona (como mensagens de texto e e-mails) e a percepção de que as chamadas telefônicas são intrusivas e geralmente associadas a más notícias, spam ou emergências. Ela prefere comunicação assincrona, como mensagens de texto e mídias sociais, usando tudo no seu próprio ritmo.

CLIQUE AQUI para saber mais. O texto é consulta que o editor acaba de formatar via pedido de ajuda à Inteligência Artificial da Meta.

Principais Razões

Telefobia e Ansiedade: Cerca de 56% dos jovens da Geração Z associam ligações telefônicas a notícias ruins ou problemas, o que gera uma sensação de pavor ou pressentimento. A falta de pistas visuais, como expressões faciais e linguagem corporal, durante uma ligação também contribui para a ansiedade e o medo de julgamento ou mal-entendido.

Preferência por Comunicação Assíncrona: Tendo crescido com mensagens de texto e mídias sociais, a Geração Z valoriza a flexibilidade de responder às mensagens em seu próprio ritmo, sem a pressão de uma conversa em tempo real. Métodos como mensagens de texto e notas de voz permitem que eles pensem, editem e planejem suas respostas, algo impossível em uma chamada ao vivo.

Intrusão e Imediatismo: Ligações telefônicas são vistas como uma interrupção abrupta e intrusiva da vida diária ou do trabalho, exigindo atenção imediata. Em contraste, as mensagens digitais se encaixam melhor em horários de trabalho imprevisíveis e permitem gerenciar várias conversas simultaneamente.

Spam e Golpes: Muitos jovens evitam atender números desconhecidos porque acreditam que são chamadas de marketing, spam ou golpes, e é mais fácil ignorar do que filtrar quais são legítimas.

Eficiência e Praticidade: Para a Geração Z, a comunicação digital é vista como mais eficiente. Uma mensagem curta pode transmitir informações rapidamente, enquanto uma ligação telefônica pode se arrastar em conversas longas e, às vezes, ineficientes. 

Em suma, a relutância em atender o telefone é um reflexo da mudança cultural em direção a métodos de comunicação mais controlados, eficientes e menos intrusivos, onde a pessoa decide quando e como interagi

Trump lança Marco Rubio para presidente de Cuba

 O presidente Donald Trump voltou a elevar o tom contra a ditadura comunita cubana, neste domingo, ao republicar uma mensagem que sugere o secretário de Estado Marco Rubio como futuro presidente Cuba. 

A publicação ocorre em meio a ameaças de bloqueio ao fornecimento de petróleo venezuelano e à interrupção de qualquer fluxo financeiro vindo de Caracas.

Trump compartilhou, em sua rede Truth Social, uma imagem de um post publicado no X no dia 8 de janeiro. A mensagem dizia: “Marco Rubio será presidente de Cuba. 😂”. Ao republicar o conteúdo, o presidente americano acrescentou o comentário: “Por mim, tudo bem!”.

Marco Rubio, atual secretário de Estado dos EUA, é filho de imigrantes cubanos e nasceu em Miami, na Flórida. O post foi feito em tom irônico.

No mesmo dia, Trump afirmou que Cuba não terá mais acesso ao petróleo nem a recursos financeiros da Venezuela. Segundo ele, o apoio energético fornecido por Caracas à ilha caribenha deixará de existir e Havana não será mais necessária para garantir a segurança do governo venezuelano, como ocorria até então. O presidente americano voltou a fazer ameaças diretas ao declarar que o país deve “fazer um acordo antes que seja tarde”. Trump também afirmou que a Venezuela não é mais refém de interesses externos, pois agora “tem os EUA, as forças armadas mais poderosas do mundo para protegê-la”.

Livro analisa bastidores do governo Bolsonaro e a ruptura política no Brasil

E-book “O Homem que Mudou o Destino de uma Nação” resgata fatos, embates institucionais e o despertar político de milhões de brasileiros

Foi lançado na Amazon o e-book “O Homem que Mudou o Destino de uma Nação – Bolsonaro, a ruptura do sistema e o despertar político do Brasil”, assinado pelo jornalista Emílio Kerber e pelo vereador Marcelo Ustra. A obra se propõe a registrar, analisar e contextualizar um dos períodos mais polarizados e transformadores da história política recente do país.

Mais do que uma biografia ou uma defesa política, o livro se apresenta como um registro histórico e analítico dos acontecimentos que marcaram o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A narrativa percorre desde sua ascensão política até os embates com o sistema tradicional de poder, envolvendo o Executivo, o Judiciário, a grande imprensa e as estruturas institucionais consolidadas.

Com linguagem direta, acessível e organizada, o e-book reúne fatos, bastidores e interpretações que ajudam o leitor a compreender como se deu a ruptura de paradigmas políticos no Brasil e o consequente processo de politização da sociedade.

Segundo os autores, esse movimento alterou de forma permanente o debate público nacional e o comportamento político de milhões de brasileiros.

Para o jornalista e coautor Emílio Kerber, o objetivo central da obra é preservar a memória de um período que segue produzindo efeitos no cenário atual:

“Este livro nasce da necessidade de registrar fatos que, muitas vezes, foram apresentados de forma fragmentada ou distorcida. Independentemente de posições ideológicas, é fundamental compreender o que aconteceu, como aconteceu e por que esse período mudou de forma tão profunda a política brasileira”, afirma Kerber.

O livro também se propõe a servir como fonte de consulta para futuras gerações, organizando eventos e decisões que continuam influenciando o debate institucional, eleitoral e social do país.

O e-book já está disponível na Amazon Brasil, em formato digital (Kindle), e pode ser acessado pelo link: https://www.amazon.com.br/dp/B0GFXPKHBP