Musk x Moraes

 É evidente que o dono do X e da Starlink, o bilionário Elon Musk, o mais novo paladino da liberdade em nível global e da brasileira em particular, move uma guerra de desgaste político ao ministro Alexandre de Moraes.

O UOL, geralmente alinhado de Moraes e suas discricionárias e odientas decisões de perseguição política, com ênfase para ordens de investigações, julgamentos e prisões, este site, o UOL, fala em jogo de gato e rato.

Pode ser, mas quem move a guerra de desgaste é Elon Musk e ele se movimenta num terreno tecnológico invencível que ele domina, mas também em meio a uma estratégia política interna e externa cada vez mais sinistra para Moraes, que não tem como vencer, mesmo com o aparato de todo o Eixo do Mal.

Quais foram os dois mais recentes movimentos do X:

1) O X desafia claramente as ordens de censura e banimento impostas pelo ministro Alexandre de Moraes e permite que seus 20 milhões de clientes brasileiros voltem a navegar por ele. Passados 24 horas do retorno, Moraes e as autoridades que o apoiam, como Polícia Federal e Anatel, não sabem o que fazer para que suas ordens sejam cumpridas.No frigir dos ovos, arede X trocou o endereço eletrônico que foi bloqueado e passou a hospedá-lo nos servidores da Cloudflare, empresa norte-americana especializada na segurança de sites. Diferente do sistema anterior, que utilizava IPs específicos e passíveis de bloqueio, a nova estrutura baseada 

2) O X indica dois advogados para defendê-lo no STF, mas sequer indica quem o representa legalmente no Brasil.

Elon Musk trabalha dentro de um cenário que mudou muito contra Moraes, ameaçado dentro e fora do Brasil: 1) Por um impeachment que parece cada v ez mais próximo depois dos atos de 7 de setembro e que se tornará invencível depois da vitória robusta da oposição nas eleições municipais. 2) Por reação cada vez maior dentro dos Estados Unidos, onde a Casa Branca acaba de censurar a censura imposta por Moraes e no Congresso americano já tramita pedido para que Moraes e seus colegas do STF sejam proibidos de viajar para lá.

E como reage Moraes, desnorteado, mordendo como um pitbull desmiolado:

Impõe multa deR$ 5 milhões por dia ao X, que nem o coça porque não opera mais no Brasil, mas também à Starlink, que também é de Elon Musk, atropelo que custará mais caro ao Brasil do que foi o expurgo do X.

Manda a Polícia Federal caçar os brasileiros que ousaram usar o aplicativo VPN para alcançar o X ou se atrevem a usar os sinais retomados internamente do X.

Sem efeito prático nenhum no sentido de impedir que as pessoas usem o X.

Em seu perfil na rede social, Musk escreveu: “Qualquer magia suficientemente avançada é indistinguível da tecnologia”. 

O post foi feito na madrugada desta quarta-feira após a plataforma driblar o bloqueio imposto pelo STF.

É isto.

Artigo, Ricardo Rangel, Veja - A armadilha do identitarismo - as lições que emergiram do caso Silvio Almeida.

NA SEMANA PASSADA, Silvio Almeida foi afastado do governo por causa de uma denúncia de crime sexual; desde então, já apareceram mais duas. São denúncias graves, e a Polícia Federal está investigando o caso.

Além de grave, o episódio é emblemático de várias maneiras. Almeida, criador da expressão "racismo estrutural" e ex-ministro dos Direitos Humanos, era um representante do identitarismo do tipo que acha que teto de gastos é racista e faz ataques pessoais contra um antropólogo branco (AntonioRiserio) que comete delito de opinião, mas passa pano para um professor negro (Decotelli) que falsifica o currículo.

Demitido, Almeida agarrou-se ao cargo, usou o ministério para se defender, puxou a carta do racismo, ameaçou cair atirando, prometeu "vingar-se" de seus algozes. Ocorre que a denunciante, Anielle Franco, é também ministra, também representante do identitarismo, do tipo que reclama do "racismo ambiental" e acha que "buraco negro" é expressão racista. A agressão de uma mulher por um negro dá um nó cego na ilusão identitária de que o integrante do grupo dominante é sempre culpado, o do grupo minoritário é sempre vítima e as minorias são aliadas naturais - e põe o movimento em parafuso. Mas tem mais.

Não se sabe se ou quando Anielle levou sua denúncia aos canais competentes. Sabe-se que recorreu a uma ONG, autorizou o vazamento da denúncia anônima, levou o caso à amiga Janja e o ministro caiu em seguida. Mesmo depois da queda de Almeida, Anielle não admite abertamente tê-lo denunciado: tudo o que se sabe sobre o crime é o que foi vazado para a imprensa em off.

Janja não tem cargo público, mas se mete em tudo, de reuniões com chefes de Estado estrangeiros a demissão de ministro. É o retrato acabado do nosso patrimonialismo.

Lula declarou que "alguém que pratica assédio não vai ficar no governo", mas "é preciso que a gente permita que ele se defenda". A intransigência de Lula com assédio sexual parece que depende da repercussão pública, porque consta que a Polícia Federal (cujo diretor estava na reunião em que teria havido o crime) sabe do caso desde o início do ano, mas só vai investigar agora. De resto, se Lula queria permitir que seu ministro se defendesse, poderia tê-lo afastado por meio de licença - mas preferiu demiti-lo no mesmo dia, pregando o último cravo no caixão da culpa.

Afora o golpe no identitarismo e o desastre que foi a condução do episódio, o affair Silvio Almeida traz muito o que pensar sobre a maneira pela qual se dá (ou não) o debate público atual. Almeida foi destruído nas redes antes que sequer se entendesse qual era a acusação. O necessário debate sobre como tratar de crime sexuais - em que é preciso proteger e dar crédito à vítima sem sacrificar a presunção da inocência - foi inviabilizado pela comoção pública.

A cultura do cancelamento, criada pelo identitarismo e turbinada pelas redes, se alastrou, e nosso reflexo generalizado é xingar antes e fazer perguntas nunca. Isso provoca injustiças, destrói reputações, interdita o debate, alimenta a polarização e põe em risco a democracia.

Precisamos escapar dessa armadilha.


O desafio americano

  É evidente que o X desafia claramente as ordens de censura e banimento impostas pelo ministro Alexandre de Moraes e permite que seus 20 milhões de clientes brasileiros voltem a navegar por ele. Passados 24 horas do retorno, Moraes e as autoridades que o apoiam, como Polícia Federal e Anatel, não sabem o que fazer para que suas ordens sejam cumpridas.

Até agora, nem mesmo a tresloucada multa para quem ouse usar o X foi aplicada.

O X opera em função de uma atualização operacional realizada pela rede social X. Os usuários conseguem acessar a plataforma de forma livre, sem acesso por meio de aplicativos de Virtual Private Network (VPN), mecanismo usado para burlar a suspensão. No frigir dos ovos, arede X trocou o endereço eletrônico que foi bloqueado e passou a hospedá-lo nos servidores da Cloudflare, empresa norte-americana especializada na segurança de sites. Diferente do sistema anterior, que utilizava IPs específicos e passíveis de bloqueio, a nova estrutura baseada no Cloudflare compartilha IPs com outros serviços legítimos, como bancos e grandes plataformas de internet", disse a associação.

O problema de Moraes e seus agentes, repete o trauma que foi o confisco de dinheiro da Starlink, porque um bloqueio inadequado pode impactar negativamente empresas e serviços essenciais, prejudicando milhares de usuários.

Tempo

 A Sala de Situação do Estado prevê o avanço de uma frente fria com tempestades pelo Rio Grande do Sul.

A Defesa Civil de Porto Alegre, por exemplo, alerta para a possibilidade de chuvas fortes e rajadas de ventos entre 40km/h e 60km/h, a partir das 20h desta quinta-feira, 19, até as 21h de sexta-feira, 20. 

A MetSul informa que esta quinta-feira começa com tempo firme no Rio Grande do Sul e o sol aparece em todas as regiões, mas no decorrer do dia a nebulosidade aumentará no Estado.

Diz o boletim da MedtSul:

Áreas de instabilidade trazem chuva isolada da tarde para a noite na dianteira de uma frente fria que provoca chuva generalizada hoje à noite no Oeste, Sul e parte do Centro do estado. Há risco de chuva forte e de temporais isolados. Antes da mudança do tempo, ar mais quente ingressa com fumaça de queimadas e a tarde terá um pouco de calor em algumas cidades, como nos vales e na Grande Porto Alegre que terão máximas na tarde de hoje perto e ao redor de 30ºC.

Nota de esclarecimento

A respeito de matéria publicada em 13 de setembro no jornal CIDADE, sob o título “Simers recebeu mais de R$ 5,7 milhões em contratos secretos”, o Simers esclarece que não possui “contratos secretos” e não recebeu nem desembolsou R$ 5,7 milhões. Prezando pela transparência, a contabilidade do Sindicato é verificada pelo Conselho Fiscal, com auditoria externa independente e suas contas são aprovadas em assembleias anualmente.


Cabe ressaltar que a negociação que existiu, por parte do Simers, relacionada à Ação Declaratória de Constitucionalidade nº 81/DF (ADC 81), de autoria da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) e da Associação Brasileira para Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes), foi para subscrever a ação, sem qualquer responsabilidade financeira. Outras entidades médicas fizeram o mesmo, pela relevância do tema, que culminou com a proibição de abertura de vagas de Medicina por via judicial no país. Os contratos financeiros foram firmados pela Anup/Abraes diretamente com os escritórios de advocacia.


Como é de conhecimento público, o Simers tem atuado fortemente no combate à proliferação desenfreada de novos cursos de Medicina no Rio Grande do Sul e no Brasil. No caso da ADC 81, o Sindicato, diante da gravidade e do risco que a situação de expansão irresponsável das escolas médicas representa para o ensino médico de qualidade, se somou a outras entidades médicas, por meio de petição, a fim de dar representatividade à ação promovida pela Anup/Abraes. Reiteramos: em nenhum momento houve contratação de escritórios de advocacia, nem recebimento ou desembolso de qualquer valor por parte do Simers.


O Sindicato reitera que informações incentivadas por interesses menores e pessoais de uma disputa eleitoral que se antecipa serão respondidas com firmeza e transparência, para que não pairem dúvidas a respeito da integridade da Instituição e de seu compromisso com os mais de 16 mil médicos gaúchos por ela representados, que não podem ser maculados de forma vil e irresponsável.

Artigo, Glauco Fonseca - Conheça o Adélio Bispo dos Estados Unidos

 Algumas perguntas sobre o segundo atentado contra Donald Trump: 


Como um cara que tem 100 prisões em seu registro é capaz de comprar uma arma de fogo e votar nas primárias democratas em um estado em que ele nem mora? Ele votou nas primárias democratas da Carolina do Norte em 2024 e mora no Havaí.


Como um cara que mora no Havaí consegue viajar para Washington DC, Flórida e Ucrânia aparentemente lutando pela Legião Estrangeira da Ucrânia quando não tem sequer emprego? 


Quem está financiando tudo isso? 


Como um cara que tem uma prisão por armas de destruição em massa em seu registro capaz de comprar AK47 em 1º lugar?


Como ele conseguiu colocar aquele AK47 no campo de golfe de Donald Trump?


Como o Serviço Secreto conseguiu vê-lo atrás de uma cerca quando ele estava protegido por arbustos?


Como ele sabia que Donald Trump deveria estar naquele dia, sendo que a visita de Donald Trump estava fora do registro?


Por que esse cara está nos anúncios da Black Rock e nos anúncios promocionais da guerra na Ucrânia?

São Paulo

 Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, indica que o influenciador Pablo Marçal oscilou três pontos negativamente, no limite da margem de erro, de 23% para 20%, em relação ao levantamento publicado em 11 de setembro.

Ricardo Nunes, MDB, 24%
Boulos, Psol, 23%
Marçal, 20%

.A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) tinha 8% e foi para 7%, enquanto a empresária Marina Helena (Novo) permaneceu com 2%.

Segundo turno
Nos cenários de segundo turno, Nunes venceria tanto Boulos (por 46% a 35%; o cenário anterior era de 48% a 33%) quanto Marçal (por 47% a 27%; o cenário anterior era 50% a 30%). Boulos e Marçal seguem empatado tecnicamente em um possível segundo turno, mas o socialista ampliou a vantagem, que era de 40% a 39%, para 42% a 36%.