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Guerra no Irã faz Brent oscilar US$ 56 por barril em 4 mes

Examine, aqui, os conteúdos integrais do inquérito da PF e da decisão do STF sobre Jacques Wagner, líder do governo do PT

A seguir, o leitor poderá examinar os conteúdos integrais da decisão de 98 páginas escrita pelo relator do inquérito do Banco Master, André Mendonça, e também os termos completos das primeiras investigações que comprovam as relações íntimas do senador Jacques Wagner com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. Wagner usou sua condição de líder do governo do PT para fazer lobby criminoso em favor do Master e obter vantagens pessoais, financeiras e patrimoniais de grande monta.

É o escândalo dentro do escândalo.

CLIQUE AQUI para examinar o conteúdo completo do documento de 98 páginas embasa pedido da Polícia Federal por medidas cautelares na investigação da relação entre o senador e gestores do Banco Master; documento foi tornado público pelo ministro André Mendonça, do STF...

CLIQUE AQUI para examinar o conteúdo completo da investigação da Polícia Federal sobre o senador Jacques Wagner, tudo no âmbito do inquérito sobre as falcatruas do Banco Master e do envolvimento espúrio do líder do governo Lula, PT, com o banqueiro Daniel Vorcaro.


98 páginas

 Documento de 98 páginas embasa pedido da Polícia Federal por medidas cautelares na investigação da relação entre o senador e gestores do Banco Master; documento foi tornado público pelo ministro André Mendonça, do STF...

Íntegra

https://static.poder360.com.br/uploads/2026/07/decisao-jaques-wagner-andre-mendonca30.jul_.2026.pdf

O organograma

Relatório da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal mostra organograma com relações do senador Jaques Wagner (PT-BA) com participantes do esquema de fraudes do Banco Master. A peça detalha a dinâmica entre o congressista, o fundador da instituição Daniel Vorcaro, o empresário Augusto Lima e outros nomes citados nas investigaçõe

A suspeita é que Wagner atuou como articulador político em benefício do Master em matérias que tramitavam no Senado, como a ampliação da margem para empréstimos consignados. Em troca, o parlamentar teria recebido um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador e repasses de R$ 3,5 milhões para empresas de familiares, segundo as apurações. Guilherme Sodré, enteado de Wagner, atuava como operador e pessoa de confiança do senador, segundo o documento, e conversava diretamente com Daniel Vorcaro....

Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/poder-justica/veja-as-mensagens-usadas-pela-pf-para-investigar-jaques-wagner/)
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Polícia Federal diz que Jacques Wagner era menino de recados de Vorcaro para Lula. Wagner e Vorcaro falaram 74 vezes pelo telefone.

Hoje surgiram novos vazamentos do relatório das investigações da Polícia Federal que embasou a operação policial Compliance Zero contra o ex-líder do governo Jaques Wagner. O que chama mais atenção foi a identificação de74 ligações entre o senador e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, também alvo das apurações. Wagner e Lima conversaram por cinco horas e trinta minutos nessas ligações.

Esta sexta-feira começou com uma saraivada de notícias ruins para Lula da Silva e para o seu governo: 1) A ordem para investigar Lulinha, o filho de Lula (leia nota mais abaixo). 2) Novas revelações corrosivas sobre as íntimas relações pouco republicanas ocorridas entre o líder do governo no Senado, Jacques Wagner, e o corrupto banqueiro Daniel Vorcaro. 

Jacques Wagner foi obrigado a abandonar a liderança do governo do PT quando surgiram as primeiras revelações sobre suas relações espúrias com o banqueiro corrupto.. Na época, a investigação da PF apurou pagamentos de propina do Banco Master para Jaques Wagner,  a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões para o senador, que segundo a Polícia Federal  funcionava, além disto, como intermediário para mandar recado de Vorcaro a Lula. Vorcaro esteve com Lula, Vorcaro presente.

Repasses à empresa da família:

A BN Financeira (ou BK Financeira), ligada à nora de Jaques Wagner, recebeu valores milionários (estimados em cerca de R$ 11 milhões a R$ 12 milhões) do Banco Master entre 2021 e 2025.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) e sua mulher, Maria de Fátima Carneiro de Mendonça, visitaram em outubro de 2023 a Ilha da Paixão, associada a Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, segundo investigadores da PF (Polícia Federal).

Jacques Wagner também era integrante de listinha de presentes caros de final de ano, segundo esta reportagem da revista Oeste (CLIQUE AQUI para ler).

Memória

Se você postar cada título deste no site de pocura do Google, encontrará reportagens completas sobre o assunto, todas no site Poder360.

- Filho de Lula recebeu mesada do Careca do INSS, diz testemunha 4.dez.2025
– Por 19 a 12, governo derrota oposição e CPI rejeita convocar Lulinha 18.dez.2025
– Operação da PF cita “R$ 300 mil” em referência a Lulinha 19.dez.2025
– Lobista amiga de Lulinha esteve duas vezes no Planalto em 2024 20.dez.2025
– Lobista amiga de Lulinha diz que investigação contra ela é “bem-vinda” 21.dez.2025
– Anotações de agenda apreendida pela PF citam “Fábio (filho Lula)” 21.dez.2025
 – Lobista e Lulinha viajaram juntos ao menos 6 vezes em 2024 e 2025 22.dez.2025 – Investigada no caso INS...

Artigo, especial - Marcus Vinicius Gravina - General Basura

- O autor é advogadoe escritor, RS

Estamos em uma guerra intestina declarada: “Schlacht Bank Master”, de 129 milhões de disparos, ainda sem efeitos visíveis se atingirão o alvo.

O campo de batalha é Brasília, Praça dos Três Poderes, onde um deles se sobrepõe os outros por dispor de arma de Decisão Monocrática de efeito arrasador.

Um pretenso general do STF criou a sua Divisão Panzer e avançou, impiedosamente, contra a família Bolsonaro.

O propósito dissimulado é o de desviar os olhares e a atenção do povo e da imprensa, da torpeza dos seus atos desumanos, sem falar das inconstitucionalidades cometidas.

Enquanto se mantém no ataque ele é poupado de responder denúncias gravíssimas, que o levariam a responder por crime de responsabilidade e impeachment. 

Deve estar lendo livros sobre as façanhas de guerra do Gen. Rommel e suas táticas no deserto, que o transformaram em uma lenda, no comando da Afrika Korps, norte da África (1941-43)

O general alemão tornou-se conhecido como “Raposa do Deserto”.

Como será lembrado o nosso indômito general ?

O Javier Milei  logo teria a resposta: “Kayser da Basura” (imperador do lixo).

Caxias do Sul, 30.07.2926

Marcopolo

 Pela primeira vez na história da feira, uma fabricante contará com um espaço dedicado à exposição e comercialização de ônibus zero-quilômetro disponíveis para entrega imediata, com mais de 20 veículos prontos para aquisição, disponíveis fisicamente na feira, e mais 107 disponíveis na fábrica

É uma das principais novidades da Marcopolo para a Lat.Bus 2026.

Trata-se do programa Pronta Entrega.

 Criado em 2018 como uma nova abordagem de atendimento ao mercado, o Pronta Entrega responde a uma demanda concreta por agilidade, previsibilidade e redução do tempo entre a decisão de compra e a entrada do veículo em operação. Desde sua implementação, o programa já viabilizou a entrega de mais de 1.300 ônibus em todo o País

Tradicionalmente, a aquisição de um ônibus envolve prazos de entrega que podem variar entre 60 e 120 dias. 

“O Pronta-Entrega representa uma mudança concreta na forma como o mercado brasileiro adquire ônibus. Muitos clientes enfrentam situações em que a agilidade é determinante para o negócio. O programa foi estruturado para reduzir significativamente o tempo entre a decisão de compra e o início da operação, oferecendo disponibilidade previsibilidade e rapidez”, afirma Alexandre Cervelin, gerente comercial Mercado Interno da Marcopolo.

 Com a retomada do setor de transporte rodoviário no período pós pandemia, essa necessidade tornou se ainda mais evidente. Entre 2021 e 2025, o volume de ônibus comercializados no formato de pronta entrega cresceu quase 140%, passando de 124 unidades para cerca de 300 por ano, movimento que reforçou a estratégia da Marcopolo de ampliar o programa e levá lo, de forma inédita, para o ambiente da Lat.Bus.

 Escala e protagonismo comercial

 A edição de 2026 da Lat.Bus marcará a maior participação do Pronta-Entrega desde sua criação. A presença de mais com mais de 20 veículos prontos para aquisição, disponíveis fisicamente na feira, e mais de 107 disponíveis na fábrica, a escala alcançada pela iniciativa e reforça a capacidade da Marcopolo de atender demandas urgentes em diferentes segmentos e aplicações.

 “Levar o Pronta-Entrega para a Lat.Bus pela primeira vez é uma forma de aproximar ainda mais clientes, parceiros comerciais, montadoras e concessionárias dessa experiência. Além de conhecer os veículos expostos, os operadores poderão negociar unidades disponíveis para entrega imediata durante a própria feira. Isso demonstra a maturidade alcançada pelo programa, a força da nossa rede comercial e a capacidade da Marcopolo de atender com agilidade às diferentes demandas do mercado”, complementa Alexandre Cervelin, gerente comercial Mercado Interno da Marcopolo.

 Um novo padrão de relacionamento com o mercado

 Nos últimos dois anos, a Marcopolo intensificou a atuação do Pronta-Entrega em todo o Brasil, com a realização de cerca de 20 ações e eventos de relacionamento, fortalecendo parcerias e ampliando a capilaridade do programa.

 Com sua estreia na Lat.Bus 2026, o Pronta-Entrega consolida-se como uma plataforma de negócios que conecta fabricante, montadoras de chassis, concessionárias e operadores em um modelo voltado à disponibilidade imediata de veículos e à geração de oportunidades comerciais. A iniciativa reforça a capacidade da Marcopolo de transformar escala produtiva, presença nacional e relacionamento com o mercado em soluções alinhadas às necessidades dos clientes.

 Sobre a Marcopolo

Fundada há 77 anos em Caxias do Sul (RS), a Marcopolo é líder na fabricação de carrocerias de ônibus no Brasil e está entre as maiores fabricantes do mundo. Comprometida com o futuro da mobilidade, a empresa investe continuamente em tecnologia, design e inovação, desenvolvendo soluções que contribuem para o avanço do transporte coletivo de passageiros. Com fábricas nos cinco continentes, seus veículos circulam em mais de 140 países. 

 

Juliana e Zucco polarizam eleição marcada por elevado número de indecisos

Juliana e Zucco polarizam eleição marcada por elevado número de indecisos; desgaste do governo estadual é desafio para Gabriel

Carlos Eduardo Bellini Borenstein

Cientista político da Arko Advice

Email: carloseduardo@arkoadvice.com.br

A pesquisa divulgada hoje (30) pela Genial/Quaest no Rio Grande do Sul mostra um quadro de polarização inicial entre a ex-deputada Juliana Brizola (PDT) e o deputado federal Luciano Zucco (PL). No cenário estimulado de primeiro turno, Juliana (24%) e Zucco (22%) concentram 46% das intenções de voto. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) figura com 6% das preferências. O ex-prefeito de Guaíba Marcelo Maranata (PSDB) soma 3%.

Apesar desse cenário, é importante observar que o voto está pouco consolidado no Estado. Na menção espontânea, por exemplo, o percentual de indecisos atinge 83%. Ou seja, oito entre dez eleitores gaúchos não sabem afirmam espontaneamente em quem votariam para governador (a). Mesmo no cenário estimulado, com a apresentação das candidaturas, os indecisos são 31%, percentual superior às intenções de voto de Juliana ou Zucco. 

Outro aspecto a ser observado – e que também indica uma intenção de voto ainda volátil – é que 62% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de candidato (a). Apenas 34% dizem que sua decisão de voto é definitiva. 

Nas simulações de segundo turno, Juliana Brizola (35%) aparece numericamente à frente de Luciano Zucco (31%). No entanto, o quadro é de empate técnico em função da margem de erro da pesquisa – três pontos percentuais para mais ou para menos. 

Nas demais simulações, Juliana vence Gabriel (35% a 20%). Zucco, por sua vez, também supera o vice-governador (32% a 20%). Nas três simulações, é elevado o percentual de eleitores que declara voto em branco/nulo ou está indeciso, variando de 34% a 48%. 

No segundo turno mais provável hoje – Juliana x Zucco – joga a favor da candidata do PDT o fato dela ter mais intenção de voto que Zucco entre os eleitores independentes (35% a 16%). Juliana é a preferida entre os lulistas (68%) e a esquerda não lulista (68%). Zucco, por sua vez, concentra seu voto majoritariamente entre os bolsonaristas (66%) e a direita não bolsonarista (61%). Em relação à pesquisa de abril, Juliana ficou estável em 35%, enquanto Zucco cresceu quatro pontos (27% para 31%).

Nas simulações de segundo turno, também chama atenção as dificuldades de Gabriel Souza. Nem mesmo a posição estratégica de representar o centro, e potencialmente ter maiores possibilidades de atrair o voto de esquerda se enfrentar Zucco, ou de direita se tiver Juliana como adversária, ajudam o vice-governador. 

É possível que isso tenha relação com o desgaste vivido pelo governo Eduardo Leite (PSD) após oito anos de gestão. Apesar da aprovação de Leite (48%) superar matematicamente a desaprovação (42%), a maioria dos gaúchos entende que o governador não merece fazer o sucessor (51%). Outros 38% acreditam que Leite deve eleger o próximo governador.

Esse desgaste pode ter relação com as enchentes, apontada por 34% dos entrevistados como o principal problema do Rio Grande do Sul. Na pesquisa Quaest de abril, a enchente era mencionada por apenas 18% como o maior problema do Estado. 

Apesar dos obstáculos, Gabriel Souza é um candidato ainda muito desconhecido (73%) quando comparado a Juliana Brizola (34%) e Luciano Zucco (55%). A rejeição de Gabriel (15%) também é menor que a de seus principais adversários: Juliana (33%) e Zucco (2%).

O fato de Gabriel ser mais desconhecido e ter menor rejeição indica um potencial de crescimento. No entanto, existe o desgaste do governo Leite após oito anos, o que pode impor barreiras ao vice-governador. 

Juliana e Zucco têm desafios de outra ordem. Juliana necessita atrair parte do centro. Não por acaso, a candidata do PDT tem adotado uma campanha que explora questões relacionadas ao tradicionalismo gaúcho, buscando amenizar o impacto do antipetismo. No entanto, até mesmo nas simulações de primeiro e segundo turnos, sua intenção de voto é similar ao teto da esquerda, que varia de 30% a 35%.  Zucco, por sua vez, tem buscado falar para além do bolsonarismo, focando sua campanha na construção de uma agenda para o Rio Grande do Sul. Assim como Juliana, a preferência por Zucco está concentrada no teto da direita, que também varia de 30% a 35%.


Dica do editor - Eis as razões do sucesso ou do fracasso de um relacionamento

Segundo o pesquisador John Gottman em The Washington Post de hoje,  o sucesso ou o fracasso de um relacionamento depende da forma como o casal lida com as pequenas tentativas diárias de conexão (conhecidas como bids) e da ausência de padrões tóxicos de comunicação. 

Os Pequenos Gestos e a Conexão de atenção: Um suspiro, um comentário sobre o clima ou um pedido de ajuda são micro-interações que pedem uma resposta do outro. 

Ignorar o outro: Casais que fracassam ignoram ou rejeitam esses chamados com frequência, gerando um vazio e um ressentimento que se acumulam com o tempo.

John Gottman identificou quatro hábitos destrutivos que levam uma relação ao fim: 

Atacar a personalidade do parceiro em vez de reclamar de um ato específico.
Desprezo: Usar deboche, ironia ou olhar de superioridade (o pior de todos).
Defensividade: Rejeitar a culpa e se fazer de vítima na discussão.
Bloqueio emocional: Fechar-se e parar de responder ao outro durante o conflito. 

Dica do editor - Eis trocas para reduzir, na cozinha, o contato diário com o plástico

Reduzir o contato dos alimentos com o plástico no dia a dia é uma forma eficaz de diminuir a ingestão de microplásticos, conta o jornal The Washington Post desta quinta-feira. 

Leia o resumo:

As trocas essenciais incluem substituir potes plásticos por vidro, trocar tábuas de corte de plástico por madeira e eliminar garrafas de água descartáveis.

Recipientes plásticos:Trocar recipientes plásticos de armazenamento por potes de vidro ou aço inoxidável, evitando que o material se degrade com o tempo ou ao contato com alimentos ácidos. 

Tábuas de madeira: Substituir as superfícies de corte sintéticas por madeira ou bambu, já que o uso de facas em tábuas plásticas solta micropartículas direto na comida.

Utensílios de cozinha: Trocar espátulas e colheres de plástico ou silicone de baixa qualidade por equivalentes de madeira ou metal, prevenindo a liberação de detritos em altas temperaturas.

Hábitos de Consumo e Bebidas. Água filtrada: Abandonar o uso constante de garrafas plásticas de uso único e adotar garrafas de inox ou vidro reutilizáveis abastecidas por um bom filtro doméstico. 

Chá a granel: Evitar saquinhos de chá comerciais (que frequentemente contêm plástico em sua composição estrutural) e optar por infusores de metal com ervas soltas. EWG +1Lavar o arroz: Adotar o hábito de enxaguar bem os grãos antes do cozimento, um processo simples que ajuda a diminuir resíduos aderidos aos alimentos.

Governo gaúcho e empresários rejeitam nova modelagem para Malha Sul Ferroviária

 A audiência pública da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) realizada nesta quarta-feira (29 de julho de 2026) na FIERGS, em Porto Alegre, debateu a nova modelagem de concessão da Malha Sul ferroviária. O encontro gerou fortes críticas de autoridades locais devido ao risco de redução e fragmentação da malha no estado.

O secretário de Logística e Transportes do RS, Clóvis Magalhães, apontou que o novo projeto prevê uma redução de 47% na malha gaúcha em relação à concessão original, limitando-se a cerca de 2 mil quilômetros. Há previsões de desativação de ramais importantes até 2030 (como Cruz Alta–Ijuí e Ijuí–Santo Ângelo) e a ausência de reconexão até Passo Fundo.

O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) alertou que a segmentação da malha em corredores (Mercosul, Rio Grande e Paraná–Santa Catarina) pode tornar os trechos do RS e de Santa Catarina deficitários e deixar as licitações desertas.

 Representantes estaduais cobraram mais tempo para analisar os estudos, argumentando que não é possível decidir um contrato de 30 anos em poucos meses. O prazo para a sociedade e o setor produtivo enviarem sugestões e contribuições sobre o edital no sistema da ANTT encerra-se em 10 de agosto de 2026.A próxima e última sessão presencial na Região Sul ocorrerá em 31 de julho de 2026, em Florianópolis (SC)

Rony Gabriel, influencer com 2 milhões de seguidores no Intagram, é candidato do Podemos à Câmara dos Deputados

Rony Gabriel, influenciador com 2 milhões de seguidores, vereador de Erechim, é o mais novo candidato do Podemos a deputado federal do RS. Ele  ganhou projeção nacional após denunciar operação para contratar influenciadores em defesa do Banco Master e contra o Banco Central.

O vereador de Erechim Rony Gabriel teve sua candidatura a deputado federal homologada pelo Podemos neste sábado, 25 de julho, durante a convenção estadual da sigla realizada no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. 

O evento contou com a presença de algumas das principais lideranças do campo de centro-direita e direita no Rio Grande do Sul, entre elas Luciano Zucco, candidato ao Governo do Estado, Silvana Covatti, candidata a vice-governadora, e o deputado federal Marcel van Hattem, que teve sua candidatura ao Senado homologada pelo Novo também neste sábado. 

A homologação consolida uma movimentação política iniciada no começo do ano, quando Rony deixou o PL e ingressou no Podemo.

O caso do Banco Master e Rony Gabriel

Um dos episódios responsáveis por colocar seu nome no centro do debate político nacional foi o caso Banco Master. No fim de 2025, Rony afirmou ter sido procurado para participar de uma operação de gestão de reputação que, posteriormente, segundo seu relato às autoridades, revelou ter como objetivo a produção de conteúdos favoráveis ao Banco Master e ao empresário Daniel Vorcaro, ao mesmo tempo em que seriam levantados questionamentos contra a atuação do Banco Central.Segundo o depoimento prestado posteriormente à Polícia Federal, a primeira abordagem ocorreu em dezembro. Rony relatou ter sido procurado por um representante da empresa UNLTD para discutir um trabalho de gestão de crise e reputação de um grande executivo. Durante uma reunião virtual, ainda de acordo com o parlamentar, o nome de Daniel Vorcaro foi apresentado e a possibilidade de remuneração milionária foi mencionada. Rony recusou o trabalho e, no início de janeiro, decidiu tornar pública a abordagem e os materiais que havia recebido.O episódio passou a ser conhecido como “Projeto DV”, denominação cujas iniciais coincidem com o nome de Daniel Vorcaro. Reportagens nacionais revelaram a existência de cláusulas de confidencialidade que poderiam chegar a R$ 800 mil e uma atuação coordenada nas redes sociais com conteúdos que questionavam a liquidação do Banco Master pelo Banco Central. A denúncia ganhou repercussão nacional e levou a Polícia Federal a aprofundar a apuração sobre a contratação de influenciadores e páginas digitais, com dezenas de perfis sendo analisados pelos investigadores.Rony prestou depoimento à Polícia Federal em fevereiro e entregou informações sobre a abordagem recebida, os contatos realizados e a proposta apresentada. A repercussão chegou também ao Supremo Tribunal Federal. Em março, elementos ligados ao chamado “Projeto DV” apareceram em decisão do ministro André Mendonça no âmbito das investigações envolvendo Daniel Vorcaro. A decisão citou indícios de uma estrutura destinada a aproximar interesses ligados ao empresário de influenciadores digitais para impulsionar determinadas narrativas e atacar a reputação do Banco Central.

Além de denunciar a tentativa de contratação, Rony passou a cobrar publicamente maior transparência sobre as relações políticas e institucionais reveladas ao longo do caso Master. Em entrevista à Gazeta do Povo, criticou aspectos da condução das investigações no Supremo, questionou a manutenção de sigilos e defendeu que as apurações avançassem sobre todos os envolvidos, independentemente do cargo ou da posição ocupada. Também defendeu que o inquérito principal fosse remetido à primeira instância caso não permanecessem fundamentos para sua tramitação no STF, sob o argumento de que isso ampliaria a transparência das investigações.

Dica do editor - No Dia Mundial das Hepatites virais, saiba que doença é esta, como prevenir e tratar


Dica do editor - No Dia Mundial das Hepatites virais, saiba que doença é esta, como prevenir e tratar

 O Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, comemorado em 28 de julho, destaca a campanha Julho Amarelo para reforçar a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado contra infecções que atacam o fígado.Prevenção e CuidadosVacinação gratuita: Disponível pelo SUS para os tipos A e B.Uso de preservativos: Essencial para evitar a transmissão sexual das hepatites B e C.Higiene e saneamento: Fundamental para prevenir o tipo A por meio de água e alimentos seguros.Não compartilhar objetos: Evitar o uso coletivo de agulhas, seringas, lâminas ou materiais de manicure.Diagnóstico e TratamentoTestes rápidos: Disponíveis de forma simples e gratuita nas unidades básicas de saúde para detecção precoce dos tipos B e C.Cura e controle: O tipo C apresenta alto índice de cura quando tratado no início, enquanto os demais contam com acompanhamento médico contínuo para evitar complicações graves como cirrose e câncer hepático

Artigo, especial, Dagoberto Lima Godoy - Diplomacia, para quê ?

As recentes ofensas de Javier Milei a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes reforçam a impressão de que a diplomacia perdeu espaço na relação entre países. Em vez da linguagem prudente, chefes de Estado multiplicam ataques pessoais, juízos morais e intervenções abertas na política de outros países. Donald Trump fez da agressividade verbal uma marca, e o próprio Lula também já dirigiu críticas contundentes a governantes estrangeiros. Surge então a pergunta: estaria a diplomacia se tornando inútil?

A suspeita é antiga: a de que a linguagem diplomática seria hipócrita, feita de eufemismos destinados a esconder conflitos reais. Mas sua função não é mascarar a realidade, e sim codificar e graduar o diálogo. Quando um governo manifesta “profunda preocupação”, convoca um embaixador para consultas ou suspende uma reunião, os demais entendem a gravidade da mensagem. O conflito permanece no plano institucional, sem se transformar imediatamente em ofensa pessoal ou ruptura. É justamente essa previsibilidade — muitas vezes discreta — que permite que comércio, investimentos e cooperação técnica continuem funcionando, mesmo quando a retórica presidencial parece explosiva.

A diplomacia não elimina interesses, rivalidades ou hostilidades: procura administrá-los. Isso não a torna dispensável; ao contrário, explica sua necessidade. Se os Estados agem segundo interesses, precisam de canais para negociá-los, defendê-los e, quando possível, compatibilizá-los. E esses canais não se resumem aos presidentes: corpos profissionais permanentes, como o Itamaraty e chancelarias estrangeiras, mantêm conversas técnicas, preservam compromissos e evitam que declarações intempestivas se convertam em danos duradouros.

O caso de Milei, porém, revela algo além da perda de compostura. Seu discurso insere-se numa disputa política internacional entre direita e esquerda. Ele não fala somente como presidente da Argentina diante do Brasil, mas como aliado de uma corrente ideológica que ultrapassa fronteiras. Dirige-se aos argentinos, à direita brasileira e a uma audiência internacional mobilizada pelas redes sociais. O mesmo ocorre quando Lula apoia aliados de esquerda — como Maduro, Noriega ou Khamenei — e critica seus adversários — Trump, em primeiro lugar. A política externa passa, assim, a funcionar como prolongamento da luta partidária interna. O chefe de Estado deixa de representar apenas os interesses permanentes de seu país e assume também o papel de militante de uma causa transnacional.

Isso não é inteiramente novo: fascismo, comunismo, liberalismo e movimentos religiosos sempre buscaram aliados além das fronteiras. A novidade está na velocidade, na exposição e na ausência de mediação. As redes sociais permitem que presidentes falem diretamente a públicos estrangeiros, interfiram em campanhas e transformem divergências institucionais em confrontos pessoais. A frase agressiva produz repercussão imediata, mobiliza seguidores e reforça identidades políticas. Já a prudência diplomática parece lenta, artificial e pouco atraente — embora continue sendo o instrumento que mantém acordos, regula fronteiras e sustenta investimentos, mesmo quando a política performática tenta incendiar o ambiente.

Isso não significa que os interesses econômicos tenham tornado a diplomacia irrelevante. Comércio, segurança, cooperação e integração regional dependem de negociação contínua. Significa, antes, que esses interesses passaram a ter a concorrência da mobilização ideológica, da campanha permanente e da disputa pela atenção pública. A diplomacia, portanto, não desapareceu. O que mudou foi o ambiente em que atua. Antes, administrava relações entre Estados; agora precisa também conter os efeitos de líderes que se comportam como dirigentes de movimentos políticos internacionais.

Sua linguagem pode continuar parecendo hipócrita, mas tem utilidade: impedir que divergências se convertam em humilhação pública e que rivalidades momentâneas comprometam relações que deverão sobreviver aos governantes de turno. Em um mundo em que presidentes falam como influenciadores, a diplomacia é o que resta para garantir que países continuem se entendendo.


Empresas ampliam demanda por consultoria jurídica estratégica diante de cenário regulatório mais complexo

André Estevez Advogados faz reposicionamento institucional e reforça sua atuação em Direito Empresarial e assessoramento jurídico estratégico


A crescente complexidade regulatória e o aumento das exigências de governança têm levado empresas a buscar uma atuação jurídica cada vez mais estratégica, ampliando o papel dos escritórios especializados na tomada de decisão empresarial. Inserido nesse movimento, o André Estevez Advogados apresenta um novo posicionamento institucional e uma identidade visual renovada, reforçando ao mercado sua atuação em Direito Empresarial e seu compromisso com soluções jurídicas estratégicas, voltadas à prevenção de riscos, estruturação de negócios e condução de operações empresariais relevantes.


O movimento acompanha uma transformação observada em diferentes setores da economia. Mais do que atuar na resolução de conflitos, advogados especializados passaram a ser demandados para identificar riscos, estruturar operações e contribuir para a construção de estratégias de longo prazo. Segundo o advogado, professor e Doutor em Direito Empresarial, André Estevez, a evolução do cenário empresarial exige uma atuação que vá além do modelo tradicional da profissão. "Hoje as empresas precisam de assessoria jurídica capaz de acompanhar a velocidade das decisões de negócio. O papel do advogado deixou de ser apenas reativo e passou a ser cada vez mais estratégico", afirma.


Com vasta experiencia há mais de duas décadas em Direito Empresarial, o escritório André Estevez Advogados inicia uma nova etapa institucional ampliando uma visão de mercado que já integra sua prática cotidiana: a atuação jurídica como ferramenta estratégica na condução de negócios. A iniciativa reforça uma trajetória consolidada no assessoramento de empresas e empresários em temas de alta complexidade, como estruturação e reestruturação societária, fusões e aquisições, governança corporativa, planejamento sucessório, contratos empresariais e resolução de disputas estratégicas, incluindo a atuação em arbitragens e em processos de recuperação de empresas.


Esse novo momento também se reflete na forma como o escritório se apresenta ao mercado. A atualização da identidade visual acompanha uma evolução construída ao longo dos anos e busca traduzir, de maneira mais fiel, os valores que orientam sua atuação: excelência técnica, visão estratégica e compromisso com resultados consistentes e duradouros.


Com presença nacional e atuação em diferentes segmentos da economia, o escritório mantém foco na análise de riscos, na prevenção de conflitos e no suporte jurídico qualificado à tomada de decisão empresarial, acompanhando a evolução das demandas do ambiente corporativo contemporâneo.


O novo posicionamento também dialoga com as mudanças vividas pelo ambiente empresarial brasileiro. A implementação da reforma tributária, o fortalecimento das práticas de compliance e governança, a transformação digital e a crescente sofisticação das relações empresariais tornam o planejamento jurídico preventivo um elemento cada vez mais relevante para a competitividade das organizações.  Para André Estevez, essa tendência deve se intensificar nos próximos anos. "Cada vez mais, as empresas percebem que decisões jurídicas bem estruturadas representam segurança, previsibilidade e vantagem competitiva. A advocacia empresarial passa a integrar a estratégia dos negócios, contribuindo para sua sustentabilidade e crescimento”, destaca.


Além da prevenção de conflitos, a tendência aponta para uma atuação multidisciplinar, capaz de integrar aspectos jurídicos, econômicos e estratégicos. Nesse cenário, a confiança e a proximidade entre cliente e advogado tornam-se diferenciais relevantes. "Chegamos a um momento em que a experiência acumulada ao longo dos anos precisava estar refletida também na forma como nos apresentamos ao mercado. É uma evolução natural de posicionamento, conectada às necessidades atuais das empresas", conclui.

Osmar Terra exige o voto aditável

O deputado federal gaúcho Osmar Terra, que participou ainda há pouco do programa +Brasil (veja abaixo) e do qual também fez parte o editor, disse que no dia  4 de outubro, haverá eleições para presidente, vice, senadores, governadores, deputados federais e estaduais – com voto eletrônico para todos os cargos. O deputado federal Osmar Terra (PL-RS) faz uma observação:

- O povo brasileiro, que é a origem de todo poder na democracia, tem o direito de ver seus votos recontados, em caso de dúvida eleitoral, como acontece em todos os países, exceto o Brasil. A quem interessa não poder recontar?

O parlamentar argumenta que o voto que não pode “desaparecer dentro para sempre de uma máquina, sem deixar rastros”. Depois aparece um resultado final que a máquina imprimiu:

- Falo de um voto que tem uma representação física, que pode ser visto pelo eleitor antes de entrar numa urna e fica armazenado, caso haja alguma dúvida. 

Vale lembrar que assim foi descoberta a fraude da urna eletrônica na eleição do Maduro na Venezuela. A urna eletrônica deu 51% dos votos para o Maduro e a soma dos votos físicos, conferidos pelo eleitor e depositados ao mesmo tempo numa urna acoplada à eletrônica deu 70% para o candidato da oposição. Terra prossegue:

   - O presidente do Supremo Tribunal da Alemanha, Andreas Vosskuhle, disse, quando acabou com a urna eletrônica: “Um evento público como uma eleição implica que qualquer cidadão possa dispor de meios para averiguar a contagem de votos, bem como a regularidade do decorrer do pleito, sem possuir, para isso, conhecimentos especiais. No processo eleitoral tradicional, isso nunca foi um problema. Uma vez que o voto tenha sido depositado na urna, qualquer pessoa pode acompanhar de perto a contagem junto ao domicílio eleitoral. Manipulações, nesses casos, são difíceis, uma vez que podem a qualquer momento ser descobertas. O que não ocorre no caso das urnas eletrônicas, em que o eleitor simplesmente aperta um botão e o computador, horas mais tarde, expele um resultado. O cidadão comum, neste caso, não tem meios para apurar possíveis erros de programação ou manipulações propositais. Neste sentido, acreditam os juízes alemães, houve, com o uso da urna eletrônica nas eleições de 2005 uma transgressão das leis que garantem o pleito como um fato público.”

Estes são os suplentes dos candidatos a senador pelo RS.

Manuela D’Ávila (Psol)
O ex-deputado Henrique Fontana (PT) e o vereador Lucas Caregnato (PT), de Caxias do Sul.

Paulo Pimenta (PT)
O ex-deputado e promotor de Justiça Carlos Eduardo Vieira da Cunha (PDT) e a servidora pública Tamyres Filgueira (PT).

Ubiratan Sanderson (PL)
Vago à espera do PP e Ernani Mello (PL), Erechim, que será o segundo suplente da chapa.

Marcel Van Hattem (Novo)
Sérgio Turra, também do PP, ocupando a primeira suplência. A segunda vaga será do Novo.

Germano Rigotto (MDB), Frederico Antunes (PSD) e Milton Ribeiro (PSDB)
Sem indicações 

Renato Jaguarão (Cidadania)
Paulo Coitinho, vereador de Pelotas, e Cleiton Elias Niesciur, vereador de Horizontina.

Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - A Globo vs. Princípio de Ética

Esperei que o Jornal Nacional, de ontem - em cima dos fatos - apresentasse o discurso do Javier Milei na convenção do sen. Flávio Bolsonaro. 


Pois não aconteceu e eu deveria estar preparado para isto.


A TV Globo esqueceu que deve prevalecer o lado da notícia, venha de onde vier.


Foram omitidas ou escondidas, de forma parcial e ativista, as extraordinárias cenas protagonizadas pelo  presidente argentino. 


Houve um silêncio seletivo que dá mostras do que virá durante a campanha eleitoral.


O Congresso Nacional, a quem cabe a renovação ou prorrogação dos  contratos de concessão do serviço de TV, precisa ficar atento a estes fatos.


Há um dever de informar e o de imparcialidade.


A Federação Nacional de Jornalismo (FENAJ) estabeleceu como Princípio de Ética: " A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários".


Pensem nisto!

Artigo - Saiba como não perder o controle da sua vida

Este texto é uma corrente de internet de autoria desconhecida e não foi escrito por nenhum oncologista brasileiro específico, como esclarecido em análises de checagem de fatos.

Um oncologista brasileiro disse:

1. A meia-idade começa aos 50 e termina aos 70.

2. A idade dourada começa aos 70 e termina aos 80.

3. A velhice começa aos 80 e termina aos 90.

4. A longevidade começa aos 90 e termina com a morte.

5. O principal problema para uma pessoa idosa é a solidão. Os cônjuges geralmente não morrem juntos; um deles parte primeiro. Em algum momento, a viúva ou o viúvo se torna um fardo para a família. Por isso, é tão importante não perder o contato com os amigos, encontrar-se e se comunicar frequentemente, para não ser um fardo para os filhos e netos, que provavelmente nunca lhe dirão isso.

Minha recomendação pessoal é não perder o controle da sua vida. Isso significa decidir quando e com quem sair, o que comer, como se vestir, para quem ligar, a que horas ir para a cama, o que ler, como se divertir, o que comprar, onde morar e assim por diante. Porque se você não consegue fazer todas essas coisas livremente e por conta própria, você se tornará uma pessoa insuportável e um fardo para os outros.

William Shakespeare disse: "Estou sempre feliz! Sabe por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar é sempre uma agonia. Os problemas não são eternos; eles sempre têm uma solução. Acreditamos que somos os culpados pelos nossos problemas. A única coisa para a qual não há cura é a morte.

Antes de reagir... respire fundo;

Antes de falar... escute;

Antes de criticar... observe-se;

Antes de escrever... pense com cuidado;

Antes de atacar... renda-se;

Antes de morrer... viva a vida mais bela que puder!

O melhor relacionamento não é com a pessoa perfeita, mas com alguém que aprendeu algo e quer continuar aprendendo a viver da maneira mais interessante e bela possível. Observe as falhas dos outros... mas também admire e elogie suas virtudes.

Se você quer ser feliz, precisa fazer alguém feliz.

Se você deseja algo, primeiro precisa dar algo de si mesmo.

Cerque-se de pessoas boas, gentis e interessantes e torne-se uma delas. Mesmo quando as coisas estiverem difíceis, mesmo com lágrimas nos olhos, levante-se e diga com um Sorria: "Está tudo bem, porque somos o produto de um processo evolutivo."


Artigo, Renato Sant'Ana - Ambiguidade médica

Renato Sant'Ana é advogado, psicólogo e escritor.

Pode ser punido um médico que, em redes sociais, fez legítima crítica ao secretário de saúde do município que lhe parece negligente?

O mal é mais insidioso e mais destrutivo quando, ocultando intenções, engana os nossos sentidos. E uma forma recorrente é evocar causas justas para produzir fins injustos - espécie de armadilha cognitiva.

O SIMERS, Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, tem uma propaganda na rádio que diz assim: "O SIMERS é contra a violência digital! Denuncie sempre nos nossos canais!". Passados alguns dias com a propaganda no ar, um novo texto apareceu acrescentando: "violência digital é crime! Denuncie!".

Parece benigno. Mas não é. Ora, ninguém aqui é a favor de qualquer tipo de violência. A questão é o que se esconde nas entrelinhas, driblando a reflexão crítica de quem recebe a mensagem e infundindo crenças.

Para interpretar as entrelinhas do que está sendo propagado, vejam-se três pontos que qualquer cidadão alfabetizado pode compreender.

1. O que é crime? Só é crime a conduta descrita no CP (Código Penal). Um exemplo tolo: se cuspir na rua fosse previsto no CP como conduta a ser punida, seria crime. (A falta de etiqueta pode ser reprovável, mas não é crime.) Mas ameaça é crime previsto no art. 147 do CP. Sem esse artigo, não se puniria essa conduta. Eis o que diz o CP: "Art. 1º Não há crime sem lei anterior que o defina."

2. No jargão jurídico, cada conduta prevista no CP chama-se tipo penal. Exemplos: furto (art. 155), roubo (art. 157) e rixa (art. 137).

3. Há tipos penais abertos e tipos penais fechados. O "homicídio" é um tipo penal fechado, porque descreve com precisão a conduta: "Art. 121 - Matar alguém". Ninguém dirá: "na minha opinião houve homicídio". sem cadáver e não sendo a morte praticada por outra pessoa, homicídio não há. A conclusão é objetiva, não subjetiva.

Ora, não há no CP o tipo penal "violência digital" de que o SIMERS fala. O código até prevê "cyberbullying" (com essa grafia e com uma redação precária acrescida pela Lei 14.811 de 2024), um tipo penal aberto, sem a descrição exata de uma conduta, dando azo a interpretações subjetivas. Porém, o que o SIMERS está aventando é um tipo penal ainda mais amorfo: "violência digital". Se vira lei, um juiz pode achar que uma crítica em redes sociais, da qual ele discorda, é violência digital, ao passo que outro juiz pode entender que não é. A vagueza do tipo penal aberto dá margem a que cada um julgue conforme a própria subjetividade e que a lei seja mero pretexto para a decisão.

A questão precisa ser pensada em abstrato. Examiná-la com a mente focada em casos concretos impede que se percebam os seus amplos efeitos. (Toda lei deve ser concebida em abstrato.) Autorizar a tarefa de dar opinião sobre a situação apresentada (função diferente de examinar se a conduta se enquadra no tipo penal) abre a porta para que se julgue a pessoa e não a conduta. E o julgamento de eventuais críticas em redes sociais em base a um tipo penal tão vago como "violência digital" poderá acabar condicionado pela antipatia ou simpatia que se tenha pelo acusado.

A propaganda diz: "Já imaginou salvar vidas e, ainda, ser desrespeitado? Infelizmente, esta é a realidade para muitos médicos! Todos os dias, profissionais são atacados em comentários e conteúdos nas redes sociais. Uma violência que traz sérias consequências para quem está, justamente, ao lado da população."  É tocante! Mas é um argumento que apela à emoção e atenua a capacidade crítica do ouvinte para ganhar sua adesão.

O texto do SIMERS sugere uma causa justa: repelir a indevida hostilidade contra médicos em redes sociais. O proposto, porém, cola para quem não pensa em abstrato e ignora a questão que abre esta coluna. Médicos podem ser, como qualquer pessoa, alvos de falácia facilitada por tipos penais abertos e maleáveis, como seria a tipificação de "violência digital".

Dois acréscimos. Não se está dizendo que o SIMERS está propondo uma lei. E é provável que os médicos que o dirigem nem tenham dado pela coisa: pode ser arbítrio dos marqueteiros contratados para a propaganda.

Na profusão de sindicatos do Brasil, o SIMERS, até onde percebo, sempre foi uma exceção ao não se curvar às pautas extremistas da esquerda, mas ater-se a defender a categoria médica, o que é a mais legítima função de um sindicato. Fato é que, agora, está contribuindo para um ambiente propício a que um novo tipo penal - nada democrático - apareça em nosso ordenamento jurídico.

Por fim, que crimes podem ser cometidos em "comentários e conteúdos nas redes sociais"? São três: calúnia, difamação e injúria, todos previstos no CP., ou seja, não faz falta tipificar "violência digital". A quem pode convir, senão ao autoritarismo, um tipo penal mais que aberto: líquido?

"De bem-intencionados o inferno está cheio", diz o refrão. Médicos são hostilizados em redes sociais. O SIMERS quer defendê-los. Mas ataca o mal, ao que parece, ministrando um remédio que mata o paciente.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: releituras21@gmail.com

Dia dos Avós: 5 atitudes que ajudam a envelhecer com autonomia e aproveitar mais tempo com os netos

A chegada dos netos costuma ser um incentivo para cuidar melhor da própria saúde. Mais do que aumentar a expectativa de vida, o desafio é chegar à terceira idade com autonomia para se fazer o que gosta e participar ativamente da vida familiar. Por isso, para comemorar o Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, a Prati-Donaduzzi conversou com o geriatra Marcos Quirino e reuniu dicas para aliar longevidade e bem-estar.

 Segundo o médico, o conceito de envelhecimento saudável mudou e deixou de ser apenas um idoso que não tem doenças. “É aquele que cuida da saúde, mantém suas condições sob controle e preserva a capacidade de viver com autonomia. O envelhecimento é como uma poupança. Tudo aquilo que você investe em saúde física, mental e prevenção ao longo dos anos será refletido na velhice", reflete.

 Esse investimento também inclui o diagnóstico precoce e o tratamento adequado de doenças crônicas e neurológicas, que podem comprometer a independência. Confira cinco cuidados elencados pelo especialista para reduzir o risco de limitações futuras e permitir que o idoso continue ativo e presente nos momentos mais importantes da vida.

 1. Mantenha as doenças crônicas sob controle

 Hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas estão entre as principais causas de perda da capacidade funcional quando não são acompanhadas de perto. Além de aumentar o risco de complicações como infarto e AVC, essas doenças podem comprometer a mobilidade, a cognição e a independência.

 "Controlar essas condições reduz o risco de complicações e permite que o idoso mantenha sua autonomia por mais tempo. O tratamento adequado ajuda a preservar a qualidade de vida e evita limitações que poderiam ser prevenidas”, destaca o médico.

 Nesse contexto, a Prati-Donaduzzi possui um portfólio de medicamentos voltado ao tratamento de doenças do Sistema Nervoso Central (SNC), além de hipertensão e diabetes, reforçando a importância do acesso à terapia medicamentosa para preservar a capacidade funcional e a qualidade de vida na terceira idade.

 2. Cuide também da saúde mental

 Envelhecer de forma saudável também significa cuidar da saúde emocional e do cérebro. O médico alerta que depressão, ansiedade e doenças neurodegenerativas podem favorecer o isolamento social, reduzir a disposição e acelerar a perda da autonomia quando não recebem atenção.

 "Muitos idosos deixam de sair de casa, praticar atividades físicas e até abandonam tratamentos por causa da depressão. Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, melhores são os resultados”, explica.

 3. Preserve a força muscular

 A perda de massa muscular faz parte do envelhecimento, mas pode ser retardada. Exercícios de fortalecimento, caminhadas e outras atividades orientadas ajudam a melhorar o equilíbrio, prevenir quedas e facilitar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, carregar compras ou brincar com os netos.

 "Nunca é tarde para começar. Tenho pacientes que iniciaram atividade física após os 70 anos e conquistaram ganhos importantes de força, equilíbrio e qualidade de vida", conta o médico.

 4. Não abandone as consultas nem os medicamentos

 Muitas doenças evoluem de forma silenciosa e só apresentam sintomas quando já provocaram complicações. Por isso, manter as consultas em dia, realizar exames periódicos e seguir corretamente o tratamento indicado é essencial para preservar a saúde ao longo dos anos.

 "O medicamento, quando indicado, faz parte de um conjunto de cuidados que inclui alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico. A adesão ao tratamento é um dos fatores que mais contribuem para preservar a capacidade funcional", afirma Marcos Quirino. 

 5. A participação da família  

 A autonomia também depende da saúde emocional. Caminhadas, passeios, viagens, brincadeiras com os netos e momentos de convivência ajudam a combater o isolamento, estimulam a memória e contribuem para uma vida mais ativa. 

 "A família faz toda a diferença. Quando filhos e netos participam desse processo, o idoso costuma aderir melhor aos tratamentos, manter hábitos mais saudáveis e preservar a independência por mais tempo", finaliza.

Sobre a Prati-Donaduzzi 

 A Prati-Donaduzzi é uma indústria farmacêutica brasileira com atuação nacional, dedicada ao desenvolvimento, produção e comercialização de medicamentos. Com forte presença no mercado e foco em inovação e excelência operacional, a empresa mantém o compromisso de promover saúde e bem-estar, aliando crescimento econômico, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. 


Governo libera tratamento dentário para adultos e pode pagar até 100% dos procedimentos

 O atendimento odontológico gratuito para adultos existe no Brasil por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura integral (até 100% gratuita) pelo programa Brasil Sorridente, cobrindo procedimentos básicos e especializados, mas não se trata de uma "liberação" recente de um auxílio privado ou novo bônus em dinheiro. Qualquer cidadão tem direito universal ao atendimento público de saúde bucal sem pagar nada.O que o SUS oferece de graçaConsultas e prevenção: Limpeza, aplicação de flúor e remoção de tártaro.Tratamentos básicos: Restaurações (obturações) e extrações de dentes (incluindo sisos).Procedimentos complexos: Tratamento de canal (endodontia) e cirurgias orais menores nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).Próteses dentárias: Entrega de dentaduras (próteses totais) e pontes (próteses parciais removíveis).O que não está incluído na cobertura públicaEstética: Clareamento dental e lentes de contato ou facetas de porcelana.Ortodontia: Aparelhos fixos ou móveis tradicionais para correção estética de posição não são padrão na maioria da rede básica.Implantes: Implantes osseointegrados possuem restrições severas e oferta muito limitada em comparação à rede particular.Como conseguir atendimentoVá até a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Posto de Saúde mais próximo da sua casa.Leve seu documento de identidade (RG), CPF e o Cartão do SUS.Faça a triagem inicial com o dentista do posto, que fará os procedimentos básicos ou o encaminhamento para um Centro de Especialidades Odontológicas caso precise de canal ou prótese.

Armínio Fraga, que ajudou a construir a confiança em Lula, agora alerta para risco de recessão em 2027

Ex-presidente do Banco Central afirma que o país abandonou a disciplina fiscal, recomenda evitar empréstimos e diz que o atual governo está mais próximo dos erros de Dilma Rousseff do que do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.


Por Felipe Vieira


Quando Armínio Fraga fala sobre economia, o mercado presta atenção. Ex-presidente do Banco Central, fundador da Gávea Investimentos e um dos economistas brasileiros mais respeitados no país e no exterior, ele raramente utiliza expressões dramáticas para descrever o cenário econômico. Por isso, a entrevista concedida ao jornalista Márcio Juliboni, publicada pela revista Veja, ganhou repercussão imediata.


Mais do que criticar a política econômica do governo, Fraga faz um alerta contundente: diz que já trabalha com um cenário de recessão em 2027, recomenda que empresas preservem caixa, evitem novos empréstimos e reduzam o endividamento. Para as famílias, faz a mesma recomendação, embora reconheça que milhões de brasileiros sequer tenham margem financeira para seguir esse conselho.


O diagnóstico ganha peso pela trajetória do economista.


Armínio Fraga esteve entre as vozes que ajudaram a construir a confiança na candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. A histórica Carta ao Povo Brasileiro reduziu a tensão dos mercados, abriu caminho para uma transição tranquila e consolidou a percepção de que o primeiro governo petista preservaria a estabilidade econômica conquistada com o Plano Real.


Ao longo dos anos, Fraga nunca deixou de reconhecer os méritos daquele período. Na entrevista à Veja, volta a afirmar que o primeiro governo Lula conduziu bem a crise de confiança herdada da eleição de 2002 e que, naquele momento, acreditou que finalmente havia chegado "a hora do Brasil".


Segundo ele, porém, essa trajetória começou a ser abandonada ainda durante o primeiro mandato. A disciplina fiscal perdeu força, políticas econômicas que pareciam superadas voltaram a ganhar espaço e esse processo se aprofundou no governo Dilma Rousseff.


Na avaliação de Fraga, o terceiro mandato de Lula está muito mais próximo dos erros cometidos durante a gestão Dilma do que da responsabilidade fiscal que marcou o início do primeiro governo petista.


A entrevista traz uma das previsões mais pessimistas já feitas pelo economista nos últimos anos. Questionado sobre a possibilidade de uma recessão em 2027, responde que já trabalha com esse cenário e o considera provável.


A recomendação é clara: empresas devem preservar caixa, reduzir alavancagem e evitar novas dívidas. Para os brasileiros, o conselho é semelhante. Segundo ele, recorrer ao crédito, nas atuais condições, pode agravar ainda mais a situação financeira de famílias e empresas.


Fraga afirma que o problema já deixou de ser apenas fiscal e passou a atingir o sistema de crédito. Ele cita o elevado número de brasileiros inadimplentes, as dificuldades enfrentadas pelas empresas para refinanciar suas dívidas e chama atenção para o fato de o próprio governo estar reduzindo o prazo médio de sua dívida pública, sinal que interpreta como perda de confiança dos investidores.


Na visão do ex-presidente do Banco Central, juros elevados são consequência da deterioração fiscal e não sua causa principal. Enquanto o país não recuperar credibilidade na condução das contas públicas, afirma, continuará convivendo com taxas elevadas de financiamento e baixo crescimento.


Embora direcione suas críticas principalmente ao Executivo, Fraga afirma que a responsabilidade pelo desequilíbrio fiscal também é compartilhada pelo Congresso Nacional, que continua ampliando despesas, e pelo Judiciário. Sobre os chamados penduricalhos, utiliza uma expressão contundente ao classificá-los como um "absurdo ético", além de representarem um problema econômico.


No campo político, Armínio Fraga procura manter distância da polarização. Faz críticas duras ao governo Jair Bolsonaro, especialmente pela condução da pandemia e pelas tensões institucionais, mas também afirma que o atual governo Lula perdeu o rumo na política fiscal.


Ao falar das eleições, lamenta o enfraquecimento do antigo PSDB, partido que considera ter representado uma agenda reformista importante para o país. Recorda que apoiou Eduardo Leite quando acreditava na viabilidade de sua candidatura presidencial e, diante do cenário atual, cita Ronaldo Caiado e Romeu Zema como nomes que poderiam liderar uma agenda de reformas econômicas.


Fraga também comenta a experiência argentina. Avalia que Javier Milei encontrou um país devastado por décadas de desequilíbrio fiscal, considera que parte do ajuste foi duro e até desorganizado, mas afirma que as reformas caminham na direção correta e diz torcer pelo sucesso da recuperação econômica argentina.


Mais do que um diagnóstico conjuntural, a entrevista publicada por Veja representa uma mudança importante no posicionamento de um economista que, durante muitos anos, reconheceu os avanços do primeiro governo Lula e ajudou a construir um ambiente de confiança entre o mercado e o novo governo em 2002.


Quando alguém com essa trajetória afirma que o Brasil voltou a perder a disciplina fiscal, vê risco concreto de recessão em 2027 e recomenda que empresas e famílias evitem contrair novas dívidas, o alerta ultrapassa a disputa política. É uma advertência que parte de um dos principais formuladores da política econômica brasileira nas últimas décadas e que certamente alimentará o debate sobre os rumos da economia e da eleição presidencial de 2026.


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Artigo, especial, Mário Bertani - O Caso Juliana BRizola e o absurdo "adiantamento de herança"

NÃO ESCREVERIA SOBRE QUESTÃO FAMILIAR, MAS O INTERESSE PUBLICO, PELAS CIRCUNSTÂNCIAS, OBRIGAM 

Já publiquei artigos sobre as fragilidades da pré-candidata: passagens pela administração sem obra que a recomende, mandatos legislativos sem marca, e um único argumento de campanha, o sobrenome do avô, Leonel Brizola, usado como bengala.  Recusei-me, porém, a tocar no conflito com o tio sobre o dinheiro da avó: era questão de família, delicado, “sub-judice”. Deixou de ser no momento em que transformou-a em acordo homologado, tendo como justificativa “adiantamento de herança” e este serviu de fundamento para arquivar um inquérito policial, livrando pré-candidata de submeter-se a um processo penal. Ato estatal público, submete-se ao escrutínio público, e o que esse ato revelou precisa ser dito. Esta análise tem base exclusivamente nas reportagens publicadas: G1/RS e RBS TV (23-10-25), Veja (29/05/26) e GZH/Zero Hora (22/07/26).  

A DESCULPA QUE CONFESSA.

Ao declararem, no acordo, que os valores gastos pela curadora eram "adiantamento de herança", as partes admitiram o essencial: que a neta, encarregada de cuidar da avó nonagenária, gastou em proveito próprio o dinheiro que lhe cabia proteger. Negou-se o rótulo, confirmou-se o fato. E o fato admitido é precisamente a conduta que o Código Penal descreve como apropriação indébita, agravada de um terço quando o agente é curador (art. 168, § 1º, II), enquanto inserir declaração inverídica em documento levado a juízo é o que o art. 299 define como falsidade ideológica. Não cabe a mim condenar ninguém; cabe à Justiça, que preferiu arquivar (não temos os autos para um melhor embasamento. Mas cabe a qualquer cidadão ler a lei e comparar:

Apropriação indébita: "Art. 168. Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção." (Código Penal)

Falsidade ideológica "Art. 299. Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante." (Código Penal)

O PACTO DO CORVO.

O direito repele há séculos os pacta corvina (pactos do corvo): negócios sobre a herança de quem ainda vive. A imagem é antiga e cruel de tão exata: o corvo que pousa por perto e espera, porque só se alimenta do que a morte deixar. Quem foi posta ao lado da avó para cuidar e, segundo a tese do próprio acordo, tratou de "adiantar-se" no que só a morte tornaria seu, inverteu o múnus: transformou o posto de guardiã em posto de espreita. O Código Civil não admite meias palavras:

"Art. 426. Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva."

ELA NEM HERDEIRA É.

Eis a camada mais constrangedora do absurdo. Quando ocorreram os gastos, a avó, Dóris Daudt, estava viva, logo, herança não havia. E se houvesse, os herdeiros seriam os filhos: o tio denunciante, Alfredo Daudt Júnior, e a mãe da pré-candidata, Nereida Daudt Brizola. A neta só herdaria da avó se a própria mãe tivesse morrido antes. Na ordem natural das coisas, o caminho até esse dinheiro exigiria três esperas: que a avó falecesse; que a mãe recebesse a sua parte; e que, um dia, falecida também a mãe, a filha partilhasse o que sobrasse com os dois irmãos. "Adiantou-se", portanto, sobre o que não existia, não lhe pertencia e talvez jamais lhe pertencesse. É esperar a carniça com três gerações de antecedência.

NEM UMA DOAÇÃO SALVARIA A TESE.

Não há adiantamento de herança sem doação, e não há doação sem doador capaz. O "adiantamento de legítima" (art. 544 do CC) é mero efeito de uma doação válida feita em vida, e doação é contrato, que exige agente capaz (art. 104, I) e vontade livre (art. 538). A senhora Dóris estava sob curatela justamente porque não podia exprimir vontade válida. Quem não pode vender, muito menos pode doar. A tese, portanto, não tropeça: despenca.


O QUE NEM O JUIZ PODE AUTORIZAR.

A lei é de uma severidade rara com quem administra bens de incapaz. O curador administra em proveito exclusivo do curatelado (art. 1.741, aplicável à curatela pelos arts. 1.774 e 1.781 do CC). Não pode celebrar negócio consigo mesmo (art. 117), e está proibido de dispor gratuitamente dos bens do protegido ainda que o juiz autorize, sob pena de nulidade:

“Art. 1.774. Aplicam-se à curatela as disposições concernentes à tutela..”.

"Art. 1.749. Ainda com a autorização judicial, não pode o tutor, sob pena de nulidade: [...] II – dispor dos bens do menor a título gratuito; [...]" (Código Civil)

Restaurantes, shoppings, viagens, transferências a familiares, nada disso, segundo o noticiado, guardava relação com os cuidados de uma senhora de 99 anos sequelada de AVC. O que não se pode fazer às claras, com autorização judicial, não se convalida por ter sido feito às ocultas, pela conta bancária.

NULO É NULO  E ACORDO NÃO CONSERTA.

O negócio jurídico de objeto impossível é nulo (art. 166, II, do CC); nulo também o que frauda lei imperativa (inciso VI). O acordo que "validou" gastos qualificando-os de adiantamento de herança inexistente, de pessoa então viva, em favor de quem nem herdeira é, tem por objeto o juridicamente impossível, e nulidade absoluta não se sana por assinatura de familiares nem por homologação judicial. O que nasceu morto não ressuscita em cartório.

A CAUSA NÃO ERA DA FAMÍLIA: ERA DE TODOS OS IDOSOS.

O Estatuto da Pessoa do Idoso retirou deliberadamente esses crimes do alcance dos arranjos domésticos: a ação penal é pública incondicionada (art. 95 da Lei nº 10.741/2003), e o desvio de bens do idoso é crime (art. 102), exatamente porque a violência patrimonial contra idosos é típica de dentro de casa: invisível, silenciosa, "resolvida em família", quase sempre contra o próprio idoso. Arquivar um inquérito porque os suspeitos e seus parentes "se acertaram" devolve ao arranjo doméstico o que a lei quis arrancar dele, e planta um precedente perigosíssimo: todo curador-parente do país acaba de receber o recado de que pode consumir o patrimônio do vulnerável, desde que depois a família assine um papel, com alguma justificativa, mesmo inverídica e/ou ilícita. A impunidade anunciada é o adubo da reincidência.

SOLVÊNCIA DO ESPÓLIO: COMO ARGUMENTO OU DESCULPA ?

Usar o argumento de que o espólio estava solvente (bens e direitos maior que as dívidas) para arquivar o inquérito, mostra quanto foi forçado a busca de justificativas (injustificáveis) para encerrar o inquérito. Isso autoriza que, o curador pode apropriar-se ou desviar fraudulentamente bens do curatelado, desde que reste para pagar as dívidas. Se a pessoa for rica será muito difícil a imputação de crime. 

A EMENDA SAIU PIOR QUE O SONETO.

É difícil não perceber, na cronologia, o cálculo eleitoral: pré-candidata ao Governo do Estado, era preciso encerrar depressa um inquérito incômodo, e o acordo familiar cumpriu essa função. Mas a manobra cobrou preço maior que o problema. Um arquivamento por simples falta de provas seria discreto e defensável. Ao exigir a tese do "adiantamento de herança", obteve-se algo muito pior: um documento público em que se admite, com todas as letras, que o dinheiro da avó foi gasto,  restando ao papel apenas uma justificativa que o direito brasileiro repele por impossível. Para apagar a suspeita, assinou-se a sua confirmação.

O LEGADO É DO AVÔ, A ESCOLHA É DO POVO.

Leonel Brizola deixou um legado real de obras, de coerência e de combatividade que dispensa defensores e não se transmite por sobrenome. Herança política, aliás, tampouco se "adianta": conquista-se, com serviço prestado e caráter demonstrado. Juliana Brizola nos poucos cargos que ocupou, como na Secretaria da Juventude de Porto Alegre em nada demonstrou seguir este legado, pelo contrário. Eleita deputada usando o nome no avô, idem, o eleitor percebeu e não a reelegeu. Duas vezes concorreu a Prefeitura de Porto Alegre e não foi para o segundo turno. Ao eleitor gaúcho, com toda a serenidade, fica a pergunta que este caso impõe: quem, incumbida de cuidar do patrimônio de uma única pessoa, a própria avó, aos 99 anos, sob curatela, deu-lhe o destino que a notícia sobre os autos revelam e a defesa que o acordo confessa, oferece que garantia de zelo com o patrimônio de onze milhões de gaúchos? O corvo da parábola ao menos espera a morte chegar. Ao povo cabe decidir se entrega as chaves do Piratini a quem, segundo a própria tese que assinou, não atuou no sagrado interesse que lhe incumbia, e em causa própria “adiantou-se” para compensar com o inexistente e repelido juridicamente, que poderia nunca confirmar-se. 

NA MANIFESTAÇÃO, ARROGÂNCIA E HIPOCRISIA

Após o acordo e arquivamento do inquérito, Juliana Brizola disse “venho de uma família perseguida”. Quis comparar-se ao avô, perseguido pela ditadura. Este sim, pelas virtudes. Ela, diferentemente, foi por suposta apropriação indébita onde a justificativa é que complicou. “Fizeram varredura em minha vida e não encontraram nada”. Nem precisa varredura, basta esta análise. Na verdade a “varredura” não encontra nada que assemelha ao legado do avô, pelo contrário, ressalvado o sobrenome. “Vão ter que lavar a boca, pois vou processar todos eles”. Não foi história inventada, havia uma denúncia, um indiciamento policial e depois, por acordo familiar, encerrado o caso.  E ela quer passar de ré para vítima, para usar eleitoralmente.  Mas analisando profundamente, de acordo com o noticiado e a legislação, não é bem assim...   



Mario Bertani - Advogado (OAB/RS 35.445), Autor do livro “PROTAGONISMOS E ANTAGONISMOS DE HERÓIS GAUCHOS: SIMON, PASQUALINI, JANGO, FERRARI E BRIZOLA – LEGADO PARA O FUTURO DO BRASIL” e outros


Novas sobretaxas de 37,5% atacam 16,5% das exportações do Brasil para os EUA

As novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos atingirão US$ 6,6 bilhões em produtos brasileiros exportados ao mercado norte-americano, informou nesta sexta-feira o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A sobretaxa acumulada de 37,5% alcança 16,5% das exportações brasileiras para os EUA. A medida resulta da combinação de uma tarifa adicional de 25%, anunciada anteriormente pelo governo do presidente Donald Trump, com uma nova sobretaxa de 12,5%, divulgada nesta quinta-feira. Quando as duas incidem sobre o mesmo produto, a alíquota chega a 37,5%. Entre os itens atingidos estão máquinas e equipamentos, diferentes tipos de madeira, gorduras e óleos, calçados, móveis e confecções.

Distribuição das exportações:

•    52,7% (US$ 21,3 bilhões) permanecem fora das novas sobretaxas; 24,2% (US$ 9,8 bilhões) continuam com tarifas setoriais já existentes dos Estados Unidos (Seção 232); 16,5% (US$ 6,6 bilhões) recebem tarifa acumulada de 37,5%; 4,7% (US$ 1,9 bilhão) são tributados apenas em 12,5%; 1,9% (US$ 800 milhões) pagam somente a sobretaxa de 25%.

Entre os produtos que seguem sem as novas sobretaxas estão café, carnes, aeronaves, suco de laranja, frutas, ferro fundido, grande parte da celulose e diversos produtos químicos.

Artigo, Mário Bertani - A homologação do acordo entre Juliana Brizola e seu tio é nulo de pleno direito

Trata-sede um absurdo jurídico e lógico a desculpa do arquivamento da ação contra a Juliana Brizola. 

Já demonstrei em tres artigos pugblicados neste vblog, que a candidata está fragilizada por problemas que teve quando ocupou cargos públicos e nunca mostrou competência, nem no executivo nem no legislativo. Ela usa como bengala política e eleitoral o avô Leonel Brizola, que tem legado. 

O caso da questão familiar é grave.

O absurdo dos termos do acordo anunciado com o tio Daudt Júnior, remete a que realmente houve apropriação indébita, cumulado por falsidade ideológica, tudo na tentativa de encobrir a realidade dos fatos. 

Código Penal: Apropriação indébita: Art. 168 - Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção. Falsidade ideológica, CP  “Art. 299 - Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”.

Código Civil -  A legislação brasileira tem secular repúdio aos “pacta corvina” (pacto de corvo) – Está tudo no arrigo 426. Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva.

JULIANA NEM HERDEIRA É.

No momento em que ocorreram os gastos, sua avó estava vida e os herdeiros seriam o tio  (denunciante) Alfredo Daudt Junior e a mãe - Nereida Daudt Brizola. 

MESMO DOAÇÃO COMO ADIANTAMENTO DE LEGÍTIMA (50% da herança) SERIA IMPOSSÍVEL NO CASO. 

Não há adiantamento de herança sem doação e não há doação sem doador capaz.   Única forma que após o falecimento pode ser invocado como adiantamento, é alguma doação. Mero efeito de uma doação em vida.  Mas doação exige agente capaz, e estando a senhora Doris Daudt sob curatela, não podia exprimir a sua vontade válida. Código Civil: "Art. 104. A validade do negócio jurídico requer: I – agente capaz; [...]".  Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra." Art. 544. A doação de ascendentes a descendentes, ou de um cônjuge a outro, importa adiantamento do que lhes cabe por herança."

USAR BENS DA CURATELADA - avó -. NEM O JUÍZ PODE AUTORIZAR. 

Veja o que diz a lei, sobre usar utilizar recursos da curatelada para custear despesas pessoais, viagens, compras de luxo e transferências a seus familiares. "Art. 1.741. Incumbe ao tutor, sob a inspeção do juiz, administrar os bens do tutelado, em proveito deste, cumprindo seus deveres com zelo e boa-fé." (aplicável à curatela por força dos arts. 1.774 e 1.781 do CC). Art. 1.774. Aplicam-se à curatela as disposições concernentes à tutela... "Art. 1.749. Ainda com a autorização judicial, não pode o tutor, sob pena de nulidade: [...] II – dispor dos bens do menor a título gratuito; [...]" Art. 117. Salvo se o permitir a lei ou o representado, é anulável o negócio jurídico …

É NULO NEGÓCIO DE OBJETO IMPOSSÍVEL. 

É proibido pelo direito brasileiro qualquer negociação com o direito de herança.   Mesmo que fosse possível, Juliana não é herdeira, não teria este direito.  Portanto, a transação penal baseada no fato de que a apropriação do dinheiro da avó seria adiantamento de herança é NULA. "Art. 166. É nulo o negócio jurídico quando: [...] II – for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto; [...] VI – tiver 

ESTATUTO DA PESSOA IDOSA CONSIDERA INDISPONÍVEL A AÇÃO PENAL PÚBLICA DA PROTEÇÃO INTEGRAL À PESSOA IDOSA.  

Não compete aos familiares fazer acordo para justificar o uso de dinheiro da idosa, pois é ação penal pública. Ao enxertar a tese do “Adiantamento de Herança”, declarando lícita conduta que a lei civil comina como nulidade e que a lei penal tipifica como crime, é um perigosíssimo precedente.  Coloca em risco sistêmico todas as pessoas idosas sob curatela no país, caso a usarem como exemplo.  Sabe-se que muitos casos de violência psicológica, maus tratos, utilização indevida de recursos, subtração de patrimônio, etc, ocorrem neste ambiente.  E se os próprios suspeitos que integram o ambiente fazem acordo que evita a devida ação penal, abre brecha legal para a impunidade e esta incentiva a desproteção aos fragilidades.

"Art. 95. Os crimes definidos nesta Lei são de ação penal pública incondicionada, não se lhes aplicando os arts. 181 e 182 do Código Penal." (Lei nº 10.741/2003)

"Art. 102. Apropriar-se de ou desviar bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, dando-lhes aplicação diversa da de sua finalidade: Pena - reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa." (Lei nº 10.741/2003)

Dica do editor - Conheça este novo tratamento de câncer da pele. É inovação da Unifgersidade de Araraquara.

  O carcinoma de células escamosas, também chamado de carcinoma espinocelular, é o segundo tipo mais comum de câncer de pele, segundo a Skin Cancer Foundation e da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Atualmente, o tratamento da doença costuma ser invasivo, podendo deixar sequelas físicas e impactar a qualidade de vida dos pacientes. Diante desse cenário, pesquisadores da Unicamp e da Universidade de Ararquara (Uniara) desenvolveram uma membrana de celulose impregnada com complexos de prata, produzida com ligantes bioativos, que deu origem a dispositivos de liberação sustentada de complexos metálicos. A combinação, batizada de AgNMS, é fruto de pesquisa do Centro de Inovação Teranóstica em Câncer, o CancerThera, sediado na Unicamp e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Batizada de Oncopatch pela equipe LumiNova, a solução funciona como um curativo aplicado diretamente sobre a lesão. “É um curativo para o tratamento de câncer de pele, baseado em celulose bacteriana, impregnada com um complexo de nanopartículas de prata e nimesulida”, explicou Lília Helena Gavazza Pessôa, integrante da equipe LumiNova, durante a apresentação. Segundo a estudante, a prata ativa as vias de morte tumoral e inibe a proliferação do tumor, enquanto a nimesulida atua com ação antioxidante e anti-inflamatória.

O curativo libera o princípio ativo por até nove dias. Os testes indicaram redução visível do tumor a partir de 21 dias e queda de 75% na taxa de crescimento tumoral. A equipe destacou ainda que o produto exige apenas trocas esporádicas, realizadas em casa pelo próprio paciente, e não agride a pele, graças à membrana de celulose bacteriana.

Para que a tecnologia possa chegar ao mercado e beneficiar pacientes, as próximas etapas envolvem o licenciamento por meio da Inova Unicamp e o desenvolvimento da solução em parceria com empresas, viabilizando sua futura disponibilização à sociedade. 


Michelle aceita pedido de desculpas e anuncia apoio incondicional ao senador Flávio Bolsonaro

Michelle Bolsonaro aceitou o pedido de desculpas de Flávio Bolsonaro e avisou que irá sentar com ele e juntos vão “reunir grande exército de pessoas de bem”.Ela avisou que estará, amanhã, em São Paulo, na convenção que escolherá Flávio. E também disputará uma cadeira ao Senado pelo Distrito Federal.

Com isto, desvanece-se a rede de intrigas usada pelo Eixo do Mal para dividir a Oposição.

“Todos nós cometemos erros, isso é humano. O seu gesto de vir a público pedir desculpas tem muito valor e poucos homens teriam coragem de fazer isso“, declarou Michelle, que também disse o seguinte:

-Todos nós cumprirmos grandes missões, o nosso coração precisa estar limpo e livre para que novas histórias sejam construídas, baseadas na verdade, no respeito e na esperança. Existe um Brasil esperando para ser reconstruído e tenho certeza de que todos nós podemos unir forças para levar isso adiante. Vamos fazer isso pelo meu marido, seu pai e por cada um dos brasileiros que querem um Brasil melhor para seus filhos e netos. O nosso propósito pelo bem do povo sempre foi maior que desentendimentos. Por isso, aceito seu pedido. Eu te desculpo, vamos sentar, vamos conversar, ajustar os detalhes e, juntos, vamos reunir grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil. Façamos isso pelo nosso líder Jair Bolsonaro.


Opinião do editor - Faça-se a luz

Esta não é uma campanha eleitoral comum, já que ocorre sob regime autoritário de caráter discricionário e com o principal líder da Oposição encarcerado e silenciado na sua catacumba domiciliar, no caso o ex-presidente Jair Bolsonaro.

É isto que vacilões oposicionistas e isentões de todo gênero despudorado fazem questão de não entender, cúmplices do jogo do regime autoritário.

É a ditadura do consórcio STF+Governo do PT, estúpido.

E é este regime discricionário que jogou na catacumba domiciliar o principal candidato da Oposição, no caso Jair Bolsonaro, e mantém exilado o segundo melhor nome da Oposição, no caso Eduardo Bolsonaro.

É simples assim.

Não dá para fazer de conta que a campanha eleitoral atual corre como jogo justo, leal, legal, já que um dos dois times está sem sem seu centroavante e sem o seu goleiro, mas que, além disto, é disputa na qual o juiz é ladrão.

É preciso entender isto.

E entendendo isto, será mais fácil compreender que o regime autoritário atua sob o comando do consórcio STF+Governo do PT, mas é mais do que isto, já que compreende um monstro, uma hidra de sete ou mais cabeças, englobando aí uma orquestra afinada que une os interesses da maioria do Poder Judiciário, do Poder Executivo e do Poder Legislativo. E esta hidra tem respaldo firme dos líderes políticos da esquerda e do centrão, do empresariado patrimonialista, inclusive do poder rentista da Faria Lima, mais a totalidade da academia, da intelectualidade, dos sindicatos e ONGs de todo gênero e dos isentões da direita + os vacilões de sempre.

O sistema usa a mídia tradicional e alinhada de toda ordem para manipular os eleitores.

Todos defendem seus interesses patrimoniais, ou seja, todos se cevam do dinheiro público e dos benefícios do setor público.

É isto.

A ordem é compreender o tamanho e o conteúdo da hidra descomunal que nos aflige, tratando de usar as redes sociais para desfazer as intrigas, usar as ruas e as casas para fazer o contraditório, mas sobretudo eleger Flávio Bolsonaro e dois senadores oposicionistas de cada Estado.

Faça-se a luz, porque fazendo a luz, a cara putrefata da hidra surgirá das trevas, a verdade e o bem transparecerão, os perseguidos políticos poderão voltar, Bolsonaro será libertado e o Brasil retomará o caminho civilizatório interrompido pelo golpe de Estado de 2022.


Artigo, Dagoberto Lima Godoy - Retaliar ou negociar?

O autor é advogado, escritor e engenheiro, além ,de ex-presidente da Fiergs e ex-representante do Brasil na OIT/

A reação anunciada pelo presidente Lula às tarifas impostas pelo governo Trump desperta uma questão que transcende divergências ideológicas: é do interesse do Brasil responder com novas barreiras comerciais ou concentrar seus esforços na negociação?

A retaliação — mesmo quando apresentada como reciprocidade — costuma ser entendida como demonstração de firmeza e defesa da soberania nacional. Politicamente, essa postura pode produzir dividendos internos, especialmente eleitorais, junto a públicos menos informados. Economicamente, porém, seus benefícios são altamente discutíveis.

Quando um país impõe tarifas sobre produtos estrangeiros, a primeira consequência é dificultar as exportações do parceiro comercial. Mas a resposta tarifária não elimina esse prejuízo nem recupera os mercados perdidos; apenas cria um novo foco de perdas, agora também para aquele que retaliou.

O Brasil importa dos Estados Unidos equipamentos industriais, componentes eletrônicos, produtos químicos, medicamentos, máquinas agrícolas, instrumentos médicos e diversas tecnologias indispensáveis à economia nacional. Muitos desses bens não competem com a indústria brasileira; ao contrário, aumentam sua produtividade. Tarifá-los significa elevar custos para empresas nacionais, reduzir investimentos que geariam mais empregos  e, inevitavelmente, pressionar preços ao consumidor.

Argumenta-se que a retaliação serviria para pressionar Washington a rever sua decisão. Essa hipótese, entretanto, parece pouco convincente diante da assimetria existente entre as duas economias. Em grande parte dos produtos exportados pelo Brasil, os importadores americanos dispõem de fornecedores alternativos. Já o Brasil dificilmente substituirá, em prazo curto e sem custos significativos, muitos dos insumos e tecnologias provenientes dos Estados Unidos.

Há ainda um aspecto frequentemente negligenciado. Guerras comerciais raramente permanecem estritamente econômicas. À medida que cada governo transforma a disputa em questão de prestígio nacional, torna-se politicamente mais difícil qualquer recuo. O conflito deixa de ser orientado por cálculos de custo e benefício para ser alimentado por discursos de afirmação, orgulho e demonstração de força. O resultado costuma ser a escalada do desentendimento, não sua solução.

Isso não significa aceitar passivamente medidas consideradas injustas. O Brasil dispõe de instrumentos mais eficazes e menos custosos: negociação diplomática, utilização dos mecanismos de solução de controvérsias previstos no comércio internacional, mobilização dos setores empresariais americanos interessados na manutenção do comércio bilateral e diversificação gradual de seus mercados de exportação.

Nenhuma dessas alternativas produz manchetes tão impactantes quanto anunciar uma retaliação. Mas todas parecem mais compatíveis com os interesses permanentes do país.

O verdadeiro objetivo da política comercial não deveria ser punir o parceiro, mas preservar a competitividade da economia nacional. Quando uma resposta provoca mais danos internos do que externos, ela deixa de ser instrumento de defesa para transformar-se em fator adicional de prejuízo.

Em relações econômicas marcadas por forte interdependência e por evidente assimetria de poder, a prudência não é sinal de fraqueza. É, muitas vezes, a forma mais inteligente de defender os interesses nacionais.


Conedi Ulbra impulsiona o mercado digital

Congresso chega a sua 10ª edição transformando o cenário digital brasileiro


O conhecimento transforma. O Conedi Ulbra impulsiona! Com esta temática e com programação impactante, um dos pioneiros e maiores eventos do mercado digital brasileiro, o Congresso de Empreendedorismo Digital (Conedi Ulbra), chega à sua 10ª edição prometendo conexões reais e insights práticos, além de apresentar as tendências do mercado digital. O evento ocorre nos dias 24 e 25 de julho (sexta-feira e sábado), das 8h30 às 19h, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre.


O palco do Conedi Ulbra receberá nomes do empreendedorismo digital, como Bianca Andrade, Rafael Terra, Natalia Torres, Vitor Fernandes, Haisa Hofmann, Márcio Eugenio, Amanda Giroto, Giovanni Begossi, Barbara Bachi, Jean Vieira, Tinara Fava e Fernando Tessaro.


Os convidados compartilharão suas estratégias, jornadas e insights sobre temas como empreendedorismo, inteligência artificial, tráfego pago, marketing de influência, vendas e posicionamento. Além do conteúdo, o evento é um hub de networking, reunindo empresários renomados do Rio Grande do Sul e autoridades políticas, proporcionando conexões valiosas e parcerias estratégicas.


“A Ulbra vive um momento de inovação e conexão com todas as formas de aprender e de transmitir o conhecimento. O Conedi é uma grande oportunidade de imersão e troca de experiências com grandes players do empreendedorismo digital”, pontua o superintendente de Comunicação e Relações Institucionais da Ulbra, Ruy Irigaray.


Nesta 10º edição do evento no Rio Grande do Sul, são aguardados mais de 1,5 mil participantes, entre empreendedores, profissionais do digital e líderes de negócios, que querem alavancar seus negócios utilizando ferramentas e estratégias digitais. Para os primeiros 300 inscritos e portadores de ingresso Premium, o dia 24 de julho começará com uma experiência imersiva. Workshops práticos serão realizados nas salas de cinema do Cinesystem (ao lado do Teatro do Bourbon Country), oferecendo palestras ao vivo com som e tela de cinema. Uma forma inovadora de absorver conhecimento em um ambiente único. 


Confira a programação completa em https://www.conedi.net.br/porto-alegre-rs


Agende-se:


O que: Conedi Ulbra

Quando: Sexta-feira e sábado, 24 e 25/7

Horário: 8h30 às 18h

Onde: Teatro do Bourbon Country (Rua Tulio de Rose, 80, Jardim Europa, 

Porto Alegre)

Por que Alexandre de Moraes comete tantos abusos de poder e ninguém faz nada?

A resposta exige abandonar uma ingenuidade perigosa. Muita gente ainda olha para Moraes como se ele fosse uma anomalia, um ponto fora da curva, um ministro que avançou demais enquanto o resto do sistema observa constrangido, sem conseguir contê-lo.

Não é isso.

Um homem sozinho não censura parlamentar, não bloqueia conta de jornalista, não prende opositor por postagem, não enquadra críticos, não retira adversários do jogo político e não mantém uma máquina de perseguição por anos sem que ninguém reaja. Isso não existe. Para chegar tão longe, é preciso ter fiadores. É preciso que muita gente importante olhe para aquilo e conclua, em silêncio ou em público: isso nos serve.

Esse é o ponto central. Moraes não está sozinho. Ele é a ponta de lança de um arranjo maior, usado para criminalizar a oposição, intimidar críticos e manter o sistema sob controle. A atuação dele beneficia setores poderosos demais para ser tratada como excesso individual. Beneficia o Supremo, que ampliou o próprio poder a níveis inéditos. Beneficia o governo, que ganha uma ferramenta brutal contra adversários. Beneficia parte do Congresso, que se blinda de pressão popular. Beneficia a militância de redação, que aplaude a censura quando ela cai sobre o lado certo.

Cada setor recebe algo em troca. Por isso cada setor sustenta a engrenagem.

A prova mais reveladora veio com o escândalo do Banco Master. Quando o império de Daniel Vorcaro desabou, veio à tona um contrato milionário entre o grupo do banqueiro e o escritório de advocacia da esposa do ministro. O número impressiona. Mas a reação oficial impressiona ainda mais. A Procuradoria, tão veloz para perseguir críticos do regime por postagem, tratou o caso como negócio entre particulares, dentro do exercício regular da advocacia, sem densidade suficiente para mobilizar uma investigação.

Pense no contraste.

Para um cidadão comum, uma frase pode virar inquérito. Para um jornalista, uma crítica pode virar censura. Para um parlamentar da oposição, uma postagem pode virar caso de polícia. Mas quando aparece um megacontrato cercado de perguntas óbvias, envolvendo gente poderosa demais, a máquina pública descobre subitamente a prudência, a cautela, o formalismo, a delicadeza jurídica.

A régua muda conforme o alvo.

É isso que desmonta a ideia de que as instituições estão apenas “falhando”. Elas não estão falhando. Estão funcionando exatamente como foram ajustadas. Quando o alvo é a oposição, a máquina acelera. Quando o caso encosta em quem serve ao projeto, a máquina desacelera, arquiva, relativiza, empurra para a gaveta, transforma o escândalo em tecnicalidade.

A pergunta, portanto, não é por que ninguém faz nada. Essa formulação ainda pressupõe que as instituições gostariam de reagir, mas não conseguem. O problema é mais grave. Os únicos que poderiam fazer alguma coisa são, em muitos casos, os mesmos que se beneficiam do arranjo.

O Senado poderia agir. Mas quantos ali realmente querem enfrentar um operador que também serve como blindagem contra pressão popular? A Procuradoria poderia agir. Mas age com velocidade seletiva. A imprensa poderia tratar a questão como escândalo nacional permanente. Mas parte dela prefere reservar sua indignação para os inimigos corretos. O Supremo poderia conter excessos internos. Mas durante anos se beneficiou da expansão de poder criada por esse mesmo ambiente.

E assim o círculo se fecha.

Moraes se tornou, na prática, o rosto mais visível de uma coalizão de interesses. Não porque todos o amem. Não porque todos confiem nele. Não porque todos concordem com cada gesto. Mas porque, enquanto ele fizer o serviço que interessa ao establishment, sua blindagem permanece útil.

Esse é o retrato mais sombrio do Brasil atual: o abuso deixou de ser desvio e virou método. A censura deixou de ser escândalo e virou ferramenta. A perseguição deixou de ser exceção e virou rotina administrativa. Tudo sob o vocabulário nobre de sempre: defesa da democracia, proteção das instituições, combate à desinformação, preservação do Estado de Direito.

Toda concentração de poder precisa de uma justificativa bonita. Nenhum regime admite que persegue opositores porque quer preservar privilégios. Sempre há uma causa elevada, uma emergência, um inimigo interno, uma ameaça difusa. O que muda é a embalagem. O mecanismo é velho: criminalizar o adversário para impedir que ele dispute de igual para igual.

Mas há uma nuance importante. A blindagem não é absoluta.

O simples fato de certos contratos, relações e decisões começarem a vir à tona mostra que o arranjo tem rachaduras. A exposição internacional dos abusos encareceu o custo político de sustentar esse modelo. Dentro do próprio Supremo, já aparecem dissidências mais claras. Até em setores da imprensa, ainda que de forma tímida, começam a surgir críticas que antes eram interditadas.

Isso não significa que o sistema esteja prestes a cair. Seria ingenuidade. Mas significa que sustentar a blindagem ficou mais caro do que era. E regimes de exceção não se desfazem apenas quando perdem força jurídica. Começam a ruir quando perdem a aura moral, quando o público percebe que a defesa da democracia virou apenas o nome elegante da repressão seletiva.

Por isso é tão importante nomear o problema corretamente. Moraes não é o defeito do sistema. Ele é o sistema funcionando como foi desenhado para funcionar. Enquanto servir aos interesses que serve, continuará protegido. A blindagem não é apenas dele. É do projeto.

E é justamente por isso que a indignação não pode parar no personagem.

O Brasil não precisa apenas discutir um ministro. Precisa discutir o arranjo que permitiu a um ministro se tornar tão poderoso. Precisa discutir o Senado que não reage, a Procuradoria que seleciona alvos, a imprensa que aplaude censura seletiva, o Congresso que se acomoda na própria blindagem e o Supremo que aceitou transformar exceção em normalidade.

Enquanto esse arranjo permanecer de pé, trocar um nome não resolverá o problema. O operador pode mudar. A lógica continuará.

A pergunta inicial era por que ninguém faz nada.

A resposta é amarga: porque muita gente poderosa ganha alguma coisa com isso.

"Brasil vive golpe de estado liderado por Moraes", diz jornal mais importante do mundo

Um artigo de opinião publicado pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes estariam promovendo um “golpe de Estado” contra a democracia brasileira. O texto, assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, reúne críticas à atuação do ministro e do tribunal em investigações conduzidas nos últimos anos.

Ao longo do artigo, a autora sustenta que Moraes teria censurado opositores, determinado prisões e conduzido inquéritos sem controle institucional. O conteúdo compara a situação política brasileira ao modelo adotado por governos classificados pela colunista como autoritários.

Segundo o texto, líderes do século XXI não recorrem a golpes militares para chegar ao poder, mas “copiam Hugo Chávez, consolidando o controle sobre instituições democráticas enquanto estão populares, para depois prender adversários ou forçá-los ao exílio”.

Na avaliação apresentada pela articulista, o cenário teria começado em 2019, quando o STF instaurou o chamado inquérito das fake news após alegar ser alvo de ameaças. O artigo afirma que, a partir desse momento, Moraes passou a atuar na investigação.

A atuação do ministro durante as eleições presidenciais de 2022, quando presidia o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também é alvo de críticas no texto. “O tribunal se tornou notavelmente mais político, monitorando o discurso de partidos, candidatos e cidadãos, e censurando aqueles com quem discordava”, afirma o artigo.

A publicação ainda questiona a condução das investigações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. “Cerca de 1.500 suspeitos foram presos, alguns mantidos até um ano aguardando julgamento, recebendo sentenças severas por transgressões menores”, diz o texto, que também afirma que opositores do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentariam uma atuação mais rigorosa da Justiça.

O artigo menciona ainda a decisão do STF, em março de 2021, que anulou as condenações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo a colunista, esse episódio intensificou a insatisfação de setores da direita brasileira.

Também é citado o inquérito das milícias digitais, instaurado em 2021. No texto, a autora afirma que empresas de tecnologia dos Estados Unidos teriam sido pressionadas a remover conteúdos e desmonetizar perfis sob risco de sofrer restrições para operar no Brasil.

Na conclusão, a articulista escreve que, “independentemente do que se pense sobre Jair Bolsonaro, é evidente que a política tomou conta do Supremo”. O artigo também menciona iniciativas de senadores de oposição para tentar abrir um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes e cita que, segundo a autora, a decisão do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos de sancionar o ministro com base na Lei Magnitsky “parece ter chamado a atenção dos demais ministros da Corte, que certamente entendem que novas medidas podem vir se o Brasil não restaurar o Estado de Direito”.



Paraná Pesquisas diz que Manu, Marcel e Rigotto empatam na disputa pelas 2 cadeiras gaúchas do Senado

Os resultados da pesquisa de intenções de votos feita por Paraná Pesquisas e divulgados há pouco, mostram virtual empate técnico entre três candidatos gaúchos ao Senado.

São duas vagas em disputa.

Não há necessidade de 2o turno, porque leva quem tiver mais votos.

Manuela D'Ávila, Psol, 30,7% (rejeição de 29.7%)
Marcel Van Hattem, Novo, 28,6% (rejeição de 13,3%
Germano Rigotto, MDB, 26,3% (rejeiç]ão de 12,1%

Também estão bem pontuados: Paulo Pimenta, PT, 23,7%; Sanderson, PL, 20,3%.. Paulo Pimenta é o 2o candidato mais rejeitado, 24,2%, atrás apenas de Manu. Sanderson e os demais candidatos possuem índice de rejeição baixíssimos.

Os demais candidatos não emplacam dois dígitos: Frederico Antunes, PP, 7,4%; Renato Jaguarao, Cidadania, 2,8%; Milton Cardoso, 2,8%.

CLIQUE AQUI para examinar a pesquisa.

Fiergs quer ação do governo para evitar tarifaço chinês de 67% sobre a carne exportada pelo Brasil

 A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul, Fiergs, protestou, ontem, diante da inação do governo federal diante das sobretaxas impostas pelo governo da ditadura comunista da China sobre a carne brasileira, afetando diretamente os interesses do Estado. A Fiergs quer que o governo entre em ação de diálogo.

Diz  Fiergs:

- A Fiergs manifesta preocupação com a iminente aplicação de tarifas adicionais pela China sobre as importações de carne bovina brasileira, em razão do esgotamento da cota anual destinada ao Brasil. Na prática, o limite de exportações já se encontra comprometido pelos embarques realizados e em trânsito, o que poderá elevar a tributação para 67% sobre os volumes excedentes. A medida reduz a competitividade da carne bovina brasileira, cria incertezas para a indústria frigorífica e poderá afetar diretamente a cadeia produtiva gaúcha, exigindo o redirecionamento de parte da produção para outros mercados em um cenário internacional cada vez mais competitivo.

Em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mundo. A China foi o principal destino das exportações gaúchas do setor, respondendo por 41,9% do total embarcado. 

Saiba por que o ex-líder de Lula, senador Jaques Wagner, terá que falar o que sabe na Polícia Federal

A Polícia Federal agendou para 7 de agosto o depoimento do senador Jaques Wagner no âmbito das investigações sobre o Banco Master. Os advogados querem que ele se cale.

Wagner, PT, foi líder do governo Lula até ser denunciado publicamente pela mídia.

O senador  foi alvo da 9ª fase da operação, deflagrada em junho, que apura supostas irregularidades ligadas ao Banco Master.

Relações íntimas e benefícios indevidos - Os investigadores apontam que o senador teria recebido vantagens indevidas, como uso de aeronaves do grupo de Daniel Vorcaro, ingressos para shows da Taylor Swift que Jaques ama e negociação de um apartamento em Salvador avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões. A PF suspeita que o imóvel tenha sido adquirido por Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, com apoio de intermediários, para beneficiar Wagner.Também é investigada a possível atuação do senador em favor dos interesses da instituição financeira no Congresso Nacional. O senador nega irregularidades. Ele afirma que buscou comprar temporariamente o apartamento, com a intenção de recomprá-lo depois para sua filha. Em março, foi revelado que a empresa da esposa do enteado de Wagner firmou contrato de R$ 12 milhões com uma instituição financeira ligada a Daniel Vorcaro.