Artigo, especial - Marcus Vinicius Gravina - General Basura

- O autor é advogadoe escritor, RS

Estamos em uma guerra intestina declarada: “Schlacht Bank Master”, de 129 milhões de disparos, ainda sem efeitos visíveis se atingirão o alvo.

O campo de batalha é Brasília, Praça dos Três Poderes, onde um deles se sobrepõe os outros por dispor de arma de Decisão Monocrática de efeito arrasador.

Um pretenso general do STF criou a sua Divisão Panzer e avançou, impiedosamente, contra a família Bolsonaro.

O propósito dissimulado é o de desviar os olhares e a atenção do povo e da imprensa, da torpeza dos seus atos desumanos, sem falar das inconstitucionalidades cometidas.

Enquanto se mantém no ataque ele é poupado de responder denúncias gravíssimas, que o levariam a responder por crime de responsabilidade e impeachment. 

Deve estar lendo livros sobre as façanhas de guerra do Gen. Rommel e suas táticas no deserto, que o transformaram em uma lenda, no comando da Afrika Korps, norte da África (1941-43)

O general alemão tornou-se conhecido como “Raposa do Deserto”.

Como será lembrado o nosso indômito general ?

O Javier Milei  logo teria a resposta: “Kayser da Basura” (imperador do lixo).

Caxias do Sul, 30.07.2926

Marcopolo

 Pela primeira vez na história da feira, uma fabricante contará com um espaço dedicado à exposição e comercialização de ônibus zero-quilômetro disponíveis para entrega imediata, com mais de 20 veículos prontos para aquisição, disponíveis fisicamente na feira, e mais 107 disponíveis na fábrica

É uma das principais novidades da Marcopolo para a Lat.Bus 2026.

Trata-se do programa Pronta Entrega.

 Criado em 2018 como uma nova abordagem de atendimento ao mercado, o Pronta Entrega responde a uma demanda concreta por agilidade, previsibilidade e redução do tempo entre a decisão de compra e a entrada do veículo em operação. Desde sua implementação, o programa já viabilizou a entrega de mais de 1.300 ônibus em todo o País

Tradicionalmente, a aquisição de um ônibus envolve prazos de entrega que podem variar entre 60 e 120 dias. 

“O Pronta-Entrega representa uma mudança concreta na forma como o mercado brasileiro adquire ônibus. Muitos clientes enfrentam situações em que a agilidade é determinante para o negócio. O programa foi estruturado para reduzir significativamente o tempo entre a decisão de compra e o início da operação, oferecendo disponibilidade previsibilidade e rapidez”, afirma Alexandre Cervelin, gerente comercial Mercado Interno da Marcopolo.

 Com a retomada do setor de transporte rodoviário no período pós pandemia, essa necessidade tornou se ainda mais evidente. Entre 2021 e 2025, o volume de ônibus comercializados no formato de pronta entrega cresceu quase 140%, passando de 124 unidades para cerca de 300 por ano, movimento que reforçou a estratégia da Marcopolo de ampliar o programa e levá lo, de forma inédita, para o ambiente da Lat.Bus.

 Escala e protagonismo comercial

 A edição de 2026 da Lat.Bus marcará a maior participação do Pronta-Entrega desde sua criação. A presença de mais com mais de 20 veículos prontos para aquisição, disponíveis fisicamente na feira, e mais de 107 disponíveis na fábrica, a escala alcançada pela iniciativa e reforça a capacidade da Marcopolo de atender demandas urgentes em diferentes segmentos e aplicações.

 “Levar o Pronta-Entrega para a Lat.Bus pela primeira vez é uma forma de aproximar ainda mais clientes, parceiros comerciais, montadoras e concessionárias dessa experiência. Além de conhecer os veículos expostos, os operadores poderão negociar unidades disponíveis para entrega imediata durante a própria feira. Isso demonstra a maturidade alcançada pelo programa, a força da nossa rede comercial e a capacidade da Marcopolo de atender com agilidade às diferentes demandas do mercado”, complementa Alexandre Cervelin, gerente comercial Mercado Interno da Marcopolo.

 Um novo padrão de relacionamento com o mercado

 Nos últimos dois anos, a Marcopolo intensificou a atuação do Pronta-Entrega em todo o Brasil, com a realização de cerca de 20 ações e eventos de relacionamento, fortalecendo parcerias e ampliando a capilaridade do programa.

 Com sua estreia na Lat.Bus 2026, o Pronta-Entrega consolida-se como uma plataforma de negócios que conecta fabricante, montadoras de chassis, concessionárias e operadores em um modelo voltado à disponibilidade imediata de veículos e à geração de oportunidades comerciais. A iniciativa reforça a capacidade da Marcopolo de transformar escala produtiva, presença nacional e relacionamento com o mercado em soluções alinhadas às necessidades dos clientes.

 Sobre a Marcopolo

Fundada há 77 anos em Caxias do Sul (RS), a Marcopolo é líder na fabricação de carrocerias de ônibus no Brasil e está entre as maiores fabricantes do mundo. Comprometida com o futuro da mobilidade, a empresa investe continuamente em tecnologia, design e inovação, desenvolvendo soluções que contribuem para o avanço do transporte coletivo de passageiros. Com fábricas nos cinco continentes, seus veículos circulam em mais de 140 países. 

 

Juliana e Zucco polarizam eleição marcada por elevado número de indecisos

Juliana e Zucco polarizam eleição marcada por elevado número de indecisos; desgaste do governo estadual é desafio para Gabriel

Carlos Eduardo Bellini Borenstein

Cientista político da Arko Advice

Email: carloseduardo@arkoadvice.com.br

A pesquisa divulgada hoje (30) pela Genial/Quaest no Rio Grande do Sul mostra um quadro de polarização inicial entre a ex-deputada Juliana Brizola (PDT) e o deputado federal Luciano Zucco (PL). No cenário estimulado de primeiro turno, Juliana (24%) e Zucco (22%) concentram 46% das intenções de voto. O vice-governador Gabriel Souza (MDB) figura com 6% das preferências. O ex-prefeito de Guaíba Marcelo Maranata (PSDB) soma 3%.

Apesar desse cenário, é importante observar que o voto está pouco consolidado no Estado. Na menção espontânea, por exemplo, o percentual de indecisos atinge 83%. Ou seja, oito entre dez eleitores gaúchos não sabem afirmam espontaneamente em quem votariam para governador (a). Mesmo no cenário estimulado, com a apresentação das candidaturas, os indecisos são 31%, percentual superior às intenções de voto de Juliana ou Zucco. 

Outro aspecto a ser observado – e que também indica uma intenção de voto ainda volátil – é que 62% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de candidato (a). Apenas 34% dizem que sua decisão de voto é definitiva. 

Nas simulações de segundo turno, Juliana Brizola (35%) aparece numericamente à frente de Luciano Zucco (31%). No entanto, o quadro é de empate técnico em função da margem de erro da pesquisa – três pontos percentuais para mais ou para menos. 

Nas demais simulações, Juliana vence Gabriel (35% a 20%). Zucco, por sua vez, também supera o vice-governador (32% a 20%). Nas três simulações, é elevado o percentual de eleitores que declara voto em branco/nulo ou está indeciso, variando de 34% a 48%. 

No segundo turno mais provável hoje – Juliana x Zucco – joga a favor da candidata do PDT o fato dela ter mais intenção de voto que Zucco entre os eleitores independentes (35% a 16%). Juliana é a preferida entre os lulistas (68%) e a esquerda não lulista (68%). Zucco, por sua vez, concentra seu voto majoritariamente entre os bolsonaristas (66%) e a direita não bolsonarista (61%). Em relação à pesquisa de abril, Juliana ficou estável em 35%, enquanto Zucco cresceu quatro pontos (27% para 31%).

Nas simulações de segundo turno, também chama atenção as dificuldades de Gabriel Souza. Nem mesmo a posição estratégica de representar o centro, e potencialmente ter maiores possibilidades de atrair o voto de esquerda se enfrentar Zucco, ou de direita se tiver Juliana como adversária, ajudam o vice-governador. 

É possível que isso tenha relação com o desgaste vivido pelo governo Eduardo Leite (PSD) após oito anos de gestão. Apesar da aprovação de Leite (48%) superar matematicamente a desaprovação (42%), a maioria dos gaúchos entende que o governador não merece fazer o sucessor (51%). Outros 38% acreditam que Leite deve eleger o próximo governador.

Esse desgaste pode ter relação com as enchentes, apontada por 34% dos entrevistados como o principal problema do Rio Grande do Sul. Na pesquisa Quaest de abril, a enchente era mencionada por apenas 18% como o maior problema do Estado. 

Apesar dos obstáculos, Gabriel Souza é um candidato ainda muito desconhecido (73%) quando comparado a Juliana Brizola (34%) e Luciano Zucco (55%). A rejeição de Gabriel (15%) também é menor que a de seus principais adversários: Juliana (33%) e Zucco (2%).

O fato de Gabriel ser mais desconhecido e ter menor rejeição indica um potencial de crescimento. No entanto, existe o desgaste do governo Leite após oito anos, o que pode impor barreiras ao vice-governador. 

Juliana e Zucco têm desafios de outra ordem. Juliana necessita atrair parte do centro. Não por acaso, a candidata do PDT tem adotado uma campanha que explora questões relacionadas ao tradicionalismo gaúcho, buscando amenizar o impacto do antipetismo. No entanto, até mesmo nas simulações de primeiro e segundo turnos, sua intenção de voto é similar ao teto da esquerda, que varia de 30% a 35%.  Zucco, por sua vez, tem buscado falar para além do bolsonarismo, focando sua campanha na construção de uma agenda para o Rio Grande do Sul. Assim como Juliana, a preferência por Zucco está concentrada no teto da direita, que também varia de 30% a 35%.


Dica do editor - Eis as razões do sucesso ou do fracasso de um relacionamento

Segundo o pesquisador John Gottman em The Washington Post de hoje,  o sucesso ou o fracasso de um relacionamento depende da forma como o casal lida com as pequenas tentativas diárias de conexão (conhecidas como bids) e da ausência de padrões tóxicos de comunicação. 

Os Pequenos Gestos e a Conexão de atenção: Um suspiro, um comentário sobre o clima ou um pedido de ajuda são micro-interações que pedem uma resposta do outro. 

Ignorar o outro: Casais que fracassam ignoram ou rejeitam esses chamados com frequência, gerando um vazio e um ressentimento que se acumulam com o tempo.

John Gottman identificou quatro hábitos destrutivos que levam uma relação ao fim: 

Atacar a personalidade do parceiro em vez de reclamar de um ato específico.
Desprezo: Usar deboche, ironia ou olhar de superioridade (o pior de todos).
Defensividade: Rejeitar a culpa e se fazer de vítima na discussão.
Bloqueio emocional: Fechar-se e parar de responder ao outro durante o conflito. 

Dica do editor - Eis trocas para reduzir, na cozinha, o contato diário com o plástico

Reduzir o contato dos alimentos com o plástico no dia a dia é uma forma eficaz de diminuir a ingestão de microplásticos, conta o jornal The Washington Post desta quinta-feira. 

Leia o resumo:

As trocas essenciais incluem substituir potes plásticos por vidro, trocar tábuas de corte de plástico por madeira e eliminar garrafas de água descartáveis.

Recipientes plásticos:Trocar recipientes plásticos de armazenamento por potes de vidro ou aço inoxidável, evitando que o material se degrade com o tempo ou ao contato com alimentos ácidos. 

Tábuas de madeira: Substituir as superfícies de corte sintéticas por madeira ou bambu, já que o uso de facas em tábuas plásticas solta micropartículas direto na comida.

Utensílios de cozinha: Trocar espátulas e colheres de plástico ou silicone de baixa qualidade por equivalentes de madeira ou metal, prevenindo a liberação de detritos em altas temperaturas.

Hábitos de Consumo e Bebidas. Água filtrada: Abandonar o uso constante de garrafas plásticas de uso único e adotar garrafas de inox ou vidro reutilizáveis abastecidas por um bom filtro doméstico. 

Chá a granel: Evitar saquinhos de chá comerciais (que frequentemente contêm plástico em sua composição estrutural) e optar por infusores de metal com ervas soltas. EWG +1Lavar o arroz: Adotar o hábito de enxaguar bem os grãos antes do cozimento, um processo simples que ajuda a diminuir resíduos aderidos aos alimentos.