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O que é o Porto Meridional de Arroio do Sal
O Porto Meridional de Arroio do Sal é um mega projeto de terminal portuário privado em mar aberto, que será construído no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Com um investimento de R$ 6 bilhões, ele será o segundo porto marítimo do estado e o mais próximo dos centros industriais e produtivos.
Localização e Estrutura:
Fica em Arroio do Sal. Terá 17 metros de profundidade e capacidade para receber grandes navios, com movimentação estimada em até 53 milhões de toneladas de cargas por ano (como granéis e contêineres).
Impacto Econômico:
Nasce para desafogar a dependência logística do Porto de Rio Grande, diminuindo custos de frete e encurtando distâncias para o escoamento da produção da Serra e do Norte gaúcho.
O projeto deve criar milhares de vagas de trabalho diretas e indiretas, além de impulsionar a economia local, hoteleira e de turismo (com previsão de receber transatlânticos).
O principal empreendedor e empresa responsável pelo desenvolvimento, projetos e viabilização do Porto Meridional em Arroio do Sal é a DTA Engenharia Portuária & Ambiental, liderada pelo seu presidente, João Acácio.O projeto é tocado em conjunto com a empresa Porto Meridional Participações, onde o executivo André Busnello atua como diretor jurídico.O empreendimento é um Terminal de Uso Privado (TUP) e conta também com forte articulação política do Senador Luis Carlos Heinze
Malfeitos de Ciro Nogueira, chefão do PP
Uma rede de empresas ligadas ao senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, utilizou familiares, servidores públicos, beneficiários de programas sociais e dinheiro vivo para esconder recursos ilícitos, parte dos quais a Polícia Federal acredita que tenha origem no ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e na mesada paga por ele ao parlamentar.
A informação é da Folha.
Leia tudo o despacho da Folhapress.
A teia é descrita por investigadores em uma análise de Relatórios de Inteligência Financeira (RFIs) do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação do grupo ligado ao clã do senador e que atua no Piauí e no Maranhão.
A PF aponta a existência de um "circuito integrado" de movimentação financeira entre empresas das famílias Nogueira e Vorcaro, em especial a CNLF, do senador, e a BRGD, controlada por Vorcaro e seus parentes.
Foi por meio deste fluxo que o ex-banqueiro pagou uma mesada ao senador que soma ao menos R$ 6 milhões entre 2024 e 2025, período que coincide com o agravamento dos problemas do Master e as tentativas de salvar o negócio de Vorcaro.
A PF aponta então para uma estratégia de lavagem de dinheiro por meio de "estruturas recorrentes e interligadas, utilizadas, em tese, para a ocultação, dissimulação e reinserção de recursos de origem incompatível com a capacidade econômico-financeira formal dos envolvidos, tendo como possível beneficiário final o senador Ciro Nogueira".
A Folha de S.Paulo procurou Ciro Nogueira, por meio de sua assessoria de imprensa, no final da tarde desta terça-feira, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Também tentou contato com a defesa de Vorcaro, por email e WhatsApp, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
As investigações já identificaram diversos indícios da relação próxima entre Ciro e Vorcaro. Por exemplo, o pagamento de diárias em hotéis de luxo em Nova York e na Europa, viagens juntos e repasses feitos em dinheiro vivo. Além disso, o banqueiro se referia ao parlamentar como "grande amigo de vida".
Segundo a PF, a estrutura funcionaria da seguinte forma: os recursos eram repassados ao clã Nogueira por meio da BRGD, administrada por Felipe Vorcaro (primo de Daniel), por meio de uma fintech chamada PJBank.
Os investigadores apontam que, no período analisado, entre 2020 e 2025, a fintech enviou R$ 3 milhões ao grupo do senador, mesmo sem ter autorização do Banco Central para esse tipo de transação.
Polícia Federal vai para cima do líder do governo Lula, o senador Jacques Wagner, envolvido no escândalo do Banco Master
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira, a nona fase da Operação Compliance Zero e tem como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado. A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master, o PT da Bahia e o senador.
Além da casa do líder do governo Lula, a Polícia Federal cumpre buscas em empresas e residências de Augusto Lima na Bahia, São Paulo e Brasília. Lima é ex-sócio de Vorcaro e foi o responsável por implementar no governo da Bahia, quando Wagner era governador, um sistema de crédito consignado para servidores públicos que posteriormente foi levado para o Banco Master. O Credcesta constituía o principal ativo financeiro do banco.
Ao todo, são cumpridos 18 mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.
Operação mira braço do Master no PT da Bahia
Essa é a primeira fase da operação que mira políticos aliados do presidente Lula. O empresário Augusto Lima chegou a ser preso na primeira fase da Compliance Zero, em novembro do ano passado, mas foi solto pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e não foi alvo de outras fases. A suspeita da PF é que ele também atuou na operação fraudulenta de venda do Master ao Banco Regional de Brasília (BRB).
Opinião do editor - Meta-se nas eleições do Brasil, sim, presidente Trump
O que se pode perceber pela desastrosa passagem de Lula da Silva pela reunião do G7 foi uma sucessão de desfeitas produzidas pelo presidente Donald Trump ao brasileiro, que antes de viajar tentou de tudo para uma nova reunião de trabalho entre ambos.
Trump ignorou-o na sessão de fotos oficiais e ontem a noite disparou críticas ferozes contra o atual regime autoritário brasileiro, cujos líderes são exatamente Lula e seu colega Alexandre de Moraes, um consórcio inédito mantido há 4 anos entre o Governo do PT+STF.
O que disse Trump numa coletiva de imprensa, ao defender o deputado Eduardo Bolsonaro, condenado no mais recente Processo de Moscou por parte da aparelhada 1a. Turma do STF:
- O Brasil é um país um pouco perigoso politicamente, como é a mais recentecondenação de Eduardo Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF). Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos.
Lula reagiu ao golpe e provocou Trump:
- Não se meta nas eleições do Brasil.
Ou seja, Lula e o PT, que se mete em tudo que é eleição realizada fora do Brasil, não quer que Trump repita o que fez o presidente Joe Biden em seu favor nas eleições de 2022.
O que se espera é que o governo dos EUA meta-se, sim, nas eleições do Brasil, para que elas sejam limpas e justas, portanto sem os atropelos movidos pelo STF, PGR e seus aliados da mídia tradicional contra a Oposição.