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Leia as 76 páginas deste libelo acusatório de Mendonça contra Moraes

Leia as 76 páginas deste libelo acusatório de Mendonça contra Moraes

O editor leu tudo.

Vale a pena ler com atenção o contundente e devastador libelo acusatório produzido pelo ministro André Mendonça contra seu colega Alexandre de Moraes.

Foi resposta do ministro a despacho do presidente da Corte, Edson Fachin, que mandou Mendonça se manifestar a respeito de denúncia caluniosa de Moraes contra ele, Mendonça.

São 76 páginas do "Eu Acuso" mais recente contra Moraes, que é tratado como parceiro de Daniel Vorcaro, com o qual conversou 52 vezes nos últimos meses e tento sua família assinado contratos milionários com o banqueiro, chamado de mentiroso e agente provocador no libelo acusatório.

Mendonça pede que Fachin arquive a representação de Moraes por "imprestável".

CLIQUE AQUI para ler tudo na íntegra.

Racismo na campanha do RS

 O apresentador Thiago de Souza, que participa dos programas eleitorais de TV da campanha de Luciano Zucco (PL) ao governo do Rio Grande do Sul, registrou uma notícia-crime na Justiça Eleitoral após ser alvo de centenas de comentários de cunho racista e discriminatório. 

A medida foi protocolada neste fim de semana e distribuída à 1ª Zona Eleitoral de Porto Alegre.

Na notícia-crime, a defesa de Thiago relata que os ataques ocorreram após sua participação em uma peça de propaganda eleitoral da coligação O Rio Grande pode Mais e sustenta que as manifestações ultrapassaram os limites da divergência política, atingindo diretamente a honra e a dignidade do ator por meio de referências à sua cor e origem racial. Foram verificados cerca de 800 comentários ofensivos.

Entre as manifestações reunidas no processo estão comentários que utilizam expressões racistas, referências ao período da escravidão, associações depreciativas a animais e ataques direcionados às características físicas e ao cabelo do apresentador. A documentação também registra termos como “capitão do mato”, além de referências à “Casa Grande”, “chibata” e “chicote”.

A notícia-crime pede que o caso seja encaminhado à Polícia Federal para instauração de inquérito e apuração dos fatos. Também solicita a preservação dos registros de conexão, dados cadastrais e endereços de IP vinculados aos perfis responsáveis pelos comentários, com o objetivo de identificar os autores. Caso sejam constatados elementos suficientes de materialidade e autoria, é solicitado o encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral para eventual oferecimento de denúncia.

Campanha manifesta solidariedade

Coordenadora dos programas de TV e rádio da campanha de Zucco, Tânia Moreira repudiou os ataques. “É inaceitável que uma pessoa seja atacada dessa forma. Essas manifestações ultrapassam qualquer limite do debate político. Ideologia ou divergência partidária jamais podem estar acima da decência, do respeito e, principalmente, da lei”, afirmou Tânia.

Artigo, Eugênio Esber, Zero Hora - Somos todos garis

- Este artigo está publicado no jornal Zero Hora. A leitura é para assinantes. O editor recomenda assinatura do jornal e é, ele próprio, assinante.

 A condução de Fachin permitiu que o debate sobre Moraes se perdesse em manobras e terminasse sem decisão

 Na linguagem empolada de Luiz Edson Fachin, "impende" dizer que ele - sem “menoscabo" à sua figura de homem íntegro - falhou clamorosamente na missão de conduzir a histórica sessão de terça-feira (15) no STF. Fachin havia prometido à sociedade brasileira que o STF atuaria com "firmeza e serenidade" para decidir sobre o caso de um ministro apanhado em falcatruas pela Polícia Federal. Firmeza não teve. Nenhuma. Fazendo jus ao apelido interno de "Frachim", deixou a sessão chegar tropegamente ao fim sem decidir nada e sem sequer apresentar uma previsão de quando o fará.

Serenidade, porém, sobrou. Deixou-se esculachar pela galhofa de Gilmar Mendes e pela picardia de Flávio Dino, sem reagir à altura do cargo que ocupa e da gravidade da sessão que presidia. Também se mostrou inerte e apalermado frente a manobras protelatórias dos dois desabusados. Ambos comandaram um espetáculo de insolência e avacalhação contra as tímidas tentativas do presidente de fazer com que os trabalhos chegassem aonde todos os brasileiros honestos desejavam: a autorização para que a Polícia Federal investigue Alexandre de Moraes por indícios de condutas que o Código Penal tipifica como advocacia administrativa (uso de cargo público em proveito privado), corrupção passiva e, o mais grave para um ministro da suprema corte, obstrução da justiça.

Em resumo: na sessão acompanhada pelo mundo inteiro e especialmente por investidores que só colocam seu dinheiro em países com segurança jurídica e compliance, o Brasil e o STF enviaram um alerta vermelho. Aqui, desvios graves de conduta são tolerados. E esta mensagem tem a digital de Fachin.

O desmanche da autoridade de Fachin começou dias antes da sessão pastelão de terça-feira. Ele se tornou o alvo de uma ofensiva orquestrada por Gilmar e Dino, com o apoio de Cristiano Zanin e o óbvio endosso do principal interessado na manobra, Alexandre de Moraes. Em conjunto, a camarilha de obstrução da justiça lançou sobre a presidência do tribunal uma chuva de mísseis, digo, petições, que desconcertaram até os juristas chamados às pressas pela imprensa para destrinchar o tiroteio jurídico. A estratégia era aturdir Fachin e explorar sua tibieza. Mais ou menos como no futebol, em que os jogadores mais malandros percebem que o juiz é influenciável e o cercam a todo instante para condicioná-lo.

Moraes, a quem Lula dirigiu elogios após a sessão, se safou - por ora. Vitória parcial da camarilha que trabalhou pela obstrução da justiça, integrada por dois indicados de Lula, Dino e Zanin; e de Gilmar, fiador da atuação da corte para a vitória de Lula em 2022.

Aos brasileiros feitos de idiotas, uma sugestão: vistam-se, ou sintam-se, como garis, no dia de votar para presidente e senador. É preciso retirar o lixo que empesta a república.

 

Link deste artigo:

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/eugenio-esber/noticia/2026/09/somos-todos-garis-cmu7fij7r025g0159jfm7lzlj.html


Artigo, Marcus Vinicius Gravina - Inexigilidade de conduta diversa

Marcus Vinicius Gravina é escritor e advogado


Há vários motivos para abandono de cargo.


No caso do Eduardo Bolsonaro a mídia não quis aprofundar as causas do seu refúgio nos EUA.  Talvez, por já estar claro o suficiente. 


Mas, é provável que uma delas seja o regime de exceção, em que estamos marcando passo, no mesmo lugar.


Falo da ditadura imposta por alguns ministros do STF, com profundo desprezo ao "Devido Processo Legal". Caso marcante do "Inquérito do Fim do Mundo".


Cabe alegar a inexigibilidade de conduta diversa, face a uma força maior  vingativa e de viés politico.


Antes da demissão, que pretextou o abandono de função na PF, o Eduardo Bolsonaro denunciou que ele, sua mulher e filhos vinham sofrendo ameaças.


 Inclusive de prisão. Isso fez lembrar a facada em seu pai, que até hoje a PF não elucidou o crime ou está omitindo a verdade.


Pois, vinha sofrendo coação imoral irresistível e física. Se houve justa causa para o abandono foi do Eduardo, que não recebeu garantia de segurança da sua própria instituição policial para voltar ao Brasil.


A vida é o maior bem que possuímos.


O Eduardo agiu com esta consciência humana.


O Ministro da Justiça, Capitão do Mato do Lula,

exagerou na medida que aplicou no policial federal Eduardo Bolsonaro, ao saciar a sede de vingança do seu desclassificado chefe, que em recente discurso, declarou que irá prender todos os Bolsonaros.


É revoltante lembrar de crimes de sequestro, mortes e assaltos a bancos tiveram seus autores anistiados, indenizados, com nosso dinheiro e estão por aí como apaniguados do governo.


Por, lembrar a dosimetria, a do 8 de janeiro, como está aquela que se transformou em lei? Responda sr. Ministro da Justiça. 


Vergonha Nacional!


Caxias, 21.09.2026