Democratas, Cidadania e Republicanos lançam grupo para propor mudanças em Alvorada


Encontro, que reuniu presidentes e integrantes das três siglas, ocorreu no último fim de semana

Foi lançado, no último fim de semana, grupo para propor uma agenda de mudanças em Alvorada. Formado pelo Democratas, Cidadania e Republicados, o núcleo trabalhará em cinco eixos principais: saúde, segurança, educação, infraestrutura e emprego. Durante o encontro, foi lançado um manifesto, assinado pelos presidentes dos três partidos.

No documento, Douglas Martello (presidente municipal do DEM e pré-candidato a prefeito), João Rodrigues (presidente municipal do Republicanos) e Clayton Ortiz (presidente municipal do Cidadania) criticam a forma como a cidade vem sendo gerida: “Nas últimas décadas, Alvorada foi administrada por apenas três grupos políticos. Os mesmos nomes se revezam, as mesmas ideias permanecem – e muito pouco tem sido feito pela cidade.”

O texto destaca que o município é o sexto mais violento do país e o 438º colocado no ranking do Ideb no Rio Grande do Sul – de um total de 497 comunidades. “A população de Alvorada é trabalhadora e corajosa. Para trazer esse espírito para a gestão pública da cidade, as três siglas formarão um projeto comum para a cidade. Uma construção conjunta, unindo novas pessoas e ideias, com um novo olhar de esperança para o futuro da nossa comunidade”, propõe o grupo.

Confira a íntegra do manifesto:

Nas últimas décadas, Alvorada foi administrada por apenas três grupos políticos. Os mesmos nomes se revezam, as mesmas ideias permanecem – e muito pouco tem sido feito pela cidade.

Para construir um novo caminho, os partidos Democratas, Republicanos e Cidadania estão se unindo. Uma frente ampla e renovada, com propostas diferentes para superar os grandes desafios que nossa comunidade enfrenta.

Não podemos encobrir os problemas. Nosso município é o sexto mais violento do país, com altos índices de homicídios e uma escalada no roubo de carros. Na educação, ocupamos a inaceitável 438ª posição no ranking do Ideb do Rio Grande do Sul, que monitora a qualidade de ensino nas salas de aula.

É chegada a hora de mudar. Nosso trabalho terá cinco eixos de atuação: saúde, segurança, educação, infraestrutura e emprego.

A população de Alvorada é trabalhadora e corajosa. Para trazer esse espírito para a gestão pública da cidade, as três siglas formarão um projeto comum para a cidade. Uma construção conjunta, unindo novas pessoas e ideias – com um novo olhar de esperança para o futuro da nossa comunidade.

Na foto: Douglas Martello, presidente municipal do Democratas; João Rodrigues, presidente municipal do Republicanos; Clayton Ortiz, presidente municipal do Cidadania

Renato Sant'Ana - Criminalidade e sistema penal falido


               Duas notícias de 12/02/20 sintetizavam a falência de nosso sistema penal: seguiam desaparecidos há sete meses seis bandidos que, embora presos em flagrante com toneladas de droga, foram liberados; e o traficante mais perigoso do RS estava solto, havendo cumprido apenas pequena parte dos 74 anos de cadeia a que é condenado.
          Lembrando. Em 10/07/19, seis criminosos que guardavam um depósito com 4651 kg de Maconha foram presos em Porto Alegre pela Brigada Militar. Aí, na audiência de custódia, eles alegaram ter levado uns tapas da polícia. Bastou para que a juíza plantonista, Lourdes Helena Pacheco da Silva, considerasse ilegal a prisão, mandando soltar os rapazes...
          Horas mais tarde, instada pelo Ministério Público, outra juíza, Vanessa Gastal de Magalhães, mandou prendê-los de novo, porque não havia dúvida quanto à prática do crime e porque eventual excesso da polícia não os transformaria em inocentes - óbvio!
          Com a cortesia de praxe, repeliram o desvario da plantonista o comandante do 11° BPM, tenente-coronel André Ilha Feliú, que afiançou a lisura da operação policial, e o diretor do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico, delegado Vladimir Urach. Para ambos, a extravagância da decisão obriga a polícia a trabalhar dobrado.
          Ah, mas a plantonista mandou os travessos darem as caras uma vez por mês no fórum, não saírem da comarca sem autorização legal, voltarem para a casa à noite e comprovarem endereço residencial. Mas eles não deram bola à doutora. E a notícia é que, há sete meses, eles estão foragidos.
          No segundo caso, a Brigada Militar deteve o traficante Juraci Oliveira da Silva (o Jura) portando uma pistola 9 milímetros. Aí se soube que ele estava solto, em que pese ter longa pena a cumprir por homicídio e tráfico de entorpecentes.
          Lembrando. Jura é apontado como o patrão do tráfico no Campo da Tuca, zona leste de Porto Alegre, e provável maior distribuidor de drogas na capital gaúcha. Em 1999, ele foi condenado a quase 30 anos de prisão. Em 2009, saiu da cadeia para o semiaberto (albergue prisional Pio Buck). E aproveitou para fugir. Só foi apanhado um ano depois, no Paraguai.
          De volta ao Brasil em 2010, foi para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC). E aproveitou para fazer parceria com José Carlos dos Santos (o Seco), que já estava lá. Seco se notabilizou por comandar espetaculares ataques a carros-forte e pela frieza com que matava para roubar. Juntos, eles passaram a planejar ações criminosas a serem executadas por seus comparsas nas ruas.
          Em 2015, Jura foi julgado por dois homicídios triplamente qualificados que ele ordenou de dentro da cadeia. E, mesmo reconhecendo a existência dos crimes e a autoria do réu, o júri o absolveu. Durante esse julgamento, ele admitiu que seguia comandando a venda de drogas de dentro da FASC. E não consta que haja deixado de ser o patrão do Campo da Tuca.
          Em 29/01/20, Jura foi de novo para o semiaberto por ter "conduta carcerária satisfatória" (sic!), mesmo acumulando condenação a 74 anos de cadeia. E foi novamente preso pela Brigada Militar em 12/02/20.
          É a realidade: um sistema penal incapaz de coibir a sanha daqueles que, sem escrúpulos nem compaixão, escolhem o caminho do crime. E como negar que esse quadro ficou imensamente mais grave nas últimas três décadas?
          Com a chancela da Constituição de 1988, vigora no país uma paródia da dispensável teoria de Luigi Ferrajoli, o dito "garantismo penal", que mantém um discurso de legitimação do crime e ignora dois pressupostos inelutáveis: (a) todo ato criminoso é uma escolha; (b) é função do Estado reprimir a criminalidade, vindo a proteção da sociedade muito antes do interesse do transgressor.
          Eis, em última análise, o reflexo da miopia hermenêutica que predomina nos cursos de Direito e faz a cabeça de novos juízes, promotores, advogados, etc. Sendo que poucos conseguem revisar as crenças adquiridas na faculdade e desenvolver um pensamento autônomo.

Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.

Artigo, Telma Renner - Educação, tema difícil

- Telma Mathilde Renner é empresária, Gramado.

      No MEC se concentra uma imensa  cambada esquerdopata, burocratas, parasitas  incompetentes e  professores lenientes e fracassados para os quais,  o método do Paulo Freire casou como uma luva.  Além disso em muitas  universidades  estão os reitores corruptos, habituados a usarem dinheiro público em benefício próprio e para as orgias  ideológicas que costumamos  ver em vídeos estarrecedores.
      Sabe-se das extremas dificuldades que enfrenta o Ministro Weintraub para conseguir siquer uma prestação de contas dessa gente!. Mas acredito que devam  existir instrumentos jurídicos para que se consiga chegar onde se deve: transparência nas contas públicas e competência na gestão  dos recursos. E também acredito que existam ,  nos meios educacionais,  pelo menos alguns que não se enquadrem no perfil acima, e estes,  podem ser os aliados para implementar as mudanças.
      Paralelamente a essa   faxina e mudança de comportamento, bem difícil, isso se sabe, seria importante  ter um projeto para mudar  de vez a  sofrível educação. Pegar os resultados do Pisa e verificar onde  estão as deficiências de nossos estudantes. Matemática e ciências exatas, leitura... Possívelmente em tudo. Mas então,  tem que começar!
       Aumentar carga horária, mudar o currículo,  qualificar professores? Utilizar outro método educativo? Ou quem sabe inspirar-se em algum modelo de sucesso de fora e adaptá-lo a nossa realidade? A Coréia do Sul talvez possa  ser  um exemplo inspirador. Ou o  Japão? Mas o fundamental é que se tenha um projeto.
     Será difícil implementá-lo? Sim! Mas tantas barreiras já foram vencidas, por quê não essa que é vital para o Brasil ?


Vertigens, Astor Wartchow

Advogado

       Fato mundial: o esgotamento da democracia.  O comportamento de alguns líderes e governos estreitam os limites entre a democracia e o autoritarismo.  Eleitos democraticamente ou não, à direita e à esquerda do espectro ideológico, abuso de poder, estressamento sistêmico e degradação institucional são as marcas mais visíveis.
Desde a indicação do filme brasileiro "Democracia em Vertigem", na disputa ao "Oscar", acreditei que sua única possibilidade de vitória estaria na associação - pelos membros votantes da academia cinematografica -  aos aspectos da crise democrática mundial. Porém, esta associação temática não ocorreu!
Já o documentário "Indústria Americana", que tem a coparticipação produtiva do casal Barack e Michelle Obama (EUA) - o que pode ter influenciado na sua vitória, trata de globalização industrial e de desencontros étnico-culturais. Fatos conjugados e indicativos de que seria o favorito.
Não há no filme brasileiro coerência histórica suficiente com vários fatos que antecederam o impeachment. Distorce e omite significativas e  importantes informações. Entretanto, necessário afirmar que sua formulação não retira da autora o legitimo e absoluto direito de recontar o episódio ao seu gosto e interesse.
Na mesma semana do "Oscar", circulou fora do país um texto, em ingles, subscrito por artistas e intelectuais brasileiros e estrangeiros, acerca da hipótese de atual fragilização e ameaça a estabilidade democrática no Brasil. A contar do advento do governo Bolsonaro! 
Ainda que verdadeiras as trapalhadas governamentais, a frequente linguagem deselegante do presidente e, principalmente, as pérolas de ignorância e estupidez proferidas por alguns ministros, em especial o ex-ministro da cultura, será que evidenciam uma ameaça  a democracia?
Bem ou mal, as instituições típicas do sistema democratico não estão em funcionamento, a exemplo do Poder Legislativo, do Poder Judiciario, dos meios de comunicação e da livre iniciativa social e econômica?  A natureza, amplitude e gravidade da atual crise social e econômica foi gestada nos últimos meses ou é um produto e herança das gestões anteriores?
Quanto ao meio artistico e acadêmico, setores que evidenciam maior contrariedade com o atual governo, há cerceamento no exercicio de sua liberdade criativa individual e coletiva? Restrições e cortes orçamentários estatais  são argumentos compatíveis com a tese de crise democrática?
Para uma discussão qualificada e consequente faltam ao debate evidências materiais. Não superficiais. Menos pessoais. Menos grupais. O  filme de Petra, assim como o tal abaixo-assinado, refletem muito mais expectativas políticas e interesses pessoais contrariados.
Em resumo, ainda que legítimo o debate e a exteriorização de interesses e preferências, importa ressaltar, todavia, que sua banalização - em forma e conteúdo - contribui objetivamente para a fragilização da democracia!

Vida longa ao cinema

Por Ricardo Difini Leite, diretor do GNC Cinemas e presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas
O cinema está cheio de vida e histórias para contar. Depois de alarmistas terem decretado seu enfraquecimento devido à ameaça provocada pelas novas plataformas de exibição, como o streaming, o Brasil alcançou 3.505 salas, superando a marca de 3.276, registrada em 1975, conforme o site Filme B. O anuário estatístico do cinema brasileiro, publicado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), em 2018, aponta que dobrou a oferta de salas no Nordeste. E, no Norte, quase triplicou, com incremento de incríveis 181% desde 2009. Uma parte desse crescimento se deve ao fato de os exibidores terem chegado a regiões onde a telona não existia.
Em âmbito nacional, o público nos cinemas cresceu 7,8% em comparação a 2018 e atingiu 177 milhões de espectadores segundo dados do Brasil Filme Box Office. No recorte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina – onde opera em seis cidades –, o GNC Cinemas superou a média e registrou 9,3%. Como quase 3 milhões de pessoas foram a uma das suas 52 salas, a rede manteve a liderança do market share no mercado dos dois Estados no ano passado, com 21,77% de participação. O segundo colocado do ranking fechou em 18,01% e o terceiro, em 17,23%.
Outro número da Ancine explica um dos porquês desse crescimento: a operação em shoppings, que recebem cerca de 90% das salas. O conceito multiplex dos espaços que até há algum tempo eram chamados de “centro de compras” está trazendo mais público para o cinema. Por causa do e-commerce, os shoppings tiveram que se transformar em centros de serviços, entretenimento e gastronomia. Um complexo de salas múltiplas (cada vez mais confortáveis, com tecnologia sofisticada de projeção e som) proporciona experiência para toda a família, apresentando um cardápio de filmes variado e sedutor (infantil, adolescente, adulto, romance).
Muitos têm restrições ao Oscar, mas a 92ª edição, neste domingo, continua concentrando as atenções. Não somente pelo glamour inerente à cerimônia em si, mas por ser uma espécie de “trending topics” do que as pessoas estão discutindo depois de sair da sala escura, um impressionante espelho de vivências pessoais e coletivas.

Derrotada, esquerda vê risco adicional à democracia

A síndrome de Levitsky

Gustavo Maultasch


Pelo teor das referências que se fazem a ele, até ontem eu achava que
Steven Levitsky era o nome de uma síndrome cognitiva descoberta por um
doutor Levitsky, e não o nome de um cientista político. A sintomatologia
da síndrome seria a seguinte: quando a esquerda vence, a democracia vai
bem; já quando ela perde... Aí a democracia padece, vai mal, está
morrendo.

Essa síndrome apresenta como comorbidade aquele comportamento já
conhecido em nossa esquerda: concorda comigo? Você é bom camarada e está
convidado para o próximo chope no Leblon; o bar dá desconto para quem
sinalizar virtude! Discorda de mim? Você é fascista.

(Mas veja bem, eu não digo que você é fascista porque estou defendendo o
meu esquerdismo não; o que é isso. Eu digo que você é fascista porque
sou um sereníssimo hermeneuta dos desígnios de nossa República e, de
posse dessa capacidade sobre-humana, afirmo categoricamente que você é
fascista; nada pessoal, é só um juízo técnico).

Como a esquerda brasileira passou anos elogiando Fidel, Che, Mao, Lenin,
Chávez, Maduro, Morales, dentre outros companheiros; como passou décadas
mitificando Paulo Freire, mesmo com sua tolerância a assassinatos em
nome da "biofilia" da revolução; como chegou a comprar votos do
Legislativo no escândalo do mensalão, em franco ataque à democracia; e
como a principal chapa da esquerda, nas últimas eleições, tinha como
candidato o autor de "Em defesa do socialismo" e como candidata a
vice uma comunista que se recusa a condenar os incomensuráveis
genocídios dos socialistas; enfim, por tudo isso, eu ingenuamente
acreditava que a esquerda brasileira tinha amor sincero e desinibido por
todas as ditaduras. Essa não é a galera descolada que fala em amor
livre? Então, pensei que eles amassem todos os autoritários.

Mas quão apressada a minha conclusão, e quão enganado eu estava; e
aproveito para fazer o mea cuba, ou melhor, o mea-culpa, e compartilhar
com vocês o que aprendi: na realidade, vejam só, a esquerda não ama
ditaduras; ela ama apenas, notem bem!, aquelas ditaduras que são de
esquerda. E não é aquele amor platônico, melancólico e distante não; é
aquele amor luxurioso, nos lençóis suados da paixão recente.


Quando descobri isso, meu mundo desabou feito o PIB da Dilma: seria
mesmo um caso de - constrange-me até dizer - hipocrisia, incoerência,
desfaçatez? Será que a esquerda tolera uma ditadura, tolera uma
torturazinha, desde que ela seja de esquerda? Se a ditadura é de
direita, condenamos; se é de esquerda, defendemos; isso finalmente eu
entendi. Mas e a democracia?

E aqui vem a novidade trazida pela síndrome de Levitsky, que segundo
minha pesquisa tem sido transmitida pelo mosquito da zika, ou talvez
seja mesmo o velho e conhecido, embora jamais extinto, mosquito da
trotsky. A novidade é que, agora, a esquerda não condena apenas a
ditadura de direita não; ela condena também, vejam só!, a democracia em
que o povo elege livremente a direita.

É bem verdade que democracias são como um preso em Curitiba: demandam
atenção e vigilância diárias. Democracias funcionais têm equilíbrio
institucional delicado mesmo, e a todo momento há riscos intrínsecos ao
sistema político; contem comigo para a diligência constante e a briga
por seu fortalecimento.

O problema é decretar risco adicional porque a esquerda perdeu, e com
isso começar a denunciar a nova conjuntura política como "morte da
democracia", como se o atual mal-estar do progressista fosse causado
por uma sensibilidade apurada de sommelier às vicissitudes da
democracia, e não por um mero ressentimento de derrotado, em humilhação
narcísica porque percebeu que o povo não o vê com a grandeza e o senso
de autoimportância que ele enxerga ao espelho.

E tudo isso fingindo não saber que um dos maiores riscos à democracia
brasileira é, precisamente, toda essa narrativa de "morte" da
democracia; mais do que diagnóstico, a síndrome de Levitsky é efeito
placebo, profecia autorrealizável, daqueles que preferem bagunçar o jogo
a aceitar que, simples e livremente, foram vencidos.

*Gustavo Maultasch

Diplomata, doutorando em administração pública e especialista do
Instituto Mises Brasil

Eleições em Farroupilha


O cenário de Farroupilha segue um pouco embaçado ainda. O que é certo é que o atual Prefeito não poderá concorrer pelo fato que já é reeleito. Nome que ganhou força na cidade e também não pode concorrer é a Deputada Estadual, Fran Somensi, do Republicanos. Fran não pode concorrer por ser esposa de Claiton, atual Prefeito.


O PDT, Partido do Prefeito, já lançou a Secretária de Educação, Elaine Giuliato como pré-candidata. Muito provavelmente é que a vereadora eleita e Secretaria, Glória Menegotto seja sua vice.
O atual vice-prefeito, Pedro Pedrozo, já disse que deveria ser o candidato natural mas também enfrenta concorrência dentro do próprio Partido com o Secretário Vandré Fardin que também gostaria de pleitear e tem apoio de vereador.
O vereador Catafesta do PSD também seria um pré-candidato.
Principal candidato da oposição é o empresário Fabiano Feltrin do Progressistas. Corre por fora o nome do também empresário Daniel Bampi.
Pelo MDB, José Cenci disse que o Partido precisa oxigenar, sendo assim, talvez desistiriam de pleitear o executivo como cabeça de chapa e iria de vice de Feltrin com o vereador Jonas Tomazini.

Daniel Bampi (PP)
Elaine Giuliato (PDT)
Fabiano Feltrin (PP)
Jonas Tomazini (MDB)
Pedro Pedrozo (PSB)
Sedenir Catafesta (PSD)
Vandré Fardin (PSB)