Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - A Globo vs. Princípio de Ética

Esperei que o Jornal Nacional, de ontem - em cima dos fatos - apresentasse o discurso do Javier Milei na convenção do sen. Flávio Bolsonaro. 


Pois não aconteceu e eu deveria estar preparado para isto.


A TV Globo esqueceu que deve prevalecer o lado da notícia, venha de onde vier.


Foram omitidas ou escondidas, de forma parcial e ativista, as extraordinárias cenas protagonizadas pelo  presidente argentino. 


Houve um silêncio seletivo que dá mostras do que virá durante a campanha eleitoral.


O Congresso Nacional, a quem cabe a renovação ou prorrogação dos  contratos de concessão do serviço de TV, precisa ficar atento a estes fatos.


Há um dever de informar e o de imparcialidade.


A Federação Nacional de Jornalismo (FENAJ) estabeleceu como Princípio de Ética: " A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários".


Pensem nisto!

Artigo - Saiba como não perder o controle da sua vida

Este texto é uma corrente de internet de autoria desconhecida e não foi escrito por nenhum oncologista brasileiro específico, como esclarecido em análises de checagem de fatos.

Um oncologista brasileiro disse:

1. A meia-idade começa aos 50 e termina aos 70.

2. A idade dourada começa aos 70 e termina aos 80.

3. A velhice começa aos 80 e termina aos 90.

4. A longevidade começa aos 90 e termina com a morte.

5. O principal problema para uma pessoa idosa é a solidão. Os cônjuges geralmente não morrem juntos; um deles parte primeiro. Em algum momento, a viúva ou o viúvo se torna um fardo para a família. Por isso, é tão importante não perder o contato com os amigos, encontrar-se e se comunicar frequentemente, para não ser um fardo para os filhos e netos, que provavelmente nunca lhe dirão isso.

Minha recomendação pessoal é não perder o controle da sua vida. Isso significa decidir quando e com quem sair, o que comer, como se vestir, para quem ligar, a que horas ir para a cama, o que ler, como se divertir, o que comprar, onde morar e assim por diante. Porque se você não consegue fazer todas essas coisas livremente e por conta própria, você se tornará uma pessoa insuportável e um fardo para os outros.

William Shakespeare disse: "Estou sempre feliz! Sabe por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar é sempre uma agonia. Os problemas não são eternos; eles sempre têm uma solução. Acreditamos que somos os culpados pelos nossos problemas. A única coisa para a qual não há cura é a morte.

Antes de reagir... respire fundo;

Antes de falar... escute;

Antes de criticar... observe-se;

Antes de escrever... pense com cuidado;

Antes de atacar... renda-se;

Antes de morrer... viva a vida mais bela que puder!

O melhor relacionamento não é com a pessoa perfeita, mas com alguém que aprendeu algo e quer continuar aprendendo a viver da maneira mais interessante e bela possível. Observe as falhas dos outros... mas também admire e elogie suas virtudes.

Se você quer ser feliz, precisa fazer alguém feliz.

Se você deseja algo, primeiro precisa dar algo de si mesmo.

Cerque-se de pessoas boas, gentis e interessantes e torne-se uma delas. Mesmo quando as coisas estiverem difíceis, mesmo com lágrimas nos olhos, levante-se e diga com um Sorria: "Está tudo bem, porque somos o produto de um processo evolutivo."


Artigo, Renato Sant'Ana - Ambiguidade médica

Renato Sant'Ana é advogado, psicólogo e escritor.

Pode ser punido um médico que, em redes sociais, fez legítima crítica ao secretário de saúde do município que lhe parece negligente?

O mal é mais insidioso e mais destrutivo quando, ocultando intenções, engana os nossos sentidos. E uma forma recorrente é evocar causas justas para produzir fins injustos - espécie de armadilha cognitiva.

O SIMERS, Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, tem uma propaganda na rádio que diz assim: "O SIMERS é contra a violência digital! Denuncie sempre nos nossos canais!". Passados alguns dias com a propaganda no ar, um novo texto apareceu acrescentando: "violência digital é crime! Denuncie!".

Parece benigno. Mas não é. Ora, ninguém aqui é a favor de qualquer tipo de violência. A questão é o que se esconde nas entrelinhas, driblando a reflexão crítica de quem recebe a mensagem e infundindo crenças.

Para interpretar as entrelinhas do que está sendo propagado, vejam-se três pontos que qualquer cidadão alfabetizado pode compreender.

1. O que é crime? Só é crime a conduta descrita no CP (Código Penal). Um exemplo tolo: se cuspir na rua fosse previsto no CP como conduta a ser punida, seria crime. (A falta de etiqueta pode ser reprovável, mas não é crime.) Mas ameaça é crime previsto no art. 147 do CP. Sem esse artigo, não se puniria essa conduta. Eis o que diz o CP: "Art. 1º Não há crime sem lei anterior que o defina."

2. No jargão jurídico, cada conduta prevista no CP chama-se tipo penal. Exemplos: furto (art. 155), roubo (art. 157) e rixa (art. 137).

3. Há tipos penais abertos e tipos penais fechados. O "homicídio" é um tipo penal fechado, porque descreve com precisão a conduta: "Art. 121 - Matar alguém". Ninguém dirá: "na minha opinião houve homicídio". sem cadáver e não sendo a morte praticada por outra pessoa, homicídio não há. A conclusão é objetiva, não subjetiva.

Ora, não há no CP o tipo penal "violência digital" de que o SIMERS fala. O código até prevê "cyberbullying" (com essa grafia e com uma redação precária acrescida pela Lei 14.811 de 2024), um tipo penal aberto, sem a descrição exata de uma conduta, dando azo a interpretações subjetivas. Porém, o que o SIMERS está aventando é um tipo penal ainda mais amorfo: "violência digital". Se vira lei, um juiz pode achar que uma crítica em redes sociais, da qual ele discorda, é violência digital, ao passo que outro juiz pode entender que não é. A vagueza do tipo penal aberto dá margem a que cada um julgue conforme a própria subjetividade e que a lei seja mero pretexto para a decisão.

A questão precisa ser pensada em abstrato. Examiná-la com a mente focada em casos concretos impede que se percebam os seus amplos efeitos. (Toda lei deve ser concebida em abstrato.) Autorizar a tarefa de dar opinião sobre a situação apresentada (função diferente de examinar se a conduta se enquadra no tipo penal) abre a porta para que se julgue a pessoa e não a conduta. E o julgamento de eventuais críticas em redes sociais em base a um tipo penal tão vago como "violência digital" poderá acabar condicionado pela antipatia ou simpatia que se tenha pelo acusado.

A propaganda diz: "Já imaginou salvar vidas e, ainda, ser desrespeitado? Infelizmente, esta é a realidade para muitos médicos! Todos os dias, profissionais são atacados em comentários e conteúdos nas redes sociais. Uma violência que traz sérias consequências para quem está, justamente, ao lado da população."  É tocante! Mas é um argumento que apela à emoção e atenua a capacidade crítica do ouvinte para ganhar sua adesão.

O texto do SIMERS sugere uma causa justa: repelir a indevida hostilidade contra médicos em redes sociais. O proposto, porém, cola para quem não pensa em abstrato e ignora a questão que abre esta coluna. Médicos podem ser, como qualquer pessoa, alvos de falácia facilitada por tipos penais abertos e maleáveis, como seria a tipificação de "violência digital".

Dois acréscimos. Não se está dizendo que o SIMERS está propondo uma lei. E é provável que os médicos que o dirigem nem tenham dado pela coisa: pode ser arbítrio dos marqueteiros contratados para a propaganda.

Na profusão de sindicatos do Brasil, o SIMERS, até onde percebo, sempre foi uma exceção ao não se curvar às pautas extremistas da esquerda, mas ater-se a defender a categoria médica, o que é a mais legítima função de um sindicato. Fato é que, agora, está contribuindo para um ambiente propício a que um novo tipo penal - nada democrático - apareça em nosso ordenamento jurídico.

Por fim, que crimes podem ser cometidos em "comentários e conteúdos nas redes sociais"? São três: calúnia, difamação e injúria, todos previstos no CP., ou seja, não faz falta tipificar "violência digital". A quem pode convir, senão ao autoritarismo, um tipo penal mais que aberto: líquido?

"De bem-intencionados o inferno está cheio", diz o refrão. Médicos são hostilizados em redes sociais. O SIMERS quer defendê-los. Mas ataca o mal, ao que parece, ministrando um remédio que mata o paciente.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

E-mail: releituras21@gmail.com

Dia dos Avós: 5 atitudes que ajudam a envelhecer com autonomia e aproveitar mais tempo com os netos

A chegada dos netos costuma ser um incentivo para cuidar melhor da própria saúde. Mais do que aumentar a expectativa de vida, o desafio é chegar à terceira idade com autonomia para se fazer o que gosta e participar ativamente da vida familiar. Por isso, para comemorar o Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, a Prati-Donaduzzi conversou com o geriatra Marcos Quirino e reuniu dicas para aliar longevidade e bem-estar.

 Segundo o médico, o conceito de envelhecimento saudável mudou e deixou de ser apenas um idoso que não tem doenças. “É aquele que cuida da saúde, mantém suas condições sob controle e preserva a capacidade de viver com autonomia. O envelhecimento é como uma poupança. Tudo aquilo que você investe em saúde física, mental e prevenção ao longo dos anos será refletido na velhice", reflete.

 Esse investimento também inclui o diagnóstico precoce e o tratamento adequado de doenças crônicas e neurológicas, que podem comprometer a independência. Confira cinco cuidados elencados pelo especialista para reduzir o risco de limitações futuras e permitir que o idoso continue ativo e presente nos momentos mais importantes da vida.

 1. Mantenha as doenças crônicas sob controle

 Hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas estão entre as principais causas de perda da capacidade funcional quando não são acompanhadas de perto. Além de aumentar o risco de complicações como infarto e AVC, essas doenças podem comprometer a mobilidade, a cognição e a independência.

 "Controlar essas condições reduz o risco de complicações e permite que o idoso mantenha sua autonomia por mais tempo. O tratamento adequado ajuda a preservar a qualidade de vida e evita limitações que poderiam ser prevenidas”, destaca o médico.

 Nesse contexto, a Prati-Donaduzzi possui um portfólio de medicamentos voltado ao tratamento de doenças do Sistema Nervoso Central (SNC), além de hipertensão e diabetes, reforçando a importância do acesso à terapia medicamentosa para preservar a capacidade funcional e a qualidade de vida na terceira idade.

 2. Cuide também da saúde mental

 Envelhecer de forma saudável também significa cuidar da saúde emocional e do cérebro. O médico alerta que depressão, ansiedade e doenças neurodegenerativas podem favorecer o isolamento social, reduzir a disposição e acelerar a perda da autonomia quando não recebem atenção.

 "Muitos idosos deixam de sair de casa, praticar atividades físicas e até abandonam tratamentos por causa da depressão. Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, melhores são os resultados”, explica.

 3. Preserve a força muscular

 A perda de massa muscular faz parte do envelhecimento, mas pode ser retardada. Exercícios de fortalecimento, caminhadas e outras atividades orientadas ajudam a melhorar o equilíbrio, prevenir quedas e facilitar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, carregar compras ou brincar com os netos.

 "Nunca é tarde para começar. Tenho pacientes que iniciaram atividade física após os 70 anos e conquistaram ganhos importantes de força, equilíbrio e qualidade de vida", conta o médico.

 4. Não abandone as consultas nem os medicamentos

 Muitas doenças evoluem de forma silenciosa e só apresentam sintomas quando já provocaram complicações. Por isso, manter as consultas em dia, realizar exames periódicos e seguir corretamente o tratamento indicado é essencial para preservar a saúde ao longo dos anos.

 "O medicamento, quando indicado, faz parte de um conjunto de cuidados que inclui alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento médico. A adesão ao tratamento é um dos fatores que mais contribuem para preservar a capacidade funcional", afirma Marcos Quirino. 

 5. A participação da família  

 A autonomia também depende da saúde emocional. Caminhadas, passeios, viagens, brincadeiras com os netos e momentos de convivência ajudam a combater o isolamento, estimulam a memória e contribuem para uma vida mais ativa. 

 "A família faz toda a diferença. Quando filhos e netos participam desse processo, o idoso costuma aderir melhor aos tratamentos, manter hábitos mais saudáveis e preservar a independência por mais tempo", finaliza.

Sobre a Prati-Donaduzzi 

 A Prati-Donaduzzi é uma indústria farmacêutica brasileira com atuação nacional, dedicada ao desenvolvimento, produção e comercialização de medicamentos. Com forte presença no mercado e foco em inovação e excelência operacional, a empresa mantém o compromisso de promover saúde e bem-estar, aliando crescimento econômico, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. 


Governo libera tratamento dentário para adultos e pode pagar até 100% dos procedimentos

 O atendimento odontológico gratuito para adultos existe no Brasil por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura integral (até 100% gratuita) pelo programa Brasil Sorridente, cobrindo procedimentos básicos e especializados, mas não se trata de uma "liberação" recente de um auxílio privado ou novo bônus em dinheiro. Qualquer cidadão tem direito universal ao atendimento público de saúde bucal sem pagar nada.O que o SUS oferece de graçaConsultas e prevenção: Limpeza, aplicação de flúor e remoção de tártaro.Tratamentos básicos: Restaurações (obturações) e extrações de dentes (incluindo sisos).Procedimentos complexos: Tratamento de canal (endodontia) e cirurgias orais menores nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs).Próteses dentárias: Entrega de dentaduras (próteses totais) e pontes (próteses parciais removíveis).O que não está incluído na cobertura públicaEstética: Clareamento dental e lentes de contato ou facetas de porcelana.Ortodontia: Aparelhos fixos ou móveis tradicionais para correção estética de posição não são padrão na maioria da rede básica.Implantes: Implantes osseointegrados possuem restrições severas e oferta muito limitada em comparação à rede particular.Como conseguir atendimentoVá até a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Posto de Saúde mais próximo da sua casa.Leve seu documento de identidade (RG), CPF e o Cartão do SUS.Faça a triagem inicial com o dentista do posto, que fará os procedimentos básicos ou o encaminhamento para um Centro de Especialidades Odontológicas caso precise de canal ou prótese.