CPI dos Pedágios começa esta tarde e ameaça desestabilizar o governo Leite

Apesar do recesso legislativo, a CPI dos Pedágios começará seus trabalhos as 14h. Esta CPI, em ano eleitoral, comandada pela Oposição, ameaça desestabilizar o governo Eduardo Leite.

O deputado Paparico Bacchi, PL, presidente da CPI, disse que os deputados invesatigarão todo o programa de implantação das novas praças de pedágio  e o sistema “free flow” em 3 blocos de rodovias estaduais, em concessões que durarao 30 anos.

O que ele disse ao jornal O Sul de hoje, segundo o jornalista Flávio Pereira.

- Não serão 3 dias, não serão três meses. Eles serão por 30 anos, um tempo bastante significativo. Observamos que há muitas dúvidas sobre a instalação destas 58 praças de pedágio no Rio Grande do Sul num momento de tanta dificuldade que estamos vivendo. 

O relator Miguel Rosseto, segundo Flávio Pereira, vai direto na jugular do governador Eduardo Leite.

– Uma tarifa que faz com que um usuário, um motorista que se desloque de Erechim para Passo Fundo, que hoje paga R$ 4,90, passe a pagar R$ 30,00. Um caminhoneiro que trabalha com caminhão de três eixos, que saia de Passo Fundo e vai até Lajeado, que hoje paga R$ 30,00, vai pagar R$ 400,00 de pedágio por duas viagens a trabalho.

Tarcísio diz que Lula fez o Brasil perder protagonismo regional, não ajudou e se tornou irrelevante

O governador Tarcísio Gomes de Freitas fez uma análise perfeita do fracasso do governo federal lulopetista no caso da Venezuela, fez com que o Brasil perdesse o protagonismo regional e ficasse isolado em toda a América Latina. Ele falou ao Estadão neste sábado:

- A omissão brasileira contribuiu para um desfecho mais traumático no país vizinho e para a perda de protagonismo regional.

E foi mais adiante:

- O Brasil, que é a maior economia e que responde pelo maior território da América do Sul, poderia ter ajudado a Venezuela a construir um processo de transição para uma democracia, mas o Brasil nunca fez isso, nunca cumpriu esse papel (...) O Brasil se mostrou, nesse processo todo, irrelevante. Um país do tamanho e da relevância do Brasil na América do Sul poderia ter conduzido [a operação] de uma forma muito menos abrupta, negociada.

Segundo Tarcísio de Freitas, o Brasil se ausentou da liderança que poderia ter no continente:

- É possível questionar os métodos utilizados na operação que levou à prisão de Maduro, mas ressaltou que a situação chegou a esse ponto pela falta de ação dos países da região que “não lideraram o processo. “Algo precisava ser feito e foi feito” 

Artigo, Sérgio Pires - Tremei, ditadores de plantão

 Este artigo é do site NewsRondonia e é assinado por Sérgio Pires.

Tremei, ditadores de plantão, aprendizes de ditador e amigos de ditadores! A Cavalaria chegou! Como a única forma de tirar do poder déspotas e tiranos é a violência, do tamanho ou maior do que eles aplicam contra seu povo, para se manter no comando, só resta mesmo  retirá-los à forcéps. O sanguinário ditador venezuelano Nícolas Maduro, denunciado como chefe de um esquema bilionário de tráfico de drogas, foi defenestrado do poder à força, atacado por grupos militares americanos, como, aliás, já ameaçava o presidente Donald Trump há longo tempo.

Claro que tem um lado muito negativo nesta história. Quem deveria ter tirado Maduro do poder eram os próprios venezuelanos, grande parte deles vivendo sob um regime escravocrata, sem liberdade alguma, sem um pingo de democracia. Mas, apoiado por militares corruptos e covardes; por um Judiciário corrupto e parcial (aliás, como os há em ambos os casos, em países vizinhos!) gente da laia de Maduro se apossa do comando de um rico e progressista país, para enriquecer a si e aos seus parceiros, deixando o povo na miséria.

Não se pode aplaudir e nem deixar de criar restrições, quando uma Nação poderosa ataca outra e retira na marra seu governante. Mas no caso da Venezuela, que outra saída haveria? Apoiado por um Exército e o que chamava de Forças Populares, com poder de polícia, com uma Justiça parcial e tão corrupta quanto ele,  Maduro reinava absoluto. Mais de sete milhões de venezuelanos deixaram o país, na maior diáspora desde a Segunda Guerra Mundial.  A diáspora é a dispersão de um povo em consequência de preconceito ou perseguição política, religiosa ou étnica.

Pelas ruas de praticamente todas as cidades brasileiras (mas principalmente na Colômbia) milhares e milhares de venezuelanos fugidos do terror da ditadura, se tornaram pedintes, tentando sobreviver em terra estranha a viver sob o tacão de uma colossal ditadura. A Venezuela é a maior produtora de petróleo do mundo, inclusive ganha fácil dos países árabes, muitos dos quais se tornaram riquíssimos e ao seu povo, graças a isso. Na ditadura que começou com Hugo Chávez e ficou muito pior com Maduro, a imensa maioria do povo passou a viver na miséria. Muita gente teve que comer até seus animais de estimação, para não morrer de fome. Mas os poderosos ficavam casa vez mais ricos!

O que acontecerá agora com esta gente sofrida? Ainda não se sabe dos rumos que a Venezuela seguirá. Tomara que sejam caminhos democráticos, que os eleitos em eleições limpas sejam empossados e ressuscitem o país. E que ditadores como Maduro apodreçam na cadeia e tenham todos os bens, conseguidos ilegalmente, apreendidos. E que o triste episódio da Venezuela sirva de exemplo para que outros ditadores desta região do 

Artigo, especial,Renato Sant'Ana - Jornalismo ao revés

-  Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólog

Lenda ou fato? Frank Sinatra, que a ninguém prestava vassalagem, em uma coletiva de imprensa na Austrália, chamou os jornalistas de "prostitutas e gigolôs". O sindicato dos ofendidos exigiu (como se pudesse exigir) uma retratação do cantor. E ele se retratou! Durante um show, ele usou o microfone para pedir desculpas... às prostitutas! Estaria ele percebendo o que vemos nós hoje: mais "narrativas" que verdades nos editoriais?

O jornal Zero Hora (ZH), em editorial intitulado "Alexandre de Moraes deve explicações à sociedade brasileira", simulando uma posição crítica, investe na imunização cognitiva do leitor. A isso vamos.

ZH, Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo já não têm como fechar os olhos para certos "exageros do STF" (eufemismo). Só que, quando ousam esboçar alguma crítica a alguém do STF, antes fazem um agradinho, satanizando aqueles que sofrem "persecução penal" em nome do salvamento do "estado democrático de direito" - óbvio, os acusados do 8 de janeiro.

Mas nenhum degenerou o jornalismo como ZH. O Globo, Estadão e Folha, o que é indigno, têm um discurso que assim se pode traduzir: "concordamos até aqui que os senhores ministros decidissem, como verbalizou a Min. Carmen Lúcia, fora da Constituição, mas agora será melhor que o STF se contenha um pouco e volte à ordem constitucional". Assim está posto em vários editoriais. Os três admitem que, em especial, a regra processual foi rasgada. E revelam, nas entrelinhas, a sua própria conivência.

Apenas ZH teve o peito de, ao satanizar os de sempre, afirmar que foram "respeitados todos os ritos processuais, incluindo o amplo direito de defesa". Mentira! Para começar, julgamentos que deveriam dar-se na 1ª instância tramitaram na 3ª e última instância, afrontando o princípio do juiz natural: é óbvio, não havendo instância superior à última, não há a quem recorrer das decisões. Onde está o direito a "ampla defesa" (que a Constituição prevê)? Tamanha vassalagem parece exclusividade de ZH.

É a posição da RBS que o editorial expressa. Quando, em 10/09/25, o Min. Luiz Fux (STF) lia seu voto no julgamento do ex-presidente Bolsonaro, a rádio Gaúcha (do grupo RBS, como ZH) estava ao vivo. Fux defendeu seu voto com farta citação da jurisprudência, da doutrina e da legislação: votou pela nulidade do processo. Alguém viu algum jurista sério defender o contrário? Mas os jornalistas Matheus Schuch e Kelly Matos, na rádio, faziam comentários que beiravam o deboche: não admitiam que ele pudesse contrariar as narrativas da imprensa. Acaso têm eles cacife para refutar a análise abalizada de um JUIZ a quem, aliás, eles não davam ouvidos e a quem tratavam como mero transgressor?

Em GZH, portal da RBS, Matheus Schuch e Kelly Matos repetiram a dose. Escreveram: "'In Fux we trust': ministro reproduz discurso de aliados de Bolsonaro em voto no STF". Ah, Fux não tem luz própria e só repetiu um discurso político? A jurisprudência, a doutrina e a profunda análise da legislação, em um voto solidamente elaborado, eles não viram? O panfleto dos jornalistas serve a que os simples imaginem que Fux (dos 11 membros do STF, o que tem a mais consistente carreira como magistrado) nada mais fez que o papelão de tomar o partido do réu. Aí está! Fomentar crenças, em vez de informar, serve ao fenômeno da "imunização cognitiva".

Eles não sabem que "organização criminosa", "crime organizado", "devido processo legal" e "juiz natural", entre outros, são categorias jurídicas examinadas com grande vagar na doutrina e na jurisprudência, à parte de estarem previstas em lei. Não é coisa que se resolva numa conversa de bar. E foi o que Fux mostrou em seu voto. Mas quem quer saber disso?

E vem o editorial... Agora, para o grupo RBS, que fala através de ZH,

Alexandre de Moraes "deve explicações à sociedade brasileira". O assunto foi levantado pela jornalista Malu Gaspar, de O Globo, que, protegida pelo art. 5º XIV, da Constituição, escancara dois fatos com potencial para um terremoto. Um é que Alexandre de Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master ou, se preferirem, em favor de Daniel Vorcaro (dono do banco), investigado pelo que se afigura como o maior golpe financeiro do país. O outro é um contrato milionário do escritório da esposa de Moraes com o mesmo banco encrencado.

A imprensa já não pode mais fingir que não está vendo. E o editorial do grupo RBS, gastando mais tinta na apologia ao ministro do que no assunto em pauta, cobra explicações de Alexandre de Moraes para os fatos que a experiente Malu Gaspar publicou em O Globo. Porém, o máximo a que a RBS avança é dizer: "Configuraria, aí, um gritante conflito de interesses." O jornalismo da RBS não conhece a lei. Não sabe que, em se confirmando os fatos, o que há é "advocacia administrativa". Está no Código Penal, art. 321. Mas os fatos não serão confirmados. Não haverá terremoto. Os ativistas da imprensa hão de enfatizar esse pormenor no futuro.

Está óbvio. A valentia suave dos editoriais é oportunismo, não coragem. Se houvesse um propósito honesto, as cobranças teriam aparecido quando a primeira norma constitucional foi rasgada, o "devido processo legal" foi deletado, a separação dos poderes passou a ser ignorada e o casuísmo se tornou um método.

E-mail: sentinela.rs@outlook.com


Artigo, especial, Marcus Vinicius Gravina - O bom caráter e o mau-caráter

O bom caráter e o mau-caráter

Marcus Vinicius Gravina

OAB-RS 4.949


O caráter pessoal é um componente da personalidade capaz de medir a ética e a formação moral do ser em sociedade. Também entendido por integridade pessoal.


Neste final de ano dois fatos distintos de membros, da mais alta corte judicial brasileira, se apresentaram para a avaliação desta escala de valor. E, não podem passar despercebidos.


O primeiro deles foi o do ministro do STF, André Mendonça. Ele não entrou em recesso forense (férias) para continuar atento às prisões da CPMI, sobre o inquérito dos ladrões dos velhinhos do INSS, de que é relator. 


O outro caso é o de seu colega ministro Alexandre de Moraes, que apareceu, surpreendentemente, na capital mundial da riqueza e ostentação, como saído da “lâmpada do Aladdin”, em Dubai, lugar preferido de banqueiros de toda a parte. 


Antes de partir secretamente, ou já em viagem, determinou que o seu desafeto e moribundo, Jair Bolsonaro fosse trancafiado, com tornozeleira, numa prisão improvisada na Polícia Federal.  Isso    com a cumplicidade do omisso Superior Tribunal Militar e do silêncio da OAB Nacional para, mesmo não querendo, ver apressada a sua morte. 


No entanto, não dispôs de tempo para apreciar medidas judicias urgentes dos presos por sua decisão induzida aos colegas daquela Corte.  


A atitude deste ministro segue a dinâmica construída por ele. Revela a sua soberba, de quem não se sente ameaçado por tudo que falam dele e dos pedidos de impeachment ao seu mandato. 


É para não deixar enfraquecer o ânimo de quem ainda o apoia por medo ou interesse na sustentação do consórcio pela busca do poder discricionário de alguns ministros do STF,  com a presidência da República. 


Não será de mais, depois da volta do casal - que está no foco das investigações do “affair” do Banco Master - que haja uma Nota Oficial, que informe como se deu todo o deslocamento do ministro, familiares, assessores e seguranças à fantástica nova Disneylândia dos ricaços deste planeta ou, se haverá a declaração de sigilo por 100 anos. Nova prática de proteção dos atos criminosos de agentes públicos.   

Assim não será preciso que algum coronel da aeronáutica denuncie, como aconteceu com o Felipe Martins. 


Ao falar em avaliação de agente público, os ministros do STF não estão isentos do cumprimento dos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, do art.37 da CF. 


Quanto ao Princípio da Eficiência, um dos fatores de avaliação dos cidadãos, é o da retenção abusiva de processos em seus gabinetes, sem movimentação ou julgamento, para servir como moeda de troca pela não aprovação de seus impeachment, com promessa velada de prescrição das ações contra Senadores e Deputados. 


Caxias do Sul, 03.01.2026


Maduro e sua mulher Cília já estão presos em Nova Iorque

 CLIQUE AQUI para ler reportagens e ver fotos do desembarque de Maduro em Nova Iorque, na visão do jornal The New York Times,que criticou a ação americana na Venezuela.

Ao lado, agentes federais diante da prisão do Brooklin, para onde o casal foi levado.  A foto é do NYT.

Imagens transmitidas em canais de televisão e que viralizaram nas redes sociais, mostraram o desembarque do ditador Nicolás Maduro no Aeroporto Internacional de Stewart, no Vale do Hudson, a 95 quilômetros da cidade de Nova Iorque. O avião que levou o ditadore sua esposa, Cília Flores, pousou por volta das 18h30 (horário de Brasília) deste sábado (3), mais de 16 horas após a captura do casal, em Caracas, por forças especiais norte-americanas em uma invasão militar sem precedentes do território venezuelano. Maduro estava acorrentado nos pés, algemado nas mãos e custodiado por agentes da DEA. Segundo a imprensa dos EUA, 

Maduro e a esposa, que serão processados por tráfico internacional de drogas, acusação ainda sem apresentação pública de provas por parte do governo norte-americano, serão agora deslocados de helicóptero até Manhattan, na sede da DEA. 

 As redes sociais viralizam não apenas as informações sobre a captura de Maduro, mas também com memes de todo gênero, sempre usando imagens do ditador nas mais variadas posições de prisioneiro das tropas americanas. 

Os memes mostram o ditador custodiado por militares da chamada Força Delta, tropa de elite do Exército dos EUA, que nesta madrugada tiraram Maduro e a mulher Cilia Flores da cama, conduziram o casal para um barco de guerra e os conduzem para uma prisão federal de Nova Iorque, onde serão interrogados e depois julgados. O governo americano já tinha oferecido US$ 100 milhões pela cabeça de Maduro. 

Nnm dos memes, o ditador aprece com uniforme de prisioneiro americano e algema sobre o ombro. Noutros memes, Maduro aparece só de cuecas, correndo desesperado pelas ruas noturnas de caracas.

Há 35 anos, os americanos fizeram o mesmo com outro ditador narco-cleptocomunista, o panamenho Manuel Noriega.

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O governo da Venezuela, o que ainda sobrou dele (Maduro está preso e sua vice está na Rússia) anunciou na madrugada deste sábado que forças militares dos Estdos Unidos atacaram Caracas e localidades dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Foram bombardeios aéreos. 

Foi uma invasão para valer.

Não houve reação da Força Aérea Bolivariana, da Marinha e do Exército da Venezuela.

O governo venezuelano classificou os episódios como uma “agressão militar” e disse que os americanos querem o petróleo

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O presidente nomeado Luiz Inácio Lula demorou para se pronunciar a respeito da invasão da Venezuela por parte de tropas americanas, que capturaram, prenderam e extraíram Maduro do País.

Lula deixou as bravatas de lado, fez o que os americanos esperavam, ou seja, condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

Lula nem sequer mencionou a possibilidade de enviar tropas sequer para a fronteira com a Venezuela, como também não se referiu ao exército de sem-terra do MST, que iria defender Maduro.

Lula também convocou uma reunião de emergência - mas por teleconferência. Ele não quer estragar as férias com Janja para tratar de Maduro.

A fronteira foi fechada pela Venezuela.

O que diz a nota de Lula:

"Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo", disse Lula, por meio das redes sociais. 

A nota de Lula é um blá-blá-blá retórico grotesco.

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Claro que os renegados - Países, militantes e dirigentes de esquerda - saíram em defesa do ditador, mas nem o MST mandou tropas para defender Maduro. Aliás, é de se perguntar onde estão as bravas falanges vermelhas bolivarianas ?

Aqui dentro do Brasil, os verdadeiros democratas saudaram Trump, que acaba de colocar um ponto crucial e muito sensível, porque poderá ser o fim do Foro de São Paulo. E Lula poderá ser delatado por Maduro.

Memes já viralizam com Trump apontando o dedo para Lula e dizendo: "Você é o próxkimo".

A ver.

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Agora é com o povo e as lideranças democráticas venezuelanas tratarem de derrubar de vez a  ditadura narco-cleptocomunista, que se acovardou pateticamente, não reagiu pelas armas, e saudar o próximo restabelecimento da democracia, o que permitirá que milhões de exilados venezuelanos voltem para casa.

Eu não tenho dúvida de que este acontecimento político e militarmente dramático, terá desdobramentos também no Brsil.

Ganha força incontornável e incontroável, por exemplo, o movimento parlamentar pela contenção de Alexandre de Moraes.

É o que é preciso para que a democracia seja restabelecida no Brasil.