Manifesto


À SOCIEDADE E AOS CIDADÃOS,
As associações das carreiras da Magistratura e do Ministério Público, as associações e sindicatos dos Delegados das Polícias Federal e Civil, e dos Auditores Fiscais nacionais, estadual e do município de São Paulo, todos agentes responsáveis pelo Sistema de Justiça e de Segurança Pública, vêm a público ALERTAR A SOCIEDADE BRASILEIRA e externar o seu REPÚDIO ao Projeto de Lei nº 7.596/2017, encaminhado à sanção Presidencial.
A aprovação do texto no plenário da Câmara, por meio de votação simbólica e após requerimento de urgência, configura um claro desrespeito não apenas ao debate democrático, mas também ao diálogo com a comunidade jurídica, que se propõe a sanar os equívocos contidos na nova proposta de legislação, como os tipos penais vagos e ambíguos.
Apoiamos todas as inciativas que proporcionem o aprimoramento e a modernização da legislação, desde que assegurem os direitos humanos e fundamentais. Infelizmente, esta não é a hipótese do Projeto de Lei nº 7.596/2017, equivocadamente intitulado “Abuso de Autoridade”.
Um vez sancionado, o Projeto de Lei nº 7.596/2017 caminhará na contramão do que vem sendo feito no combate à criminalidade, contrariando a escolha feita pelo povo brasileiro nas últimas eleições.
Criará, ainda, um ambiente fértil para injustiças, perseguições, desigualdades, inseguranças e impunidades ao criminalizar atos inerentes e indispensáveis ao exercício das funções dos integrantes das carreiras de Estado que fiscalizam, investigam, oferecem denúncias e julgam.
Por via transversa, favorecerá os interesses de corruptos, de organizações criminosas e de outros delinquentes.
A legislação brasileira já possui dispositivos de combate ao abuso de autoridade e a sociedade precisa saber da eficiência das Corregedorias de todo o país que atuam na apuração de eventuais excessos dos agentes públicos. O mais, é inconformismo a ser manifestado por meio da via recursal, que amplamente está prevista na legislação.
Testemunhamos, nos últimos tempos, significativos resultados no combate à corrupção e aos crimes de colarinho branco por todo o Brasil, os quais moldaram a esperança em um país melhor.
Para que continuemos avançando, os agentes dos sistemas de Justiça e de segurança precisam ter suas funções garantidas, o que é possível apenas com amplo respaldo do Estado e da sociedade.
Portanto, em nome da segurança jurídica e da democracia, reforçamos o pedido de veto ao PL 7596/17 ao presidente da República, Jair Bolsonaro.
São Paulo, 22 de agosto de 2019
AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros)
Apamagis (Associação Paulista de Magistrados)
Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil)
Ajufesp (Associação de Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul)
Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho)
Amatra-2 (Associação dos Magistrados de Justiça do Trabalho da 2ª Região)
Amatra XV (Associação dos Magistrados de Justiça do Trabalho da 15ª Região)
Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público)
ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República)
ANPT (Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho)
ANMPM (Associação Nacional do Ministério Público Militar)
APMP (Associação Paulista do Ministério Público)
ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal)
SINDPF-SP (Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Estado de São Paulo)
ADPESP (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo)
SINDPESP (Sindicato dos delegados de Polícia do Estado de São Paulo)
Unafisco Nacional (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil)
AFRESP (Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo)
SINDAF-SP (Sindicato dos Auditores-Fiscais Tributários do Município de São Paulo)

Hospital Moinhos de Vento promove simpósio e workshop de aleitamento materno


Atividade integra a programação do Agosto Dourado, que celebra a amamentação
       
      Dentro da programação do Agosto Dourado, mês voltado à conscientização sobre os benefícios do aleitamento materno, o Hospital Moinhos de Vento promove duas iniciativas na próxima sexta-feira (23).
      A segunda edição do workshop sobre o tema ocorre a partir das 15h, no Anfiteatro Schwester Sturm, na própria instituição. Gratuita e aberta ao público, a atividade contará com uma palestra do Dr. Yechiel Moisés, do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A consultora de amamentação Riciane Osório também integra a programação.
       Na mesma tarde, com início previsto para as 17h, ocorre o primeiro Simpósio Materno-Infantil. Uma mesa redonda será espaço para troca de experiências e cases de sucesso. As inscrições para o evento já estão encerradas.
     
       Programação:

II Workshop de Aleitamento Materno
15h - Abertura do Simpósio com Coordenadora da área Materno-Infantil Enfª Andréia Amorim
15h10- Participação da Superintendência - Fala de boas vindas
15:15 - Abertura de mesa- Dr. Roberto Issler 
15:25 - Palestra com Dr. Yechiel Moisés
16:30 - Palestra: Enfª Consultora Internacional de Amamentação: Riciane Osório

17h- Coffee break
I Simpósio Materno-Infantil
17:15 - Abertura de mesa- Dra. Desiree
17:25 - Cases de Sucessos (10 min cada)
1º case: Enfª Ediane de Souza Nunes 
2° case: Psicóloga Marcela Goulart 
3° case: Enfª Myrcea Dellalibera
4° case: Enfª Fernanda Ziegler 
5° case: Enfª. Camila Espinosa (18:10- 18:20)
18:30- Encerramento - Enfª Andréia Amorim - Coordenadora da Área Materno-Infantil 

MP da Liberdade Econômica


Estes pontos foram elencados pelo site G1 de hoje. O texto completo é do próprio site.

Carteira de trabalho eletrônica

A MP prevê que as carteiras de trabalho serão emitidas pelo Ministério da Economia "preferencialmente em meio eletrônico" – a impressão em papel será exceção. O documento terá como identificação única do empregado o número do CPF;
Os empregadores terão cinco dias úteis, a partir da admissão do trabalhador, para fazer as anotações; o trabalhador deverá ter acesso às informações em até 48 horas, contadas a partir da inscrição das informações.
Registro de ponto

A proposta determina que serão obrigatórios os registros de entrada e de saída no trabalho somente em empresas com mais de 20 funcionários. Atualmente, a anotação é obrigatória para empresas com mais de 10 trabalhadores.
Fim de alvará para atividades de baixo risco

A MP prevê o fim do alvará para quem exerce atividade de baixo risco (costureiras e sapateiros, por exemplo). A definição das atividades de baixo risco será estabelecida em um ato do Poder Executivo, caso não haja regras estaduais, distritais ou municipais sobre o tema.
Substituição do e-Social

O Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, que unifica o envio de dados sobre trabalhadores, será substituído por um sistema de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas.

'Abuso regulatório'

A proposta cria a figura do "abuso regulatório", infração cometida pela administração pública quando editar norma que "afete ou possa afetar a exploração da atividade econômica". O texto estabelece as situações que poderão ser enquadradas como "abuso regulatório" e determina que normas ou atos administrativos estarão inválidos:

criar reservas de mercado para favorecer um grupo econômico em prejuízo de concorrentes;
redigir normas que impeçam a entrada de novos competidores nacionais ou estrangeiros no mercado;
exigir especificação técnica desnecessária para o objetivo da atividade econômica;
criar demanda artificial ou compulsória de produto, serviço ou atividade profissional, "inclusive de uso de cartórios, registros ou cadastros";
colocar limites à livre formação de sociedades empresariais ou atividades econômicas não proibidas em lei federal.
Desconsideração da personalidade jurídica

A desconsideração da personalidade jurídica é um mecanismo estabelecido no Código Civil de 2002 que permite que sócios e proprietários de um negócio sejam responsabilizados pelas dívidas da empresa. A desconsideração é aplicada em processo judicial, por um juiz, a pedido de um credor ou do Ministério Público. A proposta altera as regras para a desconsideração da personalidade jurídica, detalhando o que é desvio de finalidade e confusão patrimonial.
Negócios jurídicos

O texto também muda o trecho do Código Civil que trata dos negócios jurídicos – acordos celebrados entre partes, com um objetivo determinado, com consequências jurídicas. A proposta inclui um dispositivo no Código Civil que prevê que as partes de um negócio poderão pactuar regras de interpretação das regras oficializadas no acordo, mesmo que diferentes das previstas em lei.
Documentos públicos digitais

A proposta altera a lei sobre a digitalização de documentos, autorizando a digitalização a alcançar também documentos públicos. Segundo a proposta, os documentos digitais terão o mesmo valor probatório do documento original.
Registros públicos

A MP prevê que registros públicos, realizados em cartório, podem ser escriturados, publicados e conservados em meio eletrônico. Entre os registros que podem atender às novas regras estão o registro civil de pessoas naturais; o de constituição de pessoas jurídicas; e o registro de imóveis.

Comitê para súmulas tributárias

A MP cria um comitê formado por integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, da Receita Federal, do Ministério da Economia e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O grupo poderá editar súmulas da Administração Tributária Federal, que passarão a vincular os atos normativos praticados pelas entidades.
Fundos de investimento

A proposta cria uma série de regras para os fundos de investimento, definidos como "comunhão de recursos" destinados à aplicação em ativos financeiros e bens. A proposta estabelece as regras de registro dos fundos na Comissão de Valores Imobiliários, as informações que deverão constar nos regulamentos dos fundos e as regras para solicitar a insolvência.
Fim do Fundo Soberano

O texto determina que será extinto o Fundo Soberano, vinculado ao Ministério da Economia.
Liberação de atividade econômica

A MP libera os horários de funcionamento dos estabelecimentos, inclusive em feriados, “sem que para isso esteja sujeita a cobranças ou encargos adicionais”, tendo apenas algumas restrições, como normas de proteção ao meio ambiente (repressão à poluição sonora, inclusive), regulamento condominial e legislação trabalhista.

Artigo, Renato Sant'Ana - Projeto de abuso


         Neste momento, nada é mais grave, nada ameaça mais o futuro do Brasil do que a tal "lei de abuso de autoridade", que patifes da Câmara e do Senado já aprovaram, cabendo a Bolsonaro sancionar ou vetar.
          Se aprovada, a lei será um instrumento para inibir a ação de policiais, juízes e membros do Ministério Público que enfrentam a criminalidade. Sendo que o crime, da violência urbana à grossa corrupção combatida na Lava Jato, prejudica todos os brasileiros, mas atinge especialmente os mais pobres.
          Um dos autores da lei é Renan Calheiros (PMDB-AL), senador que responde a vários processos criminais, nenhum concluído até agora por causa do infame "foro privilegiado". Tentando proteger-se, a si e a outros corruptos, ele move uma guerra especialmente contra a Lava Jato.
          Mas, existem abusos praticados por autoridades? É óbvio que sim! E alguém estará a favor dos abusos? Não, exceto abusadores. Então por que criticar essa lei? É por sua índole e sua forma: refletindo a má-fé de senadores e deputados inidôneos, ela foi elaborada de modo a punir quem verdadeiramente combate o crime.
          Naturalmente, ela não vai coibir canetaços abusivos como o daquela juíza de Porto Alegre que, na audiência de custódia, soltou seis traficantes que a polícia tinha prendido com 4651 kg de maconha. Pelo contrário, é uma aposta precisamente nesse tipo de decisão.
          Querem saber? A malandragem está em tirar proveito da caneta de juízes moderninhos do tipo que posta no Facebook: "Fora Moro!", "Marielle vive!" e outras originalidades. Esse tipo de juiz existe...
          Por trás de tudo está o "garantismo penal à brasileira". Para que se tenha ideia, se o investigado - mesmo traficante preso em flagrante, como naquele caso de Porto Alegre - alegar que sofreu constrangimento ao ser preso, o policial é que terá de provar que não fez nada errado.
          Na prática, se essa lei nascer, bandidos não mais poderão ser algemados, porque se forem, vão alegar constrangimento, o que será suficiente para que um juiz "garantista", no conforto do gabinete e alheio aos riscos do combate ao crime, acabe condenando o policial.
          Ou seja, estamos por ver o poste molhar o cachorro... A menos que a população compreenda que corruptos querem fazer a festa. E um grande número de brasileiros - nas ruas e nas redes sociais - meta o dedo na cara desses farsantes - simbolicamente, claro!
          De 2013 para cá, o povo reagiu e carregou o Brasil nos braços, salvando-o do abismo. Nada de intelectuais, universitários ou lideranças políticas, mas brasileiros sem grife. Pois neste momento, só o povo pode arrancar a nação das garras infectas dos corruptos e salvar o futuro.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail do autor: sentinela.rs@uol.com.br

Eis a nota da PF sobre a nova operação da Lava Jato


Lava Jato: 63ª fase investiga corrupção em medidas provisórias e destino de R$ 118 milhões de reais

Evidências apontam que maior parte do valor foi lavado por meio de contratos fictícios entre a Braskem e o escritório de advocacia de Nilton Serson

A pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), a Justiça Federal expediu e a Polícia Federal cumpre hoje, 21 de agosto, mandados de prisão temporária e busca e apreensão em endereços dos investigados Maurício Ferro e Nilton Serson. Bernardo Gradin, ex-presidente da Braskem, também é alvo de buscas.

O objetivo é aprofundar a investigação de crimes de corrupção e lavagem relacionados à edição das medidas provisórias (MPs) 470 e 472, as quais concederam o direito de pagamento dos débitos fiscais do imposto sobre produtos industrializados (IPI) com a utilização de prejuízos fiscais de exercícios anteriores.

Na ação penal nº 5033771-51.2018.4.04.7000, Mauricio Ferro, Bernardo Gradin e Newton de Souza foram denunciados pela prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro, ao passo que Guido Mantega foi denunciado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e Antônio Palocci pelo crime de corrupção passiva.

Apurou-se, naquela ação penal, que Antônio Palocci e Guido Matega agiram ilicitamente para favorecer os interesses da Braskem, sendo que Guido Mantega solicitou a Marcelo Odebrecht o pagamento de propina no valor de R$ 50 milhões como contrapartida para a edição das MPs 470 e 472. O pedido foi aceito por Marcelo Odebrecht e pago pela Braskem, por meio do Setor de Operações Estruturadas, contabilizando-se o valor de propina na planilha Pós Itália. Esta era uma espécie de contabilidade informal de propina da relação ilícita mantida entre a Odebrecht e Mantega, criada como continuação da Planilha Italiano, referente à relação ilícita que era mantida entre a Odebrecht e Palocci.

Continuidade das investigações– Após o oferecimento da referida ação penal, a Braskem, em razão do acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal, disponibilizou farto material probatório. 

Esse material fornece indícios de que Mauricio Ferro, na condição de diretor jurídico da Braskem, teria comandado a celebração de pelo menos 18 contratos advocatícios fraudulentos com Nilton Serson entre 2005 e 2013. Um dos contratos advocatícios celebrados – com o efetivo repasse de valores – dizia respeito a discussões envolvendo o crédito de IPI, mesmo contexto em que ocorreram os crimes investigados na ação penal.

Conforme já apurado, não teria havido efetiva prestação de serviços por Serson; os contratos serviram apenas como repasse dissimulado de valores, coordenado por Ferro. Em decorrência desses contratos e por ordem de Ferro, a Braskem repassou R$ 78.187.344,98 para Serson.

A nova fase da operação busca apurar esses novos atos de lavagem de dinheiro e quem foram os destinatários finais dos recursos. Para o procurador regional da República Antonio Carlos Welter, “é importante seguir o dinheiro até se descobrir quem foram os beneficiários desses pagamentos ocultos gerenciados pelo diretor jurídico da empresa e possivelmente operacionalizados por um escritório de advocacia”.

Foi averiguado ainda que Ferro e Serson fizeram uso de contas por eles mantidas no exterior para o recebimento de outros valores, que foram transferidos a partir de contas controladas pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht. Em 2010, por ordem de Ferro foram transferidos pelo Setor de Operações Estruturadas pelos menos US$ 10 milhões para contas que eram mantidas no exterior por Serson em nome de offshores. Na sequência, pelo menos parte dos valores recebidos por Serson foram repassados para contas mantidas por Ferro no exterior.

Além disso, com o aprofundamento das investigações, foram identificados indícios de que Ferro teria atuado para impedir o acesso do MPF às bases de dados do sistema “My Web Day”, que era empregado pelos agentes ligados às diversas empresas do grupo Odebrecht para pagamento de propina.

Provas obtidas em decorrência de acordo de leniência– Conforme previsto na lei nº 12.846/2013, o acordo de leniência tem como um de seus objetivos o fornecimento pela empresa de provas acerca dos ilícitos relatados, além da revisão interna de condutas passadas.

No caso dessa fase da Lava Jato, em decorrência do acordo de leniência foram obtidos diversos documentos relevantes a respeito de possíveis práticas de crimes de lavagem de dinheiro, os quais foram entregues a partir de aprofundamento das apurações internas realizadas pela empresa.

Editor insiste para que o dr. Da Camino, MPCRS, explique por que homenageou o número 2 do site sujo The Intercept

O editor deste blog acaba de concluir uma nova bateria de questões que encaminhará ao Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do RS, tudo relacionado com a entrega da Comenda Guilhermino Cesar ao jornalista Leandro Demori, número 2 do site sujo The Intercept, que diariamente denigre a honra e a reputação de Procuradores do Ministério Público.

O editor não ficou satisfeito com as respostas encaminhadas pelo dr. Geraldo Da Camino em relação a perguntas anteriores, todas feitas no âmbito da Lei de Acesso à Informação.

Leia as novas perguntas:


1 – Conforme o artigo 2º do Provimento MPCRS número 20/2019, a Comanda Guilhermino Cesar – MPCRS pela Liberdade de Expressão, “destina-se a homenagear representantes da imprensa, da sociedade civil e agentes públicos que tenham destacada atuação em relação ao Controle da Administração Pública”. Isto posto, o requerente quer saber, OBJETIVAMENTE, um único fato que fez com que o Dr. Geraldo Da Camino, chefe do MPCRS, apontasse o jornalista Leandro Demori, número 2 do site sujo The Intercept, que diariamente denigre a honra e a reputação de Procuradores da Lava Jato, para integrar a lista de homenageados. Um só fato OBJETIVO que instruiu a inclusão, é o que pede o requerente.

2 – Caso o MPCRS não consiga, não queira ou generalize vagamente a resposta anterior, o requerente pede que em relação ao sr. Leandro Demori seja confirmado que o número 2 do site sujo The Intercept, que diariamente denigre a honra e a reputação de Procuradores da Lava Jato, tenha se “destacado em relação a sua atuação no Controle da Administração Pública”, conforme exigência do Provimento MPCRS número 20/2019.

3 – O requerente deseja saber se o MPCRS escolheu sua lista de homenageados com a Comenda Guilhermino Cesar, levando em consideração a residência local dos jornalistas aos quais concedeu a Comanda Guilhermino Cesar.

4 – Se o MPCRS sabe que o jornalista Leandro Demori sequer reside e trabalha no Rio Grande do Sul.

5 – O requerente quer saber se o MPCRS teve o intuito de prestigiar o jornalista Leandro Demori ao conceder-lhe a Comanda Guilhermino Cesar.

6 – O MPCRS sabe informar por que razão nem um único conselheiro do TCE do RS acolheu o convite para a solenidade de entrega da Comenda Guilhermino Cesar ao sr. Demori e aos demais jornalistas homenageados, exceção do conselheiro Miola ?

7 – O requerente deseja saber se algum dos jornalistas homenageados com a Comenda Guilhermino Cesar devolveu a medalha, depois de conhecer a vinculação do sr. Demori com o blog sujo Nova Corja e com o site sujo The Intercept, conhecidos por ataques à reputação de colegas jornalistas.

Tudo sobre a Expoagas, inclusive agenda diária


Consolidada como um evento para empresas de todos os tamanhos e dos mais diferentes setores da economia, a Expoagas 2019 – 38ª Convenção Gaúcha de Supermercados reunirá 48 mil pessoas ligadas à cadeia do abastecimento, entre os dias 20 e 22 de agosto, no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre, para oportunizar networking, relacionamento, negócios e qualificação aos participantes. Promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), a feira deverá movimentar pelo menos R$ 520 milhões em negociações entre os 372 expositores e os visitantes – em sua maioria, representantes de empresas supermercadistas de todo o Brasil e de outros 11 países. Além da feira de negócios, que contará com fornecedores de produtos, equipamentos e serviços para o varejo e apresentará mais de 800 novidades ao mercado, a Expoagas 2019 possibilitará, em uma série de palestras, visitas, seminários e oficinas, qualificações para diferentes públicos. Cada vez mais multisetorial, a feira novamente tem gratuidade nas inscrições antecipadas a varejistas de supermercados e de outros setores do comércio, como hotéis, bares, restaurantes, farmácias e lojas de bazar e R$ 1,99. Neste ano, a cortesia estende-se também a produtores rurais pela primeira vez. A principal novidade desta edição é o reposicionamento dos espaços Premium e Circuito de Negócios, criados no ano passado e que integram novos expositores às oportunidades oferecidas pelo evento.

            Por sua capilaridade e abrangência de setores, a Expoagas 2019 mais uma vez refletirá, em seus estandes, as tendências e hábitos de consumo que estão norteando o perfil de compra dos gaúchos nos supermercados. Um exemplo disto é o crescimento no número de expositores de alimentos com apelo saudável, como tapiocas, produtos orgânicos e barras de cereais.

      Apostando nos conceitos de liberdade econômica defendidos pelo Governo Federal e fomentando negócios que possibilitarão crescimento para empresas do varejo, setor distribuidor e indústria, a Associação Gaúcha de Supermercados aproveitará a Expoagas 2019 para reforçar pleitos do segmento supermercadista gaúcho e brasileiro. A principal reivindicação a ser levantada é a possibilidade de supermercados comercializarem, em suas lojas, os medicamentos que não necessitam de prescrição médica. “Defendemos o direito das farmácias venderem alimentos, itens de bazar e de higiene, mas queremos o mesmo livre comércio para os supermercados. Afinal, os medicamentos sem prescrição já estão ao alcance dos clientes no autosserviço das farmácias, além de serem comercializados sem restrições por televendas e internet. Não há porque criarmos reservas de mercado em nome do corporativismo. Precisamos de um novo Brasil e de um cenário de liberdade econômica, com interferência mínima do Estado”, defende Longo.

            Outras reivindicações do setor são a definição de regras para a manipulação de carnes e fiambres em supermercados e a simplificação tributária em todos os setores. “São questões técnicas nas quais estamos trabalhando para garantir, acima de tudo, segurança alimentar aos consumidores e proteção jurídica às empresas. Mas é preciso elogiar o trabalho dos corpos técnicos do Governo do Estado e a boa vontade para contribuir nestes temas”, salienta Longo.

            Carro e notebooks vão fomentar negócios – Consagrada acima de tudo como uma feira de negócios, a Expoagas 2019 mais uma vez vai incentivar a conclusão de transações comerciais já durante os três dias do evento com o sorteio de seis notebooks e um automóvel zero quilômetro entre as empresas que efetuarem compras nos estandes da feira. A cada R$ 1.000,00 em compras junto aos expositores, os visitantes receberão um cupom para participação. “Embora a programação de palestras seja fundamental, estamos voltando o nosso foco para as atividades da exposição, incentivando os participantes a levarem lançamentos e condições especiais de pagamento aos estandes”, informa o gerente executivo da Agas, Francisco Schmidt. A partir de um levantamento prévio, a Agas estima que mais de 800 produtos, equipamentos, embalagens, sabores e versões de produtos serão apresentados durante o evento pelos 372 expositores.

            Palestras de um lado, feira do outro – Buscando evidenciar e fortalecer os espaços criados no ano passado para oportunizar a novas empresas a participação na Expoagas – o Espaço Premium e o Circuito de Negócios –, a Agas dividiu neste ano, com maior clareza, as áreas de palestras e de feira. “Transferimos o ciclo de palestras todo para o lado do Teatro do Sesi, enquanto a feira de negócios ficará concentrada nos três andares do pavilhão do Centro de Eventos”, explica o presidente da entidade. Localizado no segundo andar, o Espaço Premium congregará empresas multinacionais e grandes players das indústrias de alimentação e de higiene. Lançados na edição de 2018, os estandes do Circuito de Negócios congregarão micro e pequenas empresas em um ambiente de negócios e novas parcerias. “Este é o espírito da Expoagas, oportunizar os mesmos fornecedores a companhias de todos os portes e de todos os segmentos”, conclui Longo.

    Paralelamente à feira de negócios, a 38ª Convenção Gaúcha de Supermercados oportunizará entretenimento, reflexões e capacitação aos participantes da Expoagas 2019. Desenhado há um ano pelos organizadores, o ciclo de palestras trará ao debate temas em voga na gestão do varejo, como prevenção de perdas, gerenciamento de equipes e tecnologia, mas também assuntos atinentes ao desenvolvimento pessoal dos participantes e à conjuntura político-econômica brasileira.
   
    Entre as palestras magnas, realizadas sempre pela manhã no Teatro do Sesi, os destaques deste ano serão a jornalista Glória Maria, com o tema É preciso reinventar-se; o consultor canadense Mike Ross, que abordará o comportamento dos consumidores no ponto de venda; o filósofo, professor e escritor Clóvis de Barros Filho, propondo reflexões de vida e carreira ao público; o jornalista Alexandre Garcia, abordando perspectivas para o Brasil; e o educador físico Márcio Atalla, conhecido pelo quadro “Medida Certa”, com dicas de saúde e bem-estar. Capitaneando as programações das tardes, no dia 21, às 15h, a atriz e bailarina Cláudia Raia contará detalhes de sua trajetória e motivará os participantes na programação feminina do Agas Mulher, com a palestra Nas raias do empreendedorismo. No terceiro dia (22), será a vez do Agas Jovem, departamento da Associação que reúne e qualifica mais de 150 jovens supermercadistas do setor, promover sua programação. A atração do evento será o CEO do iFood, Carlos Eduardo Moysés, com o tema Tendências e mudanças do mercado – Case iFood.
   
    Homenagens ao modelo cooperativista e à liberdade econômica – Entregue anualmente pela Agas a um fornecedor do varejo que, com sua lisura, dedicação e relacionamento, tornou-se modelar para o segmento supermercadista do Rio Grande do Sul, a Medalha Don Charles Bird – que leva o nome do primeiro presidente da Associação – neste ano será entregue ao presidente da Cooperativa Santa Clara, Rogério Bruno Sauthier, um líder que atuou decisivamente na consolidação do modelo cooperativista e com isso contribuiu em diversas frentes para o crescimento da economia do Estado. “Queremos saudar o exemplo de Rogério Sauthier, um líder muito à frente do seu tempo que desenvolveu os pilares do associativismo para incentivar o crescimento dos cooperados”, sublinha Longo. A medalha será entregue ao homenageado na solenidade de abertura da Expoagas 2019, marcada para as 9 horas do dia 20 de agosto, no teatro do Sesi.
   
    Também na abertura, o deputado federal Jerônimo Goergen, relator da MP 881, receberá o título de Supermercadista Honorário Agas, conferido pela entidade a personalidades que desenvolveram, em sua área de atuação, um trabalho notável para o crescimento do setor supermercadista. “Como grande líder da Medida Provisória da Liberdade Econômica, Goergen é o mentor de uma espécie de Código de Defesa do Empreendedor, que possibilitará a geração de empregos, a atração de investimentos e o destravamento da economia brasileira”, informa Longo.
  

EXPOAGAS 2019
  
Dia 20 de agosto
            9h – Solenidade de abertura – Teatro do Sesi
            10h30 – Palestra magna – Glória Maria | É preciso reinventar-se | Teatro do Sesi
            12h – Abertura da feira de negócios – Centro de Eventos
            13h30 – Visita-técnica – Grupo Dimed | Asun Supermercados
       14h – Palestra – Fátima Merlin | O shopper do futuro | CAT
       15h – Seminário Jurídico – Ricardo Neves Pereira | Administração Tributária Digital | Teatro do Sesi
       16h – Oficina prática – Sinara Oliveira | Dez passos para o sucesso do relacionamento nas redes sociais | Escola móvel Agas
       16h – Palestra – Vera Zaffari | O futuro da loja física: você está preparado? | CAT
       20h – Jantar de boas-vindas | Associação Leopoldina Juvenil
           21h – Encerramento da feira de negócios

Dia 21 de agosto
       9h – Palestra magna – Mike Ross| Como vieses cognitivos afetam as decisões dos consumidores | Teatro do Sesi
       10h30 – Palestra magna – Clóvis de Barros Filho | Confiança: o motor das organizações | Teatro do Sesi
       12h – Abertura da feira de negócios – Centro de Eventos
       13h30 – Visita-técnica – Coca-Cola | Rede varejista
       14h – Palestra – Angelita Garcia | A revolução tecnológica e comportamental dos líderes e gestores de RH | CAT
       15h – Agas Mulher – Cláudia Raia | Nas raias do empreendedorismo | Teatro do Sesi
       16h – Palestra – Gustavo Fauth – Prevenção de perdas na prática: o resultado de cases gaúchos | CAT
       16h – Oficina prática – Karine Biz | Gestão ambiental e boas práticas | Escola móvel Agas
            21h – Encerramento das atividades do dia

Dia 22 de agosto
            9h – Palestra magna – Alexandre Garcia – O Brasil em 2020: cenários políticos e os impactos no consumo – Teatro do Sesi
            10h30 – Palestra magna – Márcio Atalla – Bem-estar pessoal e profissional | Teatro do Sesi
            12h – Abertura da feira de negócios – Centro de Eventos
       14h – Palestra – Clara Faro (Nestlé) | Como a transformação na categoria de cafés potencializará as vendas | CAT
       15h – Coletiva de imprensa – Balanço da Expoagas 2019 | Escola móvel Agas
       15h – Agas Jovem – Carlos Eduardo Moysés (CEO iFood) | Tendências e mudanças no mercado – Case iFood | Teatro do Sesi
       16h – Palestra – Felipe Patané (Google) | O caminho até a prateleira | CAT
       20h – Sorteio de automóvel entre os compradores da feira
           21h – Encerramento do evento

Inscrições:

Varejistas sócios Agas – R$ 30,00
Varejistas não sócios Agas – R$ 80,00
Fornecedores sócios Agas – R$ 50,00
Fornecedores não sócios Agas/ Visitantes – R$ 150,00