Marcus Vinicius Gravina é escritor e advogado
Há vários motivos para abandono de cargo.
No caso do Eduardo Bolsonaro a mídia não quis aprofundar as causas do seu refúgio nos EUA. Talvez, por já estar claro o suficiente.
Mas, é provável que uma delas seja o regime de exceção, em que estamos marcando passo, no mesmo lugar.
Falo da ditadura imposta por alguns ministros do STF, com profundo desprezo ao "Devido Processo Legal". Caso marcante do "Inquérito do Fim do Mundo".
Cabe alegar a inexigibilidade de conduta diversa, face a uma força maior vingativa e de viés politico.
Antes da demissão, que pretextou o abandono de função na PF, o Eduardo Bolsonaro denunciou que ele, sua mulher e filhos vinham sofrendo ameaças.
Inclusive de prisão. Isso fez lembrar a facada em seu pai, que até hoje a PF não elucidou o crime ou está omitindo a verdade.
Pois, vinha sofrendo coação imoral irresistível e física. Se houve justa causa para o abandono foi do Eduardo, que não recebeu garantia de segurança da sua própria instituição policial para voltar ao Brasil.
A vida é o maior bem que possuímos.
O Eduardo agiu com esta consciência humana.
O Ministro da Justiça, Capitão do Mato do Lula,
exagerou na medida que aplicou no policial federal Eduardo Bolsonaro, ao saciar a sede de vingança do seu desclassificado chefe, que em recente discurso, declarou que irá prender todos os Bolsonaros.
É revoltante lembrar de crimes de sequestro, mortes e assaltos a bancos tiveram seus autores anistiados, indenizados, com nosso dinheiro e estão por aí como apaniguados do governo.
Por, lembrar a dosimetria, a do 8 de janeiro, como está aquela que se transformou em lei? Responda sr. Ministro da Justiça.
Vergonha Nacional!
Caxias, 21.09.2026
cabe aos eleitores responderem isso...
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