Dica do editor - A responsabilidade dos filhos na proteção e custódia dos pais

Dica do editor - A responsabilidade dos filhos na proteção e custódia dos pais

É a tarefa da chamada "geração sanduíche" — pessoas que cuidam simultaneamente dos filhos e dos pais idosos. 

Este texto foi obtido depois de consulta do editor no sistema de IA da Meta.

Gerir o dinheiro dos pais é complexo, pois envolve um misto de amor, obrigações legais, perda de autonomia e riscos financeiros para ambas as partes. Aqui estão os pontos principais sobre esse "trabalho", baseados em realidades familiares e legais:

1. O Peso Legal e Moral

Obrigações legais: No Brasil, filhos têm a obrigação legal de prestar alimentos (sustento) aos pais, conforme o Código Civil. Isso inclui moradia, saúde e alimentação quando eles não conseguem se manter.

Reversão de papéis: Ocorre uma inversão, onde os filhos passam a tomar decisões por quem um dia cuidou deles.

Dividir responsabilidades: A obrigação financeira deve ser partilhada entre irmãos, não recaindo sobre apenas um.

2. Os Maiores Desafios

Resistência à perda de autonomia: Idosos podem se sentir desrespeitados ou infantilizados quando os filhos tentam controlar gastos, gerando conflitos familiares.

Custo da longevidade: Saúde, medicamentos e cuidadores são gastos altos e crescentes que geralmente superam o valor da aposentadoria.

Segurança contra golpes: Idosos são alvos frequentes de fraudes financeiras e empréstimos consignados abusivos.

Mistura de finanças: O erro comum de misturar o dinheiro dos pais com o próprio dinheiro dos filhos, o que pode causar problemas legais e familiares futuros.

3. Como Gerir com "Inteligência" (e não apenas emoção)Transparência e registros: 

Mantenha um registro detalhado de todas as movimentações financeiras. Isso previne desconfianças entre irmãos.

Crie um orçamento da 3ª idade: Planeje os custos, focando primeiro no essencial (saúde, moradia, alimentação).

Proteção de conta: Considere configurar alertas bancários para movimentações atípicas e evite dar acesso total a contas, se possível.

Planejamento de previdência: Em alguns casos, a previdência privada pode ser usada para garantir uma renda mensal organizada, evitando que todo o dinheiro seja gasto de uma vez. 

Gerir o dinheiro dos pais requer, acima de tudo, conversa clara, empatia e a proteção da autonomia dos idosos enquanto se garante a segurança financeira de todos.

A nova revolução industrial

 A sua observação é certeira e alinhada com o que está acontecendo no terreno em 2026. Pittsburgh, historicamente conhecida como a "Cidade do Aço" (Steel City), não está apenas revivendo seu passado industrial, mas passando por uma reinvenção tecnológica profunda, frequentemente chamada de a nova "RoboBurgh".Aqui estão os pontos-chave dessa revolução industrial moderna em Pittsburgh:Robótica e Automação de Ponta: A cidade consolidou-se como líder mundial em robótica e inteligência artificial (IA). A tecnologia desenvolvida lá está sendo aplicada em robôs autônomos, sistemas de detecção e veículos automatizados. A Pittsburgh Robotics Network enxerga 2026 como um ponto de virada, com robôs humanoides de baixo custo começando a realizar trabalho real em fábricas e armazéns."Physical AI" (IA Física): A revolução em curso é a aplicação da IA no mundo físico (fábricas, logística), não apenas no digital. Empresas locais como a Gecko Robotics estão usando robôs para inspecionar infraestruturas críticas, como tanques e tubulações, detectando defeitos invisíveis a olho nu.Manufatura Avançada e Defesa: Pittsburgh está no centro de um "renascimento da manufatura" nos EUA, com foco em segurança da cadeia de suprimentos, automação e defesa. Isso inclui a produção de drones de tecnologia avançada para terra, mar e ar.Ecossistema de Inovação de $10B+: O "RADD" (Robotics & AI Discovery Day) 2026, realizado no David L. Lawrence Convention Center, destaca um ecossistema de inovação superior a $10 bilhões. Isso reúne startups, pesquisadores e líderes industriais.Renascimento "Pós-Aço": A cidade passou de uma era de "desindustrialização dolorosa" (anos 70/80) para uma economia baseada em tecnologia, educação e saúde. O "novo" Pittsburgh é construído por engenheiros de software, fábricas obscuras (dark factories) e robôs.Exemplos Concretos em 2026:CES 2026: Empresas de Pittsburgh, como a Carnegie Robotics e a Powercast (energia sem fio), mostraram que a tecnologia da cidade está integrada como um "sistema", indo além de inovações isoladas.2026 PA Data Center & Energy Innovation Summit: O evento em março de 2026 destacou o papel da região na infraestrutura digital e energética.Investimentos em IA/Defesa: A revista Technical.ly destaca startups como a Gray Swan AI, focada em segurança de IA, fundada por pesquisadores da Carnegie Mellon University.A "nova" revolução industrial americana está, portanto, misturando a força de trabalho industrial do passado com a inteligência artificial e a robótica do futuro.

Afastamentos do trabalho por transtornos mentais disparam e acendem alerta para o cuidado com a saúde emocional

Dados da Previdência Social mostram alta de 38% em concessões de auxílio-doença por saúde mental. Especialista do CEJAM explica como a nova NR-1 exige das empresas um olhar integral para a saúde psicossocial 

Ambientes de trabalho têm se consolidado como um dos principais focos de atenção para a saúde mental no Brasil. Um levantamento do Ministério da Previdência Social revelou um aumento de 38% no número de concessões de auxílio-doença por transtornos mentais e comportamentais em 2023, totalizando 288 mil afastamentos – a terceira maior causa de licenças no país. Este cenário impulsiona uma mudança estrutural na segurança ocupacional, que passa a incorporar de forma explícita os riscos psicossociais como parte central das estratégias de prevenção. 

 Para o Dr. Rodrigo Lancelote, psiquiatra e diretor do Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental de Franco da Rocha (CAISM), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”), a conexão entre o ambiente corporativo e o adoecimento é evidente. 

 “O desgaste mental está diretamente relacionado a multifatores, como aspectos pessoais, genéticos, contexto social, eventos de vida e ao trabalho. Portanto, pode estar fortemente associado à organização das atividades, especialmente quando há fatores de risco psicossociais. Sobrecarga, alta demanda emocional, desequilíbrio entre esforço e recompensa, assédio moral e jornadas prolongadas criam um ambiente de estresse contínuo e favorecem o surgimento de quadros de sofrimento psíquico", explica o especialista. 

 Um fenômeno silencioso, mas de grande impacto, é o presenteísmo: o trabalhador permanece em atividade mesmo doente, com queda acentuada de desempenho e concentração. Ao contrário do absenteísmo (a falta), o presenteísmo é menos visível, mas provoca redução da produtividade, aumento de erros e piora do quadro clínico, muitas vezes por receio de estigmatização ou perda do emprego. No âmbito da saúde mental, costuma estar associado à ansiedade, depressão, síndrome de burnout, o que evidencia a necessidade de ambientes que promovam acolhimento, detecção precoce e cuidado apropriado. 

 Dados do INSS confirmam a gravidade da situação. “Além da frequência, chama atenção a duração desses afastamentos, que costumam ser mais longos e complexos do que em outras condições clínicas, especialmente quando não há identificação precoce dos sinais nem intervenções no ambiente de trabalho”, pontua. Entre os grupos mais vulneráveis estão as mulheres, que respondem por cerca de 60% a 65% das ocorrências, além de profissionais da saúde, educação e atendimento ao público. 

 Os sinais de alerta – fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração e alterações no sono – são frequentemente naturalizados até que o quadro se agrave. Nesse contexto, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) reforça a obrigação das organizações de identificar e gerir os fatores de risco psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). 

 “Isso amplia o olhar das empresas, que passam a considerar também fatores organizacionais e emocionais, muitas vezes menos visíveis, mas com impacto direto na saúde dos trabalhadores”, destaca o psiquiatra. “A prevenção é mais eficaz e sustentável do que atuar apenas após o afastamento.” 

 Linha de Cuidado em Saúde Mental 

As unidades gerenciadas pelo CEJAM seguem as diretrizes das linhas de cuidado integrais que conectam a atenção primária a serviços especializados, como na Linha de Cuidado em Saúde Mental.    

 “No CEJAM, o atendimento em saúde mental é organizado a partir de um acolhimento qualificado, seguido de acompanhamento multiprofissional, sempre respeitando a singularidade de cada caso. Quando necessário, há encaminhamento para outros pontos da rede assistencial, como os Centros de Atenção Psicossocial, garantindo a continuidade do tratamento”, detalha Viviane Pressi Moreira, gerente da UBS Jardim Aracati, gerenciada pelo CEJAM em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP). 

 “Essa abordagem contínua permite intervenções precoces, reduz o risco de agravamentos e contribui para a reabilitação psicossocial, com foco na autonomia e no apoio às famílias”, finaliza Viviane. 

 Sobre o CEJAM 

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos. 

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde. 

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição. 

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro! 

Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição. 

 


Direito de Resposta

 Em razão das matérias jornalísticas veiculadas sobre o descumprimento das determinações do Supremo Tribunal Federal  (STF) pela Justiça Militar da União acerca dos pagamentos à magistratura, esclareço que as resoluções aprovadas pelo Superior Tribunal Militar (STM) estão em consonância com o que foi decidido pela Suprema Corte e regulamentado pelo Conselho Superior de Justiça em conjunto com o Conselho Superior do Ministério Público.

As resoluções do STM foram aprovadas para regulamentar as situações traçadas, tanto pelo STF quanto pelos mencionados Conselhos Superiores, de forma a dar a devida transparência aos atos.

Inicialmente, cumpre ressaltar que a elevação do percentual de 33% para 35% da Gratificação por Exercício Cumulativo de Jurisdição obedeceu rigorosamente os ditames da determinação judicial exarada pelo Supremo Tribunal Federal, que a autorizou como limite máximo a ser pago. Ademais, o direito a sua percepção no âmbito da Justiça Militar da União está previsto na lei ordinária, Lei n 13.096, de 12 de janeiro de 2015.

Quanto à modificação da natureza da mencionada gratificação , que deixou de ser remuneratória para se tornar indenizatória e que ora é objeto de questionamento, informa-se que a matéria foi tratada na Resolução Conjunta nº 14, de 16 de abril de 2026, do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho do Ministério Público que, em seu art. 5º, alínea b, dispôs:


“Art. 5º Os magistrados e os membros do Ministério Público poderão perceber as seguintes verbas de natureza indenizatória:

.....................................................................................

b) gratificação por exercício cumulativo de jurisdição, atribuição e ofício;”


Do mesmo modo, o §5º do art. 9º da mencionada Resolução Conjunta determinou que “Os Tribunais Superiores e os órgãos do Ministério Público que perante eles atuam terão as hipóteses de incidência da gratificação por exercício cumulativo de jurisdição, atribuição ou ofício definidas pelos respectivos Presidentes e pelo Procurador-Geral da República.”

Portanto, a inclusão da atuação no Tribunal de Honra e do Núcleo do Juiz das Garantias como hipóteses de incidência para fins de pagamento da mencionada gratificação se deu para adequar a nova norma à realidade da Justiça Militar da União, inclusive, em consonância com o que foi disciplinado no item 16 da Tese de Repercussão Geral do STF, quando reconhece a necessidade de implementação de todas as providências ali previstas.

No que diz respeito à Resolução nº 394, de 16 de abril de 2026, há de se esclarecer que ela se refere ao Adicional de Permanência pago aos ministros militares com base em direito disciplinado na Medida Provisória nº 2.215-10/2001, que confere aos militares o direito à sua percepção quando na inatividade.

Ressalte-se que, da mesma forma que está sendo providenciada a adequação das verbas reconhecidas como constitucionais na Tese de Repercussão, também estão sendo revogados os normativos que regulamentavam, dentre outras, verbas tais como a licença compensatória e o auxílio natalidade, que não mais serão pagas aos magistrados, por terem sido extintas.

Por fim, sobre a estimativa do impacto orçamentário gerado por tais mudanças, esclarece-se que o cálculo é objeto de análise pelos setores financeiro e orçamentário desta Corte Militar, tendo em vista a extinção de verbas salariais e a adequação de outras, tais quais as que foram objeto das explicações acima. 

Neste sentido, o STM realizou análise minuciosa sobre as despesas decorrentes das disposições constantes das resoluções, todavia, não apresentou números porque, para fins de valoração do impacto, devem ser consideradas as verbas que não mais serão pagas e as que ainda dependem de adequação e de esclarecimentos por parte do Conselho Nacional de Justiça.

Sem a integralidade de tais informações, a apresentação de qualquer valor estaria com a exatidão comprometida.

A Justiça Militar da União cumpre as normas legais e decisões judiciais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal.

Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha

Presidente do Superior Tribunal Militar


Direito de resposta

 O editor recebeu e disponibiliza a nota a seguir, que esclarece pontos da postagem feita esta semana por este blog. Leia tudo.

O Banco Genial possui mais de 15 anos de atuação no mercado financeiro, com trajetória de crescimento consistente, tendo alcançado mais de 3 milhões de clientes e mais de R$ 280 bilhões em ativos sob custódia, pautando sua atuação pelos mais elevados padrões de governança, controles internos e estrita observância das exigências regulatórias aplicáveis às instituições financeiras.


A instituição não figura como investigada na Operação Carbono Oculto. Sua participação no caso decorre da atuação como administradora fiduciária de fundo de investimento específico, tendo prestado os esclarecimentos solicitados às autoridades competentes, com as quais vem colaborando desde que tomou conhecimento dos fatos.


A medida cautelar fiscal mencionada insere-se em processo em curso, no âmbito cível, movido pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo contra empresas do setor de combustíveis, não sendo o Banco Genial parte na ação fiscal. Ainda assim, a medida atingiu valores relacionados ao referido fundo, por decisão judicial que está sendo tratada pelas vias processuais cabíveis. Trata-se de processo que tramita sob sigilo, o que limita o detalhamento público de determinadas informações.




As operações mencionadas envolvem estruturas financeiras usuais de mercado, com utilização de instrumentos como CDBs e CCBs no contexto de operações de crédito estruturado, nos termos da regulamentação aplicável.


O Banco não possui relação societária nem ingerência nas atividades operacionais das empresas citadas, atuando exclusivamente nos limites de suas funções reguladas.


Não há impacto operacional nem no atendimento aos clientes, e as atividades seguem sendo conduzidas normalmente. O Banco reafirma seu compromisso com a transparência, integridade e cumprimento das obrigações regulatórias.




Faculdade Moinhos de Vento abre inscrições para bolsas integrais no curso de Medicina

Programa oferece 10 bolsas de 100% para ingresso no segundo semestre de 2026, com foco em inclusão social e formação médica de excelência

A Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento está com inscrições abertas para o programa de concessão de bolsas integrais no curso de Medicina, com ingresso previsto para o segundo semestre de 2026. Ao todo, serão ofertadas 10 bolsas de estudo que cobrem 100% da matrícula e das mensalidades, vinculadas ao desempenho no processo seletivo da instituição.

A iniciativa reforça o compromisso do Hospital Moinhos de Vento – reconhecido como um dos hospitais de excelência do país pelo Ministério da Saúde – com a ampliação do acesso ao ensino superior e a formação de profissionais alinhados às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o edital, as bolsas serão distribuídas com base em critérios socioeconômicos e de inclusão. Seis vagas são destinadas a candidatos com renda familiar compatível com os requisitos do programa, três para candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), indígenas ou quilombolas, e uma para pessoas com deficiência (PcD). Para concorrer às modalidades de inclusão, é necessário também atender ao critério socioeconômico.

O processo de seleção das bolsas ocorre de forma paralela ao vestibular de inverno do curso de Medicina, organizado pela Fundação Vunesp. Os candidatos devem realizar duas inscrições obrigatórias: uma para o processo seletivo e outra específica para o programa de bolsas. A classificação final considera o desempenho no vestibular, aliado à análise documental e validação dos critérios estabelecidos em edital.

Para participar, é necessário ter cursado o ensino médio integralmente em escola pública ou como bolsista integral na rede privada, não possuir diploma de curso superior e comprovar renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo.

Formação conectada à prática e à inovação

Com carga horária de 8.440 horas, superior às diretrizes curriculares nacionais, o curso de Medicina da Faculdade Moinhos de Vento adota metodologias ativas de aprendizagem, integração precoce à prática clínica e forte alinhamento com as demandas do SUS. A proposta pedagógica busca formar médicos com sólida base técnica, visão humanizada e experiência prática desde os primeiros semestres. Inserida na estrutura do Hospital Moinhos de Vento – reconhecido nacionalmente pela excelência em assistência, ensino e pesquisa –, a graduação proporciona aos estudantes vivência direta em um ambiente de alta complexidade.

Autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) com nota máxima (5), o curso iniciou sua primeira turma em 2026, consolidando a expansão da atuação do Hospital na formação de profissionais de saúde e na contribuição para o sistema público.

Cronograma

O processo de concessão de bolsas segue cronograma próprio, com etapas que incluem inscrição, análise documental, validação dos critérios e classificação final. O resultado está previsto para o início de junho e estará disponível no site da instituição.


 

Artigo, Renato Sant'Ana - Política e veneno

 Artigo, Renato Sant'Ana - Política e veneno

Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail releituras21@gmail.com

É manjada a fábula do escorpião que, para atravessar um rio, pediu ajuda a um sapo, garantindo-lhe que o não ia ferroar, porque, em tal caso, iam morrer ambos. Mas, iniciada a travessia, espetou-lhe o ferrão letal no lombo. E a moral é que ninguém foge à própria natureza: cedo ou tarde, as inclinações naturais se manifestam.

(...)

Não se trata aqui da pessoa, mas do político Beto Albuquerque, que, como se vê, não trai a própria natureza: ele é socialista. E está no DNA do socialismo resolver dissensos "fora das quatro linhas". É o "vale tudo" preconizado pelo "filósofo" comunista György Lukács (1885-1971), para quem a classe revolucionária não deve obedecer à lei, mas apenas seguir as circunstâncias da luta de classe. (Isso pode até soar anacrônico, mas é a mentalidade arcaica dos socialistas do Brasil e da América Latina, que parecem não assimilar que já caiu, há muito, o muro de Berlim.)

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Artigo, Renato Sant'Ana - Política e veneno

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail releituras21@gmail.com

É manjada a fábula do escorpião que, para atravessar um rio, pediu ajuda a um sapo, garantindo-lhe que o não ia ferroar, porque, em tal caso, iam morrer ambos. Mas, iniciada a travessia, espetou-lhe o ferrão letal no lombo. E a moral é que ninguém foge à própria natureza: cedo ou tarde, as inclinações naturais se manifestam.

A história dos homens está cheia de exemplos. O que parece contradição é, muitas vezes, somente a manifestação da natureza. Houve quem achasse estranho que o ex-deputado Beto Albuquerque descambasse para grosserias de grêmio estudantil, mostrando que, para ele, adversários são inimigos e o embate político é um vale tudo. Tanto mais esdrúxulo por ser ele um senhor com 63 anos de idade e 40 na militância partidária. Mas é a sua natureza política! Um dia, tinha que se manifestar.

Segundo o Correio do Povo, Albuquerque, parecendo personagem de Zorra Total (aquele lixo da Globo) chegou ao requinte de chamar o Dep. Marcel Van Hattem (Novo-RS, candidato ao Senado) de "Van Rato". E o governador Eduardo Leite (PSD-RS) de "Dudu Light". Afirmou que o Dep. Luciano Zucco (PL-Rs, candidato a governador) "não tem condições de enfrentar debates verdadeiros, não tem conteúdo, é um despreparado".

E no mesmo tom de vulgaridade, atacou a imagem de dois governadores que foram eleitos e reeleitos e têm suas administrações com ampla aprovação de quem mais importa: o povo. Ele reduziu Ronaldo Caiado (de Goiás) a "lambedor de botas". E Romeu Zema (de Minas Gerais) ele descreveu como "maltrapilho, mal-intencionado, inculto e despreparado".

Não se trata aqui da pessoa, mas do político Beto Albuquerque, que, como se vê, não trai a própria natureza: ele é socialista. E está no DNA do socialismo resolver dissensos "fora das quatro linhas". É o "vale tudo" preconizado pelo "filósofo" comunista György Lukács (1885-1971), para quem a classe revolucionária não deve obedecer à lei, mas apenas seguir as circunstâncias da luta de classe. (Isso pode até soar anacrônico, mas é a mentalidade arcaica dos socialistas do Brasil e da América Latina, que parecem não assimilar que já caiu, há muito, o muro de Berlim.)

O que Lukács diz, pois, (e socialistas aplicam) é que não existe lei a ser respeitada: vale só o que o partido decide. Na prática, isso é a lei do mais forte. E aí está o objetivo revolucionário: que o partido seja o "mais forte" e esmague a oposição para impor sua ditadura. Isso hoje é feito menos pela força e mais pela captura das consciências, nos moldes do que ensinou Gramsci. E os campos mais estratégicos para esse fim são a sala de aula e a mídia, que acabam afetando as demais instituições.

É necessário remover um preconceito, segundo o qual o socialismo é um comunismo mais humano. Tolice! À parte de diferenças mais retóricas do que fáticas, um e outro visam a instituir um Estado totalitário. No fim, eles são iguais! E tudo mais é conversa mole.

As pessoas em geral, aliás, ignoram o que seja o totalitarismo. E as que têm alguma noção a respeito (poucas) não querem, absolutamente, viver num regime totalitário - exceto a parasitária classe dirigente, isto é, os donos do partido. De sã consciência, o que as pessoas querem é viver com liberdade e abundância, uma combinação impossível no totalitarismo.

Volto ao político. Beto Albuquerque sempre pareceu ter a habilidade que o povo chama de "comer o mingau pelas beiradas", parecendo mais moderado que seus pares do PT e do PSOL. Mas em essência, ele é igual, como se vê por sua falta de compostura. Sua natureza, antes controlada, agora falou mais alto. Ou alguma vez ele atacou com tanta virulência elementos da esquerda de notório envolvimento em graves delitos? O que ele faz é o de sempre: atacar a imagem dos outros e criar uma cortina de fumaça para ocultar as "contradições" da sua turma.

Mas, a que vem o veneno de Albuquerque? De suas pretensões pessoais não há informações. Pensará em candidatar-se? O que se sabe é que ele apoia uma "concertação" (língua deles) que envolve candidaturas ao governo do Rio Grande do Sul, Senado e Presidência da República, gente agressiva para a qual os adversários são inimigos e o embate político é um vale tudo. Quer dizer, ele tomou partido por uma trupe revolucionária.

A chapa que ele apoia tem Juliana Brizola (PDT), candidata a governadora e a tomar bola nas costas: o vice, Edgar Pretto (PT), brigão escolado, queria ser cabeça de chapa, mas foi obrigado por ordens superiores a ser apenas vice. (Quem é escorpião e quem é sapo nessa história?) E há ainda Pimenta (PT) e Manuela (PSOL) para o Senado: todos eles seguem a mesma cartilha. Na propaganda eleitoral, vão parecer muito fraternos. E talvez (talvez!) Beto Albuquerque, (PSB), engajado, faça o papel de atacar os adversários, enquanto fica para os outros a tarefa de teatralizar uma harmonia que só existe na ficção.

O Tema não é só a incompetência, mas também o autoritarismo dessa turma. No que pode dar? Crie escorpiões, mas não espere que eles produzam mel.



Candiota III

 A Justiça Federal determinou suspendeu a licença de operação da usina a carvão mineral Candiota III, Rio Grande do Sul. A decisão liminar é da juíza Rafaela Santos Martins da Rosa, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A juiza alega impactos provocados pelas emissões de gases do efeito estufa (GEE) do empreendimento, o que já acontece há 50 anos, mas aparentemente só foi percebido agora. Em nota, a Âmbar Energia afirma que a unidade Candiota III opera "em conformidade com a legislação e dentro dos parâmetros estabelecidos pelos órgão competentes, cumprindo papel relevante para a segurança energética do Sistema Interligado Nacional".

O autor da ação civil pública é da ONG Instituto Arayara..

A liminar expedida pela Justiça Federal determina regras para a eventual concessão de uma nova licença. Em primeiro lugar, deve ser apresentada uma análise de impacto climático das operações da usina. Outra exigência é a anexação do histórico de infrações, valores envolvidos, suspeitas de fraude documental, além de provar medidas corretivas implantadas.A empresa responsável pela usina também precisa comprovar que implementou soluções técnicas para seguir os padrões de emissão de poluentes atmosféricos, como SO2 e material particulado. Por fim, uma nova licença exigiria um plano de descomissionamento, que é o processo para desativar e desmontar definitivamente a usina. Isso inclui trazer cronogramas fixos, metodologia técnica detalhada e garantias financeiras para recuperação das áreas degradadas e gestão de passivos ambientais.

A juiza também determinou que o Ibama apresente, até o dia 5 de novembro de 2026, uma decisão final sobre o procedimento de renovação da licença, sob pena de multa diária de dez mil reais.

Em nota, o Instituto Arayara comemorou a decisão e disse ser um marco na luta contra o uso de combustíveis fósseis altamente poluentes.

Pesquisa da USP

Pesquisa da USP identificou que doenças neurodegenerativas como Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla compartilham um padrão imune comum, caracterizado por uma rede de autoanticorpos desregulada. O estudo aponta que essas doenças envolvem ataques sistêmicos às conexões neurais e não apenas falhas isoladas no cérebro, abrindo caminho para diagnósticos via exame de sangue.

Principais Descobertas (Maio 2026):Autoanticorpos Comuns: O sistema imunológico dos pacientes produz anticorpos que atacam o próprio organismo (autoanticorpos), formando uma "assinatura" biológica identificável.Ataque Sistêmico: A desregulação imune funciona como um mecanismo tóxico que dispara contra múltiplos alvos no sistema nervoso central.Diagnóstico Precoce: A descoberta permite o desenvolvimento de testes de sangue mais precisos para identificar doenças como Alzheimer antes que os danos cognitivos se tornem irreversíveis.Nova Visão Terapêutica: A pesquisa sugere que o tratamento de doenças neurodegenerativas deve focar na modulação do sistema imune.O estudo, publicado em maio de 2026, analisou quase 600 amostras de sangue para identificar esse comportamento imunológico compartilhado, trazendo novas esperanças para o entendimento e tratamento dessas condições.