Trump contemporiza ao falar sobre tensão com Irã


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta feira quarta mais sanções ao Irã depois do ataque iraniana a bases militares que abrigam soldados norte-americanos nos EUA na noite de terça-feira. Ele não detalhou quais seriam. Disse, entretanto, querer estabelecer um acordo com o Irã e, assim, “tornar o mundo um lugar mais seguro e pacífico”.

Disse Trump, sobre o ataque: 

- Não sofremos baixas. Apenas prejuízos mínimos em nossas bases militares. 

Na prática, o Irã avisou os americanos que iria atacar a base.

E sogre o desejo iraniano de ter bomba atômica:

- Enquanto eu for presidente dos Estados Unidos, não será permitido ao Irã ter uma arma nuclear.

Segundo Trump, o Irã “parece estar recuando”, o que seria “bom para todas as partes envolvidas e 
para o mundo”. Para o norte-americano, “houve um aviso que funcionou muito bem”.

.Sobre a morte do general Soleimani, ele falou:

- Na última semana, agimos para interromper a atitude de 1 terrorista terrível que ameaçava os EUA. Eliminamos a vida do principal terrorista do mundo. Ele era responsável por algumas das piores atrocidades. Treinava terroristas, incluindo o grupo Hezbollah, promovendo ataques contra alvos civis. Promovia guerras sangrentas em toda a região.

SANÇÕES
O presidente dos EUA disse que o Irã “não ameaçará as vidas do povo”. “Nós continuaremos a avaliar respostas, mas também estabelecemos sanções –que vão permanecer até que o Irã mude seu comportamento“.
Durante o pronunciamento, no entanto, Trump não detalhou as sanções que pretende impor contra o Irã.
APOIO DA OTAN
O mandatário norte-americano disse que pedirá à Organização do Tratado do Atlântico Norte que interceda de forma mais ativa no Oriente Médio. Enfatizou que seu país “nunca teve uma economia tão forte”. “Somos o maior produtor de petróleo e gás do mundo. Não precisamos do petróleo do Oriente Médio.”
O presidente norte-americano afirmou ainda que seu país “tem grande equipamento militar”, mas que isso não quer dizer que “terá que usá-lo”. “Não queremos usá-lo. A força americana militar e nossa economia são as melhores coisas para deter nossos inimigos“.

Unidades de Saúde




As primeiras sete unidades de saúde de Porto Alegre com funcionamento durante 12 horas diárias e sem fechar ao meio-dia iniciam o turno estendido nesta quarta-feira, 8. São as unidades Glória, Moab Caldas, Campo da Tuca, Santo Alfredo, Moradas da Hípica, Farrapos e Macedônia. Os serviços fazem parte do Programa Saúde na Hora, do Ministério da Saúde, que fornece incentivo financeiro para ampliação do horário de atendimento. A intenção é aumentar o acesso das pessoas às unidades, reduzir o volume de usuários com baixo risco nas emergências e expandir a cobertura da Estratégia de Saúde da Família. 
Porto Alegre já conta também com quatro unidades com funcionamento até 22h, que serviram de referência nacional. Juntas, as unidades São Carlos, Modelo, Tristeza e Ramos realizaram mais de 120 mil atendimentos desde março de 2017, somente entre 17h e 22h. Nos locais, são ofertadas consultas médicas, de enfermagem e odontológicas, além de curativos, aplicação de vacinas e coleta de exames laboratoriais.

O prefeito Nelson Marchezan Júnior ressalta que Porto Alegre vem trabalhando com dados e evidências científicas e, por isso, tem reforçado a atenção básica. “Em cada unidade de saúde com funcionamento até 22h, são 3 mil atendimentos a mais por mês. Temos claro que este é o melhor caminho para atender o cidadão”, diz. 
Equipes completas - As unidades Glória, Moab Caldas, Campo da Tuca, Santo Alfredo, Moradas da Hípica, Farrapos e Macedônia passam agora a prestar assistência até as 19h ou 20h, dependendo da demanda local. Cada uma deverá realizar 2 mil atendimentos por mês, ampliando a oferta de serviços à comunidade. As estruturas são as primeiras a contar com equipes completas e formadas por profissionais ligados a organizações sociais - Sociedade Sulina Divina Providência, Irmandade Santa Casa e Associação Hospitalar Vila Nova. 
Conforme o secretário municipal de Saúde, Pablo Stürmer, o padrão de atendimento em turno estendido aumenta a oferta e o acesso à assistência, e reduz a busca por serviços de urgência. “Antes, o paciente que precisava de atendimento após as 17h tinha como única opção as emergências de hospitais ou pronto atendimentos. Agora, oferecemos um serviço adequado e ampliado em diferentes regiões da cidade”, afirma. Segundo Stürmer, outras 25 unidades de Saúde da Capital também terão horário ampliado até o fim de fevereiro. 
Qualidade - Os serviços serão prestados pelas entidades levando em conta indicadores de qualidade, de modo que não ocorra, por exemplo, falta de profissionais nas unidades. O trabalho será monitorado pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde, e os atendimentos seguirão a Carteira de Serviços da Atenção Primária do Município, deixando claro às pessoas quais os serviços e ações elas encontrarão nos postos. 
A homologação e adesão de unidades ao Programa Saúde na Hora foram feitas em junho de 2019. Desde então, a Capital teve um prazo de quatro meses para adequar os serviços aos critérios determinados. Entre as exigências para receber o incentivo do Ministério, estão manter as unidades abertas à noite, ter gerente de unidade, manter o prontuário eletrônico atualizado, ter infraestrutura adequada para comportar as equipes e permanecer em funcionamento no horário do almoço. Para o custeio das estruturas, o Município recebe R$ 1,5 milhão por ano - R$ 132 mil por mês.

Estiagem no RS


Leite pediu ao chefe da Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha Lopes, agilidade na homologação dos decretos de emergência 
O governador Eduardo Leite esteve reunido, no fim da tarde desta terça-feira (7/1), com o chefe da Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha Lopes, para pedir que o Estado agilize a homologação dos decretos de emergência dos municípios atingidos pela estiagem assim que os processos sejam recebidos pelo órgão estadual. Leite também convocou para sexta-feira (10/1), às 16h, uma reunião com vários órgãos do governo para avaliar a questão da seca e projetar ações.
Atento às consequências da falta de chuvas consideráveis em diferentes regiões do RS, o governador solicitou, no começo da semana, relatórios às equipes da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), da Emater, da Defesa Civil e da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), as quais estarão representadas na reunião marcada para sexta, no Palácio Piratini.
“Estamos analisando alguns relatórios já recebidos e aguardamos a conclusão de outros dados para reunir todas as pastas envolvidas nesta semana e avaliarmos novas providências”, disse Leite.
A estiagem é considerada a mais severa dos últimos sete anos. Até o momento, nove municípios informaram à Defesa Civil que decretaram situação de emergência: Chuvisca, Camaquã e Cerro Grande do Sul (na região Sul), Pantano Grande, Sinimbu e Venâncio Aires (na região do Vale do Rio Pardo), Boqueirão do Leão (na região do Vale do Taquari), Maquiné (no Litoral Norte) e Mariana Pimentel (na região Centro-Sul), caso mais recente.
Auxílio aos municípios
Segundo o coordenador da Defesa Civil, as equipes do órgão, da Sema e da Emater já atuam há cerca de duas semanas no suporte aos municípios e às comunidades que solicitaram auxílio. Foram distribuídos reservatórios móveis para as comunidades mais afetadas pela falta de chuva.
No total, 20 municípios receberam o empréstimo de 32 unidades de viniliq pipa (reservatório móvel de água). Os reservatórios móveis, com capacidade de 4,5 mil litros, são utilizados para o abastecimento de moradores em bairros e áreas rurais.
A Seapdr segue trabalhando na construção de microaçudes e na perfuração de poços artesianos. As ações foram iniciadas antes do verão de forma preventiva, e estão sendo intensificadas. Ao todo, serão 2,7 mil microaçudes e pelo menos 70 poços artesianos, somados os que estão em execução e os previstos para 2020.

Entrevista com o presidente da ANP. Jornal Valor do dia 6 de dezembro.


Valor: Qual o efeito do ataque dos EUA?
Décio Oddone: Durante décadas, as crises do petróleo criaram na economia, que geraram efeitos nefastos mundo afora. No Brasil, o reflexo mais importante disso foi a década perdida nos anos 1980 em função das duas crises do petróleo, em 1973 e 1979. Como isso é muito recente e está muito arraigado no pensamento das pessoas, não se percebe as mudanças estruturais que houve no mercado de petróleo nos últimos tempos. A partir da revolução do “shale” [petróleo não convencional] nos EUA, que ganhou força no fim da década passada, o quadro mudou completamente. Os EUA, que eram um grande importador de petróleo, tiveram um aumento brutal de produção, passaram a ser exportadores, e isso diminuiu a dependência americana do Oriente Médio. Ao mesmo tempo, houve aumento de produção de petróleo convencional em outros países, como o Brasil.
Antes havia um suprimento de petróleo muito concentrado no Oriente Médio. Mas abriram-se frentes de oferta em países com estabilidade política. Essa mudança toda geopolítica do petróleo fez com que hoje as crises não sejam tão agudas. O “shale” significa o fim do petróleo caro no longo prazo. A outra novidade no cenário global é a demanda. A transição energética não é uma opção, é um fato. A sociedade já decidiu consumir energia mais limpa. Esse crescimento das fontes renováveis vai impactar a demanda de hidrocarbonetos. A transição energética e o crescimento das renováveis trouxeram para o nosso horizonte o início da redução da demanda por petróleo.
Valor: Do ponto de vista geopolítico, qual a relação entre a morte de Qassem Soleimani e o ataque ás refinarias da Saudi Aramco?
Oddone: Essas crises de relações entre países geram instabilidade em um primeiro momento. Nesse caso [morte de Soleimani], ela gera também risco de aumento de ações terroristas e um risco de conflito mais longo e aberto. Mas esse não parece ser o cenário mais provável. O que o evento na Arábia Saudita em setembro mostrou foi um aumento do risco para o mercado de petróleo. Especialmente um aumento do risco concentrado nessas instalações que estão mais próximas das zonas de conflagração. Foi uma surpresa para a indústria um ataque com drones em instalações tão bem protegidas. Estávamos acostumados a pensar que, geopoliticamente, para se fazer um ataque daquelas proporções, para paralisar metade da capacidade de produção da Arábia Saudita em questão de horas, seria preciso uma força militar estruturada. Essa sensação de risco se confirmou agora com esse episódio no Iraque. É a continuação desse processo de aumento de risco, que traz em um primeiro momento aumento de volatilidade. Nesse caso novo, é mais provável que haja aumento de ações terroristas do que um conflito aberto e longo. Nesse cenário, o que vamos ver é volatilidade {[de preços], mas dificilmente vamos ter um choque de grande magnitude no preço}.
Valor: E quais os efeitos da crise entre EUA e Irã para o Brasil?
Oddone: Muita coisa mudou no Brasil desde os choques do petróleo. O Brasil era absolutamente dependente de petróleo importado. Importávamos 1 milhão de barris diários. Agora exportamos mais de 1 milhão de barris diários. Nos próximos dez anos, seremos um dos cinco maiores produtores e exportadores de petróleo. O impacto na balança de pagamento será muito grande e na receita pública também.
Estamos falando de possivelmente mais de R$ 300 bilhões por ano de arrecadação.
Em 2018, eram R$ 50 bilhões. Nossa matriz energética também se diversificou.
Nossa gasolina tem 27% de etanol. No diesel, são 11% de biodiesel. Como somos um país que exporta muito hoje e vai exportar muito mais ainda, o aumento do preço do petróleo aumenta a receita pública no Brasil. É bom do ponto de vista fiscal. Ele gera impactos negativos na economia, porque eleva o preço, tem inflação e aumento de custos. A novidade é que, pela primeira vez na história, o Brasil teria recursos, se quisesse, para mitigar esses efeitos. O aumento de arrecadação que vamos ter para cada aumento de dólar no preço do petróleo no mercado internacional é maior do que o custo que isso teria em reais para mitigar o impacto no diesel, gasolina e GLP {gás liquefeito de petróleo]. A pergunta que fica é: vale a pena, em um ambiente de transição energética, usar recursos adicionais para subsidiar combustível e dar sinal de preço equivocado a economia? Há países que fazem isso. Eu pergunto se existe algum desses que teve sucesso econômico.
Valor: Mas o consumidor não terá certeza de que o recurso será bem utilizado para outros fins.
Oddone: Sem dúvida. Mas aí é outra questão, aquela discussão interminável sobre a “maldição do petróleo”. Não existe maldição do petróleo. Existe má gestão. A novidade é que vamos ter dinheiro do petróleo. Se escolhermos fazer com esse dinheiro show de samba, festa de final de ano, pintar de dourado o calçadão, a culpa será do petróleo? A culpa será da má gestão. Compete a sociedade fiscalizar e se preparar para utilizar bem os recursos. É bem melhor ter dinheiro e escolher o que fazer do que não ter dinheiro.
Valor: O presidente Bolsonaro sinalizou que uma saída seria a redução do ICMS.
Isso é possível?
Oddone: É uma decisão política dos governadores. Se você quer discutir preço de combustíveis de maneira efetiva, não adianta discutir só a commodity. O problema é que temos a visibilidade dos preços das commodities, que a Petrobras se acostumou a divulgar. Mas isso é um terço [gasolina] ou metade [diesel] do preço. Precisamos também ter atenção com os outros dois componentes: os impostos e as margens de distribuição e venda.
Valor: O que pode ser feito com relação a tributos?
Oddone: O ICMS é muito ineficiente na forma que ele é aplicado. Os Estados estabelecem a alíquota de cobrança do ICMS. Para a gasolina, está na faixa de 25% a 34% do preço na bomba. No diesel, é de 12% a 25%. E no etanol, de 12% a 32%. O ICMS acelera movimento de preços na bomba. A cada 15 dias, os Estados fazem uma pesquisa de preços na bomba. Se o preço sobe, o governo reajusta o ICMS, para refletir o aumento. Quando o preço da refinaria ou de importação aumenta, e o dono do posto recebe aquele repasse e aumenta o preço na bomba, o governo estadual vai lá, faz uma pesquisa, vê que o preço na bomba subiu e aumenta o ICMS. Quando ele aumenta o ICMS, o dono do posto aumenta o preço de novo.
Daqui a 15 dias, o governo vê que o preço na bomba subiu de novo. E aí ele sobe o ICMS. Fica um ciclo de alavancagem de aumento de preço. Da mesma maneira, para baixo. Há um efeito nocivo de volatilidade na arrecadação estadual. Idealmente, o ICMS deveria ser, na minha opinião, um valor fixo, que o Estado poderia reajustar em determinado período. A principal medida que poderia ser feita para melhorar o ambiente do setor de combustíveis do Brasil seria uma reforma do ICMS, equalizando e estabilizando os valores.
Valor: Isso seria viável?
Oddone: Isso é uma decisão dos Estados. Algo mais amplo teria que ser um acordo no âmbito do Confaz [Conselho Nacional de Política Fazendária] ou a reforma tributária, que poderia endereçar esse tema.
Valor: A Petrobras disse que segue monitorando os preços internacionais, após o ataque dos EUA.
Oddone: A Petrobras é uma empresa que tem liberdade de atuação. E a liberdade de preços está dada pela lei. Na maior parte do mundo é assim, os repasses não são instantâneos.
Valor: Seria ruim controlar preços enquanto a Petrobras coloca á venda refinarias?
Oddone: Ninguém está falando de controle de preços no Brasil. Isso é página virada.
Valor: O senhor acha que a sociedade já entende dessa forma?
Oddone: Sim. Esse entendimento majoritário está presente. Também está começando a ficar presente o entendimento que são necessárias melhorias na forma que nós tributamos os combustíveis, especialmente o ICMS. Hoje ainda não temos um entendimento amplo de que é necessária também uma mudança no ICMS.
Valor: O governo, no último ano, se preocupou com uma possível reação dos caminhoneiros.

Oddone: Essa preocupação com os caminhoneiros é uma relação do governo na qual a ANP não tem envolvimento. Atuamos como órgão de consulta, de apoio nas questões relacionadas com combustíveis.
Valor: O que o senhor pensa sobre a recondução no cargo?
Oddone: Meu mandato não será renovado. Primeiro, sempre disse que não renovaria. E, segundo, porque não pode. A nova lei não permite isso e acho isso correto. Quando aceitei o desafio de vir trabalhar na ANP, no fim de 2016, vim com uma missão, que eu mesmo me impus, de contribuir para o processo de mudança profunda que vivemos no setor de óleo e gás nesses anos. A missão está cumprida.
Valor: O que acha da divulgação dos preços dos combustíveis hoje?
Oddone: Está bem melhor do que antes.
Valor: Está no ideal?
Oddone: O ideal é ter mais divulgação em mais pontos, mais competição. Mas isso é uma construção. Vamos chegar lá.


RAR encerra 2019 com crescimento de 16%


Empresa fundada por Raul Anselmo Randon investiu no fortalecimento da marca e ampliação do portfolio. Para o próximo ano a expectativa é atingir 22% de incremento na receita líquida
O ano de 2019 foi marcado pela consolidação das ações de expansão da RAR, empresa fundada por Raul Anselmo Randon que completou 40 anos de atuação. O período contou com lançamento de produtos, como o azeite de oliva Nossa Senhora da Oliveira, feito a partir de produção própria, a linha Rasip Leve, com maçãs embaladas prontas para consumo e, mais recentemente, a empresa passou a comercializar frutas orgânicas, algo que já vinha sendo estudado há algum tempo. Em dezembro a empresa lançou a Apple Chips, maçã desidratada sem aditivos, apostando em um novo segmento de atuação.
“Em 2019 registramos um crescimento de 16% em nossa receita líquida. Com a consolidação de produtos que lançamos neste ano e com a retomada da economia esperamos atingir crescimento de 22% para 2020”, afirma o diretor-superintendente da RAR, Sergio Martins Barbosa.
Sergio destaca ainda a atuação da linha RAR Vinhos, que vem ganhando espaço no mercado da enogastronomia e se fortalecido especialmente a partir da parceria com a tradicional vinícola italiana MASI. Juntas, as empresas mantém a série RAR-MASI Wineproject, que conta atualmente com sete rótulos. Os vinhos da RAR receberam, neste ano, diversos reconhecimentos e prêmios: “o Rar Collezione Gewürztraminer foi eleito o melhor vinho da categoria pelo Wines Of Brazil 2019. Já o RAR Collezione Viognier foi eleito pela Grande Prova Vinhos do Brasil 2019 como o melhor vinho branco Viognier, junto com o RAR Reserva de Família Cabernet/Merlot eleito no mesmo concurso como melhor da categoria Tinto Cortes”, o que contribuiu para o crescimento de 40% no volume de garrafas vendidas, relembra o diretor.  A empresa abarca sob sua hierarquia as marcas Rasip, Gran Formaggio, Campos de Vacaria, RAR Gourmet, RAR Importados, RAR Vinhos e RAR Agrícola.
RAR
A RAR, de Raul Anselmo Randon, teve origem na fruticultura, com o cultivo da maçã na década de 1970. Hoje, é a terceira maior produtora e comercializadora da fruta no Brasil. Nos anos 1990, montou a primeira fábrica de queijo Tipo Grana fora da Itália lançando a marca Gran Formaggio. A RAR tem, em seu portfólio, linha de importados com queijos e acetos italianos, presuntos e salames italianos e espanhóis, e azeites de oliva chilenos. A linha de derivados é composta por creme de leite fresco, manteiga e queijo parmesão. A empresa, com sede em Vacaria (RS), ainda conta com linha de 19 rótulos entre vinhos e espumantes e azeite de oliva a partir de produção própria. Esses e outros produtos com a qualidade RAR podem ser encontrados na loja virtual www.spacciorar.com.br.


Exportação de carne suína bate recorde


As vendas de carne suína do Brasil alcançaram volume recorde em 2019, de acordo com números revelados hoje pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo dos 12 meses do ano passado. O saldo é 16,2% superior ao registrado em 2018, quando foram comercializadas 646 mil toneladas. 
Apenas em dezembro, foram exportadas 76 mil toneladas, volume 35,1% maior em relação ao mesmo período de 2018, com 56,2 mil toneladas. É o maior embarque mensal já registrado na história do setor.
Em receita, o saldo das vendas alcançou US$ 1,597 bilhão, número 31,9% maior que o resultado de 2018, com US$ 1,2 bilhão.   Em dezembro, as vendas chegaram a US$ 183,6 milhões – maior saldo mensal já alcançado pelo setor.
As vendas para a Ásia – região fortemente impactada por focos de Peste Suína Africana (PSA) - foram o grande impulso das exportações de 2019.  A China, que assumiu o primeiro lugar nas importações já no primeiro mês do ano passado, importou 248,80 mil toneladas, volume 61% superior ao total embarcado em 2018.   
Também impactado pela PSA, o Vietnã aumentou suas importações em 82,6%, com total de 13,54 mil toneladas em 2019.
“A crise sanitária na Ásia reconfigurou o comércio internacional de proteína animal.  A China, que foi a maior afetada, ampliou sua capacidade de importação de carne suína brasileira com a habilitação de novas plantas em novembro de 2019. Este é um dos fatores que devem favorecer o aumento das vendas brasileiras em 2020, já que os indicadores de instituições como o Rabobank demonstram que este quadro deve perdurar no mínimo ao longo do ano”, analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.
Na América do Sul, o Uruguai foi o principal destino, com 40,48 mil toneladas importadas, volume 12,8% maior em relação ao saldo de 2018. Também o Chile se destacou, com importação de 44,54 mil toneladas (+28,9%). No Leste Europeu, a Rússia importou 35,28 mil toneladas
“Crescemos nossas vendas não apenas na Ásia, mas em outras regiões importadoras, como a América do Sul.  Nossos esforços estarão concentrados, agora, no fortalecimento destas parcerias e busca de novos mercados”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Eleições em Passo Fundo


Carlos Eduardo Lopes da Silva (Cidadania)
Claudio Doro (PSC)
Cláudio Rufa (PP)
Jaime Giolo (PT)
João Pedro Nunes (MDB)
Juliano Roso (PCdoB)
Lucas Cidade (PSDB)
Márcio Patussi (PDT)
Márcio Tassi (PTB)
Patric Cavalcanti (DEM)
Rodinei Candeia (PSL)
Saul Spinelli (PSB)
Valdair Gomes (PL)

Diversos nomes surgem para substituir Luciano Azevedo (Cidadania) no Executivo.
O favorito para assumir a pasta é Rodinei Candeia que concorreu a deputado federal em 2018 pelo PP, hoje está no PSL e ocupa a Chefia Jurídica na SEDETUR.
Pelo partido do Prefeito, viria o Secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, o engenheiro agrônomo, Carlos Eduardo Lopes da Silva. O MDB estaria apostando no atual vice-prefeito, João Pedro Nunes.
O candidato do PL seria o vereador Valdair Gomes. O PSB, ex-partido do atual Prefeito, apostará no vereador e Presidente da Câmara, Saul Spinelli que concorreu a deputado federal em 2018 também.
O PDT apostará as fichas no vereador Márcio Patussi.
O PSDB, do deputado estadual, Mateus Wesp, irá disputar o com seu Chefe de Gabinete, o radialista Lucas Cidade.
O DEM concorrerá com o vereador Patric Cavalcanti.
O ex-vereador e Presidente Municipal do PTB, Márcio Tassi, seria um provável pré-candidato.
A esquerda viria com o ex-vice-prefeito de Luciano Azevedo no primeiro mandato e ex-deputado, o comunista Juliano Roso. O PT, terceiro colocado em 2016, tem o nome do ex-reitor da UFFS, Jaime Giolo. Dizem que o PT aceitaria ir de vice de Roso com Giolo de vice.
O segundo colocado em 2016, o PP que sonhava em colocar Candeia, poderá apostar no vereador Rufa.
Ainda pela direita, teria a candidatura do empresário Cláudio Doro.

Em pesquisa feita em 2017 pela Agência Persona Política, obteve o seguinte resultado:

Candeia (PSL) - 22%
Cavalcanti (DEM) - 13%
Tassi (PTB) - 11%
João Pedro (MDB) - 10%
Patussi (PDT) - 7%
Cidade (PSDB) - 5%
Doro (PSC) - 4%
Roso (PCdoB) - 3%
Spinelli (PSB) - 3%
Giolo (PT) - 3%