Artigo, especial, Marcus Vinicius gravina - Tiros de Guerra
Marcus Vinicius Gravina é advogado, RS
OAB-RS 4.949
A declaração do Ministro da Defesa está sujeita à responder por "Crime de Responsabilidade".
Referindo-se ao nosso país disse que "poderíamos abrir o portão porque o Brasil não teria condições militares para enfrentar os invasores."
Defesa de um país é assunto sério e reservado.
O ministro da Defesa, Múcio Monteiro, do alto escalão do governo Lula, deve ser lembrado que o seu presidente desarmou os cidadãos brasileiros.
Impôs severa penalidade a quem tenha arma em casa para defesa pessoal e da família.
A população das vastas fronteiras do Brasil deveria ser, por lei, preparada para servir de força auxiliar do Exército na primeira resistência de movimentos às invasões e foram anuladas.
Em alguns paises os reservistas e cidadãos comuns possuem armamento pesado em suas casas.
Muitos não sabem que o chamado "Tiro de Guerra" ainda existe e alguns foram fechados.
A origem histórica dos TGs no Brasil foi mantida no nosso Estado, embora a maioria deles esteja fechado.
O Lula, numa das suas bravatas diárias, declarou que irá rearmar as FFAA para proteger a soberania do país.
Armamentos de altos valores deixarão uma boa margem ao tráfico de influência na compra. Propina.
Os chineses serão os maiores beneficiados, pois os EUA, certamente, não serão fornecedores.
No momento é um estratégico pretexto para comprometer o arçamento, já combalido.
Quando o Lula perder o poder que exerce sobre o povo, calado pelo "seu" STF, precisará das Forças Armadas para continuar dominando o povo e o subserviente Congresso Nacional.
Devolvam as armas tomadas dos brasileiros. Reativem os Tiros de Guerra.
Sejam coerentes quando falarem em soberania Nacional num país que afirma em sua Constituição Federal; "que todo o poder emana do povo."