Dica do editor - Eis os 4 sintomas de Parkinson que surgem décadas antes do diagnóstico

A doença de Parkinson pode apresentar sintomas não motores, conhecidos como fase prodrômica, mais de uma década antes do surgimento dos tremores característicos. Esses sinais precoces indicam uma neurodegeneração gradual que ocorre muito antes do diagnóstico clínico, que costuma acontecer quando cerca de 75% das células produtoras de dopamina já foram perdidas. 

Aqui estão 4 sintomas que podem surgir décadas antes do diagnóstico:

Distúrbio Comportamental do Sono REM: Caracterizado por sonhos vívidos, violentos ou agitados, nos quais a pessoa grita, esperneia ou soca enquanto dorme. A falta de paralisia muscular durante o sono (atonia) permite que o paciente encene seus sonhos, o que é um dos sinais mais específicos de risco para Parkinson.

Perda do Olfato (Anosmia ou Hiposmia): A diminuição ou perda completa da capacidade de sentir cheiros é um dos sinais iniciais mais comuns, podendo ocorrer até 10 a 20 anos antes dos problemas motores.

Constipação Crônica: A prisão de ventre crônica, muitas vezes ignorada ou atribuída à dieta, é um sintoma precoce importante que pode surgir mais de 20 anos antes dos tremores.

Alterações de Humor (Depressão ou Ansiedade): Problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade ou apatia, podem aparecer anos antes, devido às alterações neuroquímicas que precedem a rigidez e a lentidão. 

Outros sinais precoces relatados incluem caligrafia muito pequena (micrografia), fala de baixo volume, dor no ombro e instabilidade postural leve. A presença de um ou mais desses sinais não garante o desenvolvimento da doença, mas merecem acompanhamento de um neurologista. 

Artigo do editor - E o oficial da Operação Bandeirantes puxou minha língua para fora e decretou? "Ele mente. A língua está seca".

Naquele início de tarde do dia 25 de maio de 2021, em plena pandemia do vírus chinês, depois conhecido mundialmente como Covid 19, eu e o Advogado Pedro Lagomarcino  aguardávamos a chegada da Delegada Andrea Mattos, mas como ela estava muito atrasada, o Escrivão Abayomi Mandela Silva Felix, que registraria o interrogatório, resolveu iniciar tudo pela parte introdutória desses tipos de caso, ou seja, pela qualificação do depoente. 

Um pouco antes de ingressarmos na sala da inquisição, pedi ao meu Advogado, o Dr. Pedro Lagomarcino, que ativasse o modo "gravador" no seu celular, tudo com o objetivo de registrar até a respiração da Delegada Andrea Mattos. Eu imaginava que ela produziria um resumo canhestro da conversa, o que realmente acabou acontecendo. 

Ainda assim, a oitiva foi muito mais civilizada do que um dos interrogatórios a que fui submetido, por exemplo, anos antes, em 1969, por um oficial do Exército vinculado à Operação Bandeirante, a temida Oban, deslocado para Porto Alegre, em pleno regime militar. Ao me ver algemado nas instalações do Dops, o temível Departamento Político de Ordem Social, localizado na Avenida Ipiranga, Porto Alegre. Ele estava junto com o Delegado Pedro Seelig. Estávamos todos de pé, mas só eu estava algemado pelas costas. O oficial disparou perguntas que não fizeram sentido para mim, confundindo-me. Incontinenti, ele passou a mão na minha língua e denunciou:

- A língua está seca. Ele está mentindo.

Eu não estava mentindo e nem falando a verdade.

Sem acusações e sem ser interrogado, fui depois de duas semanas libertado da cela escura, vazia, hermeticamente fechada e que continha apenas um caninho para circulação de ar, colocado ao alto de uma das paredes do Dops, que eu usava para melhorar minha oxigenação.

Na época eu trabalhava na sucursal gaúcha do jornal carioca Correio da Manhã, opositor declarado do regime militar. 

Agora, 25 de maio de 2021, desta vez, sem estar preso, mas sujeito a um interrogatório também policial, eu quis registrar tudo quando pedi ao Dr. Pedro Lagomarcino que gravasse a oitiva no seu celular, mesmo sem o conhecimento da Delegada Andrea Mattos.

A máscara respiratória protetora semi-facial Epi com 2 filtros, meus problemas de audição, a baixa temperatura em Porto Alegre naquele momento, 14 horas, e a tensão do ambiente, dificultaram o início da conversa:

Escrivão: Qual a profissão do Senhor ?
Políbio: Como ? 

Escrivão: Qual a profissão do Senhor ?
Políbio : Jornalista 

Escrivão: E o seu endereço ?
Políbio : Eça, Eça com “Ç”, Eça de Queiroz. 

Escrivão: Está bem. Então só apresentando algumas informações, que são seus direitos constitucionais. O senhor vai ser ouvido aqui como suspeito nesse caso. Então o senhor tem direito de permanecer em silêncio, só falar em juízo e o senhor também tem direito a presença do advogado.
Políbio: Sim, sim

Escrivão: O senhor Já foi preso anteriormente ?
Políbio : Se eu já fui preso ? 

Escrivão: É.
Políbio: Já! 

Escrivão: O senhor possui algum vicio ?
Políbio: Desculpe ?

Escrivão: O senhor possui algum vício ?
Políbio : Vício? 

Escrivão:  É
Políbio: Não. 

Escrivão: Morou com os pais até quantos anos ?
Políbio: Não consegui entender o que você falou.

Escrivão: Morou com seus pais ?
Políbio: Se eu morei com meus pais ? Morei.

Escrivão: Até quantos anos ?
Políbio: É...17 anos.

Escrivão: Começou a trabalhar com quantos anos ?
Polibio: Com 13 anos 

Antes de ser ouvido pela Delegada Andrea Mattos, eu já tinha sido interrogado, inúmeras vezes por policiais, oficiais militares, delegados federais e estaduais, promotores, procuradores, juizes e desembargadores, e algumas perguntas sempre me surpreenderam pela imbecilidade delas.

Não foi diferente nesta oitiva na Delegacia de Combate à Intolerância.

O que pode interessar para o caso de um inquérito do gênero, saber quantos anos eu morei com meus pais ou se eu tenho algum vício. E que tipo de vício ? Nem mesmo nos mais acesos interrogatórios policiais ou militares, debaixo de pancadaria, qualquer agente estatal me fez tal tipo de pergunta, a não ser este Escrivão e, mais tarde, uma magistrada de Vara Penal que queria saber se eu me drogava. 

Se eu me drogava ?

Fiquei perplexo.

E se eu me drogasse, que efeito teria isto na ação penal movida contra mim ?

E a Delegada Andrea Mattos demorava a chegar.

Foi então que o Escrivão resolveu ir adiante e passou a ler o Boletim de Ocorrência apresentado por ativistas de uma ONG chamada "Somos", Gabriel Galli Arévalo e Carlos César Klein, ambos ligados à extrema esquerda gaúcha, com ênfase para o PSOL. Sao indivíduos de ligações fortes com as Deputadas Luciana Genro e Fernanda Melchionna. Na época, Galli Arévalo era ocupante de Cargo em Comissão do gabinete de Melchionna.

A Deputada Luciana Genro é minha velha conhecida e costuma fazer a alegria dos meus advogados. Ela, seu pai Tarso Genro e seu primo, o então Capitão Adelmo Genro, ex-Chefe da Defesa Civil de Porto Alegre, moveram processos penais contra mim, alegando crimes de opinião. Eles perderam em todas as instâncias. 

Luciana e seu pai, além do seu ex-marido, o Vereador Roberto Robaiana, são personagens recorrentes do meu livro "Cabo de Guerra", e nenhum deles é retratado com cores favoráveis. 

Ao contrário de Luciana Genro, eu não conheço pessoalmente a  sua companheira de extrema esquerda, a Deputada Fernanda Melchionna.

É mais do que evidente que Luciana Genro e Fernanda Melchionna estavam por trás do BO registrado na Delegacia de Combate à Intolerância.

Eis o que leu para mim o Escrivão Abayomé Mandela Silva Felix:

Escrivão: Tá...enquanto a Delegada não chega, vou ler para o senhor aqui o histórico da ocorrência. Quando ela chegar a gente, dá continuidade, tá? 

“ Houve ofensas a alguém. Foram atribuídas ofensas reforçando a vítima no meio social em que ele vive, foram atribuídas qualidades negativas aos defeitos da vítima. Ofensas à vítima constitui na utilização de elementos discriminatórios referente a raça e etnia, a vítima não foi agredida fisicamente. Na Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância DPCI, conforme imagem anexada, os denunciantes alegaram que o jornalista proferiu ofensas a todas as pessoas LGBT, relacionando-as à prática de zoofilia. 

Verifique anexo.” 

Escrivão: O texto que se refere é esse aqui, né. 

“ Eduardo Leite manda bordar as cores do arco-íris gay na fachada do Piratini”

Foto de Felipe Dalla Valle - Fotógrafo contratado pelo Piratini. 

A foto é assunto em todo Brasil e também no exterior. O governador Eduardo Leite decidiu comemorar em alto estilo a legalização do homossexualismo como a opção da vontade sexual das pessoas e não como uma patologia. Pelo menos no ponto de vista da polêmica OMS. 

Ontem foi o dia internacional do universo LGBTQIA+ que engloba não só o homossexualismo, mas ainda não compreende a zoofilia, fenômeno que ocorre com pouca frequência em barrancos e coxilhas pouco frequentadas. 

No Rio Grande do Sul, a política estadual de atenção e integração de uma população LGBTQIA +  implantada com decisão por Eduardo Leite visa elaborar, estimular, apoiar, participar, e promover eventos, estudos, pesquisas, debates e ações que envolvam discussões de saúde da população LGBTQIA +. 

O relato mais recente do grupo gay da Bahia, GGB, divulgado no início de 2019 resultou que 2018 ocorreram 420 mortes de LGBTs no Brasil, 320 homicídios e 100 suicídios".

O imbroglio todo começou com essa curta nota publicada no blog www.polibiobraga.com.br, emoldurada sob foto colorida do Palácio Piratini. O fotógrafo que assinou o flagrante chama-se Gustavo Mansur, funcionário do Governo do Rio Grande do Sul.

NOTA DO EDITOR
OS LEITORES QUE QUISEREM RESERVAR EXEMPLRES DO LIVRO "HOMOFOBIA E A QUESTÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO', ASSINADO PELO EDITOR, R$ 80,00 CADA EXEMPLAR, PODEM FAZER ISTO VIA WHATS 51.99945.9810. O PAGAMENTO SÓ SERÁ FEITO QUANDO DO ENVIO DO LIVRO, CUJA DATA DE PUBLICAÇÃO NÃO ESTÁ AGENDADA, MAS QUE OCORRERÁ AINDA NESTE SEMESTRE.

PF abre inquérito sobre influenciadores pagos para falar mal do Banco Central

 A Polícia Federal instaurou, nesta quarta-feira, um inquérito para apurar a contratação de influenciadores digitais e páginas em redes sociais com o objetivo de atacar o Banco Central em favor do Banco Master. 

De acordo com o levantamento citado pela CNN Brasil, a Polícia Federal mapeou uma sequência de publicações feitas entre 9 de dezembro do ano passado e 6 de janeiro deste ano, nas quais influenciadores digitais passaram a divulgar críticas ao Banco Central. Ao menos 40 perfis foram identificados como possíveis participantes do chamado “Projeto DV”, referência às iniciais de Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.

A PF demorou demais para abrir o inquérito.

Quem são os 40 influenciadores

Um dos influenciadores, o vereador Rony Gabriel, Erechim, RS, disse que recebeu oferta de R$ 2 milhões para falar mal do BC e defender Master e Daniel Volcaro. A jornalita Luciana Moreira Leite também foi procurada. A ordem e o dinheiro saíram do próprio Volcaro para empresas de marketing digital, como a agência MIT, mantida por Thiago Miranda.

Abradecont move ação contra propaganda enganosa de XP, BTG e Nubank

 XP, BTG Pactual e Nubank são alvos de uma ação civil pública, movida pela Abradecont, acusados de usar o FGC como "chamariz" para vender CDBs do Banco Master, omitindo riscos. A ação, na 6ª Vara Empresarial do Rio, aponta propaganda enganosa e pede indenização de R$(100milhões, alegando que as corretoras líderes na distribuição deR$ 35,6 bilhões em títulos, ignoraram a saúde financeira do emissor. 

Pontos principais da ação judicial: 

A acusação: O instituto Abradecont alega que o FGC foi usado para vender uma percepção de "risco zero", atraindo investidores conservadores para produtos de alto risco, caracterizando publicidade enganosa.Volumes: A XP liderou a distribuição com R 26 bilhões

O caso envolve um dos maiores resgates da história do FGC.

Defesa das instituições

A XP classificou a ação como "oportunista" e pontuou que os investidores estão sendo ressarcidos, eliminando o dano. O Nubank afirmou que encerrou a oferta em 2024 e não utiliza assessores. O BTG não se posicionou.Andamento: O processo foi encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro para análise de possíveis fraudes coletivas e violações de normas do consumidor. A ação busca criar um novo padrão de conduta, obrigando as corretoras a informarem o risco real, sem focar apenas na garantia do FGC. 

Artigo, especial - O jogo dos desesperados

Este artigo é do Obsearvatório Brasil Soberano

 Ontem a imprensa perdeu mais uma grande oportunidade de encerrar o assunto que dominou o noticiário: a candidatura do Bolsonaro. Mesmo com tanta coisa acontecendo – como as investigações da roubalheira do INSS, o caso do Banco Master, a escalada da violência e o caos nas contas públicas –, nada disso interessa muito. Até porque tudo isso pega no queridinho do Planalto. Sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas afirmou que não vai mudar. Mas, pelo visto, o assunto ainda não vai mudar, e isso não tem mais nada a ver com o governador de São Paulo. Após a declaração, os famosos colunistas, es pecialistas, analistas e demais bocas e canetas de aluguel ainda falavam em existir alguma chance de Tarcísio sair candidato. Isso poderia ser explicado pelas palavras do próprio Tarcísio, que, ainda aparen temente incomodado com o assunto, arrematou: “a candidatura de Flávio está se consolidando”. Um gerúndio que ainda pode ser usado como bengala para as análises e comentários desse pessoal – um fio de esperança. Mas agora Tarcísio é apenas um coadjuvante no projeto nacional da elite política, f inanceira e midiática do país. E a frase que sintetiza o medo real que motiva essa elite também está nas declarações do governador: “carrega o sobrenome do pai”. Até mesmo Lula e o PT tentaram fazer de Tarcísio o escolhido, através da psicologia reversa, querendo levar a crer que não temiam o sobrenome Bolsonaro na urna. Lula mandou o recado: “peça para ele não desistir”. Na cabeça deles, o bolsonarismo com praria a ideia de que “se Lula está falando pro Flávio seguir, então é melhor o Tarcísio”. Claro que a turma do “queremos o voto dos bolsonaristas sem o Bolsonaro” apro veitou a fala de Lula para – com ares de professores de Deus - repetir que Tarcísio deveria ser o indicado. Eles também não perdem uma. Está posto: Flávio é o candidato, Tarcísio é carta fora do baralho, mas o objetivo do establishment seguirá o mesmo. Tudo que puder ser feito para descredibilizar, diminuir e colocar em xeque o nome de Flávio Bolsonaro continuará sendo feito. É parte da desconstrução e desumanização do indicado do ex-presidente. Foi assim que fizeram – e ainda fazem – com Jair Bolsonaro o tempo todo. A tática é velha: esconder virtudes, sufocar conquistas, desviar o foco do que realmente importa. O desespero tem razão de ser. Já imaginou o pessoal que se serve do país passar 4 anos ou mais sem o poder político e a manipulação habitual? Já imaginou passar 4 anos ou mais sem o faturamento bilionário com propaganda estatal? Eles pen sam nisso todos os dias. Eles nunca esqueceram do cara que chegou à Presidência da República pelas mãos do povo, e não pelas costumeiras influência e articulação desses grupos. E que atrapalhou seus planos de seguir se servindo do Brasil. Com Flávio crescendo nas pesquisas rapidamente e com projeções de vitória no segundo turno que os institutos de pesquisa não têm como esconder; não caindo nas cascas de banana que são jogadas todos os dias e demonstrando que está a cada vez mais preparado para a missão delegada pelo maior líder da direita, o sistema vai atacar de todas as formas possíveis. O desafio fica maior a cada dia para quem quer deixar tudo como está. E os cala frios que o sobrenome Bolsonaro causa crescem na mesma proporção. • Sobrenome em disputa: O nome Bolsonaro como ameaça eleitoral real ao sistema político tradicional. • Engenharia da desmoralização: Uso coordenado da mídia e de analistas para enfraquecer candidaturas fora do controle do establishment. • Medo da perda de poder: Pânico das elites diante da possibilidade de mais um ciclo sem acesso ao aparelho estatal e à verba pública. Pág. 1 Flávio carrega o sobrenome que tira o sono dos parasitas do poder.

Nota do União Brasil